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    A Cozinha: Rainhas do Crime: Panini lança título inédito do selo DC Vertigo

    Força e determinação são palavras-chave desta novidade da DC Vertigo. Em A Cozinha: Rainhas do Crime, lançada no Brasil pela Panini hoje, 1º de agosto, os fãs poderão conferir a história de três mulheres que, nos anos 70, provam ser capazes de tudo para proteger os negócios da família.

    São mais de 170 páginas de aventuras e surpresas, com acabamento em capa cartão e lombada quadrada, que prometem surpreender todos os fãs.

    Sucesso total, a publicação dá origem ao filme Rainhas do Crime, com lançamento previsto nos cinemas 8 de agosto deste ano. Com direção de Andrea Berloff, o longa promete muita ação e suspense e conta com grandes atrizes, como Melissa McCarthy, Tiffany Haddish, Elisabeth Moss e muitos mais.

    Numa época em que mulheres não são vistas como possíveis líderes de grandes negócios, três esposas de poderosos mafiosos irlandeses assumem o controle dos negócios em Hell’s Kitchen, após seus maridos serem presos pelas autoridades.

    Com particularidades, segredos e temperamentos totalmente diferentes, elas se mantêm firmes diante do único objetivo: conservar os negócios da família em segurança. Mas, conforme os negócios se expandem, Kath, Raven e Angie não imaginam se tornarem tão boas no ramo, a ponto de despertar a atenção de outros grandes vilões da máfia que também atuam em Manhattan.

    Um conflito com os altos escalões da máfia se mostra inevitável. Como será que essas três mulheres vão lidar com isso? Reunindo as oito edições da minissérie original produzida por Ollie Masters, Ming Doyle e Jordie Bellaire, A Cozinha: Rainhas do Crime retrata uma era do passado de Nova Iorque e lança luz sobre as ambições que fomentaram a ascensão da tão famosa cidade.

    O lançamento da publicação está programado para hoje, 1º de agosto, com disponibilidade de venda ao público nas principais livrarias e bancas de jornal de todo o país, e no site da Panini, por R$ 27,90.

    A Cozinha: Rainhas do Crime

    • Roteiro: Ollie Masters
    • Arte: Ming Doyle e Jordie Bellaire
    • Periodicidade: única
    • Formato: 17 x 26
    • Tipo de capa: cartão
    • Tipo de lombada: quadrada
    • Tipo de papel: LWC
    • Estrutura: 176 + 4 páginas
    • Preço: R$ 27,90
    • Data de lançamento: 01/08

    Crianças em tratamento do câncer vão ao cinema para sessão especial

    A Associação Pró-Vita e a humanização do Hemorio promoveram sessão de cinema para cerca de 30 crianças que estão em tratamento do câncer no hemocentro e no Hospital Universitário Pedro Ernesto (Hupe). A atividade aconteceu no Kinoplex Tijuca.

    As crianças assistiram ao filme Aladdin, um clássico da Disney, no estilo musical dos gêneros romance e fantasia, que conta a história de um jovem ladrão que vive de pequenos roubos em Agrabah. Um dia, Aladdin (Mena Massoud) ajuda uma jovem a recuperar um valioso bracelete, sem saber que ela na verdade é a princesa Jasmine (Naomi Scott). Ao visitá-la no palácio, ele é capturado por Jafar (Marwan Kenzari), o grão-vizir do sultanato, que deseja que ele recupere uma lâmpada mágica, onde habita um gênio (Will Smith) capaz de conceder três desejos ao seu dono.

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA | CRÍTICA – Aladdin (2019, Guy Ritchie)

    Moradora de Japeri, Madrilaine Rocha acompanhou a filha Estela, que há 13 anos faz tratamento contra uma anemia falciforme – descoberta através do teste do pezinho, quando tinha dois meses de vida. A mãe considerou a iniciativa positiva:

    “É um momento de alegria para toda família, pois consegue nos desligar um pouco da rotina do hospital. A Estela ficou encantada com tudo.”

    Lucia Martins, mãe da Elisa, de 11 anos, revela:

    “Estava pensando em assistir ao filme no cinema da minha cidade, São João de Meriti, mas não tinha condições, e a oportunidade surgiu no momento certo”.

