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    CCXP Worlds: Painel 30 anos de Tartarugas Ninja!

    Começou nesta sexta (4) a CCXP Worlds: A Journey of Hope, primeira edição 100% digital do maior evento de cultura pop do mundo.

    Após um painel inicial no Thunder Arena, com Neil GaimanRoberto Sadovski recebe virtualmente os artistas Kevin Eastman, co-criador dos personagens e o brasileiro Mateus Santolouco que é um dos principais artistas da série em quadrinhos Teenage Mutant Ninja Turtles (Tartarugas Ninja), da editora IDW Publishing.

    Ao relembrar os momentos de criação dos personagens Eastman começa com uma curiosidade:

    “Eu era muito fã de História e de arte… e durante o processo de criação das Tartarugas Ninja, Donaleto quase se chamou Bernini.” 

    Ao ser perguntado a respeito das primeiras publicações e a recepção do público, Kevin Eastman, respondeu:

    “No início a gente apresentou o projeto para muitas editoras. Na época existiam as mainstream (Marvel e DC) e as undergound. E quando conseguimos publicar a edição #1 a verba inicial era para três mil edições dela; mas quando lançamos a edição #2 a primeira edição já vendia mais de quinze mil unidades!”

    Além dos artistas que dão nome as Tartarugas NinjaEastman também tinha outras inspirações:

    “Eu era muito fã de Jack Kirby, mas também sou muito fã dos novos artistas, como o Mateus. É como o trabalho feito com Thor por Kirby e depois por Stan Lee. Muitos desses novos artistas desenham até mais que eu e trazem um novo olhar para os personagens, como por exemplo a minissérie The Secret History of the Foot Clan (A História Secreta do Clã do Pé) do próprio Mateus.”

    Como Mateus Santolouco confessou, para o apresentador da CCXP, que assistia os desenhos das Tartarugas Ninjas e era viciado no fliperama quando garoto, uma pergunta era necessária:

    Qual a frase de Michelangelo era mais marcante; a versão em inglês: “Cowabanga!“, ou a em português: “Santa Tartaruga!“?

    “Pois é, eu mergulhei no mundo das Tartarugas Ninja primeiro pelo fliperama. Eu não conseguia assistir ao desenho já que era justamente no horário em que eu estava na escola, mas depois que eu fiquei superviciado no game, eu passei a gravar o desenho no meu videocassete. Mas como eu conheci o game primeiro, a versão em inglês foi a que me marcou mais.”

    Fechando o painel, Roberto Sadovski tentou colocar os artistas em uma divertida “saia justa” com a clássica pergunta: Qual sua Tartaruga Ninja favorita?

    Santolouco comentou:

    “Depende muito do momento. Quando jogava os videogames, o Donatello era meu favorito, porque era mais fácil de jogar com ele. Com o filme, Leonardo virou meu favorito, adorava a coisa ‘zen’ dele. Mas quando estava trabalhando nos quadrinhos da IDW, Michelangelo se tornou meu favorito. Acho que estava ficando velho, então ter um espírito jovem ajudou a me conectar.”

    Eastman:

    “Michelangelo é o primogênito. Se tivesse que escolher, seria ele pois nasceu antes mesmo de ter esse nome. Mas todos os personagens foram baseados em grupos como Quarteto Fantásticos e X-Men, em que todos tinham opiniões diferentes, mas têm sucesso como time.”

    LEIA TAMBÉM:

    CRÍTICA – Tartarugas Ninja: Coleção Clássica – Vol.1 (2020, Pipoca e Nanquim)

    Além de ser realizada online, a maior parte da programação da CCXP Worlds é gratuita e é possível acessar a plataforma de qualquer lugar do mundo. E acontece entre os dias 4 e 6 de dezembro de 2020.

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    CCXP Worlds: Thunder Arena começa com Neil Gaiman

    Começou nesta sexta (4) a CCXP Worlds: A Journey of Hope, primeira edição 100% digital do maior evento de cultura pop do mundo.

    A programação teve início às 14h, com os apresentadores do Omelete fazendo as honras da casa, e seguirá por todo o fim de semana, levando atores, diretores e quadrinistas diretamente para a casa dos fãs.

