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    Vingadores: Ultimato | Roteirista revela qual X-Men adoraria adaptar

    O acordo da Fox/Disney pode estar concluído, mas parece que a Marvel Studios levará um tempo até reunir os personagens dos X-Men e do Quarteto Fantástico, como aconteceu com outros personagens da Marvel em Vingadores: Ultimato nas telonas.

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    Kevin Feige já revelou que teremos que esperar uns cincos anos para eles aparecerem (significa que eles seriam parte da Fase 5 ao invés da já planejada Fase 4). 

    Independente disso, o assunto dos X-Men inevitavelmente apareceram durante uma entrevista com os roteiristas de Vingadores: Ultimato, Christopher Markus e Stephen McFeely, e quando eles foram perguntados de quem eles gostariam de escrever um filme sobre, os roteiristas revelaram um membro da equipe em particular.

    “Sim, sempre quisemos ver Ciclope feito direito, com respeito. Parece que ele não foi feito da forma certa até agora.”

    Eles revelaram, animando os fãs de quadrinhos durante a entrevista.

    Bryan Singer usou Scott Summers apenas como uma terceira roda, em um estranho triângulo amoroso, e os fãs ficaram sem entender muito após a morte dele em X-Men: O Confronto Final. Enquanto Tye Sheridan parece ter feito um trabalho interessante como o herói, ele ainda não parece ser o Ciclope que conhecemos nos quadrinhos, e agora depende do UCM consertar as coisas (com esses roteiristas, se tudo der certo).

    Dirigido por Anthony e Joe RussoVingadores: Ultimato é estrelado por Robert Downey Jr.Chris EvansMark RuffaloChris Hemsworth,Scarlett JohanssonJeremy RennerDon CheadlePaul RuddBrie LarsonKaren GillanDanai GuriraBenedict WongJon FavreauBradley CooperGwyneth Paltrow e Josh Brolin.

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    The Mandalorian: 2ª temporada é confirmada e John Favreau retornará como produtor? Entenda!

    Este ano está recheado de presentes para os fãs de Star Wars. Apenas em 2019, teremos o lançamento do Episódio IX, que se chamará A Ascenção Skywalker, do game Star Wars Jedi: Fallen Order e da primeira série de TV live-action desse universo, intitulada The Mandalorian, que, antes mesmo de estrear, parece que já foi confirmada para uma segunda temporada.

    Em uma matéria publicada pelo HN Entertainment no final de março, dizia que a season 2 do programa já estava prevista pela Lucasfilm para a Disney+. Agora, de acordo com o Discussing Film, essa informação foi confirmada –  mas até o momento em que esta publicação está sendo feito o estúdio não oficializou nada. Além disso, de acordo com fontes, John Favreau retornará como produtor – ele já produz e escreve a primeira leva de episódios.

    Segundo o site, tanto a Disney quanto a Lucasfilm ficaram muito satisfeitas com o esforço de Favreau em The Mandalorian. Ademais, o envolvimento dele em projetos como o Universo Cinematográfico Marvel – ele foi o diretor do primeiro Homem de Ferro lá em 2008 –, O Livro da Selva (2016) e O Rei Leão, que será lançado em julho, impressionou a gigante das animações.

    Ainda conforme o site, Dave Filone (Star Wars: Rebels), um dos diretores da primeira temporada, retornará de alguma forma como diretor ou um possível co-produtor.

    John Favreau já deixou claro, muitas vezes, o seu amor por Star Wars. Certa vez, ao falar com o James Cameron sobre o projeto, ele revelou como estava tentando se manter fiel ao escopo do filme original de George Lucas – que ainda é convidado para orientar muito nos trabalhos que envolve a sua criação.

