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    CRÍTICA – Destroy All Humans! (2020, THQ Nordic)

    Destroy All Humans! foi lançado originalmente para PlayStation 2 e para o Xbox em 2005. O adorado game em 2020 ganhou um remake para o PlayStation 4, Xbox One, Google Stadia e PC. O game conta a história de Cryptosporidium, também conhecido como Crypto, um guerreiro Furon que vem à Terra para resgatar um de seus clones que caiu no planeta e foi capturado por humanos a fim de ser estudado.

    Crypto é um daqueles alienígenas cinzas, mais conhecidos como “Gray”. No game, ele é comumente chamado de alienígena verde, ato que ele contesta sem pestanejar.

    Crypto é da raça Furon, a raça perdeu a habilidade de se reproduzir e desde então, vem se clonando. Ao início do game, os Furon estão chegando agora ao seu esgotamento, quase não podendo mais criar clones.

    Além de resgatar seu clone, Crypto é incumbido da missão de tentar restaurar a antiga glória de seu povo e seu império, ao coletar o DNA humano, que contém uma porcentagem de DNA Furon.

    AMBIENTAÇÃO

    Destroy All Humans

    O game é ambientado no que parece ser os anos 50. O pós-guerra e todos os temores de uma paz recém-adquirida são abordados de forma leve e irônica. Questionando sempre o “American Way of Life“.

    A modelagem 3D dos personagens nos fazem sentir envoltos no momento histórico no qual parecia ser necessário apenas uma fagulha, para reacender todos os conflitos e fazer o mundo mergulhar novamente em um caos incessante.

    A sombra do comunismo e a forma como os Estados Unidos parecia temer a antiga União Soviética flerta e permeia a história do game, sendo possível até mesmo culpar o país europeu por uma invasão alienígena.

    JOGABILIDADE

    A jogabilidade de Destroy All Humans! é extremamente divertida, e proporciona diversas aproximações para as mais adversas ameaças. A probabilidade de você sorrir em meio à destruição de cidades americanas, e o divertido enredo, são enormes, então se você planeja ser incisivo e sério em sua empreitada de dominar o planeta azul, pense novamente.

    As habilidades tanto de Crypto quando de sua nave espacial, tornam a jogabilidade especialmente únicas, podendo variar de jogador para jogador, de acordo com seus upgrades (que são possíveis de realizar tanto em Crypto, quanto em seu meio de transporte).

    A fragilidade do protagonista é inversamente proporcional à capacidade de destruição de sua nave. Tenha em mente, que somos capazes de queimar as unidades e as defesas terrestres do alto sem qualquer dificuldade. Ao optar por não colocar nenhum peso nas escolhas do jogador, Destroy All Humans! mostra que tanto os poderes diretamente destrutivos, podem ser divertidos, assim como os mentais, no qual apertamos um direcional para atrair um personagem, ou outro direcional para colocar o “Holozé”, para funcionar.

    Apesar de uma premissa extremamente simples, o game parece tomar liberdades e direções que nos deixam tanto abismados, quanto surpresos. Tirando risadas, e provocando certo estranhamento quando encarados por personagens que atestam a existência de alienígenas.

    As principais linhas de defesa da Terra, assim como os principais antagonistas do game, são a Majestic. Uma organização do governo coordenada para evitar e prevenir qualquer ataque vindo do espaço.

    VEREDITO

    Destroy All Humans

    O brilhantismo do game reside no fato dele não se levar a sério, e do fato de Crypto tirar sarro de qualquer costume terrestre. Nos fazendo tanto parar para pensar, quanto nos rendendo algumas boas gargalhadas.

    Destroy All Humans! mostra de forma clara que a humanidade não é nem um pouco digna de confiança, e que apesar de esperar visita de seres superiores, mais evoluídos, estamos prontos para abatê-los do céu em um segundo.

    O game tira sarro e reproduz típicos clichês, ou sinais do tempo, de uma época temerosa, cujos preconceitos e medos tomavam conta daqueles que preferiam se fechar em seus mundos, a aceitar o diferente, e que o mundo estava mudando.

    O game se mostra extremamente divertido, e nos mostra que a Terra seria facilmente dominada, até mesmo por um exército de um homem só. Ou melhor, exército de um gray só.

