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    CRÍTICA – 3% (4ª temporada, 2020, Netflix)

    A quarta e última temporada da série brasileira 3% estreou na Netflix dia 14/08. A criação é de Pedro Aguilera e traz no elenco principal os atores Bianca Comparato, Vaneza Oliveira, Rodolfo Valente e Rafael Lozano.

    SINOPSE

    CRÍTICA - 3% (4ª temporada, 2020, Netflix)Na luta final por recursos e uma chance de acabar com o Processo de vez, Joana (Vaneza Oliveira), Rafael (Rodolfo Valente), Marco (Rafael Lozano), Elisa (Thaís Lago) e Natália (Amanda Magalhães) partem para o Mar Alto para uma falsa missão diplomática. Enquanto isso, na Concha, Michelle (Bianca Comparato) traça um jeito do plano funcionar e no Mar Alto, seu irmão André (Bruno Fagundes) deseja iniciar o Processo mais violento do Continente. 

    ANÁLISE

    CRÍTICA - 3% (4ª temporada, 2020, Netflix)Em 2016 a Netflix lançou a primeira série original brasileira e não demorou muito para 3% ser um sucesso em outros países. A produção chegou a ficar em primeiro lugar como a série de língua não inglesa mais assistida nos Estados Unidos.

    De 2016 para 2020 o mundo inteiro mudou, porém, temas recorrentes em 3% como desigualdade social e mérito continuam sendo problemas atuais. Logo, em quatro temporadas, a série surpreende por falar de um futuro pós-apocalíptico que retrata uma atual realidade brasileira.

    Nesse sentido, mesmo depois de quase cinco anos, 3% pode até ser subestimada pela maioria das pessoas. Afinal, é extremamente difícil sair das sombras das novelas brasileiras sem ser taxada de caricata ou ruim.

    Contudo, 3% entende seu papel no entretenimento nacional: o de não ser mais uma produção com apenas representações sem discutir, de fato, o necessário. Ao longo de quatro temporadas é refletido o Brasil de forma nua e crua, mostrando que enquanto alguns têm de demais, outros têm de menos. 

    Dessa forma, surge no Continente o retrato do Brasil miserável, sem perspectiva de futuro naquele ambiente. Já no Mar Alto está a chance de qualquer um mudar de vida. É nesse local que as pessoas pregam a “meritocracia”.

    Não importa de onde você vem ou quem você é, se passar no Processo é porque “você é o criador do seu próprio mérito” e melhor que os outros. É o típico discurso elitista disseminado pelos ricos, onde quem tem tudo acha que é só questão de força de vontade. 

    Em 3% o conceito de mérito além de estampar o Mar Alto, a elite, também tem grande reflexo no Continente. Visto que, como as pessoas foram levadas a acreditar que o Processo é a única solução para uma vida melhor e também para autorrealização, quem não passa acaba por se contentar com uma vida miserável. 

    E como julgar essas pessoas? Quanto mais refletimos como a hierarquização de 3% funciona, mais a frase de Paulo Freire faz sentido:

    “Quando a educação não é libertadora, o sonho do oprimido é ser o opressor.”

    No Continente não existe uma consciência crítica do mal estar a sociedade que o Mar Alto causa. É como se estivesse tudo bem em ser oprimido, porque quem sabe um dia talvez possa virar opressor.

    Por isso, os personagens centrais de 3% são tão interessantes, pois eles acabam por abranger o debate e dar mais força a trama de um mundo que já é discutível por si só.

    Nessa medida, acompanhamos no começo Michele e Rafael que são infiltrados da Causa, uma organização contra o Mar Alto; Joana que é uma fugitiva e só deseja passar no Processo para escapar; Fernando que foi criado para acreditar na bondade do Mar Alto e Marco que acredita ser da elite, pois seus familiares sempre passam.

    “O passado é uma roupa que não nos serve mais.”

    Assim como esses cinco personagens iniciam com convicções e acreditam em seus próprios ideias, assistimos ao longo das temporadas tomadas de decisões que impulsionam e desafiam essas personas.

    Dessa forma, 3% consegue desenvolver seus personagens sem perder a essência deles. Ou seja, seus principais ideais ainda estão ali, mas vemos pessoas que reconhecem e tentam aprender com seus erros.   

