Início Site Página 862

    Disney: Fusão com a Fox é oficialmente fechada

    Após meses de negociações e procedimentos regulatórios, a tão esperada fusão entre a Walt Disney Company e a 21st Century Fox foi oficialmente fechada. 

    Quase um ano e US $ 72 bilhões depois, a Casa do Mickey agora é proprietária da 20th Century Fox Film Corporation, da Fox Television Group e da Blue Sky Studios, entre outros ativos. 

    Juntamente com os filmes e estúdios de televisão, a Disney – e sua subsidiária Marvel Studios – agora recuperaram os direitos de live action para personagens das franquias X-Men e Quarteto Fantástico, certamente boas vindas aos fãs do Universo Cinematográfico Marvel.

    A aquisição acontece em um momento em que a Casa do Mickey está a todo vapor com seu próprio serviço de streaming: o Disney+.

    Definido para competir com a gigante Netflix, Amazon Prime e as dezenas de outros aplicativos de streaming disponíveis hoje, a plataforma tem 18 filmes e 16 programas de televisão em desenvolvimento exclusivos para o serviço.

    Embora deva sair no final deste ano, a Walt Disney Company já sinalizou que mostrará um pouco mais do serviço no próximo mês.

    Em uma declaração sobre a aquisição, o CEO da companhia, Bob Iger, chamou de “momento histórico” para a Casa do Mickey:

    “Este é um momento histórico e extraordinário para nós – que criará um valor significativo a longo prazo para nossa empresa e nossos acionistas. Combinar a riqueza de conteúdo criativo e talentos comprovados da Disney e da 21st Century Fox cria a companhia de entretenimento global mais proeminente, bem posicionada para liderar em uma era incrivelmente dinâmica e transformadora.”

    No início deste mês, na reunião anual de acionistas da Disney, o diretor-presidente Bob Iger detalhou como a empresa está se preparando para a nova reformulação.

    “Nossa nova estrutura corporativa é projetada para integrar esses ativos e maximizar o valor a longo prazo. Passamos a maior parte do (último) ano no planejamento de integração, então vamos começar logo assim que o acordo for fechado.”

    Entre outros ativos comprados no negócio, há uma participação de 30% no Hulu, uma plataforma de streaming que a Disney já detém 30%.

    O que acha sobre toda essa fusão da Disney e da Fox? Deixe seus comentários abaixo! 😉

    Titans: Ator transgênero e surdo é escalado como Jericó

    Foi revelado há alguns dias que o ator Esai Morales havia sido escalado como o Exterminador da série live action da DC Universe, Titãs. E agora, o ator Chella Man foi escalado como Jericó, um herói e filho do Exterminador.

    Apesar dele não ser um grande nome em Hollywood, Man que é surdo, e transgênero, tem visto seu perfil crescer como um ativista surdo e como modelo. Em 2017, o ator começou sua transição e desde então se tornou uma figura notória nos círculos LGBTQ+, documentando sua transição no Instagram, Youtube e uma série de colunas.

    Jericó teve sua estreia na DC Comics em 1984, em Tales of the Teen Titans #43 (após fazer uma rápida aparição na edição #42). O personagem possui o poder de possuir alguém ao fazer contato visual com elas. O personagem sempre usou a linguagem de sinais para se comunicar com seus parceiros de equipe, e se tornou mudo no começo de sua vida, que o sequestraram em uma tentativa de ser usado como vantagem contra seu pai.

    Apesar dele ter sido mostrado como vilão nos últimos anos, Jericó já foi considerado um dos personagens de coração mais puro na equipe de jovens heróis. Enquanto a versão original do personagem nunca ter tido sua sexualidade explorada, a encarnação moderna de Jericó é bissexual, e sua personalidade é mais bruta que a original.