    Sem deixar de seguir o distanciamento social, o evento deste ano conta com uma longa lista de atrações: painéis de Mulher-Maravilha 1984, Esquadrão Suicida, O Poderoso Chefão 3, His Dark Materials, Flash, Euphoria, The Walking Dead: World Beyond, entre outros, além da participação de quadrinistas como Jeff Smith, Matt Fraction, Garth Ennis, Kelly Sue DeConnick, Dave Gibbons, Tom King, e claro Neil Gaiman.

    Durante o painel de abertura do Thunder Arena, apresentados por Marcelo Forlani e Marimoon, Neil Gaiman falou um pouco sobre algumas de suas obras, adaptações para TV, suas visitas ao Brasil e obviamente sobre a futura série da NetflixSandman.

    Logo de início, Forlani questiona o autor sobre sua maior obra sobre qual é o legado de Sandman, que prontamente foi respondido com:

    “Sandman não é um legado […] É o presente. Quando olho para trás e lembro quando o quadrinho começou a fazer sucesso, lançamos o modelo graphic novel e em alguns momentos pareceu o fim das revistinhas em quadrinho.”

    Sobre a nova série da Netflix, Sandman, o Gaiman deixou claro para aos fãs sobre a dificuldade ao se tentar adaptar todo o material já publicado, por isso comentou:

    “É a série de Sandman. Não é o Sandman. Não é a HQ de Sandman. É a série.”

    Sobre a linha temporal da série Neil Gaiman fala:

    “A série  se passará em 2021, mas começa em 1926, 1926, 1935 no Sonhar e acredito que somente lá para o terceiro episódio chegaremos aos dias atuais.”

    O autor deixou no ar se a série apresentaria a pandemia de alguma forma, mas ao voltar no tema do distanciamento social, revelou uma divertida curiosidade:

    “Durante a pandemia me descobri como padeiro. Ok, meu primeiro pão ficou duro como concreto e mesmo duas semanas após tê-lo colocado na compostagem ele ainda estava do mesmo jeito, posso dizer que hoje faço pães muito melhores.” 

    MarimoonMarcelo Forlani reforçam para o autor como os fãs brasileiros gastam dele, que rapidamente relembra:

    “Quando estava em São Paulo [sessão de autógrafos na livraria FNAC, em Pinheiros] foi algo inesquecível, eu dei autógrafo para cerca de 700 pessoas e ainda tinham por volta de 500 na fila quando disseram que a sessão estava prestes a terminar. O público restante ficou inquieto e, após ameaçar destruir a loja, consegui convencer a equipe da livraria a continuar com a sessão. Eu assinei para todo mundo e abracei muitas pessoas.”

    E continuou:

    “Quando estive em Paraty (para a Festa Literária Internacional de Paraty) com a minha filha, havia também umas 700 pessoas para eu dar autógrafos. Pessoas que tinham vindo do Rio, de São Paulo, de várias cidades do Brasil. Foi algo incrível.” 

    Além de ser realizada online, a maior parte da programação da CCXP Worlds é gratuita e é possível acessar a plataforma de qualquer lugar do mundo. E acontece entre os dias 4 e 6 de dezembro de 2020.

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    Metal Gear Solid: Oscar Isaac será Solid Snake no filme da Sony

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    A tão esperada adaptação da Sony Pictures para Metal Gear Solid parece ter ganhado um grande impulso, já que fontes dizem a Deadline que Oscar Isaac vai interpretar Solid Snake no filme dirigido por Jordan Vot-Roberts.

    O filme é baseado no videogame Metal Gear Solid criado por Hideo Kojima e publicado pela Konami. O roteiro foi escrito por Derek Connolly, Avi Arad está produzindo e Peter Kang é o supervisor executivo do estúdio.

    O jogo foi lançado para PlayStation em 1998 e segue Snake, um soldado que se infiltra em uma instalação de armas nucleares para neutralizar a ameaça terrorista de Foxhound, uma unidade de forças especiais renegada. O jogo foi aclamado pela crítica, mas sua narrativa que tem um ar cinematográfico sempre fez parecer que uma adaptação para o cinema seria inevitável.

    Não sabemos quando o filme será lançado. Atualmente, o ator está gravando Scenes from a Marriage com Jessica Chastain para a HBO, antes de começar a gravar cenas da série Moon Knight da Marvel, para o Disney+. Ele também estrelará o filme de Barry Levinson, Francis and The Godfather, junto de Jake Gyllenhaal.

