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    O Problema dos Três Corpos: Benioff e Weiss adaptarão livros para Netflix

    David Benioff e D.B. Weiss, a dupla criativa por três de Game of Thrones da HBO, e Alexander Woo (True Blood), estão adaptando os livros de Liu Cixin, O Problema dos Três Corpos, em uma série original Netflix.

    O Problema dos Três Corpos conta a história do primeiro contato da humanidade com uma civilização alienígena. Rian Johnson e seu parceiro produtor Ram Bergman (Star Wars: Episódio VIII – Os Últimos Jedi) se juntarão a Benioff, Weiss e Woo como produtores executivos. Cixin também se juntará a equipe com produtor consultor.

    O comunicado a imprensa completo pode ser lido abaixo:

    O best-seller internacional O Problema dos Três Corpos será adaptado pela Netflix como uma série original.

    A primeira vez que li a trilogia do Problema dos Três Corpos, ele mudou o que ficção-científica era para mim para sempre.

    Apesar de parecer ter uma premissa parecida – a história do primeiro contato da humanidade com uma civilização alienígena – a habilidade do autor chinês Liu Cixin de misturar ciência com ficção fazer sua visão do futuro e do contato extraterrestre mais realista do que qualquer outra ficção-científica que eu já li. Ao mesmo tempo, eu me senti tão atraído pela história de toda a humanidade vulnerável a mesma ameaça externa e como isso tanto unifica quando divide os humanos.

    Desde meus primeiro dias trabalhando na Netflix com séries como Black Mirror e Sense8, eu procurei histórias e pontos de vistas que fossem únicos. Essa história é única, especial – e eminentemente identificável. Essa é a razão de eu estar tão feliz em anunciar que os livros vencedores do Prêmio Hugo, O Problema dos Três Corpos e suas duas sequências estão chegando à Netflix como uma série.

    Nós obtivemos os direitos de adaptação do universo dos Três Corpos e do Yoozoo Group para produzir a adaptação da série em inglês e montamos uma equipe criativa talentosa e atenciosa para fazê-lo. Cada um dos indivíduos não apenas compartilha da paixão pelos livros, mas também possuem a visão criativa e ambição para ajudar a trazer a vida essa incrível história para os espectadores de todo o mundo.

    A equipe criativa

    A equipe começa com os roteiristas e produtores executivos David Benioff & D.B. Weiss (Game of Thrones), e Alexander Woo (The Terror: Infamy, True Blood), que possuem a experiência de contar a história de sagas ambiciosas pelo tempo e espaço, assim como os produtores executivos Rian Johnson e seu produtor parceiro Ram Bergman (Looper, Entre Facas e Segredos, Star Wars: Episódio VIII – Os Últimos Jedi), que maravilharam os fãs com incríveis épicos. Assim que começamos a discutir esse projeto, eu recebi e-mails frequentes deles em que discutíamos os livros compulsivamente sempre que podíamos. Eles são grandes defensores do material fonte.

    Os queridos fãs dos livros, também foram extremamente importantes para termos o apoio de Liu Cixin que criou esse universo expansivo. Cixin foi além e se juntou como um dos produtores consultores junto de Ken Liu, que escreveu a tradução em inglês de O Problema dos Três Corpos e O fim da Morte. Com Cixin e Ken envolvidos para garantir que o espírito dos livros permaneçam intactos.

    Além dessa equipe criativo, trouxemos produtores executivos apaixonados pela série:

    Bernadette Caulfield (Game of Thrones, Arquivo-X), a atual presidente da Benioff & Weiss.

    Nena Rodrigues, Presidente de Televisão da Johnson e Bergman produções, T-Street.

    Lin Qi, Presidente e detentora dos direitos – Yoozoo Group e O Universo dos Três Corpos, e Zhao Jilong, Vice-Presidente do Universo dos Três Corpos, que estão altamente comprometidos em construir uma significativa franquia dos Três Corpos.

    Plan B Entertainment ( a empresa de Brad Pitt, Jeremy Kleiner e Dede Gardner) conhecida por adaptar histórias e projetos globais como Okja para a Netflix e o vencedor do Oscar de Melhor Filme, Moonlight.

    A empresa especializada em adaptar propriedades literárias de Rosamund Pike e Robie Uniacke, a Primitive Steak.

