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    X-Men: Filmes solo que a Marvel deveria fazer no UCM!

    Ano passado, a Disney adquiriu os direitos de diversos filmes da FOX. E todo mundo se pergunta: Qual filme solo dos X-Men a Marvel devia fazer antes de uma reunião inevitável no Universo Cinematográfico Marvel?

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    O foco principal era garantir conteúdo para o serviço de streaming Disney+, mas para os fãs dos quadrinhos os benefícios foram ainda maiores.

    Os direitos de imagem dos X-Men e do Quarteto Fantástico retornaram para a Marvel, o que significa que os X-Men estão chegando ao UCM.

    Muitos acreditaram que a Marvel fosse seguir uma fórmula que se provou um sucesso com os Vingadores; uma lista de filmes solo, estabelecendo personagens individuais a frente de uma reunião dos X-Men.

    Essa aproximação resulta em uma poderosa sensação de coesão, garantindo que o filme dos X-Men do Universo Cinematográfico Marvel será um sucesso, potencialmente repetindo a mesma escala de sucesso que foi Os Vingadores, de 2012. Apesar do Presidente da Marvel Studios, Kevin Feige, deixar claro que não está interessado apenas em grandes nomes como Wolverine, Xavier ou Magneto.

    “Não são apenas esses nomes os importantes. Existem outras centenas de nomes importantes.”

    E de fato, dado que a Marvel tem tentado evitar repetir ideias desenvolvidas por outro estúdio, é bem possível que o Wolverine não apareça no UCM por algum tempo.

    Isso significa que a Marvel tem algumas escolhas de filmes interessantes a fazer, e algumas delas com certeza serão uma surpresa.

    Quais escolhas o UCM deve fazer?

    Em quais X-Men o Universo Cinematográfico Marvel deveria focar? Para os leitores dos quadrinhos, muitos acreditam que existe uma escolha óbvia a ser feita entre os cinco originais; Ciclope, Jean Grey, Anjo, Homem de Gelo e Fera. O problema com esse argumento, vem da chamada “Primeira Classe”, que não foi tão popular assim.

    Os X-Men só se tornaram algo realmente grande, quando foram relançados em 1975, apresentado a “Segunda Gênesis”. Enquanto a equipe original era composta em sua maioria por homens e brancos, a Segunda Gênesis contava com diversas personagens femininas fortes, além de heróis das mais diversas nacionalidades.

    A Marvel Studios seria inteligente ao optar por escolher essa Era quando escolherem a sua primeira onda de filmes dos X-Men – e aqui estão os filmes solo que teriam maior potencial.

    CICLOPE

    X-Men

    Scott Summers deveria na realidade ser um dos X-Men mais importantes do UCM.

    Nos quadrinhos, é o maior líder da equipe, um mestre tático que conseguiu trazer a raça mutante do limiar da extinção; ele é uma figura carismática que pode persuadir até mesmo seus inimigos e fazê-los colocar suas vontades de lado para segui-lo em batalha.

    Infelizmente, o Ciclope foi em sua grande parte deixado de lado nos filmes e na série animada, sendo mostrado como um rapaz retraído, que lembra muito um escoteiro.

    James Marsden nunca teve a chance de atuar de verdade, enquanto o Ciclope de Tye Sheridan parece ter sofrido por um roteiro fraco. Isso com certeza faria o personagem ser bem atraente aos olhos da Marvel, pois existe muito espaço para uma nova, e icônica versão de Scott Summers.

    Um filme do Ciclope serviria para apresentar o conceito dos mutantes no UCM. Afinal, sua história começa quando ele era apenas um adolescente com estranhas dores de cabeça, e que descobre que elas eram aliviadas apenas quando ele usava um par de lentes de rubi.

    A lente de rubi é a única substância capaz de conter as rajas ópticas e Scott rapidamente se tornou dependente delas. Ele foi exposto ao mundo quando seus óculos caíram e ele quase causou um desastre. 

    Após o ocorrido, o mutante logo se juntou a um grupo de homo superiores e foi resgatado por Charles Xavier. Uma adaptação inteligente da história do Ciclope pode ajudar a explicar o preconceito mutante, e pode apresentar alguns mutantes “não tão bonitos”, tal como a tribo conhecida como Morlocks.

    TEMPESTADE

    X-Men

    Ororo Munroe é a chamada “Mutante Nível Ômega”, uma das mais poderosas a caminharem na Terra. Onde a maioria dos mutantes são considerados páreas, ela ascendeu a uma posição de destaque em seu país de origem, o Quênia, onde era adorada como uma deusa.

