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    CRÍTICA | The Black Monday Murders – Vol. 1: Dinheiro, Poder e Magia (2019, Devir)

    The Black Monday Murders é uma HQ escrita por Jonathan Hickman e conta com arte de Tomm Cooker. Publicada originalmente em 2016 pela Image Comics, esse volume é publicado aqui no Brasil pela Editora Devir, reunindo as edições #1 à #4.

    ANÁLISE

    Em The Black Monday Murders é ocultismo clássico onde as várias escolas de magia são, na verdade, cartéis bancários clandestinos que controlam toda a sociedade.

    Um mundo secreto onde vampiros oligarcas russos, papas negros, aristocratas americanos encantados e assassinos do fundo monetário internacional trabalham juntos para manter todos nós em nosso devido lugar.

    Agora um dos líderes desse grupo de banqueiros do ocultismo é encontrado brutalmente assassinado e resta ao detetive Theodore Dumas investigar o que levou a esse crime perturbador.

    Com isso, ao longo de sua investigação o detetive Dumas vai estar entrando em mundo sombrio e repleto de simbolismo e bruxaria.

    Nessa HQ, Hickman apresenta uma trama repleta de personagens bem escritos e que aparenta uma mistura de O Lobo de Wall Street, True Detective e Hereditário.

    No entanto, apesar dessa salada mista de referências ser ótima, o leitor pode ficar confuso ao longo da leitura. Pois parece que o autor sempre faz questão de deixar o leitor perdido em qualquer trabalho dele e acaba explicando alguns pontos através de flashbacks e flashforward.

    Por outro lado, apesar da trama ser confusa, a arte de Tomm Cooker é espetacular. O artista tem um traço preciso, noir e sombrio. O que deixa a obra mais densa e impressionante.

    VEREDITO

    The Black Monday Murders – Vol. 1: Dinheiro, Poder e Magia é uma HQ bastante pretensiosa o que certamente pode acabar não agradando aos leitores que procuram apenas uma trama de investigação sobrenatural com soluções rápidas e sem muita enrolação.

    Por outro lado, certamente vai agradar aos fãs de longa data de Jonathan Hickman.

    3,5 / 5,0

    Edtora: Devir

    Autores: Jonathan Hickman e Tomm Cooker

    Págins: 240



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    The Crown e o impacto da Princesa Diana

    Não há dúvidas de que The Crown é uma das melhores produções originais do catálogo da Netflix. Criada em 2016 por Peter Morgan, o seriado recria acontecimentos históricos da família real britânica e é amado não só pelo público, como também pela crítica. Com ótimas avaliações e inúmeros prêmios na bagagem, The Crown é a menina dos olhos da Netflix – que não poupa investimentos com a produção.

    Ao longo das três primeiras temporadas acompanhamos os passos da Rainha Elizabeth II durante todos os seus desafios. Obrigada a assumir o trono após a morte prematura de seu pai, o Rei George VI, a Rainha precisa enfrentar os altos e baixos da economia e da política inglesa, bem como problemas pessoais com seu marido, o Príncipe Philip.

    O que mais chama atenção nesses três anos de série é, além da reconstrução histórica, a humanização das figuras que fazem parte da família real. Não só a Rainha, como também sua irmã, marido e filhos. Todos os personagens são bem desenvolvidos e acabam por conquistar a simpatia dos espectadores.

    The Crown e o impacto da Princesa Diana

    Outros pontos bem abordados são a importância da Coroa para as relações diplomáticas entre nações, e como a Rainha auxilia o governo em diversas decisões. Se você possui alguma dúvida do porquê a monarquia sobreviveu durante todo esse tempo, mesmo com as mudanças no cenário mundial, o seriado consegue explicar de forma clara e objetiva os motivos.

    Entretanto, ao chegarmos neste quarto ano de seriado, entramos em um dos períodos mais interessantes da história da realeza: o governo de Margaret Thatcher e a introdução de Diana Spencer na família real. Essa é, basicamente, uma temporada de ícones. Ícones tão fortes e enraizados na cultura mundial que o teaser apresentava apenas seus cabelos, detalhes e roupas – e era o suficiente para sabermos exatamente de quem se estava falando.