    Para citar O Problema dos Três Corpos:

    Na minha linha de trabalho, é tudo sobre ligar coisas aparentemente desconectadas. Quando você as coloca juntas da forma correta, você vê a verdade.

    Todos nós compartilhamos do mesmo objetivo: prestar homenagem a incrível história e levar as pessoas à aventura de uma vida.

    – Peter Friedlander, Vice-Presidente, Séries de Drama Originais

    A série original Netflix ainda não tem uma data de estreia definida.



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    CRÍTICA – Tudo Pela Arte (2020, Giuseppe Capotondi)

    Tudo Pela Arte é um filme dirigido por Giuseppe Capotondi e estrelado pelo lendário cantor Mick Jaegger, Donald Sutherland, Claes Bang e Elisabeth Debicki.

    SINOPSE

    Tudo Pela Arte

    James (Claes Bang) é um crítico de arte de personalidade forte. Ele e sua companheira Berenice (Elisabeth Debicki) estão em um tour pela Europa e acabam conhecendo Cassidy (Mick Jaegger), um excêntrico colecionador de arte. 

    Cassidy pede para James roubar a obra-prima de Jerome Debney (Donald Sutherland), pois o artista tem temperamento difícil para vender suas obras. 

    ANÁLISE

    Tudo Pela Arte

    Tudo Pela Arte é um filme que não é para todo tipo de público, uma vez que possui diálogos densos e um ritmo bastante cadenciado.

    Seu primeiro ato beira o marasmo e o espectador que não está acostumado com este tipo de obra ficará cansado.

    O longa demora bastante tempo para acontecer, pois tem como objetivo apresentar seus personagens e suas ambições com o tempo necessário.

    Para que o Tudo Pela Arte funcione, seu elenco deve estar afiado, e isto é algo que não é difícil, pois os atores conseguem interpretar muito bem seus papéis.

    Elisabeth Debicki é sensual e possui um carisma baseado em seu charme e sensualidade. Mick Jaegger tem um personagem que sabe o que quer e parece não ter muitos escrúpulos. Donald Sutherland mostra toda sua paixão e entusiasmo em um artista de temperamento difícil.

    Todavia, o grande destaque vai para Claes Bang. O ator começa de forma canastrona, até um pouco estranha a construção de seu protagonista. Entretanto, ao passar do tempo James vai ganhando camadas, se tornando psicótico e complexo a ponto de fazer o que for preciso para se dar bem, sendo o personagem que termina a trama de forma mais completa que os demais.

    A direção e roteiro são competentes, mesmo que o filme seja muito parecido com outras obras como O Pintassilgo, de John Crowley.

    A arte, tema central do filme, é abordada de forma bastante técnica, além de possuir muitos simbolismos por meio de exemplos filosóficos como o uso de moscas para tratar de artistas medíocres, por exemplo.

    O roteiro tem sua força, contudo, carece de identidade por conta de diversos clichês de outras obras thrillers de suspense.

    VEREDITO

    Tudo Pela Arte

    Com texto apurado, mas com desenvolvimento bastante lento, Tudo Pela Arte é um filme de digestão não tão simples. Com um texto bastante técnico, o longa nos mostra o quão podre pode ser o mundo da arte, contudo, falta um pouco de carisma para a obra do italiano Giuseppe Capotondi que escorrega demais no seu ritmo.

    Veja o trailer de Tudo Pela Arte:

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    Netflix lança site “Assista Grátis” com Bird Box, Olhos que Condenam e mais!

    A Netflix está oferecendo acesso grátis a alguns de seus filmes e série originais – e os espectadores não precisam de uma conta para assistir.

    Para atrair novos espectadores, a Netflix lançou o “Assista Grátis” que está disponível para todos que tenham acesso à internet. A seção conta com 10 filmes e séries de TV que o serviço de streaming oferece de graça, sem assinatura.

    Os filmes contam Bird Box, Mistério no Mediterrâneo, O Poderoso Chefinho: De Volta aos Negócios, Os Dois Papas, enquanto as séries de TV contam com conteúdos como Stranger Things, Casamento às Cegas, Olhos que Condenam, Grace e Frankie, Elite e Nosso Planeta.

    Com os novos acessos grátis, os espectadores podem assistir esses títulos em todos os idiomas, mas poderão assistir apenas os primeiros episódios de cada série original Netflix.

