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    Dave Gibbons celebra o sucesso de Watchmen em painel exclusivo

    Watchmen inovou os quadrinhos com sua desconstrução da figura dos super-heróis em uma trama complexa e adulta. Dave Gibbons, artista e co-criador da HQ junto de Alan Moore, celebrou esse o legado durante o painel especial na CCXP Worlds

    Gibbons revelou não imaginava tamanho sucesso da história:

    “Pensamos que seria popular por alguns meses e então todos se esqueceriam dela. Falei muito sobre isso nos últimos 34 anos e já me perguntaram todos os tipos de perguntas, mas de vez em quando aparecem algumas que realmente me fazem pensar antes de responder.”

    Gibbons e Alan Moore queriam criar uma HQ que gostariam de ler, e acabaram recebendo da DC Comics uma liberdade criativa muito rara concedida por editoras.

    “O editorial da DC nos deixou sozinhos fazendo o que queríamos porque não estávamos mexendo com nada como Superman ou Batman, com quem eles são mais cuidadosos com o que deixam as pessoas fazerem. Então nós apenas nos divertimos.”

    O quadrinista relembrou com carinho a época da publicação de Watchmen, revelando que ele e Alan Moore faziam de tudo para manter os prazos e publicar a HQ mensalmente, para que seus leitores pudessem se reunir em lojas de quadrinhos e discutir sobre a história mês após mês.

    “Acho que mesmo hoje essa é a importância das lojas de quadrinhos, mesmo que muitas não estejam abrindo neste momento [de pandemia].”

    CCXP Worlds é a primeira edição 100% digital do maior evento de cultura pop do mundo, aconteceu entre os dias 4 e 6 de dezembro de 2020. Com cobertura do Feededigno no site e também nas redes sociais.

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    Invincible: Amazon Prime Video anuncia novos dubladores na CCXP Worlds

    A Amazon Prime Video anunciou novos talentos que se juntarão ao incrível elenco de dubladores da série Original Amazon Invincible, incluindo: Mahershala Ali como Titã, Clancy Brown como Damien Darkblood, Nicole Byer como Vanessa & Fiona, Jeffrey Donovan como Machine Head, Jonathan Groff como Rick Sheridan, Jon Hamm como Steve, Djimon Hounsou como Imperador Marciano, e Ezra Miller como D. A. Sinclair.

    A divulgação foi feita durante o painel da série na CCXP Worlds. A animação contará com oito episódios de uma hora cada e estreará exclusivamente no Amazon Prime Video em mais de 200 países e territórios em 2021.

    Do mesmo criador de The Walking Dead, Robert Kirkman, Invincible é baseada na história em quadrinhos da Skybound/Image de mesmo nome, de Kirkman, Cory Walker e Ryan Ottley.

    Sobre super-heróis, a série de animação para adultos gira em torno do jovem de 17 anos Mark Grayson (Steven Yeun), um garoto como qualquer outro de sua idade – exceto pelo detalhe de que seu pai é o super-herói mais poderoso do planeta, Omni-Man (J.K. Simmons). Mas, conforme Mark desenvolve seus próprios poderes, ele descobre que o legado de seu pai pode não ser tão heroico quanto parece.

    Invincible também terá participação de Sandra Oh (Killing Eve), Seth Rogen (This is the End), Gillian Jacobs (Community), Andrew Rannells (Black Monday, Girls), Zazie Beetz (Deadpool 2), Mark Hamill (Star Wars: Os Últimos Jedi), Walton Goggins (Justified), Jason Mantzoukas (Brooklyn Nine-Nine), Mae Whitman (Good Girls), Chris Diamantopoulos (Silicon Valley), Melise (The Flash), Kevin Michael Richardson (Os Simpsons), Grey Griffin (Avengers Assemble), Max Burkholder (Imaginary Order) e muitos mais. 



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    Pokémon GO Beyond: 6 ótimas equipes para vencer na Grande Liga

    Maior atualização da história do jogo, o Pokémon GO Beyond trouxe diversas novidades, entre elas mudanças no PVP. A 6ª temporada da Liga de Batalha GO começou com a Grande Liga em 30 de novembro, que estará disponível até o dia 14 de dezembro de 2020.

