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    TBT #19 | Batman: O Cavaleiro das Trevas (2008, Christopher Nolan)

    Ou você morre como herói, ou vive o bastante para ver você mesmo se tornar vilão.” É com essa premissa que a obra-prima da trilogia de Christopher Nolan permeia toda a jornada do Batman contra seu principal arqui-inimigo: o Coringa.

    A história se passa depois de dois anos do primeiro longa, Batman Begins, mostrando um herói mais consolidado em Gotham City. Ao mesmo tempo que Batman (Christian Bale) e Gordon (Gary Oldman) tentam acabar com os esquemas da máfia, um novo rosto surge como esperança: o promotor de justiça, Harvey Dent (Aaron Eckhart). Em paralelo a isso, no lado dos vilões, um homem sádico entra para equilibrar a balança. Denominado Coringa (Heath Ledger), vem com a premissa de derrotar os protagonistas e ser uma resposta à altura.

    O primeiro ato já evidencia a qualidade do longa com a cena de assalto a banco. Nolan trabalha muito bem a questão de apresentação da nova ameaça de Gotham, pois brinca a todo o momento com a identidade do Coringa nos primeiros cinco minutos de filme, além de demonstrar a genialidade do vilão já nas primeiras cenas. O momento mais icônico vem com a frase “o que não nos mata, só no deixa mais estranhos.”.

    TBT #19 | Batman: O Cavaleiro das Trevas (2008, Christopher Nolan)O desenvolvimento tanto de Coringa, quanto o de Harvey Dent, sem dúvidas é o ponto mais alto do filme, uma vez que os personagens mostram diversas facetas, com atuações brilhantes, principalmente de Ledger que se entregou tanto ao vilão que acabou tragicamente se suicidando alguns dias antes da estreia. Coringa é um vilão sem origem, sem família, sem identidade e com apenas uma causa: ser o agente do caos de Gotham, tornando-se o vilão mais perigoso que qualquer herói poderia ter, pois não tem nada a perder com seus atos.

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    Virtude é a grande palavra que desenvolve a história. A todo o momento vemos os personagens em dilemas morais, sendo levados ao limite da corrupção de seus valores, mostrando o quão difícil é ser um herói em momentos de anarquia e extremismo. Até onde vamos para obter justiça? Até que ponto lutamos contra nossas virtudes em prol de um bem maior? Essa questão é muito evidenciada no segundo ato do longa, pois o vilão já está consolidado como real ameaça e faz com que Batman e os demais personagens tenham que ir ao limite para derrotá-lo.

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    O ponto alto é a cena de ação no viaduto da cidade, com muitos efeitos práticos, uma assinatura do diretor em todos os seus filmes, que tiram o fôlego do espectador; além da épica cena do interrogatório entre Batman e Coringa, que evidencia a insanidade e a genialidade do vilão.

    TBT #19 | Batman: O Cavaleiro das Trevas (2008, Christopher Nolan)Curiosidade: Heath Ledger pediu para Christian Bale agredi-lo de verdade para dar mais veracidade ao momento.

    A cereja do bolo vem no terceiro ato do longa: a ascensão de Duas Caras. Aaron Eckhart brilhantemente entrega um vilão que poderia ter facilmente um filme solo, mostrando sua consolidação no crime. Depois de perder Rachel (Maggie Gyllenhaal) e ter metade do corpo queimado, ele vai atrás de vingança e a insanidade do personagem, uma vez íntegro, é o que o destaca. Cris Nolan mostra que no final de tudo, mesmo com a prisão do Coringa, o palhaço do crime venceu, pois atingiu seu objetivo de desvirtuar o trio de heróis e tornar o Batman um pária da sociedade, dando um duro golpe em Bruce Wayne.

    Nolan acerta demais no cast, principalmente ao escalar Heath Ledger, que foi contestado pelos fãs, mas que nos entregou um dos maiores vilões do cinema. O diretor conseguiu fazer um filme que até hoje é referência no gênero de super heróis.

    Não é à toa que até quem não gosta desse estilo aprecie o filme, uma vez que ele vai além de um homem fantasiado que tenta apenas salvar o dia. O filme aborda questões éticas, morais e sociais, nos mostrando que todos temos um lado sombrio dentro nós e que uma hora ele pode aparecer. Batman: o Cavaleiro das Trevas é sem dúvida um daqueles poucos filmes que está muito a frente do seu tempo.


    Confira o trailer:

    E aí, já assistiu esse filmão do Christopher Nolan? Provavelmente sim, mas nunca é tarde para revê-lo. Aproveite para conferir as indicações anteriores do TBT do Feededigno, deixe seus comentários e também sua avaliação de Batman: O Cavaleiro das Trevas.


