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    TBT #66 | Vida (2017, Daniel Espinosa)

    Vida (Life) de Daniel Espinosa (Protegendo o Inimigo; Crimes Ocultos) chegou aos cinemas em Abril de 2017 e conta com um elenco de estrelas como Jake Gyllenhaal, Rebecca Ferguson, Hiroyuki Sanada e Ryan Reynolds, que vivem um grupo de astronautas em uma estação espacial internacional que conseguem encontrar a prova definitiva de vida em Marte.

    As comparações com Alien são inevitáveis. O clima de suspense é bem construído e a tensão é latente. O filme sabe explorar bem esses aspectos e conta com uma excelente trilha sonora e jogos de câmera e iluminação interessantes para manter o espectador alerta, envolvido com o medo vivido por seus personagens.

    Vida abusa de cenas expositivas e não apresenta muita originalidade em sua premissa. Porém é bem sucedido ao trabalhar os sentimentos de isolamento e melancolia que envolvem uma missão espacial. O tema é central para o personagem David (Gyllhenhaal) que possui o recorde de dias consecutivos no espaço e não parece querer voltar.

    Infelizmente não há muito espaço para arcos muito complexos aqui, Vida se utiliza de estratégias pouco criativas de criar identificação com os astronautas, como expor conversas entre eles ou em vídeo com familiares. Eles não possuem personalidades muito bem definidas, um ponto negativo do roteiro. Porém, o elenco bem diverso possui uma química prazerosa de assistir.

    Os efeitos visuais são incríveis e junto com a fotografia criativa oferecem uma experiência sensorial de uma estação espacial, assim como da interação dos astronautas com Calvin, o marciano. As cenas mais violentas são gráficas e incomodam por seu realismo perturbador.

    De forma geral o filme se apoia muito em seu elenco para estabelecer o seu tema central, porém não desenvolve bem seus personagens. Não, esse não é apenas um filme sobre um alienígena. É um filme sobre significados, escolhas e consequências. Por conta dessa carga metafórica, o ritmo pode não agradar a todos. Entretanto, o longa flui bem e apresenta bom equilíbrio entre suspense e drama.

    Confira abaixo o trailer legendado:

    Vida está disponível no catálogo da Netflix. Se já assistiu, deixe sua avaliação e seus comentários!

    Para mais indicações, acesse TBT do Feededigno.



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    Tales From The Loop | Primeiras impressões da nova série da Amazon

    A série Tales From The Loop é a nova aposta do serviço de streaming da Amazon. Produzida por Matt Reeves (Trilogia Planeta dos Macacos, The Batman) e criada por Nathaniel Halpern, o seriado se inspira nas pinturas do artista sueco Simon Stålenhag publicadas no livro homônimo de 2015.

    As pinturas também foram utilizadas como inspiração para um RPG de mesa em 2017, mas apenas em 2020 a história ganhou o seu primeiro formato audiovisual.

    A Amazon Prime Video disponibilizou três episódios do seriado para fazermos essas primeiras impressões: 1, 4 e 6 (de um total de 8 episódios).

    Cada um dos episódios possui uma história fechada dentro de seu arco, como pequenos contos que iniciam e finalizam durante a exibição. Entretanto, os personagens que são apresentados no primeiro episódio aparecem também nos outros, mostrando que tudo está conectado – de alguma forma que ainda não sabemos.

    No monólogo inicial, interpretado magistralmente por Jonathan Pryce, somos apresentados à cidade americana de Mercer, em Ohio. Diferentemente da cidade exibida no livro de Stålenhag (em que os contos acontecem numa cidade do interior da Suécia chamada Mälaröarna), a série traz a realidade distópica das pinturas para os Estados Unidos.

    Os moradores de Mercer vivem sobre um laboratório chamado Mercer Center for Experimental Physics (MCEP). Localizado no subsolo da cidade, o laboratório criado por Russ Willard (personagem de Jonathan Pryce) abriga uma máquina responsável por tornar o impossível em algo possível. As pessoas que moram na cidade acabam chamando o espaço de The Loop e, se alguma pessoa encostar o ouvido no chão, pode ouvir o grande globo se mover como batidas de um coração.

    Tales From The Loop | Primeiras impressões da nova série da Amazon Prime

    Os personagens que conhecemos nesses três episódios estão conectados a Russ. São eles: sua esposa Klara (Jane Alexander), sua cunhada Loretta (Rebecca Hall), seus netos Cole (Duncan Joiner) e Jakob (Daniel Zolghadri), seu filho George (Paul Schneider), e um funcionário do MCEP chamado Gaddis (Ato Essandoh). Todas as histórias apresentadas envolvem consequências do The Loop em suas vidas, pois mesmo embaixo da terra, situações bizarras acabam acontecendo na vida das pessoas na superfície.

