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    Apple Arcade: Anunciado serviço de assinatura de jogos com mais de 100 títulos

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    Além de informações sobre as atualizações do Apple TV+, novo sistema de streaming, a Apple anunciou o lançamento de um novo serviço de assinatura chamado Apple Arcade, que ajudará os usuários a descobrir novos jogos.

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    O serviço também incluirá mais de 100 títulos exclusivos, embora detalhes sobre quanto a assinatura custará não tenham sido liberados.

    Um problema que alguns usuários da Apple tiveram ao encontrar jogos na App Store é que o grande número de jogos disponíveis pode ser avassalador, e há poucas oportunidades de navegar e descobrir títulos pagos de qualidade. 

    Apple Arcade pretende dar aos usuários acesso a jogos menos mainstream, e usará parte dos fundos trazidos por esses jogos para apoiar os desenvolvedores que os criaram.

    novo serviço não será um aplicativo separado, mas estará disponível dentro da App Store. Todos os jogos da companhia estarão disponíveis, o que significa que você recebe conteúdo futuro com o mesmo preço mensal. Os jogos também estarão disponíveis para jogar offline.

    Alguns dos usuários dos jogos podem incluir um novo jogo Sonic the Hedgehog e uma nova versão do Frogger.

    O serviço de assinatura está programado para ser lançado ainda este ani e os usuários podem aprender mais sobre isso no vídeo postado no canal da Apple no YouTube, que pode ser visto abaixo:

    https://www.youtube.com/watch?v=95FuVib8mcY&feature=youtu.be

    Apple TV+: Novo serviço de streaming chega com elenco de peso

    A Apple anunciou hoje que lançará seu serviço de streaming de TV, o Apple TV+, em maio, juntamente com uma grande atualização do aplicativo. 

    O chefe da Apple, Tim Cook, fez o anúncio do palco do Steve Jobs Theatre durante o evento de hoje da Apple, dizendo:

    “Nós amamos a TV, a TV é mais do que entretenimento, é cultural.”

    O anúncio incluiu apresentações de pesos pesados ​​da indústria, como Steven Spielberg, Jennifer Aniston, Reese Witherspoon, Steve CarrellJason Momoa, Alfre Woodard, JJ Abrams, Sarah Bareilles, Oprah WinfreyM. Night Shyamalan e até Big Bird.

    O Apple TV+ será um serviço de assinatura pago e sem anúncios com conteúdo original desses criadores e outros.

    Eddy Cue, vice-presidente sênior de Software e Serviços da Internet da Apple em um comunicado à imprensa, disse:

    “Estamos honrados que a melhor formação absoluta de contadores de histórias do mundo – tanto na frente quanto atrás da câmera – está chegando à Apple TV+. Estamos empolgados em dar aos espectadores uma prévia do Apple TV+ e mal podemos esperar que eles sintonizem a partir deste outono. A Apple TV+ será o lar de algumas das histórias originais de maior qualidade que os amantes de TV e cinema já viram.”

    A companhia também anunciou o lançamento do aplicativo e dos canais de TV em maio; onde os usuários poderão se inscrever e assistir aos canais da Apple TV, selecionando em estilo à la carte da HBO, Showtime, Starz e outros serviços sob demanda, disponíveis online e offline. 

    Os serviços oferecem esportes, notícias e rede de TV de provedores de cabo e satélite, e um usuário pode comprar ou alugar filmes e programas de TV do iTunes dentro do mesmo aplicativo da Apple TV

    Usando o aplicativo não requer aplicativos adicionais, contas ou senhas. Os canais da Apple incluem acesso à HBO, Starz, Showtime, CBS All Access, Smithsonian Channel, EPIX, Tastemade, Noggin e MTV Hits, com mais por vir.

    O aplicativo se integrará aos serviços de streaming, incluindo Amazon Prime e Hulu, além de serviços de TV paga, como Canal+, Charter Spectrum, DirecTV Now e PlayStation Vue para serem adicionados posteriormente em 2019.

    O acesso ao aplicativo da Apple TV vai se espalhar em breve, já que a Apple anunciou planos para disponibilizar o aplicativo nas TVs inteligentes Samsung, Sony e Vizio, bem como nos dispositivos Roku e Fire TV.

