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    Star Wars: A Ascensão Skywalker | Teoria sobre Palpatine é confirmada

    O livro de Star Wars: A Ascensão Skywalker que será lançado pela Disney confirma uma teoria que já andava circulando pela internet: a de que Palpatine era um clone no novo filme.

    Desde a compra da Lucasfilm pela Disney, a empresa passou a usar livros e quadrinhos para amarrar pontas soltas e preencher buracos nos roteiros de seus filmes – uma grande conveniência.

    O marketing para A Ascensão Skywalker enfatizou o inesperado retorno do imperador Palpatine, e os espectadores estavam ansiosos para descobrir como Darth Sidious havia sobrevivido à sua morte em Star Wars: O Retorno de Jedi. Entretanto, o filme evitou tal explicação, usando apenas a seguinte frase:

    “O lado sombrio da Força é um caminho para muitas habilidades que alguns considerariam… não naturais.”

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA | CRÍTICA – Star Wars: A Ascensão Skywalker (2019, J.J. Abrams)

    É esperado que o novo livro escrito por Rae Carson preencha essas explicações faltantes no longa. Embora a publicação esteja à venda apenas em 17 de Março, a Lucasfilm Publishing decidiu vender cópias antecipadas no evento C2E2 deste fim de semana em Chicago e partes da história começaram a vazar online.

    O livro realmente confirma que o espírito do Imperador foi transferido para um corpo de um clone. Quando Kylo Ren chega a Exegol e encontra Palpatine, ele olha atentamente para as máquinas – ao qual o vilão está fisicamente ligado – e percebe que se parecem com as utilizadas nas Guerras Clônicas. Portanto, Kylo deduz que o espírito do lado negro de Palpatine é forte demais para o corpo do clone e está causando uma grave degeneração.

    Essa escolha de trazer Palpatine de volta no corpo clônico já foi utilizada no universo expandido. Na minissérie Império do Mal, escrita por Tom Veitch, o espírito de Darth Sidius migra para um corpo de clone. É nessa minissérie também que Palpatine construiu um vasto exército que incorporava sofisticadas super armas – coincidência?

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA | Star Wars: Clone Wars traz personagem dado como morto

    Agora é esperar o lançamento oficial do livro e entender quais outras rombos de roteiro podem ser preenchidos com as novas informações.

    Confira nossa análise em vídeo sobre o novo Star Wars:



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    CRÍTICA – Winds of Change (2019, Tall Tail Studios)

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    Vamos falar de algo que todos amamos: FURRIES! Ou que todos temos medo, né? Depende do ponto de vista…

    Mas de qualquer forma, no segundo semestre de 2019 os estúdios Tall Tail lançaram uma visual novel com a temática furry contando a história de um mundo dividido, controlado por três seres misteriosos que sempre mantiveram todos na linha na base do medo e de informações ocultas.

    Winds of Change é muito mais do que apenas essa narração linear. Antes de você ser o grande protagonista da história, quem encaminha o futuro de Alestia (o mundo do jogo) é a Blade of Exodus, uma espada insanamente poderosa que precisa ser empunhada por alguém realmente merecedor, pois ela tem a chance de gerar grandes dores e também de remedia-las.

    Algo importante a ser dito antes de explanar certinho as características do jogo é que Winds of Change não é para um público muito amplo. Por experiência própria, com as amizades que tenho e histórico profissional, sei que há um nicho grande de pessoas que seguem esse padrão: gostam da temática furry, de visual novels, conteúdo yaoi, romance clichê e um pouco de conteúdo +18.

    Ou seja, VNs nesse estilo não são novidade, mas é reconhecível que o Tall Tail Studios trabalharam muito bem, e tem uma história completa, desenhos lindos, trilha sonora impecável e muito trabalho de roteirização. Tanto que para bom entendedor, é fácil achar vários tributos à profissão de escritor/redator durante o jogo.

    Enfim, o jogo começa com uma visão do personagem principal (você), onde você pode optar por ser homem ou mulher. Sua aparência nunca aparecerá, e embora você coloque um nome, ele só aparecerá nas linhas de diálogo; a dublagem te chamará por seu título (Seer ou Seeress).

    Infelizmente durante essa visão o jogo perde alguns pontos. Ela é um tanto quanto longa, as ações do jogo não são apresentadas nela, a história não te segura tanto, e as fontes usadas no começo fazem o jogo parecer um trabalho bem amador. Para apresentar um jogo, a primeira impressão é muito importante. Eu tinha o compromisso de jogar até o fim, mas se fosse um outro tipo de público, não tenho certeza se essa impressão me faria prosseguir.