    Conhecida por ter uma luta longa com a entidade psíquica parasitária chamada de Rei das Sombras, uma força corruptiva que deseja torná-la em um grande peão, Tempestade é uma das X-Men mais icônicas.

    O quadrinho Shuri de Nic Stone recentemente mostrou como a Tempestade pode ser apresentada; o livro é ambientado em um mundo parecido com o dos quadrinhos, mas sutilmente diferente, e a revisão do status quo da personagem é fascinante.

    Ela foi mostrada como Rainha do Quênia, e a ex-esposa do Pantera Negra. Não seria difícil para a Marvel fazer um retcon e colocar essa versão no UCM, pois seria eficaz ao ambientar o grande público para um possível romance entre o T’Challa e Ororo.

    Na verdade, a Tempestade poderia potencialmente aparecer pela primeira vez em Pantera Negra 2, antes de seu filme solo.

    PSYLOCKE

    A história de Psylocke é incrivelmente complicada, um fato que mesmo os quadrinhos concordaram, quando o Fera a citou sendo a “residente psiônica Nipo-Britânica guerreira ninja” dos X-Men.

    É difícil pensar que a Marvel vá contar a história dela com fidelidade aos quadrinhos, mas é possível que eles tirem inspiração do recente relançamento de Jonathan Hickman.

    A Psylocke moderna é uma ninja assassina chamada Kwannon que possui uma vasta gama de poderes telepáticos e telecinéticos, assim como um passado trágico. Ela foi treinada como assassina pelo líder do Tentáculo, Matsuo Tsurayabi, e gradualmente passou a reconhecer e entender o que significava ser um herói.

    Psylocke essencialmente serviria como a Viúva Negra dos X-Men, uma espiã super sexy com uma história sombria. Mas a Marvel seria inteligente para mostrar a personagem de uma forma diferente, revelando sua história de forma muito mais consistente e em um arco de redenção bem construído.

    NOTURNO

    Se o Ciclope é a força de vontade dos X-Men, e Charles Xavier a mente, então Kurt Wagner – o incrível Noturno – é o coração da equipe.

    Noturno é um homem de contradição, o que o faz ser um dos membros mais divertidos e tridimensionais da franquia mutante.

    Apesar de parecer um demônio, ele é um homem de fé; mesmo que tenha passado por grandes tragédias, o mutante continua sendo um divertido espadachim.

    O Presidente da Marvel Studios, Kevin Feige sugeriu que o sobrenatural será uma chave importante da Fase 4 do Universo Cinematográfico Marvel com Doutor Estranho 2 potencialmente revelando Blade. Isso dá uma oportunidade única para usar o personagem de uma nova forma, talvez tirando inspiração da incrível série Noturno de Robert Aguirre-Sacasa.

    A série mostrou Noturno lidando com uma vasta gama de ameaças sobrenaturais e, por fim, acabou tentado por Mefisto – uma versão da Marvel do Diabo – que buscou corromper o herói correto e devoto.

    COLOSSO

    Os X-Men juraram proteger um mundo que os odeia e os teme. Na Mãe-Rússia de Colosso, o governo tradicionalmente foi mostrado considerando mutantes como sub-humanos, um recurso a ser usado pelo país.

    Houve até mesmo um grupo russo de destino trágico dos X-Men, que lutou contra o preconceito do governo e buscava libertar seus escravos.

    Um longa poderia introduzir Piotr Nikoleivitch Rasputin como um lutador da liberdade, um foragido da Rússia que se recusava a desistir da batalha. Isso posicionaria Colosso como um personagem chave para o futuro dos X-Men no UCM, pois ele inevitavelmente seria um dos mutantes mais conhecidos do mundo.

    Sendo assim, ele também seria um mutante controverso, com o governo russo sem dúvida colocando tudo em seu poder para pará-lo, assim como aconteceu com Capitão América em Guerra Civil no UCM.

    Mas e você, qual acha que deveria ser o primeiro filme solo dos X-Men no Universo Cinematográfico Marvel? Conta pra gente aqui embaixo!

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    CRÍTICA – The Last Days of American Crime (2020, Olivier Megaton)

    The Last Days of American Crime é o novo filme da Netflix, dirigido por Olivier Megaton (Busca Implacável 2) e está em primeiro lugar na lista dos 10 produtos mais assistidos da gigante do streaming.

