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    John Wick: Capítulo 3 | Confira o primeiro trailer

    O trailer completo de John Wick: Capítulo 3 – Parabellum foi lançado, e mostra John Wick (Keanu Reeves) em sua glória. No filme altamente esperado, o trailer apresenta Reeves, Ian McShane, Lance Reddick e Laurence Fishburne em seus respectivos retornos para a franquia.

    O trailer também conta com a estréia de Sofia, interpretada por Halle Berry, uma assassina que deve vir em auxílio de Wick durante o filme. O desempenho de Berry é um dos melhores de sua carreira, de acordo com Reeves.

    Reeves disse anteriormente à ExtraTV:

    “Ela é absolutamente surpreendente. Ela consegue fazer algumas coisas muito legais. Este é outro nível. E ela o ultrapassou.”

    O diretor Chad Stahelski, disse à EW que Wick e Sofia são duas ervilhas em uma vagem com histórias muito parecidas e que seus cães existem sequências que giram em torno dos cães:

    “Enquanto o filhote de John era um símbolo de sua esposa, os dois cães de Halle simbolizam alguém que ela perdeu. Eles são como os assistentes caninos de Sofia…. Eles funcionam muito bem taticamente.”

    Keanu Reeves, Ian McShane, Lance ReddickLaurence Fishburne, Ruby Rose e John Leguizamo estão prontos para reprisar seus papéis. Os novatos incluem Halle Berry, Mark Dacascos, Ásia Kate Dillon, Anjelica Huston, Robin Lord Taylor e Jason Mantzoukas.

    Confira o trailer oficial:

    O que você achou do trailer? Você está ansioso para o terceiro filme de John Wick? Deixe-nos saber seus pensamentos nos comentários abaixo.

    John Wick: Capítulo 3 – Parabellum está previsto para lançamento em 17 de maio.

    TBT #3 | Blade Runner – O Caçador de Androides (1982, Ridley Scott)

    Blade Runner é um clássico da ficção-científica que foi lançado em 1982, dirigido por Ridley Scott, e estrelado por Harrison Ford. O filme é uma adaptação do livro Androides Sonham com Ovelhas Elétricas, do autor Philip K. Dick, lançado em 1968.

    Em sua obra, K. Dick imaginou um ano de 2019 imensamente diferente do que vivemos hoje. Carros voadores, androides e uma cidade quase que repleta de neons nos apresentam um futuro distópico.

    Tendo uma temática noir tech, o filme de Scott foi um divisor de águas para o gênero, assim como outras ficções científicas que vieram antes dele, e se tornou referência para filmes futuros, sendo o primeiro a abordar o subgênero do sci-fi, o cyberpunk.

    O roteiro de Hampton Fancher e David Webb leva os espectadores a uma Los Angeles distópica, em que a parte mais abastada da sociedade resolveu viver em colônias espaciais, fundadas basicamente por trabalho escravo de androides – ou replicantes –, criados por uma das grandes empresas que ditam o rumo da sociedade na história, a Tyrell Corporation.

    Quem nos guia por toda história é Deckard (Harrison Ford), um Blade Runner (caçador de replicantes), que tem a missão de encontrar os replicantes responsáveis por um massacre em uma das colônias e dar um destino a eles, ou seja “aposentá-los”.

    Os replicantes que são criados a nossa imagem e semelhança, tem apenas 4 anos de existência. Alguns deles quando cientes de seu futuro, podem sair do controle, e é quando os Blade Runners são necessários.

    Com um incrível design de produção, o filme nos deixa boquiabertos se compararmos a quantidade de detalhes presentes em uma produção de 1982, desde painéis em neon a carros voadores, sendo até mesmo engraçado ver como Philip K. Dick imaginava o futuro. A direção primorosa de Ridley Scott, nos faz sentir empatia até mesmo pelos “vilões”, que vão além do preto e branco, revelando uma profundidade muito maior do que o esperado.

    Blade Runner – O Caçador de Androides apesar de não ter se saído tão bem quando foi lançado, atingiu o status de cult nos últimos anos, sendo aclamado e tendo recebido até mesmo uma continuação em 2017.