    De qualquer forma, essa parte termina e começamos a ver mais sobre os personagens, a formação da sua equipe, os conceitos de Pureza e Corrupção que você vai ganhando com suas ações e as histórias secundárias.

    Realmente há muitas opções, e uma recomendação: jogue com o coração. Não tente forçar para ir para Pureza ou Corrupção. Nem sempre a resposta é tão óbvia assim. Sinta o jogo, mesmo.

    Sobre sua equipe, você terá diálogos que geram lealdade com cada um. Nesses momentos, aproveite para descobrir mais sobre cada um. Essas ações impactarão o destino da equipe no fim do jogo.

    Você pode desenvolver uma forte amizade, pode dar conselhos, e pode até acabar se apaixonando (não é por nada, mas eu do nada me vi deitado numa cama sendo beijada a força por um furry).

    Essa equipe também é bem estereotipada, baseada nos gostos populares do público alvo. Um mais rebelde, um mais estabanado, um mais misterioso… E uma mulher.

    Geralmente esses jogos falam sobre homens com outros homens, é de se esperar que a maioria do elenco seja masculina. Novamente, não é uma crítica negativa, é algo natural e cultural para este tipo de jogo. Quem não ama um yaoi?

    Sobre os desenhos, como esperado: impecáveis. Na faculdade conheci muitas pessoas que vêm de uma cultura de desenhos japoneses, e consequentemente de VNs, e era cada desenho lindo! E os traços me remeteram muito a essas pessoas. O contraste dos personagens com os fundos, muito bem feito, e a construção deles só melhorou com as vozes.

    Por incrível que pareça, além de jogos, trabalho com teatro. Amo arte em todos os seus aspectos. E essa dublagem estava simplesmente genial. Tenho amigos dubladores também, e sei o trabalho que é deixar o som tão bom, o tom tão claro sem poder demonstrar emoções faciais… Todos ali merecem uma salva de palmas de três dias ininterruptos.

    E a dublagem não é o único aspecto sonoro positivo. Antes de jogar vi que a trilha sonora era vendida separadamente. Eu pensei: “Geralmente eu muto as VNs porque são sons chatos, entram na cabeça, irritam…” mas depois que finalizei Winds of Change, percebi que a trilha vale cada centavo.

    Ela é extremamente bonita, te coloca no ambiente, e por conta dela eu até chorei durante a história! Um trabalho realmente perfeito. A trilha sonora é o meu destaque máximo do jogo.

    Agora que falei do ponto alto, vou ao ponto mais baixo. As VNs são uma forma artística interessante, porque trazem destaque ao roteiro. Eu, como roteirista, valorizo jogos assim, e acho uma maneira bacana de incentivar a leitura para pessoas que talvez sejam muito hiperativas ou simplesmente não gostam de ler livros e fics por não conseguirem manter o foco em algo monótono.

    Porém com essa qualidade tecnológica, os desenvolvedores podem aproveitar justamente para tornar a experiência mais imersiva e Winds of Change traz muito, muito, muito texto.

    E grande parte do protagonista falando com ele mesmo. Durante várias cenas eu senti até uma “encheção de linguiça”. Foi como pegar realmente uma fic na íntegra e “gamefica-la”, oque torna o jogo um pouco ralentado e chato durante algumas partes.

    Há aproximadamente 23 horas de jogabilidade, mas em 3 eu consigo sentar e contar toda a história, com todos os casos secundários e os desfechos. Não estou reclamando de uma visual novel ter muito texto, afinal elas basicamente são isso, mas como em muitos livros e fics, a história muitas vezes enrola e tira seu interesse.

    Com tudo, o jogo é realmente divertido. A história é muito boa, os menus são simples, o carregamento é rápido, e é um jeito bom de praticar o inglês já que não há palavras de grande complexidade.

    É nítido que houve muito trabalho em Winds of Change e eles merecem todo reconhecimento por isso.

    Assista ao trailer de lançamento:

    Winds of Change foi lançado pela Tall Tail Studios exclusivamente para PC. E você, curte games no estilo visual novel? Deixe sua avaliação e seus comentários!



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    Wolfenstein pode ganhar uma versão em jogo de tabuleiro com miniaturas

    A Archon Studios anuncioou em seu site oficial que vai lançar no KickStarter (financeiamento coletivo) uma versão de jogo de tabuleiro do jogo Wolfenstein chamada de… Wolfeinstein The Boardgame.

    O jogo vai contar com miniaturas e muitas cartas lembrando alguns clássicos dungeon crawlers.

    O objetivo do jogo é simples: eliminar o próprio Fuhrer de qualquer maneira depois que B.J. Blazkowicz se infiltrar mais uma vez no famoso castelo.

