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    Batmóvel: Os melhores do cinema e da TV ao longo das décadas

    Desde que surgiu com esse nome em 1941 nos quadrinhos da DC Comics, o Batmóvel já ganhou diferentes estilos. O carro do Batman é um reflexo perfeito de sua identidade e, assim como sua personalidade e seu traje que sempre mudam, o mesmo acontece com o seu veículo. Mas é difícil escolher o melhor Batmóvel.

    Cada fã tem o seu favorito – não necessariamente atrelado à história preferida. E aqui chegam os nossos preferidos:

    BAT-VINTAGE 

    O design dos anos 60 é o favorito de muitos fãs para peças colecionáveis e não é por menos. Esse aqui é um veículo que ficou conhecido na série de TV do Batman que em 1966 ganhou o seu longa nos cinemas. O visual desse Batmóvel é marcado pelo seus esquemas de cores, com as suas principais características a clássica sirene no teto do carro e um foguete em sua traseira, transformando-se em um modelo icônico e adorado por todos.

    O CLÁSSICO DOS ANOS 90

    Utilizado por Michael Keaton em Batman (1989) e na sequência Batman: O Retorno (1992), Tim Burton reaproveitou as suas ideias que sempre teve ao tom gótico e criou um Batmóvel que relembrasse o modelo dos quadrinhos e que ao mesmo tempo tivesse a sua marca registrada.

    O resultado foi um carro com poucas utilidades especiais, mas seu visual ficou marcado na mente de muitos fãs durante anos.



    A SÉRIE ANIMADA 

    Parte do que tornou Batman: A Série Animada tão icônica não foi só a dublagem incrível de Márcio Seixas e de todo o elenco, mas também pela sua mistura de gêneros.

    Muitos dos designs fazem com que pareça ao mesmo tempo um clássico hollywoodiano dos anos 40 e uma obra futurista. O traço criado por Bruce Timm é cheio de personalidade com curvas discretas e um design alongado e tem o mesmo aspecto sombrio do filmes lançados nos cinemas.

    TUMBLER, O BATMÓVEL DA TRILOGIA O CAVALEIRO DAS TREVAS

    Provavelmente o Tumbler foi o Batmóvel com mais utilidades nas telas do cinema. O carro da trilogia de Christopher Nolan tem um visual que relembra um tanque de guerra. Além de poder andar de lado e escalar telhados, o Tumbler ainda conta com várias armas especiais, e é uma verdadeira fortaleza móvel para o Homem-Morcego.

    Infelizmente, seu visual bruto não convenceu alguns fãs, que esperavam algo mais cartunesco.

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA | TBT #19 – Batman: O Cavaleiro das Trevas (2008, Christopher Nolan)



    KNIGHTCRAWLER, DE BATMAN VS SUPERMAN: A ORIGEM DA JUSTIÇA

    Agora nas mãos de Ben Affleck, o Batmóvel é um híbrido de um veículo militar com um carro de corridas. A ideia do diretor Zack Snyder era que o automóvel fosse capaz de alcançar altas velocidades com poder de fogo para enfrentar um exército.

    Com uma blindagem especial, sistemas de proteção e camuflagem, o veículo ainda conta com a última geração de armamentos secretos militares. Arpão e metralhadoras retráteis de calibre 50 são só algumas das ferramentas disponíveis.

    BÔNUS: O BATMÓVEL DE ROBERT PATTINSON 

    Claro que ainda não o vimos em ação, mas o visual divulgado pelo diretor Matt Reeves parece se conectar muito bem com a premissa de um vigilante mais amador, já que parece nada mais que um veículo modificado e customizado. É um carro simples, que pega bem o espírito do novo herói, e que corresponde com o visual de Robert Pattinson no papel do Batman.

    Pode-se esperar também a presença das tradicionais labaredas lançadas pelo Batmóvel, já que as fotos da traseira deixam à mostra o sistema pós-combustão do motor. Com sorte, poderemos ver bastante desse veículo em ação, junto com todas as suas utilidades no cinema.

    The Batman tem data marcada para estrear em 25 de Junho de 2021.

    Conta pra gente, qual é o seu Batmóvel favorito! Deixe a sua opinião nos comentários.

    Leia também:

    Batman: 5 HQs para ler antes do filme com Robert Pattinson



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    La Casa de Papel: Resumão da parte 3

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    Com a quarta parte de La Casa de Papel chegando em 3 de Abril para acalmar a ansiedade dos fãs brasileiros, que foram tomados pelo carisma desses assaltantes, preparamos esse resumão para te lembrar dos principais acontecimentos da parte 3 que compõem a primeira metade da segunda temporada!

