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    Hebe: Cinebiografia é um dos destaques do Festival de Cinema de Gramado

    Hebe – A Estrela do Brasil, filme baseado na história da famosa apresentadora Hebe Camargo, vai participar do Festival de Cinema de Gramado, um dos mais tradicionais do país, que em 2019 acontecerá de 16 a 24 de agosto.

    O evento marcará a estreia do filme para o público em exibição no dia 21 de agosto, que contará com a presença do diretor, Maurício Farias, e de parte do elenco e equipe: Andrea Beltrão, Danton Mello, Marco Ricca, Carolina Kotscho (roteirista e produtora), Claudio Pessuti (produtor e sobrinho da apresentadora), Lucas Pacheco, Fernando Nogueira e Clara Ramos (produtores) e Luciane Nicolino (diretora de arte).

    O longa foi selecionado para a mostra de competição e concorre nas categorias de Melhor Filme, Melhor Atriz (Andrea Beltrão), Melhor Direção (Maurício Farias), Melhor Roteiro (Carolina Kotscho), Melhor Fotografia (Inti Briones), entre outras.

    O diretor Maurício Farias comentou sobre a estreia do longa no Festival de Cinema de Gramado:

    “Não poderia existir melhor lugar para a primeira exibição de Hebe – A Estrela do Brasil do que o Festival de Gramado. O filme será apresentado em uma cidade e para um público que respira o cinema nacional e estamos ansiosos por esse momento.”

    O longa da Loma Filmes em coprodução com a Warner Bros. Pictures, 20th Century Fox, Globo Filmes, Hebe Forever e Labrador Filmes, com distribuição da Warner Bros. Pictures, traz Maurício Farias na direção, roteiro de Carolina Kotscho, Inti Briones na direção de fotografia e a atriz Andrea Beltrão interpretando a rainha da televisão brasileira Hebe Camargo na década de 80.

    O elenco de Hebe – A Estrela do Brasil ainda conta com Gabriel Braga Nunes, Danilo Grangheia, Otávio Augusto, Claudia Missura, Karine Telles e Daniel Boaventura.

    Assista ao trailer:

    Sobre o filme

    São Paulo, anos 80. O Brasil vive uma de suas piores crises e Hebe aparece na tela exuberante: é a imagem perfeita do poder e do sucesso. Ao completar 40 anos de profissão, perto de chegar aos 60 anos de vida, está madura e já não aceita ser apenas um produto que vende bem na tela da TV. Mais do que isso, já não suporta ser uma mulher submissa ao marido, ao salário, ao governo e aos costumes vigentes.

    Durante o período de abertura política do país, na transição da ditadura militar para a democracia, Hebe aceita correr o risco de perder tudo que conquistou na vida e dá um basta: quer o direito de ser ela mesma na frente das câmeras dona de sua voz e única autora de sua própria história.

    Entre o brilho da vida pública e a escuridão da dor privada, Hebe enfrenta o preconceito, o machismo, o marido ciumento, os chefes poderosos e a ditadura militar para se tornar a mais autêntica e mais querida celebridade da história da nossa TV: uma personagem extraordinária, com dramas comuns a qualquer um de seus milhões de fãs.

    TBT #31 | Sucker Punch – Mundo Surreal (2011, Zack Snyder)

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    Enredado em uma mentalidade heavy metal, dark, fantástica e povoado por personagens que se assemelham a uma companhia de showgirls, Sucker Punch de Zack Snyder é repleto de CGI e construído para permitir qualquer tipo de aventura que ele possa sonhar.

    Para Snyder, Sucker Punch – Mundo Surreal é uma espécie de “Alice no País das Maravilhas com metralhadoras”. Lançado pela Warner Bros. o longa não foi bem recebido pela crítica especializada na época de seu lançamento e não fez sucesso nas bilheterias – arrecadou US $ 89 milhões, conseguindo cobrir basicamente os seus custos de produção – US $ 82 milhões.

    Zack Snyder que vinha de sucessos com 300 (2006) e Watchmen (2009) o estúdio decidiu apostar no diretor e seus característicos CGIsSnyder, que escreveu o roteiro com Steve Shibuya, tenta compensar com suas habilidades visuais, a história de como uma garota conhecida apenas como Babydoll (Emily Browning) chegou ao fundo do poço em um asilo de Vermont no início dos anos 1960.

