Início Site Página 636

    Wolftrucker: Banda de rock porto alegrense lança App de clipe interativo

    Em meados de 2013, em Porto Alegre/RS, a banda Wolftrucker ganhou vida, trazendo consigo riffs de guitarras afiadíssimos, baixos frenéticos, uma bateria voraz e um vocal fluido com letras de tirar o folego e que nos fazem refletir e viver intensamente.

    O grupo é formado por Bruno Juges no vocal, Lucas Figueiredo na guitarra, Joey Razzolini no baixo e Christ Oliveira na bateria e suas músicas mesclam uma estética de bandas como Motörhead, Ramones e Black Sabbath, agregando em uma insana presença de palco.

    Selvagem como um lobo e pesado como um caminhão, a banda seguiu seu caminho rumo ao reconhecimento e em Agosto de 2019 lançou seu primeiro álbum, intitulado Come To The Road!, uma produção colaborativa da banda e do produtor Ray-Z.

    Para alavancar o lançamento do álbum, o Wolftrucker, ao lado da empresa Hyper Dive Studio deram vida ao aplicativo Wolftrucker – Come To The Road que é que um clipe interativo com a música tema do álbum.

    Logo de início nos deparamos com paletas de cores que vão do preto ao vermelho que complementam o design que se assemelha a histórias em quadrinhos, juntando tudo isso e somando ao o som da banda, o aplicativo desenvolvido para Android – e e breve para iOS – cativa e prende a nossa atenção do começo ao fim.

    Veja uma prévia do clipe interativo:

    O desenvolvimento do aplicativo pela Hyper Dive Studio foi fundamental, tendo como responsáveis por trás de todo o projeto Gabriel Figueiredo e Lucas Corrêa. A empresa surgiu em 2016, em Porto Alegre, trabalhando com jogos educacionais e promocionais, tendo sido reconhecido em premiação nacional, sendo finalistas no evento SBGames de 2017.

    Wolftrucker – Come To The Road está disponível gratuitamente na Play Store para aparelhos Android; e em breve para iOS.

    Vale lembrar que o Lucas Figueiredo, guitarrista do Wolftrucker é super fã de Star Wars e fez uma participação mais que especial no Martelada, o podcast do Feededigno:

    Martelada #23 | Expectativas para Star Wars IX e o Bolão da Morte



    Curte nosso trabalho? Que tal nos ajudar a mantê-lo?

    Ser um site independente no Brasil não é fácil. Nossa equipe que trabalha – de forma colaborativa e com muito amor – para trazer conteúdos para você todos os dias, será imensamente grata pela sua colaboração. Conheça mais da nossa campanha no Apoia.se e nos ajude com sua contribuição.

    Carnificina: Conheça a versão sanguinária de Venom

    Considerado um dos vilões mais insanos do Universo Marvel, o Carnificina (Carnage) foi criado por criado por David Michelinie e Mark Bagley para ser o herdeiro de Venom, mas o personagem firmou-se como uma sua versão mais violenta e amoral devido aos traços de personalidade de um infame maníaco homicida dos quadrinhos.

    Sua primeira aparição foi em The Amazing Spider-Man #344 (Março de 1991) como Cletus Kasady e mais tarde, em The Amazing Spider-Man #361 (Abril de 1992) como Carnificina.

    Presente em séries animadas e jogos, o personagem nunca foi apresentado ao universo cinematográfico, mas isso está prestes a mudar.

    Essa semana, a Sony Pictures anunciou a presença do vilão na sequência do filme Venom, com o título Venom: Que Haja Carnificina (Venom: Let There Be Carnage).

    A ORIGEM DO SOCIOPATA 

    O nome de seu hospedeiro é Cletus Kasady, com uma infância conturbada e bastante problemática, foi responsável pela morte de sua avó e fez com que seu pai assassinasse a sua própria mãe.

    Após a condenação do pai, foi mandado para um orfanato, onde continuou com sua matança e conseguiu fugir após iniciar um incêndio.

    Mais tarde, Kasady se tornou oficialmente um serial killer, consequentemente foi capturado e julgado pelos seus atos, sendo acusado de onze crimes; com isso, o perigoso maníaco homicida cresceu na prisão da Ilha Ryker.