    A filha, que está em fase final de controle da leucemia, celebrou:

    “Gostei bastante do filme, da história da princesa, do tapete voador e do gênio saindo da lâmpada. Vim tirar sangue como sempre e tive essa surpresa.”

    O presidente da Associação Pró-Vita, Ottmar Saffier, destacou a importância da iniciativa:

    “O passeio ao cinema busca proporcionar momentos de felicidade para estas crianças, apesar de viverem uma doença tão delicada e que afeta toda família. Queremos criar uma atmosfera positiva, que faça com que este paciente responda da melhor forma possível ao tratamento do câncer.”

    Sobre a Pró-Vita

    Declarada utilidade pública nas esferas federal, estadual e municipal, a Associação Pró-Vita é uma instituição sem fins lucrativos, localizada no Centro do Rio. É responsável por apoiar unidades públicas de transplante e seus pacientes, como Instituto Nacional do Câncer (Inca), Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (HUCFF/UFRJ), Hemorio e Hospital Universitário Pedro Ernesto (Hupe). A cada ano se consolida como importante contribuinte para o aumento das taxas de transplante no Rio.

    Quem tiver interesse em conhecer melhor a Pró-Vita ou contribuir de alguma maneira com o trabalho da instituição, pode acessar o site (www.provita.org.br); ou comparecer na sede, que fica na Rua Buenos Aires, nº 2 – Centro do Rio; ou entrar em contato pelo telefone (21) 2206-1615.

    Hebe: Cinebiografia é um dos destaques do Festival de Cinema de Gramado

    Hebe – A Estrela do Brasil, filme baseado na história da famosa apresentadora Hebe Camargo, vai participar do Festival de Cinema de Gramado, um dos mais tradicionais do país, que em 2019 acontecerá de 16 a 24 de agosto.

    O evento marcará a estreia do filme para o público em exibição no dia 21 de agosto, que contará com a presença do diretor, Maurício Farias, e de parte do elenco e equipe: Andrea Beltrão, Danton Mello, Marco Ricca, Carolina Kotscho (roteirista e produtora), Claudio Pessuti (produtor e sobrinho da apresentadora), Lucas Pacheco, Fernando Nogueira e Clara Ramos (produtores) e Luciane Nicolino (diretora de arte).

    O longa foi selecionado para a mostra de competição e concorre nas categorias de Melhor Filme, Melhor Atriz (Andrea Beltrão), Melhor Direção (Maurício Farias), Melhor Roteiro (Carolina Kotscho), Melhor Fotografia (Inti Briones), entre outras.

    O diretor Maurício Farias comentou sobre a estreia do longa no Festival de Cinema de Gramado:

    “Não poderia existir melhor lugar para a primeira exibição de Hebe – A Estrela do Brasil do que o Festival de Gramado. O filme será apresentado em uma cidade e para um público que respira o cinema nacional e estamos ansiosos por esse momento.”

    O longa da Loma Filmes em coprodução com a Warner Bros. Pictures, 20th Century Fox, Globo Filmes, Hebe Forever e Labrador Filmes, com distribuição da Warner Bros. Pictures, traz Maurício Farias na direção, roteiro de Carolina Kotscho, Inti Briones na direção de fotografia e a atriz Andrea Beltrão interpretando a rainha da televisão brasileira Hebe Camargo na década de 80.

    O elenco de Hebe – A Estrela do Brasil ainda conta com Gabriel Braga Nunes, Danilo Grangheia, Otávio Augusto, Claudia Missura, Karine Telles e Daniel Boaventura.

    Assista ao trailer:

    Sobre o filme

    São Paulo, anos 80. O Brasil vive uma de suas piores crises e Hebe aparece na tela exuberante: é a imagem perfeita do poder e do sucesso. Ao completar 40 anos de profissão, perto de chegar aos 60 anos de vida, está madura e já não aceita ser apenas um produto que vende bem na tela da TV. Mais do que isso, já não suporta ser uma mulher submissa ao marido, ao salário, ao governo e aos costumes vigentes.

    Durante o período de abertura política do país, na transição da ditadura militar para a democracia, Hebe aceita correr o risco de perder tudo que conquistou na vida e dá um basta: quer o direito de ser ela mesma na frente das câmeras dona de sua voz e única autora de sua própria história.