    Confira o trailer do game:

    Você já teve a oportunidade de jogar Destroy All Humans? Se sim, deixe seus comentários e sua avaliação abaixo. Se não teve oportunidade de jogar, confira nossas gameplays!



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    CRÍTICA – Pândega: Terror (2020, Skript)

    É incontestável que os quadrinhos brasileiros de terror vêm apresentando uma nova safra de autores cada vez mais talentosos. Pândega: Terror, publicação da Editora Skript, é um desses casos de ótimos quadrinhos criados por incríveis quadrinistas brasileiros.

    Em Pândega temos uma antologia de terror que conta com a presença de 50 autores. Cada antologia apresenta uma história mais bizarra que a outra sem falar da arte que é encantadora e outras bem sombrias.

    ANÁLISE

    A narrativa de Pândega é bem dinâmica e fluida, pois cada antologia é bem curtinha – e extremamente macabra. Em algumas histórias o leitor vai realmente ficar com medo, pois algumas das tramas traçam paralelos com a realidade que vivemos hoje.

    Cada artista apresenta um traço versátil e outros bem peculiares, o que deixa o quadrinho bem mais bizarro e envolve o leitor a seguir a leitura.

    Certamente, as histórias que mais me envolveram foram as que apresentaram críticas sociais ao desgoverno que o nosso país vem vivendo, pois alguns autores souberam muito bem transmitir o maior terror de todos: a onda de fascismo, racismo e desinformação que vem assombrando a todos que não foram infectados por essa insanidade.

    VEREDITO

    Pândega: Terror é um ótimo quadrinho, onde cada artista trata de forma criativa o gênero de terror – seja com contos mais sombrios ou outros que se misturam a nossa realidade. Realidade essa que não fica muito longe de uma terrível história de terror.

    Entendo que a proposta da HQ é ser uma antologia, mas vejo que algumas histórias tinham grande potencial de ter uma expansão, pois são muito boas e bem escritas. Desejo que, futuramente, tenhamos uma continuação dessas histórias macabras e sombrias.

    EDITORA: Skript

    AUTOR: Douglas Freitas e outros.

    PÁGINA: 216

    https://youtu.be/-4MM6FzDNIc

    E você, O que achou dessa HQ? Deixe sua nota!

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    Lovecraft Country: Episódio 1 – Sundown | Análise e referências

    Lovecraft Country, nova série da HBO criada por Misha Green e baseada na obra homônima de Matt Ruff, estreou no último domingo (16/8) e está movimentando a internet.

    Produzida por J.J. Abrams e Jordan Peele, a série mistura elementos do terror cósmico (e weird fiction) de H.P. Lovecraft e a realidade dos Estados Unidos segregador dos anos 1950 para construir uma trama assustadora.

    Nesta análise nós faremos uma crítica COM SPOILERS do episódio 1, intitulado Sundown, e, ao término, traremos todas as referências abordadas ao longo da trama. Então, leia por sua conta e risco.

    SINOPSE

    Há mais de um ano afastado de casa – enquanto prestava serviço militar para os Estados Unidos na Coreia do Sul – Atticus Freeman (Jonathan Majors) ou Tic, como é conhecido, resolve retornar à sua cidade natal (Chicago) após o desaparecimento de seu pai – em condições inexplicáveis.

    Ao reencontrar seu tio George (Courtney B. Vance) e sua amiga Letitia (Jurnee Smollett), os três embarcam em uma viagem pela América de Jim Crow dos anos 1950 na esperança de encontrarem o pai de Tic.

    ANÁLISE

    Lovecraft Country começa com uma ótima apresentação de todos os três principais personagens.

    Desde a primeira cena – uma invasão alienígena misturada com a imagem de Jackie Robinson (primeiro jogador negro a ingressar nas principais ligas de beisebol) – é possível perceber como o terror cósmico de Lovecraft se encaixa com a premissa do seriado e seu período histórico.

    Assim que inicia o episódio, a produção deixa implícito seu ímpeto de ser grandiosa. Entretanto, os efeitos especiais, nesse primeiro momento, são um pouco simplórios, deixando um pé atrás sobre o que vamos encontrar ao longo da 1 hora e 8 minutos de duração.

