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    Harry Potter: Wizard Unite | Veja o novo trailer do game em português

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    A Warner Bros. Interactive Entertainment divulgou recentemente um trailer totalmente em português para divulgar o novo jogo inspirado no universo de J. K. Rowling: Harry Potter: Wizards Unite | Chamando Todos os Bruxos e Bruxas. O jogo será mobile e está deixando o público que é fascinado pela saga há anos com frio na barriga.

    A magia está no ar! E está no novo trailer de… Espera, vou começar de novo, a piada ficou horrível! (risos). Confira abaixo o novo trailer:

    Seguindo a aparição de uma Nimbus 2000 sem piloto passando pela Austrália, e um Pelúcio desconcertado acumulando moedas de ouro em um fliperama, o vídeo narra novos incidentes confidenciais de atividades mágicas caóticas que estão aparecendo com maior frequência ao redor do mundo dos trouxas.

    Em Harry Potter: Wizards Unite, cada incidente coloca o mundo mágico em maior risco de exposição e os jogadores devem trabalhar para resolver o mistério desta calamidade como novos recrutas da Força-Tarefa de Manutenção de Sigilo. Os jogadores poderão explorar seus bairros e cidades do mundo real para descobrir artefatos misteriosos, lançar feitiços, encontrando animais fantásticos e personagens icônicos ao longo do caminho.



    O projeto já é falado há muito tempo. Inclusive, antes de Harry Potter: Hogwarts Mystery sair, muitas pessoas diziam que ele seria “o Pokémon GO do universo de Harry Potter“. Quando ele apresentou uma mecânica diferente, o pessoal desistiu de achar que um novo jogo entraria nesse esquema, mas aqui estamos nós!

    Co-publicado e co-desenvolvido pela WB Games de São Francisco e pela Niantic, Inc., Harry Potter: Wizards Unite está sob os cuidados da Portkey Games. A Portkey Games dedica-se à criação de novas experiências mobile e em consoles baseadas no mundo mágico de Harry Potter, colocando o jogador no centro de sua própria aventura.

    Os jogadores podem fazer o registro no jogo pela Google Play ou na Galaxy Store para dispositivos Android para estarem entre os primeiros a experimentar Harry Potter: Wizards Unite, com lançamento ainda neste ano.

    Para mais informações, acesse http://wizardsunite.com.

    Escape 60 inaugura sala ambientada no desastre de Chernobyl

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    Após o sucesso das salas Xtreme em São Paulo, o Escape 60, renomada empresa de desenvolvimento de jogos de fuga no Brasil, inaugurou em maio a nova sala ChernobylSilêncio Mortal. Na unidade Moema, os paulistanos vão contar com mais uma opção de sala imersiva, onde personagens interagem durante o jogo.

    Na narrativa, os jogadores fazem parte de uma equipe de pesquisadores de radiação nuclear mundial e precisam decifrar os mistérios por trás dos experimentos nos arredores de Chernobyl, incluindo o misterioso destino da equipe do Dr. Alexei Pasternak. Sempre lembrando que, mesmo estável, a área é de radiação intensa e permanecer nela por mais de 60 minutos pode causar danos irreparáveis.

    Diferentemente do modelo convencional de escape game, em que os jogadores precisam apenas decifrar códigos e solucionar enigmas para escapar, o Xtreme propõe uma experiência de imersão ainda mais emocionante, que leva os jogadores a testar seus limites e superar seus medos, ao mesmo tempo em que tentam descobrir como escapar da sala.

    Para participar, é necessário ter a partir de 15 anos e estar em um grupo entre quatro e oito participantes. Os ingressos são vendidos exclusivamente por meio do site http://escape60.com.br, via PagSeguro.

    Serviço – Sala Chernobyl – Silêncio Mortal

    Local: Al. dos Jurupis, 1.479, Moema, São Paulo, SP

    Telefone: (11) 5042-0064

    Dias e horários: seg. a qui. das 10h às 22h30; sex. e sáb. das 10h às 23h50; dom. das 10h às 22h30

    Classificação: maiores de 15 anos.

    Ingressos: R$ 84,90

    CRÍTICA – X-Men: Fênix Negra (2019, Simon Kinberg)

    X-Men: Fênix Negra é o último filme do universo mutante que está estabelecido nos cinemas há quase 20 anos. A partir de agora, com a compra da Fox pela Disney, nós veremos esses personagens sob a tutela da Marvel Studios e seu universo compartilhado.