    No entanto, o asilo é algo muito pior. O salão social foi transformado em uma boate decadente, onde as meninas recebem instrução de dança de uma “médica” do Leste Europeu (Carla Gugino) e se apresentam para grandes celebridades do proprietário desprezível do estabelecimento, Blue (Oscar Isaac).

    A jovem Babydoll logo fica próxima das irmãs Sweet Pea (Abbie Cornish) e Rocket (Jena Malone) e as duronas Blondie (Vanessa Hudgens) e Amber (Jamie Chung) que durante seus devaneios, recebe de um sábio (Scott Glenn) uma uma lista de cinco itens que ela deve recuperar em uma série de aventuras.

    Para os fãs do diretor, Sucker Punch – Mundo Surreal com suas batalhas violentas, uma variedade de aeronaves legais e as mais exóticas armas imagináveis e lutas coreografadas de uma maneira épica possível apenas com CGI avançado, irão se sentir deliciados com a qualidade dos efeitos especiais. Ou até mesmo fãs de ação que anseiam por esse tipo de coisa, visto em filmes como Matrix, por exemplo.

    Mas o contexto onírico ou imaginário em que essas sequências são apresentadas automaticamente nos tira de qualquer senso de engajamento; assim como você não pode morrer em seus próprios sonhos, também nada de ruim pode realmente acontecer com as cinco garotas nessas aventuras, onde as regras de engajamento são qualquer coisa que Snyder queira que elas sejam.

    Assista ao trailer legendado:

    E você, já assistiu Sucker Punch – Mundo Surreal? Deixe seus comentários, sua avaliação e lembre-se de dar uma olhada nas indicações anteriores do TBT do Feededigno. Tem muita coisa boa!

    CRÍTICA – Crash Team Racing: Nitro-Fueled (2019, Activision)

    Com o lançamento de Crash Bandicoot N. Sane Trilogy em 2017, era só uma questão de tempo até a Activision anunciar um remake do clássico Crash Team Racing.

    Com uma nova cara para os novos consoles, o clássico game de corrida da Naughty Dog que mostra o marsupial favorito dos donos de PlayStation 1 de volta às pistas de corrida. O personagem Crash que foi criado originalmente para ser a cara e o mascote da PlayStation em meados dos anos 90, tem tudo para se tornar a cara da plataforma da Sony muito tempo depois de sua criação, agora com Crash Team Racing: Nitro-Fueled – mesmo sendo uma das franquias da Naughty Dog deixadas de lado pela Sony há tantos anos.

    CRÍTICA - Crash Team Racing: Nitro-Fueled (2019, Activision)

    O anúncio de Crash Team Racing: Nitro-Fueled foi feito durante a The Game Awards 2018, o remake que foi feito pela Beenox, desperta nos fãs mais nostálgicos memórias que até então, pareciam estar enterradas, e em seus primeiros minutos o game mostra a que veio, nos inundando com um imenso mar de nostalgia.

    Ambientado no já vasto mundo de Crash, – o game segue a fórmula de games clássicos de corridas derivados de franquias tal como os games Mario Kart e Sonic Star Racing – e reúne os mais diversos personagens do mundo do personagem titular.

    O remake era necessário? (sim, era!)

    Crash Team Racing: Nitro Fueled nos apresenta uma vasta gama de possibilidades, com conteúdo inédito e mostra que o game não chegou apenas para se mostrar com uma atualização gráfica para os novos consoles.

    Os elementos narrativos do game se provam inteiramente justificáveis e mais imersivos se colocados do ponto de vista de um personagem daquele mundo. Com histórias únicas e linhas de diálogo de fazer dar gargalhadas, e até mesmo se desconcentrar do objetivo por alguns segundos.

    Ao contrário de seus antecessores, o game se prova bastante simples no que se refere à customização, não sendo necessário escolher um personagem apenas e continuar com ele até o final do game.