    Veja a descrição oficial do personagem na série:

    “Filho do infame vilão da DC, Exterminador (vivido por Esai Morales), Joseph Wilson é o Tiã conhecido como Jericó. Mudo após seu pai ter falhado ao resgatá-lo de ter suas cordas vocais cortadas por assassinos, Jericó possui a habilidade única de possuir qualquer um ao fazer contato visual. Sua natureza gentil, o fez se provar como um Titã formidável.”

    As filmagens da segunda temporada de Titãs devem começar em abril, e a escalação de novos atores para série continua. A primeira temporada da série está disponível na Netflix.

    Leia também:

    CRÍTICA – Titãs (1ª temporada, 2019, Netflix)

    Christopher Nolan escala John David Washington para seu novo filme

    Ainda sabemos bem pouco, ou quase nada sobre o novo projeto de Christopher Nolan, mas o ator principal foi revelado.

    De acordo com a Variety, o diretor queridinho dos fãs escolheu o ator John David Washington (Infiltrado na Klan) como seu protagonista, apesar dos detalhes de seu personagem não ter sido revelado.

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA | CRÍTICA – Infiltrado na Klan (2018, Spike Lee)

    A notícia nos dá uma pequena indicação do que esperar do filme.

    Apesar de rumores anteriores terem revelado que o filme seria um suspense romântico, bastante parecido com Intriga Internacional, a notícia da Variety agora revelou que ele será na verdade:

    “Um enorme, inovador, blockbuster de ação, que será mostrado mais uma vez em IMAX.”

    Isso não nos dá muito para seguir, é claro, mas parece que Nolan pode trabalhar com algo parecido com A Origem, do que com Interestelar ou Dunkirk.

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA | CRÍTICA – Dunkirk (2017, Christopher Nolan)

    Agora que o protagonista do filme foi escalado, podemos esperar outros detalhes da escalação em breve.

    O filme ainda sem título de Christopher Nolan chamado de “filme evento” tem estreia prevista para o dia 17 de Julho de 2020.

    Stadia: Google revela que console é mais poderoso que PS4 e Xbox One combinados

    Durante a Game Developers Conference, o Google revelou que a sua plataforma, Stadia, é mais poderosa que o PS4 e Xbox One… JUNTOS!

    Durante a conferência, o Google afirmou que o Stadia roda à 10.7 GPU teraflops, usando um único GPU enquanto o PS4 Pro roda à 4.2 GPU teraflops, e o Xbox One X roda à 6.0 GPU Teraflops.

    A alegação de que o Stadia roda à 10.7 GPU teraflops usando um único GPU. Entretanto, usando múltiplos GPUs, o Google alega que o Stadia pode rodar ainda mais rápido, fazendo as tarefas intensivas, como simulação de água, muito mais fáceis e realistas. Esse poder, é claro, depende de os jogadores terem uma conexão de internet super rápida.

    O Google revelou que objetivo é tornar os jogos do Stadia, compatíveis com cross-platform. Phil Harrison, vice-presidente da companhia, disse durante a GDC 2019:

    “Como uma plataforma de jogos de nova geração, a Stadia irá, é claro, abraçar o jogo entre plataformas. Os desenvolvedores terão a capacidade de habilitar o multiplayer multi-plataforma para todos os jogadores e até mesmo trazer a economia e progressão do jogo.”

    Cloud Gaming: Tudo o que você precisa saber sobre o futuro dos games

    0

    As possibilidades inovadoras do Cloud Gaming (jogos na nuvem) têm sido especuladas há anos, mas só recentemente as editoras de video-games e fabricantes de hardware começaram a dar os primeiros passos para aproveitar as possibilidades. 

    Por enquanto, os aplicativos em nuvem nos jogos são relativamente modestos, mas várias empresas sinalizaram planos para torná-lo muito mais focado; como é o caso do Google que anúnciou hoje o Stadia

    Dentro de alguns anos, a nuvem pode ser uma força importante na condução de como e onde jogamos nossos games favoritos.

    Entenda sobre o futuro dos games.