    O anúncio da Apple TV+ foi o terceiro serviço de assinatura premium anunciado pela Apple no evento. A gigante de tecnologia também anunciou o Apple News+, oferecendo acesso ao conteúdo de revistas, e o Apple Arcade, que oferecerá acesso a uma biblioteca de mais de 100 jogos.

    E você, está animado com o Apple TV+? Deixe seus comentários abaixo e lembre-se de compartilhar essa notícia com seus amigos.

    O Senhor dos Anéis: Gollum | Game é anunciado e lançamento será em 2021

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    A Daedalic Entertainment anunciou O Senhor dos Anéis: Gollum, um jogo de aventura focado na narrativa do famoso personagem de dupla personalidade de JRR Tolkien.

    Com lançamento previsto para 2021, o jogo explorará os eventos que ocorrem entre a descoberta de Gollum do Um Anel e o início da história de O Senhor dos Anéis.

    Ao contrário dos jogos recentes da Terra Média que se inspiram na trilogia de filmes de Peter Jackson, o jogo da Daedalic seguirá puramente nos livros de Tolkien.

    O Senhor dos Anéis: Gollum também será apenas o primeiro jogo produzido; mais jogos estão sendo planejados.

    Conversando com o The Hollywood Reporter, o CEO e co-fundador da Daedalic, Carsten Fichtelmann, explicou por que Gollum foi escolhido como protagonista:

    “Você já tem um grande conflito no personagem, duas vozes falando com você continuamente, o que significa que há uma boa razão; há decisões a serem tomadas no jogo: as decisões do Smeagol ou a decisão do Gollum.”

    Fichtelmann explicou que a Daedalic conseguiu uma parceria depois que “ficou claro que a propriedade de Tolkien procurava uma empresa que fosse capaz de fazer algo que fosse mais orientado para as histórias do que alguns dos outros produtos que surgiram nos últimos anos”. Isto pode ser em referência a Shadow of Mordor e Shadow of War, duas interpretações muito violentas do mundo de JRR Tolkien.

    Como tal, espere uma abordagem muito diferente para interagir com a Terra-média. Em entrevista ao Daily Star, Carsten Fichtelmann explicou:

    “Como este é um jogo sobre Gollum, se você imaginar a jogabilidade, a furtividade é a escolha óbvia em oposição ao combate com uma espada.”

    O objetivo da Daedalic Entertainment é liberar O Senhor dos Anéis: Gollum em 2021, no PC e “todas as plataformas de console relevantes da época”, o que pode ser uma pequena dica para os consoles da próxima geração.

    A data também se alinha muito bem com a série de televisão O Senhor dos Anéis, da Amazon. Será 2021 o começo de um renascimento da Terra Média?

    CRÍTICA – Love, Death and Robots (1ª temporada, 2019, Netflix)

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    David Fincher e Tim Miller uniram seus esforços e nos presentearam com uma nova antologia de animação só para adultos: Love, Death and Robots

    Para quem curte maratonar séries na NetflixLove, Death and Robots é extremamente fácil, já que os episódios possuem entre 6 e 17 minutos. Sendo assim, você pode terminar todos os 18 episódios em cerca de três horas, e o tempo voa enquanto assiste a esses trabalhos excepcionais de animação.

    Alguns dos melhores escritores de ficção científica estão envolvidos, e assim, dada a natureza eclética desta antologia, analisaremos apenas os melhores curtas.

    EPISÓDIO 1 – A VANTAGEM DE SONNIE

    Sonnie (no centro)

    O primeiro episódio, a adaptação de Peter F. Hamilton, A Vantagem de Sonnie (Sonnie’s Edge), serve como uma declaração de missão e um aviso. 

    Graficamente violenta e sexualmente explícita, deixa claro para quem não é a série: crianças e pessoas puritanas. 

    Todos os outros devem ser cativados pela animação (hiper-detalhada, mas apenas estilizada o suficiente para evitar fotorrealismo), a ação também é ponto alto deste episódio (imagine lutas Pokemón até a morte e sem censura) e um grande plot twist.