    CRÍTICA - Crash Team Racing: Nitro-Fueled (2019, Activision)

    Com os mais diversos karts, pinturas, adesivos, personagens e pneus à sua disposição, Crash Team Racing: Nitro Fueled pode se provar extremamente único para cada jogador. E vale apontar, que a Activision acertou em cheio ao não colocar micro-transações no game. Permitindo que todos os itens estéticos – isso mesmo, nenhum item te dá nenhuma vantagem, sendo meramente estéticos -, sejam comprados com moedas conquistadas dentro do próprio game. Também é um grande acerto na parte customizável, trazer de volta a skin do Crash pixelado do PlayStation 1.

    Crash Team Racing: Nitro Fueled mostra como se fazer um remake de forma respeitosa, se mantendo à altura da geração de consoles, sem perder o timing com campeonatos e eventos.


    Confira o trailer de lançamento do game:

    Crash Team Racing: Nitro Fueled foi lançado para PlayStation 4, Xbox One e Nintendo Switch no dia 21 de Junho de 2019. Conta pra gente o que achou do game nos comentários abaixo!

    The Lighthouse: Terror dirigido por Robert Eggers ganha trailer e cartaz

    The Lighthouse, o novo filme de Robert Eggers, aclamado diretor responsável pelo incrível terror A Bruxa (2015), ganhou cartaz e o seu primeiro trailer onde Willem Dafoe e Robert Pattinson são os destaques. Com quase dois minutos de duração, a prévia mostra os personagens em um clima perturbador.

    Confira o trailer (sem legendas):

    Veja também o cartaz:

    Ambientado no século XIX, o longa será uma fantasia de terror em preto e  branco e traz Dafoe como Thomas Wake, o homem responsável pela manutenção do farol que dá título à produção. Já Pattinson é Ephraim Winslow, jovem contratado para ajudá-lo nas suas tarefas diárias, mas que é proibido de ir ao farol. O mistério ao redor da construção instiga a curiosidade do jovem ao mesmo tempo que ele desenvolve um relacionamento com seu velho chefe.

    O roteiro ficará à cargo do próprio diretor e de seu irmão, Max Eggers, que estreia na função. A distribuição será feita pela A24, estúdio responsável por títulos como Lady Bird (2017), O Sacrifício do Cervo Sagrado (2017), Ex Machina (2015), Moonlight: Sob a Luz do Luar (2016) e Bom Comportamento (2017).

    The Lighthouse foi rodado em película 35mm, com câmeras que foram usadas nas primeiras décadas do século XX. O filme estreou com elogios no Festival de Cinema de Cannes e irá para o Festival Internacional de Cinema de Toronto em seguida.

    No Brasil, a estreia The Lighthouse está prevista para 31 de outubro.

    O que você achou do trailer? Está ansioso para o novo filme do diretor de A Bruxa? Conta aqui nos cometários! E não deixa de conferir o episódio 11 do Martelada, nosso podcast, onde a gente fala sobre filmes de terror.

    https://feededigno.com.br/podcasts/martelada-11-filmes-de-terror-e-confrontos-aleatorios/

    O Irlandês: Novo filme de Martin Scorsese em parceria com Robert De Niro e Al Pacino ganha trailer

    A Netflix divulgou hoje (31) o primeiro trailer de O Irlandês, o novo filme do diretor Martin Scorsese em pareceria com os atores Robert De Niro e Al Pacino.

    Confira o trailer legendado abaixo:

    De acordo com a Variety, O Irlandês fará sua estreia oficial no 57º New York Film Festival, que acontece entre os dias 28 de setembro e 14 de outubro. O longa será exibido na noite de abertura do festival.

    O drama criminal de Scorsese custou aproximadamente US $ 160 milhões, e é um dos principais candidatos à temporada do Oscar.

    Durante a première de Ilha do Medo (2010), no Festival de Berlim, Martin Scorsese falou brevemente sobre como ele e Robert De Niro gostariam de narrar a história que os levaria de volta ao mundo da máfia.

    “Estamos trabalhando em algo assim, mas é contado do ponto de vista de caras mais velhos olhando pro passado, nada de correria”.