    O QUE É “A NUVEM”?

    Na aplicação mais ampla possível, “a nuvem” é um termo genérico para processos de computadores remotos. 

    Em vez de lidar com uma tarefa de processamento pesado em seu próprio computador, por exemplo, você pode pagar uma taxa para ter acesso à capacidade de computação em outro lugar. Um rack de processadores com muito mais poder do que um computador para uso doméstico pode lidar com esses processos muito mais rapidamente e depois alimentar o resultado final em seu próprio computador em casa.

    Essas tarefas geralmente são aquelas limitadas pelas velocidades padrão do processador, ou apenas aquelas que são onerosas. Por exemplo, você pode hospedar sua coleção de fotos da família em um servidor de nuvem hospedado por uma empresa como o Google ou a Apple por uma taxa nominal. 

    Esta é uma das razões pelas quais os notebooks de consumo têm reduzido constantemente sua quantidade de armazenamento onboard: para a maioria dos usuários, ter centenas de gigabytes de espaço para armazenar todas as suas imagens e músicas não é mais necessário.

    Várias empresas já estabeleceram negócios baseados em nuvem. Alguns, como o Amazon Web Services e o Microsoft Azure, concentram-se principalmente em serviços B2B – funções executadas no back-end de outros sites, alguns dos quais você pode usar todos os dias. 

    Outros, como o Google ou o Backblaze, oferecem backups baseados em nuvem das suas fotos ou até mesmo uma imagem do disco rígido inteiro do seu computador para emergências. 

    Por fim, empresas como SpotifyNetflix fizeram seu nome adotando a mídia de entretenimento físico tradicional e transmitindo-a diretamente aos consumidores, reduzindo a desordem.

    JOGOS NA NUVEM – O INÍCIO

    Já vimos a nuvem aplicada a video-games de várias maneiras, mas seus primeiros passos foram desajeitados e transitórios. 

    Os dois primeiros grandes concorrentes foram Gaikai e OnLive, formados em 2008 e 2009. Ambos tinham como objetivo transmitir games high-end e permitir que os usuários finais pagassem uma taxa de assinatura por conveniência. 

    A OnLive até vendeu um microconsole, que era pouco mais que uma caixa de transmissão de passagem. Por fim, a infraestrutura de streaming não foi desenvolvida o suficiente para sustentar seus modelos de negócios. Além disso, a OnLive não aguentou a luta contra os concorrente de grandes consoles como Xbox e PlayStation.

    Ainda assim, havia valor na própria tecnologia. A Sony Interactive Entertainment adquiriu os direitos do Gaikai em 2012, o que levou a alguns dos desenvolvimentos atuais da empresa. Também adquiriu patentes para o OnLive em 2015.

    A Sony passou a usar essa tecnologia para lançar o PlayStation Now, que oferece streaming de jogos entre uma lista selecionada.

    Atualmente, no entanto, o aplicativo mais comum é o backup de salvamento na nuvem, como no caso do serviço PlayStation Network ou Switch Online. Se alguma coisa acontecer com o seu PS4 ou Nintendo Switch, você ainda poderá retomar seus jogos salvos quando substituir o hardware. 

    O recurso é valioso o suficiente para que a Sony tenha expandido recentemente seu espaço de armazenamento em nuvem.

    JOGOS NA NUVEM – O FUTURO

    Os maiores passos para os jogos na nuvem parecem ainda estar por vir, mas eles já estão tomando forma. 

    Fora do PlayStation Now, as grandes ideias lançadas pelo OnLive e Gaikai agora parecem prontas para o lançamento por grandes corporações com mais know-how de desenvolvimento de tecnologia e infraestrutura de hardware.

    No ano passado, o Google estreou o Project Stream, um teste para a tecnologia emergente. Em parceria com a Ubisoft, a empresa permitiu que os participantes jogassem Assassin’s Creed Odyssey através de seu navegador Google Chrome. 

