A produção franco-alemã-britânica Círculo de Fogo (Enemy at the Gates) e se passa durante a Batalha de Stalingrado, que ocorreu durante a Segunda Guerra Mundial. A trama se concentra em um dos momentos mais cruciais dessa batalha brutal, na qual as forças soviéticas e alemãs lutaram em uma luta desesperada pelo controle da cidade.
Os personagens principais são interpretados por Jude Law, que interpreta Vassili Zaitsev, um atirador de elite soviético, e Ed Harris, que interpreta o Major alemão Erwin König, também um atirador de elite. Rachel Weisz desempenha o papel de Tania Chernova, uma mulher que se envolve romanticamente com Vassili. O filme gira em torno do conflito pessoal e profissional entre Vassili e Erwin, que são encarregados de eliminar um ao outro e, ao mesmo tempo, representam os melhores atiradores de elite de seus respectivos exércitos.
SINOPSE
Vasily Zaitsev é um jovem atirador russo que, convencido por um companheiro político (Joseph Fiennes), torna-se o ícone da propaganda russa em plena Segunda Guerra Mundial. A fama de Vasily o torna uma lenda viva para o exército russo e desperta também a atenção do exército nazista, que envia seu melhor atirador de elite, Erwin König com o objetivo de matar aquele que se tornou a esperança de toda a Rússia.
ANÁLISE
Círculo de Fogo muito provavelmente ficou conhecido por suas cenas intensas de ação e tiroteios, bem como por retratar a brutalidade da Batalha de Stalingrado, onde as condições eram extremamente difíceis para ambos os lados. A cidade de Stalingrado (atual Volgogrado) foi palco de uma das batalhas mais sangrentas e mortais da história, com um grande número de baixas.
Na época de seu lançamento, o longa recebeu críticas mistas do público e da mídia especializada, com elogios para as performances dos de Jude Law e Ed Harris e suas cenas de ação, mas também algumas críticas por sua representação histórica imprecisa; além de ser vagamente baseado no livro Enemy at the Gates: The Battle For Stalingrad, do autor William Craig.
Apesar do filme colocar todos os holofotes nas façanhas do jovem Vassili Zaitsev, que graças as contagem de mortes nazistas de Vasily lhe rendeu o título de “Herói da União Soviética”, Círuculo de Fogo pisa no legado de Tania Chernova, uma corajosa russo-americana que lutou bravamente na Segunda Guerra Mundial, mas que aqui é retratada estritamente como namorada de Vasily e não serve a nenhum propósito de enredo, exceto por um falso triângulo amoroso e uma cena estranha de sexo.
VEREDITO
No geral, Círculo de Fogo é um filme de guerra cativante que oferece uma visão fictícia, mas emocionante, de um dos momentos mais cruciais da Segunda Guerra Mundial. Se você é fã de filmes de guerra, é um daqueles que deve constar na lista, apesar de não figurar no topo da lista.
3,5 / 5,0
Assista ao trailer:
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Todas as sagas épicas devem chegar ao fim, e Vikings: Valhalla embarcará em uma última aventura na 3ª temporada.
O co-criador e produtor executivo Jeb Stuart está levando a série da Netflix a uma conclusão criativa natural no próximo ano, mas o navio não navegará silenciosamente até o pôr do sol.
“Estou muito grato por ter tido três temporadas para contar as histórias de Leif, Harald e Freydís. Eu sabia desde o início que queria mostrar a evolução de como três dos vikings mais famosos se tornaram os ícones que conhecemos hoje, e foi exatamente isso que fizemos. Espero que quando o público assistir a nova temporada, eles fiquem entusiasmados com todos os novos patamares que levamos a esses heróis.”
Quando vimos nossos guerreiros pela última vez, houve mais derramamento de sangue do que nunca. Desde uma viagem traiçoeira a Constantinopla até um confronto sangrento, a vontade de sobrevivência dos vikings é posta à prova.