    Por ter que lidar com dois personagens que demandam muita atenção – além da própria Rainha -, Morgan precisou fazer escolhas sobre o que seria abordado nos 10 capítulos da temporada. O jogo político ficou em segundo plano, em comparação com os anos anteriores, e deu espaço para o drama familiar encabeçado por Diana e Charles.

    Thatcher, a Dama de Ferro, também foi humanizada durante os episódios, mostrando muito mais a sua personalidade e gênio do que, de fato, a proporção da crueldade de seu governo.

    Alguns momentos chave de seus 11 anos e meio de gestão foram omitidos. Entre eles: a perseguição de Thatcher aos sindicatos e indústrias, deixando milhões de cidadãos sem ter o que comer e onde viver; o massacre proporcionado pelo governo em Liverpool; e até o atentado cometido pelo IRA contra a premiê em 1984.

    The Crown e o impacto da Princesa Diana

    Esse poderia ser um ponto negativo para a temporada não fosse a ótima interpretação de Gillian Anderson (Margaret Thatcher) e Emma Corin (Princesa Diana), que roubam a cena durante o desenrolar da trama. Com um elenco por onde já passaram grandes nomes como Olivia Colman, Claire Foy, Vanessa Kirby, Josh O’Connor e Helena Bonham Carter, os dois talentos somam forças para entregar uma das melhores temporadas até aqui.

    Mesmo que Thatcher possua um grande arco e, de fato, seja uma figura interessantíssima, é a eterna Princesa de Gales que ganhou novamente a atenção do mundo. Não é por nada que a internet está tomada de publicações sobre Diana, que parece ter sido descoberta pela nova geração. A própria Netflix passou a recomendar diversos documentários sobre a Princesa entre os destaques de sua programação.

    O impacto de Diana é tão grande que até as pessoas que não assistiram às temporadas anteriores de The Crown sentaram em frente à TV para reviver todos os momentos ao lado dela, que é um dos maiores ícones da história mundial.

    Desde o lançamento, no dia 15 de novembro, inúmeras notícias são publicadas diariamente sobre o relacionamento de Diana e Charles. As buscas pelos termos “The Crown Diana” e “Princesa Diana” aumentaram em 300% no Google e não apresentam queda desde então.

    The Crown e o impacto da Princesa Diana

    Amada por todos por onde passava, Diana marcou seu nome na realeza para sempre, fazendo sombra para outros membros da família mesmo após a sua morte. Lembrada pela humanidade como a personificação da empatia e da bondade, o conto de fadas da menina simples que se tornou princesa moveu o mundo nos anos 1980 e reverberou durante décadas, sendo utilizado como estudo de caso em faculdades e publicações.

    Mas essa repercussão toda não seria possível sem a ótima caracterização de Emma Corin. A jovem atriz entrega uma excelente atuação, mantendo uma ótima química com o ator Josh O’Connor, que interpreta Charles. O relacionamento abusivo e tóxico dos dois é provavelmente um dos maiores pesadelos da família real britânica até hoje.

    Além de todas as matérias sobre o casal que inundaram a internet, rumores sobre o descontentamento dos membros da família real se tornaram notícia recorrente nos tabloides. E, bom, essa temporada não poderia ter vindo em um timing pior: há alguns meses o Príncipe Harry e sua esposa Meghan Markle se afastaram de seus papéis dentro da família real devido a desavenças e à perseguição que Meghan sofria pela mídia britânica.

    The Crown e o impacto da Princesa Diana

    Toda a situação com Harry e Meghan parece só validar ainda mais o sofrimento de Diana representado nos episódios. Isso fez a história ressurgir com ainda mais força entre a Geração Z, e está mantendo a série no Top 10 das mais assistidas da Netflix Brasil desde seu lançamento.

    Esse grande efeito é curioso, pois ainda nem entramos no auge dos problemas entre Diana e a família real. Certamente já serve de termômetro para a repercussão que a 5ª temporada causará.

    Apesar de Diana ser o grande ponto forte da temporada, os episódios em que ela não aparece também são bem conduzidos. Há espaço até para um episódio focado em Margaret (Helena Bonham Carter), apresentando ao mundo a história bizarra das irmãs apagadas da família real. A qualidade da produção segue impecável, pavimentando o caminho para uma próxima temporada bombástica.