    Durante um evento para o Directors Guild of America, o produtor disse:

    “Desde que eu escrevi a maior parte de The Mandalorian, eu o escrevi para se encaixar em nosso volume, e tentando manter a escala dele como o primeiro filme de Star Wars, que tinha um orçamento relativamente baixo, embora os efeitos fossem espetaculares.”

    o mandalorianoDurante a Star Wars Celebration 2019, foi falado sobre o conceito geral da série. Será um volta às origens da franquia, inspirada por faroestes e samurais, além de misturar efeitos práticos e por computação gráfica. E também foi mostrado – apenas para quem estava lá – um featurette, uma cena e um teaser.

    A trama de The Mandalorian se passa cinco anos após O Retorno de Jedi, acompanhando os percalços de um pistoleiro solitário nos confins da galáxia, longe da autoridade da Nova República. No elenco temos Pedro PascalGina Carano, Carl Weathers, Nick NolteWerner HerzogGiancarlo Esposito.

    A primeira temporada terá oito episódios e tem estreia marcada para o dia 12 de novembro nos Estados Unidos no Disney+, vindouro serviço de streaming da Disney, que só deve chegar na América Latina em 2021.

    Já a possível segunda temporada, a produção pode começar em 2020 e o ano de lançamento previsto é 2021.

    O que você está esperando da primeira série live-action de Star Wars? Conta para a gente aqui nos comentários.

    CRÍTICA – Cemitério Maldito (2019, Kevin Kölsch e Dennis Widmyer)

    Os gêneros cinematográficos tendem sempre a se renovar – até mesmo quando fazem remakes de clássicos de décadas passadas, quando a fórmula para o estilo vigente era outra. Cemitério Maldito (Pet Semetary) chegou às salas escuras neste ano trazendo uma releitura do romance de terror O Cemitério, de Stephen King, escrito em 1983 e adaptado pela primeira vez ao cinema em 1989.

    Veja também nossa crítica em vídeo:

    Dirigido por Kevin Kölsch e Dennis Widmyer, a história começa com a chegada da família Creed a sua nova casa numa pequena cidade interiorana. Em um passeio de descoberta pelo bosque, a filha mais velha do casal, Ellie Creed (Jeté Laurence), encontra um pequeno cemitério para enterrar animais de estimação. É ali que a criança conhece o vizinho maltrapilho Jud Crandall (John Lithgow), que a adverte para não ir além do enorme muro de galhos existente no local.

    O “vale da morte” é onde encontra-se, de fato, o antigo cemitério amaldiçoado. Quando o gato da família morre na beira da estrada, Louis Creed (Jason Clarke) é convencido por Jud a enterrar o animal neste local. A partir daí, fatalidades e acontecimentos bizarros começam a acontecer, transformando a vida daqueles que habitam as redondezas do local num verdadeiro inferno.

    Diferentemente do longa de 1989, Cemitério Maldito carrega um terror mais psicológico e com menos jump scares. Atualmente, acompanhamos esta mudança dentro do gênero do terror, com o exemplo dos filmes de Jordan Peele, Nós (2019) e Corra! (2017) – salvo a exceção dos filmes da franquia Invocação do Mal (2013) que ainda investem nessa fórmula.

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA | CRÍTICA – Nós (2019, Jordan Peele)

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA | CRÍTICA – Corra! (2017, Jordan Peele)

    A icônica frase do livro “às vezes, morto é melhor” dá o tom a nova adaptação que trata de rituais, luto, culpa – e, claro, morte. Durante o primeiro ato do filme, vemos a constante discussão entre Louis e sua esposa, Rachel Creed (Amy Seimetz), sobre como explicar à filha pequena o que é e o que significa a morte.

    Atormentada pelo seu passado, Rachel quer evitar tocar no assunto e prefere omitir, ou, quando inevitável, fabulizar através de crenças religiosas o assunto às crianças. Já o pai, com sua visão cética de homem racional, não acredita naquilo que está além dos limites da razão.



    Ambos atores conduzem suas atuações num bom tom: Jason Clarke abraça totalmente a transição do seu personagem à loucura e Amy Seimetz permanece com a culpa e o desespero de uma infância atormentada pela irmã que sofria de meningite espinhal.

