A Marvel Comics revelou esta semana que a próxima série Valquíria a ser escrita por Jason Aaro e Al Ewing com artes de Cafu contará com a ex-Thor, Jane Foster no papel titular.
Para descobrir o porquê, você vai ter que encarar alguns spoilers de War of the Realms #2.
O Bleeding Cool comentou sobre como os personagens estavam caindo como moscas em Uncanny X-Men, Guardiões da Galáxia e War of the Realms. E Rich Johnston perguntou o que a War of the Realms #2 significaria para a próxima série da Valquíria porque, bem… Ela está morta!
“Não é como a velha Valquíria. Brunhilde está disponível para consulta ocasionalmente, mas ela não pertence mais ao mundo dos vivos – por isso Jane está sozinha. Dito isso, ela tem algo que não foi visto antes no mundo de Asgard – que foi forjado nos incêndios da Guerra dos Reinos, que pode mudar sua forma e ser o que o usuário precisar – incluindo asas! O que não significa necessariamente que não há mais pégasus.”
E descreve o que esperar da HQ:
“Há uma linha em Valkyrie #1: ‘Thor é um deus, Valquíria é um trabalho.’ Jane sabe como ser Thor, mas o papel de Valquíria – o guerreiro que luta pelos vivos e pelos mortos, e fica entre os dois – é uma esfera muito diferente. É uma tarefa sagrada e traz habilidades adicionais – e responsabilidades – próprias. Como a primeira de uma nova geração de Valquírias, Jane tem que decidir por si mesma o que essa tarefa envolve, e isso é uma grande parte do que vamos explorar nesta série. Se você está lendo isso, você sabe quem é Valquíria, mas também o que ela é e que é um dos grandes fundamentos filosóficos da mitologia.”
Com o lançamento de X-Men: Fênix Negra nos cinemas em menos de dois meses, muitos fãs já estão ansiosos para ver os mutantes no Universo Cinematográfico Marvel quando a franquia inevitavelmente for reinicializada. Mas há um outro filme sobre o assunto que tem fãs imaginando o que o futuro reserva para os X-Men, já que Os Novos Mutantes pode mais uma vez ser atrasado.
De acordo com o iHorror, tudo indica que Os Novos Mutantes foi adiado novamente, sendo removido de sua data de lançamento em agosto para outra data indeterminada. Esta seria a terceira vez que o filme foi adiado desde a data original de estréia de abril de 2018.
A saga em andamento em torno d’Os Novos Mutantes foi confusa para dizer o mínimo. Quando o filme foi originalmente atrasado, as notícias indicaram que o script receberia algumas mudanças e que refilmagens significativas adicionariam um novo personagem ao enredo.
Essas refilmagens ainda não aconteceram, e o diretor Josh Boone, desde então, parece estar bastante focado na próxima série baseada em The Stand, de Stephen King.
Ainda não há nenhuma palavra sobre quando as refilmagens acontecerão, mas outros rumores sugerem que o filme pode não ser lançado nos cinemas. Alguns sites especializados dizem que Os Novos Mutantes serão despejados sem a menor cerimônia em um serviço de streaming como o Hulu ou o Disney+ depois que ele for lançado.
O produtor Lauren Shuler Donner comentou anteriormente que ela preferia ver o filme lançado nos cinemas por causa do esforço do elenco e da equipe.
“Eles trabalharam duro nisso. Eu quero ver isso liberado (teatralmente), eu odiaria vê-lo jogado no Hulu, por exemplo.”
A atriz Maisie Williams, que desde então filmou a última temporada de Game of Thrones, também não está certa sobre o status do filme:
Ao longo de sete temporadas, Game of Thrones foi envolto em mistério sobre seu passado e o envolvimento dos Filhos da Floresta. Nós aprendemos recentemente que a crescente ameaça do Rei da Noite e do Exército dos Mortos se originou das ações das Crianças, possivelmente condenando os Sete Reinos.
Os Caminhantes Brancos e as Crianças empregaram muitos símbolos misteriosos ao longo dos anos, e só conseguimos adivinhar seus significados. Agora, o roteirista de Game of Thrones, Dave Hill, que escreveu o episódio de estréia “Winterfell”, falou sobre o significado desses símbolos.
“Como vimos com Bran e o Corvo de Três Olhos, o padrão em espiral era sagrado para os Filhos da Floresta, que criaram o Rei da Noite sacrificando um homem capturado em uma espiral de pedras. O Rei da Noite então adotou o símbolo como uma espécie de blasfêmia, como Satanás com a cruz de cabeça para baixo.”