    De acordo com o Assista Grátis, a Netflix mudará sua seleção de tempos em tempos, permitindo que os espectadores vejam alguns de seus filmes e séries originais.

    O representante da Netflix revelou ao Gadgets360:

    “Nós estamos olhando para diferentes promoções para atrair novos membros e dar a eles uma incrível experiência Netflix.”

    Cada um dos títulos grátis podem ser assistidos online em um computador ou através de um aparelho Android. O site aponta que browers do iOS Apple não são suportados, e os espectadores não podem acessar o conteúdo de graça em Smart TV ou Smart TVs com aplicativos Netflix.

    Essa não é a primeira vez que a Netflix fornece conteúdo de graça ao grande público. Em fevereiro, o serviço disponibilizou seu filme original “Para Todos Garotos Que Eu Já Amei” para os moradores dos Estados Unidos, em Abril, a Netflix disponibilizou 10 documentários de graça no YouTube.



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    CRÍTICA – Host (2020, Rob Savage) | Feededigno

    Host, filme da plataforma norte americana Shudder, é dirigido por Rob Savage.

    SINOPSE

    Host

    Um grupo de amigos está na quarentena do Novo Coronavírus (Covid-19) e decidem sair da rotina por meio de uma forma incomum: fazer uma sessão espírita via Zoom.

    Entretanto, as coisas começam a dar errado por conta de uma brincadeira e agora eles lutam pela sobrevivência.

    ANÁLISE

    Host

    Host é um filme diferente do usual, pois aborda a pandemia de uma maneira inventiva.

    Aliás, inventivo é um adjetivo que condiz muito com o projeto. Espirituoso, inteligente e com uma boa realização, por exemplo, Host traz um frescor interessante para o gênero de terror.

    Mesmo com uma premissa clichê de filmes de assombração, o filme se utiliza muito bem da tecnologia, visto que, a torna uma aliada em sua execução.

    Ao utilizar o Zoom como plataforma, temos aqui o imprevisto, uma vez que não sabemos qual dos personagens pode ser o próximo por conta das diversas telas.

    Falhas na conexão, quedas de internet, descansos de tela e aplicativos de filtros, por exemplo, são utilizados de forma brilhante, mostrando que a criatividade é a principal aliada em projetos menores.

    O elenco foi muito bem escolhido e o roteiro foi amarradinho, pois mostra uma fluência nos diálogos e atuações genuínas; há muita verdade em tela.

    Há quem diga que o filme é apressado, pois em apenas 57 minutos muita coisa acontece. Contudo, Host é fluído e tem o tempo certo para seus acontecimentos, algo que para mim funcionou muito bem.

    VEREDITO 

    Host

    Se você está em busca de um divertimento rápido e uma boa estrutura criativa de filme, Host é uma baita pedida para seu fim de semana. 

    Com atuações interessantes e boas sacadas da direção, a obra ficará na memória por causa de sua inventividade e momento certo de sua chegada.

    Confira abaixo o trailer:

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    A Maldição da Mansão Bly: Primeiro teaser é revelado!

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    A Maldição da Mansão Bly, sucessora de A Maldição da Residência Hill, ganhou seu primeiro teaser e a data de estreia para 9 de Outubro. 

    No teaser é possível ver que as crianças têm uma ligação com os fantasmas da casa, enquanto a atriz Victoria Pedretti busca entender o que está acontecendo no lugar. 

    Apesar de todos esses sustos, porém, o programa está sendo chamado de “romance gótico arrepiante” pela Netflix.

    O próximo capítulo da antologia que começou com A Maldição da Residência Hill se passa nos anos 80 na Inglaterra. Após a trágica morte da última babá, Henry Wingrave (Henry Thomas) contrata uma jovem babá (Victoria Pedretti) para cuidar de sua sobrinha e sobrinho órfãos (Amelie Bea Smith e Benjamin Evan Ainsworth) que residem na velha mansão. Ela se muda para o local para cuidar das crianças, mas logo descobre que nem tudo é como parece na residência.

    O show, que também conta com Rahul Kohli como o chef Owen da propriedade; Amelia Eve como a zeladora, Jamie; e T’Nia Miller como a governanta, Sra. Grose, irá explorar segredos sombrios de amor e perda através dos séculos na Mansão, onde “morto não significa ido”.