    A série é visualmente incrível e se torna ainda mais interessante depois que você conhece as pinturas de Simon Stålenhag.

    A riqueza de detalhes empregada nos cenários e na montagem dos episódios é de encher os olhos. Todo o trabalho técnico do seriado é impecável, sendo extremamente parecido com as pinturas de Stålenhag.

    O mais legal do trabalho do Simon Stålenhag – e que é trazido para o seriado – é a fusão do mundo real e comum de uma cidade do interior, com robôs, carros flutuantes e tecnologia extremamente avançada. Em algumas cenas, computadores dos anos 80 e televisores de tubo contrastam com tecnologias que mais parecem alienígenas.

    O formato de episódios fechados (pelo menos, até onde pudemos observar), passa uma ideia parecida com os episódios de The Twilight Zone, também da Amazon Prime Video. Situações que parecem impossíveis e que, ao final, trazem uma lição especial para quem está consumindo o conteúdo.

    Temas como aceitação, luto e autoconhecimento são abordados durante a trama.

    Tales From The Loop | Primeiras impressões da nova série da Amazon Prime

    Com um formato que traz protagonistas diferentes a cada novo capítulo, Tales From The Loop possibilita que vários atores possam brilhar em cena. As atuações – até aqui – são bem satisfatórias, principalmente as de Jonathan Pryce e Ato Essandoh. O episódio protagonizado por Essandoh traz uma mensagem empática, reflexiva e interessante, e é o meu favorito entre os episódios assistidos até aqui.

    Tales From The Loop estreia no dia 3 de Abril e você pode esperar nossa crítica completa, aqui no site, logo após o lançamento. Estamos muito ansiosos para assistir a todos os capítulos!



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    Dois Irmãos: Uma Jornada Fantástica | Filme da Pixar era originalmente Sci-Fi e não fantasia

    O mais novo filme da Pixar, Dois Irmãos: Uma Jornada Fantástica é uma incrível aventura fantástica, mas aparentemente, ele originalmente seria um filme de ficção-científica. O longa estreou nos cinemas do Brasil no começo de Março e com o fechamento dos cinemas, ele foi parar nas plataformas digitais.

    O filme teve um final de semana de abertura de US $ 40 milhões ao redor do mundo, o que foi considerado um fracasso se comparado aos filmes anteriores da Pixar, mas tenha em mente que: Muitos cinemas ao redor do mundo estão fechados por causa do Novo Coronavírus.

    Os dois personagens centrais do filme são dublados originalmente por Tom Holland e Chris Pratt, Dois Irmãos conta a história de dois irmãos elfos vivendo um mundo suburbano fantástico, que embarcam em uma aventura para trazer de volta a vida seu pai morto por um dia.

    Apesar de contar com uma arrecadação mais ou menos, Dois Irmãos foi recebido de forma extremamente positiva, visto que as críticas parecem ter colocado o filme lá em cima, por mais que ele não seja tão bom quanto os outros filmes da Pixar.

    Para promover o lançamento on-demand de Dois Irmãos: Uma Jornada Fantástica, o diretor e co-roteirista Dan Scanlon falou um pouco sobre o filme ao site ComicBook.com.

    A história de Dois Irmãos foi inspirada por experiências pessoais da vida de Scanlon e sua família, e enquanto ele construía o roteiro, ele imaginou a história como uma aventura de ficção-científica com dois irmãos humanos tentando reviver seu pai cientista.

    Dan Scanlon explicou a ideia original assim:

    “Nas versões iniciais da história, ela era ambientada em nosso mundo e os irmãos eram humanos e seu pai era um cientista que tinha inventado uma máquina que os permitia se comunicar com os mortos de alguma forma, mas não funcionava. E então após o pai morrer, os filhos se tornaram cientistas, e tentavam provar que a máquina do pai funcionaria. E tentando fazer isso, eles inadvertidamente trouxeram partes do seu pai de volta. E poderíamos ter ido por esse caminho, mas pareceu um pouco episódico pois eles estavam trazendo as partes do pai aos poucos, tipo, primeiro seus pés, depois suas pernas, e então seu tronco. E pareceu cada vez mais frio e clínico. E então a ideia de trabalhar o filme de maneira mágica, seria uma forma mais romantizada e especial.”