    Da mesma maneira, a quarta temporada também busca ser palpável. Ao olhar para trás e ver toda sua trajetória, a produção entende onde pecou e cria um final sem grandes rodeios, mas de uma sensibilidade incrível. A temporada inteira acontece em sete capítulos, misturando flashbacks de semanas ou anos antes para dar profundidade e contexto a trama atual.

    CRÍTICA - 3% (4ª temporada, 2020, Netflix)

    Logo, ao mostrar alguns personagens crianças, ou em momentos importantes de suas vidas, é reforçado na trama a ligação de quatro anos que nós tivemos com eles.

    Passamos a acreditar neles, a nos importarmos e querermos que eles ganhem. Afinal, por ser uma série que reflete a realidade brasileira, até nós parecemos um pouco com esses personagens: seja nas ambições, nos desafios ou nas lutas, cada brasileiro tem um pouco dos 3%.

    Para além da narrativa, a série mais uma vez incrementa sua ambientação. O figurino único de 3% consegue transmitir qual tipo de lugar é o Continente, o Mar Alto e a Concha. Com isso, a produção dá vida a um mundo pós-apocalíptico. A direção se alinha a montagem de forma a provocar a curiosidade e o interesse, o que é um ótimo caminho para um final de série.

    Sendo assim, 3% fica eternizado não só como a primeira produção brasileira da Netflix, mas como a série que buscou e ousou debater um Brasil ignorado e invisibilizado. Não de forma a apontar culpados ou vítimas, 3% se propôs a falar de sociedades corrompidas, de tudo ou nada, de hipocrisia e de liberdade. 

    VEREDITO

    CRÍTICA - 3% (4ª temporada, 2020, Netflix)A quarta e última temporada de 3% da Netflix consegue ser dinâmica sem perder a sua narrativa. A série põe o fim necessário a cada personagem, de forma a elevar alguns e redimir outros. E mesmo com algumas manobras um tanto discutíveis para resolver conflitos, vemos uma série que não teve medo de ousar. 

    Assista ao trailer:

    E você, curtiu 3%? Deixe a sua avaliação e comentários.

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    Call of Duty: Warzone | Onde encontrar os bunkers disponíveis e suas senhas – ATUALIZADO 2021

    Artigo atualizado em março de 2021 com a senha dos bunkers abertos após a atualização da temporada 2 do Cold War no Call of Duty: Warzone.

    Pensando abrir um bunker na sua próxima partida de Call of Duty: Warzone? Com o lançamento da 1ª temporada do Cold War, um novo bunker surgiu de uma cratera no aeroporto. E agora, durante a 2ª temporada, alguns bunkers estão fechados, enquanto alguns silos de mísseis estão abertos. Nós montamos esse guia pra que a sua busca por bunkers se torne muito mais efetiva.

    Chegar ileso até eles, depende de uma boa dose de sorte, mas te dará uma enorme vantagem sobre seus oponentes se você optar por ir até eles. Então, se você se sentir tentado pela promessa de loots raros – e um incrível segredo encontrado em um cofre em particular – você precisará todos os cartões vermelhos primeiro.

    Quando você conseguir isso, com a ajuda desse guia, você precisa identificar qual tesouro é melhor para você e sua equipe, e ir até lá ileso – enquanto tenta fugir de campers oportunistas.

    Como abrir um bunker no Warzone

    Primeiro, você precisará de um Cartão de Acesso Vermelho, que está disponível em baús lendários. Entretanto, eles são tão raros, ao ponto de nem sempre aparecerem nos baús, então trate de cruzar os dedos quando for abrir um deles.

    Em seguida, você precisará encontrar um bunker. Esse é ponto que você precisará ser esperto: Essas áreas se tornarão áreas repletas de jogadores com cartões de acesso, e aproveitadores que ficarão espreitando das sombras, esperando uma chance para atacar. O bunker a noroeste da prisão (da imagem da capa) é bem manjado, então considere ir para outros bunkers, se o círculo permitir.

    Então procure o teclado do lado direito da porta. Interagir com eles fará com que as barras amarelas da porta se abram, fazendo a porta abrir. Infelizmente, o bunker 11 foi selado de vez durante a última atualização, então pode esquecê-lo.