    Todo o poder de renderização e processamento foi tratado remotamente, de modo que os jogadores ficaram essencialmente com um vídeo de streaming de sua própria sessão de jogo. 

    Era necessária uma conexão de internet de alta velocidade, mas os resultados foram considerados impressionantes.

    Agora, o Google pode estar dando o próximo passo lógico. A empresa anunciou um painel durante a Game Developers Conference, prometendo que “tudo seria revelado”. 

    Circularam rumores de que o Google estaria preparando seu próprio console, com o codinome Yeti. Além disso, os rumores afirmavam que o Yeti usaria a tecnologia Project Stream como sua espinha dorsal, essencialmente tornando o console uma caixa de streaming. Mas como anunciado hoje, tudo fazia parte do Stadia.

    Leia também:

    Stadia: Google anuncia plataforma de jogos com Cloud Streaming

    Programas como o Game Pass da Microsoft e Access da EA oferecem uma seleção rotativa de jogos para download, então seria fácil transferir este modelo para um serviço de assinatura como “uma Netflix para video-games”.

    Mas ambas as empresas também oferecem jogos para compra, então é possível que, ao lado de um modelo de assinatura, você possa comprar jogos à la carte

    Isso funcionaria de maneira semelhante às atuais lojas digitais. A única diferença seria que, em vez de esperar por um download, você poderia começar a jogar instantaneamente depois de concluir sua compra. 

    Atualmente o PlayStation Now já fornece isso, embora com foco em lançamentos de jogos mais antigos.

    TEMPESTADE NA NUVEM

    Cada gamer terá obstáculos para superar. A computação em nuvem geralmente enfrenta problemas de privacidade e compartilhamento de dados. 

    Como toda a atividade do usuário é registrada na nuvem, e muitas vezes as empresas de computação em nuvem obtêm receita extra vendendo dados de atividade do usuário aos pesquisadores de mercado, os usuários devem ser especialmente cautelosos ao entregar suas informações pessoais.

    Outro ponto crítico é a questão das interrupções do servidor. Atualmente, alguns jogos somente online são inacessíveis se você não puder fazer o login, mas geralmente a maioria dos jogos single-player permite que você jogue sem qualquer conexão com a internet. 

    Se o Cloud Gaming é o futuro, qualquer tempo de inatividade do servidor, mesmo que seja apenas para manutenção, interromperá totalmente o jogo.

    Outra grande ponto chave é a latência. Os video-games são um meio que às vezes dependem de precisão. Qualquer atraso no jogo pode significar a diferença entre a vida e a morte, vencer o chefe ou ter que carregar um salvamento. 

    Com um jogo instalado em seu console ou PC, o hardware em si faz a computação necessária para processar um pressionamento de botão e exibir o feedback apropriado. 

    Em um modelo de streaming, o sinal do controlador deve ser enviado para o servidor em nuvem, que então deve renderizar o vídeo e transmiti-lo de volta para você. 

    Cada uma dessas operações aconteceria em frações minúsculas de segundo, mas os jogadores perceberão se os controles não se sentirem responsivos. 

    Um possível fator positivo para o Cloud Gaming é o 5G. As empresas de celular têm desenvolvido o 5G especificamente para enfrentar alguns dos desafios tecnológicos mais amplos que vêm com demandas de dados mais altas, incluindo a redução de latência e custo, e visando uma alta taxa de dados. 

    Se o streaming de jogos se estabelecer ao lado do 5G, as preocupações sobre banda larga e a latência podem ser resolvidas de uma só vez.

    Isso também pode explicar o interesse da Verizon em streaming de jogos, como uma oportunidade para alavancar sua nova tecnologia celular com um produto final para o consumidor.