    O elenco de La Casa de Papel conta com Úrsula Corberó, Álvaro Morte, Itziar Ituño, Paco Tous, Pedro Alonso, Alba Flores, Jaime Lorente, Roberto García Ruiz, Darko Peric e Miguel Herrán.

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA:

    CRÍTICA – La Casa de Papel (1ª temporada, Netflix)

    EPISÓDIO 1

    La Casa de Papel: Resumão parte 3Mais de dois anos após o assalto, Arturo (Enrique Arce) discursa para uma grande multidão condenando os membros fugitivos da quadrilha que o mantinham refém na Casa da Moeda.

    Enquanto isso, Tóquio (Úrsula Corberó) e Rio (Miguel Herrán) se mudaram para Guna Yala, Panamá, Nairóbi (Alba Flores) e Helsinque (Darko Peric) para La Pampa, Argentina, e Denver (Jaime Lorente), Mónica (Esther Acebo) e seu bebê para Java, na Indonésia.

    Querendo uma mudança de cenário, Tóquio deixa Rio em Guna Yala e vai para a cidade. Quando ela sai, Rio dá a ela um dos dois telefones para que eles ainda possam se comunicar, telefones que ele comprou no mercado negro de Casablanca de um líbio que afirma não ter registro.

    Três dias depois, os dois usam os telefones e seu sinal é imediatamente detectado pela Europol. A polícia panamenha prende e prende Rio, mas Tóquio escapa. Ela liga para o Professor (Álvaro Morte) usando uma linha segura e é transportada para a Tailândia, onde eles se encontram.

    Enquanto isso, Rio é torturado. O Professor, ao lado de Raquel, reúne a turma para resgatar Rio.

    O Professor convoca três novos membros, Bógota, Palermo (Hovik Keuchkerian) e Marselha (Luka Peros), para a quadrilha e começa a planejar um ataque ao Banco da Espanha.

    EPISÓDIO 2

    O Professor inicia o plano de assaltar o Banco da Espanha usando aeronaves para liberar dinheiro em Madri. O governo responde mobilizando o exército, que os ladrões usam para fornecer cobertura e entrada no Banco.

    Em flashbacks, o Professor recruta Martín, um ladrão experiente e ex-associado para substituir Berlim (Pedro Alonso). O Professor e Martín (agora codinome “Palermo”) explicam que sua estratégia para esse assalto é baseada no Aikido, uma arte marcial que usa a força do inimigo para criar uma vantagem.

    Quando os ladrões entram no Banco da Espanha, o sentimento público se manifesta ao lado deles sob a forma de protestos e revoltas em massa pelo governo contra a prisão ilegal de Rio, exigindo que ele seja julgado publicamente.



    EPISÓDIO 3

    La Casa de Papel: Resumão parte 3Enquanto comandavam o Banco da Espanha, os ladrões se envolvem em uma série de intensos conflitos com guardas e funcionários do governo.

    Palermo está temporariamente cego na luta, mas mantém o comando depois que Nairóbi remove estilhaços de vidro de seus olhos e os guardas são contidos.

    Os ladrões localizam cúmplices entre os reféns que foram previamente plantados no banco e vão trabalhar na abertura do cofre, que é projetado para inundar.

    Bógota, usa sua experiência em mergulho e soldagem para superar o bloqueio, concedendo acesso ao ouro.

    Nos flashbacks, Andrés e Martín explicam o plano de invadir o cofre, explicando que cada etapa do plano exige 100% de comprometimento e perfeição para funcionar, sem deixar espaço para erros.

    EPISÓDIO 4

    A equipe começa a próxima fase do assalto, enquanto o Professor se dirige aos novos funcionários do governo da diretoria de inteligência.

    O coronel Tamayo (Fernando Cayo) e Alicia Sierra (Najwa Nimri) provam ser adversários formidáveis, pois percebem rapidamente que precisam mudar drasticamente suas estratégias desde o primeiro assalto.

    Sierra tortura Rio para obter mais informações e Tamayo planeja um ataque completo à Casa da Moeda com Suárez (Mario de la Rosa).

    Os ladrões revelam que conhecem um segundo cofre secreto por trás do ouro e tentam convencer o governador do banco a abri-lo para eles. Quando ele se recusa, Denver o acerta, provocando uma convulsão; eles o ressuscitam e usam explosivos.



    EPISÓDIO 5

    La Casa de Papel: Resumão parte 3Um interesse amoroso entre Palermo e Helsinque é revelado.

    Não havendo outra opção, os ladrões detonam a porta interna do cofre dentro da câmara principal inundada. Funciona e concede a eles acesso às “caixas vermelhas” – caixas cheias de segredos do governo que eram perigosos demais para serem bloqueados em qualquer outro lugar.