    Na prisão, chega o momento em que ele passa a dividir sua cela com Eddie Brock, acontece que o simbionte de Eddie voltou para seu corpo, sendo assim, Venom escapou da prisão, mas deixou um fragmento do alienígena pelas paredes da cela, que se uniram a Cletus Kasady. Sua instabilidade mental o levou a ter pleno controle sobre o simbionte e ele se tornou o perigoso Carnificina.



    PODERES E HABILIDADES 

    Entre os poderes que são comuns a todos os hospedeiros do simbionte, destacam-se:

    • Mudança de forma limitada: Consegue mudar-se imediatamente para parecer com qualquer tipo de roupa ou de vestuário que desejar, utilizando como forma de camuflagem ou até mesmo como fuga;
    • Imunidade ao sentido aranha: Devido ao simbionte Carnificina ser um “filho” do simbionte Venom, o vilão não pode ser detectado pelo sentido aranha de Peter Parker;
    • Força sobre-humana: Já mostrou nos quadrinhos que é mais forte do que o Homem-Aranha e Venom juntos, e ainda pode ampliar sua força aumentando seu tamanho e massa muscular;
    • Durabilidade sobre-humana: Tem a capacidade de suportar grandes forças de impacto, poderosas explosões de energia, e quedas de grandes alturas sem sofrer danos físicos significativos;
    • Fator de cura regenerativo: Pode regenerar rapidamente tecidos corporais danificados muito mais rápido e mais amplamente do que um ser humano comum.



    CARNIFICINA TOTAL

    Já que o simbionte estava em dia com a sua popularidade, a Marvel Comics deduziu que uma saga envolvendo o vilão chamaria a atenção dos leitores.

    Escapando da prisão (mais uma vez), Cletus Kasady reúne um grupo de vilões que decide transformar Nova Iorque em uma verdadeira chacina.

    Sem opções, Homem-Aranha e Venom precisam lutar lado a lado para detê-los, porém, a cada desafio, Carnificina aparenta ser mais resistente, sendo necessário a participação de Capitão América, Punho de Ferro, Morbius, Gata Negra, entre outros heróis.

    Curiosidade: A série de quadrinhos teve tanto sucesso, que foi produzido o jogo Spider-Man and Venom: Maximum Carnage, um beat’m up lançado para Mega Drive e Super Nintendo em 1994.

    Outro fato interessante é que as primeiras edições do jogo para ambos os consoles tiveram seus cartuchos na cor vermelha, e hoje são peças para colecionador.



    OUTROS HOSPEDEIROS

    Cletus foi diagnosticado com câncer no estômago, e o simbionte o abandonou se juntando ao Surfista Prateado.

    O Homem-Aranha precisou da ajuda dos Vingadores e da própria consciência do Surfista para separar o simbionte, que retornaria a Cletus Kasady.

    Em certo momento, Norman Osborn obtém acesso ao Carnifcina e se junta a ele. Embora, a princípio, o simbionte tenha tomado total controle sobre o corpo de Osborn, isso muda assim que Norman propõe ensinar ao simbionte outros modos de causar sofrimento nas pessoas além da morte.

    Carnificina, então, voluntariamente cede o controle a Osborn. Juntos eles assumiram o nome de Duende Vermelho.

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA | Amazing Spider-Man: O “nascimento” oficial do Duende Vermelho



    VERSÃO ANIMADA

    O vilão já teve diversas aparições nas animações do Amigão da Vizinhança. Na série animada dos anos 90, a origem do Carnificina é apresentada com elementos diferentes, porém, mantém uma narrativa que funciona, e é considerado uma das melhores animações do Homem-Aranha com a sua diversa galeria de vilões, além de mostrar sempre a construção psicológica do personagem em sua vida pessoal.

    Além da série dos anos 90, o insano vilão também é apresentado no seriado Homem-Aranha: Ação Sem Limites (1999) e Ultimate Spider-Man (2012).

    CINEMA

    Durante as filmagens de Venom (2018), muitos fãs ficaram animados com os rumores de Wood Harrelson dando vida ao serial killer Cletus Kasady e um possível embate contra Eddie Brock (Tom Hardy); infelizmente, quando o longa chegou aos cinemas, descobrimos que a participação de Harrelson tratava-se apenas da cena pós-créditos.

    Agora teremos que esperar até Junho de 2021, para vermos Wood Harrelson como o serial killer Cletus Kasady e seu simbionte em Venom: Que Haja Carnificina.