    O CEO da Ubisoft, Yves Guillemot, referenciou a necessidade do 5G em entrevista para o GameSpot sobre a promessa de streaming de jogos. Na época, ele também se referiu a possíveis parcerias com editores individuais, além de usar os serviços em nuvem da Amazon:

    “Nós ainda temos que ter 5G, ainda temos que ter algumas coisas para garantir que esta experiência seja boa, mas quando ela estiver lá e funcionar perfeitamente, existe o potencial de ter uma máquina que é 10.000 vezes mais poderosa do que a que temos hoje e dá-lhe algo cheio de possibilidades.”

    Esse dia pode estar chegando quando o hardware necessário para executar os jogos mais recentes e de maior fidelidade não estará na sua sala de estar, mas em um rack de servidor. Nesse ponto, questões como fidelidade à marca do console e especificações mínimas recomendadas podem se tornar muito menos relevantes do que são atualmente.

    E você, o que espera do futuro dos games com o Cloud Gaming? Deixe seu comentário e lembre-se de compartilhar essa publicação com seus amigos.

    CRÍTICA – ToeJam & Earl: Back in the Groove (2019, HumaNature Studios)

    Numa época em que revivals de games e consoles têm estado cada vez mais em voga, ToeJam & Earl: Back in the Groove tem seu retorno triunfal, após ganhar o status de cult.

    Depois de quase 30 anos de seu primeiro lançamento em 1991 para o saudoso Mega Drive, o game que foi trazido as plataformas da atual geração por meio de um financiamento coletivo em 2015, e produzido pela HumaNature Studios, e parece nos levar para o início dos anos 90, em que games roguelike como Ancient Domains of Mystery, Diablo e Fatal Labyrinth nos faziam passar horas e horas encantados com suas historias, suas paletas de cores vibrantes, porém limitadas — época mais simples, em que a direção de arte não nos importava muito.

    ToeJam & Earl são o fruto de uma geração em que o Hip-Hop dominava o cenário musical dos Estados Unidos, e eram a epítome do que era ser “descolado” para a época.

    ToeJam & Earl: Back in The Groove

    ToeJam & Earl: Back in the Groove tem como ponto de partida, as características animações presentes nos antigos games, mas refeitas para os moldes atuais, sem perder suas características mais marcantes.

    A exploração de um planeta Terra recém-transformado por um cataclismo causado por nossos heróis, pode ser feita de modo solo ou cooperativo – local ou online -, e nos permite selecionar todos os personagens já presentes na franquia, sendo 4 deles, variações de ToeJam e Earl.

    ToeJam & Earl: Back in The Groove

    A campanha pode ser jogada de forma linear, nos permitindo explorar uma camada da Terra por vez e inova ao nos apresentar o modo aleatório, em que fases são geradas proceduralmente, nos apresentando um desafio moderado e divertido, com uma relativa variedade de cenários.

    Os power-ups oferecidos no game, podem ser usados por meio de caixas de presentes espalhadas por todo o mapa. Cada caixa, nos confere um poder diferente, como nadar por tempo ilimitado, atirar tomates, mas também pode nos causar um efeito negativo, como a perda de uma das vidas.

    ToeJam & Earl: Back in The Groove

    Tentando se manter próximo dos games originais, ToeJam & Earl: Back in the Groove peca nas suas escolhas visuais e em seu gameplay.

    O visual 2D que víamos no Mega Drive resultam na falta de profundidade, e o modo como interagimos com o mundo que nos cerca, nos remete aos jogos em Flash – feitos para navegador do início dos anos 2000 – feitos sem muito cuidado.

    O game pode encantar os fãs mais saudosistas, mas pode decepcionar os possíveis novos jogadores da franquia. A trilha sonora marcante nos remete aos anos em que o game foi idealizado e nos transporta para os anos 90, apresentando um Funk/Hip-Hop poderoso.

    Confira o trailer de lançamento do game:

    ToeJam & Earl: Back in the Groove foi lançado no dia 1º de Março e está disponível para PlayStation 4, Xbox One, Nintendo Switch e PC.

    Já jogou o game? Deixe sua avaliação: