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    Vikings: Lagertha “come o pão que Hel amassou” em novas fotos

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    ALERTA DE SPOILER DO EPISÓDIO 18 DA 5ª TEMPORADA

    A rainha Lagertha (Kathryn Winnick) de Kattegat certamente viu seu quinhão de dificuldades em todas as 5 temporadas de Vikings do canal History. Ela perdeu uma filha, lutou, perdeu e venceu guerras, vingou-se contra um abusador, removeu um usurpador e forjou alianças improváveis ​​em vários continentes. E no amor também não foi diferente, já que ela sofreu com todos os seus amantes, exceto por um, e ela ainda é foda mesmo quando está em cativeiro.

    Dito isto, estas novas imagens de Kathryn Winnick no episódio 18 da 5ª temporada são… difíceis de ver.

    Confira abaixo:

    Nós AMAMOS Kathryn “Lagertha” Winnick, o escritor  Michael Hirst e todo o elenco de Vikings, mas esperamos que não seja o fim de uma de nossas personagens mais marcantes.

    A 5ª temporada dos Vikings continua hoje à noite no History.

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    CRÍTICA – Como Treinar o Seu Dragão 3 (2019, Dreamworks)

    A franquia Como Treinar o Seu Dragão é uma das mais sólidas dos últimos anos. Com um primeiro filme espetacular e uma sequência que supera qualquer expectativa, a franquia tem como especialidade explorar o emocional como peça-chave na construção de sua trama – e quando falamos em emocional é por fazer chorar mesmo, litros e mais litros.

    Como Treinar o Seu Dragão possui na bagagem três indicações ao Oscar e incontáveis críticas positivas, o que torna enorme a responsabilidade de encerrar com chave de ouro a história de Soluço e Banguela neste terceiro filme.

    A trajetória de Soluço e Banguela possui altos e baixos ao longo dos filmes. Com eles, aprendemos os desafios da transição entre a adolescência e a vida adulta, das responsabilidades herdadas, do luto, de trabalhar em equipe e de dividirmos o peso de nossas obrigações com outras pessoas. É, principalmente, um aprendizado sobre solidão: não precisamos viver sozinhos, todos nós temos espaço para construirmos relacionamentos e aprendermos com outras pessoas.

    No nosso primeiro encontro com a dupla, lá em 2010, percebemos o quão diferente eles são de seus “similares”. É nas diferenças que eles se aproximam, criando uma ligação única e  duradoura. É nessas diferenças que o roteirista e diretor Dean DeBlois consegue criar laços profundos com a audiência, tornando Soluço e Banguela nossos velhos amigos – e que nos enchem de alegria quando retornam para mais uma aventura.

    Em Como Treinar o Seu Dragão 3, encontramos um Soluço mais maduro e evoluído. Após os acontecimentos do último filme, o menino é – obrigado – a evoluir rapidamente, se tornando herdeiro de Berk. O mesmo acontece com Banguela, que se torna o Alfa de todos os dragões. Como já diria outra franquia: “com grandes poderes, vem grandes responsabilidades”. Essa frase se encaixa direitinho nesse caso. Berk depende da liderança de Soluço, e o controle dos dragões depende da força de Banguela.

    É interessante observar como o caminho de ambos cresce ao longo dos filmes. Em 2010, Soluço e Banguela são jovens descobrindo o mundo, seus perigos e diversões. 9 anos depois do seu debut, a dupla está estabelecida, com grandes planos de fazer do mundo um lugar melhor para humanos e dragões. Todos vivendo em harmonia. Claro que isso não quer dizer que eles se tornaram sábios: os desafios e vilões também evoluíram, exigindo que não só os dois, mas todo o grupo, se mantenha cada vez mais atento.

    A trama desse terceiro filme é bem simples: Soluço e sua turma (Bocão, Melequento, Cabeça Dura, Cabeça Quente, Perna de Peixe e Astrid) estão motivados a libertar todos os dragões que estão sob posse de caçadores e trazê-los para Berk. Durante a missão, um novo vilão – Grimmel, o caçador de Fúrias da Noite – surge, obrigando Soluço a procurar um lugar mais seguro para dragões e vikings viverem em paz. Seu pai, Stoico, possuía uma fixação em uma antiga lenda sobre um Mundo Escondido, um lugar onde todos os dragões vivem em segurança, e é para lá que Soluço decide levar todo o seu povo.

