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    God of War: Equipe de produção anuncia o Disco Ouro

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    Um dos jogos mais esperados de 2018 para o PlayStation 4 atingiu agora um marco crítico. No Twitter, a conta oficial do PlayStation anunciou que o próximo God of War conquistou seu Disco de Ouro, o que significa que o jogo está pronto para ser enviado para produção.

    Junto com o anúncio, o diretor do jogo, Cory Barlog, compartilhou seus pensamentos sobre alcançar o marco e refletiu sobre o desenvolvimento do jogo em um post no PlayStation Blog.

    “Isso [Ouro] significa muito mais para mim com este jogo. Tem sido uma jornada longa e cansativa, cheia de risadas, discussões e uma saudável dose de medo – com um lado de dúvida. Esta foi a coisa mais assustadora, mais maravilhosa que já fiz e posso dizer honestamente que nunca teria sido possível sem o apoio total da Sony e o trabalho incansável da incrível equipe do Santa Monica Studio. Passamos por muita coisa juntos e eu não mudaria nada.”

    Veja o recado de Rafeal Grassetti, desenvolvedor brasileiro do Santa Monica Studios sobre o momento especial:

    God of War para PS4 serve como uma espécie de reinicialização para a série. O jogo é enraizado na mitologia nórdica, em vez de grego como seus títulos anteriores e conta uma história mais pessoal com foco em Kratos e seu filho, Atreus. Ele também possui um sistema de combate significativamente diferente, bem como uma técnica cinematográfica que apresenta toda a história em uma sequência ininterrupta sem cortes.

    God of War será lançado para a PlayStation 4 em 20 de abril. O jogo levará cerca de 30 horas para terminar, o que o torna muito mais longo do que seus antecessores, e Barlog confirmou que não incluirá microtransações.

    Leia também:

    God of War: 9 pontos que esperamos no novo game

    Vingadores: Guerra Infinita | James Gunn já assistiu ao filme

    A primeira reação a Vingadores: Guerra Infinita chegou!

     

    Esta não é uma pessoa aleatória na internet, alegando que viu antecipadamente o novo filme – e mais aguardado – da Marvel Studios e oferecendo detalhes não verificáveis. Esta reação vem de uma fonte confiável: o diretor de Guardiões da Galáxia e Guardiões da Galáxia Vol.2, o cineasta James Gunn.

    Ok, seria incrivelmente surpreendente se Gunn tivesse ido ao Twitter depois de uma prévia do filme para dizer: “Este filme é terrível. Eu parei com a Marvel”.

    E, é claro, é literalmente a única reação verdadeira que temos conhecimento deste filme super secreto, o que, por si só, faz com que seja digno de nota.

    Veja abaixo o que James Gunn disse:

    “Vingadores: Guerra Infinita é INCRÍVEL. Uau!!! E isso é tudo que irei dizer por enquanto.”

     

    Na verdade, as primeiras reações provavelmente devem estar a caminho. A Marvel Studios geralmente lança seus filmes cerca de um mês antes de chegar aos cinemas. Assim, o elenco pode dar início à turnê de imprensa nos EUA e depois ir para o exterior. Como a Disney mudou a data de lançamento para o dia 27 de Abril (no Brasil chegará dia 25) no último minuto, este é um cenário único, mas a estréia deve acontecer dentro das próximas semanas, quando as primeiras reações e críticas se seguirão.

    Podemos concluir que, se Gunn assistiu ao filme, isso significa que ele está de alguma forma pode estar próximo de ser exibido para outros diretores da Marvel ou membros da indústria. Preparem-se a Guerra Infinita está próxima!

    Confira na galeria abaixo algumas das principais imagens divulgadas, todas em alta resolução:

    Sinopse: 

    “Quando os Vingadores e seus aliados continuam a proteger o mundo das ameaças muito grandes para apenas um herói lidar, um novo perigo emerge das sombras cósmicas: Thanos. Um infame désposta intergalático, sue meta é coletar todas as seis joias do infinito, artefatos de poder inimaginável, e usá-las para impor sua vontade distorcida em toda a realidade. Tudo que os Vingadores fizeram os levou para esse momento – o destino da Terra e da própria existência nunca foi mais incerto.”

    O filme estreará no dia 25 de Abril. Fique ligado aqui no Feededigno, deixe seus comentários sobre o que você espera de Vingadores: Guerra Infinita e lembre-se de nos acompanhar nas principais redes sociais:

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    Saiba mais sobre o que pode aparecer no filme:

    Pantera Negra: 15 habilidades do Rei de Wakanda

    Doutor Destino: Filme de Noah Hawley é inspirado em Capitão América 2

    O Universo dos X-Men da Fox parece ter renascido nos últimos anos, com diretores mais motivados com filmes como Logan e Deadpool oferecendo alternativas únicas para o gênero comum de super-heróis. Enquanto o futuro da franquia permanece incerto e esperamos detalhes da aquisição dos bens do estúdio pela Disney, futuros projetos do estúdio ainda estão entrando em fase de produção.