    Cada um dos códigos, localizações dos bunkers e silos de Warzone

    Para ver a imagem em alta resolução, clique no mapa.

    Acima, você pode ver o mapa com a localização de todos os bunkers e silos – para acessar os bunkers secretos, confira o teclado do lado de fora, e fique de olho abaixo na página.

    Nota: Algumas das localizações do mapa acima, são tão próximas que estão identificadas por uma só marcação. Mas os silos são bem fáceis de serem vistos. Os Pontos de Interesse marcados no mapa na cores Azul e Branca, são respectivamente:

    • O bunker do aeroporto que abriu durante a 1ª Temporada do Cold War no Warzone que não precisa de senha para ser acessado, e os silos de mísseis nucleares, que contam com vários loots e surgiram durante a 2ª Temporada, que foi liberada na semana passada.

    Mas vamos aos bunkers que ainda estão abertos?

    • 01: Bunker escondido perto do barracão da prisão;
    • 02: O bunker está escondido em meio à Farmland, como pode ser visto no mapa;
    • 03: Bunker à oeste de Boneyard, na direção do galpão, mas no sentido das montanhas;
    • 04: Perto do bunker 03, mas você precisará descer através de uma porta;
    • 05: Desça em segurança pela montanha, contornando a beirada do mapa, você verá uma porta com um pad do lado;
    • 06: Próximo à TV Station.

    Códigos de acesso para os bunkers: Como entrar nos bunkers secretos

    Para ver a imagem em alta resolução, clique no mapa.

    Então, você provavelmente vai precisar ter uma ideia decente de onde os bunkers comuns estão, mas como parte da recente atualização da Season 2 do Cold War, que agora foi implementado ao Warzone, alguns bunkers foram completamente selados. Se eles não estão na lista acima, pode esquecê-los. e podem ser acessadas para realizar o loot e inclusive algumas dicas intrigantes.

    Aqui estão os códigos (que, diferente do estádio, todos estão certos) e bunkers secretos que nós sabemos:

    • Prison Shack: 72948531 – um pequeno prédio a oeste da Prisão;
    • Farmland: 49285163 – um grande celeiro a sudeste do Estádio;
    • Bunker 4: 97264138 – dentro do bunker a oeste de Boneyard;
    • Boneyard: 87624851 – dentro do bunker no quadrante B5 do mapa.
    • Park (nuke) – 60274513
    • TV Station – 27495810

    FIM DA ATUALIZAÇÃO DO CALL OF DUTY: WARZONE – COLD WAR – TEMPORADA 2

    CRÍTICA – Emma (2020, Autumn de Wilde)

    Emma é uma adaptação do último romance de Jane Austen dirigido por Autumn de Wilde e estrelado por Anya Taylor-Joy (Os Novos Mutantes, A Bruxa). 

    SINOPSE

    Emma Woodhouse (Anya Taylor-Joy) é uma jovem rica e inteligente, que não tem pretensões de se casar tão cedo para ficar sempre perto do pai. Seu passatempo favorito parece ser o de ‘casamenteira’, Emma está sempre tentando juntar casais que considere apropriados entre seus amigos, sem perceber os problemas causados com sua imaginação e teimosia.

    ANÁLISE

    Muitos já estão familiarizados com as adaptações cinematográficas dos livros de Jane Austen. O mais famoso entre eles, Orgulho e Preconceito (2005) deu uma nova roupagem aos filmes de época apresentando uma protagonista não convencional. Emma de 2020 entra na mesma onda, se por um lado, essa adaptação não é inédita, por outro, temos uma releitura desafiadora.  

    É através dos mínimos detalhes que conhecemos quem de fato é Emma. Apesar de parecer perfeita, afinal ela é descrita como rica, bonita e inteligente, o filme aposta em seus defeitos para criar a empatia que a personagem merece. Logo, um olhar mais demorado, uma expressão de dúvida ou uma ação mal planejada colocam Emma entre as protagonistas que não se encaixam em sua sociedade. 

    O que de forma alguma é um mal sinal para o filme, já que Emma por sua vez, se destaca em um ambiente totalmente regrado. É ela quem desafia, quem instiga e quem conduz a história. Seu jeito soa até manipulador e inconsequente, mas é com seus seus erros que a protagonista aprende. Dessa forma, vemos em tela uma mulher de 21 anos que está amadurecendo.