    Aqui no Feededigno nós já sugerimos 15 melhores Pokémon para vencer na Grande Liga, e agora estamos trazendo uma lista atualizada com ótimas equipes para Grande Liga.

    Leia até o fim deste artigo se você quiser saber todos os detalhes da 6ª temporada da Liga de Batalha GO.

    Fórmula para vencer mais no PVP do Pokémon GO

    Esta lista de equipes para Grande Liga segue a fórmula líder + cobertura + substituição segura para composição das equipes. Essa lógica é utilizada pelos melhores jogadores do PVP do Pokémon GO.

    Vamos a um exemplo prático considerando uma das equipes para Grande Liga.

    Abomasnow + Whiscash + Marowak (Forma de Alola)

    Nesse caso, o Abomasnow é o líder. Se você enfrentar um Pokémon de fogo, o Abomasnow possui dupla fraqueza, então você estará em apuros. Você então terá o Whiscash como cobertura para contra-atacar com um Pokémon com ampla vantagem contra o tipo fogo.

    Se o adversário iniciar com um Pokémon tipo voador, você poderá optar por substituir o Abomasnow pelo Marowak, que é uma alternativa resistente e com ataques poderosos.

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA | Pokémon GO: Os melhores Anti-Meta na Grande Liga [ATUALIZADO 2021]

    Percebe que a lógica da montagem da equipe minimiza os riscos na batalha? Inclusive, essa é uma equipe bastante consistente e segura. Isso porque possui 643 como score de ameaça, um nível considerado baixo.

    Entenda mais sobre montagem de equipe e score de ameaça assistindo a este vídeo em nosso canal.

    Dicas de equipes baratas para vencer na Grande Liga

    São consideradas equipes baratas as compostas por Pokémon cujo custo máximo para abrir um novo ataque seja 50 mil poeira estelar e 50 doces.

    Equipe 1: Abomasnow, Whiscash e Marowak (Alolan)

    Confira nossas dicas com 6 equipes para Grande Liga e comece a vencer agora na Liga de Batalha GO do Pokémon GO

    Tipos: Planta / Gelo

    Ataque rápido:

    Neve em Pó (Powder Snow – Gelo)

    Ataques carregados:

    Bola de Energia (Energy Ball – Planta)
    Esfera Climática (Weather Ball – Gelo)

    Custo para novo ataque carregado: 50 mil poeira estelar e 50 doces.

    Tipos: Água / Terrestre

    Ataque rápido:

    Tiro de Lama (Mud Shot – Terrestre)

    Ataques carregados:

    Bomba de Lama (Mud Bomb – Terrestre)
    Nevasca (Blizzard – Gelo)

    Custo para novo ataque carregado: 10 mil poeira estelar e 25 doces.

    Tipos: Fogo / Fantasma

    Ataque rápido:

    Feitiço (Hex – Fantasma)

    Ataques carregados:

    Osso Sombrio* (Shadow Bone – Fantasma)
    Bastão de Osso (Bone Club – Terrestre)

    *Obs: Ataque de legado exclusivo do evento de Halloween 2020.

    Custo para novo ataque carregado: 50 mil poeira estelar e 50 doces.

    Equipe 2: Meganium, Lanturn e Marowak (Alolan)

    Tipo: Planta

    Ataque rápido:

    Chicote de Vinha (Vine Whip – Planta)

    Ataques carregados:

    Planta Mortal* (Frenzy Plant – Planta)
    Terremoto (Earthquake – Terrestre)

    *Obs: Ataque exclusivo do Dia da Comunidade.

    Custo para novo ataque carregado: 10 mil poeira estelar e 25 doces.

    Confira nossas dicas com 6 equipes para Grande Liga e comece a vencer agora na Liga de Batalha GO do Pokémon GO

    Tipos: Água / Elétrico

    Ataque rápido:

    Faísca (Spark – Elétrico)

    Ataques carregados:

    Relâmpago (Thunderbolt – Elétrico)
    Jato D’Água (Hydro Pump – Água)

    Custo para novo ataque carregado: 50 mil poeira estelar e 50 doces.