    Um dos projetos que foi anunciado no ano passado durante a Comic-Con, foi o filme solo do Doutor Destino, do criador da amada série do Universo X-Men, Legion, Noah Hawley. Enquanto conversava com o The Observer, Hawley revelou que ele ainda tem muito trabalho a ser feito no filme e que ele será um misto de gêneros, bem parecido com Capitão América: Soldado Invernal:

    “O que é interessante no personagem [Doutor Destino], é que ele é Rei de um país na Europa Oriental, e há como o filme não ser um suspense político com gêneros misturados? É algo que Capitão América: Soldado Invernal fez muito bem, é algo como fazer um filme da Guerra Fria dentro de um filme de super-heróis. É diferente disso, mas tenho essa ideia, e eu não quero dizer muito a respeito, mas é uma mistura de gêneros… eu não fui pedido para dar um reboot na franquia Quarteto Fantástico, e por mais fascinante que seja levar esse personagem mal visto e realmente criar um filme sobre ele, onde a pergunta é: Ele é um herói? Ele é um vilão? O que ele realmente quer?”

    Enquanto o nome de Hawley deixa muitos fãs animados, alguns podem ficar menos entusiasmados já que o projeto não dará um reboot na franquia do Quarteto Fantástico. Independente disso, a noção de ver o anti-herói Doutor Destino como o protagonista de um filme próprio, é animador.

    Ainda não sabemos o que esperar do filme, ou para quando será, especialmente com uma quarta temporada de Fargo planejada, e seu novo filme Pale Blue Dot, certamente manterão Hawley muito ocupado. O que mais que a Disney adquiriu poderia entrar nesse bolo?

    Doutor Destino ainda não tem data de lançamento definido. O que você espera do filme solo do anti-herói? E lembre-se de nos acompanhar nas principais redes sociais:

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    Deadpool 2: Liberado novo trailer e está ÓTIMO!

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    A 20th Century Fox lançou um novo trailer de Deadpool 2. Na próxima sequência, Wade Wilson (Ryan Reynolds) enfrentará Cable (Josh Brolin), um mutante do futuro com aprimoramentos cibernéticos e todo tipo de drama familiar. O diretor David Leitch (Atômica) está por trás das câmeras desta vez para filmar o roteiro dos escritores Rhett Reese e Paul Wernick.

    O filme parece uma explosão total, combinando o humor atrevido e irreverente do primeiro filme com o estilo de ação de Leitch. Eles também não estão se esquivando das referências de X-Force. A questão maior é se o público vai ou não se acostumar com Cable, tendo a missão de matar uma criança. Presumivelmente, ele terá uma mudança até o final do filme, mas isso o torna um forte antagonista, com certeza. No mínimo, todas as coisas em Deadpool 2 parecem ótimas, e nós do Feededigno não estamos surpresos que o filme tenha se saído bem nas últimas exibições testes.

    Confira abaixo o trailer legendado:

    Deadpool 2 também é estrelado por Morena Baccarin, T.J. Miller, Zazie Beetz, Brianna Hildebrand, Leslie Uggams, Stefan KapicicKaran Soni e o icônico Terry Crews, nosso eterno Julius e Latrel.

    Deadpool 2 tem estreia prevista para dia 17 de Maio.

    CRÍTICA – Jessica Jones (2ª Temporada, 2018, Netflix)

    Jessica Jones, série da Netflix em parceria com a Marvel, chega a sua tão aguardada segunda temporada. Após um primeiro ano aclamado pela crítica e pelo público, o segundo ano possui a difícil tarefa de manter a qualidade narrativa para construir um caminho sólido e se tornar uma das melhores parcerias Netflix e Marvel, junto com seu companheiro Defensor, Demolidor.

    A segunda temporada de Jessica Jones começa imediatamente após os eventos de seu primeiro ano: Killgrave (David Tennant) está morto, executado pelas mãos da própria Jessica (Krysten Ritter). A repercussão de sua morte inunda os noticiários, tornando Jessica uma figura não só conhecida, como também refém da opinião pública. Seria ela uma ameaça à sociedade?

    Retomando o trabalho da Alias, sua empresa de investigação, Jessica passa pelo estigma de ser uma assassina. Por vezes, pega casos em que os clientes acreditam que ela possa matar outra pessoa – por qualquer motivo. O sacrifício de Jessica é tipificado, basicamente, como uma selvageria, algo que seria intrínseco àqueles que são dotados de poderes especiais.

    Bebendo mais do que o habitual e se envolvendo com caras errados para esquecer seus fantasmas, Jessica está mais quebrada do que nunca. Refém de seus fantasmas e traumas, a heroína não consegue colocar um ponto final em suas angústias, mesmo após a morte de Killgrave. Além de todos os abusos sofridos pela personagem, Jessica também é assombrada pela culpa da morte dos seus pais. E é nessa seara que Trish (Rachael Taylor) surge como um furacão, querendo, a todo custo, descobrir a verdade sobre a IGH (clínica responsável pelos experimentos em pessoas) e sobre o passado de Jessica.

