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    The Dark Pictures: Little Hope será lançado no terceiro trimestre de 2020

    Quem não curte sentir aquele friozinho na espinha, aquela sensação de pavor, ou mesmo uns arrepios vez ou outra enquanto assistimos ou ouvimos um conto sinistro? Bem, se você tem procurado por este tipo de experiência, essa busca acabará em breve, pois o próximo capítulo na série The Dark Pictures Anthology, The Dark Pictures: Little Hope, será lançado nas Américas neste terceiro trimestre de 2020 para as plataformas PlayStation 4, Xbox One e PC via Steam.

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA | CRÍTICA – The Dark Pictures: Man of Medan (2019, Supermassive Games)

    Confinados e isolados na cidade abandonada de Little Hope, quatro estudantes colegiais e seu professor devem escapar das visões horripilantes que os perseguem incansavelmente pela densa neblina que permeia o local. Conforme partem em busca de meios para escapar desta cidade misteriosa, os personagens devem descobrir o real significado destes eventos assustadores e encontrar a raiz deste mal antes que suas almas sejam arrastadas para o inferno!

    Jogadores poderão assumir o papel de cada um dos cinco protagonistas do novo elenco – sendo que um deles é representado pelo ator Will Poulter (Midsommar; Black Mirror: Bandersnatch). Assim como no primeiro game da série (Man of Medan), The Dark Pictures: Little Hope foi desenvolvido com foco na re-jogabilidade, trazendo múltiplos caminhos, histórias e finais. Cada decisão tomada no game importa e terá consequências que podem definir quem vive e quem morre nesta aventura horripilante!

    O Curador, a figura onisciente dublada pelo ator Pip Torrens e que estará presente em toda série, está de volta como observador do progresso e escolhas dos protagonistas, dando “dicas” ocasionais caso eles queiram.

    Os modos História Compartilhada e Noite de Filme também estão de volta, permitindo que jogadores encarem os novos horrores com seus amigos online ou offline.

    Assista ao novo trailer legendado de The Dark Pictures Anthology: Little Hope:



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    Thor: O novo Mjolnir do Deus do Trovão explicado

    Em 2014, Thor perdeu a dignidade, e não pôde mais empunhar o Mjolnir após a saga Pecado Original. Por anos, o personagem continuou suas aventuras sozinho, mas sem o martelo que o ajudava a ser o Deus do Trovão. No lugar dele, Jane Foster empunhou o martelo e se tornou a nova Thor. E esse foi o novo status quo por muitos anos – isso é, até que Jane Foster precisou lutar contra o monstruoso Mangog e terminou sua carreira de Deusa do Trovão sacrificando o Mjolnir no coração do Sol para derrotar a criatura assassina na série Thor, em 2018.

    De todas as formas, pareceu que o Mjolnir havia se perdido para sempre – ou destruído para sempre. Entretanto, o martelo finalmente retornou para as mãos de Thor Odinson ao fim do arco Guerra dos Reinos, de 2019, após Thor usar a Tormenta do Deus para reforjar seu martelo de dentro do próprio Sol. O martelo caiu novamente na Terra, e Thor mais uma vez se mostrava digno de empunhá-lo.

    Entretanto, esse martelo não é exatamente o mesmo que seu antecessor. Confira agora as diferenças!



    UM NOVO PUNHO

    Thor

    Quando Mjolnir fora lançado no Sol por Jane Foster, o Metal Uru que fazia parte da empunhadura do martelo, continuou no Sol. No entanto, o cabo de madeira que Thor usava para carregar o martelo não mais existia. Mas quando Thor reforjou o Mjolnir em Guerra dos Reinos, ele tinha apenas os pedaços que formavam o martelo em si. Ainda havia um punho a ser feito.

    Para esse novo martelo, Thor precisava encontrar um novo punho – e ele encontrou, na forma da Yggdrasil, a cósmica Árvore dos Mundos que liga todos os dez reinos. Ao usar os galhos da árvore, Thor fez um punho visivelmente diferente de seu martelo anterior. Ao invés de ser perfeitamente arredondado e adornado em prata, esse é simplesmente um emaranhado de vinhas que lembram a mítica árvore.



    UM NOVO PODER

    Thor

    Em Thor #1 de Donny Cates e Nic Klein, a história continua após os eventos de Guerra dos Reinos. Enquanto o recém-coroado Rei de Asgard, Thor assume seu novo papel como governante dos Dez Reinos, e ele mostra que tem a intenção de manter a paz após uma enorme guerra que recentemente destruiu cada um dos reinos.