    “Eu não sei porque ele salvou a minha vida. Talvez naqueles últimos momentos ele amava a vida que ele jamais teve. Não apenas a sua vida – a vida de ninguém, a minha vida. Tudo o que ele queria eram as mesmas respostas que o resto de nós quer. De onde foi que eu vim? Para onde vou? Quanto tempo eu tenho? Tudo que eu podia fazer era sentar lá e vê-lo morrer.” – Rick Deckard

    Confira o trailer:

    E aí, curtiu a indicação? Lembre-se de voltar aqui depois de assistir para comentar o que achou do filme ?

    Confira também nossas últimas indicações:

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA: TBT #1 | Footloose – Ritmo Louco (1984, Herbert Ross)

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA: TBT #2 | O Silêncio dos Inocentes (1991, Jonathan Demme)

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    Xenon Racer: Novo trailer apresenta pistas do game

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    A SOEDESCO anunciou a chegada do futurista jogo de corrida estilo arcade, Xenon Racer, no dia 26 de Março. Xenon Racer chega ao PlayStation 4, Xbox One, Nintendo Switch e PC.

    Para todos os três consoles, o jogo será lançado em mídia física e digital. Adicionalmente, uma versão digital será lançada para a Steam. O novo trailer mostra todos os sete locais diferentes do jogo, incluindo quatro pistas novas nos Estados Unidos, na França e China. Cada local oferece múltiplas oportunidades de corrida, com pistas diferentes que podem ser percorridas em ambos sentidos.

    Confira o trailer:

    O futuro da corrida

    No ano 2030, os primeiros carros voadores foram inventados e a Federação Mundial de Campeonatos de Corrida está se preparando para um nova era de corrida com carros híbridos. Para que os times tenham tempo para se adaptar a essa transição fundamental, a Federação decretou uma pausa na temporada. Porém, quatro dos principais fabricantes de carros híbridos eléctricos decidiram se unir e ignorar o decreto, organizando assim “Xenon“, um campeonato único para corredores novatos testarem esta nova tecnologia com protótipos de carros que usam uma combinação de eletricidade e gás Xenon.

    A Federação não aprova deste campeonato ilegal e a falta de aprovação significa que as pistas internacionais para o evento não podem ser utilizadas. Portanto, a ação que desafia a gravidade se toma nas cidades movimentadas do mundo inteiro, como Shanghai na China e Miami nos Estados Unidos. Mas os jogadores também podem dirigir em lugares mais serenos como na Costa Azul da França e Lago Louise no Canadá. Todas essas cidades aparecem no novo trailer.

    Assassin’s Creed: Odyssey | Ubisoft pede desculpas pelo último DLC

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    A Ubisoft lançou recentemente o mais novo capítulo em seu episódico DLC, Legado da Primeira Lâmina para Assassin’s Creed Odyssey, que foi projetado não só para contar a história do primeiro assassino, mas também fornecer conteúdo significativo para Alexios ou Kassandra. Alguns jogadores estão insatisfeitos com as decisões tomadas pelos protagonistas e a Ubisoft admitiu que errou o alvo.

    ALERTA DE SPOILERS DA DLC

    No final do episódio, o personagem do jogador, seja Alexios ou Kassandra, acaba em um relacionamento com um personagem do sexo oposto que aparece pesadamente durante o DLC. Se você escolher abraçá-los ou recusá-los, não importa, Alexios ou Kassandra acabam com eles e produzem um filho. A única escolha que você recebe no assunto é saber se eles produzem a criança por amor ou simplesmente desejo por uma prole.

    Assassin’s Creed frequentemente teve protagonistas que eventualmente tiveram filhos, devido ao modo como a configuração da memória de DNA do jogo funciona. Odyssey pretendia ser um pouco diferente, no entanto, brincando com a mutabilidade do DNA e usando isso para justificar por que havia protagonistas divididos. 

    A própria Ubisoft enfatizou que as personalidades de Alexios e Kassandra foram completamente criadas pelo jogador, de suas naturezas mais simples à sua sexualidade, graças à adição de opções de diálogo no jogo. Mas para os jogadores que acreditavam que seus personagens eram homossexuais através de seus gameplay, o final do DLC foi um “soco no estômago”.