    Na história, Emma com toda sua eloquência e acidez busca arranjar um marido para sua amiga Harriet (Mia Goth), uma jovem que órfã que lhe admira. Contudo, é quando o plano dá errado que a protagonista entende o quanto é errado supor os sentimentos das pessoas. 

    Seu amigo e também seu maior crítico Sr. Knightley (Johnny Flynn) é o único que parece ver o quanto Emma pode ser letal com seus comentários e ações. Além de seus personagens principais, o filme brilha com seus coadjuvantes que entregam um humor tipicamente britânico, Bill Nighy como o pai meio maluco e Miranda Hart como uma viúva falante são os destaques. 

    Dessa forma, Emma também entrega uma produção exuberante. Apostando em cores vivas, como amarelo, rosa, azul e verde temos a concretização do talento de Autumn de Wilde. A diretora estreante é mais conhecida por seu trabalho de fotografia e direção em videoclipes de bandas. 

    Logo, a atmosfera criada por Wilde se assemelha a um sonho de nobreza, não por acaso, Anya Taylor-Joy se saiu tão bem como Emma. A atriz tem um talento nato que foi captado pela diretora de modo a criarem a melhor versão que poderíamos ter de Emma. 

    VEREDITO

    Emma começa confuso já que a história trata de vários personagens, mas é incrivelmente envolvente, inteligente e um tanto quanto divertido. Para um filme que tem outras adaptações como concorrentes, Emma de 2020 tem a proeza de criar uma protagonista acreditável. 

    Confira o trailer do filme:

    E você, já assistiu ao filme Emma? Deixe seus comentários e nota!

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    Lanternas Vermelhos: 6 coisas que você talvez não saiba!

    Os Lanternas Vermelhos constituem alguns dos seres mais poderosos e assustadores do Universo DC. Eles possuem todo o poder dos lendários Lanternas Verdes, mas são movidos pela raiva. Essa raiva alimenta sua capacidade cósmica, deforma-os física e mentalmente e os torna uma infecção literal que se espalha por todo o universo.

    Literalmente, nada sobre a Tropa dos Lanternas Vermelhos é bom, e quanto menos a maioria das pessoas no cosmos souber, melhor. No entanto, os Lanternas Vermelhos permanecem uma inversão fascinante dos Lanternas Verdes clássicos e, como todas as histórias do bem contra o mal, fornecem muito de fascínio para os leitores.

    SEM CORAÇÃO

    Os Lanternas Negros destroem seus inimigos literalmente arrancando seus corações. Isso não funciona necessariamente em Lanternas Vermelhos, pois seus corações já se foram. Sua imunidade – ou pelo menos resistência – aos Lanternas Negros os torna ainda mais mortíferos do que a ameaça cósmica mais mortal que existe.

    Um Lanterna Vermelho sobrevive ao seu coração (na verdade, seu anel) sendo arrancado de seu peito graças ao fato de que eles podem sobreviver de sua própria raiva. Contanto que eles fiquem com muita raiva, mesmo tendo seu coração arrancado, eles podem sobreviver sem ele.

    A RECUPERAÇÃO É POSSÍVEL

    Os Lanternas Vermelhos agem claramente como uma espécie de vírus, infectando outros seres e anéis igualmente. A raiva transforma completamente personagens bons e nobres, como a Rainha Mera de Atlantis; mas a recuperação é possível.

    Embora Mera tenha sucumbido a uma infecção do Lanterna Vermelho durante o crossover A Noite Mais Densa, ela finalmente se curou.

    Como o Lanterna Vermelho substituiu o coração de Mera, ela quase morreu ao se livrar de sua raiva; para sorte dela, Saint Walker e Carol Ferris a ajudaram com um novo coração.



    CURA COM ESPERANÇA

    Os Lanternas Vermelhos podem ter uma defesa contra os Lanternas Negros, mas não são imunes a tudo. A luz de um Lanterna Azul é a luz da esperança e pode realmente reduzir a fúria desenfreada de um Lanterna Vermelho.

    Isso é especialmente interessante considerando que a Tropa dos Lanternas Azuis existe por causa das regras redutoras dos Lanternas Verdes. Eles proibiram a união romântica entre Ganthet e Sayd e, em vez de ficarem furiosos (como alguns outros membros de outras ordens cósmicas poderiam ter feito), escolheram a esperança e a paz.

