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    Old Boy: 6 motivos para assistir e NENHUM para não ver

    “Ria e o mundo rirá com você. Chore e chorará sozinho.”

    Old Boy é uma adaptação cinematográfica sul-coreana de um mangá japonês de mesmo nome. O longa trata-se do segundo filme de uma trilogia conhecida como a trilogia da vingança, composta por Mr. Vingança (2002), Old Boy (2003) e Lady Vingança (2005); Lançado em 2003, o longa foi dirigido pelo Park Chan-wook (A Criada) e estrelado pelo excelente ator Min-sik Choi (Lucy).

    Esse clássico do cinema sul-coreano, além de vencer o prêmio especial do júri em Cannes 2004, foi elogiado pelo crítico Roger Ebert e pelo diretor Quentin Tarantino. Ebert chegou a afirmar que: 

    “Old Boy é um filme poderoso, não devido ao que retrata, mas devido às profundezas do coração humano que ele desnuda.”

    Na trama, acompanhamos o Oh Dae-Su (Min-sik Choi), um homem que é raptado e mantido em cativeiro durante 15 anos num quarto de hotel, sem qualquer contato com o mundo externo. Quando ele é inexplicavelmente solto, descobre que é acusado pelo assassinato da esposa e embarca numa missão obsessiva por vingança.

    Se você ainda não conferiu essa obra-prima, se liga nesses seis motivos para ver Old Boy.

    Roteiro e direção impecáveis

    Quando um filme consegue nos prender do inicio ao fim é sinal de que estamos diante de um roteiro bem escrito e de uma direção atenta aos detalhes, Old Boy tem tudo isso e muito mais.

    O roteiro de Park Chan-wook, Chun-hyeong Lim e Jo-yun Hwang é muito inteligente, fornecendo pistas ao longo da narrativa, porém sem entregar demais, conseguindo deixar o melhor para o final, e isso, aliado à direção de Chan-wook, que desenvolve a trama com charme e estilo, consegue deixar o espectador com os olhos “colados” na tela.

    Plot twist de explodir a cabeça

    Plot Twists são grandes reviravoltas na trama de um filme, livro, uma série ou até mesmo em um jogo. É o mecanismo de roteiro que, quando bem utilizado, pode transformar um filme em um ícone da história.

    O cinema está repleto de plot twists muito bem elaborados. Clube da Luta, O Sexto Sentido, Psicose, Amnésia, Ilha do Medo, Incêndios e Star Wars: O Império Contra-Ataca são alguns exemplos de longas onde as reviravoltas explodiram as cabeças das pessoas.

    Old Boy também é um excelente representante de longas-metragem com uma das melhores reviravoltas da sétima arte, que, além de causar uma reação imediata em você, vai te fazer refletir sobre até que ponto o ser humana é capaz de chegar para executar um plano de vingança.

    Muita violência

    Old Boy tem cenas capazes de embrulhar o estômago de qualquer um. Uma das mais famosas é a do polvo, na qual o protagonista degusta o alimento vivo.

    São muitas as sequências insanas e escatológicas, mas tudo tem uma finalidade narrativa; aqui, nada é gratuito, muito menos a violência.

    E que violência, meus amigos!

    Muitas mutilações, sangue e outras bizarrices, fazendo o espectador mais sensível se encolher no sofá. Ademais, o longa tem lutas impecáveis, muito bem coreografadas e filmadas.

    O filme foi elogiado por Quentin Tarantino

    Além de vencedor do prêmio Grand Prix (prêmio do Festival de Cannes no qual o júri escolhe o melhor filme) na edição de 2004 do Festival de Cannes. Agora, adivinha quem era o presidente do júri naquele ano? Isso mesmo, Quentin Tarantino. O diretor elogiou bastante o longa.

    Quando uma obra é elogiada por um dos maiores cineasta da atualidade, acho que já é motivo suficiente para conferi-la, não é mesmo? Mas, se você ainda quer mais, vamos lá!

    Plano-sequência muito bem feito

    Park Chan-wook criou um dos planos-sequência mais legais do cinema em Old Boy. A cena foi gravada toda em um take só e mostra Oh Dae-Su lutando contra um grupo de marginais utilizando apenas um martelo como arma em um corredor apertado.

    Para chegar naquele resultado foram necessários três dias de muito treino e ensaio. E valeu muito a pena, pois a cena se tornou um dos momentos mais icônicos do cinema.

    Inclusive, se você assistiu a primeira temporada de Demolidor na Netflix e lembra da cena do corredor na qual o herói desce a porrada em alguns bandidos, saiba que ela foi muito influenciada pelo plano-sequência de Old Boy.

