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    Esquadrão Suicida 2: James Gunn em negociação para dirigir filme da DC

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    De acordo com o Deadline parece que James Gunn está a caminho de outro grupo de super-heróis. Depois de ser demitido de Guardiões da Galáxia Vol. 3, parece que o diretor está em negociações para escrever e dirigir Esquadrão Suicida 2 para a DC Films e Warner Bros. Picture.

    O Universo Estendido DC tem vários projetos em andamento, mas Esquadrão Suicida 2 ainda não tem nenhum diretor foi confirmado até o momento. Foi relatado que Gavin O’Connor estava supervisionando o filme, mas parece que a Warner Bros. Pictures ainda não seguiu em frente com essa decisão. No começo, pensava-se que o diretor de Esquadrão Suicida, David Ayer, iria supervisionar o filme, mas ele mudou para o projeto das Sereias de Gotham.

    Agora, o roteiro da sequencia está sendo finalizado, já que seu primeiro rascunho foi concluído. De acordo com Todd Stashwick, um co-autor de Esquadrão Suicida 2, o roteiro se uniu muito bem com David Bar Katz e Gavin O’Connor. No entanto, se Gunn for contratado, parece provável que o diretor-roteirista seja encarregado de revisar todo o roteiro.

    Então, o que você acha dessa mudança repentina? Será que James Gunn se adaptará ao UEDC? Deixe-nos seus comentários e lembre-se de nos acompanhar nas principais redes sociais!

    Os Vingadores #9: Namor mata um dos heróis em nova HQ

    Namor parece estar de volta aos seus antigos tempos de vilão, e parece que ele não está interessado em fazer prisioneiros na próxima edição de Vingadores.

    A Marvel lançou uma nova prévia da HQ Avengers #9 de Jason Aaron e David Marquez, que será lançada amanhã. A edição mostra Tubarão-Tigre (Tiger Shark, no original) lutando contra seu cunhado o Arraia (Stingray). O vilão aquático e o herói levam sua batalha para as profundezas. Lá, Namor oferece apenas uma escolha: “juntar-se a ele ou sofrer as consequências”. Arraia tenta falar com Namor, um velho amigo. Namor responde desferindo um soco avassalador em Arraia e depois libera um pequeno exército de tubarões, reduzindo o antigo Vingador a uma mancha de sangue. 

    Tendo visto tudo isso acontecer, certamente o Tubarão-Tigre estará disposto a seguir qualquer plano que Namor tenha inventado.

    A nova história que começa nesta edição d’Os Vingadores vê os reinos submarinos e da superfície prontos para a guerra. Os Heróis Mais Poderosos da Terra – Capitão América, Homem de Ferro, Hulk, Motorista Fantasma, Capitão Marvel e Thor – fazem o seu caminho para tentar impedir a guerra, mas Namor não está mais interessado em receber os convidados em Atlantis.

    Confira abaixo as páginas de prévia da edição, clique na galeria para ampliar:

    Dr. Walter Newell foi criado por Roy Thomas e Bill Everett em 1967. Ele apareceu pela primeira vez em Tales to Astonish #95. Ele se tornou parte do elenco de apoio de Namor e primeiro vestiu a armadura e o nome de Arraia em Sub-Mariner #19. Mais tarde, ele se associou aos Vingadores, oferecendo uma parte de sua própria base hidrelétrica como sede da equipe. Mais recentemente, Arraia tornou-se membro da equipe de Deadpool e lutou ao lado do movimento de resistência do submundo durante a tomada dos Estados Unidos pela Hydra na saga Império Secreto.

    Confira a sinopse abaixo:

    “Com o mundo submerso à beira da guerra, os Vingadores vão para a água para salvar o dia, mas os que são da superfície não são mais bem vindos na cidade submarina de Atlântida. E Namor, o Submarino, senhor dos sete mares, tem um novo plano arrojado que mudará o equilíbrio de poder na Terra para sempre.”

    Vingadores #9 chega às lojas em 10 de outubro.

    O que você acha do Namor “pistola” matando o Arraia e pronto para encarar os Vingadores? Deixe-nos seus comentários e lembre-se de compartilhar essa notícia com seus amigos nas principais redes sociais!