    Lovecraft Country: Episódio 1 - Sundown | Análise e referências

    Em seu arco de apresentação, Tic se mostra um rapaz culto, apaixonado por leitura e aficionado por obras de conceito pulp. Letitia é uma jovem livre e engajada, mas que não se dá muito bem com sua família.

    Para fechar o trio, temos tio George, um personagem forte e determinado, pronto para colocar o bem-estar de todos acima do seu. George é o responsável pelo Guia – uma alusão ao Green Book, livro que mapeava os locais seguros para negros nos Estados Unidos na época da segregação.

    É por meio do Guia que os três possuem locais mapeados onde podem fazer uma refeição, dormir ou tomar banho, por exemplo. Entretanto, vários locais ainda precisam ser mapeados, e a busca pelo pai de Tic (até então sem nome) acaba sendo uma motivação a mais para George completar mais uma área de seu livro.

    Lovecraft Country: Episódio 1 - Sundown | Análise e referências

    O desenrolar da trama – com os três pegando a estrada e parando em diversos locais hostis -, já deixa claro que os monstros de H.P. Lovecraft podem ser assustadores, mas os seres humanos são ainda piores. O preconceito que o grupo enfrenta em cada local visitado escancara o quão difícil é a realidade que eles enfrentam.

    Se a realidade é terrível, a literatura que George e Tic consomem também não é das melhores. Em uma reviravolta fantástica do último ato, somos inseridos em uma sequência de ação que lembra muito as boas cenas de Stranger Things e o pânico que o primeiro Jurassic Park despertava nos telespectadores.

    O uso do CGI em um contexto de anoitecer foi uma boa escolha, pois consegue mascarar qualquer problema – ou baixo custo – que possa ocorrer na sequência em questão.

    Apesar de algumas montagens apressadas em seus primeiros minutos, buscando logo passar para a parte importante da história (pós-apresentações), o primeiro episódio da série acerta em todas as suas escolhas, empolgando até mesmo os espectadores que já estavam hypados para o lançamento.

    A qualidade do roteiro de Misha Green é incrível, principalmente quando ela consegue encaixar discursos e falas reais ao contexto de apresentação da trama, tornando toda a história ainda mais significativa.

    REFERÊNCIAS

    Ao longo do primeiro episódio de Lovecraft Country, diversos livros e citações são acrescentados à trama.

    A primeira referência é a obra Uma Princesa de Marte, escrita por Edgar Rice Burroughs, considerada um clássico da literatura de ficção pulp.

    Publicado pela primeira vez em 1912, o livro é o primeiro de uma série sobre o lendário personagem John Carter, um nativo americano e ex-confederado que um dia acorda em Marte e protagoniza diversas aventuras.

    Durante a viagem de ônibus de volta para Chicago, Tic pega no sono e sonha com uma mulher descendo de uma nave alienígena, uma provável referência direta à Dejah Thoris, princesa do conto e interesse amoroso do herói.

    Lovecraft Country: Episódio 1 - Sundown | Análise e referências

    Outro livro que aparece durante a cena em que Tic apresenta a carta de seu pai ao tio George é o The Outsider and Others do Lovecraft. A publicação reúne uma série de contos do escritor como O Horror Em Red Hook e O Chamado de Cthulhu, bem populares no Brasil e no mundo.

    Como já se sabe, o autor era extremamente racista e usava citações e metáforas horrorosas em seus contos. Obviamente esse entendimento não passaria despercebido, sendo criticado pelos próprios personagens durante a cena.

    Além do livro, a cidade de Arkham é também uma referência direta a um município criado por H.P. Lovecraft em um seus contos.

    Na verdade, o local que eles estão procurando é Ardham, mas Tic lê erradamente o nome na carta escrita por seu pai e acaba referenciando a cidade clássica da literatura. De acordo com o site Fandom, a cidade fictícia foi citada tantas vezes pelo autor que muitas pessoas acreditam que o local realmente existiu.

    Lovecraft Country: Episódio 1 - Sundown | Análise e referências
    Arkham by Michele Botticelli.

    Uma outra curiosidade é sobre Bideford, local comentado pelo irmão de Leti durante o jantar. Na história – contada pelo irmão – uma mulher foi morta no local por ser considerada uma “bruxa”.