    Tipos: Fogo / Fantasma

    Ataque rápido:

    Chama Furacão (Fire Spin – Fogo)

    Ataques carregados:

    Osso Sombrio* (Shadow Bone – Fantasma)
    Bastão de Osso (Bone Club – Terrestre)

    *Obs: Ataque de legado exclusivo do evento de Halloween 2020.

    Custo para novo ataque carregado: 50 mil poeira estelar e 50 doces.

    Equipe 3: Swampert, Chesnaught e Charizard

    Tipos: Água / Terrestre

    Ataque rápido:

    Tiro de Lama (Mud Shot – Terrestre)

    Ataques carregados:

    Hidro Canhão* (Hydro Cannon – Água)
    Onda de Lama (Sludge Wave – Venenoso)

    *Obs: Ataque exclusivo do Dia da Comunidade.

    Custo para novo ataque carregado: 10 mil poeira estelar e 25 doces.

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    Tipos: Planta / Lutador

    Ataque rápido:

    Chicote de Vinha (Vine Whip – Planta)

    Ataques carregados:

    Superpoder (Superpower – Lutador)
    Bola de Energia (Energy Ball – Planta)

    Custo para novo ataque carregado: 10 mil poeira estelar e 25 doces.

    Selecionamos os 10 melhores Pokémon e seus ataques ideais para você se dar bem na Copa Voadora da Liga de Batalha GO no Pokémon GO

    Tipo: Fogo / Voador

    Ataque rápido:

    Chama Furacão (Fire Spin – Fogo)

    Ataques carregados:

    Queimadura Explosiva* (Blast Burn – Fogo)
    Garra de Dragão (Dragon Claw – Dragão)

    *Obs: Ataque exclusivo do Dia da Comunidade.

    Custo para novo ataque carregado: 10 mil poeira estelar e 25 doces.

    LEIA TAMBÉM | Pokémon GO: Os melhores Pokémon Anti-Meta na Grande Liga [2021]

    Dicas de equipes caras para vencer na Grande Liga

    São consideradas equipes caras as compostas por Pokémon cujo custo mínimo para abrir um novo ataque seja 75 mil poeira estelar e 75 doces.

    Equipe 4: Sirfetch’d, Skarmory e Lanturn

    Uma das novidades mais legais da região de Galar, Sirfetch'd é uma ótima alternativa para o PVP do Pokémon GO

    Tipo: Lutador

    Ataque rápido:

    Contra-atacar (Counter – Lutador)

    Ataques carregados:

    Lâmina de Folha (Leaf Blade – Planta)
    Corpo-a-corpo (Close Combat – Lutador)

    Custo para novo ataque carregado: 50 mil poeira estelar e 50 doces.

    Tipos: Aço / Voador

    Ataque rápido:

    Golpe de Ar (Air Slash – Voador)

    Ataques carregados:

    Ataque do Céu (Sky Attack – Voador)
    Pássaro Bravo (Brave Bird – Voador)

    Custo para novo ataque carregado: 75 mil poeira estelar e 75 doces.

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    Tipos: Água / Elétrico

    Ataque rápido:

    Faísca (Spark – Elétrico)

    Ataques carregados:

    Relâmpago (Thunderbolt – Elétrico)
    Jato D’Água (Hydro Pump – Água)

    Custo para novo ataque carregado: 50 mil poeira estelar e 50 doces.

    Equipe 5: Ferrothorn, Chandelure e Azumarill

    Esta é uma equipe indicada pelo YouTuber Zyonik, especialista em PVP. Você pode conferir a gameplay dela em ação aqui.

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    Tipos: Planta / Aço

    Ataque rápido:

    Bomba de Sementes (Bullet Seed – Planta)

    Ataques carregados:

    Trovão (Thunder – Elétrico)
    Chicote Poderoso (Power Whip – Planta)

    Custo para novo ataque carregado: 75 mil poeira estelar e 75 doces.

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    Tipos: Fantasma / Fogo

    Ataque rápido:

    Incinerar (Incinerate – Fogo)

    Ataques carregados:

    Bola Sombria (Shadow Ball – Fantasma)
    Ataque de Chamas (Flame Charge – Fogo)

    Custo para novo ataque carregado: 75 mil poeira estelar e 75 doces.