    A Sony está esperando lançado uma franquia com Metal Gear Solid, mas isso não funcionou tão bem para filmes como Assassin’s Creed e Need for Speed, então muitos fãs estão com o pé atrás. Isaac estrela o filme de Paul Schrader, The Card Counter e no filme de Denis Villeneuve, Duna, que em breve será lançado no HBO Max no mesmo dia em que chegar aos cinemas.



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    Swallow: Uma releitura do horror nos relacionamentos abusivos

    É impossível separar Swallow (2020) de dois acontecimentos: o primeiro é o movimento #MeToo que se propagou na comunidade hollywoodiana após a condenação do ex-produtor de filmes, Harvey Weinstein, por abuso sexual. A segunda é o lançamento de O Homem Invisível (2020) poucos meses antes de Swallow nos Estados Unidos.

    Esses dois fatores contribuem para a narrativa tanto dentro como fora de tela que o diretor Carlo Mirabella-Davis pretende. Assim como em O Homem Invisível, Swallow é um filme sobre uma mulher vivendo um relacionamento abusivo. Os dois longas apostam no terror social e juntos criam um movimento de filmes de horror com mulheres pós Me Too.

    Não à toa, ambos os filmes são dirigidos por homens, sendo provavelmente um recado de mudança para Hollywood. Porém, se em O Homem Invisível, o diretor Leigh Whannell apresenta uma abordagem mais violenta com ares de final girl. Em Swallow, Mirabella-Davis é mais silencioso, mas extremamente inquietante e agoniante.

    A começar por sua personagem principal. Hunter (Haley Bennett) é uma jovem dona de casa que após se casar com o jovem e rico Richie (Austin Stowell) descobre que está grávida. Nos primeiros minutos do filme, tudo parece perfeito se não fosse o comportamento submisso de Hunter perante o marido e os sogros.

    Nesse sentido, a atuação de Haley Bennett impressiona com a pura docilidade e obediência da personagem. Hunter parece sair de um passado totalmente patriarcal e isso é o que torna a personagem tão intragável. Ela nunca questiona o marido, deixa ser interrompida pelo sogro e acata as interferências da sogra em sua aparência.

    Ao contrário de Cecilia (Elisabeth Moss) em O Homem Invisível que é muito mais compenetrada em sair do seu relacionamento tóxico, Hunter se ilude em boa parte do filme de que é feliz. O fato de Hunter não ter o contato com sua família ou amigos a faz refém daquela situação. Logo, em sua cabeça, se submeter aos outros resultaria no amor que ela almeja.

    Desejo e controle 

    Carlo Mirabella-Davis é perspicaz ao atrelar os sentimentos de desejo e controle em seu filme. Ao ficar grávida, Hunter sente que mais uma vez perdeu um certo controle de sua vida que só caberia a ela. Logo, seu desejo por obter de volta seu próprio domínio se transforma em uma obsessão.

    Hunter começa a sofrer de um transtorno chamado alotriofagia que é o desejo de mastigar ou engolir objetos que não são comestíveis. A doença não é citada no filme, mas é algo ligada a gravidez e problemas familiares. Sendo assim, Hunter começa engolindo uma bola de gude, mas logo passa a objetos maiores e também afiados.

    Consequentemente, Swallow não explicita as pretensões de Hunter. Ao engolir objetos, ela tem o total controle de sua vida e também de sua gravidez. Sendo talvez o único momento em que ela não se sente um brinquedo de seu marido. Logo, Richie se apresenta como o homem perfeito, mas ao menor problema não hesita em humilhar e maltratar Hunter.

    Deste modo, o relacionamento tóxico entre Hunter e Richie configura como uma relação de desejo e controle. O distanciamento dos dois é tão grande que custa ao espectador acreditar que existe amor na relação. Logo, os dois são autoconscientes do seu próprio fingimento e do parceiro também.

    Sendo assim, o filme se arrasta alguns minutos a mais para que Richie e os pais descubram a doença de Hunter. Contudo, o final com um plot apresenta um resquício de esperança para Hunter. No mais, Mirabella-Davis constrói uma personagem inspirada em tantas outras mulheres que vivem caladas perante abusos. É extremamente difícil de aceitar, mas Hunter é real.

    3,5 / 5,0

    Swallow está disponível no streaming Mubi. O Mubi é um serviço de streaming que reúne em seu catálogo apenas produções clássicas, premiadas e consideradas “cult“.

    Confira o trailer de Swallow:

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    CRÍTICA | His Dark Materials: S2E3 – Theft

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    O terceiro episódio da segunda temporada de His Dark Materials foi ao ar na última segunda-feira (30) na HBO. O episódio intitulado Theft seguiu à risca os livros mostrando um lado de Lyra (Dafne Keen) até então pouco explorado na série.