    O primeiro episódio de Love, Death and Robots é tão intenso e tão excelente que chega a quase (eu disse QUASE) fazer o espectador perder o interesse se for pego de surpresa ao descobrir que cada episódios são histórias independentes e sem continuidade.

    EPISÓDIO 2 – OS TRÊS ROBÔS

    Após a intensidade de A Vantagem de Sonnie, Os Três Robôs (Three Robots) serve como uma pausa. Admito que esse foi o momento de QUASE desistir da série. Eu queria MUITO ver mais do primeiro episódio, mas entendi aqui que a séria se tratava de curtas de animação. Então, bora lá, né?

    A primeira de três adaptações de John Scalzi na série, este curta segue três robôs vagando por uma paisagem pós-apocalíptica e encontra o humor na extinção humana. 

    Em Os Três Robôs você  certamente se lembrará do clássico WALL-E, da Disney. O curta é interessante, mas para quem quer uma pegada no ritmo do primeiro episódio, é melhor pular e assisti-lo depois.

    EPISÓDIO 3 – A TESTEMUNHA

    Por pura beleza de animação, A Testemunha (The Witness) pode ser o melhor do grupo. A ideia de Alberto Mielgo, é um dos poucos roteiros originais da antologia.

    Se o estilo “ciberpunk trazido à vida” lembra o mais recentes ganhador do Oscar, há uma razão para isso – Mielgo era um artista conceitual de Homem-Aranha no Aranhaverso.

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA | CRÍTICA – Homem-Aranha no Aranhaverso (2018, Bob Persichetti, Peter Ramsey, Rodney Rothman)

    Em A Testemunha temos uma animação com cores vibrantes, uma sensação de perigo urgente e a dúvida se os atores são reais com traços de animação por cima ou 100% animados; além de um final que por incrível que pareça foi anunciado logo em seu início (para os atentos).

    EPISÓDIO 4 – PROTEÇÃO CONTRA ALIENIGENAS

    Proteção Contra Alienigenas (Suits) é baseado em um conto de Steven Lewis, mas, mais do que tudo, parece o trailer de um incrível videogame tipo Clash Royale

    Uma seqüência de ação prolongada, na qual fazendeiros cheios de aparatos mecânicos defendem seu território de monstros, é divertido de assistir, mas seria ainda mais divertido de se jogar. 

    Até mesmo os visuais lembram um dos robôs de Titanfall. Seria bacana saber no futuro que a animação se transformou em um jogo.

    EPISÓDIO 5 – SUGADOR DE ALMAS

    Um dos poucos curtas tradicionalmente animados da série, Sugador de Almas (Sucker of Souls), é uma animação inspirada nos animes, sobre os mitos de Drácula

    Baseado em uma história de Kirsten Cross, há uma pegada meio retrô que lembra filmes de guerra do início dos anos 80-90, como por exemplo Predador (1987). O personagem principal é como uma versão desbocada do personagem de Arnold Schwarzenegger.

    Embora a linguagem e o gore pretendiam sinalizar uma maturidade séria, Sugador de Almas, é muito divertido.

    EPISÓDIO 7 – PARA ALÉM DA FENDA DE ÁQUILA

    Sim, Para Além da Fenda de Áquila (Beyond the Aquila Rift) é 100% animado, mesmo se em pontos você jurar que está assistindo atores vivos. E essa sensação é incrivelmente bizarra. É tamanha perfeição que você se esquece completamente de se tratar de uma animação.

    Onde A Vantagem de Sonnie abordou o fotorrealismo, mas distorceu as coisas um pouquinho, Para Além da Fenda de Áquila passa direto para a hiper-realidade. 

    A história, de Alastair Reynolds, é um conto sólido de realidade que facilmente poderia ter sido expandido em um longa-metragem.

    EPISÓDIO 8 – BOA CAÇADA

    Aqui temos uma animação que cativa e surpreende. Em Boa Caçada (Good Hunting) temos uma combinação impressionante da mitologia chinesa e da história alternativa do steampunk

    A história de Ken Liu é uma poderosa fábula anti-imperialista, que traz terna conexão entre o engenheiro Liang e a mulher-raposa Yan.