    SINOPSE

    Cansado com os aumentos da criminalidade nos Estados Unidos, o presidente decreta que será utilizado um novo dispositivo chamado IPA que tem o intuito de inibir qualquer traço de maldade nos cidadãos estadunidenses.

    Em paralelo a isso, Graham Bricke (Édgar Ramirez) busca vingança pela morte de seu irmão Rory, uma vez que ele foi morto na cadeia. Ao receber uma proposta de Kevin Cash (Michael Pitt), Bricke acaba fazendo parte de um grande plano para roubar bilhões de dólares.

    ANÁLISE

    The Last Days of American Crime é uma confusão sem tamanho. As atuações são mequetrefes e cada minuto a história fica mais sem pé nem cabeça, pois tudo que é apresentado logo em seguida já é descartado.

    A proposta do longa inicialmente é interessante, visto que pega algo muito parecido com a ideia de Uma Noite de Crime que são cidadãos tocando o terror nas cidades até perderem sua liberdade total.

    Contudo, o longa deixa essa trama para segundo plano e foca na vingança de seu protagonista – que tem zero carisma -, no seu parceiro desmiolado e sua noiva Shelby Dupree (Anna Brewster) que é uma hora femme fatale e na outra uma hacker frágil, tendo camadas irregulares.

    Aliás, Anna Brewster é uma das poucas que se salvam, na verdade a única, pois sua personagem é mal escrita, mas a atriz consegue entregar alguma atuação com o pouco que foi oferecido, todavia, não sendo nada de especial.

    O roteiro é uma bagunça, com personagens sem nenhuma serventia em qualquer momento, pois eles entram e saem sem nada a acrescentar.

    E ainda piora…

    Kevin Cash (Michael Pitt).

    Se o roteiro e atores são ruins, a direção de The Last Days of American Crime é muito pior!

    Olivier Megaton faz um trabalho de câmera que pode gerar epilepsia em algumas pessoas mais sensíveis, pois ela fica o tempo todo trêmula e frenética, deixando o espectador zonzo com o que é apresentado.

    A edição de som é estranha, com os personagens com um tom de voz de conversa de elevador em momentos de tensão que não tem tensão nenhuma.

    O roteiro tem problemas de fácil resolução e que tiram toda a periculosidade dos vilões em cena.

    VEREDITO

    Shelby Dupree (Anna Brewster) e Graham Bricke (Édgar Ramirez).

    The Last Days of American Crime é um arremedo de filme do gênero de ação. Com atuações pitorescas, roteiro furado e direção confusa é um filme para se passar longe no catálogo da Netflix, mesmo que sua premissa seja interessante.

    E você, concorda conosco? Deixe sua avaliação e comentários!

    Confira o trailer de The Last Days of American Crime:

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    Pokémon: Será Type: Null lendário?

    Pokémon já teve sua cota de Pokémon lendários desde a 1ª geração, com Mewtwo se tornando um dos lendários favoritos dos fãs. Pokémon lendários têm, em sua grande parte, uma série de características em comum – e então veio o Type: Null.

    O que é Type: Null?

    Type: Null

    Type: Null é um Pokémon apresentado na Geração 7. O Pokémon vestia uma máscara que controlava suas poderosas habilidades, Type: Null foi criado por Faba da Fundação Aether. Seu propósito era ser uma “forma de vida que lutasse contra UB”. Por causa disso, ele recebeu o codinome de “Beast Killer” e foi desenvolvido a partir das células de todos os Pokémon conhecidos.

    Por causa disso, ele tem uma semelhança com Mewtwo, que foi criado artificialmente por humanos. E da mesma forma que Mewtwo foi uma recriação de Mew, assim como Null foi desenvolvido a fim de ser uma recriação de Arceus, o Pokémon Deus. A ideia era que Type: Null fosse capaz de trocar de tipos. Isso foi inspirado em alguns mitos encontrados nos livros da Biblioteca de Canalave.

    O nome original do Pokémon era Type: Full. Três modelos foram criados, mas devido a todos eles terem rejeitado o Sistema RKS (que muda o tipo do Pokémon de acordo com o disco que ele estiver segurando), todos eles saíram de controle. Após conseguir controle das criaturas novamente, a Fundação Aether colocou nesses Pokémon capacetes limitadores a fim de diminuir os efeitos do Sistema RKS que eles tanto rejeitaram.

    Após esses eventos, o Projeto Matador de Bestas foi considerado uma falha, e o Pokémon recém-criado ganhou um novo nome Type: Null. Antes dos eventos que acontecem em Pokémon Sun e Moon, Gladion foi capaz de libertar um dos Type: Null, após isso ele decidiu adotá-lo. Sua esperança era encontrar uma forma de desfazer os efeitos do capacete limitador a fim de permitir que ele usasse o Sistema RKS.

