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    CRÍTICA – Cobra Kai (1ª temporada, 2018, YouTube Red)

    Numa semana particularmente corrida e confusa por conta de uma importante competição de (adivinha o que?) Karate, resolvi aceitar as indicações dos amigos e ver a recém lançada série sobre a mesma arte marcial…fui ver Cobra Kai!

    Eu esperava ver como o herói Daniel-San (Ralph Macchio) continuaria sua saga contra a famigerada academia que dá título à série que agora estava sendo dirigida pelo seu eterno rival e “vilão” do primeiro longa da franquia: Johnny Lawrence (William Zabka). Eu temia a forma como iriam tratar o material original que eu considero intocável, haja vista a atual falta de sensibilidade e respeito com os fãs que está arruinando grandes franquias do entretenimento. Mas isso é tema para outros papos.

    Esperava também ver o mesmo antagonismo pontual repetido ali, ou seja, um “mais do mesmo” insano para faturar com a nostalgia, o popular serviço para fãs – desculpe, mas vou ser original ao usar o termo – mas ao invés disto recebi uma visão coerente do que teria acontecido naquela comunidade e nas vidas de alguns dos personagens do filme original como consequência da derrota de Johnny para Daniel e como isso ainda assombra o nosso agora anti-herói Sensei Johnny.

    Vemos que Johnny agora é um faz-tudo, o chamado em terras tupiniquins de “marido de aluguel”, fazendo pequenos reparos, limpezas e instalações de aparelhos, bem chegado a (muita) cerveja. Bem distante daquilo que ele projetava em 1984, onde era retratado como um garoto rico e marrento com um futuro esnobe pela frente, hoje amargurado por ter falhado em ter sucesso financeiro, afetivo ou como pai, ele vê uma chance de reabrir o Dojo (academia de Karate) após uma série de eventos infelizes e de se ver arrastado para um pequeno conflito.

    Em contrapartida, Daniel atualmente é dono da maior rede de serviços automobilísticos da região. Um bem sucedido empresário com uma vida invejável tanto do ponto de vista financeiro quanto afetivo que ao ver o letreiro na fachada do recém reaberto Dojo tem suas lembranças despertadas e com ela o receio e uma raiva que o transforma em um antagonista incondicional que não vai poupar esforços para frustrar os planos do agora Sensei Johnny e forçar o fechamento da academia.

    O roteiro é simples e elaborado ao mesmo tempo, e tenta falar ao novo público tendo com âncoras os principais personagens, bem como apresentando novos; tanto na idade quanto em participação em produções da indústria do entretenimento.

    A série nos mostra os novos personagens lutando contra o bullying e problemas de autoconfiança na adolescência usando como cenário a já batida escola de ensino médio americana. E faz isso de maneira bem pouco ortodoxa! O Sensei Johnny tem pouco (ou nenhum) tato ou paciência e lida com todos da mesma forma que a maioria das pessoas comuns de meia idade agiria e que hoje é considerada grosseira: apelida, insulta e leva seus alunos ao limite físico e psicológico. Como resultado há um natural debate sobre a sensibilidade excessiva que se faz necessária nos tempos atuais. Uma clara provocação e crítica à essa hipersensibilidade que a geração atual tem, o que acaba criando ao que se chama hoje de “snowflakes“, (“flocos de neve” na tradução literal), fazendo alusão aos jovens e crianças que se ofendem até mesmo ao serem confrontados com opiniões diferentes, fazendo a convivência entre as pessoas bem mais difícil do que antigamente, coisa que Johnny não entende. Eu também não entendo! As situações cômicas acontecem na maior parte por conta deste contraste de opiniões.

    Enquanto Daniel toma para si um novo aprendiz depois de muito tempo afastado do Karate. Este novo aprendiz tem uma ligação bem forte com Johnny que fica chocado ao saber que ele está sendo treinado por seu desafeto.