    O ataque de Tamayo começa, pegando os ladrões e o Professor de surpresa. Para perder tempo e impedir o derramamento de sangue, Denver corre para a linha de fogo com uma bandeira de trégua carregando dois dos estojos vermelhos, o que força Tamayo a parar.

    Ele revela a Sierra o conteúdo dos casos e que o Professor tem a vantagem – um ataque pode forçar os ladrões a tornar públicos os segredos. No entanto, Sierra é capaz de desequilibrar o Professor e Raquel Murillo -agora codinome Lisboa -, com insultos psicológicos.

    Dentro do banco, a equipe se divide quando Nairóbi e Palermo discordam sobre o uso da força nos guardas rebeldes. Nairóbi revela seu amor por Helsinque e repreende Palermo por não agir sobre seus sentimentos por Berlim quando ele estava vivo.

    EPISÓDIO 6

    Em flashbacks, Sergio, o Professor, discute os planos para o banco com Martín, Andrés e o interesse amoroso de Andrés, Tatiana, onde fica imediatamente alarmado com o quanto ela sabe.

    Andrés a defende, afirmando que ele está apaixonado, mas o Sergio discorda veementemente, argumentando que a primeira regra do assalto deve ser abrir mão de ligações pessoais.

    No presente, Sierra planeja neutralizar a alavancagem de chantagem do Professor, liberando informações falsas para a mídia. Tamayo concorda e organiza uma segunda violação liderada por Suárez.

    O Professor e Lisboa discutem e perdem a comunicação com a equipe dentro do banco. Tendo confiado no transporte móvel e na transmissão, eles ficam presos quando uma árvore quebra sua antena e as rodas afundam na lama. Eles escapam por pouco da detecção com a ajuda de alguns agricultores locais simpáticos.

    Eles então conseguem informar à equipe a violação 10 minutos antes que ela aconteça, que derrota, captura e humilha a equipe violada, forçando-os a cantar “Bella ciao” em vídeo.

    Não havendo outra opção, Tamayo e Sierra concordam em liberar Rio em troca da equipe infratora e dos 40 reféns.



    EPISÓDIO 7

    Sierra prepara Rio para ser libertado em um hospital militar. Na troca, Rio fica chocado com as multidões reunidas em apoio aos ladrões, vestindo macacões vermelhos e máscaras de Salvador Dalí.

    A troca prossegue sem problemas e ele se junta aos ladrões. Durante a reunião, a equipe de inteligência da polícia e do governo escuta suas conversas, tendo plantado um dispositivo de escuta dentro do Rio antes de liberá-lo.

    Em flashbacks, o Professor instrui a equipe, preparando-os para detectar e remover esses dispositivos cirurgicamente, se chegar a hora.

    Depois de falar com Rio, o Professor diz que merece “umas férias”, a frase em código que confirma que ele está com escutas.

    Ele instrui Tóquio a agir normalmente, apesar do aparelho auditivo, pois espera usar a intimidade sexual deles para convencer a polícia de que o aparelho auditivo está funcionando.

    Privadamente, Rio termina com Tóquio, acreditando que ela estará melhor com outra pessoa.

    Nairóbi remove cirurgicamente o dispositivo de escuta. A polícia consegue localizar o Professor e Lisboa usando um drone, forçando-os a se separar e tentar escapar a pé; o Professor se camufla em uma árvore, enquanto Lisboa é incapaz, ela se refugia em um celeiro.

    EPISÓDIO 8

    Tóquio se embriaga como resultado de sua separação e insulta Rio como um mecanismo de enfrentamento para sua dor emocional.

    Na floresta, uma caçada massiva começa para encontrar o Professor e Raquel. Raquel é descoberta no celeiro por um fazendeiro e sua esposa, que inicia um impasse e uma negociação entre Raquel e os fazendeiros.

    Os ladrões criam uma distração para fazer a polícia pensar que estão fugindo, afastando recursos da caçada humana. Depois, Sierra planeja usar o filho de Nairóbi, a quem ela perdeu a custódia por usá-lo como mula, como um peão para desestabilizar psicologicamente a assaltante enquanto a polícia prepara um ataque completo ao banco usando um carro blindado.

    Suárez e seus homens se aproximam da posição de Raquel, que negocia com os agricultores sua liberdade, oferecendo uma recompensa maior do que a da polícia.

    Sierra leva o filho de Nairóbi, Axel, em frente ao banco, atraindo-a para uma janela. Sierra dá sinal verde para que um atirador de elite da polícia atire; Nairóbi leva um tiro no peito.

    Enquanto os ladrões tentam ajudar Nairóbi que perde muito sangue, a polícia começa o ataque. Na floresta, Suárez e a Guarda Civil encontram Raquel e retiram os agricultores do celeiro. O Professor ouve tiros no microfone de Raquel e, pensando que ela foi executada, fica perturbado.