    Ao término dos 10 episódios, a sensação é de que não estamos prontos para nos despedirmos das histórias. Mesmo maratonando com calma, assistir a The Crown é um daqueles raros momentos em que desejamos que a temporada tenha mais episódios.

    Nota: 5,0/5,0



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    Pokémon GO: 20 melhores Pokémon para vencer na Copa Captura

    A Copa Captura (The Catch Cup) começa hoje, 23 de novembro, às 18h (horário de Brasília) e será a última modalidade da 5ª temporada da Liga de Batalha GO. O torneio permite usar Pokémon capturados a partir das 18h do dia 9 de novembro, quando se iniciou a temporada, e tem como limite máximo 1.500 de CP. Além disso, não é permitido usar míticos como Mew, Celebi, Deoxys, entre outros. 

    A 5ª temporada se encerrará na próxima segunda-feira (30/11), também às 18h. Então, a 6ª temporada terá início, prometendo mudanças ainda maiores, entre elas o aumento dos rankings, de 10 para 24.

    Acompanhe o Feededigno para ficar por dentro das novidades, quando forem anunciadas.

    A Copa Captura causou descontentamento em treinadores logo quando foi anunciada. Isso porque muitos entendem que a Niantic está tentando forçar os jogadores a investirem Poeira Estelar, Doce Raro e MTs em Pokémon que nunca mais serão usados.

    Para evitar que você invista em vão, nós selecionamos 20 Pokémon com grande potencial de uso no futuro, especialmente na Grande Liga, caso ela retorne. Aliás, em nosso artigo sobre os 15 melhores Pokémon para a Grande Liga, você poderá pegar dicas adicionais que podem ser úteis para a Copa Captura.

    20 melhores Pokémon e ataques ideais para a Copa Captura

    A Copa Captura é a última oportunidade para você chegar ao rank 10 na temporada. Estando no rank 10 e vencendo 3 batalhas no mesmo set, você garante a captura do Pikachu Libre.

    E lembre-se: se chegar ao rank 7, quando a temporada encerrar você receberá um MT Carregado de Elite.

    Essa Copa Captura é bem diferente das demais porque as possibilidades de uso vão variar muito de treinador para treinador. Isso ocorrerá por conta dos Pokémon que cada jogador terá em seu estoque, que tenha sido capturado do dia 9 em diante.

    Nossa seleção dos 20 melhores considera os Pokémon que mais estiveram disponíveis nas últimas semanas em raids, como recompensa na Liga de Batalha GO e nos eventos que aconteceram. Fizemos assim justamente para que seus investimentos sejam úteis no futuro!

    Scrafty

    Listamos os 20 melhores Pokémon e seus ataques ideais para você se dar bem na Copa Captura (Catch Cup) da Liga de Batalha GO no Pokémon GO

    Tipos: Sombrio / Lutador

    Ataque rápido:

    Contra-atacar (Counter – Lutador)

    Ataques carregados:

    Jogo Sujo (Foul Play – Sombrio)
    Soco Empoderador (Power-Up Punch – Lutador)

    Whimsicott

    Listamos os 20 melhores Pokémon e seus ataques ideais para você se dar bem na Copa Captura (Catch Cup) da Liga de Batalha GO no Pokémon GO

    Tipos: Planta / Fada

    Ataque rápido:

    Encantar (Charm – Fada)

    Ataques carregados:

    Nó de Grama (Grass Knot – Planta)
    Explosão Lunar (Moonblast – Fada)

    Magnezone

    Selecionamos os 15 melhores Pokémon e seus ataques ideais para você vencer muito na Copa Premier da Liga de Batalha GO no Pokémon GO

    Tipos: Elétrico / Aço

    Ataque rápido:

    Faísca (Spark – Elétrico)

    Ataques carregados:

    Ataque Selvagem (Wild Charge – Elétrico)
    Tiro no Espelho (Mirror Shot – Aço)

    Marowak (Forma de Alola)

    Tipos: Fogo / Fantasma

    Ataque rápido:

    Chama Furacão (Fire Spin – Fogo)

    Ataques carregados:

    Osso Sombrio* (Shadow Bone – Fantasma)
    Bastão de Osso (Bone Club – Terrestre)

    *Obs: Ataque de legado exclusivo do evento de Halloween 2020.

