A série Mindhunter está retornando para sua segunda temporada em 16 de agosto de 2019, na Netflix. Anteriormente, Charlize Theron, que é a produtora-executiva da série, já tinha revelado o mês de lançamento, mas o dia era incerto.
David Fincher também esclareceu especulações e confirmou que os Assassinatos Infantis de Atlanta e Charles Manson são todos integrantes de novos episódios.
Mindhunter é uma série TV de drama policial criada por Joe Penhall, e baseada no livro Mind Hunter: Inside the FBI’s Elite Serial Crime Unit escrito por John E. Douglas e Mark Olshaker.
Na segunda temporada, a análise comportamental segue para as linhas de frente do trabalho policial.
Fincher disse que a cena original de abertura da segunda temporada deveria mostrar um homem se masturbando, mas a cena foi cortada. Atlanta Child Murders é a narrativa da segunda temporada.
Wayne Williams, o serial killer, agora cumpre prisão perpétua, suspeito de matar 29 homens e meninos de 1979 a 1981, mas nunca foi julgado por nenhum dos assassinatos de crianças em Atlanta. Williams proclamou sua inocência. Em março de 2019, a polícia de Atlanta reabriu os casos na esperança de que novas tecnologias levassem a uma condenação.
David Fincher disse durante uma entrevista com Elvis Mitchell no podcast The Treatment, da KCRW:
“Você provavelmente poderia fazer três temporadas no Atlanta Child Murders. É uma história enorme e arrebatadora e trágica. Nós não poderíamos fazer justiça somente com as nossas nove horas. Nós tivemos que escolher dramatizar. [O FBI] são os últimos caras, eles estão tentando ajudar algo que tem seu próprio momento e política. É um campo de batalha dividido.”
O assassino Wayne Williams, responsável pelos crimes, foi capturado pelo FBI em 1981, julgado e condenado à duas prisões perpétuas no ano seguinte. A história já foi adaptada para a televisão na minissérie de 1985 Terror em Atlanta, com James Earl Jones, Martin Sheen e Morgan Freeman no elenco.
A 2ª temporada de Mindhunter chega dia 16 de agosto de 2019 na Netflix.
No clássico Homem Invisível, de HG Well, um cientista descobre o segredo da invisibilidade, mas nunca descobre as formas de se tornar visível, acabando por deixá-lo insano e com uma vida de crime.
A história foi adaptada para um filme em 1933, ganhando uma seqüência e cimentando o personagem como um dos icônicos monstros do cinema. Enquanto vários filmes de terror nas décadas seguintes caracterizaram personagens que podem se tornar invisíveis, ainda precisamos ver uma adaptação adequada do material original desde a sequência de 1940. O roteirista e diretor, Leigh Whannell, estará entregando ao público uma reinicialização oficial da propriedade, que acrescentou Oliver Jackson-Cohen, o astro de A Maldição da Residência Hill, como o personagem titular.
O Deadline confirmou a notícia do elenco, com Jackson-Cohen se juntando com aos já anunciados Elisabeth Moss e Storm Reid. O filme segue Cecilia (Moss), que recebe a notícia do suicídio de seu ex-namorado abusivo. Ela começa a reconstruir sua vida para melhor. No entanto, seu senso de realidade é colocado em questão quando ela começa a suspeitar que seu amante falecido não está realmente morto.
Dada a natureza inerente da premissa, não devemos esperar ver muito de Oliver Jackson-Cohen em uma forma tangível, mas é uma grande oportunidade para o ator, que obteve grande sucesso com seu papel de protagonista na série Netflix.
Em 2017, a Universal Studios revelou que estava lançando um Universo Compartilhado de filmes, com reinicializações de todos os seus monstros icônicos. A primeira entrada na série, A Múmia, tornou-se uma decepção financeira e crítica, estagnando a franquia indefinidamente. Quando o “Universo Sombrio” foi anunciado, rumores apontavam que Johnny Depp estava assumindo o papel de Homem Invisível, mas nenhum plano para sua estréia foi oficialmente revelado.