    Mesmo que Miko Hughes, o pequeno Gage Creed do longa original, tenha ficado um tanto “mórbico” (uma mistura de mórbido com cômico), Ellie Creed não abstrai tanto impacto quanto o irmão pequeno. Ainda assim, pode ser que, para a releitura, essa fosse mesmo a melhor alternativa: uma vez que repetiria a narrativa visual de um pequeno ser (aqui, uma criança de 3 anos) matando gente, o que se aproxima muito de Chucky, o icônico Brinquedo Assassino (1988).

    A cena da procissão das crianças mascaradas levando um bichinho morto é tanto atormentante quanto curiosa – aliás, o fato dos rostos dos outros personagens infantis não aparecerem durante o filme é bizarro. Nesse sentido, não apenas a cerimônia de enterro faz parte de um ritual, mas a vinda da família cosmopolita em si também era parte de algo maior por vir.

    Na nova adaptação, optou-se por apresentar a criatura denominada Wendigo (demônio nativo americano), como a responsável pela ressurreição daqueles que já faleceram. Diferente do primeiro longa, que não menciona o ser, mas deixa implícita a sua presença, Kölsch e Widmyer optam por utilizar esse personagem como a entidade para a qual os “sacrifícios de sangue” serão destinados. Neste ponto, tanto as crianças mascaradas quanto a criatura na floresta são referências claras ao clássico O Homem de Palha (1973).

    O Cemitério Maldito de 1989 manteve-se fiel ao livro, garantia que Stephen King exigiu da diretora, Mary Lambert, após a frustração de ver sua história original ser praticamente reinventada com Stanley Kubrick em O Iluminado (1980). Assim sendo, o próprio autor assumiu a adaptação do roteiro para as telonas. Mesmo que o longa de 2019 tenha feito algumas adaptações de personagem, sua história principal permaneceu intacta.

    Não obstante, a trilha-sonora da versão clássica ficou por conta dos Ramones, uma das bandas preferidas de King. O hit “Pet Sematary“, que foi gravado para o filme, se tornou uma das músicas de maior sucesso do grupo – e aparece novamente neste novo longa, desta vez interpretado pela moderna banda de punk-rock, Starcrawler.


    Confira o trailer legendado:

    Em suma, Cemitério Maldito continua sendo um filme que vale a pena ser conferido. Talvez não seja tão marcante quanto a sua versão de 1989, mas esta releitura valoriza muito as questões mais sutis referentes ao luto, traumas e a própria morte.

    Cemitério Maldito chega aos cinemas na próxima quinta-feira, 09 de maio. Deixe seu comentário e lembre-se de deixar, também, sua avaliação após assistir ao filme.


    Leia também:

    #52filmsbywomen 29 – Cemitério Maldito (1989, Mary Lambert)

    Vingadores: Ultimato | Maior arco pode indicar o próximo vilão do UCM

    ⚠️ESSE POST CONTÉM SPOILERS DE VINGADORES: ULTIMATO! ⚠️

    Vingadores: Ultimato tem tido um enorme sucesso ao concluir a primeira década do Universo Cinematográfico Marvel, com os Heróis Mais Poderosos da Terra revertendo o devastador estalar de dedos de Thanos.

    O Titã Louco foi mostrado pela primeira vez na cena pós-crédito de Os Vingadores de 2012, e sua busca pelas Joias do Infinito foi espalhada por muitos filmes da franquia, culminando em Vingadores: Guerra Infinita e Ultimato.

    Enquanto os fãs olham para a Fase Quatro, a discussão voltou para o próximo antagonista. O material fonte – os quadrinhos -, é claro, nos oferece muitos candidatos, mas um vilão em particular tem uma conexão profunda para um grande ponto do enredo em Vingadores: Ultimato.

