O mundo ficou de coração partido ontem, quando ficamos sabendo que a Catedral de Notre Dame estava em chamas. O prédio, que era considerado um dos maiores exemplos da Arquitetura Gótica Francesa, tem 800 anos, e é grande parte da história do país.
O fogo que queimou a catedral durante a noite, só conseguiu ser apagado pela manhã, e os planos para a reconstrução do monumento histórico já estão a caminho.
De acordo com notícias, o prédio será restaurado tão próximo à sua glória original quanto possível, significa que os arquitetos e construtores estudarão fotos hiper-realistas e vídeos da catedral para recriá-la tão fielmente.
Um desses trabalhos digitais supracitados para auxiliar na restauração, está presente em Assassin’s Creed: Unity da Ubisoft.
A artista digital de Unity, Caroline Miousse, conversou com o The Verge alguns anos atrás a respeito de sua criação da catedral no game.
O The Verge falou:
“No caso de Notre Dame, facilmente a maior estrutura no game, significou recriar uma versão da catedral que na verdade não existia naquela época. A artista digital Miousse passou literalmente anos vendo e revendo detalhes do projeto. Ela analisou profundamente fotos para acertar na arquitetura, e trabalhou com artistas de texturas para ter certeza que cada tijolo estivesse onde devia estar.”
I don’t know if this is insensitive, but I decided to relaunch AC Unity and visit the Notre Dame. It’s amazing how detailed it is. pic.twitter.com/e1zUdd4uJb
De acordo com uma notícia do GPSWorld, é mapeamento 3D assim que ajudará na reconstrução de uma das estruturas mais famosas da França. Graças ao mundo dos video games!
Não está claro ainda quão extenso foi o dano em Notre Dame depois do fogo, e a causa da chama ainda é desconhecida até o momento.
Confira a Catedral de Notre Dame no vídeo de Assassin’s Creed Unity:
No primeiro grande projeto da Panache Digital Games, Ancestor: The Humankind Odyssey, você pode jogar como um macaco que precisa descobrir, expandir, e mais importante, evoluir para levar seu clã até a próxima geração. Para tal, seu personagem no game, precisa comer, beber, e dormir adequadamente para enfrentar as terríveis chances, incluindo cobras venenosas, grande javalis, crocodilos mortais, pássaros perigosos e muito mais.
Ancestors é um game em terceira pessoa de mundo aberto e sobrevivência que será lançado para PS4, Xbox One e PC ainda esse ano. O game será publicado pela Private Division, criada por Michael Worosz da Take-Two Interactive.
Ancestor: The Humankind Odyssey está sendo dirigido por Patrice Désilets, uma das mentes por trás de Prince of Persia: The Sands of Time, o Assassin’s Creed original, e Assassin’s Creed II da Ubisoft, então pode ter certeza que Ancestors contará com muitas árvores para escalar – mas não será tão automático, já que o protagonista humanoide pode acidentalmente errar um dos galhos que você está tentando mirar.
Confira os 20 minutos de Ancestors: The Humankind Odyssey abaixo:
“Embarque em uma das mais incríveis odisséias conhecidas pelo homem: a evolução humana. De 10 milhões até 2 milhões de anos atrás, comece sua jornada, “Antes de Nós”, no período Neogeno na África.
Explore o lindo, porém impiedoso mundo, desde balançar em árvore até perseguindo presas através da savana dourada. Decida quais atributos aprender e aprimore para passar o conhecimento para gerações futuras, desde fabricar armas e melhorar suas táticas evasivas contra predadores.
Como na vida real, não esqueça de comer, beber e dormir para se manter vivo e ter energia para enfrentar qualquer perigo que aparecer na sua frente.”
Ancestors: The Humankind Odyssey será lançado em 2019 para PlayStation 4, Xbox One e PC.
Em uma entrevista recente durante a Star Wars Celebration, o diretor do game Star Wars Jedi: Fallen Order – Stig Asmussen – foi perguntado a respeito do sistema de combate e como os jogadores enfrentarão os diferentes tipos de inimigos.
Asmussen revelou explicando o que ele quis dizer com “combate pensado”:
“Isso significa que você precisa entender não apenas o inimigo que está enfrentando, mas o grupo de inimigos, e cada um deles possui sua própria força, e cada um deles tem uma fraqueza própria. Você precisa descobrir quais habilidades você tem para derrubá-los da melhor forma,”
Stig Asmussen continuou explicando que os inimigos foram criados de uma forma que os jogadores poderão ter uma vantagem usando os upgrades conquistados no meio do caminho, revelando que eles se inspiraram em games como The Legend of Zelda: The Wind Waker e até mesmo na série Metroid.