    Entre o brilho da vida pública e a escuridão da dor privada, Hebe enfrenta o preconceito, o machismo, o marido ciumento, os chefes poderosos e a ditadura militar para se tornar a mais autêntica e mais querida celebridade da história da nossa TV: uma personagem extraordinária, com dramas comuns a qualquer um de seus milhões de fãs.

    TBT #31 | Sucker Punch – Mundo Surreal (2011, Zack Snyder)

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    Enredado em uma mentalidade heavy metal, dark, fantástica e povoado por personagens que se assemelham a uma companhia de showgirls, Sucker Punch de Zack Snyder é repleto de CGI e construído para permitir qualquer tipo de aventura que ele possa sonhar.

    Para Snyder, Sucker Punch – Mundo Surreal é uma espécie de “Alice no País das Maravilhas com metralhadoras”. Lançado pela Warner Bros. o longa não foi bem recebido pela crítica especializada na época de seu lançamento e não fez sucesso nas bilheterias – arrecadou US $ 89 milhões, conseguindo cobrir basicamente os seus custos de produção – US $ 82 milhões.

    Zack Snyder que vinha de sucessos com 300 (2006) e Watchmen (2009) o estúdio decidiu apostar no diretor e seus característicos CGIsSnyder, que escreveu o roteiro com Steve Shibuya, tenta compensar com suas habilidades visuais, a história de como uma garota conhecida apenas como Babydoll (Emily Browning) chegou ao fundo do poço em um asilo de Vermont no início dos anos 1960.

    No entanto, o asilo é algo muito pior. O salão social foi transformado em uma boate decadente, onde as meninas recebem instrução de dança de uma “médica” do Leste Europeu (Carla Gugino) e se apresentam para grandes celebridades do proprietário desprezível do estabelecimento, Blue (Oscar Isaac).

    A jovem Babydoll logo fica próxima das irmãs Sweet Pea (Abbie Cornish) e Rocket (Jena Malone) e as duronas Blondie (Vanessa Hudgens) e Amber (Jamie Chung) que durante seus devaneios, recebe de um sábio (Scott Glenn) uma uma lista de cinco itens que ela deve recuperar em uma série de aventuras.

    Para os fãs do diretor, Sucker Punch – Mundo Surreal com suas batalhas violentas, uma variedade de aeronaves legais e as mais exóticas armas imagináveis e lutas coreografadas de uma maneira épica possível apenas com CGI avançado, irão se sentir deliciados com a qualidade dos efeitos especiais. Ou até mesmo fãs de ação que anseiam por esse tipo de coisa, visto em filmes como Matrix, por exemplo.

    Mas o contexto onírico ou imaginário em que essas sequências são apresentadas automaticamente nos tira de qualquer senso de engajamento; assim como você não pode morrer em seus próprios sonhos, também nada de ruim pode realmente acontecer com as cinco garotas nessas aventuras, onde as regras de engajamento são qualquer coisa que Snyder queira que elas sejam.

    Assista ao trailer legendado:

    E você, já assistiu Sucker Punch – Mundo Surreal? Deixe seus comentários, sua avaliação e lembre-se de dar uma olhada nas indicações anteriores do TBT do Feededigno. Tem muita coisa boa!

    CRÍTICA – Crash Team Racing: Nitro-Fueled (2019, Activision)

    Com o lançamento de Crash Bandicoot N. Sane Trilogy em 2017, era só uma questão de tempo até a Activision anunciar um remake do clássico Crash Team Racing.

    Com uma nova cara para os novos consoles, o clássico game de corrida da Naughty Dog que mostra o marsupial favorito dos donos de PlayStation 1 de volta às pistas de corrida. O personagem Crash que foi criado originalmente para ser a cara e o mascote da PlayStation em meados dos anos 90, tem tudo para se tornar a cara da plataforma da Sony muito tempo depois de sua criação, agora com Crash Team Racing: Nitro-Fueled – mesmo sendo uma das franquias da Naughty Dog deixadas de lado pela Sony há tantos anos.