    Os planos dos Vingadores de trazerem seus amigos que viraram poeira, envolvia o uso das Partículas Pym, e o Reino Quântico para viajar ao passado do UCM e “roubarem” as Joias do Infinito. Nem precisamos dizer que a estratégia funciona, e os heróis derrotam Thanos (enquanto sofre muitas perdas no meio do caminho), mas também estabelece algumas regras fluídas no que se refere à viagem no tempo e linhas do tempo alternativas.

    Por exemplo, A Anciã conta a Bruce Banner que mudar o passado não afeta o presente ou o futuro dos Vingadores, apenas cria uma linha do tempo separada. Isso explica como Loki pode escapar com o Tesseract durante a Batalha de Nova York, e como o Capitão América envelhece no passado com Peggy Carter.

    Um vilão da Marvel Comics que está conectado aos Vingadores e que pode começar a mexer com o tempo, é Kang, o Conquistador.

    Kang O Conquistador

    Apesar dele ter tido diversos pseudônimos, o homem conhecido como Nathaniel Richards se autointitulou Kang, o Conquistador. Vindo do 30º Século, Kang viajou no tempo, lutando contra os Vingadores e o Quarteto Fantástico. Algumas das histórias mais memoráveis incluem a minissérie Avengers Forever e Dinastia Kang, junto do envolvimento dos Jovens Vingadores e Uncanny Avengers.

    Algo que faz o Kang único são as diferentes interações do personagem, como Immortus, Rama-Tut, Centurião Escarlate e o Rapaz de Ferro, indo desde heróis até vilões. Algumas dessas versões podem facilmente serem introduzidos ao Universo Cinematográfico Marvel, especialmente mostrando que as alterações da linha do tempo tenham alterado suas maquinações.

    Kang pode aparecer para lutar contra os Vingadores, ou uma de suas boas personalidades, como Immortus, pode vir do futuro para avisá-los sobre uma potencial calamidade.

    E mais, com a possibilidade de Kang ser um descendente de Reed Richards ou Doutor Destino, ele pode ajudar na introdução do Quarteto Fantástico, cujos direitos agora são da Marvel, desde a aquisição da Fox pela Disney.

    O uso da viagem no tempo abre um novo mundo para o UCM e incríveis histórias. E pode continuar explorando o passado – que é com Os Eternos deve se focar – ou olhar para o futuro. Em qualquer um dos cenários, Kang, o Conquistador tem um grande potencial para ser o vilão que irá atormentar a nova geração dos Vingadores.

    TBT #18 | Quero Ser Grande (1988, Penny Marshall)

    Nosso TBT da semana abordará um dos filmes mais icônicos dos anos 80, estrelado por um dos atores mais icônicos de todos os tempos. Tom Hanks era figurinha carimbada na década de 80 no que se refere ao gênero comédia. Era super fácil encontrar o ator no cinema quando se tratava de comédia, e ele chegou a bater a meta de mais de uma comedia por ano durante toda a década, e se tornou a cara do icônico Quero Ser Grande. O filme do diretor Penny Marshall foi lançado em 1988. Aqui no Brasil rapidamente se tornou um clássico da Sessão da Tarde e cativou fãs de duas ou três gerações diferentes.

    O roteiro do filme tem o clássico padrão narrativo dos anos 80, com um plot simples. Sem muitas incongruências ou inconsistências, o filme é construído de forma vagarosa e cuidadosa.

    Quero Ser Grande

    Josh, um adolescente frustrado precisa aprender a lidar com uma nova vida do dia para a noite, e ver que na realidade, nada é tão fácil e tão maravilhoso quanto parece ser. A falta de limitações que até então pareciam ser um impedimento do ponto de vista ingênuo de uma criança, parecem desaparecer quando deparado com a liberdade da vida de um adulto de aproximadamente 30 anos.

    Quero Ser Grande

    Apesar de lento, o filme mostra uma progressão extremamente interessante, se tornando quase um “rito de passagem”, mostrando amadurecimento e crescimento por parte de Josh, que mesmo vivendo a vida de um homem de 30 anos, não perde a inocência, sendo capaz de encantar a todos ao seu redor dada a pureza de suas ações.