    Wigglytuff

    Wigglytuff é um Pokémon versátil para a Kanto Cup

    Tipos: Normal / Fada

    Ataque rápido:

    Encantar (Charm – Fada)

    Ataques carregados:

    Raio Congelante (Ice Beam – Gelo)
    Jogo Duro (Play Rough – Fada)

    Sirfetch’d

    Uma das novidades mais legais da região de Galar, Sirfetch'd é uma ótima alternativa para o PVP do Pokémon GO

    Tipo: Lutador

    Ataque rápido:

    Contra-atacar (Counter – Lutador)

    Ataques carregados:

    Lâmina de Folha (Leaf Blade – Planta)
    Corpo-a-corpo (Close Combat – Lutador)

    Electivire

    Listamos os 20 melhores Pokémon e seus ataques ideais para você se dar bem na Copa Captura (Catch Cup) da Liga de Batalha GO no Pokémon GO

    Tipo: Elétrico

    Ataque rápido:

    Choque do Trovão (Thunder Shock – Elétrico)

    Ataques carregados:

    Soco de Gelo (Ice Punch – Gelo)
    Ataque Selvagem (Wild Charge – Elétrico)

    Machamp (sombroso e não sombroso)

    Tipo: Lutador

    Ataque rápido:

    Contra-atacar (Counter – Lutador)

    Ataques carregados:

    Golpe Cruzado (Cross Chop – Lutador)
    Deslize de Pedras (Rock Slide – Pedra)

    Whiscash

    Tipos: Água / Terrestre

    Ataque rápido:

    Tiro de Lama (Mud Shot – Terrestre)

    Ataques carregados:

    Bomba de Lama (Mud Bomb – Terrestre)
    Nevasca (Blizzard – Gelo)

    Venusaur

    Tipos: Planta / Venenoso

    Ataque rápido:

    Chicote de Vinha (Vine Whip – Planta)

    Ataques carregados:

    Planta Mortal* (Frenzy Plant – Planta)
    Bomba de Lodo (Sludge Bomb – Venenoso)

    *Obs: Ataque exclusivo do Dia da Comunidade.

    Skarmory

    Tipos: Aço / Voador

    Ataque rápido:

    Golpe de Ar (Air Slash – Voador)

    Ataques carregados:

    Pássaro Bravo (Brave Bird – Voador)
    Ataque do Céu (Sky Attack – Voador)

    Snorlax

    Snorlax é uma excelente opção de substituição segura em diversas modalidades do PVP do Pokémon GO, inclusive na Copa Kanto

    Tipo: Normal

    Ataque rápido:

    Lambida (Lick – Fantasma)

    Ataques carregados:

    Pancada Corporal (Body Slam – Normal)
    Superpoder (Superpower – Lutador)

    Togekiss

    Tipos: Fada / Voador

    Ataque rápido:

    Encantar (Charm – Fada)

    Ataques carregados:

    Poder Ancestral (Ancient Power – Pedra)
    Lança-chamas (Flamethrower – Fogo)

    Obstagoon

    Listamos os 20 melhores Pokémon e seus ataques ideais para você se dar bem na Copa Captura (Catch Cup) da Liga de Batalha GO no Pokémon GO

    Tipos: Sombrio / Normal

    Ataque rápido:

    Contra-atacar (Counter – Lutador)

    Ataques carregados:

    Talho Noturno (Night Slash – Sombrio)
    Tiro de Sujeira (Gunk Shot – Venenoso)

    Bastiodon

    Tipos: Pedra / Aço

    Ataque rápido:

    Derrubada (Smack Down – Pedra)

    Ataques carregados:

    Gume de Pedra (Stone Edge – Pedra)
    Lança-chamas (Flamethrower – Fogo)

    Medicham

    Listamos os 20 melhores Pokémon e seus ataques ideais para você se dar bem na Copa Captura (Catch Cup) da Liga de Batalha GO no Pokémon GO

    Tipos: Lutador / Psíquico

    Ataque rápido:

    Contra-atacar (Counter – Lutador)

    Ataques carregados:

    Soco de Gelo (Ice Punch – Gelo)
    Psíquico (Psychic – Psíquico)

    Blaziken

    Listamos os 20 melhores Pokémon e seus ataques ideais para você se dar bem na Copa Captura (Catch Cup) da Liga de Batalha GO no Pokémon GO

    Tipos: Fogo / Lutador

    Ataque rápido:

    Contra-atacar (Counter – Lutador)

    Ataques carregados:

    Chute Labareda (Blaze Kick – Fogo)
    Gume de Pedra* (Stone Edge – Pedra)

    *Obs: Ataque de legado.