    A conclusão do legado dos X-Men nos cinemas se dá com a mesma temática vista em X-Men 3: O Confronto Final (2006), coincidentemente um longa que também finalizou os arcos da equipe antiga liderada por Sir Patrick Stewart. Ambas produções também possuem o mesmo roteirista: Simon Kinberg.

    É difícil julgarmos um diretor/roteirista pelos erros cometidos em filmes feitos no passado. Afinal, adaptar personagens tão complexos e diversos como os X-Men não é tarefa fácil. Porém, mesmo após 20 anos de universo mutante, as produções desses longas caem sempre na mesma vala comum: personagens descaracterizados de suas origens, mal aproveitados por estarem atrelados a grandes cachês de atores renomados de Hollywood e com roteiros que não fazem jus às histórias retratadas nos quadrinhos e nas animações.



    X-Men: Fênix Negra adapta os quadrinhos da Saga da Fênix Negra, desenvolvida por Chris Claremont e John Byrne. A história se passa em 1992, nove anos depois de X-Men: Apocalipse. Neste cenário encontramos a equipe de Charles Xavier (James McAvoy) em sua melhor fase: bem estabelecidos, confiantes e com aprovação da população e do próprio presidente. Finalmente são percebidos como os super-heróis que eles merecem – e usam os uniformes que nós queremos.

    Durante uma missão espacial, a equipe de astronautas fica presa em um fenômeno “natural” não identificado, e cabe aos X-Men colocarem a sua existência em risco para salvar a raça humana – mais uma vez. Ao longo da missão, algo sai errado, e Jean Grey (Sophie Turner) retorna do espaço diferente, com um poder inimaginável. É a partir disso que se desenrolam os acontecimentos que transformam Jean na Fênix Negra.

    É importante ressaltar que esse filme sofreu grandes mudanças devido à compra da Fox pela Disney. Com refilmagens e troca de cenas que eram muito similares com um dos lançamentos da Marvel, X-Men: Fênix Negra chega envolvido em polêmicas e desconfiança.

    Se existe um ponto forte que pode – e deve – ser destacado em todos os filmes dos X-Men, é o que diz respeito às cenas de ação. Desde X-Men: Primeira Classe, há uma preocupação com a parte técnica. Em sua maioria, as cenas são primorosas, principalmente as desempenhadas por Mercúrio (Evan Peters) e Noturno (Kodi Smit-McPhee). A sequência protagonizada por Jean no trem – disponível nos trailers da produção – é fantástica, sendo potencializada pela qualidade do IMAX.

    Infelizmente, não podemos falar o mesmo sobre o desenrolar do longa. Com enquadramentos que mais parecem um híbrido de Bryan Singer e Simon Kinberg, X-Men: Fênix Negra, em muitos momentos, se arrasta até a sua conclusão. O peso de seus diálogos e situações seriam ótimos se já não tivéssemos visto os mesmos problemas e dramas em outros longas dessa mesma saga. Aparentemente, nem quase uma década entre um arco e outro fez com que os problemas dentro da equipe se resolvessem.

    Mais uma vez, os conflitos entre Charles e Mística (Jennifer Lawrence), tomam boa parte do tempo, mantendo um cabo de guerra desnecessário para justificar a presença da personagem – e da atriz – no longa. O mesmo podemos falar do Magneto de Michael Fassbender, que se tornou tão caricato que parece uma imitação do próprio personagem a cada novo filme.

    Sophie Turner consegue desenvolver uma boa Fênix Negra dentro das limitações impostas pelo roteiro. A química entre ela e Jessica Chastain é ótima, bem como suas interações com Ciclope (Tye Sheridan), que possui mais tempo de tela nesse filme – mas, longe de interpretar o líder dos mutantes que tanto esperamos ver no cinema. Vale ressaltar também a boa contribuição de Nicholas Hoult como o Fera, e Alexandra Shipp como Tempestade. Infelizmente, nada disso salva o roteiro pouco inspirado do longa.