    O fato é que não existe uma Bideford em Massachusetts, mas sim na Inglaterra, onde essa história realmente aconteceu.

    VEREDITO

    Sundown é um ótimo episódio inicial de série, empolgando e marcando o tom de Lovecraft Country.

    Trazendo a palavra ressignificação como um ponto interessante na construção de sua narrativa, o seriado se propõe a criar uma obra diferenciada e única. Atrelada a um período vergonhoso na história dos Estados Unidos, o seriado tem tudo para traçar o caminho de Watchmen e quebrar diversas barreiras.

    Além da ótima trama e do desenvolvimento narrativo perfeitamente executado, o elenco principal traz atuações incríveis e mostra uma química interessante em conjunto, fazendo os 68 minutos de duração do episódio passarem voando.

    Com um cliffhanger bem construído ao término do primeiro episódio, Lovecraft Country mantém o telespectador interessado em saber o que acontecerá na próxima semana de exibição.

    Assista ao trailer legendado:

    E você, curtiu o primeiro episódio? Deixe a sua nota e seus comentários!

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    Dragon Ball FighterZ revela Mestre Kame como novo lutador DLC

    Como esperado, Dragon Ball FighterZ revelou hoje que seu mais recente lutador DLC é ninguém menos que o Mestre Kame! Bem, a parte “Mestre Kame” é nova, de qualquer maneira, mas o anúncio do novo lutador DLC era esperado.

    A revelação do personagem deixa apenas duas vagas abertas no atual passe de lutador que ainda não foram reveladas, os últimos adicionados fora. Kefla e Goku em sua versão Ultra Instinct. Com Goku, tendo sido lançado em Maio.

    Enquanto o trailer de revelação, que você pode conferir abaixo, mostra algumas das habilidades de Mestre Kame contra Piccolo, um showcase específico para o próximo personagem DLC deve ser lançado no próximo mês, que também é quando o próprio Mestre Kame deve ser lançado.

    Nenhuma data definitiva foi definida para o showcase ou o lançamento do personagem como um lutador DLC ainda, mas os proprietários de Dragon Ball FighterZ terão dois dias de acesso antecipado ao personagem quando ele for lançado.

    Dragon Ball FighterZ está atualmente disponível para PlayStation 4, Xbox One, Nintendo Switch e PC.

    O lançamento de Mestre Kame está previsto para Setembro. Ultra Instinct Goku, o lutador DLC mais recente, já está disponível no jogo, e mais dois lutadores ainda serão revelados no futuro.

    O que você acha do que vimos do novo DLC de Dragon Ball FighterZ até agora? Você está animado para jogar como Mestre Kame quando ele for lançado?



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    Punchline: DC vai explorar origem da nova parceira do Coringa em edição especial

    A DC anunciou um one-shot de 48 páginas de James Tynion IV, Sam Johns e Mirka Andolfo chamado Punchline, que investigará a origem da nova companheiro do Coringa.

    O comunicado de imprensa oficial da DC está abaixo:

    “Desde sua primeira aparição nas páginas de Batman, Punchline tem rapidamente se estabelecendo como um dos melhores personagens de quadrinhos criados em 2020. Em 10 de Novembro, o mistério por trás desse novo personagem será explorado em Punchline #1, um one-shot especial de tamanho grande (48 páginas).

    Escrito por James Tynion IV e Sam Johns (DC’s Crimes of Passion, Over the Garden Wall, Razorblades) com arte de Mirka Andolfo (DC Comics Bombshells, Hex Wives, Harley Quinn), este one-shot também terá uma capa principal por Yasmine Putri (DCeased) e capa variante de Frank Cho.”

    Veja a capa de Punchline #1:

    Tynion IV comentou:

    “Quando apresentei Punchline pela primeira vez, disse muitas vezes que isso não seria um flash no personagem. Que eu tinha grandes planos para ela seguir em frente, isso geraria uma grande história no próximo ano e além. A Guerra do Coringa acabou, mas os planos de Punchline apenas começaram. Estou muito feliz de estar contando esta história assustadora que expande seu passado e configura seu futuro, com o incrível Sam Johns e a incrível Mirka Andolfo. Isso é apenas o início!”