    Um dos melhores filmes do cinema asiático

    Algumas pessoas, por se limitarem a assistir apenas produções norte-americanas, acabam não conhecendo muitas obras que não tenham envolvimento hollywoodiano. Por esse motivo, o público que consome filmes de países como a China, Japão e Coréia é muito pequeno. O que é uma pena, pois se tem uma coisa que os asiáticos sabem fazer bem, sem dúvida, é cinema.

    E Old Boy é um ótimo exemplo disso. Em 2008, uma votação entre os espectadores da rede de televisão americana CNN colocou o filme entre os dez melhores já feitos no cinema asiático.[td_smart_list_end]

    Nota de curiosidade: Old Boy fez tanto sucesso que teve sua versão hollywoodana dirigida por Spike Lee e estrelado por atores, que atualmente integram o Universo Cinematográfico Marvel, como Josh Brolim (Thanos), Samuel L. Jackson (Nick Fury), Elizabeth Olsen (Feiticeira Escarlate) e Pom Klementieff (Mantis).

    old boy josh brolim

    E aí, ficou animado? Espero que sim. Claro que existem dezenas de outros motivos pelos quais TODOS têm que assistir a esse clássico, como as atuações (Min-sik Choi dá uma aula), o vilão (um dos melhores que conheço), os diálogos, a fotografia, entre outros. Na verdade, se eu fosse fazer uma lista com todos os motivos ela seria gigante. Por conta disso, decidi focar nessas seis que tenho certeza que será o suficiente para deixar você que ainda não viu, no mínimo, curioso.

    Gostou dessa lista? Então deixa seu comentário aí embaixo e lembre-se de compartilhar com seus amigos em suas redes sociais.  😉 



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    Infinity Warps: Reveladas novas imagens das transformações

    Será que o estalar de dedos de Thanos fundiu metade do universo com a outra metade? Confira novas transformações, do arco Infinity Warps, que chegará em breve…

    As novas imagens revelam a Soldado Supremo, Martelo de Ferro, Arma Escarlate, Cavaleiro Aracnídeo e o Pantera Fantasma.

    Confira-as abaixo:

    Infinity Warps Infinity Warps

    Infinity Warps Infinity Warps Infinity Warps

    O artista mexicano Humberto Ramos que havia desenhado quadrinhos como Campeões e Superior Homem-Aranha, esboçou uma mistura de vários heróis da Marvel, com a hashtag no Twitter #WhoGetsWarperd? em cima de cada personagem. Se juntado a Ramos, ao compartilhar a publicação, tivemos o Editor Chefe C.B. Cebulski e roteiristas Gerry Duggan, Al Ewing e Ben Blacker.

    Dragon Ball Xenoverse 2: Game introduzirá Super Baby Vegeta de Dragon Ball GT

    Até agora, a maior parte do público já deve saber que Dragon Ball GT não faz mais parte do cânone, e para alguns, isso é algo bom. De toda forma, Dragon Ball GT era um desastre, mas teve seus momentos de glória, apesar de não serem muitos.

    Provavelmente, o aspecto mais memorável de Dragon Ball GT, são alguns dos seus personagens e suas transformações. E podemos dizer que um dos personagens mais incríveis é o Super Baby Vegeta.

    A Bandai Namco revelou que Super Baby Vegeta chegará em breve ao Dragon Ball Xenoverse 2.

    “Dragon Ball XENOVERSE 2 – Pacote Extra #3 está chegando! Fique preparado para o incrível poder do Super Baby Vegeta! Você está pronto para lutar contra esse oponente?”

    Dragon Ball Xenoverse 2 está disponível para PlayStation 4, Nintendo Switch, Xbox OnePC.

    Vingadores 4: Incrível pôster feito por fã mostra Capitã Marvel entre outros

    A Marvel Studios não estará presente na Comic-Con esse ano e com Homem-Formiga e Capitã Marvel como uma clara prioridade para eles nos próximos meses, está claro que não veremos nada de Vingadores 4 até o fim do ano. Enquanto isso, esse pôster fan-made apareceu na internet e coloca o foco nos membros dos Vingadores que sobreviveram aos eventos de Guerra Infinita.

    Claramente são imagens já usadas de peças de merchandising antigas, e não tem um título, mas a imagem é incrível e mostra a Capitã Marvel no meio de todos os personagens (e seria incrível vê-la ter uma participação maior no filme; principalmente por ser um filme ao redor dos Heróis Mais Poderosos da Terra, mostra o quão importante uma personagem como Carol Danvers será no futuro do Universo Cinematográfico Marvel).

