O dia do juízo final abre caminho na segunda temporada de Krypton neste primeiro teaser:
De acordo com a descrição da 2ª temporada da série do canal Syfy:
“E se o Super-homem nunca existisse? Estabelecido duas gerações antes da destruição do planeta natal do Super-Homem, Krypton segue Seg-El (Cameron Cuffe), o lendário avô do Homem de Aço, como um jovem que luta para salvar seu planeta da destruição.
A 2ª temporada nos traz de volta a um Kandor modificado, travado em uma batalha pela sua liberdade e seu futuro. O General Dru-Zod (Colin Salmon) agora está no controle. Ele está em uma missão implacável para reconstruir Krypton de acordo com seus ideais e seu futuro conquistando o universo.
Diante de uma perspectiva sombria, nosso herói, Seg-El, tenta unir um grupo disperso de resistentes em um esforço para derrotar Zod e restaurar a esperança em seu amado planeta. Suas chances de redenção estão ameaçadas, porém, por suas táticas opostas, mudando alianças e limites morais conflitantes – forçando cada um deles a determinar individualmente o quanto estão dispostos a ir em busca de um amanhã melhor.”
A segunda temporada de Krypton está prevista para estrear no final deste ano no canal Syfy.
Rogue One: Uma História Star Wars foi o primeiro spinoff lançado pela Lucasfilm e foi um grande sucesso.
Agora Cassian Andor ganhará sua própria série de TV pela Disney+, e isso é prova do quão memoráveis alguns personagens foram.
O filme teve um final bem sombrio e quase todo mundo morreu antes dos créditos rolarem, mas as coisas podiam ser consideravelmente diferentes.
Chris Weitz revelou:
“A versão anterior a [minha] não era todo mundo que morria. Na verdade, ele terminava com um casamento. Eu acho que era a presunção de que a Disney não permitiriam que os personagens morressem daquela forma. Eu sei que era necessário pois ninguém menciona eles ou os vê novamente. Mas também pois nós fizemos tudo isso em torno de sacrifícios e isso foi o certo a se fazer, com todos os personagens morrendo.”
Ele explicou que as versões anteriores a dele do roteiro tratavam a Estrela da Morte de uma forma diferente, e que havia um certo mistério desnecessário a respeito da arma do Império.
“Não estava claro no começo do filme se a Estrela da Morte seria a Estrela da Morte. Havia apenas o sentimento ruim nos integrantes da Rebelião de que havia algo errado e eles precisavam descobrir. Havia um senso de pavor ao longo do filme.”
Rogue One teve seu lançamento atrasado por causa de acontecimentos por trás das câmeras e refilmagens significantes que mudaram a história. Por exemplo, Jyn Erso não enfrentou um TIE Fighter – uma cena presente na maioria dos trailers. Apesar disso, é justo dizer que o final mais obscuro foi a melhor decisão para o filme.
Anthony Mackie, o Falcão do Universo Cinematográfico Marvel e Yahya Abdul-Mateen II o recente Arraia Negra do filme Aquaman, foram escalados para a quinta temporada da série de antologia de ficção científica e vencedora do Emmy, Black Mirror, da Netflix.
Criado e escrito por Charlie Brooker, cada episódio de Black Mirror emprega um elenco diferente de atores para explorar temas ligados à colisão da humanidade com a tecnologia implacável que criaram.
A quarta temporada inclui o thriller espacial “USS Callister“, estrelado por Jesse Plemons, de Breaking Bad, “Hang The DJ“, o pesadelo preto e branco de Maxine Peake, “Arkangel” que foi dirigido por Jodie Foster e o “Museu Negro” de Colm McCarthy.
A Netflix, que tem estado extremamente quieta sobre a próxima temporada, e até o momento não revelou muito sobre o que está por vir para a próxima temporada de Black Mirror.
Mackie será também estará presente na segunda temporada de Altered Carbon, da Netflix como o líder Takeshi Kovacs.
Abdul-Mateen II, visto pela última vez como Arraia Negra no blockbuster Aquaman, está em negociações para assumir o papel principal na sequência de Candyman de Jordan Peele e será visto em Watchmen, da HBO.
Agora que a compra da Fox foi finalmente concluída, parece que o anti-herói Deadpool (Ryan Reynolds) é o único personagem da franquia X-Men que não deve sofrer um reboot pela Disney.
A 20th Century Fox lançou sua série de filmes de X-Men nos anos 2000. E quase depois de duas décadas, do estúdio ter completado a trilogia, ter lançado uma trilogia spin-off estrelado por Wolverine de Hugh Jackman e rebootado a franquia com seus próprios filmes prelúdio.
Em 2016, a Fox lançou o primeiro filme do Deadpool, que foi bem recebido pelos fãs e pela crítica, se tornando o filme da franqui X-Men mais bem sucedido financeiramente.
Entretanto, quando foi revelado que a Disney queria comprar bens da Fox, que incluiam os personagens da Marvel Comics, o futuro dos X-Men e claro, do nosso querido Mercenário Tagarela, Wade Wilson foram colocados em dúvida.