    A fim de reforçar seu poder, Thor mostra sua força inacreditável – assim como seu novo poder – quando ele joga seu martelo até a Terra para destruir um monstro invasor que lutava contra os Vingadores.

    Antes do martelo chegar na Terra, entretanto, Thor garante que seu arremesso passe por todos os reinos. Por todo lugar que ele passa, o Mjolnir carrega a voz do Rei de Asgard. Isso o permite falar com todos os seus súditos ao mesmo tempo, através de todo o universo.

    Seu incrível novo poder é um dos que Mjolnir certamente não tinha.



    UM ENCANTAMENTO DIFERENTE

    Thor

    Quando o novo Mjolnir cai na Terra durante a Guerra dos Reinos, a inscrição em uma de suas faces mostra o mesmo encantamento que antes:

    “Quem quer que possua este martelo, se ele for digno, possuirá o poder do Deus do Trovão.”

    Thor mostra que ele recuperou sua dignidade quando ele levanta o martelo novamente e derrota Malekith de uma vez por todas.

    Sim, na série Thor, de Cates e Klein, há dicas de que o encantamento não é o que já foi certa vez. Na verdade, apesar de ainda ser digno de empunhar o martelo, Thor Odinson começou a perceber que ele está ficando mais pesado. Uma vez, ele até lutou para levantá-lo – lutou ao ponto de dar um gemido ao fazer força.

    Desde que Thor se provou digno recentemente, é possível que o novo encantamento de Mjolnir seja diferente.

    Mais provas do novo encantamento vem de Loki, Deus da Trapaça e recém-coroado Rei dos Gigantes de Gelo.

    Em Thor #4, o Mjolnir aterriza brevemente em Jotunheim e Loki levanta o martelo. Mas ele é chamado de volta para Thor antes que Loki possa de fato processar a informação e o que isso significa, mas depois mostra que o martelo é de alguma forma diferente. Afinal, enquanto o Mjolnir fica mais pesado para um irmão, parece que ele está mais leve para o outro.



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    CRÍTICA – Dead Letters Vol. 3: O Coral do Diabo (2020, Devir)

    Dead Letters é uma HQ escrita por Christopher Sebela e com arte Chris Vision (os dois já tem uma notória carreira em grandes editoras como DC e Marvel) e foi publicada originalmente pela editora norte-americana BOOM! Studios especializada em HQ e graphic novel.

    A primeira edição foi publicada em 09 de Setembro de 2014. A editora Devir (editora que tem um vasto catalogo de quadrinhos) trouxe para o Brasil a primeira edição em 26 de Janeiro 2017.

    Dead Letters

    Em Dead Letters acompanhamos Sam Whistler ao acordar em um motel de quinta categoria, com os braços enfaixados, um revólver na escrivaninha e sem se lembrar de nada: como chegou ali, onde está e até mesmo sua própria identidade.

    Sam vai precisar de todos os truques de seu repertório esquecido para atravessar uma terra maravilhosa, de gangues sangrentas, femmes fatales e grandes segredos. Essa nova abordagem das histórias policiais segue um caminho sombrio e tortuoso que leva os leitores a lugares inesperados.

    Dead Letters

    Nessa edição que reúne os volumes 09-12, depois de expandir a guerra de gangues da periferia até todas as áreas do Purgatório entre o Céu e o Inferno, Sam Whistler, o criminoso regenerado, precisa fazer uma escolha: tentar unir todas as diversas facções sob sua bandeira em busca da independência da região conhecida como “Aqui”, ou ir atrás de Deus, e talvez encontrar um caminho de volta para casa.

    A trama de Dead Letters é um misto de John Constantine, Preacher e filmes de gangues como Rei de Nova Iorque, de 1990 e Os Donos da Noite, de 2007.

    O roteiro da HQ fica por conta Christopher Sebela, que faz de Dead Letters muito interessante, mas peca com o excesso de texto; o que deixa a leitura cansativa devido o personagem principal ser um tagarela.

    A arte de Chris Visions tem uma narrativa gráfica instigante, mas é bem poluída o que acaba atrapalhando o entendimento da arte e deixando por vezes a leitura confusa por conta da colorização escura.

    Editora: Devir

    Roteiro: Christopher Sebela

    Arte: Chris Visions

    Páginas: 112

    Você já teve a chance de ler Dead Letters? Conta pra gente o que achou abaixo e dê sua nota ao quadrinho!