    A partir daí, a ideia de ambientar Dois Irmãos em um mundo de fantasia suburbano, veio do desejo de deixar a história moderna. Isso funcionou ainda mais que o esperado, pois Scanlon disse que conseguiu traçar paralelos com o mundo e com o personagem de Tom Holland (Ian).

    De acordo com o diretor:

    “O mundo é um lugar que perdeu um pouco de seu potencial e Ian é uma criança que não está vivendo de acordo com o seu potencial e assim você pode ver o mundo e o personagem crescendo e vivendo de acordo com o seu potencial, juntos.”

    A jornada pessoal de Ian é uma das tramas encontradas em Dois Irmãos: Uma Jornada Fantástica e é voltada para a sua relação com seu irmão Barley, dublado no original por Chris Pratt.

    A ideia original de Dan Scanlon de fazer uma história sci-fi (soa um pouco como Frankenstein) é interessante, mas parece que optar por uma história e um caminho fantástico se tornou uma melhor opção.

    Não apenas por espelhar a história de Ian com o mundo, mas por dar uma ambientação muito mais interessante e vibrante, repleta de easter eggs e referências.

    Os fãs de fantasia podem realmente ver o mundo de Dois Irmãos ganhar vida. Uma aventura de ficção-científica talvez fosse interessante, mas os elementos mágicos da animação adicionam uma nova camada à história.

    Como o primeiro filme de fantasia da Pixar, Dois Irmãos: Uma Jornada Fantástica cria um novo mundo para encantar seu público.



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    Death Stranding: Modo Fotografia fica disponível hoje!

    Death Stranding foi lançado em Novembro como um exclusivo para PlayStation 4, e quando lançado, se tornou um dos games mais aclamados tanto pela crítica, quanto por seus jogadores; contando com uma incrível nota de 82/100 do agregador Metacritic.

    A Kojima Productions também revelou que Death Stranding eventualmente ganharia um Modo Fotografia, que é uma das coisas que parece ter se tornado obrigatórias nos últimos anos.

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA | CRÍTICA – Death Stranding (2019, Kojima Productions)

    Hoje, a PlayStation lembrou aos jogadores que com o Patch 1.12, o Modo Fotografia estaria finalmente disponível no aclamado game da Kojima Productions; dando aos jogadores a oportunidade de tirar algumas “fotos” de seus momentos favoritos no game, usando as ferramentas que os desenvolvedores criaram apenas para isso.

    Veja a publicação oficial anunciando a novidade:

    Sam Bridges precisa lutar contra um mundo transformado pelo cataclisma. Carregando em suas mãos a chance de salvar o futuro, Sam embarca em uma jornada para reparar um mundo destruído aos poucos. Qual é o mistério do Death Stranding? O que Sam descobrirá na estrada a sua frente? Uma experiência de gameplay que definirá um novo gênero tem as respostas e mais.

    Você é um fã do modo fotografia dos games? Se sim, já testou o novo modo em Death Stranding? Comente abaixo!

    Death Stranding está atualmente disponível para PlayStation 4. A versão para PC será lançada no dia 2 de Junho.



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    CRÍTICA – Black Hole (2017, Darkside Books)

    Em tempos difíceis em que a humanidade vem sofrendo uma pandemia a cultura pop sempre representou esses tempos sombrios em que vivemos atualmente seja em livros, HQs, cinema e games, mas apesar dessas representações ficcionais no qual o bem sempre vence, é incrível que ainda não estamos preparados para o inimigo invisível. Com isso em mente, temos a aclamada HQ do autor americano Charles Burns: Black Hole.

    Considerada a obra prima de Burns que foi o ganhador do Prêmio Eisner de 2006 na categoria Melhor Álbum e de nada menos que nove prêmio Harvey. A HQ foi publicada entre 1995-2005 contendo 12 volumes. Escrito e ilustrado por Burns a obra tem um clima de horror com psicodelia durante a década de 70.

    A trama de Black Hole se passa em Seattle, em meados dos anos 70, onde um espectro sem nome ronda os pensamentos dos adolescentes locais. Uma praga insidiosa se dissemina pelo contato sexual e parece não poupar ninguém.

    Em cada um dos infectados, ela se manifesta de forma diferente enquanto alguns se safam com simples manchas na pele, outros se transformam em aberrações, e ficam com vagas lembranças do que foram um dia. Para esses, não resta alternativa a não ser o autoexílio em acampamentos precários, afastados da civilização (lembra bastante os Morlocks do X-Men).