    Ao longo da trama, Banguela conhece a Fúria da Luz, uma fêmea de sua espécie.

    via GIPHY

    As cenas de ação da produção são impecáveis, mantendo o bom humor já típico da franquia. É perceptível o quanto os efeitos da animação evoluíram ao longo do tempo, entregando um trabalho visualmente incrível. Inúmeras sequências chamam a atenção ao longo do filme, mas as que se passam dentro do Mundo Escondido são estonteantes! Todo o cuidado foi tomado para que a última produção da franquia fosse de fato deslumbrante – e deu certo.

    É difícil dizer adeus àqueles que nós amamos, mas é necessário sabermos a hora que uma história já rendeu tudo o que deveria. Como Treinar o Seu Dragão possui esse entendimento e entrega um desfecho emocionante, divertido e encantador. É impossível não se emocionar em inúmeros momentos. Ao final da experiência, a sensação que fica é de dever cumprido e de saudade dos nossos velhos amigos.

    Como Treinar o Seu Dragão 3 é uma experiência incrível para crianças, jovens e adultos. A franquia como um todo conversa com todas as faixas etárias, sendo muito feliz em sua construção de valores e lições. Um desfecho perfeito para uma animação que nos faz chorar, rir e que aquece o coração. Nossos amigos vão deixar saudade, mas sempre podemos voltar a visitá-los, quantas vezes quisermos.


     

    Assista ao trailer:

    Como Treinar o Seu Dragão 3 chega aos cinemas nesta quinta-feira (17)! garanta seu ingresso e de toda a família. E lembre-se de voltar aqui e comentar quantos lenços de papel você precisou usar para secar suas lágrimas kkkk

    Nike: Novos tênis têm ajuste automático pelo smartphone

    A ideia surgiu em De Volta Para o Futuro 2, virou um mimo para colecionadores com venda limitada e depois passou a ser um produto para o consumidor final. Agora, a Nike usa a tecnologia desenvolvida com o Air Mag e com o HyperAdapt 1.0 para criar novos tênis, com ajuste automático via app.

    Segundo o anúncio oficial da Nike, a novidade vem para “fornecer um ajuste verdadeiramente personalizado para cada jogador de basquete”, graças ao sistema chamado FitAdapt, que também pode ser adaptado manualmente com botões físicos nos próprios calçados. A empresa destaca que, no decorrer de um jogo de basquete, o pé de um atleta pode se expandir em quase metade do tamanho. Isso pode afetar o nível de conforto, os movimentos e até o desempenho na quadra.

    Confira a apresentação dos novos tênis:

    https://www.youtube.com/watch?v=uZJ2bq12JSI&feature=youtu.be

    A Nike adianta que em breve deve ampliar a linha para outras modalidades esportivas. Por enquanto, não há mais detalhes sobre recarga e bateria ou preço do Adapt BB – a ideia é oferecer produtos na faixa de US$ 350 (R$ 1.304 na conversão direta), mas como o lançamento está previsto para fevereiro, pode ser que tenhamos essas informações muito em breve.

    Homem-Aranha: Longe de Casa | Primeiro trailer revela Mystério

    Após seu lançamento no ano passado durante a CCXP, a Sony Pictures e a Marvel Studios finalmente lançaram o primeiro trailer de Homem-Aranha: Longe de Casa, e não é exagero dizer que está incrível!

    Muitas revelações estão no trailer, incluindo alguns detalhes do roteiro, como o status da relação de Peter Parker e Tia May, e melhor ainda, vemos pela primeira vez Mystério, vivido pelo ator Jake Gyllenhaal. O vilão está tão incrível em ação quando esperávamos, e também conta com seu icônico capacete de aquário, que deixou esse fã dos quadrinhos muito feliz.

    Falaremos mais do trailer depois, então é melhor você só conferir, pois não vemos tanta ação assim há algum tempo.

    Abaixo o primeiro trailer legendado: 

    O pôster internacional do filme também foi liberado junto com o primeiro trailer. Confira e diga-nos o que achou nos comentários!