Mas, como mostram as primeiras fotos da terceira temporada, o perigo está longe de acabar para Harald Sigurdsson (Leo Suter), Leif Eriksson (Sam Corlett) e Freydís Eiríksdóttir (Frida Gustavsson) – e também pode haver um tão esperado reencontro do trio. Embora seja a última temporada, os fãs também conhecerão dois novos personagens: Maniakes (Florian Munteanu), um destemido general bizantino que responde apenas ao Emir, e Erik, o Vermelho (Goran Višnjić), pai de Leif e Freydís.
A série de ficção histórica, que estreou em 2021, acompanha uma nova geração de heróis lendários cem anos depois dos Vikings do History Channel. À medida que surge a tensão entre os vikings e os ingleses no início do século XI, estes personagens inspirados na mitologia nórdica devem lutar pelas suas próprias crenças, território e legado.
“Quando começamos este projeto, há cinco anos, trabalhei duro com esse elenco e equipe incríveis para criar uma jornada que todos esperávamos que fosse satisfatória. É claro que com figuras históricas reais, há sempre mais aspectos de suas vidas que poderiam ser explorados, mas fazia sentido que as viagens de Leif, Freydís e Harald terminassem com nossa terceira temporada. E mal podemos esperar que os fãs vejam a conclusão deste capítulo da história.”
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Moving Out 2 é a sequência do adorado game da Team17. No game, somos lançados na história do game cooperativo, com seus absurdos e sequências que nos fazem gargalhar. Ambientado em Caixópolis, a empresa FART faz todas as entregas, e nela, fazemos o possível e o impossível para fazer sua mudança.
Desde quebrar janelas, arrancar eletrodomésticos da tomada e tirar portas do lugar, nada é tão fácil assim. Moving Out 2 é divertido e nos lança por caminhos inesperados, curiosos e acima de tudo, cômicos.
SINOPSE
Moving Out 2 é a continuação biruta do famoso simulador de mudança com física maluca. Você pode trabalhar como especialista em mudanças sozinho ou com até três amigos. Coloque seu uniforme da empresa e ajude os moradores de Packmore, e de outros lugares, a embalar e enviar tudo!
ANÁLISE
O visual cartunesco de Moving Out 2 é um espetáculo a parte. Quando lançados no mundo do game, tudo nos cativa e se esforça para nos fazer rir. Com diferentes modos de jogo, possibilidade de gameplays cooperativas, o game nos lança à possibilidades infinitas quando o assunto é diversão. As novas aventuras, nos lançam não apenas por Caixópolis, mas por todo o universo. Quando portais nos permitem acessar qualquer lugar do universo, os desafios com timer se mostram e eventualmente encontrarão empecilhos, obstáculos, se mostrando como um portas que se fecham sozinhas, ou portas de correr serão sempre um problema.
Com fases com estrelas que definem nossa completude, o game nos força a rejogar todas as fases a fim de obter os detalhes de cada uma delas, possibilitando assim a obtenção de novas estrelas. Com cada nível sendo jogado novamente, estratégias para diminuir seu tempo podem ser boladas, mas não apenas isso.
Assim como Overcooked e outros games da Team17, Moving Out 2 é feito para ser jogado no modo cooperativo, seja ele online ou local. Mas sim, a diversão aumenta consideravelmente se a gameplay se der de maneira cooperativa.
Algo que vale contar aqui, é o fato de como o game acaba por se mostrar mais elaborado e mais difícil de acordo com nosso avanço na história. Com um maior aprofundamento dos níveis e fases maiores, o game faz com que os níveis sejam repleto de dificuldades para complicar nossas entregas, mas não apenas isso, também complicar os nossos carregamentos.
Gritaria e correria fazem parte da diversão e Moving Out 2 é a prova viva disso. E sinceramente, é impossível pegar todas as estrelas de primeira. Então acostume-se a rejogar cada uma das fases. Nem mesmo após cerca de 18 horas consegui obter todas as estrelas, então tenha em mente que frustração faz parte da experiência.
VEREDITO
Moving Out 2 nos lança por diferentes mundos e diferentes fases, nos fazendo quase sempre rir da nossa interação com aquele mundo, mas não apenas isso. Quando dirigimos por Caixópolis com nosso caminhão de mudança, ou até mesmo escolhemos um personagem fofinho para jogar, tenha sempre em mente o que William Shakespeare disse uma vez:
“Não se esqueça de levantar com as suas costas, não com, seus joelhos.”