    A escolha de adaptar o arco da Fênix Negra novamente no cinema parece muito mais sentimental do que, de fato, uma decisão planejada. Ao longo desses anos, vimos um apego por alguns personagens diante de um espectro enorme de possibilidades providas pelos quadrinhos. Mutantes que poderiam ser trazidos para as telonas foram vistos, muitas vezes, como um cameo ou referência, nunca ganhando a luz do dia. É o caso da mutante cantora Cristal, utilizada em mais de um longa apenas para despertar o lado sentimental do telespectador.

    A possibilidade de projetos diferenciados – como Deadpool, a adaptação de Logan, a série Legion e o vindouro (e incerto) Os Novos Mutantes – são um alento para os fãs que aguardam, ansiosamente, pela oxigenação da saga X-Men. É uma pena que, pelas mãos da Fox, não foi possível ver essa inovação na equipe principal – e nem em seu ato de conclusão. X-Men: Fênix Negra tem seus méritos, mas uma equipe tão rica, com personagens tão complexos e fascinantes merecia muito, muito mais.

    Avaliação:


    Assista o trailer:

    Lembre-se de após assistir o filme, voltar aqui para compartilhar nos comentários a sua opinião e deixar também sua avaliação.


    E ouça também nosso Martelada sobre as expectativas para X-Men: Fênix Negra e o futuro dos mutantes no MCU.

    https://feededigno.com.br/podcasts/martelada-10-hype-para-x-men-fenix-negra-e-o-futuro-dos-mutantes/

    Cadê os viciados em figurinhas? Panini lança dois álbuns colecionáveis

    Não é novidade que o brasileiro ama um álbum de figurinhas para trocar com os amigos, não é? O mais conhecido é o da Copa, que todo ano movimenta até quem não gosta de futebol, só pela diversão de colecionar! E agora a Panini chegou com dois álbuns que mexem no fundo do nosso coração e da nossa nostalgia.

    Pouco mais de duas décadas após o lançamento do primeiro filme da série Toy Story – que deu início a uma verdadeira revolução cinematográfica por ser o primeiro longa-metragem de animação totalmente digital –, a Panini lança o álbum de figurinhas oficial de Toy Story 4, com atividades para crianças se divertirem e adultos… bom, chorarem por já bater saudade.

    A série de filmes que conquistou nove indicações ao Oscar, além de duas estatuetas, traz uma nova aventura no quarto filme. Woody, Buzz e seus amigos estão morando com Bonnie, e eles se veem em apuros quando o brinquedo favorito da menina foge de casa.

    Toy Story 4 estreia dia 20 de junho nos cinemas do Brasil e o álbum e as figurinhas já estão disponíveis.

    Formato: 210x270mm

    Estrutura: capa + 32 páginas + pôster

    Capa: tríplex 250g

    Miolo: LWC 60g

    Distribuição: nacional

    Total da coleção: 216

    Cromos: 180

    Cromos especiais: 36

    Cards: 50, sendo 18 deles holográficos

    Preço do livro ilustrado: R$ 9,90

    Preço do envelope (4 figurinhas + 1 card): R$ 3,00

    Uma semana antes, outro álbum também foi lançado pela Panini, mostrando o universo live action do gibi mais amado do Brasil: A Turma da Mônica.

    O livro ilustrado Turma da Mônica – Laços foi inspirado no filme que traz os personagens de Mauricio de Sousa interpretados pela primeira vez por crianças de verdade. Além da coleção de 216 cromos e 50 cards, o livro proporciona um voucher promocional. Na compra de uma entrada para o filme Laços, o segundo é gratuito.

    O elenco conta com Giulia Benite como Mônica, Kevin Vechiatto como Cebolinha, Laura Rauseo como Magali e Gabriel Moreira como Cascão. No livro ilustrado, serão 32 páginas com os melhores momentos do filme e da Graphic MSP Laços, dos autores Vitor e Lu Cafaggi, em que os personagens do universo clássico das histórias de Mauricio de Sousa vivem grandes aventuras por todo o famoso bairro do Limoeiro.

    O título, publicado pela Panini em 2013 é um grande sucesso até os dias de hoje.

    Formato do livro ilustrado: 245x335mm

    Estrutura: capa + 32 páginas

    Distribuição: nacional

    Preço do livro ilustrado: R$ 9,90

    Preço do envelope com 4 figurinhas + 1 card: R$ 2,50

    Os produtos da Panini estão sempre disponíveis em livrarias, bancas e, claro, em seu site oficial: http://loja.panini.com.br.