    Palermo envia um rádio ao Professor para informá-lo sobre o ataque e o Professor declara DEFCON 2, significando guerra.

    Tóquio e Rio correm para a posição de tiro com RPG-7s e disparam contra o carro blindado que se aproxima, destruindo-o.

    É revelado que Raquel está viva e sob custódia, com Tóquio narrando que o Professor havia caído em sua própria armadilha, que Sierra ordenou que Suárez falsificasse uma execução para obter uma resposta drástica, afirmando que “a guerra havia começado”.

    A parte 4 de La Casa de Papel chega na Netflix no dia 3 de Abril.



    É fã de La Casa de Papel? Deixe seus comentários e conte pra nós o que espera da parte 4!

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    Vingadores: Fanático se junta à equipe mais violenta da Marvel

    Com o Fanático (Juggernaut, no original) não sendo bem-vindo no estado-nação mutante de Krakoa, o clássico inimigo dos X-Men decidiu se juntar a uma equipe muito diferente: os Vingadores Selvagens.

    A Marvel Comics lançou suas solicitações para seus títulos que estarão à venda em Junho de 2020, incluindo Savage Avengers #14, de Gerry Duggan e Patch Zircher.

    Enquanto Conan, o Bárbaro e Magia, embarcam em uma aventura asgardiana, eles recrutam Fanático e Cavaleiro Negro em suas fileiras.

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA | Os Novos Mutantes: Conheça Illyana Rasputin, a Magia

    Como Caim Marko nasceu humano em vez de mutante, ele não tem o mesmo acesso a Krakoa que seus amigos e aliados habituais. Apesar disso, o Fanático lutará pela honra de Krakoa contra o Hulk em sua própria minissérie de quadrinhos, Immortal Hulk, em Maio.

    A arte da capa e o texto de Savage Avengers #14 estão abaixo:

    Vingadores: Fanático se junta à equipe mais violenta da MarvelSAVAGE AVENGERS #14

    Roteiro: Gerry Duggan

    Arte: Patch Zircher

    Capa: Valerio Giangiordano

    Sinopse:

    “Conan lidera uma equipe de Vingadores Selvagens contra um dragão asgardiano em busca de tesouros. Pegue seus dados de vinte lados e role para atacar com Conan, Magia e os novos recrutas selvagens: o Cavaleiro Negro e o Fanático!”

    A HQ Savage Avengers#14, de Gerry Duggan e Patch Zircher, será lançada em Junho, nos EUA pela Marvel Comics.



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    Todxs Nós é a grande aposta LGBTQ+ da HBO para 2020

    No próximo dia 22 de Março, a HBO continua a investir em sua programação original e vai lançar a nova série nacional intitulada Todxs Nós – e, bom, se você já se deparou com a utilização do pronome neutro ‘x’ em algumas palavras, pode imaginar qual será o tema principal da produção.

    Criada por Vera Egito (Amores Urbanos) e Daniel Ribeiro, colaboradores de longa data, a série gira em torno de Rafa (Clara Gallo), uma jovem de dezoito anos que sai da pequena e retrógrada cidade de Botucatu e vai para São Paulo morar com seu primo, Vini (Kelner Macêdo). Mas isso não é tudo: Rafa recentemente se assumiu como pansexual e não-binária e, ao mudar-se para uma das maiores metrópoles do mundo, busca encontrar-se na selva de pedra e seguir seu caminho – ainda que seja condicionada pelas mentes mais fechadas a isolar-se num único rótulo.

    Como já fica claro pelo tema explorado (e pela presença de um elenco e de uma equipe majoritariamente queer), sabe-se que o foco é a comunidade LGBTQ+ e a exploração das diversas nuances de gênero, de orientação sexual e de identidade cultural. Mais do que isso, o episódio piloto mostra que ainda é possível mesclar a necessária militância (ainda mais na sociedade em que vivemos) com a dose certa de comédia e de drama sem perder a principal e didática mensagem que é cultivada desde os primeiros minutos.

    Vera Egito contou em uma coletiva de imprensa promovida pela HBO:

    “A ideia surgiu depois de uma conversa aqui na HBO, que estava buscando um projeto que retratasse uma juventude, jovens vivendo em São Paulo e aí depois desse impulso, pensei nesses três amigos que vivessem aqui suas questões amorosas e já pensei que uma dessas pessoas poderia ser não-binária.

    Chamei o Dani para desenvolver e criar esses personagens […] e desenvolvemos ‘essa bíblia’ juntos e aí surgiu Rafa. Não digo que o tema da diversidade surgiu com a série, porque essa é a nossa vida: mulheres, homens, gays, lésbicas, negros, negras, não consigo ver esses personagens como um tema; eles são pessoas e é muito natural, para mim e para o Dani, falar sobre elas.”