    Independente disso, é uma peça incrível e provavelmente um indicativo do que veremos no final desse ano. Com tantos personagens não mais entre os vivos e um roteiro que é mantido com tanto segredo, será muito interessante ver como Vingadores 4 será promovido.

    O que você acha do pôster?

    Leia também:

    Vingadores 4: Hulk terá um novo traje na continuação

    Vale lembrar que além de Homem-Formiga, também não tivemos o Gavião Arqueiro no último filme da Marvel Studios, o que deixou muitos fãs inquietos, principalmente após o acidente de Jeremy Renner, que veio a quebrar seus dois braços

    #52filmsbywomen 25 – A Ganha-Pão (2017, Nora Twomey)

    A Ganha-Pão é um longa metragem de animação dirigido pela irlandesa Nora Twomey e lançado em 2017. A produção executiva é de Angelina Jolie e a história é baseada no livro de Debora Ellis. Nos anos 2000, num Afeganistão sob o regime do Talibã, a jovem Parvana precisa se vestir como um menino para trabalhar e bancar sua família após a prisão de seu pai. 

    A Ganha-Pão é o primeiro longa que Twomey dirigiu sozinha e mesmo assim demonstra domínio e criatividade no universo da animação, com uma história de premissa duvidosa que se desenvolve em uma aventura da corajosa e sonhadora Parvana (Saara Chaudry),  que em sua saga para encontrar seu pai e bancar sua mãe e irmãs, relembra e cria histórias fantásticas, em uma tentativa de escapar sua realidade ao mesmo tempo em que luta contra ela.

    a ganha-pão

    A qualidade da animação é inquestionável. A utilização das cores e diferentes traços para marcar a realidade e as fantasias de Parvana é central no dinamismo e tom da narrativa. Sentimos a ambientação da cidade de Kabul, o medo que se mistura com atrevimento de Parvana ao perceber como a liberdade possível ao se vestir como um menino, e como essa necessidade é crucial para aflorar a personalidade intrépida da jovem.

    Ao mesmo tempo, vemos o medo atrelado a complacência de sua mãe. Desamparada sem seu marido, em uma sociedade violenta, ditatorial e extremamente patriarcal, a mulher busca de todas as formas também proteger e sustentar sua família, criando assim desentendimentos com a filha. O choque geracional e a dificuldade de Parvana compreender a mãe são justificáveis, e o tema é bem explorado no filme, apesar de pouco presente. A trilha sonora também ressalta momentos metafóricos e emocionantes da saga de Parvana, explorando a musicalidade tradicional afegã.

    Algumas críticas foram levantadas a respeito da ausência de afegãs e muçulmanas na equipe criativa principal do longa, de forma que a história de Parvana seja contada sob a perspectiva da diretora e roteiristas brancas (incluindo a autora Ellis). A crítica é bem fundamentada, visto que o tom geral do filme apresenta um olhar de estrangeiro sobre os abusos e violências contra as mulheres afegãs, sem muito espaço para explorar  de forma mais aprofundada as diversas agências dessas mulheres frente ao regime ou para sobreviver a ele. A figura de Parvana parece isolada contra o sistema, mas sua mãe e irmã também de sua própria maneira buscam a sobrevivência em um regime cruel contra mulheres.

    Confira o trailer:

    https://www.youtube.com/watch?v=SrT-EgPgSSQ

    A Ganha-Pão é uma animação belíssima, indicada e vencedora de diversas premiações mundiais. A diretora Nora Twomey é um talento e devemos ficar de olho em seus próximos trabalhos. Apesar de uma narrativa enviesada, o longa apresenta temas que devem levantar muitas discussões e promover visibilidade e entendimento sobre a vida de mulheres em regimes e nações centradas em um patriarcado cruel e opressor.

    A Ganha-Pão está disponível na Netflix. Lembre-se de conferir nossas indicações anteriores na campanha #52FilmsByWomen.

    REVIEW – Moto G6 (04/2018, Motorola)

    Um dos aparelhos mais vendidos no Brasil, o Moto G, acabou de ganhar sua mais nova versão. Chamado de Moto G6, o aparelho faz jus a linha de aparelhos que se tornou amada pelo público brasileiro, mas acaba por deixar de ser inovadoramente bom.

    Com um processador Snapdragon 450, e a tela 5,9″ com proporção 18:9 e 3GB de RAM, o Moto G evoluiu bastante em relação ao anterior. Mas infelizmente não é mais barato, mas aqui você saberá se ele continua valendo a pena.