    Homem-Aranha: Longe de Casa

    CRÍTICA – Sex Education (1ª temporada, 2019, Netflix)

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    Após o lançamento de várias séries adolescentes originais que não foram tão boas, tais como a segunda temporada de 13 Reasons Why e Insatiable, a Netflix parece agora acertar com a nova série estrelada por Gillian Anderson (American Gods) e Asa Butterfield (O Lar das Crianças Peculiares). Sex Education trás de volta o humor e a sensibilidade adolescente britânica de Skins e My Mad Fat Diary.

    Criada e escrita por Laurie Nunn, a série conta com produção executiva de Jamie Campbell e Sian Robins-Grace. A série é uma produção de Eleven Film para a Netflix, contando ainda com a direção de Ben Taylor e Kate Herron.

    A primeira temporada da série chegou na Netflix com seus oito episódios no dia 11 de Janeiro. E sua trama gira em torno do adolescente Otis (Asa Butterfield) que tem uma mãe, Jean (Gillian Anderson), que é terapeuta sexual. Apesar de viver cercado de manuais, objetos, vídeos e conversas abertas sobre sexto, Otis é totalmente inexperiente no assunto. A profissão de sua mãe deixou traumas em sua vida, mas também o deu um talento.

    Asa Butterfield (Otis) e Gillian Anderson (Jean)

    Por conta do seu convívio diário com o tópico, ele acaba conseguindo resolver os problemas sexuais de outros estudantes, o que acaba fazendo com que ele abra uma clínica de terapia sexual clandestina em sua escola. A clínica é aberta após Otis sem querer ajudar o valentão da escola que estava com problemas. Maeve (Emma Mackey) vê o garoto ajudar o outro e o convence a dar ‘consultas’ para os colegas em troca de dinheiro. Se baseando no que ouve da mãe, Otis atende os seus pacientes respondendo questões e problemas sexuais que muitos jovens não entendem ou não querem admitir que tem.

    Porém, a série vai além das consultas que Otis realiza, tratando de temas importantes como homofobia e aborto. Além disso, um dos focos da série é a questão da construção e relação entre os personagens. A amizade entre Otis e seu melhor amigo Eric (Ncuti Gatwa) apresenta uma questão sentimental à Sex Education.

    Eric é um dos dois alunos gays da escola, com uma família religiosa e a homofobia sofrida na escola, o único lugar em que se sente seguro é quando está com Otis. Um dos pontos altos da série e ver como a amizade dos dois se desenvolve. Ncuti Gatwa é um dos grandes destaques da série em sua interpretação de Eric torna a série real, cômica e dramática, fazendo o telespectador se emocionar com a cena mais emocionante da temporada. 

    Outro personagem destaque é Adam Groff interpretado por Connor Swindells, o típico esteriótipo de garoto popular que pratica bullying e não estuda. Ele é cheio de problemas em casa, os quais o grande motivo é que seu pai é o diretor de escola. Com uma personalidade instigante, Adam é um personagem para ficar de olho.

    Ncuti Gatwa (Eric) e Asa Butterfield (Otis)

    Com personagens muito bem construídos, com histórias e personalidades cativantes e que fazem com que o telespectador se emocione em algumas cenas, a série faz com que você se sinta parte da escola e amigo dos personagens.

    Sex Education se destaca ao longo dos episódios pela mistura de humor, seriedade e aprendizados, explorando todos os tópicos que se possa pensar. Ao fim do oitavo episódio você fica satisfeito com o que assistiu, mas ainda assim fica com um gostinho de querer mais uma temporada, a qual ainda não se sabe se ocorrerá.

     

    Caso já tenha assistido, deixe sua avaliação:

     

    Confira o trailer:

    https://www.youtube.com/watch?v=shpb-5tim8k

    Sex Education está disponível na Netflix, corre lá para assistir e depois comenta aqui embaixo o que você achou.

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    Sex Education: Conheça os personagens da série que conquista a Netflix

    Star Wars: Adam Driver sabia arco do Episódio IX desde o início

    Adam Driver revelou que sabia para onde a história de Kylo Ren iria desde o início e usou a informação como um guia, atualmente o ator grava o Episódio IX.