    SINOPSE 

    Lyra ignora tanto os avisos do aletiômetro, quanto do seu daemon Pan e deixa Will (Amir Wilson) em Cittàgazze para ir encontrar a física Mary Malone (Simone Kirby). Em Cittàgazze, Will lê as cartas do seu pai e uma esperança surge, ele também fica sabendo mais sobre a Torre degli Angeli. No mundo de Lyra, Lee Scoresby (Lin-Manuel Miranda) e Sra. Coulter (Ruth Wilson) têm um encontro nada agradável.

    Leia também as críticas anteriores:

    His Dark Materials: S2E2 – The Cave

    His Dark Materials: S2E1 – The City of Magpies

    ANÁLISE

    Theft é quase uma cópia perfeita do livro que deu origem a série, até mesmo seus diálogos soam como as páginas escritas por Philip Pullman (não à toa, o escritor também é produtor executivo da série). Dessa forma, o terceiro episódio de His Dark Materials agrada aos fãs que queriam ver aquela Lyra perspicaz de língua solta.

    Por outro lado, ao formular demais os acontecimentos, o episódio acaba caindo em uma certa mesmice. O que pode muito bem ser explicado se prestarmos atenção a profecia que está atrelada a Lyra. A jovem irá acabar com todo o destino que existe no mundo, mas para fazer tal coisa não pode estar ciente.

    Logo, ao ir contra Pan, que atua como uma espécie de bússola moral da garota, Lyra cai no entrave de sua profecia sem ao menos saber que seus atos por vontade própria são premeditados. Já em Oxford, ela vai ao encontro de Mary. Porém, encontra um policial que está atrás de Will.

    CRÍTICA | His Dark Materials: S2E3 - Theft

    Ao responder as perguntas do policial, Lyra se diverte com as mentiras contadas até que uma pergunta mal respondida revela que ela e Will estão juntos. Seu semblante atrevido muda para uma cara de decepção, Lyra que jurou proteger o amigo o coloca em uma situação delicada. O que resta é Mary ganhar tempo com o policial para Lyra fugir desesperadamente pelas ruas.

    Pan voa na frente como uma águia para guiar Lyra, porém ela encontra justo o carro de Boreal (Ariyon Bakare) oferecendo uma carona. A jovem totalmente desconfortável no carro de um estranho, pede para descer e dessa forma, Lyra perde o aletiômetro. Em poucas horas, Lyra faz uma enorme bagunça que não se justificaria se não houvesse uma profecia. Ou melhor, um roteiro.

    Enquanto isso, Will está preocupado com o sumiço da amiga (e provavelmente cego já que passa pelo bilhete de Lyra sem ao menos notar). Depois de ler as cartas de seu pai, acredita que de alguma forma ele está vivo. Já, rondando pelas ruas de Cittàgazze, ele encontra Angélica (Bella Ramsey) que é uma das crianças que teve os pais consumidos pelos Espectros.

    A garota lhe conta sobre a Torre degli Angeli: É a fortaleza da Guilda, um grupo de cientistas-filósofos que desapareceu na época em que os espectros assumiram. Dessa forma, Will parece interessado no lugar, mas após achar o bilhete de Lyra sua atenção mais uma vez se volta para a amiga.

    CRÍTICA | His Dark Materials: S2E3 - Theft

    Ao atravessar o portal, Will encontra Lyra desconsolada em um banco. Os dois resolvem esperar até anoitecer já que Pan (o daemon mais responsável) lembra que Boreal (Ariyon Bakare) havia dado um cartão a Lyra. Consequentemente, uma das cenas mais encantadoras e pura acontece quando Will leva a amiga para o cinema.

    Logo, ao ser repreendida por Will sobre não levar as coisas a sério, Lyra conta a sobre a morte de seu melhor amigo e também sobre seu pai. Ao passo que Will repreendido admite que estava preocupado com a garota. O momento ainda gera o descobrimento do cinema por Lyra e Pan. O filme do ursinho Paddington na tela cria certa semelhança com a própria Lyra. Já que na cena, Paddington que também é um órfão atravessa um portal.