    Meganium

    Tipo: Planta

    Ataque rápido:

    Chicote de Vinha (Vine Whip – Planta)

    Ataques carregados:

    Planta Mortal* (Frenzy Plant – Planta)
    Terremoto (Earthquake – Terrestre)

    *Obs: Ataque exclusivo do Dia da Comunidade.

    Zweilous

    Zweilous é um Pokémon muito bom para a The Catch Cup e com potencial de uso futuro na Grande Liga

    Tipos: Sombrio / Dragão

    Ataque rápido:

    Sopro do Dragão (Dragon Breath – Dragão)

    Ataques carregados:

    Pancada Corporal (Body Slam – Normal)
    Pulso Sombrio (Dark Pulse – Sombrio)

    Stunfisk (Forma de Galar)*

    Galarian Stunfisk é excelente para a The Catch Cup, pois é o melhor no ranking geral do PVPoke para a Grande Liga

    Tipos: Terrestre / Aço

    Ataque rápido:

    Tiro de Lama (Mud Shot – Terrestre)

    Ataques carregados:

    Deslize de Pedras (Rock Slide – Pedra)
    Terremoto (Earthquake – Terrestre)

    *Obs: É improvável que muitos treinadores tenham capturado o Stunfisk (Forma de Galar) nas últimas semanas. Entretanto, ele é o melhor no ranking geral do PVPoke para a Grande Liga. Por esse motivo o incluímos aqui. Se você o tiver, aproveite e vença muito!

    Treine sua equipe para vencer na Copa Captura

    Antes de investir na sua equipe para a Copa Captura, utilize o site PVPoke para ver o quão seguro é o seu time. Assista a este vídeo em nosso canal para aprender a usar o site, que é gratuito!

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    Call of Duty: Black Ops Cold War | Domine o game com esses loadouts

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    A procura pelo melhor loadout no Call of Duty: Cold War pode ser longa e difícil de ser encontrada, já que tudo no loadout pode ser customizado, como várias armas, habilidades e equipamentos adicionais.

    Os loadouts do multiplayer de Cold War são separados dos loadouts do Warzone, então há necessidade de se preparar, antes de entrar no multiplayer geral.

    A Infinity Ward lançou um update em novembro que cortou completamente os laços entre os loadouts em Warzone e Modern Warfare – uma mudança que se estende à Cold War.

    Você agora tem dez classes customizáveis (a classe final é desbloqueada no nível 31) que você pode construir para diferentes modos de jogo, armas e preferências de jogabilidade. Esses loadouts são as armas com as quais você possui no começo da maioria das partidas de multiplayer – você não precisa comprá-las nas estações de compra como em Warzone.

    Então vamos descobrir o seu próximo melhor loadout em Cold War.

    O que é diferente sobre as classes de loadout do Cold War?

    Os loadouts do Cold War são ligeiramente diferente dos que podemos ver em Modern Warfare. Você pode encontrá-los na aba “Loadout” no menu principal. Quando navegar até ele, você verá 10 slots onde você pode criar classes específicas.

    Esse menu opera da mesma forma que o do Modern Warfare, apesar haver alguns lugares novos em que você pode inserir Melhorias de Campo de Cold War e a seção onde você pode adicionar os Curingas ao seu loadout.

    Melhorias de Campo são partes de equipamentos táticos adicionais, mas não incluem a maior parte dos itens que estão atualmente no Warzone e no Modern Warfare.



    Já os Curingas, te permite quebrar as regras na criação de loadouts. Eles funcionam como as Melhorias que permitem trocar uma opção de customização por outra. Por exemplo, você pode adicionar acessórios extras mas perde a habilidade de ter duas armas primárias.