    O diretor criativo de Assassin’s Creed OdysseyJonathan Dumont escreveu um post no fórum da Ubisoft:

    “Queremos estender um pedido de desculpas aos jogadores decepcionados com uma relação de seu personagem no nosso novo DLC, Legado da Primeira Lâmina. A intenção desta história era explicar como a linhagem de seu personagem tem um impacto duradouro sobre os Assassinos, mas olhando através de suas respostas, é claro que perdemos o ponto.

    Nosso objetivo era deixar os jogadores escolherem entre uma visão utilitária de garantir que sua linhagem viva ou formar um relacionamento romântico. Tentamos distinguir entre os dois, mas poderíamos ter feito isso com mais cuidado, já que estávamos caminhando em uma linha estreita entre as escolhas de papéis e a história, e a clareza e motivação para essa decisão foram mal executadas. À medida que você continua a aventura no próximo episódio, Bloodline, por favor, saiba que você não terá que se envolver em um relacionamento romântico duradouro se você não desejar.”

    É uma discussão interessante, embora talvez uma que deveria ter ocorrido dentro da Ubisoft, e não fora dela, sobre como a narrativa de um jogo deve ser afetada pela escolha do jogador. Foi claro que o desenvolvedor disse na E3 que o jogo seria construído com base nas escolhas dos jogadores e que esses seriam respeitados, o que significa que eles definiram o tom para isso no início. Se eles quisessem escrever o personagem de um jeito, eles deveriam ter feito isso quando o jogo foi mostrado e lançado, não seis meses depois do fato.

    Assassin’s Creed Odyssey está atualmente disponível para PlayStation 4, Xbox One e PC.

    Confira o que achamos:

    PRIMEIRAS IMPRESSÕES – Assassin’s Creed Odyssey (2018, Ubisoft)

    CRÍTICA – Assassin’s Creed Odyssey (2018, Ubisoft)

    Vikings: Lagertha “come o pão que Hel amassou” em novas fotos

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    ALERTA DE SPOILER DO EPISÓDIO 18 DA 5ª TEMPORADA

    A rainha Lagertha (Kathryn Winnick) de Kattegat certamente viu seu quinhão de dificuldades em todas as 5 temporadas de Vikings do canal History. Ela perdeu uma filha, lutou, perdeu e venceu guerras, vingou-se contra um abusador, removeu um usurpador e forjou alianças improváveis ​​em vários continentes. E no amor também não foi diferente, já que ela sofreu com todos os seus amantes, exceto por um, e ela ainda é foda mesmo quando está em cativeiro.

    Dito isto, estas novas imagens de Kathryn Winnick no episódio 18 da 5ª temporada são… difíceis de ver.

    Confira abaixo:

    Nós AMAMOS Kathryn “Lagertha” Winnick, o escritor  Michael Hirst e todo o elenco de Vikings, mas esperamos que não seja o fim de uma de nossas personagens mais marcantes.

    A 5ª temporada dos Vikings continua hoje à noite no History.

    Leia também:

    Vikings: 5 curiosidades sobre a série

    CRÍTICA – Como Treinar o Seu Dragão 3 (2019, Dreamworks)

    A franquia Como Treinar o Seu Dragão é uma das mais sólidas dos últimos anos. Com um primeiro filme espetacular e uma sequência que supera qualquer expectativa, a franquia tem como especialidade explorar o emocional como peça-chave na construção de sua trama – e quando falamos em emocional é por fazer chorar mesmo, litros e mais litros.

    Como Treinar o Seu Dragão possui na bagagem três indicações ao Oscar e incontáveis críticas positivas, o que torna enorme a responsabilidade de encerrar com chave de ouro a história de Soluço e Banguela neste terceiro filme.