    Essa será a nona vez que De Niro trabalha com Scorsese, juntos eles fizeram Táxi Driver (1976), Touro Indomável (1980), Rei da Comédia (1982), Os Bons Companheiros (1990), Cabo do Medo (1991), Cassino (1995) – o último trabalho deles juntos –, entre outros.

    Porém, é a primeira vez que Al Pacino está sendo dirigido pelo cineasta. O elenco também inclui Joe Pesci e Harvey Keitel, dois colaboradores de longa data do Scorsese. O conjunto também possui Bobby Cannavale, Anna Paquin e Ray Romano.

    Baseado no livro de não-ficção de Charles Brandt, I Heard You Paint Houses (Ouvi Dizer Que Você Pinta Casas), O Irlandês conta a história de Frank “O Irlandês” Sheeran (Robert De Niro), ex-líder sindical acusado de envolvimento com o crime organizado, além de diversos assassinatos, como o do líder sindical Jimmy Hoffa (Al Pacino).

    A Netflix ainda não divulgou a data de lançamento na plataforma

    Dungeons & Dragons: Reboot do filme contará com diretores de A Noite do Jogo

    Os diretores de A Noite do Jogo, John Francis Daley e Jonathan Goldstein estão em negociação para dirigir o reboot de Dungeons & Dragons.

    O clássico RPG de fantasia Dungeons & Dragons foi rapidamente aceito para a era moderna de games de mesa quando foi publicado em 1974, e continuou sendo uma grande parte desse nicho da cultura desde então.

    Hollywood tentou capitalizar a popularidade do game uma vez, entretanto falhou no que se refere à arrecadação com o filme de D&D em live-action lançado nos anos 2000.

    A Warner Bros. mais tarde fez planos do reboot para filmes Dungeons & Dragons em 2015, com Ansel Elgort (Em Ritmo de Fuga) no papel principal e Rob Letterman (Detetive Pikachu), dirigindo. As coisas não funcionaram e o reboot foi parar nas mãos da Paramount em 2017, após a Sweetpea Entertainment e a Hasbro conseguir os direitos da sequência. O diretor de The LEGO Movie: Batman, Chris McKay dirigiria o filme em fevereiro de 2018, mas desde então, se afastou do projeto.

    De acordo com a Variety, John Francis Daley e Jonathan Goldstein estão agora em negociação para dirigir o reboot, com Michael Grillo (um roteirista não tão conhecido) ainda trabalhado no roteiro. O timing pareceu funcionar, já que Daley e Goldstein recentemente deixaram o filme solo The Flash do Universo Estendido DC (que o diretor de Mama e IT: Capítulo 1 e 2, Andy Muschietti está em negociação para dirigir).

    O que é indiscutivelmente não uma coincidência, Daley e Goldstein estavam entre os membros do já abandonado universo de filmes da Hasbro, que a Paramount e a Hasbro’s Allspark Pictures anunciaram em abril de 2016. Eles também fizeram sua estreia no reboot de Férias Frustradas e co-escreveram o roteiro de Homem-Aranha: De Volta ao Lar para o Universo Cinematográfico Marvel antes de fazer muito barulho com seu segundo filme na direção na comédia de ação, em A Noite do Jogo.

    E o último filme, foi recebido com surpresa pelo grande público pelo visual e criatividade, e deixou as pessoas animadas ao ver o que John Francis Daley e Jonathan Goldstein são capazes de fazer com uma tela em branco bem maior.

    Dito isso, baseado nos trabalhos anteriores da dupla, eles parecem confortáveis para um reboot de Dungeons & Dragons. O filme é uma das três aventuras fantásticas que terão estreia em novembro de 2021, sendo os outros dois, Thor: Love and Thunder e o ainda sem título Animais Fantásticos 3.

    Todos os três filmes são bem diferentes no que se refere ao tom, entretanto, é esperado que Animais Fantásticos 3 seja bem mais obscuro dos três (se o rumo que Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald mostrou seguir se provar certo).

    Claro, vale lembrar que ainda há uma chance da Paramount mudar a data da estreia do reboot de D&D, para garantir que o filme não seja ofuscado pela competição.

    Leia também:

    Caverna do Dragão: Mas e aí, vai ter filme ou não? Entenda essa história!