    Os responsáveis pela produção, Mike Flanagan e Trevor Macy, se inspiraram nas icônicas histórias sobrenaturais de Henry James para criar o drama. No elenco, também fazem parte, Oliver Jackson-Cohen, Kate Siegel e Tahirah Sharif

    A segunda temporada da antologia volta com alguns nomes do elenco original de forma similar a série American Horror Story. A primeira temporada da A Maldição da Residência Hill foi sucesso tanto de critica como de público e está disponível na Netflix

    Confira o trailer de A Maldição da Residência Bly:

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    CRÍTICA – Estou Pensando em Acabar com Tudo (2020, Charlie Kaufman)

    No dia 4 de Setembro estreará na Netflix o longa Estou Pensando em Acabar com Tudo, nova produção do diretor e roteirista Charlie Kaufman. O filme é baseado no livro homônimo escrito por Iain Reid e traz em seu elenco os atores Jessie Buckley, Toni Collette, Jesse Plemons e David Thewlis.

    SINOPSE

    Uma jovem mulher (Jessie Buckley) embarca em uma viagem para conhecer os pais de seu namorado Jake (Jesse Plemons). Ao longo dessa jornada, ela passa a questionar seus desejos e motivações, tendo o pensamento constante de acabar com tudo entre os dois.

    ANÁLISE

    Estou Pensando em Acabar com Tudo é um filme desafiador em todos os sentidos, pois o desenrolar da trama e dos acontecimentos mais trazem dúvidas do que resoluções.

    Com uma condução lenta e, por vezes, um tanto cansativa, o longa não é uma produção simples de ser consumida, portanto mantenha isso em mente antes mesmo de dar o play.

    O livro homônimo escrito por Iain Reid e lançado em 2017 é conhecido por sua narrativa exaustiva e tensão constante, mantendo o thriller psicológico vivo a cada novo capítulo. Adaptá-lo para a tela seria um desafio para qualquer cineasta e talvez por isso não exista um nome melhor para essa adaptação do que Charlie Kaufman.

    CRÍTICA – Estou Pensando em Acabar com Tudo (2020, Charlie Kaufman)

    Conhecido por longas extremamente aclamados pela crítica (Anomalisa, Quero ser John Malkovich), Kaufman provavelmente fará a felicidade de muitos fãs da obra original – mesmo tendo a liberdade criativa de adaptar a trama sob sua ótica particular.

    Estou Pensando em Acabar com Tudo possui uma estranheza peculiar que faz o espectador querer entender o seu desfecho, mesmo que o desenrolar seja um pouco complicado.

    A grande estranheza causada pela produção está ligada à forma como ela é montada. Com longas cenas – que aparentam, por vezes, quase não terem cortes – o espectador é mantido por muito tempo em um mesmo cenário, contemplando longos diálogos expositivos que, à primeira vista, podem não fazer muito sentido.

    A atuação de Jessie Buckley e Toni Collette são os grandes destaques do longa. Toni é sempre uma aparição, brilhando e roubando a cena em todos os projetos que se propõe a fazer. Jessie pode não ser tão conhecida do grande público, porém já mostrou toda a sua versatilidade em projetos como Fargo, Chernobyl e Taboo.

    CRÍTICA – Estou Pensando em Acabar com Tudo (2020, Charlie Kaufman)

    A cinematografia de Łukasz Żal, responsável por longas como Guerra Fria e Ida, é outro fator importantíssimo para a boa execução de Estou Pensando em Acabar com Tudo, dando o tom intimista e perturbador de diversas cenas.

    Os diálogos excêntricos de Kaufman obrigam os atores a se entregarem completamente às cenas, o que escancara a diferença de atuação entre Jessie e Jesse Plemon. Mesmo assim, a boa condução das cenas feita pelo diretor mantém o espectador entretido (mesmo nos momentos mais peculiares).

    VEREDITO

    Estou Pensando em Acabar com Tudo é um filme estranho, mas interessante. Uma experiência diferente da maioria dos filmes que você irá assistir em 2020.

    A leitura do livro – ou uma pesquisa após assistir ao longa – fará toda a diferença para o total entendimento da trama, que possui um desfecho inusitado e extremamente peculiar.

    Em suma, Estou Pensando em Acabar com Tudo é o tipo de filme que traz muitas questões para o espectador refletir, mas termina com muitas perguntas a serem respondidas pela trama.

    4,0 / 5,0

    Assista ao trailer:

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