Ainda faltam dois filmes dos mutantes pela Fox a serem lançados; a Disney assumirá o marketing e a distribuição de X-Men: Fênix Negra, mas o futuro dos Novos Mutantes ainda é incerto.
Independente do que vá acontecer com ambos os filmes, parece que os elencos não continuarão os mesmos, e apenas o de Deadpoolirá para a Disney.
Antes da crítica completa, dê um confere em nossas primeiras impressões logo após assistirmos ao filme Nós em sua sessão para a imprensa:
O gênero de terror teve uma renovação forte nos últimos anos. Desde que James Wan criou o “Invocaverso”, tivemos filmes muito bons como Hereditário, Grave, Apóstolo, A Bruxa e Corra!, do próprio Jordan Peele, que ao dirigir Nós, mostrou que é um dos grandes nomes dessa safra de bons diretores.
Adelaide/Addy (Lupita Nyong’o) e Gabe (Winston Duke) decidem levar seus filhos para a antiga casa da praia da família de Addy. Lá, encontram situações estranhas e uma cópia sinistra deles mesmos, fazendo-os lutar pela própria sobrevivência.
Peele inicia a trama de forma aleatória e confusa propositalmente. As primeiras reações que temos é de uma mulher atormentada pelo passado e vários flashes de um quebra-cabeça que serão montados ao longo da história, pois Addy é uma personagem com muita complexidade, demonstrando facetas amorosas, de medo e receio por voltar ao local de origem de seus traumas de infância.
A atuação brilhante de Lupita, uma vez que tanto a versão de Adelaide, quanto a sua cópia, Red, são complementares, uma pelo amor e vida confortável e a outra pelo sofrimento e ódio.
Da esquerda para a direita: Shahadi Wright Joseph, Winston Duke, Lupita Nyong’o e Evan Alex.
A mudança de comportamento é radical e a atriz coloca todo o seu talento em tela, com uma atuação destacada. Outro grande destaque vai para Shahadi Wright Joseph, que interpreta as suas filhas Zora (do bem) e Umbrae (do mal), que intercalando entre a faceta de garota mimada do subúrbio e psicopata implacável, demonstra ser um talento para futuros filmes.
Por fim, Elisabeth Moss e Winston Duke também possuem destaque. Eles entendem o perfil estereotipado de seus personagens e conseguem cativar e assustar o espectador com pitadas de humor e comportamento atormentado em suas cenas como os vermelhos.
A trilha sonora é muito bem trabalhada, nos deixando tensos o tempo todo. O espectador fica imerso e consegue sentir o medo e apreensão dos personagens, mesmo em cenas das quais não há perigo. A atmosfera sombria da noite e a luz do dia fazem com que tenhamos a sensação de que a qualquer momento algo de ruim pode acontecer.
Recentemente Jordan Peele comentou ao Cinema Blend, sobre suas inspirações para a criação da trilha sonora de Nós:
“Eu adoro músicas que tocam nossos sentimentos mas também contém algum elemento assustador. A batida das músicas que eu produzi é inerentemente confusa, quase remanescente da trilha sonora de A Hora do Pesadelo. Então essas foram as ideias que eu queria trabalhar, e as músicas escolhidas acertaram em cheio.”
Já o terceiro ato é o único ponto mais baixo do filme, deixando alguns furos que podem ser relevados, mas que fecham a trama de forma um pouco disforme do que é trabalhada, entretanto, nada que atrapalhe a ótima experiência que temos ao longo do filme.
Jordan Peele deixou de ser uma promessa e se tornou um diretor consolidado. Com um orçamento de 20 milhões de dólares, conseguiu fazer um filme que mistura arte com entretenimento, tornando-se uma das referências de sua geração.
Confira abaixo o trailer legendado:
Nós chega aos cinemas nesta quinta-feira, 21 de Março. Não deixe de conferir e lembre-se de voltar aqui para deixar seus comentários e sua avaliação 😉
Depois de uma longa doença, Larry DiTillio faleceu em 16 de março, aos 71 anos. Seu trabalho fez parte da infância e juventude de muitas pessoas.
Lawrence “Larry” G. DiTilliofoi roterista principal de He-Man e os Mestres do Universo na Filmation e logo depois desenvolveu o spin-offShe-Ra – A princesa do poder ao lado de J. Michael Straczynsky, que se tornara seu “aprendiz” e melhor amigo.
Infelizmente, Larry desenvolveu o mal de Parkinson que foi se agravando com o passar do tempo. A última entrevista de DiTillio foi na Power-Con2012, uma convenção voltada a franquia He-Man e She-Ra.
Larry DiTilliotambém participou como roteirista de diversas animações famosas como The Real Ghostbusters, Centurions, Jayce e os Guerreiros Cósmicos, Bionic Six, Captain Power, Peter Pan, Beast Wars e outros.
Para os fãs de RPG, Larry DiTillio será lembrado principalmente pelos incríveis suplementos Masks of Nyaralthotep, um suplemento de Call of Cthulhu considerado o melhor já feito pela Chaosium, bem como The Isle of Drakensmokepara Tunnels and Trolls.