    O espectro não-binário da comunidade LGBTQ+ ainda é pouca explorada na indústria do entretenimento e faz parte de uma parcela minúscula da representatividade nas telinhas e telonas – com breves exceções com a recém-lançada Pose, que fez história ao trazer o maior elenco transexual e fora do eixo cisnormativo de todos os tempos.

    Vera Egito continua:

    “A existência não-binária te leva a uma reflexão sobre o que é ser mulher; por que tem que ser uma coisa ou outra. E eu mesma entrei numa reflexão sobre por que eu me defino como mulher. O que é isso? E foi a partir desse contato, muito forte e muito revolucionário. Fiquei com isso na cabeça, de que essa existência precisava reverberar.”

    Mesmo antes de sua estreia oficial, Todxs Nós já causou certas polêmicas devido ao uso da desinência de neutralidade ‘x’, a qual, conforme algumas vertentes do grupo queer, é inviável no tocante aos não-binários e não é imediatamente reconhecível por todo mundo (como os LGBTQs com deficiência visual), sendo preferível a escrita com ‘e’. Entretanto, Egito e sua equipe fizeram testes iniciais com dezenas de pessoas representados na produção e a utilização do ‘x’ foi acatada com 100% de compreensão.

    “Três anos atrás, o projeto já se chamava Todxs Nós e naquele momento o ‘x’ era amplamente aceito, mas as coisas mudaram, daqui dois anos talvez o ‘e’ seja banido também. Mas o ‘x’ representa uma incógnita; a ideia é que nesse lugar onde ele está, poderia estar qualquer letra. Que letra é essa que representa as pessoas?”

    A criadora da série segue em sua explicação:

    “Houve um debate interno e concluímos que graficamente – e de uma maneira mais ampla, para pessoas que nunca tiveram contato antes -, talvez veja o ‘x’ e fale: ‘mas por que esse x?’. A gente fez testes com os leitores cegos e eles já conseguem ler dessa forma.”

    Juliana Gerais e Gilda Nomacce também fazem parte do elenco como Maia e Inês, respectivamente.

    Todxs Nós estreia amanhã (22), na HBO.



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    Livros de ficção histórica obrigatórios na sua biblioteca

    Diferente de uma história de ficção, ficção histórica ou drama histórico é um sub-gênero de ficção que retrata muitas vezes figuras ou eventos históricos, mas ao mesmo tempo fictício, fazendo uma honesta tentativa de capturar o espírito, as condições sociais da pessoa ou da época, que representam a atenção ao pormenor e fidelidade.

    Em tempos quarentena devido ao Novo Coronavírus (Covid-19), todos estão aproveitando para assistir aos filmes que ainda não assistiram, maratonar aquela série que estava atrasada e também, ler novos livros (ou reler aqueles que são os favoritos).

    Pensando em como aproveitar melhor o tempo livre nesse período te pandemia, nada melhor que compartilhar algumas indicações e sugestões de leitura. Confira alguns dos melhores livros de ficção histórica disponíveis no Brasil.

    O IMPERADOR

    (CONN IGGULDEN, 5 livros)

    livros conn igguldenA série mais aclamada de Conn Iggulden, certamente é O Imperador, onde mergulhamos nos anos 100 a.C. à 44 a.C e somos apresentados de forma visceral a jornada de Caio Júlio César de patrício da República Romana, à escravo, depois líder militar e político romano, até Cônsul e Ditador que transformou a República no Império Romano.

    A forma de escrever inigualável de Iggulden está – ao meu ver – muito próxima da maestria de Bernard Corwnell, J.R.R. Tolkien George R.R. Martin.

    Em 2010 foi anunciado um filme épico sobre o ditador Júlio César, a ser sobre o início da vida de César, cobrindo os anos de 92 a.C a 71 a.C e com base nos dois primeiros volumes da série O Imperador de Conn Iggulden. O Exclusive Media Group contratou Burr Steers para dirigir o filme. Mas infelizmente o projeto não foi pra frente e foi engavetado.

    A série é composta pelos livros:

    • O Imperador I – Os Portões de Roma (2004)
    • O Imperador II – A Morte dos Reis (2005)
    • O Imperador III – Campo de Espadas (2006)
    • O Imperador IV – Os Deuses da Guerra (2007)
    • O Imperador V – Sangue dos Deuses (2014)

    No brasil a série O Imperador é publicada pela editora Record.

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA | CRÍTICA – O Imperador (2003, Conn Iggulden)

    SPARTACUS

    (BEN KANE, 2 livros)

    Após uma década no exército romano, Spartacus finalmente retorna à sua terra natal, mas o que encontra é somente traição. Kotys, o novo rei da Trácia, é um tirano usurpador apaixonado pela sacerdotisa Ariadne, e quando percebe que ela ama Spartacus, vende o casal como escravos para os romanos.