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    CRÍTICA – Incorruptível: Justiça a Qualquer Preço (2019, Devir)

    O renomado autor Mark Waid criou um universo onde tudo o que estamos acostumados a ver torna-se algo desconstruído a partir da sua visão subversiva dos termos relacionados ao heroísmo. O premiado autor de O Reino do Amanhã realizou o trabalho de apresentar uma linhagem familiar ao leitor para explicar a sua premissa sobre a moral e ética em cada um de nós. Também apresenta uma trama chamativa e já nos prepara para uma sequência que não parece ser tão simples de solucionar. É recomendado ao leitor que, antes de iniciar Incorruptível, já ter lido Imperdoável antes, pois ambos fazem parte do mesmo universo, ou seja, uma história complementa a outra para a sua evolução. Sendo assim, faremos uma breve introdução à obra anterior de Waid.

    Normalmente os super-heróis são seres que representam aquilo que há de mais nobre em nós. Mas será possível existir alguém tão perfeito assim? Na trama de Imperdoável: O Poder do Medo, quando o Plutoniano, o maior super-herói da Terra, enlouquece e se torna o pior vilão do planeta, apenas os seus ex-aliados de combate ao crime tem uma chance de deter a sua onda de violência.

    Lembrando que Mark Waid ganhou o prêmio Eisner de Melhor Roteirista em 2012 por esse trabalho, sua visão dá ao leitor o senso de urgência própria do foco da história e uma atmosfera de desconfiança, pois desconstrói o estereótipo de super-heróis que formam um grupo coeso, de grandes amizades e que se unem apenas para o bem da humanidade. Sem falar que uma porcentagem da sua história é inspirada em Miracleman, de Alan Moore.

    A arte de Peter Krause é formidável, com uma boa colorização e um padrão de desenhos que segue o que há de mais moderno nos quadrinhos americanos. Ele cria cenas ótimas com uma narrativa gráfica que consegue prender o leitor com o objetivo bastante satisfatório ao decorrer da obra.

    Em Incorruptível, somos introduzidos por Max Destrutor, o vilão mais famoso do mundo. Célebre por crimes que vão de homicídio à terrorismo, ele jamais teve seu desejo por caos superado por ninguém. Porém, isso foi antes do Plutoniano (acontecimento em Imperdoável), o maior herói do planeta, dar as costas à humanidade e matar milhões. Agora, enquanto tudo está desmoronando, Max abraça a missão de aplicar a lei em sua plenitude. Quando há tantos que precisam da sua ajuda, conseguirá o novo justiceiro proteger os poucos que dependem dele, ou ele será forçado a descobrir o alto preço da justiça?

    Aparentemente a origem específica de Max não é apresentada, deixando isso a cargo para uma possível sequência, e a sua motivação ainda não apresenta o significado explícito do porquê ele decidiu mudar a sua ética, mas ao mesmo tempo, ele persiste nos mesmos atos do seu passado, pois a questão filosófica colocada como as barbáries são justificadas por um bem maior.

    Durante a leitura da obra, podemos notar facilmente homenagens à editora DC Comics recheado de inspirações. Porém, ao final desse primeiro volume da Devir, quem está acompanhando a trama percebe que aquele universo funciona por si, tendo toda a sua dinâmica. Todo personagem tem suas características e sua personalidade própria. Os coadjuvantes são bem conduzidos durante toda a narrativa com boas escolhas na forma de criar o sarcasmo e humor na trama.  

    Nesta edição, a arte fica responsável por Jean Diaz,  que não compromete ou atrapalha, evocando o traço bem habitual do gênero, incluindo erros anatômicos ou de perspectivas e proporções. Em poucos momentos de virada, ele brilha. A arte da capa fica a critério de Horacio Dominguez que utiliza os tons mais escuros e quentes de forma notável.

    Título: Incorruptível: Justiça a Qualquer Preço
    Autores: Mark Waid, Jean Diaz e Horacio Dominguez
    Editora: Devir
    Ano de Publicação: 2019
    Páginas: 232


    Com um bom gancho, que mantém o interesse para os próximos volumes, Incorruptível é um experimento moral e intelectual interessante. Contando com um roteiro inspirado e que faz o leitor acompanhar atentamente uma história com questionamentos e dúvidas sobre as ações do seu protagonista e com a esperança de uma redenção na sua trajetória.

    E você, já leu a mais nova HQ da Devir? Se ainda não, corra e garanta seu exemplar de Incorruptível: Justiça a Qualquer Preço e se já leu, deixe seus comentários e sua avaliação.