    Tipos: Água / Fada

    Ataque rápido:

    Bolha (Bubble – Água)

    Ataques carregados:

    Jogo Duro (Play Rough – Fada)
    Jato D’Água (Hydro Pump – Água)

    Custo para novo ataque carregado: 50 mil poeira estelar e 50 doces.

    Equipe 6: Chesnaught, Bastiodon e Marowak (Alolan)

    Este é outro time indicado pelo Zyonik. Você pode conferir a gameplay da equipe em ação aqui.

    Confira nossas dicas com 6 equipes para Grande Liga e comece a vencer agora na Liga de Batalha GO do Pokémon GO

    Tipos: Planta / Lutador

    Ataque rápido:

    Chicote de Vinha (Vine Whip – Planta)

    Ataques carregados:

    Superpoder (Superpower – Lutador)
    Bola de Energia (Energy Ball – Planta)

    Custo para novo ataque carregado: 10 mil poeira estelar e 25 doces.

    Tipos: Pedra / Aço

    Ataque rápido:

    Derrubada (Smack Down – Pedra)

    Ataques carregados:

    Lança-chamas (Flamethrower – Fogo)
    Gume de Pedra (Stone Edge – Pedra)

    Custo para novo ataque carregado: 75 mil poeira estelar e 75 doces.

    Tipos: Fogo / Fantasma

    Ataque rápido:

    Feitiço (Hex – Fantasma)

    Ataques carregados:

    Osso Sombrio* (Shadow Bone – Fantasma)
    Rajada de Fogo (Fire Blast – Fogo)

    *Obs: Ataque de legado exclusivo do evento de Halloween 2020.

    Custo para novo ataque carregado: 50 mil poeira estelar e 50 doces.

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    Novidades da 6ª temporada da Liga de Batalha GO

    O sistema de ranqueamento mudou. Agora, ao invés de 10 rankings, serão 24.

    Do 1º até o 20º você conseguirá subir vencendo um determinado número de partidas em cada rank. Para chegar do 21º ao 24º será preciso conquistar pontos, a exemplo do sistema antigo.

    Veja a seguir a pontuação necessária e o nome de cada rank:

    • Rank 21 – Ace: 2.000 pontos;
    • Rank 22 – Veteran: 2.500 pontos;
    • Rank 23 – Expert: 2.750 pontos;
    • Rank 24 – Legend: 3.000 pontos.

    O sistema de recompensas dos ranks também foi atualizado. Quando você chegar aos ranks abaixo, você somente precisará completar o set de batalhas para subir ao próximo nível, e receberá recompensas únicas:

    • Rank 5: itens misteriosos;
    • Rank 10: poeira estelar;
    • Rank 15: doces raros;
    • Rank 19: encontros com Pokémon.

    Calendário da 6ª temporada e novas copas

    Liga Mestra Clássica e Holiday Cup são as duas novas modalidades já anunciadas. Como a temporada durará 3 meses, a segunda parte da 6ª temporada ainda será anunciada pela Niantic.

    Ainda não há nada oficial, mas certamente podemos esperar que a segunda parte seja composta por copas temáticas, como já tivemos as Copas Kanto, Captura, Voadora e Copinha.

    • A Grande Liga está acontecendo até às 18h (horário de Brasília) do dia 14 de dezembro;
    • A Ultra Liga e a Copa Premier da Ultra Liga irão acontecer das 18h de 14 de dezembro até às 18h de 28 de dezembro;
    • A Liga Mestra, a Copa Premier da Liga Mestra e as inéditas Liga Mestra Clássica e Holiday Cup irão acontecer das 18h de 28 de dezembro de 2020 até às 18h de 4 de janeiro de 2021.

    A Liga Mestra Clássica somente permitirá o uso de Pokémon em que não foi utilizado o novo Doce XL, que aumenta o nível além do 40.

    Por sua vez, na Holiday Cup somente serão permitidos Pokémon com até 1.500 CP e dos tipos Normal, Planta, Elétrico, Gelo, Voador e Fantasma.

    Todas as Ligas, junto com a Copa Premier da Ultra Liga, estarão disponíveis entre às 18h de 4 de janeiro e às 18h de 11 de janeiro.

    Confira as novidades sobre recompensas e atualização de ataques neste link.