    Comprado pelo dono de uma escola de gladiadores, Spartacus se vê em um mundo de sangue e areia, onde é preciso enfrentar diariamente diversas facções de treinadores, lutadores fortes e influentes, as barbaridades da arena e a iminência de uma morte terrível. É só graças à inteligência e à imensa força física que ele consegue resistir às impiedosas batalhas, sem jamais desistir da busca pela liberdade.

    Embora a verdadeira história de Spartacus ainda seja um mistério, o gladiador de origem trácia ficou conhecido por liderar um exército de escravos que por pouco não levou abaixo a República Romana.

    A história do gladiador que enfrentou a República já foi fonte de inspiração para muitos, e possui muitas adaptações para diversas mídias e se tornou um símbolo da luta de classes oprimidas pela conquista da liberdade.

    Ben Kane recria fielmente as circunstâncias históricas que levaram ao célebre levante de escravos. Ao mostrar o lado sujo, caótico e sexual de uma Roma muito diferente da imortalizada pela história, transformando um dos maiores personagens do mundo antigo em um herói lendário.  

    • Spartacus – O Gladiador (2014)
    • Spartacus – A Rebelião (2015)

    Publicado pela editora Nova Fronteira – Casa dos Livros, os livros de Ben Kane são fáceis de encontrar, com preços baixos e – apesar da já conhecida história – nos prende até a última página.

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA | TBT #45 – Gladiador (2000, Ridley Scott)

    AS CRÔNICAS DE ARTHUR

    (BERNARD CORNWELL, 3 livros)

    As Crônicas de Arthur contam a história do lendário guerreiro Arthur, que passou para a história como o título de rei, embora nunca tenha usado uma coroa. Uma Bretanha habitada por cristãos e druidas, dividida entre diferentes senhores feudais e seus respectivos interesses e ameaças pela invasão dos saxões, Arthur emerge como um poderoso e corajoso guerreiro capaz de inspirar lealdade e unir o país. Uma personalidade complexa, impelida por honra, dever e paixão.

    Bernard Cornwell é sem sombra de dúvidas um autor fora do comum. Sua forma de narrar batalhas e o espírito de um guerreiro é contagiante. Mesmo com grande autores de fantasia como J.R.R. Tolkien, George R.R. Martin e os já citados Conn Iggulden e Ben Kane, Cornwell é o “Messi da ficção histórica”.

    • O Rei do Inverno (1995)
    • O inimigo de Deus (1996)
    • Excalibur (1997)

    No Brasil as obras de Bernard Cornwell, incluindo As Crônicas de Arthur são publicadas pela Editora Record.

    CRÔNIXAS SAXÔNICAS

    (BERNARD CORNWELL, 11 livros)

    Além das lindas capas que ao alinhadas uma ao lado da outra foram um belo mosaico, esta obra de Bernard Cornwell talvez seja, junto com Crônicas de Arthur As Aventuras de Sharpe, a mais importante. Entre os fãs, dizer qual delas é a melhor é quase impossível.

    Em Crônicas Saxônicas acompanhamos Uhtred, de Bebbanburg, em sua jornada entre os dinamarqueses e os saxões, durante o período das grandes invasões vikings, a criação da Inglaterra e sua busca para retomar o que é seu por direito.

    • O Último Reino (2005)
    • O Cavaleiro da Morte (2007)
    • Os Senhores do Norte (2007)
    • A Canção da Espada (2008)
    • Terra em Chamas (2010)
    • Morte dos Reis (2012)
    • O Guerreiro Pagão (2014)
    • O Trono Vazio (2015)
    • Guerreiros da Tempestade (2016)
    • O Portador do Fogo (2017)
    • A Guerra do Lobo (2019)

    Atualização: 

    • A Espada dos Reis (2020)

    O 13º livro chama-se War Lord (Senhor da Guerra, em tradução direta) tem previsão de lançamento ainda este ano no Brasil e concluirá a saga de Uhtred. 

    Fim da atualização.

    Vale lembrar que a obra foi adaptada para a TV com a série O Último Reino, pela BBC e suas três temporadas estão disponíveis no catálogo da Netflix.

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA | CRÍTICA – O Último Reino (2005, Bernard Cornwell)

    A BUSCA DO GRAAL

    (BERNARD CORNWELL, 3 livros)

    A série A Busca do Graal traz como cenário a Guerra dos Cem Anos, um conflito dinástico iniciado em 1337, com Eduardo III reivindicando a coroa da França, e que terminou com a tomada de Bordeaux pelos franceses, em 19 de outubro de 1453.

    As tramas, os homens e as histórias por trás da luta pela coroa francesa confirmam Bernard Cornwell como um dos principais escritores históricos da atualidade.