    E você, já conhecia o histórico do insano Carnificina? Deixe seus comentários abaixo!



    Curte nosso trabalho? Que tal nos ajudar a mantê-lo?

    Ser um site independente no Brasil não é fácil. Nossa equipe que trabalha – de forma colaborativa e com muito amor – para trazer conteúdos para você todos os dias, será imensamente grata pela sua colaboração. Conheça mais da nossa campanha no Apoia.se e nos ajude com sua contribuição.

    The Last of Us: Bound | Confira o filme feito por fãs brasileiros!

    O curta é uma homenagem à propriedade intelectual da Naughty Dog e que de certa forma imagina a continuação da história iniciada em The Last of Us, lançado em 2013. Vários momentos do game são recriados no curta, inclusive o combate de arco e flecha com inimigos, a procura por mantimentos e até mesmo alguns aspectos da personalidade dos personagens.

    Confira a sinopse do curta, liberada pela equipe de produção. E abaixo, The Last of Us: Bound.

    POST RELACIONADO: CRÍTICA – The Last of Us (2013, Naughty Dog)

    Sobre o curta:

    Com filmagens feitas em Florianópolis, o curta-metragem independente e de baixo orçamento foi criado e produzido entre amigos fãs do jogo. A concepção inicial foi criada pela diretora em 2019, e após a elaboração do roteiro, storyboards e da junção da equipe, o tempo total de produção foi de quatro meses.

    O grupo conta com direção, produção, roteiro, storyboards, maquiagem e figurinos de Alice Monstrinho, cinematografia e fotografia de Bruno Nascimento, pós-produção e tratamento de imagem de Baltazar Sobierajski e atuação de Alice Monstrinho, Victor Vieira Paulo, Zé Maciel, Bruno Escobar, Larissa Dutra Lopes, Victor Lebarbenchon, Humberto Garcia e a cachorrinha gigante Lariat.

    Confira o curta abaixo:

    Para quem não sabe, o Feededigno está fazendo uma run de The Last of Us desde o início em nosso canal do YouTube!

    Hoje deve ir ao ar última parte da gameplay. Caso tenha perdido alguma coisa, só clicar aqui:

    Sinopse:

    O jogo se passa vinte anos depois do surto de infecção causada por uma mutação do fungo Cordyceps que destruiu boa parte da civilização humana.

    A história um jogador segue Joel, um homem encarregado de escoltar uma garota chamada Ellie através de um Estados Unidos pós-apocalíptico.

    Os jogadores atravessam vários locais em sua jornada usando combate e furtividade a fim de defender-se de humanos hostis e criaturas canibais conhecidas como Infectados.

    Curte nosso trabalho? Que tal nos ajudar a mantê-lo?

    Ser um site independente no Brasil não é fácil. Nossa equipe que trabalha – de forma colaborativa e com muito amor – para trazer conteúdos para você todos os dias, será imensamente grata pela sua colaboração. Conheça mais da nossa campanha no Apoia.se e nos ajude com sua contribuição.

    CRÍTICA – Outer Banks (1ª temporada, 2020, Netflix)

    0

    A nova série adolescente da Netflix, Outer Banks, é produzida pelos irmãos Josh e Jonas Pate e Shannon Burke e estrelada por Chase Stokes, Madelyn Cline, Madison Bailey, Jonathan Daviss, Rudy Pankow, Charles Esten, Austin North, Drew Starkey, entre outros.

    O ENREDO

    A série nos leva à uma das ilhas mais populares na Costa Leste, na costa da Carolina do Norte, onde há pobres e ricos, quando o jovem John B (Chase Stokes) convoca os três melhores amigos – JJ (Rudy Pankow), Pope (Jonathan Daviss) e Kiara (Madison Bailey) – para procurarem por um tesouro lendário ligado ao desaparecimento de seu pai.



    ANÁLISE

    Elenco Outer Banks: Pope, John B, JJ e Kiara.
    Da esquerda para a direita: Pope, John B, JJ e Kiara.

    Ao olhar apenas para a superfície de Outer Banks ou seja, o resumo apresentado no catálogo da Netflix enquanto você procura por algo para assistir, a impressão é que temos aqui uma caça ao tesouro no estilo Os Goonies, mas ao mergulhar fundo nesta série original da gigante do streaming você pode acabar se afogando.