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    CRÍTICA – Mank (2020, David Fincher) | Feededigno

    Adentro do universo da sétima arte, tudo é capaz de se transformar, principalmente o que está por trás dos bastidores de uma determinada obra. Este é o caso de Mank, pincelando a vida do escritor Herman J. Mankiewicz, que escreveu o roteiro de Cidadão Kane, um dos maiores clássicos da história do cinema.

    “Este é um negócio onde o comprador só ganha uma lembrança do que pagou. O que ele comprou ainda pertence a quem vendeu. Essa é a verdadeira magia dos filmes, e não deixe que digam o contrário.”
    Meyer, Louis B.

    O lendário diretor David Fincher retorna honrando o legado de seu pai, Jack Fincher, falecido em 2003. Filmando o roteiro que o veterano jornalista havia escrito e que estava planejado para ser produzido no final da década de 90, Mank aborda o conturbado desenvolvimento daquele que viria a ser celebrado pela crítica mundial por décadas como o melhor filme de todos os tempos, o eterno Cidadão Kane, de Orson Welles.

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA | TBT #98 | Cidadão Kane (1941, Orson Welles)

    SINOPSE 

    Contada de forma não linear, a trama acompanha o esforço de Herman J. Mankiewicz (Gary Oldman) para escrever o roteiro de Cidadão Kane a mando do prodígio Orson Welles (Tom Burke), que prepara sua grande estreia em Hollywood. Lutando contra um tremendo alcoolismo, Mank vai se lembrando de períodos de sua vida que trarão inspiração para o texto, como a turbulenta eleição para governador em 1934 e sua relação com o magnata da imprensa, William Randolph Hearst (Charles Dance).

    ANÁLISE 

    O longa-metragem não discorre sobre os bastidores de Cidadão Kane, e a própria relação de Herman com Welles fica em segundo plano. Temos o preto e branco, característico de Cidadão Kane, com uma bela fotografia e técnicas que remetem ao filme de 1942. David Fincher homenageia a obra-prima de Orson Welles, como tentou fazê-la nos anos 90 e não conseguiu. Isso porque filmes em preto e branco sofrem certa resistência em Hollywood, mas enfoca uma figura importante que é pouco conhecida de sua história: o roteirista.

    Fincher aplica de forma magistral todas as técnicas que Orson Welles não necessariamente inventou, mas apurou a ponto de se tornarem lugar comum na produção cinematográfica. Como, por exemplo, a técnica da câmera baixa e a profundidade de campo.

    Elas fazem com que o espectador tente absorver tudo o que está na tela. De fato, o cineasta foi auxiliado pelo grande diretor de fotografia Greg Tolland.David Fincher conta com Eric Messerschmidt pra se utilizar disso e da luz natural de uma forma soberba.

    CRÍTICA – Mank (2020, David Fincher)

    Usando desse próprio preciosismo, Fincher consegue apontar como Hollywood é um mundo que constrói uma áurea bela e mágica para esconder seus segredos. É nesse momento em que a reconstituição estética e narrativa acaba dando força e andando junto com uma fortíssima crítica social sobre o que de nefasto se esconde por trás desse “mundo de sonhos” que Mank passa o filme inteiro passeando em sua jornada, tanto literalmente quanto pela sua mente.

    É uma realidade onde ricos e poderosos se reúnem em jantares autocentrados para saciar suas próprias vaidades. Um mundo onde apoios políticos caminham juntos com os interesses do capitalismo selvagem, ideologias são impostas como negócio onde os personagens vivenciam um sistema que silencia, corrompe e destrói quem estiver no seu caminho.

    É como se Mank e Marion Davies (Amanda Seyfried) com todos os seus defeitos e falhas fossem para David Fincher as únicas figuras que verdadeiramente transparecem verdade e sinceridade naquele mundo de mentira. São humanos e realistas acima de tudo. Não é à toa que eles se encantam um pelo outro e encantam o próprio Hearst.

    A composição de Seyfried é inspiradíssima, quase como uma jovem Norma Desmond ao contrário. Ela é destaque sempre que está em cena, por mais que seja em poucos momentos. Amanda Seyfried toma o filme para si nesses pequenos momentos quase que hipnoticamente, e impressiona a sutileza com que conduz os tiques de Marion e também os menores olhares e gestos. Assim como o próprio filme mostra, ela é em seu interior muito diferente do que aparenta externamente.