    PORTAL DE SANGUE

    Outra característica insana, exclusiva dos Lanternas Vermelhos, é a capacidade de criar um portal de sangue. Lanternas Verdes, como Kyle Rayner, geralmente se locomovem voando pelo poder de seu anel e também pelas construções que eles criam, mas os Lanternas Vermelhos vão além.

    Eles criam portais a partir da energia da raiva em seu próprio sangue, que podem usar para conectar vastas distâncias através do espaço. Esses portais fornecem a eles uma vantagem terrível em todas as batalhas, já que podem simplesmente aparecer do nada e sem qualquer aviso.



    LEITURA DE MENTE

    Um aspecto do anel dos Lanternas Vermelhos que também o distingue dos outros é a capacidade de ler mentes. Isso até agora parece um pouco limitado em escopo, mas é definitivamente uma habilidade que alguns mostraram.

    Guy Gardner aprendeu como fazer isso depois que se tornou um Lanterna Vermelho, observando O Juiz ler mentes.

    A habilidade parece focada principalmente na leitura de memórias ao invés de pensamentos reais, mas é possível e dá a Tropa dos Lanternas Vermelhos mais uma vantagem assustadora sobre seus adversários.

    MASSACRE NO SETOR 666

    Os Lanternas Vermelhos existem devido a uma tragédia verdadeiramente horrível e às odiosas maquinações de um dos seres mais malignos de toda a DC Comics: Atrocitus.

    Ao usar o poder mágico de seres cósmicos assustadores chamados de Cinco Inversões, Atrocitus aproveitou sua raiva pela perda de todo o seu setor do espaço – setor 666 – para se transformar em um Lanterna Vermelho.

    Ele assassinou os Inversões, usou seu sangue para construir uma Bateria de Energia Vermelha e as coisas pioraram a partir daí. O “paciente zero” rapidamente infectou outros e a Tropa dos Lanternas Vermelhos se espalhou pelo espaço.

    LEIA TAMBÉM:

    Tropas dos Lanternas: Conheça suas histórias e mais



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    Pathfinder: Kingmaker Definitive Edition já está disponível

    A Owlcat Games e a Deep Silver rolaram os dados e hoje lançam o aclamado Pathfinder: Kingmaker Definitive Edition para PlayStation 4, Xbox One e Xbox One X. O jogo está disponível em lojas de varejo selecionadas, bem como nas lojas digitais do respectivas plataformas.

    O RPG clássico levará aventureiros às Stolen Lands, apresentando todos os pacotes de conteúdo lançados anteriormente, bem como um novo modo baseado em turnos.

    Alexander Mishulin, diretor criativo da Owlcat Games disse em uma entrevista:

    RPGs clássicos são raros convidados nos consoles, e estamos entusiasmados em apresentar a experiência Pathfinder completa aos proprietários de console. E com o novo combate baseado em turnos, os jogadores estão prestes a obter ainda mais variedade de jogabilidade que esperam de um jogo desse gênero.”

    Veja o trailer de lançamento:

    Pathfinder: Kingmaker – Definitive Edition 

    O Pathfinder Kingmaker: Definitive Edition adiciona todo o conteúdo DLC lançado anteriormente diretamente ao jogo e vem com o novo modo baseado em turnos, que não só traz o jogo mais perto da experiência de mesa, mas também adiciona uma nova camada tática. Os proprietários da versão para PC receberão este novo modo como uma atualização de patch grátis mais tarde.

    A Definitive Edition conta com todo o conteúdo de jogo dos DLCs lançados anteriormente:

    • Pathfinder: Kingmaker – The Wildcards;
    • Pathfinder: Kingmaker – Varnhold’s Lot;
    • Pathfinder: Kingmaker – Beneath The Stolen Lands;
    • Pathfinder: Kingmaker – Bloody Mess;
    • Pathfinder: Kingmaker – Arcane Unleashed;
    • Pathfinder: Kingmaker – Royal Ascension.

    Sobre Pathfinder: Kingmaker:

    Pathfinder: Kingmaker leva os jogadores em um tour pelas infames Terras Roubadas, os territórios perigosos e turbulentos bem conhecidos entre os fãs de Pathfinder.