    O roteiro tem muitas reviravoltas interessantes envolvendo os personagens ligados aos protagonistas da série que vão crescendo até o último e empolgante episódio. E uma coisa é certa: apesar de naturalmente ter inclinação pelo mocinho do filme original, na maior parte do tempo aqui nesta série torci pelo sucesso de Johnny e em alguns momentos odiei Daniel. Cabe dizer que as atuações de Ralph Macchio e William Zabka – a maior surpresa da série – e dos atores mais velhos estão regulares, mas não entenda como um ponto negativo: “Regular” aqui significa que não há atuações extremamente exageradas, entretanto, as performances dos atores novatos precisava de um pouco mais de polimento e talvez eles melhorem ao longo das próximas temporadas. As situações de luta não ocupam tanto tempo de tela e apenas no último episódio que é voltado quase inteiramente ao torneio, onde temos ação e o único grande deslize  perceptível (e muito!) fica por conta de um dos participantes que luta Capoeira!!!

    A parte mais legal é que esta série presta uma homenagem sincera ao original com referências bem sutis ao longo dos episódios (é necessário bastante atenção para notá-las), exceto ao episódio que faz uma bonita homenagem ao Sr. Miyagi, personagem do saudoso Pat Moritae vemos uma passagem do bastão gradual para os novos personagens sem desmerecer os antigos, bem natural, mas cada vez mais rara porque parece que hoje em dia roteiristas e diretores querem quebrar os padrões estabelecidos em algumas franquias para forçar suas visões daquele universo particular. Coisa que quase nunca funciona, não cativa novos fãs e ainda afasta os antigos. Mas nesta primeira temporada, Cobra Kai cumpre todos os requisitos com louvor e faz com que desejemos ver o próximo episódio tão logo seja lançado.

    Ah… e para os “floquinhos de neve” de plantão: Há bastante diversidade no elenco, mas a gente nem nota porque suas participações são orgânicas e coerentes, o que quer dizer que fazem sentido para a história contada. Ou seja, pelo menos aqui, parece que não teremos protestos ou boicotes por cotas.

    Contando com produção executiva de Will Smith, que sancionou aquela versão bizarra do filme de 2010 com seu filho como protagonista e que apesar do nome, não tinha nada de Karate, Cobra Kai é uma produção original do YouTube Red que agora também pode ser visto na plataforma online comum com dez episódios na primeira temporada. Os dois primeiros são gratuitos e os outros possuem preço de lançamento de R$ 3,90 que, acreditem, valem cada centavo.

    Avaliação: Ótimo

    A série acerta em cheio e acho que vai ser difícil você não considerar começar ou voltar a treinar Karate! E que venha a segunda temporada.

    Cobra Kai never die!!!

    Confira o trailer abaixo:

    Já assistiu a primeira temporada? Conte-nos o que achou nos comentários abaixo! E lembre-se de compartilhar com seus amigos nas principais redes sociais! Oss!

    Deadpool: Como Ryan Reynolds teve sua redenção com o personagem

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    Como Deadpool um mercenário de histórias em quadrinhos de lista D com um rosto desfigurado e um arsenal de trocadilhos atrevidos, se tornou uma das principais histórias de sucesso no cinema? O lançamento da 20th Century Fox, com um orçamento de 58 milhões de dólares, arrecadou 783 milhões de dólares em todo o mundo, superando X-Men: Apocalipse e Esquadrão Suicida. Mas, tão importante quanto, é que o filme catapultou Ryan Reynolds, de volta para a lista A de Hollywood.

    Em entrevista a Variety, o ator canadense disse:

    “Quando Deadpool apareceu, foi um grande alívio – foi um papel que senti que poderíamos acertar.”

    Hugh Jackman, que trabalhou com Reynolds em X-Men Origens: Wolverine de 2009, disse:

    “Quando eu recebi o Oscar, Batman não foi indicado, e todos estavam falando sobre isso. É um exagero dizer que estas são injustiças na vida – estamos felizes fazendo filmes. Mas eu adoro quando alguém como Ryan é reconhecido. ‘Esses filmes de grande orçamento ou histórias em quadrinhos não são fáceis de realizar’.