A Team17 se supera mais uma vez e entrega aos jogadores a experiência definitiva no que diz respeito à diversão enquanto mistura sua gameplay, incentiva a criatividade no que diz respeito às nossas formas de jogar e desperta em todos os jogadores competitividade.
4,5 / 5,0
O game foi lançado em 15 de agosto para Nintendo Switch, PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One, Xbox Series X/S e PC. Confira o trailer:
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Bang-On Balls: Chronicles é um dos jogos mais sem sentido de 2023. Não apenas por seu visual e seus bizarros gráficos. Mas por ele nos colocar no controle de uma bola, isso mesmo, uma bola. O game nos lança por um estúdio de cinema que nos fará viajar no tempo por diferentes eras e cenários.
Podendo personalizar a bola, viajamos por diferentes cenários, podendo personalizar nossa bolinha 3D, combatendo inimigos e viajando por aí.
SINOPSE
Bang-On Balls: Chronicles é um jogo de plataformas e combate em 3D onde colecionas coisas a pontapé! Torna-te um herói irresponsável e parte em missões para colecionar itens e desvendar segredos enquanto rebolas por vários eventos semi-históricos!
ANÁLISE
Ao longo da gameplay, somos colocados no controle de uma bolinha. O interessante do game é a personalização, mas já adianto que ele não é NADA intuitivo. Tendo sido lançado em 2021 para PC e outros consoles, ele chegou em 2023 ao Nintendo Switch. O game possui gráficos e fps capados, o que torna a experiência péssima no console.
Adoraria dizer que minha experiência em um jogo indie tinha sido a melhor possível, mas infelizmente não foi assim. Bang-On Balls: Chronicles decepciona e os brilhantes gráficos mostrados no trailer só são possíveis de obter no PC. O port feito para o Nintendo Switch é fraco e com quedas de frames constantes, e sua história sem sentido (que história?), ele se torna mais um game indie que poderia ser muito mais se houvesse um maior trabalho.
Seja na falta de aprofundamento do game, ou nas sequências em que damos de cara do inúmeros inimigos, ou até mesmo na falta de uma HUD, o game não possui objetivos claros do que ele é de fato para além de um sandbox.
Sem o direcionamento, objetivos ou até mesmo uma lógica por trás dele, Bang-On Balls: Chronicles é sofrível e repetitivo.
VEREDITO
Bang-on Balls: Chronicles é cansativo, triste e não inova em nada do que foi produzido até aqui. A estranheza do game causa incômodo e infelizmente não diverte. Com sequências e fases sem sentido, o game se mantém como uma aventura sandbox sem objetivos claros em que podemos destruir basicamente toda e qualquer coisa.
Ainda em tempo, ouso dizer que tudo que o game poderia ser é ignorado pela desenvolvedora, enquanto ela opta por colocar cada vez mais itens customizáveis ao invés de melhorar a experiência de gameplay.
1,5 / 5,0
Confira o trailer do game:
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Detective Pikachu Returns é o segundo game da franquia. Com o retorno do adorado e fofinho detetive Pikachu e seu parceiro de investigação Tim. Ambientado dois anos após os acontecimentos do primeiro game, e os incidentes com R, somos lançados à Ryme City. Agora, com Tim e Pikachu estabelecidos e conhecidos por todos da cidade como Detetives, vemos o mundo do game mudar rapidamente aos poucos. E a a paz que tomava a cidade em que Pokémon e humanos coexistiam parece ruir aos poucos, mas evidências apontam que isso se dá não por causa de Pokémon.
Se mostrando ocasionalmente travado, Detective Pikachu Returns me lembra a jogatina de games mais antigos da franquia Yakuza como os lançados para o PS2. Com poucas cenas animadas e grandes loadings, Detective Pikachu Returns cativa em sua história mas mostra como é possível um grande estúdio focar nos elementos errados de um game.