Os fãs estão curiosos sobre como este novo remake irá reimaginar o material de origem, com Elisabeth Moss confrontando Oliver Jackson-Cohen. Logo que foi confirmada, a atriz comentou ao THR:
“Ainda não entendi o que posso dizer. Tenho certeza de que posso dizer que não sou ‘O Homem Invisível. Isso seria estranho. Parte da razão pela qual eu queria fazer isso é que eu realmente senti que era uma história realmente feminista de empoderamento feminino e uma espécie de superação de uma vítima. Eu nem sei o que posso dizer sobre isso! Eu não sou o Homem Invisível, mas há um Homem Invisível – se isso faz algum sentido.”
Apesar de terem dispensado muitos membros da equipe durante a E3 2019, a Amazon Game Studios agora revelou o seu título de O Senhor dos Anéis que está sendo produzido. A empresa foi até a imprensa para anunciar que o game vêm sendo co-desenvolvido pela Leyou Technologies Holdings Limited e a Middle-Earth Enterprises para revelar aos fãs em que pé está o game.
Primeiro de tudo, apesar de não termos um título oficial até o momento, nós sabemos que o game será de graça e será um grande MMO, ambientado na Terra-Média para PC e consoles. Ele está sendo desenvolvido pela equipe responsável por New World, e as pessoas responsáveis pelo game estão reunidas em Seattle, Irvine, e San Diego.
O game será lançado próximo da data da série da Amazon Studios, mas contará uma história completamente diferente. Apesar de ainda não ter uma data de lançamento, o game de O Senhor dos Anéis deve demorar algum tempo. Por enquanto, tudo que temos, são algumas respostas das pessoas envolvidas no projeto abaixo:
Christoph Hartmann, Vice-Presidente da Amazon Game Studios comentou:
“Estamos comprometidos a levar games da maior qualidade possível, ambos com nossa própria IP, assim como os pilares da amada franquia de O Senhor dos Anéis. A Terra-Média de Tolkien é um dos mundos fictícios mais amados, e dá à nossa equipe com grande experiência em desenvolvimento em MMO – do mesmo estúdio que está desenvolvendo New World – uma tremenda oportunidade para jogar e criar. Nós temos uma pessoa responsável por manter as histórias concisas, e estamos aumentando cada vez mais nossa equipe a fim de construir essa incrível experiência.”
Alex Xu, CEO da Leyou Technologies Holdings, disse:
“Trazer a Terra-Média à vida exige ter os melhores parceiros e a melhor tecnologia; e as equipes talentosas da Amazon fazem dela a escolha ideal para um co-desenvolvedor e editor. Acreditamos que nossos recursos e conhecimentos combinados resultarão em um jogo bonito e atraente que os clientes vão adorar e jogar nos próximos anos.”
Fredrica Drotos, diretora de marcas e licenciamento da Middle-earth Enterprises, também deixou clara sua opinião:
“Quem entre nós não quis participar de uma aventura épica? Mais de 60 anos após a publicação da A Sociedade do Anel, estamos satisfeitos que a Amazon Game Studios fez uma parceria com Leyou para trazer seus respectivos conhecimentos para construir um jogo muito esperado que nos imergirá no amado e épico mundo da Terra-Média, imaginado pelo Professor Tolkien.”
A década de 1950 testemunhou o renascimento do cinema nórdico, que esteve na vanguarda das realizações cinematográficas durante a era dos filmes mudos. No início dos anos 20, os melhores diretores alcançaram uma delicadeza e um naturalismo quase sem igual, mas com a chegada do som e com a predominância de Hollywood, os poucos povoados países nórdicos ficaram linguisticamente e culturalmente isolados.
No final dos 40, a Suécia estava novamente produzindo filmes criativos. O historiador do cinema Peter Cowie afirmou:
“Provavelmente nenhum outro país com uma população semelhante alcançou o sucesso artístico da Suécia no cinema.”