    Para isso, o jogo vai contar com:

    • tiles dinâmicos (você vai revelando o cenário enquanto joga);
    • mais de 50 minis;
    • eventos randômicos;
    • mais de 10 missões;
    • 12 armas diferentes com 3 variações cada;
    • 9 tipos de inimigos e chefões clássicos do jogo (incluindo o próprio Hitler);
    • e 6 heróis com suas próprias habilidades, ficha e miniatura.

    A aventura toda poderá ser apreciada por 1 até 4 jogadores.

    Este é mais um caso de jogo digital que vai para o mundo analógico. O projeto ainda não tem link no Kickstarter mas fica de olho aqui que quando sair a gente compartilha.

    Mais informações você encontra aqui no site oficial da Archon Studios.



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    DOOM Eternal pode de alguma forma rodar a 1000 fps no PC

    DOOM Eternal está quase sendo lançado e a equipe da id Software está colocando o hype nas alturas dizendo que o game é capaz de rodar a 1000 frames por segundo.

    Essa afirmação rapidamente atraiu a atenção dos desenvolvedores e entusiastas de computadores, pois se provar real, isso pode começar a se tornar uma tendência se a performance do game através dos consoles e PCs.

    Por mais de uma década, games de console têm lutado para atingir uma taxa de frames confortável entre os 30 e 60 frames por segundo, que é normalmente abreviada por FPS. Jogos em terceira pessoa em consoles geralmente travam FPS perto de 30. E games de primeira pessoa, especialmente games de tiro, normalmente tentam colocar a taxa em 60 FPS. A razão para isso, é que o ponto de vista do jogadores afeta o quão suave o game parecerá. Em primeira pessoa, é mais fácil ver a queda de frames, do que é ver em terceira pessoa.

    As notícias de que DOOM Eternal pode rodar em até 1000 FPS veio por meio do Líder de Programação, Billy Khan, que falou sobre detalhes da nova id Tech 7, em uma entrevista ao IGN.

    A engine id Tech 7 contará com muitas novas features, incluindo ambientes mais detalhados, novos efeitos de partículas, e uma compatibilidade maior entre a engine e o hardware, ambos existentes e futuros. Em uma conversa sobre a diferença entre o id Tech 6 e o id Tech 7, Khan disse:

    “Com o id Tech 6 nós conseguíamos atingir um máximo de 250 frames por segundo. Com esse game, e o hardware correto, você poderá atingir até 1000 frames por segundo.”

    Confira o vídeo da entrevista abaixo:

    Além disso, Khan reforça o quão importante é para que os jogadores sejam capazes de sentir o quão rápido é DOOM Eternal.

    Para os que não são muito por dentro de tecnologia, essa notícia talvez não tenha muita importância. E até mesmo aqueles que ficam por dentro, isso pode parecer insignificante. Mas com a forma em que os jogadores jogam os jogos está mudando rapidamente, e será incrivelmente importante a otimização de engines para games.

    Teoricamente, DOOM Eternal poderá ser streamado à 1000 FPS um dia, apesar de haver o custo de um quarteirão inteiro da banda larga. A melhor aposta para os gamers que querem atingir cerca de 1000 FPS em DOOM Eternal, é construir um computador customizado, apesar disso custar bem caro.

    Por agora, o mundo dos games deve continuar dando pequenos passos, rodando games a 60 FPS nas plataformas mais comuns, e talvez um dia a tecnologia disponível para jogar DOOM Eternal em 1000 FPS para o jogador médio.



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    Lúcifer: Netflix pode lançar sexta temporada para a série

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    Os fãs da série de TV Lucifer estão em uma montanha-russa com a série desde que ela começou. Depois de ser cancelada pela FOX em sua terceira temporada, a série foi salva pelo serviço de streaming Netflix e salva para uma quarta, depois para a quinta e “última” temporada.

    Por esse motivo, surpreendeu muitos quando foi noticiado no início deste mês que a Netflix e a Warner Bros. Television estão em negociações para uma sexta temporada da série. Desde então, ficou tudo bem quieto, mas agora o TV Line tem uma atualização importante sobre a potencial “temporada bônus” do programa.

    Questionado por um fã de Lucifer se houve alguma atualização, o site revelou que as negociações estão em andamento e que tanto a WBTV quanto a Netflix “parecem otimistas de que um acordo de renovação será concretizado”.

    Além disso, eles relatam que a nova temporada pode ter entre 10 e 13 episódios. Mesmo que a temporada caia no limite mais alto desse número, ainda mais episódios poderão chegar, já que a quinta temporada foi atualizada de 10 para 16, que será lançada em duas partes de oito episódios.