    • O Arqueiro (2003)
    • O Andarilho (2003)
    • O Herege (2004)

    1356

    (BERNARD CORNWELL)

    Em 1356 temos basicamente uma continuação da trilogia A Busca do Graal. E é uma experiência maravilhosa retornar ao universo dessa trilogia.

    Neste livro temos por toda França, propriedades sendo incendiadas e pessoas em alerta. O exército inglês – liderado pelo herdeiro do trono, o Príncipe Negro – está pronto para atacar, enquanto franceses e seus aliados escoceses estão prontos para emboscá-los. Mas e se existisse uma arma que pudesse definir o desfecho dessa guerra iminente? Thomas de Hookton, conhecido como o Bastardo, recebe a tarefa de encontrar a desaparecida espada de São Pedro, um artefato que teria poderes místicos para determinar a vitória de quem a possuísse. O problema é que a França também está em busca da arma, e a saga de Thomas será marcada por batalhas e traições, por promessas feitas e juramentos quebrados. Afinal, a caçada pela espada será um redemoinho de violência, disputas e heroísmo.

    AZINCOURT

    (BERNARD CORNWELL)

    Ao raiar do dia 25 de outubro de 1415, dois exércitos se defrontavam numa planície francesa, que viria a se tornar o mais famoso dos campos de batalha na história. De um lado, os remanescentes maltrapilhos de um exército inglês que invadira a Normandia dez semanas antes e, num golpe severo para o orgulho francês, capturou a cidade-porto de Harfleur. Porém, o cerco cobrara seu preço e dos doze mil guerreiros que haviam embarcado na expedição, somente a metade estava agora reunida no campo de Azincourt.

    Desses, apenas novecentos eram soldados armados, os homens de ferro da época e considerados universalmente como a elite do mundo militar. Motivados pelo desejo de vingar a perda de Harfleur, a cavalaria francesa havia afluído aos milhares. Repousados, bem nutridos, bem armados e lutando em seu próprio território. Ainda assim, algumas horas depois, desafiando toda a lógica e a sabedoria militar da época, os ingleses saíram vitoriosos dos campos de Azincourt.

    Imortalizada por Shakespeare em seu Henrique V, a batalha ganha agora uma versão pelo mestre da ficção histórica, Bernard Cornwell.

    De modo emocionante, Cornwell narra a batalha a partir da qual tantas lendas foram erguidas. Mas também observa por trás da ação bélica e realiza um painel da época. Um rei louco, duques assassinos, bispos manipuladores, heroicos cavaleiros, cirurgiões, arautos, espiões e piratas – a história de Azincourt oferece tudo isso.

    Não apenas por ter sido o meu primeiro contato com Bernard Cornwell, mas este livro é EXCELENTE! E nos apresenta a força assombrosa dos arqueiros ingleses e seus arcos longos.

    GUERRA DAS ROSAS

    (CONN IGGULDEN, 4 livros)

    Quando o rei Henrique VI enfim ocupa o trono da Inglaterra, todo o reino fica abalado. Sua saúde fraca e sua falta de coragem e braveza ficam aparentes e, dessa forma, é responsabilidade de seus homens de confiança garantir a segurança da Coroa.

    A pedido de Henrique, o espião-mor Derry Brewer e William de la Pole, duque de Suffolk, propõem um armistício com a França através de um casamento arranjado com Margarida de Anjou, jovem da nobreza francesa. Porém, nem todos veem esse acordo com bons olhos, e assim nasce uma conspiração, liderada por Ricardo Plantageneta, duque de York, que deseja destronar o rei e ocupar seu lugar.

    É o início de um período sangrento na Inglaterra, uma guerra civil com alianças e traições na qual a morte está sempre à espreita.

    Assim com a série A Busca do Graal, a série Guerra das Rosas, de Conn Iggulden também traz como cenário a Guerra dos Cem Anos, porém é mais focada na política e intrigas do período histórico.

    • Guerra das Rosas I – Pássaro da Tempestade (2013)
    • Guerra das Rosas II – Trindade (2014)
    • Guerra das Rosas III – Herança de Sangue (2015)
    • Guerra das Rosas IV – Ravenspur (2016)

    OS PILARES DA TERRA

    (KEN FOLLET, 2 livros)

    Neste livro publicado no Brasil pela editora Rocco, Ken Follet procura traçar o painel de um tempo varrido por conspirações, jogos intrincados de poder, violência e surgimento de uma nova ordem social e cultural, buscando captar simultaneamente o que acontece nos castelos, feiras, florestas e igrejas.