    Kingmaker revisita personagens familiares e locais conhecidos da tradição da “série” e trata os jogadores para novas aventuras, inimigos mortais e reviravoltas imprevistas.

    Os fãs do RPG de fantasia de mesa experimentarão seu universo épico e heroico de novas maneiras, enquanto os jogadores de RPG de computador descobrirão seu gênero favorito sob uma luz mais contemporânea, em impressionantes gráficos 3D que dão vida ao universo.

    O game desafiará os jogadores como aventureiros e governantes, enquanto reivindicam terras exploradas e esculpem seu reino do deserto.

    A fundação do Reino vai além da simples construção de fortalezas e se torna um verdadeiro reflexo do caráter do herói e das escolhas feitas ao longo do jogo.

    Cada reino é uma coisa viva moldada pelo alinhamento, escolhas, aliados e a capacidade do herói de liderar seu povo.



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    CRÍTICA – Ghost of Tsushima (2020, Sucker Punch)

    Nos últimos anos diversos jogos com a temática de samurai (Nioh, Sekiro, Onimusha e Samurai Shodown) vêm ressurgindo para alegria dos fãs que estavam órfãs desse gênero. Gênero esse que teve uma boa safra no PlayStation 2. Inclusive, um clássico do PS2 como Onimusha Warlords retornou para plataforma do PlayStation 4; alguns até ganharam até o GOTY de 2019, como Sekiro: Shadow Die Twice, e agora temos Ghost of Tsushima.

    Entre todos os mencionados da indústria, nunca tivemos um jogo de samurai de mundo aberto que realmente captasse toda a essência desse período histórico da Era dos Samurais com o devido grau de detalhes e um contexto histórica absurdo.

    Com isso em mente, lhes trago Ghost of Tsushima um game que é uma carta de amor da desenvolvedora Sucker Punch a esse período que foi tão importante para a história do Japão.

    Ghost of Tsushima é um jogo desenvolvido pela Sucker Punch (Infamous e Sly Cooper) e publicado pela Sony, sendo o mais recente exclusivo para o PlayStation 4.

    PARECE PRODUZIDO DO JAPÃO, MAS NÃO É

    Ghost of Tsushima

    Esse é o primeiro jogo de mundo aberto da desenvolvedora norte-americana. O inusitado é que esse jogo poderia muito bem ser feito por desenvolvedores japoneses, assim como o próprio diretor executivo Toshihiro Nagoshi da série Yakuza citou:

    “Venceram-nos. Penso que é um jogo que devia mesmo ter sido feito por pessoas japonesas, mas ouvi que eles fizeram um trabalho monstruoso para recolher dados e tudo isso. Também existe o Modo Kurosawa, demonstrando como tentaram perseguir uma sensação artística cinematográfica para o jogo no geral. É o tipo de trabalho, feito por pessoas não japonesas, que nos faz sentir que eles são ainda mais japoneses do que nós.”

    UMA TEMPESTADE SE APROXIMA

    Ghost of Tsushima

    “O ano é 1274. Os guerreiros samurais são os lendários defensores do Japão – até que o temível Império Mongol invade a ilha de Tsushima, causando estragos e conquistando a população local. Como um dos últimos samurais sobrevivente, você se levanta das cinzas para lutar. Mas, táticas honrosas não o levarão à vitória. Você deve ir além de suas tradições de samurai para forjar uma nova forma de luta – o caminho do Fantasma – enquanto você trava uma guerra não convencional pela liberdade do Japão.”

    ANÁLISE

    Ghost of Tsushima reúne tudo o que há de melhor em jogos de mundo aberto como por exemplo The Witcher 3, Horizon Zero Dawn e BOTW. O game apresenta um mapa vasto e rico em detalhes, além de uma ambientação do Japão feudal que é perfeita e bate muito bem com o contexto histórico.

    O game é repleto de missões a serem realizadas, sendo elas, missões da história principal e side quests – que particularmente, achei como o ponto mais fraco do jogo.

    Vale mencionar que ambos os tipos de missões que o game oferece conforme a sua progressão tem bastante semelhança com os primeiros games da série Assassin’s Creed.