    Deadpool
    Ryan Reynolds e o diretor Tim Miller no set de Deadpool.

    Ele não está preocupado em ser rotulado como um herói de histórias em quadrinhos. E prevê um filme independente com Deadpool e Wolverine – embora isso seja novidade para Jackman.

    “Eu adoraria interpretar Deadpool enquanto eles me deixarem. Temos histórias para vários filmes diferentes. E mesmo que tenha aposentado o personagem [Logan/Wolverine] eu exploraria exclusivamente esse relacionamento para trazer o Hugh de volta para outro filme.”

    Após diversos trabalhos pequenos em séries de TV, Reynolds deu seu salto para os filmes de Hollywood com a comédia de 2002 O Dono da Festa, ambientada em uma fraternidade universitária. De lá, ele fez Blade: Trinity, A proposta, no qual ele interpretou o falso noivo de Sandra Bullock, e Detenção de Risco, que contracenou com Denzel Washington.

    “Os filmes que fiz e que funcionavam financeiramente eram todos de orçamento médio. Eu realmente me sinto confortável nesse espaço. Você não tem essa sobrecarga gigantesca pairando sobre você. Infelizmente o filme de tamanho médio está desaparecendo.”

    À medida que seu poder de estrela aumentava, a ideia de adaptar a HQ Deadpool em um filme se transformou em uma obsessão. Reynolds queria interpretar o personagem quando viu uma tira em quadrinhos de 2004 descrevendo o Mercenário Tagarela como sua própria imagem. Mas, apesar das tentativas de Ryan Reynolds de fazer o filme, a Fox repassou repetidamente a ideia de um filme de Deadpool. Em 2014, Deadpool recebeu luz verde, depois que os fãs se apaixonarem por um teste que havia sido postado no YouTube. E tornou-se o primeiro “trailer” do que viria a ser o primeiro filme do Mercenário Tagarela.

    “Quando as imagens vazaram na internet, criou esta enorme onda”, diz Reynolds. “Eu dou os créditos aos usuários do Twitter, usuários do Facebook e usuários do Instagram para fazer esse filme.” Ele não dirá quem vazou a filmagem, mas presumivelmente era um trabalho interno para cutucar os executivos da Fox. “Eu tenho um advogado de entretenimento. Eu vou deixar por isso mesmo.”, diz ele.

    O fracasso de Lanterna Verde, da Warner Bros. em 2011 aumentou a relutância de Fox em apostar em outro filme de quadrinhos estrelado por Reynolds.

    “Parte do motivo pelo qual Deadpool não era verde de imediato foi certamente por minha causa”, ele admite.

    Agora, Ryan – Deadpool – Reynolds retornará agora com a X-Force, e esperamos que seja tão bom quanto seu antecessor. E você, está animado com Deadpool 2? Deixe seu comentário e lembre-se de nos acompanhar nas principais redes sociais!

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    Deadpool 2 volta às telonas no dia 17 de Maio! 

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    Fortnite: Após a Manopla do Infinito, The Walking Dead pode invadir o jogo

    O modo especial Thanos de Fortnite ainda está disponível.

    Com início da Season 4, Fortnite anunciou um evento crossover com Vingadores: Guerra Infinita para comemorar o filme da Marvel Studios. Para um tempo limitado, os jogadores poderão calçar a Manopla do Infinito e usar as habilidades ilimitadas das Joias do Infinito, e os socos que destroem estruturas para dominar o campo de batalha.

    De acordo com Marcus Sellars, “haverão mais crossovers em Fortnite. Os Vingadores foi só um início,” e podemos esperar para ver alguns eventos por tempo limitado no futuro. Sellars é a pessoa responsável por vazar o Call of Duty Black Ops IV da Treyarch (e a sua falta de um modo single player), e a trilogia Spyro: Reignited, então é certo dizer que ele é uma fonte confiável de informações não oficiais.