    A trajetória de Soluço e Banguela possui altos e baixos ao longo dos filmes. Com eles, aprendemos os desafios da transição entre a adolescência e a vida adulta, das responsabilidades herdadas, do luto, de trabalhar em equipe e de dividirmos o peso de nossas obrigações com outras pessoas. É, principalmente, um aprendizado sobre solidão: não precisamos viver sozinhos, todos nós temos espaço para construirmos relacionamentos e aprendermos com outras pessoas.

    No nosso primeiro encontro com a dupla, lá em 2010, percebemos o quão diferente eles são de seus “similares”. É nas diferenças que eles se aproximam, criando uma ligação única e  duradoura. É nessas diferenças que o roteirista e diretor Dean DeBlois consegue criar laços profundos com a audiência, tornando Soluço e Banguela nossos velhos amigos – e que nos enchem de alegria quando retornam para mais uma aventura.

    Em Como Treinar o Seu Dragão 3, encontramos um Soluço mais maduro e evoluído. Após os acontecimentos do último filme, o menino é – obrigado – a evoluir rapidamente, se tornando herdeiro de Berk. O mesmo acontece com Banguela, que se torna o Alfa de todos os dragões. Como já diria outra franquia: “com grandes poderes, vem grandes responsabilidades”. Essa frase se encaixa direitinho nesse caso. Berk depende da liderança de Soluço, e o controle dos dragões depende da força de Banguela.

    É interessante observar como o caminho de ambos cresce ao longo dos filmes. Em 2010, Soluço e Banguela são jovens descobrindo o mundo, seus perigos e diversões. 9 anos depois do seu debut, a dupla está estabelecida, com grandes planos de fazer do mundo um lugar melhor para humanos e dragões. Todos vivendo em harmonia. Claro que isso não quer dizer que eles se tornaram sábios: os desafios e vilões também evoluíram, exigindo que não só os dois, mas todo o grupo, se mantenha cada vez mais atento.

    A trama desse terceiro filme é bem simples: Soluço e sua turma (Bocão, Melequento, Cabeça Dura, Cabeça Quente, Perna de Peixe e Astrid) estão motivados a libertar todos os dragões que estão sob posse de caçadores e trazê-los para Berk. Durante a missão, um novo vilão – Grimmel, o caçador de Fúrias da Noite – surge, obrigando Soluço a procurar um lugar mais seguro para dragões e vikings viverem em paz. Seu pai, Stoico, possuía uma fixação em uma antiga lenda sobre um Mundo Escondido, um lugar onde todos os dragões vivem em segurança, e é para lá que Soluço decide levar todo o seu povo.

    Ao longo da trama, Banguela conhece a Fúria da Luz, uma fêmea de sua espécie.

    via GIPHY

    As cenas de ação da produção são impecáveis, mantendo o bom humor já típico da franquia. É perceptível o quanto os efeitos da animação evoluíram ao longo do tempo, entregando um trabalho visualmente incrível. Inúmeras sequências chamam a atenção ao longo do filme, mas as que se passam dentro do Mundo Escondido são estonteantes! Todo o cuidado foi tomado para que a última produção da franquia fosse de fato deslumbrante – e deu certo.

    É difícil dizer adeus àqueles que nós amamos, mas é necessário sabermos a hora que uma história já rendeu tudo o que deveria. Como Treinar o Seu Dragão possui esse entendimento e entrega um desfecho emocionante, divertido e encantador. É impossível não se emocionar em inúmeros momentos. Ao final da experiência, a sensação que fica é de dever cumprido e de saudade dos nossos velhos amigos.

    Como Treinar o Seu Dragão 3 é uma experiência incrível para crianças, jovens e adultos. A franquia como um todo conversa com todas as faixas etárias, sendo muito feliz em sua construção de valores e lições. Um desfecho perfeito para uma animação que nos faz chorar, rir e que aquece o coração. Nossos amigos vão deixar saudade, mas sempre podemos voltar a visitá-los, quantas vezes quisermos.


     

    Assista ao trailer:

    Como Treinar o Seu Dragão 3 chega aos cinemas nesta quinta-feira (17)! garanta seu ingresso e de toda a família. E lembre-se de voltar aqui e comentar quantos lenços de papel você precisou usar para secar suas lágrimas kkkk