    Sua Marion é um reflexo cênico da Hollywood de Fincher: cintilante e bela por fora, encantadora, mas por dentro desesperadamente triste e preocupada com o que há em sua volta.

    CRÍTICA – Mank (2020, David Fincher)

    Mais uma vez, Gary Oldman tem aqui outra oportunidade de brilhar como um ator genial e carismático. Mas tão delinquente a ponto de ir apostando em qualquer coisa até chegar ao fundo do poço. Enquanto isso, seus pares estão muito mais cientes do poder que ele tem em mãos. Especialmente o personagem William Randolph Hearst interpretado por Charles Dance, um notório influente na política de uma época em que o nazismo e o comunismo já eram considerados uma ameaça ao modo de vida americano.

    A trilha sonora é extremamente magnética. Os aclamados compositores Trent Reznor e Atticus Ross que juntos, contém um belíssimo histórico já trabalharam com David Fincher em Garota Exemplar, A Rede Social e Millennium: Os Homens que Não Amavam as Mulheres. A dupla utilizou apenas instrumentos de época para trazer o máximo de naturalismo possível, ou seja, nos transmitindo a visão dos anos 40 de forma mais autêntica possível.

    Entretanto, acredito que falta ainda um certo ritmo ao longa-metragem, o que pode ser parcialmente explicado pelo fato de que o roteiro tenha sido desenvolvido nos anos 1990, texto que, por todo o contexto, deve ter sido tradado com preciosismo pelo diretor, que chegou a fazer 100 tomadas de uma mesma cena.

    Um filme para poucos, em suma, mas que deve marcar presença na temporada de premiações, e quem sabe, se consolidar como um clássico certeiro daqui alguns anos.

    CRÍTICA – Mank (2020, David Fincher)

    VEREDITO

    David Fincher realiza um psicodrama cerebral que recompensa o público cinéfilo engajado em sua mira, mas mesmo quando frio ao toque, o filme oferece um olhar complexo e perspicaz sobre as estruturas de poder americanas e o potencial de uma centelha criativa para usar como inspiração o argumento de Cidadão Kane com um olhar sobre a ‘golden age‘ de Hollywood.

    Mank é um retorno formidável de Fincher para os longas-metragens, ainda que seja um filme difícil de absorver sem que o espectador faça uma boa “lição de casa” sobre o período e suas referências. Apesar de uma narrativa outrora distraída, é uma perfeita recriação de época e um estudo de personagem fascinante, carregado por um elenco impecável e uma técnica irretocável.

    4,5 / 5,0

    Assista ao trailer:

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    Rick & Morty: Série é renovada para o seu sétimo ano

    Rick & Morty vão ter ainda mais aventuras! Em um painel da CCXP Worlds, Dan Harmon confirmou que a sétima temporada já está em desenvolvimento.

    Harmon fez parte do painel da Adult Swim, produtora de séries como Sem Maturidade Para Isso e Uma Família da Pesada, o showrunner da dupla mais doida das animações afirmou que a sétima temporada já está indo de vento em popa, mesmo que o quinto e sexto ano sequer tenham estreado.

    Complementando, o produtor Scott Marder conta que haverá “cânone épico na 5ª temporada”. Apesar disso, nenhuma outra novidade sobre o próximo conjunto de episódios foi revelado.

    Rick & Morty conta a história de um cientista e seu neto em diversas aventuras espaciais. Com um humor ácido, sexo e violência, a série se tornou um ícone na cultura pop.

    Não há previsão de estreia da quinta temporada de Rick & Morty. No Brasil as quatro primeiras estão disponíveis na Netflix.

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    CRÍTICA – Hyrule Warriors: Age of Calamity (2020, Koei Tecmo)

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    Hyrule Warriors: Age of Calamity é um hack and slash desenvolvido pela Omega Force e publicado pela Nintendo, sendo exclusivo para Nintendo Switch.