    Brasil Game Show: YouTube estará na 12ª edição com estande enorme!

    Ainda faltam cinco meses para a Brasil Game Show, que será realizada entre 9 e 13 de outubro, no Expo Center Norte, em São Paulo, mas a maior feira de jogos eletrônicos da América Latina já anunciou nomes de peso para sua 12ª edição, tanto no que diz respeito aos expositores, quanto aos convidados internacionais.

    A nova grande marca a confirmar participação na BGS 2019 é o YouTube, que estará com um estande 1.000 m², bem maior que o ano passado, para receber os principais influenciadores de games da atualidade e promover atrações para todos os perfis de visitantes. A programação completa será revelada nos próximos meses.

    Marcelo Tavares, CEO e fundador da Brasil Game Show, disse:

    “O YouTube é uma das plataformas de vídeos mais respeitadas pelos jogadores brasileiros e, por conta disso, sempre um dos estandes mais movimentados da BGS. Tem total sinergia com o público do evento, que cada vez mais acompanha streamers e transmissões de games com o intuito de jogar ou apenas para se divertir.”

    Gabriela Parmegiani, gerente de parcerias de games do YouTube na América Latina, comenta:

    “Devido à importância da Brasil Game Show, teremos um espaço ainda maior este ano. O ecossistema de games é muito importante para o YouTube e estamos ansiosos para levar a magia da plataforma aos criadores e a todos durante o evento.”

    Além do YouTube, a 12 ª edição da Brasil Game Show já confirmou a presença de outras grandes marcas, como ASUS, Epic Games, Falkol eSports e Intel. Também participarão da BGS 2019, personalidades da indústria de jogos eletrônicos, entre eles John Romero, de Doom e Quake; Charles Martinet, dublador de Mario, icônico personagem da Nintendo, e Shota Nakama, criador da Video Game Orchestra, que este ano se apresentará com a sua banda no palco da Brasil Game Cup. Muitas outras novidades serão anunciadas até outubro.

    Para mais informações sobre a Brasil Game Show, acesse: www.brasilgameshow.com.br

    SERVIÇO – BGS 2019

    Quando: 09 a 13 de outubro (1º dia exclusivo para imprensa e negócios)

    Onde: Expo Center Norte

    Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme, São Paulo/SP

    Horário: 13h às 21h

    INGRESSOS

    1º lote (até 10/5)

    Individual: R$ 59 (ingresso válido para um dia de evento aberto para público – 10, 11, 12 ou 13 de outubro) – 54% de desconto.

    Passaporte: R$ 177 (acesso a todos os dias de evento abertos ao público – 10, 11, 12 e 13 de outubro) – 54% de desconto.

    Premium: R$ 499 (acesso a todos os dias de evento, incluindo o dia exclusivo para imprensa e business – 9,10, 11, 12 e 13 de outubro). No dia 9/10, a entrada será permitida a partir das 15h, e nos dias abertos ao público a partir das 12h. O ingresso Premium também permite o acesso diferenciado e sem fila – 37% de desconto.

    Business: R$ 499 (acesso a todos os dias de evento, incluindo o dia exclusivo para imprensa e business – 9,10, 11, 12 e 13 de outubro). Em 9/10, a entrada será permitida a partir das 15h, e, nos dias abertos ao público, a partir das 12h por entrada diferenciada. O ingresso também dá acesso à área B2B – 37% de desconto.

    Watchmen: Regina King aparece em primeira imagem de sua personagem

    Por muitos meses, a HBO têm mantido em segredo os detalhes da série Watchmen, e conforme o lançamento do seu primeiro teaser trailer, mais notícias estão surgindo.

    Com o lançamento do teaser, os fãs podem ver mais de perto a atriz vencedora do Oscar, Regina King em seu misterioso capuz preto e máscara.

    Watchmen é baseada nos quadrinhos de Alan Moore e Dave Gibbons, de 1985. De acordo com o produtor executivo Damon Lindelof, a nova série abraçará o legado da aclamada história original, enquanto adiciona detalhes únicos.

    Watchmen

    Apesar de não sabermos muito da personagem de King, sua expressão estoica e seu uniforme com tons de preto, sugerem que a personagem dela se aprofundará no universo obscuro dos super-heróis.

    A insígnia de xerife também é um detalhe intrigante, deixando os fãs encucados a respeito do que levam a personagem a pegar o distintivo e começar sua cruzada.

    Considerando que a série acontecerá em uma realidade alternativa onde os super-heróis são fora-da-lei, a escolha de cobrir quase completamente o rosto desses personagens ainda a ser nomeado parece prática.