    A doença retratada pela HQ de Charles Burns pode ser tratada como uma metáfora da epidemia do vírus HIV que se alastrou durante a década de 80 até o início dos anos 90. Principalmente entre a comunidade homossexual que já sofria um tremendo preconceito por suas orientações sexuais, preconceito que só aumentou ainda mais com o vírus (durante esse período o mundo perdeu grandes ídolos do mundo dar música Cazuza, Freddie Mercury e Renato Russo).

    O traço de Burns é realista e preciso, lembrando o traço de outros grandes quadrinistas contemporâneos como Daniel Clowes (Ghost World) e Adrian Tomine (Intrusos), mas que tem seu próprio estilo sombrio e esquisito, que é instantaneamente fácil de ser reconhecido.

    O álbum vai ter seus momentos w.t.f.? – selecione o texto para ler o spoiler como o relacionamento sexual entre dois jovens no qual um deles tem uma cauda e que é quebrada durante a hora H. Sem falar do uso de drogas psicodélicas que vai te transportar por viagens alucinógenas extremante bizarras.

    Os cenários são carregados de detalhes dos anos 70, seja com livros, músicas e automóveis da época. As cores do álbum são compostas de preto e branco, deixando a trama com tom mais sombrio e gótico.

    Uma das primeiras grandes influências de Charles Burns foi Hergé (As Aventuras de Timtim), além dos clássicos do terror Creepy e Eerie, do editor James Warren, e dos artistas da EC Comics, Al FeldsteinJohnny CraigGeorge Evans e Reed Crandall.

    Apesar da trama ter um grande mistério diante da praga que afeta os adolescentes, Black Hole vai te deixar intrigado seja com suas excentricidades ou com suas viagens psicodélicas, mas que não vai sair da sua cabeça.

    Aqui no Brasil a editora Darkside é responsável por uma bela edição com capa dura. Veja os detalhes:

    Autor: Charles Burns (Roteiro e Arte)

    Editora: Darkside

    Páginas: 385

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    CRÍTICA – A Casa (2020, David e Alex Pastor)

    A Casa, novo filme espanhol da Netflix, tem sido um dos longas mais falados da produtora, mas será que é tudo isso? Confira nossa crítica.

    HISTÓRIA

    Javier (Javier Gutiérrez) é um publicitário de meia idade desempregado. Ao perder seu lifestyle e vender sua casa, se vê no fundo do poço. Contudo, ao descobrir que ainda tem uma chave do lugar, fica obcecado pela nova família que o habita.

    ANÁLISE

    A Casa é um filme com uma premissa diferente para quem não está acostumado com um thriller de suspense. Seu protagonista é um homem que tem diversas frustrações e o seu desespero é que dão o tom ao filme.

    O fato de Javier ser perturbado e ao mesmo tempo blasé, tornam o longa um pouco lento nos dois primeiros atos. A construção do personagem é gradativa, mostrando aos poucos sua psiquê atormentada e o porquê ele tem agido daquela forma.

    Perder seu status quo fez de Javier um perdedor, todavia, seu comportamento frio e calculista o torna meticuloso em seus objetivos, tornando-o extremamente perigoso.

    O problema do filme são as suas constantes coincidências. Tomás (Mario Casas) e sua família são ingênuos demais e o fato do pai de família ser alcoólatra facilita demais para que os planos de Javier para se aproximar e arquitetar suas artimanhas contra seu antagonista de vida boa e bem-sucedida.

    Mario Casas é o melhor ator do filme, com uma atuação forte e convincente de um homem que tem tudo a perder. Javier Gutiérrez é funcional e consegue entregar um protagonista convincente.

    Há aqui algumas similaridades com Parasita (2019), abordando questões sociais, mas A Casa não se aprofunda nisso e prefere ir para o caminho mais conveniente do suspense.

    O fato de Javier não conseguir emprego numa profissão que glorifica os jovens e exclui os mais velhos, mesmo que eles tenham seu valor é uma realidade no nosso mercado de trabalho competitivo.

    Além disso, tenos aqui algumas questões sobre reputação, prestígio e imagem que são relatadas de forma eficaz, mas rasa, algo que poderia ser uma boa empreitada para o longa

    VEREDITO

    Com dois atos arrastados e um terceiro ato satisfatório, A Casa serve como um bom entretenimento para um final de domingo.

    Os diversos problemas de roteiro e uma direção pouco inventiva e clichê, é um filme esquecível dentro do vasto catálogo da gigante do streaming.

    As suas várias discussões dentro de uma hora e meia, tornam o filme uma colcha de retalhos.

    Confira o trailer de A Casa:

    E vocês? Curtiram ou detestaram A Casa? Comentem e deixem sua avaliação!



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