    CRÍTICA - Crash Team Racing: Nitro-Fueled (2019, Activision)

    O anúncio de Crash Team Racing: Nitro-Fueled foi feito durante a The Game Awards 2018, o remake que foi feito pela Beenox, desperta nos fãs mais nostálgicos memórias que até então, pareciam estar enterradas, e em seus primeiros minutos o game mostra a que veio, nos inundando com um imenso mar de nostalgia.

    Ambientado no já vasto mundo de Crash, – o game segue a fórmula de games clássicos de corridas derivados de franquias tal como os games Mario Kart e Sonic Star Racing – e reúne os mais diversos personagens do mundo do personagem titular.

    O remake era necessário? (sim, era!)

    Crash Team Racing: Nitro Fueled nos apresenta uma vasta gama de possibilidades, com conteúdo inédito e mostra que o game não chegou apenas para se mostrar com uma atualização gráfica para os novos consoles.

    Os elementos narrativos do game se provam inteiramente justificáveis e mais imersivos se colocados do ponto de vista de um personagem daquele mundo. Com histórias únicas e linhas de diálogo de fazer dar gargalhadas, e até mesmo se desconcentrar do objetivo por alguns segundos.

    Ao contrário de seus antecessores, o game se prova bastante simples no que se refere à customização, não sendo necessário escolher um personagem apenas e continuar com ele até o final do game.

    CRÍTICA - Crash Team Racing: Nitro-Fueled (2019, Activision)

    Com os mais diversos karts, pinturas, adesivos, personagens e pneus à sua disposição, Crash Team Racing: Nitro Fueled pode se provar extremamente único para cada jogador. E vale apontar, que a Activision acertou em cheio ao não colocar micro-transações no game. Permitindo que todos os itens estéticos – isso mesmo, nenhum item te dá nenhuma vantagem, sendo meramente estéticos -, sejam comprados com moedas conquistadas dentro do próprio game. Também é um grande acerto na parte customizável, trazer de volta a skin do Crash pixelado do PlayStation 1.

    Crash Team Racing: Nitro Fueled mostra como se fazer um remake de forma respeitosa, se mantendo à altura da geração de consoles, sem perder o timing com campeonatos e eventos.


    Confira o trailer de lançamento do game:

    Crash Team Racing: Nitro Fueled foi lançado para PlayStation 4, Xbox One e Nintendo Switch no dia 21 de Junho de 2019. Conta pra gente o que achou do game nos comentários abaixo!

    The Lighthouse: Terror dirigido por Robert Eggers ganha trailer e cartaz

    The Lighthouse, o novo filme de Robert Eggers, aclamado diretor responsável pelo incrível terror A Bruxa (2015), ganhou cartaz e o seu primeiro trailer onde Willem Dafoe e Robert Pattinson são os destaques. Com quase dois minutos de duração, a prévia mostra os personagens em um clima perturbador.

    Confira o trailer (sem legendas):

    Veja também o cartaz:

    Ambientado no século XIX, o longa será uma fantasia de terror em preto e  branco e traz Dafoe como Thomas Wake, o homem responsável pela manutenção do farol que dá título à produção. Já Pattinson é Ephraim Winslow, jovem contratado para ajudá-lo nas suas tarefas diárias, mas que é proibido de ir ao farol. O mistério ao redor da construção instiga a curiosidade do jovem ao mesmo tempo que ele desenvolve um relacionamento com seu velho chefe.

    O roteiro ficará à cargo do próprio diretor e de seu irmão, Max Eggers, que estreia na função. A distribuição será feita pela A24, estúdio responsável por títulos como Lady Bird (2017), O Sacrifício do Cervo Sagrado (2017), Ex Machina (2015), Moonlight: Sob a Luz do Luar (2016) e Bom Comportamento (2017).

    The Lighthouse foi rodado em película 35mm, com câmeras que foram usadas nas primeiras décadas do século XX. O filme estreou com elogios no Festival de Cinema de Cannes e irá para o Festival Internacional de Cinema de Toronto em seguida.

    No Brasil, a estreia The Lighthouse está prevista para 31 de outubro.

    O que você achou do trailer? Está ansioso para o novo filme do diretor de A Bruxa? Conta aqui nos cometários! E não deixa de conferir o episódio 11 do Martelada, nosso podcast, onde a gente fala sobre filmes de terror.

    https://feededigno.com.br/podcasts/martelada-11-filmes-de-terror-e-confrontos-aleatorios/