“Muito da influência dele, você sabe – se você olhar para o game Zelda Wind Waker, como você consegue diferentes habilidades, cada inimigos é feito de uma certa forma, e até mesmo Metroid, ou algo assim, os inimigos são feitos de uma forma certa para que quando você consiga um upgrade, você possa pensar em como você irá abordá-lo, e talvez não seja um desafio tão grande como foram em determinado momento.
Então quando nos referimos ao que fizemos em Star Wars, nós não podemos só criar personagens orientados mecanicamente, com IA para que possamos lutar contra. Eles precisam ser autênticos e reais, em Star Wars.”
Quando Asmussen foi perguntado se em Star Wars Jedi: Fallen Order teremos batalhas contra bosses, o diretor respondeu:
“Sim, com certeza. Vai ter batalha contra boss.”
Confira o trailer de lançamento:
Star Wars Jedi: Fallen Order será lançado em 15 de novembro de 2019 para Xbox One, PlayStation 4 e PC no Origin.
A oitava temporada de Game of Thrones finalmente estreou e mostrou Jon Snow descobrindo a verdade sobre seus pais, explicando ao público em geral a razão dele – e não Daenerys – ser o verdadeiro herdeiro do Trono de Ferro.
Bran Stark ‘warging’
A verdade a respeito dos pais de Jon têm rondado Game of Thrones por toda a série. Inicialmente, as questões rondavam quem era a honrável mulher que poderia ter feito Ned Stark trair seus votos e gerar um bastardo, mas como a série da HBO continuou, os mistérios acerca dos pais de Jon Snow se tornaram ainda mais complicados.
Na sexta temporada, Bran descobriu via visões do Corvo de Três Olhos que Jon não era um filho bastardo de Ned, mas de fato seu sobrinho; filho da irmã mais nova de Ned, Lyanna e Rhaegar Targaryen.
Oficialmente descoberto que Jon Snow, o filho de Rhaegar e Lyanna confirmou uma das mais famosas teoria dos fãs (R+L=J), mas Game of Thrones avançou ainda mais com sua revelação. Enquanto Gilly lia uma passagem de um diário de um dos Septões, que menciona que o casamento de Elia Martell e Rhaegar fora anulado antes do mesmo do casamento com Lyanna e depois disso, Jon nasceu.
Sam revela isso a Jon na estreia da oitava temporada, explicando como ele é o filho legítimo de Rhaegar e o regente por direito de Westeros, e que seu nome verdadeiro é Aegon VI Targaryen.
Rhaegar Targaryen e Lyanna Stark
O público sabe a verdade a respeito dos pais de Jon desde o fim da sétima temporada, quando o último episódio da temporada foi ao ar, quando Sam vai até Bran e conta a ele o que Gilly descobriu em um dos diários dos Septões.
Bran, sendo o Corvo de Três Olhos, então, usa seus poderes para olhar o passado e testemunhar o casamento de Rhaegar e Lyanna, confirmando que o nascimento de Jon não foi fora do casamento, como pensado originalmente.
Isso significa que Jon Snow é o filho legítimo de Rhaegar e herdeiro, vindo antes mesmo de Daenerys (irmã mais nova de Rhaegar) na linha de sucessão. E desde então, os fãs se perguntam a respeito de quando a verdade será revelada por Jon e como isso afetaria sua fidelidade para com sua rainha (sem mencionar o envolvimento amoroso dos dois).
Julgando por quando Sam contou a verdade, a notícia de que Jon é na verdade Aegon VI e com certeza apenas para aumentar as tensões já se formando entre as diferentes facções acampadas em Winterfel. Sam acabara de descobrir que Daenerys executou seu pai e seu irmão, e é aparentemente o que o estimula a contar a verdade para Jon.
Sansa e Arya já consideraram Daenerys, uma invasora estrangeira, e até mesmo Tyrion já expressou sua preocupação a respeito da Mãe dos Dragões sendo incapaz de perder sua natureza vingativa.
O apoio que Daenerys reuniu em Westeros é tênue, e não seria difícil para alguém como Jon suplantá-la como a regente escolhida – supondo, é claro, que isso seja o que Jon quer.