    De mangás a heróis: veja os lançamentos recentes da Panini

    Acompanhando as novidades, a editora Panini chega com novos quadrinhos de heróis e 3 novos títulos de mangás que são um grande sucesso no Japão, e agora já podem ser adquiridos pelo público brasileiro:

    Dentre os originais publicados pela editora, O Marido do Meu Irmão #1 ganha destaque pelas inúmeras premiações, como o 19º Prêmio de Excelência do Japan Media Arts Festival em 2015, o Grande Prêmio da Associação dos Cartunistas do Japão em 2018 e o Eisner Awards, também em 2018.

    Na história, há 10 anos o irmão gêmeo de Yaichi se mudou para o Canadá e se casou com Mike. Após seu falecimento, Mike vai ao Japão para conhecer Yaichi e sua filha Kana. O mangá aborda as relações familiares, os preconceitos e as diferenças culturais da família. Completo no Japão em quatro edições, o título será publicado no Brasil em formato 2 em 1, totalizando dois volumes com periodicidade bimestral. As duas edições virão com um marcador como brinde.

    Roteiro e Arte: Gengoroh Tagame

    Formato: 13,7 x 20 cm

    Estrutura: 368 páginas

    Capa: Cartão com orelhas

    Miolo: Offset

    Preço: R$ 37,90

    Elogiado mangá de fantasia militar criado por Carlo Zen, Tanya the Evil: Crônicas de Guerra #1 conta a história de Tanya Degurechov, uma jovem que luta na linha de frente das batalhas e domina as estratégias da guerra. Em outra vida, ela foi um homem assalariado em escritório de elite no Japão, mas renasce como uma garota por desejo de um deus colérico. Sua impiedade contra os inimigos a torna uma das entidades mais perigosas e temidas dentre os feiticeiros do Exército Imperial. Todas as edições contarão com um postal de brinde.

    Roteiro: Carlo Zen

    Arte: Chika Tojo

    Formato: 13,7 x 20 cm

    Estrutura: 164 páginas

    Capa: Cartão

    Miolo: Offwhite

    Preço: R$ 21,90

    E se um crime perfeito nunca deixa suspeitos, Crimes Perfeitos – Funouhan #1 mostra como é possível passar ileso mesmo sob suspeita. Tadashi Usobuki é um mercenário misterioso que está sempre presente em casos de mortes acidentais, porém ninguém é capaz de provar seu envolvimento nesses acontecimentos ou prendê-lo por falta de provas concretas. Exacerbação, ciúme, desespero, paixão… Usobuki atende aos mais curiosos desejos de seus contratantes para matar nessa aterrorizante história de suspense psicológico. A primeira edição vem com um marcador de brinde e já está à venda.

    Roteiro: Arata Miyatsuki

    Arte: Yuuya Kanzaki

    Formato: 13,7 x 20 cm

    Estrutura: 192 páginas

    Capa: Cartão com orelhas

    Miolo: Offwhite

    Preço: R$ 24,90

    Além dos mangás, a Panini também traz três edições para fãs da DC Comics aproveitarem o início de junho:

    Na saga controversa Batman: O Messias, o Cavaleiro das Trevas de Gotham City confronta-se com o carismático líder religioso Blackfire, uma figura com o passado misterioso. Com suas raízes profundamente entranhadas na cidade, o diácono está prestes a criar um exército formado por indigentes e párias. Preso nos esgotos da cidade pelo vilão, longe de seu mundo habitual, o Homem-Morcego se vê repleto de demônios e à beira da loucura, e procura uma forma de recuperar seus dias de herói intocável. Esse é o clima que prevalece na edição, com artes de um dos mestres do terror, Bernie Wrightson.

    Formato: 17 x 26 cm

    Capa: dura

    Miolo: couché 90

    Páginas: 200 + 4 capas

    Preço: R$ 71,00

    Seguindo a ideia de realidades paralelas, a criação de Dave Gibbons, Steve Vance e do artista José Luis García-López, Superman: Realidades Paralelas traz situações hipotéticas que poderiam ser vividas pelo ícone da DC.