Nós vimos pela primeira vez um símbolo na cena de abertura do episódio piloto, quando os guardas da Patrulha da Noite viajaram para além da Muralha e se depararam com um assentamento de pessoas mortas, seus corpos dispostos em um losango com uma linha passando por ele.
Mais tarde, vemos uma espiral de partes de cavalos mortos, e então finalmente conseguimos ver a criação de um Caminhante Branco quando o Rei da Noite transforma um bebê – no centro de uma área sagrada com pedras dispostas em outra ordem misteriosa.
Todos esses símbolos ganham mais importância quando Bran Stark vê a criação do Rei da Noite pelos Filhos da Floresta no centro de uma espiral, indicando que a ameaça dos mortos foi criada pelas Crianças em sua batalha contra os Primeiros Homens.
Jon Snow e Daenerys Targaryen descobrem desenhos de cavernas desses símbolos na ilha de Pedra do Dragão, mostrando uma história em que os Primeiros Homens e os Filhos da Floresta eventualmente deixaram de lado suas diferenças para combater a ameaça do Rei da Noite.
Os Caminhantes Brancos continuarão a perverter Westeros em sua tentativa de destruir todas as coisas vivas. Descobriremos se eles serão bem sucedidos enquanto a temporada final de Game of Thrones continuar aos domingos na HBO.
E ouça também nosso Martelada, o podcast do Feededigno sobre o que esperamos da última temporada da série, com direito a bolão de quem vive, quem morre e quem vira um Caminhante Branco:
A Universal Pictures acaba de lançar o segundo trailer de Velozes & Furiosos: Hobbs & Shaw (Fast & Furious Presents: Hobbs & Shaw) – que traz Dwayne Johnson e Jason Statham como protagonistas. A prévia apresenta mais ação, uma intensificada parceria entre os personagens e ainda introduz parte de suas famílias.
Assista abaixo o trailer legendado:
Filmada em Londres e Samoa, a produção é um filme independente da série Velozes e Furiosos – uma das franquias mais queridas e conhecidas do cinema de ação.
Com roteiro de Chris Morgan e direção de David Leitch de Atômica e Deadpool 2, o novo longa apresenta uma história a parte e introduz novos personagens.
A dupla Luke Hobbs (Dwayne Johnson) e Deckard Shaw (Jason Statham) aparece em uma parceria inesperada. Os protagonistas, rivais em Velozes & Furiosos 7 em que foram alvo de criticas positivas por conta das cenas de luta – agora se aliam contra Brixton, interpretado por Idris Elba.
Velozes & Furiosos: Hobbs & Shaw chega aos cinemas brasileiros em 1º de agosto.
O universo de Invocação do Mal ganha mais um spin off com uma família atormentada por assombrações de espíritos amaldiçoados. A Maldição da Chorona, de Michael Chaves, entrega um enredo fraco e já desinteressante, além de uma entidade visualmente saturada no gênero.
Dá para perceber um esforço técnico do diretor, mas, novamente, temos aqui um filme que só serve para aumentar a lista do terror dessa geração.
A Maldição da Chorona conta a história da assistente social Anna Tate-Garcia (Linda Cardellini), uma viúva que cria seus dois filhos sozinha e, ao mesmo tempo, investiga um caso sobrenatural sobre a entidade La Llorona.
Os atores: Roman Christou, Linda Cardellini e Jaynee-Lynne Kinchen
A maldição conta a história de uma mulher que afogou seus próprios filhos e depois comete suicídio, se debulhando em lágrimas antes de morrer – condenando-a a chorar eternamente, capturando as crianças de outras famílias para substituir sua prole.
Por tratar-se de um filme do universo compartilhado de James Wan, A Maldição da Chorona possui diversas semelhanças em seu enredo: uma família desconstruída em uma década na qual as mulheres ainda são vistas como o elo fraco da relação – com uma mãe solteira que precisa lidar com a perda do marido, seja por meio de um divórcio complicado, como no segundo filme da franquia Invocação do Mal, ou seja por uma morte inesperada.
Um dos poucos acertos do longa é a questão da psique dos personagens – que sempre fica entre a loucura e a sanidade. E por se passar nos anos 70, o diretor Michael Chaves sucede ao não utilizar aparelhos eletrônicos que poderiam auxiliar os protagonistas a provarem a existência real da entidade. Essa foi uma forma interessante de trabalhar as aparições, justamente pela família não saber se aqui era uma alucinação ou não.