    Philip, prior de Kingsbridge, luta contra tudo e todos para construir um templo grandioso a Deus. A galeria de personagens gravitando em torno da catedral inclui Aliena, a bela herdeira banida de suas terras, Jack, seu amante, Tom, o construtor, William o cavaleiro boçal, e Waleran, o bispo capaz de tudo para pavimentar seu caminho até o lugar do Papa, em Roma.

    Como painel de fundo, uma Inglaterra sacudida por lutas entre os sucessores prováveis ao trono que Henrique I deixou sem descendentes.

    Em 2010, estreou uma adaptação televisiva baseada neste romance, estrelada por Eddie Redmayne.

    VLAD: A ÚLTIMA CONFISSÃO

    Em 1897, o irlandês Bram Stoker lançou um dos maiores sucessos da literatura mundial. A reboque, criou um dos mais cultuados ícones do horror.

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA | Drácula: Dissecando a criatura mais popular da cultura pop

    Muitos associam o Drácula, de Stoker ao líder romeno Vlad Tepes, que conjura uma imagem completamente diferente para o impiedoso nobre que defendeu por décadas o país dos invasores turcos: uma criatura das trevas, sedenta de sangue e imortal.

    Bram Stoker transformou a palavra Drakul (da Ordem do Dragão) num nome que exala horror, depravação e sensualidade sombria. Em Vlad: A Última Confissão, C.C. Humphreys esboça um novo perfil para o conde valáquio.

    Aqui, ele se propõe a não questionar as ações do guerreiro e apresentá-lo de forma crua para que os leitores façam seu próprio julgamento.

    Além dos rochosos Cárpatos, na Transilvânia do início do século XVI, após uma árdua viagem, Janos Horvathy chega ao castelo de Poenari, com a missão de descobrir a verdade sobre o conde Vlad Tepes, antigo voivoda, comandante militar, da Valáquia. Para atingir seu objetivo, deverá se encontrar com as três pessoas que foram mais próximas do nobre durante sua turbulenta existência.

    O primeiro relato é de Ion Tremblac, antigo cavaleiro e amigo de Vlad, prisioneiro há anos. O segundo é de Ilona Ferenc, a única mulher que ele amou – e a quem teve de sacrificar. O terceiro é do irmão Vasilie, um ermitão que fez as vezes de confessor de Vlad Tepes durante anos e quebrou seu silêncio para revelar a história do homem que sempre seria lembrado como “O Empalador”.

    Os três testemunhos se entrelaçam para criar um relato detalhado do lendário personagem Vlad Tepes. Sedutor e assustador, sua história não é a de um monstro, mas de um homem e suas contradições. Considerado “filho do diabo”, foi tirano e governante, cruzado e matador, torturador e herói, amante e assassino.

    Posso dizer que após ler Vlad: A Última Confissão você nunca mais associará Drácula com o voivoda da valáquia.



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    Coronavírus: Festival de Cannes é oficialmente cancelado

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    O Festival de Cannes foi oficialmente cancelado devido à pandemia do Novo Coronavírus. A notícia vem diretamente da conta oficial do festival.

    Eles tuítaram:

    “Devido à crise da saúde e ao desenvolvimento da situação francesa e internacional, o Festival de Cannes não poderá mais ocorrer nas datas planejadas, de 12 a 23 de Maio.”

    Veja a publicação oficial:

    Isso é um golpe e tanto para os organizadores que pensavam que ainda havia esperança de ter o famoso festival, apesar do fechamento de mais e mais locais a cada dia.

    Atualmente, os organizadores esperam que a edição 2020 do festival ainda possa continuar em uma data posterior, mas tudo está incerto neste momento. Alguns deles estão considerando Julho como uma possível data de reprogramação, mas outras opções também estão sendo ponderadas.

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA | Coronavírus: Timeline dos principais eventos

    Agora os olhos se voltam para o Marche du Film, um mercado cinematográfico concorrente ao Festival de Cannes. A Marche anunciou planos para um mercado digital para complementar o evento físico para pessoas que não puderam comparecer devido a temores de Coronavírus. Mas agora parece cada vez mais provável que o componente online siga o exemplo das novas datas de Cannes, sejam elas quais forem.

    A agência da CAA também apresentou algumas idéias para um mercado virtual alternativo para as empresas apresentarem projetos e exibir filmes no caso de um cancelamento.

    Na semana passada, os organizadores pareciam tão esperançosos quanto às perspectivas de Cannes.

    Thierry Fremaux disse ao Le Point:

    “Digamos que aqueles que estão preocupados estejam preocupados porque olham para o mês de Maio com os olhos de 12 de Março; mas o festival é daqui a dois meses e, a essa altura, esperamos que a situação será diferente e que a epidemia, esperamos, tenha diminuído!”

    Le Point informou na semana passada que é improvável que Cannes aconteça e agora, essa especulação é um fato que o mundo do entretenimento terá que enfrentar.



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