SINOPSE
Desvende uma série de mistérios em Ryme City com um Pikachu tagarela que adora café e seu parceiro humano, Tim Goodman. Quando acontece um roubo de joias, o caso coloca essa dupla dinâmica de detetives em um caminho cheio de mistério. Por que o pai de Tim, Harry, desapareceu? O que está causando os incidentes relacionados aos Pokémon em Ryme City? Responda a essas e outras perguntas procurando pistas, investigando cenas e usando seu caderno de anotações para tirar suas conclusões.
ANÁLISE
Ao longo das 13 horas de gameplay, cumpri todas as missões do game e cumprimentei todos os NPCs possíveis. Desde os Pokémon espalhados por Ryme City até por outras fases. Ao longo dessa gameplay, me senti imerso em muitos dos momentos da história, apenas para ser rapidamente tirado graças às longas telas de loading. Algo engraçado e curioso, é como a relação de Tim e Pikachu se desenvolve, se aprofundando ainda mais neste game do que no anterior.
Enquanto resolvemos mistérios ligados à vida cotidiana de Ryme City, bem como casos como roubos, ou cidadãos que precisam de ajuda com atividades corriqueiras. Algo que merece destaque e desde os primeiros minutos do game podemos perceber, é que que a liderança da cidade parece preparada caso um novo caso como R aconteça. A PPB, ou Pokémon Protection Bureau é uma agência criada para impedir que Pokémon enfurecidos tomem a cidade como no passado com o caso do R.
Um elemento curioso do game, é entender que desde seus primeiros minutos, ele nos lança nos perigos que a vindoura ameaça à Ryme City e o mundo podem enfrentar. Durante um evento oficial um Corviknight causa um caos e a partir daí, a história tem início.
INVESTIGAÇÕES, GAMEPLAY, VISUAL E PROBLEMAS TÉCNICOS
As investigações estão no cerne de Detective Pikachu Returns, de modo que não há o que fazer no game para além de sua história. Alguns elementos interessantes do game estão no fato dele misturar a história principal, que é a de Tim tentar encontrar seu pai, com o fato dele precisar ajudar Ryme City. E de uma forma ou de outra, a história da cidade e do pai de Tim se misturam.
A gameplay acontece como um sidescroller normalmente se desenvolve, mas com algumas peculiaridades. Movimentos laterais e ocasionalmente movimentos para o fundo da tela. Sendo necessário se mover para frente e para trás da trela, o game nos atrapalha por vezes de enxergar tudo em tela. O que causa um desconforto e nos força a caminhar sempre em direção a ela. A gameplay nos força a prestar atenção na história, mas não apenas isso. As mecânicas de reunir informações conforme investigamos é interessante. E o caderninho vermelho nos força a prosseguir sempre que concluímos alguma investigação, nos levando assim ao próximo arco narrativo.
Nossas conversas com os Pokémon ao nosso redor, podem garantir ótimas interações e render também grandes parceiros para nossa aventura, pois sem a habilidade deles, não conseguimos prosseguir. Ainda que o mundo do game se mostre por vezes hostil, ele não é nada assim e os perigos são bem menores do que nos games da linha principal dos games Pokémon. Diferente de enfrentar uma equipe que quer dominar o mundo, em Detective Pikachu Returns, os perigos são menores, mas não menos importantes.
Pokémon têm destruído a cidade e colocado seus cidadãos em risco, mas estranhos personagens parecem ter uma ligação com acontecimentos ligados a isso.
Algo que me deixou extremamente desmotivado a não encarar o game tão seriamente, é o fato de não haver nenhuma consequência real se não acertarmos as opções do game. Pikachu nos pede para prestar atenção ao reunir os fatos, mas fica por aí. Não há nenhum revés no fato de não prestarmos tanta atenção assim.
Outro aspecto negativo do game vem do fato dele não possuir uma localização PT-BR nem mesmo em suas legendas, o que torna a experiência um pouco mais difícil para alguns jogadores.
Ainda que possua um visual fofinho e ok para a franquia, Detective Pikachu Returns falha onde havia um espaço para brilhar. Com pouquíssimas sequências animadas, o game acaba por se mostrar em grande parte uma visual novel com elementos point-and-click.