    Parece que The Walking Dead será a próxima franquia à se juntar à Fortnite após Os Vingadores. A conta oficial da série no Twitter respondeu um anúncio do evento da Manopla do Infinito com emojis de olhos arregalados, expressando um possível interesse em se juntar ao game da Epic e da People Can Fly (incluindo o stream do YouTube mais visto) Battle Royale. O crossover épico é grátis em todas as plataformas, mas não há mais detalhes até a data em que essa matéria foi postada.

    Confira o trailer do novo modo:

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    Já jogou o modo Thanos no Fortnite? O que achou? Conte nos comentários abaixo, e siga-nos nas redes sociais:

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    Máquina Mortífera: Série é renovada para 3ª temporada e substituição no elenco

    A Fox decidiu renovar a série de drama Máquina Mortífera para uma terceira temporada, mas não exatamente da forma que imaginávamos. Na semana passada, uma fonte revelou que o ator Clayne Crawford, que dá vida ao personagem Martin Riggs, havia sido demitido por “um mau comportamento” nos sets de filmagens. Na verdade, a Fox anunciou hoje a tarde que a terceira temporada de Máquina Mortífera acontecerá, mas Crawford não estará mais na série. Porém, Seann William Scott foi escalado como “um novo personagem que desenvolve uma amizade com Murtaugh (Damon Wayans),” deixando a série Máquina Mortífera sem um Riggs.

    Esse é o primeiro personagem regular de Scott em uma série, que ganhou o estrelato como Stifler, o personagem mais sem noção da franquia American Pie, mas que pareceu crescer consideravelmente com personagens que interpretou nos últimos anos em filmes como Faça o Que Eu Digo, Não Faça o Que Eu Faço, Bem-vindo à Selva, Os Brutamontes.

    Máquina Mortífera é uma série que parece estar numa bolha de públicos cativos, que vale a pena ser renovada mesmo com a saída de um dos atores principais. A série conta com uma audiência de 8.6 Milhões de expectadores por episódio apenas nos Estados Unidos, e também se sai bem internacionalmente. Kate Arthur do Buzzfeed, revelou que uma das razões da Fox optar por renovar a série para uma nova temporada mesmo sem Crawford foi “provar que nenhum tipo de mau comportamento será tolerado e você será despedido.” Arthur cita que sua fonte faz parte da equipe da série, e diz que Crawford era “abusivo com seu elenco e equipe” e contou de uma explosão do ator em frente de uma criança, pela qual ele foi recriminado e teve seu salário atrasado como punição. Aparentemente, o “mau comportamento” continuou, e o canal decidiu retirar o ator da série.

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    Isso marca o desenvolvimento dramático da nova temporada da Fox, na quinta a emissora cancelou três de suas principais comédias: Brooklyn Nine-Nine, The Last Man on Earth e The Mick. Os fãs fizeram uma campanha nas redes sociais de forma massiva, e Brooklyn Nine-Nine agora faz parte da NBC, mas a Fox também cortou duas de suas séries dramáticas O Exorcista e Lucifer, deixando os fãs ainda mais irritados.

    As semanas de renovação estão apenas começando, vamos esperar para ver quais outras produções serão cortadas essa semana. Fiquem ligados…

    Scott tem uma veia humorística incrível, que provavelmente casará bem com a atuação de Damon Wayans, mas teremos que esperar para saber mais sobre a nova configuração da série quando ela retornar.

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    #52filmsbywomen 18 – Eu Não Sou Um Homem Fácil (2018, Éléonore Pourriat)

    Eu Não Sou Um Homem Fácil foi um lançamento Netflix no mês de maio, e já integra nosso projeto #52filmsbywomen. Éléonore Pourriat é a diretora, e no elenco temos Pierre Benezit, Moon Dailly, Vincent Elbaz e Marie-Shopie Ferdane. Na história, um chauvinista inveterado acorda em um mundo invertido, dominado por mulheres, e experimenta diversas situações desagradáveis em sua condição.