    Em Pokémon Sword e Shield, um novo Type: Null aparece na região de Galar. Ele foi aparentemente criado pela Macro Cosmos através de pesquisas roubadas de Alola.

    Como os Pokémon Lendário mudaram

    Type: Null tem algumas coisas diferentes que o distancia de outros lendários, o que causa bastante debate no status de “Pokémon Lendário”.

    Uma dessas coisas é o fato dele – diferente de outros Lendários – ser capaz de evoluir. Quando ele passa a confiar em seu parceiro, ele destrói a própria máscara de controle e evolui para o Sylvally. Após se tornar Sylvally, Type: Null volta a ser originalmente selvagem. Apesar disso, ele se mantém leal ao Treinador, mesmo que isso custe sua própria vida. A destruição da máscara do Pokémon ajuda a reativar o Sistema RKS.

    Outra coisa em que Type: Null se distancia da maioria dos Lendários, é que ele não é único. Há três espécimes de Null, que foram criados pela Fundação Aether. A taxa de captura deles é tecnicamente mais alta do que dos outros Pokémon Lendários.

    E além disso, ele é o primeiro Pokémon Lendário a ser dado ao jogador por um NPC.

    O que isso significa para Type: Null

    Apesar dessas diferenças, Type: Null continuar similar a outros Lendários para ser classificado como um. Por exemplo, ele não possui gênero, assim como outros Lendários. E ele também é extremamente raro e não existe na natureza. Além disso, possui o maior número de estatística base de todos os Pokémon capazes de evoluir e não pode ser criado com o Ditto. O site oficial de Pokémon também o trata como Lendário em um Pokémon Quiz realizado em 2018.

    Apesar de Type: Null ser uma adição estranha a família, não há dúvidas de que ele é um Pokémon Lendário – mesmo que não seja o melhor deles.

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    CRÍTICA – Queen & Slim (2019, Melina Matsoukas)

    Queen & Slim, filme dirigido por Melina Matsoukas, é um dos grandes destaques dos últimos dias devido ao movimento Vidas Negras Importam.

    SINOPSE

    Um casal negro é parado pela polícia depois do seu primeiro encontro. Após uma abordagem violenta e excessiva por parte do policial branco, os dois jovens acabam o matando em legítima defesa, sendo perseguidos como dois criminosos.

    ANÁLISE

    Queen & Slim não é um filme palatável para qualquer pessoa, uma vez que tem um ritmo lento que tem o intuito de construir personagens.

    O longa tem o formato de road trip, ou seja, o filme é praticamente todo formado com os protagonistas na estrada com diálogos extensos e algumas situações de respiro para desenvolver a história.

    Sendo assim, Queen & Slim é uma obra que precisa ser digerida aos poucos, com paciência. 

    Contudo, pelo que é apresentado no primeiro ato, o filme peca e muito tendo um ritmo mais lento, pois o fato ocorrido deveria gerar urgência, tornando o filme algo de tirar o nosso fôlego.

    Personagens

    O desenvolvimento lento e que explora muito a psiquê dos personagens é uma faca de dois gumes, pois ao nos apresentar as camadas dos dois, deixa o filme desinteressante, uma vez que eles são pessoas comuns, com histórias normais, principalmente Slim (Daniel Kaluuya) que é um homem religioso e que tem uma vida pacata. 

    Falando em personagens, Queen (Jodie Turner Smith) é o grande destaque. A protagonista é uma mulher forte e determinada que enfrenta seus demônios no seu dia a dia. Sua história tem relevância e poderia ser apresentada em outro contexto e tipo de filme, todavia, sua personagem é o que dá o peso ao longa e merece todo o destaque. Jodie Turner Smith tem que receber mais oportunidades, uma vez que esse é o seu primeiro trabalho e ela mostrou ser muito promissora como atriz. 

    O grande destaque de Queen & Slim é a divisão racial que o filme aborda muito bem, colocando a população negra contra a polícia, algo extremamente compreensivo naquele cenário, pois a brutalidade policial é algo constante e quando temos uma pessoa que possa nos vingar, a gente acaba tendo simpatia por ela, ainda mais que o longa apresenta bons argumentos para termos asco do policial assassinado. A discussão é de suma relevância em tempos sombrios nos quais vivemos.