Diferente de muitos personagens de Game of Thrones, ele não busca poder (apesar de sempre ser imposto a ele.). É um traço do que o faz ser a escolha ideal para governar os Sete Reinos – ainda mais do que sua reivindicação legítima ao trono – mas isso pode ser o que o impede de perseguir seu destino.
Jon pode escolher abdicar pelo juramento que ele fez à Daenerys por honra, ou pode escolher manter a verdade em segredo a fim de continuar tendo a seu lado o exército e os dragões para a luta contra o Rei da Noite.
De qualquer forma, haverá consequências, caso Daenerys descubra a verdade, e como Jon reagirá à ser o rei legítimo terá grande implicações a respeito de para onde a oitava e última temporada de Game of Thrones rumará.
Há quase uma década, a gigante Disney vem investindo pesado na refilmagem em live action dos seus clássicos. A magia do cinema em CGI (Computer-Generated Imagery, do inglês, imagens geradas por computador) pode até encher os olhos do espectador, porém, não é o suficiente para tornar Dumbo mais inesquecível que a animação original de 1941.
Dirigido por Tim Burton, o longa gira em torno da família de Holt Farrier (Colin Farrell) que, ao voltar da guerra, encontra seus filhos órfãos de mãe e o circo no qual trabalhava com mais dívidas do que espectadores.
Sem ter o que fazer (antes ele se apresentava para o público a cavalo com sua falecida esposa), o homem fica encarregado de cuidar do filhote de elefante que nasce com orelhas disformes. Logo, as crianças descobrem a incrível habilidade do animal: voar.
Dumbo acaba tornando-se atração principal do circo de Max Medice (Danny DeVito) – em excelente e descontraída atuação no personagem que grita e gesticula na mesma intensidade, rendendo alguns dos poucos momentos de alívio cômico do filme.
O melhor momento é aquele que consegue captar a sensibilidade da fábula: durante os primeiros minutos de filme, vemos a mamãe Jumbo contemplando o voo dos pássaros através das grades da sua jaula pouco antes de dar à luz.
As “asas” do pequeno elefantinho, que o prenderam por muito tempo como a maior piada do circo, também foram aquilo que o levou para o alto – tudo o que a mãe não conseguiu para ela, mas sonhou para o filho.
O longa divide-se em dois arcos, o que torna seus 112 minutos mais tediosos do que emocionantes. A artista circense Colette Marchant (Eva Green) surge no segundo ato junto ao empresário VA Vandevere (Michael Keaton), proprietário da Dreamland, parque temático que produz entretenimento em escala industrial – perspectiva que fica evidente sob a direção característica de Burton.
Pôster com os atores: Danny DeVito, Michael Keaton, Colin Farrell e Eva Green.
A abertura apresenta um letreiro num colorido inconfundível, dissolvendo-se através da fumaça cinza e densa da locomotiva que hospeda a trupe circense – aqui, o filme já demonstra o seu teor dramático em meio a um enredo infantil. Nesse sentido, a adaptação peca ao colocar o personagem principal, Dumbo, como coadjuvante na nova história.
Logo após o nascimento do elefante com orelhas gigantes, é apresentado um show de exibicionismo de “aberrações” ao público. O primeiro ato trabalha justamente com o preconceito que vimos na animação original.
Em uma cena expressiva, Medice esbraveja seu descontentamento ao “encontrar uma aberração de verdade” no filhote recém-nascido. A ambiguidade presente nessa cena ressalta a ignorância das atitudes intolerantes, visto que o personagem de DeVitoé o dono do circo onde o ser excepcional é exaltado.
Dumbo é, antes de tudo, uma fábula sobre liberdade – de uma vida em cativeiro, daquilo que te impede de seguir adiante, ou de ser quem você realmente é. Os efeitos especiais encantam, mas também deixam a desejar em alguns momentos.
Enquanto o pequeno elefante orelhudo cativa o espectador do início ao fim, outras animações notavelmente deixam a desejar, como o desaforado macaquinho que insiste em irritar o personagem vivido por Danny DeVito.
A adaptação traz novos personagens humanos, que dão ao longa uma outra perspectiva, mas também menos marcante. Na versão original de 1941, a mãe de Dumbo e o filhote são os protagonistas. É inegável que na adaptação, as melhores cenas sejam com ambos personagens.