    Ghost of Tsushima

    As missões variam de stealth a conquistas de territórios invadidos pelos mongóis, por isso recomendo que fique alternando entres as missões da história principal e missões secundárias. Do contrário terá experiência extremamente repetitiva o que pode te deixar exausto.

    Confesso que fiquei bastante frustrado com as missões secundárias por não serem tão elaboradas, como em The Witcher 3 (quem jogou TW3 sabe o como as side quests tem o mesmo nível de qualidade das missões principais), por mais que as missões tenham sido fracas não diminuiu a ótima experiência que tive durante todo o jogo. Contudo, essas missões secundárias são cruciais para o desenvolver do seu personagem.

    Conforme você explora o mundo de Ghost of Tsushima serão encontrados recursos que se divididem em 4 categorias: madeira, metal, tecido e produtos. Que será necessário saber quais itens nessa categoria funcionará para melhorar o conjunto de equipamentos.

    Ghost of Tsushima

    O tempo de loading de Ghost of Tsushima é incrivelmente satisfatório para um jogo de mundo aberto que levam cerca de 8 a 10 segundos para carregar. O que deixa o jogador mais imerso durante a jogatina. Fiquei bastante satisfeito, pois outros jogos de mundo aberto dessa geração não apresentam um loading tão rápido.

    JOGABILIDADE

    A jogabilidade do game é ágil e fluida junto ao combate que é um espetáculo. Contundo, na hora de você põe sua katana em ação contra os mongóis, temos a ausência da trava na mira, o famoso “lock on”, diante dos inimigos.

    Essa ausência de trava na mira foi justificada pelo diretor do game, Nate Fox, em uma entrevista ao GameSpot:

    “A ideia é que os principais inimigos do jogo, os mongóis, te enfrentassem como uma espécie de matilha de lobos. Ou seja, eles vão te cercar, e você precisará se livrar usando suas habilidades, ainda que venham de todos os lados. Se esse mecanismo de trava tivesse sido incluído, não seria possível se movimentar tão rapidamente nas lutas. É algo parecido como uma dança, que precisa ser fluída, se movendo pelo espaço.”

    Por isso, seja rápido na hora de esquivar quando um grupo de mongóis se reunirem para confrontá-lo, pois um erro na esquiva pode levá-lo à grandes danos ou a morte.

    Apesar da ausência da trava na mira, o combate é um espetáculo digno de cinema, como se tivesse saído de algum filme do diretor Akira Kurosawa. Além disso o modo foto permite deixar o game ainda mais com aspecto dos filmes do lendário diretor.

    Detalhe: a empresa teve aprovação dos responsáveis pelo legado do diretor, que faleceu em 1998, para utilizar esse modo.

    Assim como em Sekiro e Nioh o game apresenta a postura de luta do samurai (postura do vento, postura da água, postura da lua, postura da pedra) e cada inimigo é vulnerável a uma determinada posição de ataque, portanto mudar de postura é essencial para sobreviver.

    O game apresenta um vasto arsenal de armas e munição como katana, tantô, kunai, arco e flecha, zarabatana, bomba aderente e bomba de fumaça.

    VEREDITO

    A minha experiência com Ghost of Tsushima foi incrível, por mais que tenha pequenos problemas, em momento algum me tirou as 50 horas de diversão que o jogo proporcionou em uma aventura épica.

    Apesar do personagem principal, Jin Sakai, não ter me cativado no início do jogo, contudo, conforme avançava na história fui conhecendo suas motivações nobres e passei a me importar com ele (achei muito legal a dublagem japonesa, pois o dublador Kazuya Nakai é o mesmo do Zoro de One Piece).

    Ghost of Tsushima é um jogão e tenho certeza que vai agradar tanto aos fãs da cultura oriental, quanto aos fãs da série Assassin’s Creed. Sem falar, que certamente o game é o mais lindo dessa geração, seus gráficos vão te deixar impressionado com nível de qualidade e detalhes. Contudo, as expressões faciais, a meu ver, foram apenas ok (depois de ter jogado The Last of Us Parte 2 fica difícil encontrar outro game para bater de frente).

    Confira o trailer do game:

    Você já teve a oportunidade de jogar Ghost of Tsushima? Se sim, deixe seus comentários e sua avaliação abaixo. Se não teve oportunidade de jogar, confira nossas gameplays!


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