    Durante os 5 primeiros episódios da série, Jessica busca respostas sobre seu passado. Essa linha de desenvolvimento da trama é, sem sombra de dúvidas, a melhor da temporada. Apesar do péssimo “vilão” – é bem complicado nomeá-lo dessa forma – que Jessica precisa lidar em uma batalha por território de mercado, o arco de descobertas e surpresas sobre tudo o que Jessica passou antes de conhecer Killgrave é um dos poucos pontos altos da série. Os devidos créditos devem ser dados a Krysten, pois ela carrega esses episódios nas costas.

    Nesse novo ano, Trish, Malcolm (Eka Darville) e Hogarth (Carrie-Anne Moss), retornam com papéis maiores e com suas próprias subtramas complexas dentro do universo de Jessica Jones, tornando-se, provavelmente, um dos principais problemas da temporada. Aqui eles são utilizados como forma de preencher os massivos 50-60 minutos de episódio no já contestado formato de 13 episódios por temporada – que poderiam ser, facilmente, 10 episódios com qualidade. As histórias paralelas em nada auxiliam a trama principal, apesar de possuírem certa conexão, tornando a narrativa arrastada e desinteressante.

    É possível perceber o quanto essas subtramas atrasam a narrativa no ótimo episódio 7, chamado AKA I Want Your Cray Cray. Aqui temos um flashback de Jessica antes de conhecer Killgrave e o episódio inteiro gira em torno dos acontecimentos de sua adolescência. Sem histórias paralelas para atrapalhar a condução da trama, Jessica possui 54 min para brilhar. Conhecemos seus dramas, vivemos suas experiências e sofremos com suas angústias. Nos momentos em que Trish aparece, conseguimos perceber, mais ainda, o sentimento que as une. Quando juntas, o fato de ambas possuírem problemas e serem incompletas não representa nada. Nesses momentos, elas encontram na outra tudo o que precisam.

    Jessica Jones possuía material para ser bem mais do que foi apresentado em seu segundo ano. Apesar das ótimas frases enaltecendo as mulheres e dos takes menos masculinizados, o segundo ano peca na condução de sua história, querendo ser tudo ao mesmo tempo e não aprofundando em nada. Confusa e perdida, a inserção de Killgrave nos episódios finais traz mais frustração do que ganhos. Infelizmente, suas histórias paralelas – e a perda de qualidade do arco principal a partir do episódio 8 –  tornam a temporada tão ruim quando a série do Punho de Ferro – coisa que acreditávamos ser impossível.

    Avaliação: Razoável

    E você, o que achou da temporada de Jessica Jones? Deixe seu comentário e lembre-se de nos acompanhar também nas principais redes sociais:

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    CRÍTICA – A Odisseia (2016, Jérôme Salle)

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    A Odisseia (L’odyssée, título original) é um filme francês que conta a história real de Jacques-Yves Cousteau, o oficial da marinha francesa, documentarista, oceanógrafo, cineasta e inventor. O homem que ficou mundialmente conhecido por suas viagens e aventuras a bordo do navio Calypso.

    Sinopse:

    “Em 1948, Jacques-Yves Cousteau, sua esposa e filhos moram em uma bela casa com vista para o Mar Mediterrâneo. Mas Cousteau sonha com aventura. Depois da sua invenção do equipamento de mergulho que permite respirar debaixo d’água, ele descobriu um novo mundo. Agora ele quer explorar esse mundo. E por isso, ele está pronto para sacrificar tudo.”

    No elenco principal temos Lambert Wilson que interpreta Jaques-Yves Cousteau de forma maestral, durante os trinta anos da vida do grande capitão – a história se passa entre 1949 e 1979. Audrey Tautou (a eterna Amélie Poulain do filme O Fabuloso Destino de Amélie Poulain) interpreta Simone Cousteau, a esposa de Jacques, e se sai muito bem!

    Após sofrer um acidente de carro que deu fim a sua carreira de aviador, Cousteau voltou o seu interesse totalmente para o mar.  Ele conta essa história ao seu filho Phillipe (Pierre Nineyque possui o mesmo espírito aventureiro do pai.

    A história do filme é contada sob a perspectiva de Philippe e de Cousteau e mostra toda a tragédia familiar e segredos da vida de aventuras ambiciosas do explorador francês. Em um certo momento, Jacques deixa de ser apenas um explorador e se torna uma estrela mundial e faz diversas coisas em prol do dinheiro e da obsessão da conquista do mar.

    A Odisseia não é só um filme para os fãs de Cousteau, mas também é para aqueles que desejam ver uma fotografia incrível, as imagens que são quase uma poesia. Apesar do filme ser uma cinebiografia, este é um filme belo e que usa uma história de família – linda – para ampliar uma tragédia global maior, da qual todos fazemos parte – nem sempre com um final feliz. Vale muito a pena!

    Avaliação: Ótimo

    Confira o trailer legendado:

    https://www.youtube.com/watch?v=88P-IvuzB2k&feature=youtu.be

    A Odisseia, apesar de lançado em 2016, chega hoje a alguns cinemas brasileiros. E você, conhece a história de Jacques Cousteau? Deixe seu comentário e lembre-se de compartilhar a crítica com seus amigos 😉