    Morte no Nilo: Armie Hammer é confirmado na sequência do clássico de Agatha Christie

    Armie Hammer se junta ao elenco de Morte no Nilo. O famoso detetive Hercule Poirot de Agatha Christie foi renascido ano passado nas mãos do aclamado diretor e ator Kenneth Branagh que deu um reboot no personagem em Assassinato no Expresso do Oriente, que ele e dirigiu também estrelou como Poirot. Com um elenco que incluem atores do primeiro escalão como Daisy Ridley, Michelle PfeifferJohnny Depp e muitos outros, o filme de mistério apesar de ter uma recepção não tão calorosa, mas arrecadou a quantia de US$ 350 milhões ao redor do mundo (com um orçamento de US$ 55 milhões), a FOX rapidamente quis garantir a sequência, que foi apresentada ao final do primeiro filme.

    Branagh sem dúvida dirigirá e estrelará, com roteiro de Michael Green (responsável pelo roteiro de Assassinato no Expresso do Oriente). O filme está progredindo rapidamente, e recentemente anunciou que Gal Gadot estrelaria o filme no papel feminino principal. Ela é um dos muitos rostos que eventualmente se juntarão ao filme, e agora um novo protagonista masculino, também.

    A Deadline revelou que Armie Hammer dará vida ao personagem masculino central de Morte no Nilo. Não houve confirmação de qual personagem do livro o ator dará vida. Isso marca o próximo passo da carreira estelar do ator que foi estrela de Call Me By Your Name e um pequeno papel em Sorry to Bother You. Hammer será visto a temporada de premiação ao lado de Felicity Jones em On The Basis of Sex.

    Apesar do papel de Armie  Hammer não ter sido confirmado, os detalhes do novo filme e informações do papel de Gal Gadot são dicas para resolver o mistério. Gadot dará vida a Linnet Doyle, uma mulher recém-casada. No livro de Christie, Linnet se casa com Simon Doyle, o noivo de sua melhor amiga Jacqueline de Bellefort. Já que Gadot e Hammer são os dois primeiros atores a se juntarem ao elenco como os atores principais, parece que Morte no Nilo encontrou seu Simon Boyle – mas isso ainda precisa ser confirmado.

    Morte no Nilo tem previsão para início de produção em 2019. O livro de Agatha Christie conta com outros 14 personagem que misteriosamente começam a morrer um por um, enquanto a identidade do assassino tenta ser escondida. Está incerto se Green e Branagh planejam utilizar esse enorme elenco na adaptação, mas no último, eles tiveram oito atores principais e as sequências tendem a ser melhores. Entretanto, caso muitos outros personagens sejam incluídos no elenco.

    Leia também:

    CRÍTICA – Assassinato no Expresso do Oriente (2017, Kenneth Branagh)

    Batwoman: Vaza imagem oficial de Ruby Rose no Arrowverse

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    Ontem, Stephen Amell disse que os fãs do Arrowverso deveriam ficar atentos a algo grande hoje, mas que agora parece ter vazado com algumas horas de antecedência! Como você pode ver, a imagem promocional abaixo nos oferece um primeiro olhar de Ruby Rose (Orange is the New Black) vestida como Batwoman, um personagem que deve ser apresentado no crossover do Arrowverso deste ano (que deve começar a ser filmado a qualquer momento).

    Embora não esteja claro como essa foto vazou, as contas do Twitter estão sendo suspensas por compartilhá-la, o que prova que a imagem é oficial. Então, o que este primeiro olhar nos diz sobre a Batwoman

    Bem, enquanto essa capa provavelmente poderia ter parecido um pouco melhor, o resto é muito preciso, até a pele pálida e batom vermelho, característicos da personagem. Rose, na verdade, parece que acabou de sair das aventuras dos quadrinhos e é difícil imaginar os fãs encontrarem falhas com essa versão da super-heroína. Atualizaremos com uma imagem de alta quando a tivermos.

    Veja a imagem vazada:

    Batwoman

    O que achou do visual Ruby Rose como Batwoman? Deixe seu comentário e lembre-se de compartilhar essa notícia com seus amigos em suas redes sociais!

    Flash: Ano Um | DC Comics anuncia nova HQ

    A DC Comics está voltando às raízes de Flash em “Flash: Year One” (Flash: Ano Um, em tradução direta), a próxima história de Joshua Williamson e Howard Porter.

    Williamson anunciou a nova história no painel da DC durante a New York Comic Con:

    “Flash: Year One seguirá o modelo estabelecido pelo clássico de Frank Miller e David Mazzucchelli, Batman: Year One.”

    Joshua Williamson também utilizou seu perfil no Twitter para publicar uma arte da possível capa da primeira edição:

    “No próximo ano, o Flash Year One será realizado na série Flash, assim como Batman Year One foi na série Batman. Estou tão feliz por trabalhar com Howard Porter nesta história!”