No filme de 2019, a amizade do ratinho Timothy com Dumbo no desenho é substituída pelos menos carismáticos irmãos Joe (Finley Hobbins) e Milly Ferrier (Nico Parker) – ela, em uma interpretação engessada de criança prodígio. Já o roedor não tem papel de destaque no novo longa: aparece apenas em alguns poucos momentos, como uma homenagem ao original.
Os pequenos Joe (Finley Hobbins) e Milly Ferrier (Nico Parker) incentivam Dumbo a voar. Enquanto a menina tem momentos importantes sobre protagonismo feminino no âmbito da ciência, o pequeno perde-se em meio ao enredo do filme, atuando como um mero coadjuvante.
O desfile dos enigmáticos e assustadores elefantes cor-de-rosa não acontece sob as mesmas circunstâncias do clássico: talvez não fosse mesmo uma boa mostrar os devaneios de uma criança bêbada, como acontece com Dumbo e Timothy, após beber uma água batizada com champanhe.
A nova sequência politicamente correta acontece no circo Dreamland como ato antes da primeira apresentação de Dumbo. Novamente, os efeitos maravilham e espantam, mas o seu contexto é tão desinteressante que decepciona.
A Dreamland fictícia é uma mistura dos parques temáticos da Disney com a Fantástica Fábrica de Chocolate (que também ganhou seu remake do mesmo diretor, em 2005). A dobradinha entre a produtora e o diretor é antiga e rentável.
Em 2010, Tim Burton inaugurou a série de regravações das animações clássicas do estúdio com o filme Alice no País das Maravilhas: mesmo sendo um dos longas de maior sucesso comercial em bilheteria, as críticas ao filme não são satisfatórias.
Ainda este ano, ocorrerão as estreias de outros dois remakes da bilionária Disney: Aladdin e O Rei Leão. Nesta perspectiva, Dumbo atuou mais como parte de um projeto ambicioso do que um filme de qualidade. Enquanto a readaptação da história deixa a desejar, os efeitos entregam um novo visual sobre a história do personagem — mas, cinematograficamente, não traz nada de inédito ou que acrescente.
Assista ao trailer legendado:
Dumbo chegou aos cinemas no dia 28 de março. O filme rendeu uma das piores estreias das recentes adaptações em live-action da Disney, fazendo US$ 45 milhões no seu primeiro final de semana. A expectativa do estúdio era de US$ 50 milhões.
E aí, já assistiu? Deixe seu comentário e lembre-se de deixar também sua avaliação 😉
O Episódio IX de Star Wars ganhou seu primeiro trailer e teve o título revelado: The Rise of Skywalker (A ascensão de Skywalker, em tradução livre). As novidades foram divulgadas durante a Star Wars Celebration, convenção de fãs para celebrar a franquia que reuniu todo o elenco nesta sexta-feira, em Chicago, Estados Unidos. Entre eles estava Naomi Ackie, nova integrante que viverá a Jannah, uma personagem ainda misteriosa.
Durante o evento, o diretor J.J. Abrams explicou que o filme está em fase final de edição.
Confira o trailer abaixo:
Além disso, o cineasta revelou que o Episódio IX não começa imediatamente depois de Os Últimos Jedi. Durante o painel foi mostrada uma imagem do início do filme onde aparece Rey, Finn, Poe Dameron e Chewbacca juntos, ou seja, diferente de como o longa de Rian Johnson terminou.
Abrams ainda falou sobre o legado da Carrie Fisher e como foi mantê-la na nova película.
“[…] É impossível escalar outra pessoa ou então fazê-la desaparecer. Por sorte, foi um estranho milagre ver que havia algumas cenas não utilizadas de O Despertar da Força e perceber que talvez houvesse uma forma de continuar a sua história com ela.A ideia de tê-la como CG nunca foi cogitada, mas pensamos em escrever cenas ao seu redor[…].”
Muitas teorias em torno do título já estão surgindo, mas tudo indica que o mais provável é que esteja diretamente relacionado com o futuro de Rey, porém ainda não podemos afirmar nada.
O novo filme terá a direção de J.J. Abrams, que também assina o roteiro ao lado de Chris Terrio. Mark Hamill, Daisy Ridley, John Boyega, Oscar Isaac e outros reprisarão seus papeis.
Star Wars: The Rise of Skywalker chega aos cinemas no dia 20 de dezembro de 2019.