    A função Armeiro também foi mudada desde o ano passado. Cada arma tem menos acessórios enquanto os acessórios em si são menos variados. Pelo lado positivo, os acessórios só afeta positivamente as armas em que estão equipados, tornando algumas armas extremamente overpowered com algumas combinações de acessórios.

    Como Call of Duty: Cold War foi lançado no dia 13 de novembro, você pode não ter todas as armas, acessórios e Curingas desbloqueados. Equipar as seguintes armas, incluem qualquer equipamento e habilidades que você desbloquear, deve ser algo difícil de obter até chegar em um nível interessante.

    AS MELHORES CLASSES DE LOADOUT NO COLD WAR

    M16

    • Lente: Sillix Holoscout;
    • Boca: Silenciador;
    • Cano: Alta Cadência 16.3′;
    • Acoplamento: Empunhadura Frontal;
    • Coronha: Coronha de Arame.

    Secundária

    MP5

    Vantagens

    • Máscara tática;
    • Oportunista;
    • Fantasma.

    Tático

    • Letal: Granada de Fragmentação;
    • Tático: Granada de Concussão.

    Curinga

    • Law Breaker.

    Rifles de assalto são uma ótima escolha para a maioria dos modos e mapas de Cold War, e podemos adicionar a MP5 como arma secundária. Você poderá enfrentar seus inimigos a distâncias médias e longas na maioria dos mapas.

    A M16 é uma das armas iniciais, algo já recorrente na franquia Call of Duty, e seus tiros são tão confiáveis quanto letais. A arma é devastadora a médio alcance e ainda é eficaz a distâncias curtas e longas. Dito isso, é inteligente equipá-la junto de uma arma que seja rápida para sacar, então eu equiparia a MP5 com o Curinga Law Breaker também.

    AK47

    Cold War

    Acessórios

    • Lente: Microflex LED;
    • Boca: Quebra-Luz 7.62 ou Eliminador KGB;
    • Cano: Eliminação 18.2″;
    • Corpo: Mira Laser Estável ou Designador de Alvo KGB;
    • Acoplamento: Empunhadura Spetsnaz;
    • Alça: Empunhadura de Campo Spetsnaz.

    Secundária

    • NÃO DISPONÍVEL

    Vantagens

    • Máscara Tática;
    • Oportunista;
    • Fantasma.

    Tático

    • Letal: Granada de Fragmentação;
    • Tático: Granada de Concussão.

    Curinga

    • Gunfighter.

    Outra arma importante da série, é a AK47, além de ser uma arma essencial no Black Ops Cold War.

    Particularmente brutal a curtas e médias distâncias, o que falta em precisão, ela compensa em poder de fogo. Dito isso, você não deve tentar uma troca de tiros a longa distância com essa arma a menos que você o tenha em um lugar que é impossível de errar.

    O Curinga Gunfighter é importante pois você não deve precisar de uma arma secundária com a AK47. Mas sim, focar em reduzir o recuo e adicionar mais munição ao pente.

    O Curinga Gunfighter te permite equipar 3 acessórios extras, tornando a AK47 uma força que deve ser reconhecida.

    MP5

    Acessórios

    • Cano: Estriado 9.1″;
    • Acoplamento: Empunhadura de Velocidade SFOD;
    • Carregador: Carregador Rápido com 40 Prj;
    • Alça: Fita de Velocidade;
    • Coronha: Sem Coronha.

    Secundária

    M16

    Vantagens

    • Máscara Tática;
    • Oportunista;
    • Fantasma.

    Tático

    • Letal: Granada de Fragmentação;
    • Tático: Granada de Concussão.

    Curinga

    • Law Breaker

    Os fãs do Black Ops acreditam que a MP5 de Cold War é a melhor arma do game, elas usaram tanto, que a Treyarch já até fez um nerf nela. Mas ainda assim, ela é bem poderosa a curtas distâncias, e é uma opção que funciona em quase todos os modos de game, apesar do nerf.

    A MP5 é boa apenas a curtas distâncias. Se recuo a torna quase inútil a longas distâncias, então uma arma secundária para longas distâncias (como a M16) é uma necessidade.