    Enfrentando as consequências de seu papel na saga The Joker War, o one-shot Punchline  contará a história de Alexis Kaye, e como ela levará Leslie Thompkins, Harper Row e Cullen Row em uma jornada angustiante que revela sua radicalização em relação à ideologia do Coringa.

    Johns comentou:

    Os fãs responderam imediatamente ao one-shot Punchline, então estou emocionado por fazer parte da equipe que construirá a base deste ícone cult mortal. Trabalhar com uma artista talentosa como Mirka significa que não precisamos segurar qualquer ação, terror ou romance… E quando se trata de Punchline e Coringa, muitas vezes você precisa fazer os três de uma vez!”

    Punchline #1 chega às lojas de quadrinhos abertas e em operação e aos varejistas digitais em 10 de Novembro de 2020.

    LEIA TAMBÉM:

    Conheça Punchline, a nova Palhaça Princesa do Crime



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    [TEORIA] Marvel: Como o Treinador pode retornar após Viúva Negra

    Se o Treinador sobreviver aos eventos de Viúva Negra, ele pode potencialmente retornar como um vilão da Fase 4 do Universo Cinematográfico Marvel, através da série do Cavaleiro da Lua.

    O Cavaleiro da Lua é a primeira de muitas séries live action do Disney+ que farão parte do UCM TV, como She-Hulk e Ms. Marvel; a série será baseada em um novo personagem do UCM, sendo o oposto das outras séries, que contarão com o retorno dos heróis de antigos filmes.

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA | Viúva Negra: Quais Vingadores o Treinador já copiou (até agora)

    Apesar de ser ambientado no Universo Cinematográfico Marvel, como o Cavaleiro da Lua se conectará com os outros filmes da Marvel, ainda é um mistério, mas pode ajudar a trazer de volta personagens já estabelecidos do UCM, tal como o Treinador, um supervilão e mercenário que já lutou contra o Capitão América e o Deadpool nos quadrinhos.

    O personagem tem uma reputação de aceitar qualquer tipo de trabalho por dinheiro, independente de quem ele tenha que enfrentar para completar a missão. Seu arsenal de armas e habilidades particulares o tornam um verdadeiro desafio para a maioria dos super-heróis, mesmo aqueles que o conseguem derrotar por causa de sua força física, tal como o Homem-Aranha.

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA | Conheça Anthony Masters, o Treinador

    O Treinador será trazido para as telonas pela primeira vez no filme da Viúva Negra, que se passará entre Capitão América: Guerra Civil e Vingadores: Guerra Infinita. A história mostrará uma Natasha Romanoff (Scarlet Johansson) em fuga, que se reunirá com personagens de seu passado e lutando contra uma nova ameaça na forma do Treinador.

    Atualmente, a verdadeira identidade do Treinador ainda é um mistério, e mesmo até esse ponto, não há confirmação de qual ator o dá vida em Viúva Negra. Independente disso, parece que o personagem será o principal antagonista do filme. Esse pode ser seu primeiro e único papel do UCM, mas é possível que a Marvel tenha planos para ele além do filme solo de Natasha Romanoff.

    A história do Treinador com o Cavaleiro da Lua nos quadrinhos

    O que torna o Treinador tão perigoso nos quadrinhos da Marvel são seus superpoderes, que o permite a imitar qualquer talento ou habilidade que ele observar, seja a maestria com espada do Cavaleiro Negro, a habilidade com arco do Gavião Arqueiro, ou até mesmo o lançamento de teias do Homem-Aranha.

    Entre os heróis que lutaram contra ele durante sua grande carreira como um vilão, está o Cavaleiro da Lua. Os dois se enfrentaram durante o arco Guerra Civil em 2000. Durante essa época, o Cavaleiro de Lua trabalhou como professor em uma escola para vilões e os ensinavam como lutar, apesar de em alguns momentos ser contratado para fazer um serviço ou outro.

    O Treinador após ser contratado por um grupo misterioso de homens ricos conhecidos como O Comitê, ele foi pago para matar o Cavaleiro da Lua, e foi levado a acreditar que o personagem era um alvo fácil.

    Sua primeira luta foi curta e inconclusiva, mas em seu segundo encontro, o Cavaleiro da Lua foi capaz de derrotar o Treinador, que ficou chocado e até mesmo aterrorizado quando ele percebeu o tipo de lutador que o Cavaleiro da Lua era.