    O que aconteceria se Superman chegasse à Terra em plena Idade Média e fosse adotado por um casal de humildes camponeses e, com o passar do tempo, despertasse a ira de um terrível nobre chamado Luthor? E se um alienígena vindo do distante planeta Krypton aproveitasse seus fabulosos dons para se tornar rico e famoso? As respostas a essas perguntas estão nessa obra.

    Formato: 18,5 x 27,5 cm

    Capa: dura

    Miolo: couché 90

    Páginas: 184 + 4 capas

    Preço: R$ 55,00

    Shade, A Garota Mutável vol. 1, uma das novas séries da DC Comics sob o selo Young Animal, mistura os mundos humano e alienígena em 180 páginas. A HQ traz a história de Loma, uma jovem habitante do planeta Meta mortalmente entediada. Sua solução é largar a escola, dar um pé no namorado e deixar seu planeta natal para trás com a ajuda do Traje Loucura, do poeta renegado Rac Shade, que é tanto um casaco quanto um portal multidimensional. Após roubar o traje e projetar-se no espaço, Loma acaba no corpo de Megan Boyer – uma garota terráquea que aparentemente tem tudo: juventude, beleza e um cérebro convenientemente danificado –, no entanto se encontra em um dilema, com duas vidas para administrar.

    Formato: 17 x 26 cm

    Capa: dura

    Miolo: couché 90

    Páginas: 176 + 4 capas

    Preço: R$ 62,00

    Também é bom relembrarmos um marco importante para os fãs: no começo de maio, a Panini disponibilizou um box exclusivo que reúne as dez primeiras edições da série Vagabond, com roteiro e arte de Takehiko Inoue. Todos podem acompanhar e colecionar o clássico dos quadrinhos, uma das obras mais premiadas e fiéis à lenda do maior herói do Japão. A venda do box será pelo site da Panini sai por R$ 179,00. São mais de duas mil páginas de aventura da saga, que está em andamento no Japão com 37 volumes.

    Os produtos da Panini estão sempre disponíveis em livrarias, bancas e, claro, em seu site oficial: http://loja.panini.com.br.

    Horizon Chase Turbo completa 1 ano e promete novidades

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    Eleito melhor jogo de corrida para Nintendo Switch, score de 82 no Metacritic, um dos 3 melhores jogos de corrida para Xbox One e PlayStation 4, e entre os 4 melhores para PC, primeiro game brasileiro publicado pela Sony no Brasil… Os títulos recebidos por Horizon Chase Turbo em 2018 não foram poucos, e são de fato merecidos. Apesar das conquistas passadas, o estúdio Aquiris nem sonha em parar e já adiantaram algumas novidades.

    Em maio, o jogo cantou parabéns de um aninho, e mesmo com todo esse tempo passando ele não perdeu seu charme e sua potência. Com visual retrô e jogabilidade que mistura os clássicos de corrida dos anos 80 e 90 e o estilo contemporâneo, Horizon Chase Turbo se tornou um orgulho nacional mostrando ao mundo a qualidade dos jogos brasileiros. Mesmo após várias incrementações – como skins, modos, carros – o jogo continua se expandindo para manter seu público e convidar novos jogadores.

    Entre as novidades para essa nova fase, podemos citar:

    MODO PLAYGROUNG 2.0: A emoção e os rankings de antes, agora com bônus especiais. Em períodos específicos, o jogo te dará moedas em um novo sistema de pontuação, gerando acesso a novas skins.

    NOVAS DLCS: Mesmo oferecendo horas de jogo em seu modo mais básico, o estúdio Aquiris está preparado para disponibilizar novas DLCs para expandir sua coleção de carros, skins, conhecer novas campanhas…

    NOVOS MODOS: Após o sucesso de Playgroung, por exemplo, o estúdio manteve o foco na jogabilidade de seu público e nas redes sociais. Novas ideias já surgiram e em breve poderemos contar com diferentes maneiras de se aproveitar Horizon Chase Turbo.

    O jogo está disponível para Xbox One, PlayStation 4, Nintendo Switch e PC pela Steam, e pode ser adquirido pelo site oficial: http://horizonchaseturbo.com. E um último conselho, se quiser: dá uma conferida na trilha sonora de Horizon Chase Turbo. É extramente divertida e viciante!