    VEREDITO

    Queen & Slim é um filme forte, todavia, carece de urgência e um ritmo mais acelerado para ser considerado um longa mais relevante dentro dos gêneros em que se apresenta. 

    E vocês, gostaram do filme? Deixe sua avaliação e comentários!

    Confira o trailer de Queen & Slim:

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    CRÍTICA – Hotline Miami (2012, Devolver Digital)

    Imagine um jogo com a brutalidade do filme Drive (2011), somado ao gênero top-down shooter, com uma trilha sonora synthwave/eletrônica dos anos 80. É com essa junção de elementos que lhes trago o visceral Hotline Miami, que vai te deixar com as mãos suadas caso não seja rápido no gatilho ao eliminar seus inimigos.

    A morte será certa se você não tomar as decisões corretas e rapidamente, o que é extremamente empolgante e deixa o jogador determinado a exterminar – o mais rápido possível – cada inimigo que aparecer na sua frente.

    Desenvolvido pelos suecos Jonatan Söderström e Dennis Wedin, as influências para criação do jogo foram o diretor David Lynch, além do filme Drive e o documentário Cocaine Cowboys (2006) e o protagonista Gordon Freeman da série de jogos Half Life.

    O game foi originalmente lançado para Microsoft Windows em 2012 e depois para seguintes plataformas OS X, Linux, Android, PlayStation 3, PlayStation 4, PS VITA, Xbox One e Nintendo Switch.

    ENREDO

    A trama é situada em uma Miami de 1989 e no jogo você assume o personagem sem nome e mudo (os fãs costumam chama-lo de Jacket), que recebe recados em sua secretária eletrônica em seu apartamento determinando que realize massacres contra a máfia russa. Sem questionar o motivo do derramamento de sangue, você vai entrar nesse submundo do crime e tentar entender o por que diabos está realizando esse serviço sujo.

    ANÁLISE

    Já fazia um tempo que Hotline Miami estava em minha lista infinita de jogos não zerados, seja por falta de tempo ou por outro jogo ter mais prioridade, então aproveitei essa quarentena para sanar de vez essa pendência.

    Prepare sua jaqueta old school e sua máscara de galo para jogar Hotline Miami, o indie game que prova o quão grande potencial os gráficos em 2D ainda têm para realizar um excelente jogo; aqui os designers Jonatan Söderström e Dennis Wedin provam para a indústria que não precisa ser um game AAA para se ter uma experiência gamer excelente.

    Quem procura um indie game hard e com a pegada nostálgica dos jogos do Super Nintendo e cheio desafios que certamente vai te deixar viciado, com certeza vai amar Hotline Miami.

    Após finalizar cada fase, dependendo do seu desempenho e pontuação é liberado uma nova arma ou máscara de animal (coruja, cachorro, cobra e lobo) que contém habilidades especiais; durante boa parte da jogatina utilizei bastante a máscara de lobo, pois sempre iniciava com uma faca.

    Jogabilidade

    Se prepare para morrer diversas vezes, mas não fique frustrado, com uma jogabilidade rápida de se acostumar, não chega ser igual a Dark Souls onde o jogador morre ainda no tutorial.

    A jogabilidade é rápida e precisa, e não sofre com atraso de resposta, e a IA tem a velocidade de “um Super Sayajin”.

    Hotline Miami possuí um vasto arsenal de armas de fogo e armas brancas que vão desde faca, fação, taco, katana, espingardas, garrafa de vidro escopeta e metralhadoras. É para nenhum jogador de GTA colocar defeito.

    Trilha sonora

    A trilha é composta por synthwave/eletrônica que se encaixa perfeitamente com clima oitentista do jogo e vai deixar qualquer jogador determinado a prosseguir, por mais que morra diversas vezes seguidas.

    Para um jogo 2D o game tem uma trilha sonora maravilhosa, que certamente vai despertar nostalgia dos filmes dos anos 80 do diretor John Carpenter, e claro a filmes mais contemporâneos como a franquia John Wick.

    Ponto negativo

    Se você é o tipo de jogador que fica frustrado por morrer diversas vezes seguidas, fique longe de Hotline Miami, pois o game não apresenta um modo de dificuldade easy para quem procura apenas se de desestressar depois de um longo dia cansativo de trabalho.

    A IA do game varia e os inimigos se movem de forma desordenada,mas outras vezes seguem de forma estratégica, o que dificulta ainda mais ao realizar um ataque adequado contra os inimigos.