    O arco dos protagonistas em Theft se fecha com ambos confrontando Boreal. Logo, as máscaras caem e o lorde revela que só irá entregar o aletiômetro se eles trouxerem uma faca que está na Torre degli Angeli em Cittàgazze. Apesar de fazer parte do Magisterium, Boreal trabalha aos seus próprios interesses o que o torna tão perigoso quando Sra. Coulter.

    Lee Scoresby e Sra. Coulter em Theft

    CRÍTICA | His Dark Materials: S2E3 - Theft

    No mundo de Lyra, as coisas estão indo de mal a pior. Scoresby está em busca de notícias de Grumman quando cai uma nova cidade. Ao chegar no bar local pergunta por Grumman e descobre algumas coisas. Primeiro, ele é uma espécie de xamã e cientista. Segundo, ninguém sabe se está vivo ou morto.

    Mas, as pistas levam Scoresby até um observatório e em sua cola alguns soldados no Magisterium (o impressionante é o aeronauta não ter percebido que estava sendo vigiado). No local, Lee Scoresby acaba matando um homem devoto ao Magisterium e dessa forma é preso.

    Para a surpresa dos espectadores, o dirigível de Sra. Coulter para na mesma cidade. O encontro dos dois é breve, mas gera aquele gosto amargo da boca, a cena em si não existe nos livros. Porém, o real problema é no discurso falho.

    CRÍTICA | His Dark Materials: S2E3 - Theft

    Ainda que Sra. Coulter tenha o ímpeto para torturar o aeronauta atrás de informações de sua filha, ela se deixa levar por uma história. Bom, já se sabe que His Dark Materials é uma história que trata sobre pais e filhos. Mas em Theft, fazer Coulter quebrar com Scoresby contando como era torturado pelo pai parece pedir demais.

    É uma tentativa ruim de tentar humanizar a personagem. Só não funciona, como parece desrespeitoso com toda complexidade de Coulter. O mais sensato seria se ela saísse do local para esbravejar com seu daemon. Que por sinal, carrega todo o peso da alma violenta e inferiorizada da personagem. Ao final, ela liberta Scoresby já que entende que Lyra está sendo caçada por todos, inclusive pessoas ruins como ela.

    VEREDITO

    Theft é um episódio de meio caminho. Algumas explicações e tarefas são dadas, assim como, surgem mais mistérios. O interessante é ver como a série aproveita bem os momentos do livro e também como erra em certos aspectos.

    3,5 / 5,0



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    Rocket League: Temporada 2 começa em dezembro com muitas novidades!

    A Psyonix, desenvolvedora de videogames sediada em San Diego, na Califórnia, anunciou a Temporada 2 de Rocket League, que começará no dia 09 de dezembro. A próxima temporada é uma celebração musical, que introduzirá uma nova customização chamada Hinos, novas músicas e conteúdo do artista indicado ao Grammy, Kaskade, por meio de uma parceria com a Monstercat. Além disso, teremos um novo Rocket Pass, uma nova Arena e mais!

    A Temporada 2 de Rocket League terá:

    • Hinos: Essa nova opção de customização permitirá que jogadores selecionem músicas a serem tocadas após marcarem gols na Arena. Mais informações sobre os hinos serão revelados amanhã no site do Rocket League;
    • Música nova e conteúdo de Kaskade: A Psyonix criou uma parceria com a tradicional produtora selo de música eletrônica e produtora do Kaskade, a Monstercat, para criar um EP com músicas especialmente para Rocket League. A primeira música, “Flip Reset“, com WILL K, está disponível no jogo e foi apresentada no trailer da Temporada 2 e em plataformas de streaming (aqui). Músicas e conteúdos adicionais de Kaskade ficarão disponíveis ao longo da temporada;
    • Novo Rocket Pass: O Rocket Pass desta temporada inclui itens com temática musical, alguns dos quais pulsarão e piscarão no ritmo do menu e da música da Arena. O carro R3MX apropriadamente nomeado e mais de 70 níveis de itens exclusivos estarão disponíveis para aqueles que desbloquearem o Rocket Pass Premium;
    • Arena Neon Fields: Essa nova arena inspirada em música eletrônica ficará disponível para playlists online e partidas privadas;
    • Rocket Labs: O Rocket Labs retornará como um Modo por Tempo Limitado casual durante a temporada;
    • Atualizações Adicionais: Novas recompensas competitivas, Desafios, melhorias na Qualidade de Vida e mudanças na loja eSports virão na Temporada 2. Mais informações sobre as mudanças na loja eSports estarão disponíveis no início da semana que vem.



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