Uma característica fundamental para esse sucesso foi a beleza fotogênica das paisagens rurais e urbanas acompanhadas do contraste entre os costumes luteranos austeros e a evolução da sociedade, no século XX, para uma democracia social secular.
Esses temas foram expressos, na década de 1950, nas obras de Ingmar Bergman. O diretor passou por fases românticas e melancólicas, até chegar as suas outras características mostrando um lado mais alegórico e existencial em O Sétimo Selo.
A obra inovadora de Bergman toma forma de uma peça com moralidade medieval. A trama retrata sobre um cavaleiro Antonius Block (Max Von Sydow) que retorna das Cruzadas e encontra sua terra natal devastada pela peste negra. Sua fé em Deus é sensivelmente abalada e enquanto reflete sobre o significado da vida, quando a Morte (Bengt Ekerot) surge à sua frente querendo levá-lo, pois chegou sua hora. Mas o cavaleiro propõe à Morte um jogo de xadrez que vale a própria vida. A Morte concorda, e o jogo se desenvolve em várias fases durante o longa.
JOGANDO PELA EXISTÊNCIA
A imagem do cavaleiro jogando xadrez com a Morte na praia se tornou uma das mais icônicas e parodiadas na história do cinema. É uma vinheta rigidamente monocromática, a ausência de cor simboliza a ausência de Deus. O mundo no filme de Ingmar Bergman perdeu a vida e a vitalidade: a água que lambe a areia é cinzenta e o céu está coberto de nuvens escuras; a face da Criação abandonada por Deus é pedregosa. Para muitos artistas e cineastas seguidores do diretor, O Sétimo Selo é um dos primeiros pontos de referência quando se trata de discutir e explorar o tema morte.
O roteiro de Bergman comunica suas amplas ideias na mais simples e certeira das imagens com leves toques de humor mórbido, refletindo através de sua temática apocalíptica e referências bíblicas toda a angústia de uma geração horrorizada com o holocausto, apavorada com a existência da bomba atômica, e praticamente certa da eminência de uma guerra nuclear.
CENA MEMORÁVEL
A Morte de rosto branco e manto preto de Bengt Ekerot (que se tornou um símbolo do cinema) ouvindo as confissões do cavaleiro que está desesperado para expressar sua angústia:
“Como iremos acreditar nos que acreditam quando não acreditamos em nós mesmos?.”
Ao abordar a perda de fé e o questionamento existencial do cavaleiro medieval, ele não está fazendo uma crítica à Idade Média, mas sim à sociedade contemporânea, que nos apresenta diálogos inspiradores e atuações igualmente surpreendentes.
O cartaz sueco original mostra a Morte esperando, impassível, com os personagens da trama representando um tabuleiro de jogo xadrez, peça essencial do longa.
As questões técnicas como edição e fotografia são notáveis e aplicados de acordo com o contexto histórico medieval da trama, o cenário é construído de tal modo que você consegue sentir o clima de puro pessimismo e caos da época. O simbolismo é algo presente até nos mínimos detalhes do filme.
O Sétimo Selo demonstra domínio total da arte cinematográfica unindo um estilo de autoria que lhe é próprio: locações externas, fotografia controlada com camadas de profundidade, temas de grande escalada psicológica e montagem inquietante.
O filme é a parábola da prática humana em se relacionar com a morte na tentativa de abrandar sua inquietude. O cenário é a Europa da Idade Média, contudo a problemática envolve uma filosofia atemporal: o temor e a forma pela qual lidamos com o desconhecido. Sendo a morte a face mais evidente nesta relação é através dela, em diálogos diretos, que o protagonista vai em busca por respostas a respeito da existência e, naturalmente, de Deus.
Para Ingmar Bergman, delinear o destino de todos de forma poética é propor a subjetividade como a melhor estratégia, deixando para a dúvida a melhor resposta do significado do Ser. Um película que ecoa com perfeição o preocupante silêncio sobre a sua criação, e certamente por isso é uma das obras sensoriais mais relevantes do Século XX.