    Pourriat é uma diretora e roteirista francesa, responsável pelo curta Maioria Oprimida, que se tornou viral na internet ao propor de forma cômica e sarcástica um universo onde os homens sofrem abusos e assédios pelas mulheres dominantes na sociedade. Eu Não Sou Um Homem Fácil expande a ideia do curta, mostrando uma sociedade onde os papéis são invertidos. Os universos masculino e feminino são trabalhados de formas peculiares, mulheres sem muita preocupação com aparência, ocupando posições de poder, e homens como seus secretários, atendentes e cuidadores domésticos. A premissa é generalizada para efeitos de comédia e para reforçar o argumento.

    A perspectiva é do personagem Damien (Elbaz). Essa informação é importante para compreender a maneira como essa sociedade é organizada. Não vemos uma possibilidade de sociedade matriarcal, e sim uma sociedade onde as mulheres ocupam o universo dominante, outrora masculino, e tudo que ele inclui. Éléonore Pourriat não propõe alternativas ao modelo vigente, apenas uma inversão direta. O resultado é interessante e até didático ao desenhar como ridículas algumas opressões sofridas diariamente pelas mulheres, seja em relação a seus comportamentos, aspectos físicos ou capacidades. Algumas cenas são muito divertidas como uma montagem que envolve depilação, sobrancelha e tintura capilar. Porém, a inversão pura e simples torna a discussão rasa. As personagens não apresentam muitas características admiráveis, dificultando qualquer empatia com suas jornadas. O filme apresenta um desfecho sombrio, que parece não oferecer alternativas viáveis: Qualquer que seja o grupo dominante, a opressão ocorrerá da mesma forma e nos mesmos termos.

    Eu Não Sou Um Homem Fácil é um filme leve, bom de assistir, mas com um final poderoso e uma mensagem complexa, porém pouco explorada. Pourriat não investiga como seria uma sociedade matriarcal, mas alerta para os absurdos e abusos do patriarcado como posto, e assim conduz uma narrativa relevante e que deve promover muitos debates e discussões.

    Confira o trailer:

    https://www.youtube.com/watch?v=YGvaR9_HYKs

    Já começou a campanha #52FilmsByWomen? Tem ideia de algum filme nos indicar? Deixe-nos seus comentários e lembre-se de compartilhar esse post com seus amigos em suas redes sociais! Até domingo que vem com uma nova seleção ?

    Deadpool 2: Filme fez Rob Liefeld chorar de alegria

    Acontece que Deadpool 2 pode ser um filme de comédia ou de ação, mas ainda levou uma pessoa às lagrimas. Não é a primeira vez que alguém chorou durante um filme de super-heróis (como eu, em Mulher Maravilha ou Vingadores: Guerra Infinita), mas dessa vez foi o criador de Deadpool e do Cable, Rob Liefeld que assistiu o filme no outro dia.

    Confira os tuítes dele:

    “Eu chorei ao fim de Deadpool 2. Parte foi pela emoção da música que tocou, mas maior parte da emoção foi por eles terem pousado um avião de forma incrível. O avião é o filme nessa analogia, não há nenhuma sequência em que eles pousam o avião em específico.”

    Liefeld foi rápido ao dizer que precisou esconder o fato de estar chorando rapidamente, para que ninguém visse um homem adulto chorando por um filme de comédia.

    “Eu limpei minhas lágrimas rápido antes das luzes acenderem pois não queria que todo mundo ficasse ‘Porquê Liefeld está chorando por Deadpool 2?’ O filme é incrível. Um sonho que se tornou realidade. Se prepare para Cable, Dominó e os outros!”

    Lágrimas de alegria é elevar o hype à outro nível, e considerando o frisson do filme, vamos esperar que não estrague as nossas expectativas.

    Deadpool 2 é dirigido por David Leitch, estrelado por Ryan Reynolds, Morena Baccarin, T.J. Miller, Josh Brolin, Brianna Hildebrand e Zazie Beetz.

    O filme terá lançamento no dia 17 de Maio de 2018. 

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