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    Resident Evil 4: Capcom aprova remake

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    Parece que a Capcom está determinada a refazer todos os jogos de Resident Evil, já que é o que os fãs da franquia querem.

    Resident Evil 4 receberá um remake, assim como seus antecessores.

    Embora o último tenha ficado com uma recepção dividida da crítica, o projeto é um sucesso e a Capcom vai continuar refazendo seus  jogos, uma vez que uma pesquisa de mercado realizada pela empresa mostrou que os fãs aprovam os remakes.

    De acordo com um relatório da Video Games Chronicle, uma fonte com conhecimento de desenvolvimento na empresa informou que Resident Evil 4 foi aprovado semana passada.

    O remake será abordado por um par de novatos na série, o que significa que provavelmente não teremos a mesma versão do jogo que tínhamos antes.

    Isso também significa que, embora RE2 e RE3 tenham sido bastante similares em sua abordagem com a perspectiva de terceira pessoa, isso não garante que será usado no próximo game.

    Algumas das principais pessoas que trabalharam no Resident Evil 4 ainda estão na Capcom, mas foi sugerido em alguns lugares que a razão pela qual não ouvimos nenhum de seus nomes vinculados ao projeto é que eles já estão trabalhando em Resident Evil 8.

    Esse é outro jogo da série atualmente em desenvolvimento que, no momento, não tem uma previsão de lançamento além da sugestão de 2021.

    Esse jogo, mais do que provavelmente, continuará a tendência de ter uma perspectiva em primeira pessoa e um enredo que, enquanto ambientado no universo Resident Evil, será uma aventura solo que pouco se relaciona a qualquer outro jogo.

    Faz sentido ver o Resident Evil 4 ser remake, mas ao mesmo tempo, é completamente necessário?

    Enquanto RE4 tem seus fãs, o jogo já foi lançado para o Nintendo Switch em 2019 e não foi tão bem quanto os outros lançados com ele.

    Então, quanto de necessidade há para outro remake? E você, gostaria dessa repaginada em Resident Evil 4? Deixe seus comentários.

    Aproveite e assista nossa gameplay de RE3:



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    CRÍTICA – Um Amor, Mil Casamentos (2020, Dean Craig)

    Um Amor, Mil Casamentos, dirigido e escrito por Dean Craig, é o mais novo filme original da gigante do streaming Netflix, todavia, será que vale à pena assistir? Confira nossa crítica!

    Um Amor, Mil Casamentos – A historia

    Jack (Sam Clafin) é um homem tímido e desajeitado. Ao encontrar a garota dos seus sonhos, Dina, interpretada por Olivia Munn, acaba perdendo a oportunidade de viver um grande amor.

    Entretanto, três anos depois, Jack tem sua segunda chance graças a sua irmã, Hayley (Eleanor Tomlinsom), que convida Dina para seu casamento.

    “Um Horror, Alguns Casamentos” – análise

    Um Amor, Mil Casamentos é uma comédia romântica um pouco diferente das habituais. Por trazer elementos como viagem no tempo e um humor escrachado, que tem como objetivo o constrangimento dos seus personagens, tenta trazer uma visão um pouco diferente, entretanto, falha em diversos aspectos.

    Dean Craig tenta encaixar um tipo de humor típico de besteirol dentro da trama, uma vez que piadas com genitais, drogas e situações embaraçosas estão aos montes no filme.

    Porém, criar esse tipo de situações é algo completamente inexplicável para obras do gênero. Acredito que com o sucesso de Fleabag, Craig tentou emular o texto de Phoebe Waller-Bridge, entretanto, consegue apenas trazer personagens rasos, desinteressantes e extremamente chatos.

    A diferença oceânica de Fleabag para Um Amor, Mil Casamentos é a de trazer personagens caricatos, non sense e complexos, com um humor ácido e refinado, pois o longa é apenas uma colcha de retalhos de várias outras obras como Maldita Sorte, Feitiço do Tempo e programas de esquetes.

    A obra de Craig seria muito mais interessante se fosse feito em formato de minissérie de televisão, pois com mais tempo, poderia desenvolver melhor seus diversos personagens.

    “Um Casamento, e Um Final” – conclusão

    Um Amor, Mil Casamentos é um filme que apenas preenche o vasto catálogo da Netflix. Com um bom potencial nas mãos e protagonistas que poderiam ser interessantes, falha por tentar inventar algo novo atirando para todos os lados, tornando-o uma obra esquecível e desnecessária no serviço de streaming.