    ENREDO

    Junte-se à luta que deixou Hyrule de joelhos. Saiba mais sobre Zelda, os quatro campeões, o Rei de Hyrule e muito mais por meio de cenas dramáticas enquanto tenta salvar o reino da calamidade. O jogo Hyrule Warriors: Age of Calamity é a única maneira de ver em primeira mão o que aconteceu 100 anos atrás.

    UMA MESCLA ENTRE DYNASTY WARRIORS E BREATH OF WILD

    Para os fãs que estão órfãos de uma aguardada continuação de The Legend of Zelda: Breath of the Wild, a desenvolvedora Koei Tecmo responsável pela série de jogos Dynasty Warriors veio suprir essa ausência com o fantástico Hyrule Warriors: Age of Calamity que faz uma sensacional combinação de elementos de Dynasty Warriors com o universo de Zelda.

    Age of Calamity é um prequel de BOTW, sendo que outro jogo de Hyrule Warriors já havia sido lançado em 2014 para Wii U Nintendo 3DS.

    UMA JOGABILIDADE SUPER FLUÍDA

    CRÍTICA - Hyrule Warriors: Age Of Calamity (2020, Koei Tecmo)

    Em Age of Calamity temos um game com uma jogabilidade imensamente ágil, fluída, frenética e divertida. Resultado: esse game certamente vai agradar aos fãs de Bayonetta, Nier: Automata e Devil May Cry. Sério, a jogabilidade desse jogo é incrível.

    O game além de ter a magnifica master sword, apresenta um vasto arsenal de armas e equipamentos. Junto ao seu sistema de progressão, ao levar seus equipamentos a um ferreiro, você poderá realizar melhorias e fusão de armas.

    Além das missões principais, Hyrule Warriors: Age of Calamity tem um mapa imenso e recheado de missões secundárias a serem realizadas, aprimorando as habilidades de toda equipe.

    Detalhe: o game não apresenta um mundo aberto assim como foi em Breath of the Wild. É possível apenas ver o mapa e selecionar qual a missão você irá realizar.

    Portanto, assim que escolher a área do mapa o seu personagem será teletransportado para a fase determinada.

    MUITO ALÉM DE LINK

    Certamente você está achando que irá jogar apenas com o formidável Link. Mas não, é possível jogar com Zelda, Daruk, Impa, Urbosa, Revali e Mipha. Cada personagem apresenta habilidades e armas diferentes.

    Garanto que todos os guerreiros têm uma excelente jogabilidade. No entanto, a minha personagem favorita foi a Impa. Ela possui habilidades ninjutsus que lembram bastante o anime Naruto.

    CRÍTICA - Hyrule Warriors: Age Of Calamity (2020, Koei Tecmo)

    Durante as épicas batalhas é possível alternar para qualquer um dos personagens. Existem fases que é possível jogar com cada uma das quatro Divine Beasts.

    Sim, você pode jogar com as Divine Beasts. Achei bem bacana essas fases, pois causei a imensa destruição de diversos inimigos.

    Ao longo de cada campo de batalha você enfrenta hordas e mais hordas de Bokoblin, mas não se preocupe: eles são bem fracos e simples de serem derrotados.

    No entanto, o complicado mesmo são os chefes principais. Esses sim vão exigir bastante habilidade.

    As batalhas que tive com esses chefes foram extremamente épicas e sensacionais, pois me causou uma imensa satisfação ao derrotá-los. Satisfação tal qual aos jogos da série Soulsborne.

    Assim como em outros games, ao final de cada batalha, você recebe um bônus como armas, equipamentos e receitas que servem para melhoria do desempenho e dar resistência a cada guerreiro de sua equipe.

    TRILHA SONORA

    Por fim, mas não menos importante, temos a trilha sonora de Hyrule Warriors: Age of Calamity. O game apresenta novas mixagem da trilha de BOTW que são excelentes. Junto a clássica Zelda Main Theme Song que foi um prato cheio para o fanservice.

    VEREDITO

    Por fim, minha experiência com Hyrule Warriors: Age of Calamity foi extremante gratificante e satisfatória. Age of Calamity tem quase a mesma vibe de Genshin Impact.

    Não exatamente com o mundo aberto, mas com a forma como o combate flui. É realmente diferente em comparação até mesmo com os primeiros guerreiros hyrule.

    5,0 / 5,0

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