    Enquanto os dois spin-offs da franquia no cinema indiquem o contrário, a Lucasfilm tenta dar aos diretores uma certa liberdade criativa enquanto trabalha em seus filmes.

    J.J. Abrams foi pedido em O Despertar da Força apenas para entregar um filme que encantaria o público, e Rian Johnson ficou extremamente feliz quando descobriu que o estúdio não tinha uma lista de pontos de roteiros pré-determinados para Os Últimos Jedi. Alguns criticaram a Lucasfilm por não planejar como seria, mas vale lembra que a trilogia original também foi feita dessa forma.

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA | CRÍTICA – Star Wars: Os Últimos Jedi (2017, Rian Johnson)

    Claro que a Lucasfilm precisa autorizar alguns aspectos da história, mas eles essencialmente deram a Abrams e a Johnson uma tela em branco em que eles decidiriam o que seria pintado na trilogia de sequência. Isso garante que os filmes continuem tendo um toque pessoal mesmo quando são produzidos e distribuídos por uma empresa maior. Mas todas as conversas a respeito de autonomia e liberdade criativa, parece que a Lucasfilm de fato tinha alguma ideia de onde levaria as coisas durante o desenvolvimento inicial de O Despertar da Força.

    Em uma entrevista à Deadline enquanto ele continuando ganhando prêmios por seu papel em Infiltrado na Klan de Spike Lee, Adam Driver falou rapidamente a respeito de Star Wars e revelou que o final para Kylo Ren o havia sido revelado anos atrás:

    “Com Star Wars, eu tinha uma informação de onde tudo estava indo, e esse lugar esteve na minha cabeça esse tempo todo, e as coisas estão se construindo para culminar nesses eventos. E parece muito teatral, acima de tudo. Porque nas peças que eu fiz, uma temporada de seis meses, no último dia, você finalmente sente-se, ‘Oh, agora eu entendo melhor o que eu quero fazer. Eu gostaria que pudéssemos fazer isso de novo.’ Trabalhando em uma peça, as perguntas que você pode fazer são infinitas, e às vezes isso com o filme é torturante – você só tem uma chance para acertar. E você pode fazer muitas tomadas, mas não vamos voltar a nos reunir novamente e fazer isso. Mas para algo que você está fazendo há seis anos, você ainda tem a chance de voltar e fazer algo um pouco mais articulado.”

    Driver não revela quem exatamente o deu essa “informação,” mas ainda é fascinante analisar isso. Vale a pena lembrar que J.J. Abrams escreveu inicialmente os rascunhos dos roteiros do Episódio VIII e IX, então é possível que em suas reuniões iniciais com Adam Driver a respeito do papel de Kylo Ren, o diretor pode ter dado sua visão para o personagem. Quanto disso continua na mesa, é algo que deve ser pesado. Ano passado, Daisy Ridley sugeriu que Rian Johnson “não manteve nada” do rascunho original do Episódio VIII (apesar de não estar 100% certa), significa que as coisas podem ter mudado com o tempo, quando Johnson trabalhou no roteiro de Os Últimos Jedi. Dito isso, se Driver tiver mantido essa informação para si por todo esse tempo, deve ser uma razão pertinente para acreditar que tudo isso ainda é revelante para o Episódio IX.

    Com Abrams de volta ao final da nova trilogia, há uma boa chance de que ele voltará a incorporar suas ideias iniciais. Ele já parece ter decidido reviver uma cena deletada de O Despertar da Força incluindo uma antiga filmagem da já falecida Carrie Fisher dos primeiros dois filmes. Claro que não é publicamente sabido o que ele tinha em mente para Kylo Ren todos esses anos atrás, então será interessante ver o que acontecerá no Episódio IX.

    Os Últimos Jedi mostraram a queda de Kylo Ren para o Lado Negro da Força ao matar o Supremo Líder Snoke e assumindo o cargo de líder da Primeira Ordem, implicando que redenção não é uma opção para ele. Talvez J.J. Abrams estivesse desde o início mirando uma direção trágica (afinal, ele amou Os Últimos Jedi de Johnson) e isso foi o que levou Adam Driver a estrelar a nova trilogia.

    Tá ansioso pelo Episódio IX? Então aproveite e leia também:

    Star Wars: O presente e o futuro da franquia no cinema