    Durante o anúncio na NYCC, Williamson disse aos fãs:

    “Vamos fazer o primeiro ano de Barry como o Flash, mas um pouco diferente. O senso de esperança, inspiração e otimismo de Barry é uma coisa tão importante e eu realmente queria contar uma história de como ele chegou lá, depois da tragédia de perder sua mãe ainda jovem.”

    Enquanto vários outros heróis e times da DC Comics tiveram suas próprias histórias de origem contadas em séries “Ano Um” – Jovens Titãs, Arqueiro Verde, Raio Negro, Batgirl, Robin, Liga da Justiça, Caçadora – embora esses tenham sido publicados como minisséries independentes. Esta será a primeira vez que a DC analisou de forma tão detalhada os primeiros tempos de Barry Allen como o velocista escarlate, apesar de Wally West ter conseguido uma história de “Ano Um” em 1992 em Born to Run, de Mark Waid e Greg LaRocque.

    Superman também está programado para receber o tratamento “Ano Um” de Frank Miller e John Romita Jr., embora essa história seja contada através do selo DC Black Label.

    Joshua Williamson tem escrito The Flash desde o lançamento de DC Renascimento. Ele foi acompanhado por Porter e vários outros artistas ao contar histórias como Doomsday Clock e Flash War.

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA: CRÍTICA – DC Renascimento (2017, DC Comics)

    O que você acha da DC Comics reformular a história de origem do Flash? Deixe-nos seus comentários sobre Flash: Year One!

    Flash: Ano Um começará a ser publicada no início de 2019.

    Novo estudo conclui que jogos violentos podem tornar jovens mais agressivos

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    Uma nova análise afirma que os videogames violentos têm um nexo causal direto com a agressão física. O estudo que foi publicado no Proceedings of National Academy of Sciences, estudou mais de 17.000 adolescentes dos nove aos 19 anos, entre os anos de 2010 e 2017. E concluiu que jogar jogos violentos leva ao aumento da agressividade ao longo do tempo.

    O USA Today relata que a metanálise revisou 24 estudos de vários países, incluindo EUA, Canadá, Alemanha e Japão. Sugerindo que os jovens que jogavam jogos violentos tinham um risco de aumento de comportamento violento. Jay Hull, o principal autor do estudo, disse que o impacto foi “relativamente pequeno, mas estatisticamente confiável”. Seu próprio estudo anterior descobriu que jogar jogos violentos praticamente dobra o risco de ser enviado para o escritório do diretor, e foi incluído na metanálise.

    Hull comentou:

    “Muitas pessoas perguntam: esses jogos realmente fazem essas crianças se comportarem de forma agressiva? Eu diria que é uma possibilidade. A outra possibilidade é que é um sinal muito ruim. Se seus filhos estão jogando esses jogos, esses jogos estão tendo um efeito de distorção no certo e errado ou eles já possuem um senso distorcido de certo ou errado e é por isso que eles são atraídos por esses jogos. De qualquer forma, você deve se preocupar com isso.”

    Em um comunicado, a Entertainment Software Association – o grupo de lobby da indústria que organiza a E3 – rejeitou os resultados, veja:

    “A Suprema Corte dos EUA, liderando profissionais e médicos que trabalharam em estudos após estudos já concluíram definitivamente que não há vínculo entre videogames e violência. A verdade é que os crimes violentos diminuíram drasticamente desde o início dos anos 90, enquanto os videogames aumentaram constantemente em popularidade e uso. Também é altamente questionável a interposição de características étnicas nesta pesquisa. Os mesmos jogos de videogame nos EUA são apreciados por jogadores em todo o mundo e não há nenhuma tendência internacional semelhante de crimes violentos como os autores afirmam.”

    Os critérios utilizados podem explicar algumas das disputas entre o estudo e a ESA. Uma força-tarefa da Associação Americana de Psicologia (American Psychological Association) descobriu em 2015 que videogames violentos aumentavam a agressão, mas não tinham evidências suficientes para concluir que isso causa um aumento na violência criminal. O estudo sugere que o aumento do comportamento violento pode ser relegado a brigas no pátio da escola, sem necessariamente causar um aumento nos comportamentos criminosos.

    Qual sua opinião a respeito de crianças e adolescentes jogarem jogos violentos? Concordam com o estudo ou não? Deixe seu comentário e lembre-se de compartilhar essa notícia com seus amigos nas principais redes sociais!