    Leia também:

    HBO: Teaser mostra primeiras cenas de Watchmen e grande momento de GoT

    Desenvolvida por Damon Lindelof, a adaptação da HBO do aclamado quadrinho de Alan Moore e Dave Gibbon, Watchmen, será estrelada por Jeremy Irons, Regina King, Don Johnson, Tim Blake Nelson, Louis Gossett Jr., Yahya Abdul-Mateen II, Tom Mison, James Wolk, Adelaide Clemens, Andrew Howard, Frances Fisher, Jacob Ming-Trent, Sara Vickers, Dylan Schombing, Lily Rose Smith e Adelynn Spoon.

    A série estreará ainda em 2019 e de acordo com o showrunner Damon Lindelof parece que teremos uma versão “remixada” da história, saiba mais clicando aqui.

    CRÍTICA – Pokémon: Detetive Pikachu (2019, Rob Letterman)

    Confira também nossa crítica em vídeo. E se gostar do conteúdo, dê aquela curtida, se inscreva no canal e deixe seus comentários 😉

    Pokémon: Detetive Pikachu é um projeto audacioso que chega aos cinemas como forma de expandir o já grandioso universo de Pokémon. A franquia é uma das mais amadas e valiosas que existe. Animações, mangás, filmes, games, webséries, brinquedos, cartinhas… são tantas frentes de atuação que é até estranho pensar que só agora, com mais de 20 anos de existência, a saga ganhe o seu primeiro live-action

    Em Pokémon: Detetive Pikachu, Tim Goodman (Justice Smith) retorna a Ryme City após descobrir que seu pai, Harry Goodman, sofreu um acidente de carro e não sobreviveu. Harry era um grande policial em Ryme City, uma cidade idealizada por Howard Clifford (Bill Nighy) onde Pokémon e seres humanos convivem em harmonia, dividindo tarefas rotineiras. A cidade lembra muito Saffron City, da primeira geração da franquia, onde Pokémon não viviam apenas nas florestas ou arredores.

    Após chegar à cidade, Tim encontra Pikachu (Ryan Reynolds) vasculhando arquivos no apartamento de Harry, em busca de uma explicação para o tal acidente. É a partir do encontro de Tim e Pikachu que toda a aventura se desenrola – como um roteiro clássico de qualquer episódio de Pokémon.

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    A narrativa é abordada com simplicidade, além de ser repleta de bom humor. Para os fãs de Pokémon, Detetive Pikachu entrega elementos nostálgicos e referências a várias épocas dos desenhos e jogos, como roupas, cenários e cenas que marcaram vários episódios da franquia. Além de Justice Smith, os personagens secundários também estão ótimos, com destaque para Kathryn Newton no papel de Lucy Stevens.

    Apesar de todas as referências ao longo da trama, Detetive Pikachu é uma história nova e original, expandindo o universo já existente e criando inúmeras possibilidades para o futuro. A forma como os Pokémon são adaptados e a criação de novos personagens – sem a obrigatoriedade de se manter preso aos personagens clássicos – garante ao longa uma interessante liberdade narrativa e de acontecimentos.

    O tom do filme também é certeiro. Mesmo tendo como foco o público infanto-juvenil, seu humor consegue abranger também o público mais adulto, com piadas e sacadas mais “sagazes”, por assim dizer.

    Durante a sessão é possível perceber o quão prazerosa é a jornada de Tim e Pikachu, arrancando gargalhadas e emocionando o público em vários momentos. O trabalho dos roteiristas – que são vários – e do diretor Rob Letterman é de extrema qualidade e respeito ao legado da franquia.

    Falando da direção, Letterman soube aproveitar o que Pokémon tem de melhor. Detetive Pikachu é visualmente incrível, principalmente na adaptação dos Pokémon para a telona. Mesmo causando certa estranheza na primeira vez que você vê o Pikachu – afinal, ele tem pelos – a adaptação do personagem está perfeita, tornando-o fofinho e engraçado na medida certa.

    Outros Pokémon como Jigglypuff, Charizard, Aipom, Mr. Mime e o próprio Psyduck também estão perfeitos. A captura de movimento aplicada a esses personagens é de uma qualidade incrível e encaixa perfeitamente com a atmosfera da produção. Para os fãs mais céticos e que torceram o nariz para essa adaptação, Detetive Pikachu vai surpreender e muito!

    Mesmo com tantos pontos positivos, Detetive Pikachu erra em seu desfecho, buscando o caminho mais simples para finalizar os arcos apresentados em tela. A forma como o mistério é solucionado não faz muito sentido, sendo apenas um gancho para o desenrolar da trama – e que poderia ser resolvido já na metade do longa. Entretanto, há um plot twist interessante e que acaba tornando o final satisfatório.