    Design

    Independente de predileções, vale a pena ressaltar que o Moto G6 é um aparelho com um belo design. A moldura com um acabamento brilhante, passa a sensação de um produto de algumas categorias acima, com sua traseira de vidro boleado nas laterais, torna a pegada mais eficaz.

    Como nos novos aparelhos da Motorola, a câmera proeminente, faz com que tenhamos um certo desconforto no uso cotidiano do aparelho sem a capa – mas nada que uma capa possa resolver, fazendo o celular ficar mais protegido e mais reto em sua traseira.

    Interessante é ver que as telas dos celulares estão maiores e com uma maior qualidade. Com a tela Max Vision, o Moto G6 mostra a que veio, a tela de 5,9 polegadas e formato 18:9, Full HD+. O que incomoda um pouco no aparelho, é seu sensor de gestos e leitor de digitais, que parece ter sido espremido no pé do aparelho, abaixo da tela, para que coubesse a logo da Motorola, não entendemos bem a razão disso, mas…

    Sistema Operacional

    O Moto G6 vem de fábrica com o Android 8.0 Oreo. A interface fluida do sistema não apresenta tantas modificações em relação ao Android feito pela Google. Mesmo trazendo o Android em uma forma mais pura, a Motorola traz diferenciais, no aplicativo Moto.

    O Android em sua primeira atualização, apresentava certos bugs, e reiniciava ao encontrar algum erro, ou simplesmente quando sobrecarregava. Heavyusers notaram essa diferença pouco antes da última atualização – OPS27.82-72 – sair. Fazendo o uso cotidiano muito mais tranquilo, sem a necessidade de enfrentar reinicializações repentinas.

    A Motorola apresenta algumas features desde alguns anos atrás, como o Moto Key e o Moto Tela. O suporte de gestos continua permitindo abrir a câmera com o giro duplo do celular, e o de agitar duas vezes para ligar a lanterna.

    Se você precisa se adaptar para utilizar uma nova tecnologia, ela já não é útil a você. E é assim com o assistente de voz do Moto G6. O Moto Voz possui uma boa integração com alguns aplicativos, mas por vezes ele não se faz claro, e acaba por realizar pesquisas no Google dos termos citados.

    O aplicativo Moto, se tornou um grande gerenciador de todo o aparelho, com movimentos, gerenciadores de senhas e logins, impressões digitais, ações e Google Assistente.

    O aplicativo da Dolby proporciona uma maior imersão quando vemos vídeos sem os fones de ouvido, seu manual de instrução digital, torna o uso mais fácil e rápido.

    Câmera

    As câmeras do Moto G6 são relativamente boas. Oferecendo uma qualidade final, considerada ‘ok’ pela maior parte dos consumidores, ela pode decepcionar àqueles aficionados em tirar fotos de tudo. A demora da câmera para focar, chega a ser irritante, e tende a piorar em cenários noturnos. Uma incômoda mensagem de “carregando…” ao visualizar uma foto recém-tirada, parece requerer uma otimização.

    Com uma iluminação razoável, o Moto G6 é capaz de tirar fotos com ótima definição e quase nenhum ruído. O alcance dinâmico ampliado pelo HDR, não deixa áreas escuras ou estouradas. As cores das fotografias tiradas com o aparelho são realistas, sem forçar a saturação e o resultado também tende a ser bom com iluminação artificial.

    Recursos adicionais na câmera, oferecem a opção de desfoque de fundo no modo Retrato, cometendo alguns erros de recorte.

    A câmera frontal do aparelho não faz milagres. A lente com uma abertura de f/2,2 revela os problemas de ruídos quando a iluminação é ruim. Na maioria dos casos, é possível tirar selfies com qualidade suficiente para compartilhar em suas redes sociais.

    Hardware

    Esperava de um Snapdragon 450, algo mais próximo do 625, já que tem a mesma GPU Adreno 506. Mas ele não desaponta, mesmo estando na categoria intermediário mais simples.

    Sua utilização em redes sociais como Facebook e Twitter ao dar scroll, alguns engasgos são notáveis, sendo até irritantes. O Android puro, possui 30 apps no total, 19 desde do Google. A maioria dos apps estão sendo substituídos por apps nativos, como a câmera e agenda.

    Ficha Técnica

    Prós

    • Bateria TurboPower 
    • Câmera razoável para a categoria
    • Tela grande com ótima resolução

    Contras

    • Design duvidoso
    • Desempenho irregular
    • Carcaça frágil

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