    O filme de 88, parece ter servido como inspiração para o também aclamado De Repente 30, lançado em 2004. Um tipo de “remake” com Jennifer Garner no papel principal.

    Quero Ser Grande está disponível no Telecine Play!

    Confira o trailer abaixo:

    E você, já assistiu? Então deixe seus comentários, sua avaliação e lembre-se de conferir as indicações anteriores do TBT do Feededigno.

     

    BGS: John Romero, game designer de DOOM participará do evento

    John Romero, game designer de alguns dos maiores clássicos do mundo dos games, como DOOMWolfenstein 3D e Quake, e considerado “o pai” dos jogos de tiro em primeira pessoa, virá pela primeira vez ao Brasil para participar da 12ª edição da BGS 2019, que acontece entre  9 e 13 de outubro, no Expo Center Norte, em São Paulo.

    Romero, que é um dos profissionais mais aclamados e premiados da indústria dos jogos eletrônicos, estará na maior feira de games da América Latina entre 11 e 13 de outubro e cumprirá uma agenda repleta de atividades com os fãs, como sessões de fotos e autógrafos na área gratuita de meet & greet, apresentações no BGS Talks, onde revelará aos fãs curiosidades de sua carreira, participação como jurado de concursos de cosplay e  painel no BGS Summit, atração criada em 2018, voltada para profissionais do mercado de jogos eletrônicos.

    John Romero também será um dos grandes homenageados da BGS 2019, onde deixará a marca de suas mãos gravadas no Wall of Fame e receberá o prêmio Lifetime Achievement Award, honraria criada pela Brasil Game Show em 2017 e já concedida a personalidades como Hideo Kojima, diretor da série Metal GearNolan Bushnel, criador do Atari; Cory Barlog, diretor criativo de God of WarEd Boon, cocriador de Mortal Kombat; Fumito Ueda, de Shadow of the Colossus; Phil Spencer, chefe de Xbox; Yoshinori Ono, produtor de Street Fighter, e  Katsuhiro Harada, diretor de Tekken.

    Game designer, programador e artista talentoso, John Romero é um autodidata e se inspirou nos programadores da Apple para suas primeiras criações no universo dos jogos eletrônicos. Além da famosa série DOOM, que completou 25 anos em dezembro de 2018 e introduziu o conceito de verticalidade aos jogos de FPS, Romero participou da criação de outros 130 jogos, entre eles Quake, Wolfenstein 3D, Heretic e Hexen, e já recebeu mais de 100 prêmios. Foi também um dos pioneiros no desenvolvimento de games independentes (indies) e um dos primeiros entusiastas dos esportes eletrônicos. Aos 51 anos, já fundou oito bem-sucedidas empresas no segmento de games, incluindo a Id Software, que lançou um dos primeiros games para PC, o Commander Keen.

    Marcelo Tavares, CEO e fundador da BGS comentou:

    “John Romero é uma das mentes mais brilhantes da indústria de games, por sua capacidade de inovar e se reinventar. Sua trajetória é inspiradora, tanto para aqueles que jogam quanto para os que desejam trabalhar no setor. Lembro que ia para lan houses jogar Doom com os amigos. Depois, um dos jogos que mais curti foi Quake. Será uma honra ter Romero na BGS deste ano. Como eu, tenho certeza que milhares de fãs vibrarão com sua presença. Estou ansioso por promover e testemunhar esse encontro.”

    Além de John Romero, a maior feira de games da América Latina também já confirmou a participação de Charles Martinet, dublador de Mario, icônico personagem da Nintendo, e Shota Nakama, criador da Video Game Orchestra, que, pela primeira vez, trará sua banda para o Brasil. A 12ª BGS  acontecerá entre os dias 9 à 13 de Outubro, na Expo Center Norte.