Todas as coisas boas devem acabar eventualmente, certo? Por meses, sabemos que a nona temporada de American Horror Story, intitulada American Horror Story: 1984, traria algumas mudanças importantes para o elenco em constante evolução da série.
A estrela perene Evan Peters (X-Men) confirmou que ele não teria um papel nesta nova temporada, depois de ser apresentado em quase todas as temporadas anteriores. Agora, parece que sua parceira de longa data também estará se afastando do mundo de AHS.
Segundo a Variety, Sarah Paulson não terá um papel de protagonista em American Horror Story: 1984. Depois de aparecer em apenas três episódios da primeira temporada de AHS, Paulson teve um papel fundamental em cada temporada desde então. Ao longo dos anos, Sarah Paulson ganhou cinco indicações ao prêmio Emmy pelo seu trabalho na série. Mas infelizmente, ela não será destaque na temporada 9.
Não está claro se Paulson terá ou não algum papel na nova temporada. De acordo com a Variety, a atriz poderia ter uma participação especial em algum momento, embora isso não tenha sido confirmado pelo canal FX, por Sarah Paulson ou pelo criador da série, Ryan Murphy.
Apesar de não ter um papel importante em American Horror Story: 1984, Sarah Paulson continua trabalhando com Murphy em outros projetos. Depois de estrelar tanto AHS quanto American Crime Story, Paulson estrelará a série Ratched, também de Ryan Murphy, que conta a história da enfermeira Mildred Ratchet. Essa série recebeu um pedido inicial de duas temporadas para a Netflix.
Não se sabe muito sobre o elenco de American Horror Story: 1984, a não ser a favorita dos fãs do AHS, Emma Roberts, que retornará para a nova temporada, ao lado do recém-chegado Gus Kenworthy. Billy Eichner revelou recentemente que ele também não retornará para a próxima temporada.
Você está desapontado ao saber que Sarah Paulson não retornará para AHS: 1984? Que outros membros do elenco você espera ver na nona temporada da série antológica? Deixe seus comentários abaixo!
O próximo RPG da CD Projekt Red, Cyberpunk 2077, não apresentará um sistema de moralidade que classifique seu personagem como bom ou ruim, dependendo de suas ações.
Durante entrevista com o GamingBolt, o diretor da desenvolvedora, Mateusz Tomaszkiewicz disse:
“Nós não temos um sistema moral em si. No entanto, para completar Cyberpunk 2077 não letalmente você tem que ser muito bom em stealth. Invista em pontos que permitem que você se disfarce melhor, use armas que lhe permitirão incapacitar o inimigo em vez de matá-lo, para fazer escolhas morais que lhe permitirão evitar matar pessoas durante todo o jogo.”
Com isso em mente, parece que o Cyberpunk 2077 permitirá que você tome decisões morais, mas essas escolhas não serão categorizadas e contadas da mesma forma como, por exemplo, o sistema Paragon e Renegade de Mass Effect.
Parece possível que suas decisões morais também afetem mais do que o seu estilo de jogo. A CD Projekt Red confirmou que o jogo contará com vários finais em um bate-papo com o YouTuber YongYea, e há potencial de que ser implacável pode produzir um final diferente do que ser um cidadão mais calmo de Night City. Resta saber como suas ações afetam o mundo, mas a barreira estabelecida por The Witcher 3 sugere que as ações provavelmente terão consequências.
Enquanto isso, a CD Projekt Red também sugeriu que o Cyberpunk 2077 apresentará um modo New Game+ , que seria uma razão ideal para jogar o jogo duas vezes com diferentes abordagens morais. Além disso, além do jogo principal, parece que as DLCs de Cyberpunk 2077 trará expansões no estilo The Witcher 3, após sua data de lançamento em 16 de abril de 2020.
Anunciado em 2012, o game é uma adaptação do RPG de mesa Cyberpunk 2020, se passando cinquenta e sete anos depois e situado na distópica cidade de Night City, Califórnia, onde a tecnologia ultra-moderna co-existe com uma sociedade humana degenerada.
Cyberpunk 2077 chegará para PlayStation 4, Xbox One e PC.