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    Pokémon: Detetive Pikachu é uma grande celebração do universo da franquia, que envolve todas as frentes de atuação da Pokémon Company nos seus mais de 20 anos de existência, para entregar uma produção de alta qualidade. Um entretenimento para toda a família e que respeita o legado de uma das franquias mais amadas do mundo.

     

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    Assista ao trailer legendado:

    Pokémon: Detetive Pikachu chega amanhã aos principais cinemas do país. Não deixe de conferir essa incrível aventura! E lembre-se de voltar aqui e avaliar o filme você também:

    Razer lança linha de periféricos com visual inspirado em Star Wars

    A Razer, líder mundial em estilo de vida para gamers, anuncia em parceria com a aclamada marca Star Wars uma coleção especial de periféricos inspirados nos Stormtroopers.

    A linha conta com o teclado mecânico Razer BlackWidow Lite, o mouse wireless Razer Atheris e o mousepad Razer Goliathus Extended, todos estilizados nas cores preto e branco, características das tropas imperiais de Star Wars.

    O teclado Razer BlackWidow Lite e o mouse Atheris têm designs bastante característicos dos Stormtroopers e foram projetados para oferecer a melhor performance e produtividade, tanto no trabalho quanto em casa, jogando. Já o mousepad Razer Goliathus Extended vem com uma arte exclusiva  e cobre grandes superfícies, o que o torna ideal para longas sessões de uso, em qualquer circunstância.

    Min-Liang Tan, CEO e cofundador da Razer disse:

    “Star Wars é um fenômeno cultural com uma história rica no cinema e também no mundo dos jogos eletrônicos. Estamos animados por juntar forças com a Lucasfilm nessa coleção especial para os fãs e trazer o design icônico dos personagens da saga para os nossos periféricos.”

    Razer BlackWidow Lite – Stormtrooper Edition

    O teclado mecânico Blackwidow Lite tem os switches Orange, que oferecem excelente feedback tátil e são silenciosos. Além do visual inspirado nos personagens da série, o produto vem com um cabo preto e branco, a insígnia imperial na tecla ESC e retroiluminação individual das teclas na cor branca.

    Razer Atheris Wireless Mouse – Stormtrooper Edition

    O Atheris é um mouse sem fio e compacto com autonomia de bateria de até 300 horas e excelente estabilidade de sinal, seja por wireless de 2.4GHz ou conexão Bluetooth. O formato e o desenho na superfície do Atheris remetem ao icônico capacete de Stormtrooper sem alterar a ergonomia do periférico.

    Mousepad Razer Goliathus Extended – Stormtrooper Edition

    O Goliathus é o mousepad mais vendido da compahia e oferece velocidade e precisão graças ao seu tecido liso e otimizado para qualquer sensibilidade e sensor de mouses. Conta com base emborrachada antiderrapante e borda costurada para evitar desgaste. A edição de Star Wars tem uma arte dos Stormtroopers que combina perfeitamente com o mouse e o teclado da linha.

    Ainda não há informações sobre disponibilidade e preço dos produtos da linha Star Wars Stormtrooper no Brasil.

    A Razer é a marca líder mundial em estilo de vida para gamers e seu logotipo, uma cobra de três cabeças, é um dos mais reconhecidos entre a comunidade global de jogadores e profissionais de eSports. Com uma base de fãs presente em todos os continentes, a empresa projetou e construiu o maior ecossistema de hardware, software e serviços para gamers do mundo.

    A premiada linha de produtos da companhia vai de periféricos gamers de alto desempenho (para PC e consoles) aos poderosos laptops Razer Blade. Já a plataforma de software, que tem mais de 35 milhões de usuários, inclui o Razer Synapse (um sistema gratuito para configuração de recursos de seus produtos), o Razer Chroma (tecnologia proprietária de retroiluminação RGB) e o Razer Cortex (software desenvolvido para melhor o desempenho de games e que atua no centro de toda a experiência do jogador). Entre os serviços oferecidos está o Razer zGold, um dos principais serviços de crédito virtual do mundo para jogadores que permite comprar produtos e itens virtuais de mais de 2.500 jogos diferentes.

    A empresa tem nove escritórios em todo o mundo e é reconhecida como a marca líder para gamers nos EUA, Europa e China. Fundada em 2005 e com sede em São Francisco e Cingapura, a Razer é apoiada por investidores institucionais, como a IDG-Accel, a Intel Capital e a Horizons Ventures.