    Se Lucifer voltar para a sexta temporada, isso significará que sua vida na Netflix será tão longa quanto quando estava no ar pela FOX. A série, anteriormente, foi ao ar com três temporadas na rede de televisão antes de ser cancelada, mas depois de uma campanha dos fãs da série para vê-la retornar, a gigante do streaming entrou em cena e deu a ela um novo lar.

    A contagem total de episódios de Lúcifer enquanto na FOX era muito maior do que sua contraparte da Netflix.

    Recentemente a quinta temporada lançou a Deus, e provocou um retorno de Eva, o que parece difícil para uma sexta temporada em potencial, mas considerando que os escritores tiveram que escrever “The End” algumas vezes, parece bem provável que eles consigam descobrir algo por pelo menos mais dez horas com o personagem.

    Uma maneira pela qual a série poderia surpreendentemente contar mais histórias foi revelada na semana passada como uma história em quadrinhos planejada. No final deste ano, a DC Comics e a IDW Publishing estrearão o crossover Locke & Key: Hell & Gone, que cruzará o universo de Sandman com a série de Joe Hill aparentemente no centro de sua história.

    Isso poderia funcionar na TV porque a tão esperada adaptação da HQ Locke & Key estreou sua primeira temporada no serviço de streaming no início deste ano, e desde que Lucifer (Tom Ellis) cruzou com o Arrowverse no crossover Crise nas Infinitas Terras, tudo é possível.



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    Star Wars: Clone Wars traz personagem dado como morto

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    ALERTA DE SPOILER: Esta publicação contém spoilers de A Distant Echo, o último episódio da 7ª temporada de Star Wars: The Clone Wars.

    Echo está vivo! No episódio Um Eco Distante (A Distant Echo, no original), o último episódio de Star Wars: The Clone Wars, o Capitão Rex e o Bad Batch descobriram que ele foi mantido em cativeiro pelos Separatistas, que o transformaram em uma arma contra a República.

    Na semana passada, Rex e suas forças de clones se viram travando uma batalha perdida contra o Almirante Trench e os Separatistas. Os Separatistas pareciam capazes de prever todos os movimentos de Rex, o que o deixava desconfortável. Assim, ao lado do Bad Batch, ele foi em uma missão de busca de fatos – apenas para ouvir um sinal sendo transmitido de Skako Minor por ninguém menos que o próprio Echo.

    Em Um Eco Distante, Rex foi para Skako Minor com Anakin Skywalker e o Bad Batch. Lá, os locais os levaram à base separatista depois que os clones concordaram em se livrar deles. Eles se infiltraram na base e lutaram com unhas e dentes para chegar à sala da qual o sinal estava sendo transmitido. Enquanto Anakin e o Bad Batch seguravam um batalhão de dróides, Rex e Tech invadiram a sala e descobrem uma câmara de estase.

    Quando Tech abriu a câmara, Echo caiu. O clone estava em estado bruto. Sua cabeça estava coberta de plugues e implantes; a metade inferior do corpo desapareceu e foi substituída por partes droides, como Darth Maul. Ele era tão magro que suas costelas se projetavam do peito. Horrorizado, Rex correu para a frente e separou Echo da máquina.

    Apesar da aparência, Echo estava vivo. Ele acordou com um suspiro e mencionou a Cidadela, que revelou que não se lembrava de nada depois da explosão que o matou. Depois de um momento, Echo reconheceu Rex.

    Rex, com tristeza nos olhos diz que esstá tudo bem e que Echo está em segurança e irá para casa.

    Echo era originalmente conhecido por sua lealdade feroz e disciplina dedicada que o fizeram repetir ordens como um “eco”. Ele fazia parte do Esquadrão Dominó, juntamente com Fives, favorito dos fãs. Ele se tornou um dos soldados com quem o público passou algum tempo nas temporadas de abertura das Guerras Clônicas, servindo primeiro com o Capitão Rex na base lunar da Estação Rishi.

    Foi em defesa da base da lua que Echo se formou na 501ª Legião junto com Fives, sendo posteriormente promovido a um soldado de elite da ARC. No episódio da terceira temporada, Echo aparentemente sacrificou sua vida por seus irmãos em uma explosão, mas sua história não terminou aí.

    Na 7ª temporada, Echo está tendo uma segunda chance – desde que Anakin e os clones possam escapar vivos de Skako Minor.

    A animação é transmitida pelo serviço de streaming Disney+, a temporada final de Star Wars: The Clone Wars e no elenco de dublagem temos Matt Lanter como Anakin Skywalker, Ashley Eckstein como Ahsoka Tano, Dee Bradley Baker como Capitão Rex, James Arnold Taylor como Obi-Wan Kenobi, Katee Sackhoff como Bo-Katan e Sam Witwer como Maul.



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