Os problemas técnicos do game, vem do fato dele se mostrar travado e parecer muito com um game lançado na época do PlayStation 2. Depois de ver o que a Nintendo é capaz de fazer com Breath of the Wild,Tears of the Kingdom e até mesmo Metroid Prime Remastered, é possível entender que existe a possibilidade de melhorar o processamento dos games a fim de tirar o melhor deles. O que não é feito em Detective Pikachu Returns.
VEREDITO
Ainda que as escolhas criativas sejam aceitáveis ao longo da gameplay, os problemas técnicos tornam o jogo algo desnecessário. Ao longo de suas 13 horas, aspectos como investigações repetitivas e a impossibilidade de saltar determinados passos da investigação fazem o jogo se tornar algo curioso. Mas um bom aspecto é o Story Jump Mode, um dos modos do game que nos permitem saltar elementos mais lentos da história como o prólogo.
Detective Pikachu Returns diverte, mas falha em aspectos técnicos que poderiam ser evitados caso a Nintendo assim optasse. A sequência final parece ter forçado a Nintendo a investir tudo nas animações de ação. O game nos lança por perigos que não são tão importantes assim para a história do mundo de Pokémon, apenas para Tim e Pikachu e infelizmente, a história do game não é suficiente para nos fazer importar tanto com eles.
3,5 / 5,0
Detective Pikachu Returns foi lançado no dia 6 de outubro para Nintendo Switch.
Confira o trailer do jogo:
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Dezesseis Facadas (Totally Killer) é o mais novo longa de terror do Prime Video. Enquanto mistura motes conhecidos e amados pela cultura pop, o longa brinca com a crescente onda de produções de true crime, viagem no tempo e o que há de melhor na mistura entre comédia e terror. Estrelado por Kiernan Shipka (Sabrina), Julie Bowen (Modern Family) e grande elenco, somos lançados à história de Jamie e sua família.
Ambientado no Halloween, em uma pacata cidade do interior, o filme nos apresenta que nem sempre ela foi assim. Há 35 anos atrás, a cidade foi tomada por três assassinatos do que passou a ser conhecido como “Sweet Sixteen Killer”. Desde então, a cidade não é mais é mesma. Mas enquanto um clima de normalidade toma o ar, Pam Hughes (Julie Bowen) amiga das jovens assassinadas no passado, acredita que um perigo ainda pode vir a assolar a cidade.
SINOPSE
Quando o infame “Sweet Sixteen Killer” retorna 35 anos após sua primeira onda de assassinatos para fazer outra vítima, Jamie, de 17 anos, acidentalmente viaja de volta no tempo para 1987, determinada a deter o assassino.
ANÁLISE
Dezesseis Facadas é uma grata surpresa pra mim. Não apenas por subverter os principais motes de filmes de viagem no tempo e do gênero whodunit (histórias de mistérios que descobrimos os culpados apenas no final). A subversão de clichês e desenvoltura de Kiernan Shipka são um espetáculo a parte e sua Jamie Hughes é divertida, atual e veio para mostrar os problemas aos quais éramos acostumados nos anos 80.
Quando lançada no passado a fim de evitar que o Sweet Sixteen Killer mate suas primeiras vítimas, vemos o quão frágil as coisas eram na época, mas é claro, que do viés cômico. Enquanto mostra como ações machistas, agressões ou qualquer outra coisa eram naturalizadas, Jamie passa pelo filme quase ilesa.
Ao longo de seus 106 minutos, o longa nos diverte, nos faz rir e sentir medo. E confesso, um pouco ansiosos em saber quem é o assassino. Não vou dar um passo maior que a perna ao dizer que Dezesseis Facadas faz tudo que foi feito anteriormente de maneira melhor. Mas o longa se esforça para ser bom em tudo que se propõe.
VEREDITO
A construção de mundo do longa, bem como a dos personagens é feita de maneira aprofundada. O cuidado da diretora, bem como do roteiro nos leva por caminhos inesperados e por realizações curiosas. A diversão do longa vem das incredulidades e de quando paramos para pensar como as coisas eram no passado em vista dos dias de hoje.
Dezesseis Facadas diverte com suas misturas de gêneros, suas sequências de terror e sequências de ação desenfreadas.
4,5 / 5,0
O longa está disponível no Prime Video. Confira o trailer:
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