Outro ponto positivo – mas que ainda assim não salva o longa -, são as técnicas utilizadas pelo diretor. Em determinada cena, observamos um plano sequência que situa muito bem o espectador dentro da casa (aqui, temos mais uma referência ao clássico de Wan que utiliza a mesma técnica, com a mesma finalidade). Além disso, Chaves faz um ótimo jogo de luz e sombra, adicionando visualmente a técnica à história do filme.
Infelizmente, paramos por aí…
O longa falha em diversos momentos, desde as características dos personagens, até as questões de roteiro, tornando-se pouco relevante. A protagonista Anna Garcia, interpretada pela atriz Linda Cardellini, é a única que se salva em alguns momentos, uma vez que consegue nos passar o desespero da mãe que, a todo o momento, pode perder seus filhos.
O elenco infantil é fraco, assim como o pior personagem do filme, o ex-padre Rafael Olvera (Raymond Cruz), que deveria ser o herói e alívio cômico da trama. Contudo, não tem carisma e fica deslocado com piadas fora do tom e uma atuação mecânica e preguiçosa.
Triste, pois essa é uma realidade completamente diferente do que já foi apresentado pelo ator em Breaking Bad, quando ele interpretou Tuco, o traficante completamente insano.
A maior consideração a se fazer, no entanto, é sobre o ser que leva seu nome ao filme. A própria Lloronanão é um personagem ruim de todo, mas tem muitos problemas em sua direção, que não se decide se ela é apenas uma assombração ou se possui o estilo slasher.
A maquiagem mal-feita nos mostra um visual tosco, fazendo com que o espectador fique incomodado e até constrangido em cenas estranhamente longas da assombração.
Os inúmeros jump scares, decisões erradas dos protagonistas e um terceiro ato arrastado, tornam o filme cansativo, mesmo que ele tenha apenas uma hora e meia de duração.
Os personagens mudam de ideia facilmente, mostrando que tem pouca personalidade. De um todo, a história é muito simplista: um fantasma que aparece e desaparece a todo o momento até a hora do real enfrentamento – técnica muito utilizada e já batida em filmes do gênero de terror.
Michael Chaves ficou preso a nova fórmula de terror e, apesar do esforço, não conseguiu se distinguir dos demais. A Maldição da Chorona até tinha algum potencial, mas com atuações ruins, um roteiro raso e pouca inspiração, o filme entra na lista dos terrores esquecíveis. É um bom divertimento para um domingo à noite, mas nada além disso.
Confira o trailer legendado:
A Maldição da Chorona chega hoje aos principais cinemas do país. E aí, está disposto a encarar “essa assombração”? Se for, lembre-se de voltar aqui e deixar sua avaliação 😉
The Gifted trouxe aos fãs uma nova visão do universo dos X-Men nos últimos dois anos, mas parece que a jornada da série está chegando ao fim.
De acordo com o The Hollywood Reporter, a Fox optou por não renovar The Gifted para uma terceira temporada.
O drama live action está entre os primeiros cancelamentos da recém-independente rede da Fox Entertainment, junto com a série de comediantes Rel. Ambas as séries são feitos pela 20th Century Fox Television, que agora pertence a Disney após a compra histórica dos ativos da Fox pela empresa.
A série, que estreou em 2017, segue a família Strucker, cuja vida é virada de cabeça para baixo quando eles descobrem que seus filhos têm habilidades mutantes. Os Struckers logo se tornam parte de uma rede subterrânea de mutantes, quando são lançados em uma guerra que não esperavam.
O produtor Derek Hoffman comentou anteriormente sobre a série:
“Nós realmente tentamos descobrir que eles não são muito diferentes de você e eu, e que, esperamos, as experiências deles sejam relacionáveis com o público, que eles passem por coisas relacionadas ao público.”
Enquanto parece que The Gifted está em espera por enquanto, o Deadline diz “há uma chance” de que a série possa encontrar um novo lar dentro da família Disney, seja através da Freeform ou do Hulu.
Para os fãs da série X-Men, esta certamente será uma notícia desagradável, especialmente considerando como terminou a segunda temporada.
A atriz Emma Dumont, que interpreta a mutante Polaris, brincou sobre o que teria por vir:
“Há 100 por cento de angústia, mas não é o que as pessoas pensam. Talvez uma nova dimensão? Talvez um novo mundo? Talvez uma nova facção? Talvez um novo personagem de quadrinhos? Literalmente, é a torção mais louca. Ficamos todos chocados, tipo, ‘O que é isso?’.”
O que você acha do cancelamento de The Gifted? Tem acompanhado a série? Deixe seus comentários abaixo!