    Veja a crítica completa em vídeo:

    Confira o trailer de Um Amor, Mil Casamentos:

    E vocês? Gostaram do filme? Comente e dê sua nota!



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    Attack on Titan: A razão dos Titãs comerem humanos é aterrorizante – e triste

    Desde que o anime estreou, Attack on Titan tem deixado seus expectadores impactados com seu mundo sombrio e trágico; um mundo em que Titãs ameaçam devorar toda a população humana. Por muitos anos, os fãs imaginaram a razão dos Titãs precisarem comer carne humana já que eles nem mesmo possuem órgãos digestivos. Os Titãs tiram energia dos raios solares, e ainda mais misterioso, é o fato deles não consumirem nenhum tipo de animais. Humanos parecem ser as únicas coisas vivas que interessam os Titãs e os motivam a atacar.

    A razão para esse comportamento curioso finalmente foi revelada na terceira temporada de Attack on Titan, apesar de indicar que isso de alguma forma vem sendo abordado desde a segunda temporada. E a verdade é que a resposta não é aterrorizante, mas sim, surpreendentemente trágica: eles comem humanos pois seu subconsciente espera que uma de suas vítimas possuam o poder dos Titan Shifters – um poder que os permitiriam voltar a sua forma humana.

    A primeira dica foi mostrada quando Ymir revelou sua verdadeira identidade. De acordo com Ymir, ela vagou como um Titã sem cérebro por décadas, até que ela comeu Marcel, um Titan Shifter e companheiro de Reiner, Annie e Bertholdt.

    Após ingerir Marcel – levada por puro instinto – ela conseguiu recuperar sua forma humana. Ymir descreveu suas memórias como um Titã com um “longo pesadelo.” Desde que essa revelação foi feita, os fãs teorizaram que os Titãs procuravam por humanos como um desejo subconsciente para recuperar sua forma humana e, assim, acordar de um estado catatônico.

    Attack on Titan

    Com essa nova informação, os Titãs se tornaram seres patéticos e trágicos, completamente diferente da forma maldosa que nos foram apresentadas na primeira temporada, e que os fãs não sabiam que os Titãs costumavam ser humanos normais.

    Essa teoria foi completamente confirmada na primeira parte da 3ª temporada quando Rod Reiss se transformou no maior Titã já visto no anime até agora. O episódio após a transformação de Rod também deu aos fãs a visão de como Titãs viam os humanos, enquanto uma câmera assumia a perspectiva de Rod, e revelaram uma visão que apenas mostrava uma concentração de pontos brilhantes a distância.

    O enorme Titã que lembrava mais uma ave gigante, se movia obstinadamente a fonte das luzes, como uma mariposa segue a luz, inconsciente do fato de que essas luzes eram na verdade seres vivos, humanos.

    Essa revelação também explica o porquê dos Titãs se atraírem para grandes cidades populadas ao invés de pequenas vilas, e também a razão dos Titãs não comerem completamente um humano, comendo apenas a porção que contém seu fluído espinhal.

    Uma vez que os Titãs sem cérebro finalmente encontram e comem o fluído espinhal de um Titan Shifter, esse Titã (como visto quando Armin comeu Bertholdt) se transformará de volta para sua forma humana e recupera sua consciência, mas também se tornam herdeiro desse poder de mudança, como visto com a prática da família Reiss de passar o poder do Founding Titan – os Founding Titans foram um dos primeiros Titãs a existirem, e seus gritos ativam diversas habilidades, entre elas transformações e controle de outros Titãs – através do canibalismo.

    Apesar da 3ª temporada revelar muitas coisas, não revela tudo. Questões ainda ficam, como a razão dos humanos serem vistos apenas como pontos brilhantes pelos Titãs. Alguns teorizaram que essa invisibilidade conecta todos os Eldianos (a única raça capaz de se tornar Titã). Mas essa teoria tem vários problemas, pois ela não explica a razão dos Titãs também comerem não-Eldianos, tal como o sargento de Marley, Gross, como visto na Parte 2 da terceira temporada.

    Isso pode se dar ao fato dos não-Eldianos também estarem conectados, mas isso é improvável, pois eles não podem se transformar em Titãs como os Eldianos podem. Independente da resposta, talvez isso seja revelado na quarta e última temporada de Attack on Titan, atualmente planejada para estrear no final de 2020.

    Se você é fã do mangá, leia também:

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA | RESENHA – Ataque dos Titãs (Capítulo 122, 2019, Kodansha)



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