    A trama do game deixa muitas brechas abertas e confusas fazendo com que o gamer não saiba ao certo se tudo o que aconteceu durante a gameplay seja uma alucinação da cabeça do personagem ou ele é realmente um vigilante psicopata.

    VEREDITO

    Posso afirmar que Hotline Miami é um clássico atemporal e que com certeza foi base para influências outros grandes jogos (Ruiner, Mr Shifty e Katana Zero) que tem uma jogabilidade rápida e fluída, mas que possui sua própria identidade.

    Os players “sadomasoquistas” de Dark Souls, BloodBorne e Sekiro vão amar esse game por conta da dificuldade hard e das mortes incessantes, além de sentir uma grande satisfação ao avançar para a próxima fase.

    Durante a jogatina fiquei imaginado se esse jogo fosse lançado lá em 1997 (ano do lançamento de GTA) o que o ativista e advogado Jack Thompson teria feito para abrir um processo judicial contra os desenvolvedores desse jogo por conta da violência extrema.

    Apesar do game ser em 2D certamente haverá gamers que vão tratar com desdém o jogo por conta dessa limitação gráfica, mas ser você tem uma mente aberta para jogos com gráfico retrô garanto que não vai se arrepender ao se aventurar pelo submundo de Hotline Miami.

    O game está disponível para PlayStation 3, PlayStation 4, PS VITA, Xbox One e Nintendo Switch.

    E você, já jogou Hotline Miami? Deixe sua avaliação e seus comentários!

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    Núbia: Conheça a irmã de Diana, a Mulher-Maravilha da Terra-23

    Núbia é uma Amazona cuja origem mudou através das várias encarnações da personagem. A personagem chegou a ser deixada de lado com o passar dos anos, mas estrelou até mesmo no quadrinho Injustice.

    HISTÓRIA

    Pré-Crise

    Conheça Núbia, irmã de Diana e a Mulher-Maravilha da Terra-23

    Núbia é a irmã da Mulher-Maravilha, criada a partir de uma argila negra, assim como Diana fora criada a partir de argila branca. Ambas ganharam vida por Afrodite, mas Núbia foi roubada por Ares/Marte, então ela não ganhou os poderes que foram dados a Diana.

    Ares criou Núbia para ser sua guerreira, dando a ela um anel especial para manter sua mente anuviada. Anos mais tarde, Diana conhece sua irmã, e elas tornam-se amigas.

    Algumas batalhas mais tarde, a Mulher-Maravilha foi capaz de libertar Núbia do controle de Ares, quando ela usou o calor do sol refletido em seus braceletes, para fazer o anel se expandir e escorregar pelo dedo de sua irmã.

    Núbia desafiou Ares, e optou por liderar sua guerreiras por um caminho de paz. Foi quando a Rainha Hipólita revelou a verdade sobre ela ser a irmã de Diana.

    Pós-Crise

    Núbia foi uma guerreira incumbida pelos deuses gregos de defender a entrada do Rio Estige e o portão do Tártaro. Durante seu tempo no submundo, ela conheceu o Deus da Luz, Ahura Mazda, e se tornou sua amante.

    Com o tempo a personagem viria a se juntar a Mulher-Maravilha.

    Terra-23

    Conheça Núbia, irmã de Diana e a Mulher-Maravilha da Terra-23

    Vinda da nação insular das Amazonas, Núbia era a Mulher-Maravilha; uma diplomata e guardiã, assim como representante de seu povo. Por vezes acompanhando o Superman e a Liga da Justiça, suas aventuras a levam ao redor do mundo a fim de proteger a justiça, liberdade e igualdade.

    Renee Montoya se aventurou com o Capitão Marvel da Terra-5 em uma tentativa de recrutar o equivalente de cada universo do Superman para se juntar ao Exército Celestial de Nix Uotan na Terra-Zero. O início da edição ilustra a visita deles ao universo onde um Superman negro é aparentemente o Presidente dos Estados Unidos.

    Este Superman fala com uma Mulher-Maravilha negra, a quem ele se refere como Nubia. Essa Núbia é aparentemente uma das Mulheres-Maravilhas das Ilhas das Amazonas, e ela usa uma relíquia chamada “Wonder Horn” para convocar Renée e as outras pessoas em seu mundo.

    Conheça Núbia, irmã de Diana e a Mulher-Maravilha da Terra-23
    Liga da Justiça da Terra-23

    Após os eventos do Ponto de Ignição, Núbia é revelada como a Mulher-Maravilha da Terra-23 e é membro da Liga da Justiça daquela Terra, junto do Presidente Calvin Ellis, também conhecido como Superman.

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