    Com todas suas habilidades o Treinador pareceu ser superior a ele em combate, mas a aproximação pouco ortodoxa do Cavaleiro da Lua, é o que o deu a vitória. Ao invés de bloquear ou se esquivar, ele tomou todos os golpes do Treinador e contra-atacou. Apesar de todo o dano que o Cavaleiro da Lua tomou na luta, ele ainda foi capaz de vencer.

    Esse tipo de atitude contribui muito para como os personagens nos quadrinhos o vêem como um personagem logo, imprevisível e desequilibrado.

    O Treinador desde então assumiu que o Cavaleiro da Lua era o único personagem quem ele não conseguia copiar, especialmente por causa de seu estilo de luta imprudente.

    Como o Treinador pode sobreviver a Viúva Negra

    Treinador

    Apesar de muitos esperarem que o Treinador tenha um fim após a batalha final contra Natasha em Viúva Negra, simplesmente pelo fato dos heróis da Marvel constantemente matarem seus inimigos, ele não seria o primeiro vilão do UCM a sobreviver para lutar um outro dia.

    Há inúmeras formas da Marvel o trazer de volta. Por exemplo, a Viúva Negra pode evitar matá-lo, optando por apenas incapacitá-lo. Na luta, o Treinador pode ser apreendido pelas autoridades e ser simplesmente preso. Uma fuga da prisão, pode facilmente ser planejada mais tarde. Ou sua luta pode terminar deixando o futuro do Treinador no ar.

    Uma fórmula que pode funcionar, é deixar o personagem cair de uma altura, e o corpo dele nunca ser recuperado. Uma outra opção tem a ver com o fato dele não ser realmente o vilão do filme. Se isso acontecer, ele pode escapar durante a luta da Viúva Negra contra seu verdadeiro adversário.

    De qualquer forma, o Treinador não precisa aparecer e morrer em um único filme do UCM. Há muitas histórias que a Marvel ainda pode contar com ele.

    Treinador pode retornar na série do Cavaleiro da Lua

    Treinador

    Se a Marvel mantiver o Treinador vivo, eles podem encontrar outra forma de usá-lo em Cavaleiro da Lua, que deve ser lançada em 2022.

    Já que a atual linha temporal do UCM está em algum momento de 2023, o Cavaleiro da Lua se passará cerca de seis anos após o encontro do Treinador com a Viúva Negra.

    Um papel em Cavaleiro da Lua poderia explorar o que ele vem fazendo desde então. Assumindo que a versão do UCM do personagem seja um assassino ou um mercenário como sua contraparte dos quadrinhos – e baseado nos trailers esse parece ser o caso – um assassino profissional como Treinador pode se encaixar muito bem no mundo obscuro do Cavaleiro da Lua.

    E além disso, o alter ego do Cavaleiro da Lua, Marc Spector também é um mercenário de certa forma. Com isso em mente, é possível que ele e o Treinador se conheçam.

    Flashbacks podem dar uma luz a respeito de sua história do passado. E ele pode até mesmo conhecer o homem (ou a mulher) que está por baixo da máscara.

    A série do Disney+ pode colocar mercenário contra mercenário se o Treinador for contratado para capturar o Cavaleiro da Lua. Sua conclusão certamente levaria a um confronto interessante, e a ideia da Marvel usar um vilão do UCM estabelecido como um dos primeiros oponentes do Cavaleiro da Lua (assim como a série O Falcão e o Soldado Invernal usará Zemo) pode adicionar um interesse a mais do público à série.

    A série pode precisar da presença de um personagem familiar do UCM para causar uma certa conexão com os espectadores.

    O Treinador é uma escolha melhor para o UCM do que outros vilões, em parte por ele demonstrar o quão único o Cavaleiro da Lua realmente é.

    Quando a nova série for lançada, os espectadores estarão cientes das habilidades do Treinador de copiar os outros, mas vê-lo evitando ativamente imitar o estilo de luta de seu inimigo deixará claro que o Cavaleiro da Lua é um super-herói nem um pouco convencional.

    Uma adaptação em Cavaleiro da Lua de sua luta dos quadrinhos quando a série for lançada será a melhor forma de colocá-lo como um herói completamente diferente do que o UCM está acostumado a ver.



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