    Por outro lado, sente falta de O.C.: Um Estranho no Paraíso com um protagonista de classe baixa no meio dos ricos da Califórnia, sensação de cabelos molhados em água salgada e cenas de pôr do Sol, dê o play e assista; mas fique avisado que a comparação para por aqui.

    A primeira temporada conta com 10 episódios e se inicia com um furação chamado Agatha devastando a ilha. É difícil acompanhar o tempo na série, mas com uma nova tempestade a caminho, aparentemente a trama acontece no meio do ano, que é a temporada de furacões na região.

    Em Outer Banks existem os Pogues, um grupo de quatro melhores amigos que geralmente vêm das mesmas circunstâncias da ilha e vivem de acordo com o mesmo código.

    • John B é o protagonista e líder natural do grupo;
    • Kiara é a inteligente “Pogue de espírito”;
    • Pope é o estudioso nerd que tem um futuro melhor que seus amigos no horizonte;
    • E temos JJ; o impulsivo, leal e engraçado do grupo, é de longe o mais complexo devido a um longo histórico de maus tratos por um pai abusivo.

    Obviamente temos um grupo rival de habitantes da ilha, os Kooks. Crianças ricas que têm suas próprias lanchas, casas luxuosas e, fornecem a todas as famílias da classe baixa seus empregos.

    Felizmente, a série não depende muito dos adolescentes estarem em guerra um com o outro para levar a trama adiante. Mas de fato, um dos melhores conceitos da série é essa rivalidade geracional entre Pogues e Kooks

    Da esquerda para a direita: Rafe, Topper e Kelce.
    Da esquerda para a direita: Rafe, Topper e Kelce.

    A série conseguiu com sucesso concluir sua principal trama: a caça ao tesouro e até em um romance apressado entre rivais.

    A caça ao tesouro foi bem executada e houve muitos momentos inesperados e bem legais na busca pelo ouro não reclamado de um centenário navio afundado.



    VEREDITO

    Infelizmente, com muitas tramas paralelas – caçadores rivais à procura do tesouro, assassinos contratados, traficantes de drogas e um problemático filho Kook – Outer Banks parece se perder em sua própria trilha de “migalhas de pão”.

    A série não é de todo ruim e é um bom entretenimento, mas o ritmo dessa primeira temporada fará você sentir como se pudesse sair a qualquer momento para ir ao banheiro ou fazer algo enquanto a série está rolando.

    Assista ao trailer legendado:

    https://youtu.be/n-I_RcOxhas

    E você, já assistiu Outer Banks? Deixe seus comentários e sua avaliação!



    Curte nosso trabalho? Que tal nos ajudar a mantê-lo?

    Ser um site independente no Brasil não é fácil. Nossa equipe que trabalha – de forma colaborativa e com muito amor – para trazer conteúdos para você todos os dias, será imensamente grata pela sua colaboração. Conheça mais da nossa campanha no Apoia.se e nos ajude com sua contribuição.

    Westworld é renovada para quarta temporada

    0

    A terceira temporada de Westworld começou bastante forte, deixando o parque e introduzindo novos personagens como Caleb (Aaron Paul), mas como o programa se transformou em seu quinto e sexto episódios da temporada de oito episódios, fica claro que os roteiristas Jonathan Nolan e Lisa Joy não têm ideia de como gerenciar as histórias de alguns personagens para servir suas grandes idéias sobre livre-arbítrio, predestinação, privacidade e dados. Mas o programa deve continuar porque é uma série exclusiva e a HBO precisa de conteúdos desse tipo.

    A HBO anunciou que renovou Westworld para uma quarta temporada, o que é bem engraçado quando você considera que o programa teve um piloto encomendado em 2013, está no ar desde 2016 e durante todo esse tempo eles produziram um total de 28 episódios.

    Parece que Westworld é um programa que se provou ter valido a pena esperar, mas a série constantemente tropeçou em suas próprias convenções de narrativa e sacrificou constantemente o personagem com o jeito de tentar enganar o espectador.

    Mesmo com a terceira temporada tentando confundir o público com o tempo, eles ainda perderam de vista seus personagens e o que seus arcos deveriam ser. Por um lado, eu aprecio que eles não tentem fazer Dolores (Evan Rachel Wood) um herói ou vilão claro, mas eles realmente não a transformaram em nada além de sinistra.