    A forma como o curta une o passado rural com o futuro tecnológico em tão pouco tempo em paralelo com com uma linda história de amizade é certamente surpreendente. 

    EPISÓDIO 10 – METAMORFOS

    Baseado em uma história de Marko Kloos, Metamorfos (Shape-Shifters) é o curta em que a animação é mais perceptível.

    Considerando que outros curtas fotorrealistas como Para Além da Fenda de Áquila têm configurações extensas dos personagens e do espaço exterior que fazem sentido para a animação, Metamorfos  é mais fundamentada, com apenas as transformações de lobisomem do que dos soldados. 

    Há emoção. Conseguimos sentir a exclusão das espécies e o bullying mas apesar de ser um excelente curta, não chega perto dos anteriores. 

    EPISÓDIO 11 – AJUDINHA

    Você sabia que Gravidade (2013) era basicamente um filme de animação com alguns atores ao vivo? O curta animado Ajudinha (Helping Hand), adaptado de uma história de Claudine Griggs, é basicamente como o filme com Sandra Bullock, se não fosse inteiramente animado… e também um pouco mais violento.

    Dos experimentos em animação fotorrealista, Ajudinha pode ser o mais angustiante. Talvez o que o torne excelente.

    EPISÓDIO 13 – 13, NÚMERO DA SORTE

    Sabemos que Samira Wiley fez o trabalho de captura de movimento, mas na maioria das vezes não parece nada com uma cópia em computador de Samira Wiley, parece a própria Samira Wiley!

    A história de Marko Kloos sobre o amor de uma soldado por sua nave tem uma ação emocionante e uma emoção inesperada e em 13, Número da Sorte (Lucky 13) parece um longa metragem. É incrível como em poucos minutos a história consegue ser tão enxuta e conclusiva.

    EPISÓDIO 14 – ZIMA BLUE

    Agora chegamos à obra-prima de Love, Death and Robots da primeira temporada, a adaptação de Alastair Renyolds todo desenhado à mão Zima Blue

    Ao contrário de outros curtas, este não precisa de sangue, sexualidade ou maldição para torná-lo “adulto”. Em vez disso, sua maturidade emerge de suas profundas questões existenciais. Uma obra de arte fascinante que a Netflix deve enviar para consideração de prêmios.

    EPISÓDIO 18 – A GUERRA SECRETA

    Finalizando a temporada temos A Guerra Secreta (The Secret War), baseado em uma história de David W. Amendola.

    Este é mais um curta que pode ser expandido para um filme ou um videogame. O foco é inteiramente na ação, uma batalha entre soldados russos e demônios, mas a ação é impressionante, e com um pouco mais de desenvolvimento de enredo isso pode se tornar algo especial.

    Os episódios não listados anteriormente e que não me agradaram tanto foram: 

    EPISÓDIO 6 – QUANDO O IOGURTE TOMOU O CONTROLE

    EPISÓDIO 9 – LIXÃO

    EPISÓDIO 12 – NOITE DE PESCARIA

    EPISÓDIO 15 – PONTO CEGO

    EPISÓDIO 16 – ERA DO GELO

    EPISÓDIO 17 – HISTÓRIAS ALTERNATIVAS

    De qualquer forma, vale assistir para matar a curiosidade e pode ser que algumas das que eu não curti, possa ser interessante com um outro olhar.


    Não perca a primeira temporada de Love, Death and Robots na Netflix. E lembre-se de deixar sua avaliação após assistir a série 😉

    Star Wars: Trilogia de criadores de GOT se passará na Velha República

    A série de filmes de Star Wars de David Benioff e D.B. Weiss, se passará durante a Velha República, e o primeiro filme começará a ser gravado esse ano.

    Esse ano, o maior evento da franquia Star Wars é o lançamento do Episódio IX, que conclui a trilogia sequência e a saga Skywalker como um todo. Mas com o fim de uma propriedade, outra começa.

    A Lucasfilm está ativamente desenvolvendo duas trilogias separadas de Rian Johnson e dos showrunners de Game of Thrones, David Benioff e D.B. Weiss. Ambos sendo completamente desconectados da história dos Skywalker e procurará expandir o cânon de diversas formas.