    Use a MP5 sempre que estiver em movimento e então saque a M16 sempre que você vir um inimigo em uma sacada.



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    CRÍTICA – Os Novos Mutantes (2020, Josh Boone)

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    Os Novos Mutantes, filme dirigido por Josh Boone (A Culpa é das Estrelas), está disponível nos cinemas brasileiros.

    SINOPSE DE OS NOVOS MUTANTES

    Um grupo de jovens superpoderosos está em reabilitação num manicômio, pois têm diversas sombras de seu passado para resolver. Um novo membro está entre eles e agora devem reviver seus traumas, uma vez que os poderes da garota são muito fortes.

    ANÁLISE

    Ex Machina: Quadrinho de Brian K. Vaughan está sendo adaptado para o cinema

    Os Novos Mutantes é um filme que tem uma aura sombria, uma vez que seus diversos problemas o tornaram quase uma lenda em Hollywood.

    Com diversos adiamentos o longa teve todo um mistério e foi muito aguardado pelos fãs, visto que se vendia como uma obra diferente no já saturado gênero de super-heróis.

    Todavia, nos primeiros 30 minutos, Os Novos Mutantes nos decepciona, uma vez que seus diversos clichês e roteiro extremamente vago tiram todo o oxigênio dele.

    Começando pela protagonista, o filme entrega em Miragem (Blu Hunt) uma adolescente com pouca personalidade e sem carisma algum, por exemplo, e muito disso também é culpa de Blu Hunt com uma atuação sofrível. Os demais personagens são rasos e extremamente descartáveis, pois são mal explorados e mesmo que tenham boas atuações por parte do elenco, o longa acaba não se salvando neste quesito.

    Os destaques de boas atuações vão para Maisie Williams como Lupina, Anya Taylor-Joy como Magia, Henry Zaga como Mancha Solar e Charlie Heaton como Míssil.

    Por mais que haja um grande esforço, a direção de Boone é muito pobre. O roteiro é raso e traz muita artificialidade nas interações, visto que há apenas uma relação genuína entre Miragem e Lupina.

    Muitos diálogos são soltos e a história não empolga em momento algum, tornando o filme extremamente entediante, pois temos muitas frases de efeito e pouca inspiração. Para finalizar, temos um CGI fraco e que atrapalha muito a experiência do espectador.

    VEREDITO

    Os Novos Mutantes: Conheça Illyana Rasputin, a Magia

    Com um enredo que tem diversos chavões e um roteiro repleto de frases de efeito e previsibilidade, Os Novos Mutantes entrega mais do mesmo com baixa qualidade, entrando na prateleira de mais um longa desnecessário dos já sofríveis filmes dos X-Men.

    1,5 / 5,0

    Assista ao trailer dublado de Os Novos Mutantes:

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    Tripping with Nils Frahm: Produção estreia com exclusividade no MUBI

    A produção Tripping with Nils Frahm estreia com exclusividade na plataforma de curadoria e streaming MUBI no dia 3 de dezembro, em mais de 190 países. O álbum ao vivo de mesmo nome será lançado na mesma data, pela Erased Tapes Records.

    Nils Frahm, pianista, compositor e produtor, preenche a lacuna entre a música clássica e a eletrônica. A abordagem não convencional de Frahm para um instrumento antigo, junto com suas composições ecléticas que variam de peças intimistas de piano a paisagens sonoras opulentas, conquistou muitos fãs e aclamação da crítica em todo o mundo.

    O trabalho cinematográfico de Nils Frahm inclui Victoria, escrita para o longa-metragem One-take de Sebastian Schipper (vencedor do Prêmio de Cinema Alemão de Melhor Trilha Sonora). Ele também colaborou nas trilhas sonoras de Ellis, curta-metragem do artista francês JR, com Robert de Niro, bem como AD Astra, de James Gray, e Manifesto, de Julian Rosefeldt.

    Tripping with Nils Frahm é produzido pela Leiter em associação com PLAN B Entertainment. Com 87 minutos de duração, o filme estreia mundialmente no dia 3 de dezembro, exclusivamente pela plataforma global de streaming MUBI. O álbum ao vivo de mesmo nome será lançado pela Erased Tapes Records, na mesma data.

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