    Vamos ver se Westworld pode se desvencilhar dos dois episódios finais da terceira temporada, mas não estou conseguindo entender por que a série tem uma ordem em aberto (o comunicado à imprensa não diz se a quarta temporada será a última) além de deixar Nolan e Joy fazerem seus trabalhos, pois a HBO espera que o programa possa de alguma forma se tornar um sucesso de gênero no nível de Game of Thrones.

    Mas se a HBO quer aprender uma lição de Game of Thrones, é para garantir que os showrunners saibam para onde estão indo e não se esqueçam dos personagens apenas porque você está muito ocupado com a trama.

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA | Westworld: Seu guia definitivo sobre a série



    Curte nosso trabalho? Que tal nos ajudar a mantê-lo?

    Ser um site independente no Brasil não é fácil. Nossa equipe que trabalha – de forma colaborativa e com muito amor – para trazer conteúdos para você todos os dias, será imensamente grata pela sua colaboração. Conheça mais da nossa campanha no Apoia.se e nos ajude com sua contribuição.

    TBT #69 | Uma Noite Alucinante 2 (1987, Sam Raimi)

    Uma Noite Alucinante 2, ou Evil Dead 2 como é popularmente conhecido é uma continuação direta do longa com o nome homônimo de 1981. 

    História

    Ash (Bruce Campbell) é o único sobrevivente dos acontecimentos de Uma Noite Alucinante: A Morte do Demônio (The Evil Dead), de 1981. Os demônios e fantasmas continuam assombrando e infernizando a vida do nosso protagonista que agora decide revidar aos ataques dos monstros da cabana.

    Análise

    O primeiro longa de Sam Raimi abraçava mais o gênero terror, com todos os estereótipos e clichês de filmes da época, pois colocava um grupo de jovens em situações controversas com decisões pouco inteligentes no meio do caos.

    A fórmula que foi utilizada diversas vezes deu certo, uma vez que o longa que custou 350 mil dólares arrecadou 2.6 milhões de dólares nas bilheterias. Algo assombroso!

    Obviamente seria realizada uma sequência, pois o gancho no final deixava as portas abertas para que Ash pudesse se vingar de seus agressores, e foi exatamente isso que aconteceu em 1987.

    Tendo à disposição um orçamento mais poupudo, Sam Raimi abraçou de vez o non sense e exageros da trama, contudo, sem ser algo ruim.

    Com um filme mais frenético e menos ortodoxo, Uma Noite Alucinante 2 nos apresenta um humor escrachado, muito sangue, gosma e efeitos práticos toscos em tela.

    Com utilização de técnicas como stop motion, filmagem com grua, animatrônicos e um cenário totalmente interativo, Raimi conseguiu boas cenas.

    Além disso, o diretor conseguiu tirar o melhor de Bruce Campbell, uma vez que o ator está muito mais à vontade no papel.

    Ao entrar de vez na dualidade de terror e comédia, Uma Noite Alucinante 2 acertou em cheio na sua proposta, uma vez que foi uma inovação e sua piração nos deu cenas magníficas e extremamente badass. De forma brega, todavia, propositalmente hilária, com destaque para a icônica frase “swallow this” seguida de um tiro de espingarda é de deixar qualquer brucutu do cinema morrendo de inveja.

    Veredito

    Com técnicas mirabolantes, piração e enredo envolvente, Uma Noite Alucinante 2 apresentou uma nova proposta ao gênero de terror. Divertido, contudo, sem perder a essência dos sustos e uma breguice proposital e bem-vinda, a continuação de Uma Noite Alucinante: A Morte do Demônio sempre estará nos corações de quem ama cinema trash e para os cinéfilos mais saudosistas.

    Assista ao trailer original:

    Já assistiu ao icônico filme do diretor Sam Raimi? O que acham de Uma Noite Alucinante 2? Comentem e deixem sua avaliação! Para mais indicações, acessem: TBT do Feededigno.

    Curte nosso trabalho? Que tal nos ajudar a mantê-lo? Ser um site independente no Brasil não é fácil. Nossa equipe que trabalha – de forma colaborativa e com muito amor – para trazer conteúdos para você todos os dias, será imensamente grata pela sua colaboração. Conheça mais da nossa campanha no Apoia.se e nos ajude com sua contribuição.