    É claro, que esses filmes ainda não tem data de lançamento, então as informações são limitadas. As forças criativas por trás de ambas as trilogias têm se mantido ocupadas em projetos diferentes recentemente; Johnson é o pós-produtor de Knives Out, enquanto Benioff e Weiss tem é claro supervisionado a temporada final de Game of Thrones.

    Como a série de sucesso da HBO chegando ao fim esse ano, os dois voltarão sua atenção à galáxia, tão, tão distante. E agora, os fãs podem saber o que eles tem em mente para seus filmes.

    De acordo com o Star Wars News Net, a trilogia de David Benioff e D.B. Weiss se passará durante os dias da Velha República, “centenas de anos antes dos Skywalkers.”

    A fonte descreve como “Star Wars encontrando O Senhor dos Anéis” e revelou que as gravações terão início ainda esse ano. É claro, isso é só um rumor até agora – já que nada disso foi confirmado até o momento.

    Desde que a Disney comprou a Lucasfilm em 2012 e revelou seus planos para novos filmes, a Velha República é um período que muitos fãs têm esperado para ver nas telonas há muito tempo.

    Se essa informação se confirmar, Benioff e Weiss são as pessoas certas para fazer isso acontecer. Sua experiência em Game of Thrones mostrou a habilidade deles de cuidar de uma mitologia amada e icônica, apresentando-a de formas convincentes.

    Eles também estariam trabalhando com seu elemento favorito, fantasia épica. A noção de que Star Wars pode se misturar com O Senhor dos Anéis dá uma ideia de batalhas em longa escalas, como a batalha da Abismo de Helm e as Minas Tirith em uma galáxia tão, tão distante.

    Isso tem o potencial de ser como nada que os fãs viram nos filmes de Star Wars até agora, e será incrível ver como Benioff e Weiss cuidarão disso. Esperamos que Darth Bane possa ser uma figura chave dessa nova trilogia.

    E você o que acha desse novo rumor? Deixe seu comentário e leia também:

    Star Wars: O presente e o futuro da franquia no cinema

    Nós: Novo filme de Jordan Peele já supera US $ 70 milhões de bilheteria

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    De acordo com o Collider, o novo filme do diretor de Corra!Jordan PeeleNós,  está quebrando recordes de bilheteria.

    O filme está superando as projeções em US $ 29 milhões na sexta-feira e US $ 70 milhões em seu primeiro fim de semana de abertura.

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA | CRÍTICA – Nós (2019, Jordan Peele)

    Isso é o dobro do que Corra!, filme de estreia de Peele, que em 2017 abriu seu primeiro final de semana com US $ 33,3 milhões e estabelece um novo recorde de abertura no primeiro fim de semana para um filme de terror original, superando o recorde de US $ 50,2 milhões de Um Lugar Silencioso em 2017.

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA | CRÍTICA – Um Lugar Silencioso (2018, John Krasinski)

    Nós tem encontrado quase uma aclamação universal da crítica especializada, embora os fãs ainda não tenham sido totalmente arrebatados já que deram um B no CinemaScore (em comparação com um A de Corra!).

    Capitã Marvel, o mais novo da Marvel Studios, passa para segundo lugar depois de duas semanas no topo das bilheterias.

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA | CRÍTICA – Capitã Marvel (2019, Anna Borden e Ryan Fleck)

     

    Brie Larson estrela o mais recente filme do Universo Cinematográfico Marvel como Carol Danvers. Este é o primeiro filme da Marvel Studios liderado por mulheres. Larson vai reprisar seu papel como Capitã Marvel na batalha contra Thanos em Vingadores: Ultimato em 25 de abril.

    Como Treinar o Seu Dragão: O Mundo Escondido muda para o quinto lugar. O filme ganhou outros US $ 6,5 milhões, elevando o total de US $ 145 milhões de bilheterias. Como Treinar o Seu Dragão: O Mundo Escondido é o último capítulo da franquia, baseado nos livros de Cressida Cowell. No filme, Soluço Banguela deixam Berk em busca de um mítico mundo oculto de dragões.

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