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    CRÍTICA: ‘Helldivers 2’ é a diversão intergaláctica ideal para jogar com os amigos 

    Guerras interplanetárias contra criaturas exóticas não é novidade para fãs de um bom jogo de videogame tendo muitos jogos bons, outros nem tanto, e neste mês chegou ‘Helldivers 2‘ um jogo de serviço seguindo esta temática. O título é desenvolvido pela Arrowhead Game Studio responsável pelo capítulo anterior além de outros jogos como Magicka e Gauntlet sendo publicado pela Playstation Studios e a Sony Interactive.

    O jogo de serviço está disponível para Playstation 5 e para PC via steam desde o dia 8 de fevereiro com classificação indicativa para maiores de 18 anos e com localização em português para os menus e áudio.

    SINOPSE

    Helldivers 2 é um jogo de tiro em terceira pessoa baseado em equipes em que as forças de elite Helldivers buscam a vitória num confronto intergaláctico contra a proliferação de ameaças alienígenas. Partindo de uma perspectiva em terceira pessoa, os jogadores contam com uma série de armas (pistolas, metralhadoras, lança-chamas) e estratégias (torres de tiro, ataques aéreos etc.) para enfrentar e aniquilar as forças inimigas.

    É possível ver sangue e membros decepados ao lutar com as forças alienígenas. Esguichos de sangue e desmembramentos podem ser vistos quando os personagens são atingidos por explosões locais ou fogo amigo. Os acampamentos inimigos e os locais de batalhas exibem manchas de sangue e corpos desmembrados.

    ANÁLISE

    Helldivers 2

    Diversão em grupo é o que mais ressaltou aos meus olhos quando comecei a jogar Helldivers 2 e isso não se deve apenas a gameplay como também ao desenvolver a sua ambientação mesmo sendo um jogo de serviço majoritariamente focado em suas mecânicas.

    Falando neste tópico é muito interessante como a Arrowhead desenvolveu um conjunto de mecânicas que utiliza os pontos mais fortes do controle DualSense do Playstation 5. Sendo que cada arma tem uma tensão de botão diferente para a mira quando disparo que trabalham de forma tão harmoniosa com o seu sistema de vibração e isso já fica perceptível durante a missão de tutorial que tem um interessante tom de humor do general que nos ensina a “lutar pela liberdade” da Superterra.

    Helldivers 2 também agrada por ser um jogo que utiliza-se da perspectiva híbrida entre terceira e primeira pessoa, mesmo que sua movimentação seja na postura inicialmente citada com uma câmera sobre o ombro para o combate é possível alternar para a outra durante o combate atendendo quem se sente confortável em um jeito ou outro.

    Helldivers 2

    O que não me agradou tanto foi a lentidão de locomoção durante as fases por ser um tanto mais lento, não fazer tanta diferença em relação a caminhar e a barra de fôlego esgotar-se de uma forma muito rápida tendo um agravante de alguma condição de jogo afetar esse aspecto.

    O visual e temática do jogo claramente inspirado em filmes como a franquia Tropas Estelares e essa influência está espalhada por todo o jogo tornando a experiência de Helldivers 2 altamente divertida e de humor que justifica a sua classificação indicativa além de todo o sangue que espirra na tela durante o jogo.

    Conquistar armas é fácil através do passe de batalha Helldivers Mobilise disponibilizado gratuitamente permitindo acesso a itens cosméticos nessa mesma jornada. Além disso, como esperado em um jogo de serviço, também existe um passe de premium denominado Veteranos de Aço com armas extras, mais itens de personagem, gestos e pontos do jogo.

    O destroier capitaneado pelo seu personagem também é necessário evolui-lo e gerenciar os seus equipamentos por ser uma parte vital para a estratégia durante a incursão em alguma das zonas dominadas pelos autômatos ou insetos, provendo ataques em área e armamento de grande impacto.

    Os suprimentos tem uma boa variedade, algo que também me agradou significativamente por gerar opções para uma estratégia mais agressiva em um objetivo ou algo mais conservador mantendo distância da ameaça.

    Eu tive a oportunidade de jogar sozinho e em grupo sendo a experiência cooperativa muito mais atraente pela emoção a mais trazida às missões, além da necessidade cooperação entre os membros. Trabalhar em equipe em Helldivers 2 é o que define terminar uma missão com sucesso e garantir todos irem para casa, só completar a missão em um sacrifício heróico ou ter uma falha catastrófica.

    VEREDITO

    Helldivers 2 é um acerto por parte de Sony e a Arrowhead trazendo um jogo de serviço em PVE que privilegia a cooperação entre os jogadores para ter sucesso em suas missões, tornando-se uma boa opção para jogadores que gostam de divertir-se com os amigos e ainda buscam um bom desafio.

    4,0 / 5,0

    Confira o trailer de lançamento do game:

    Helldivers 2 foi lançado para o PlayStation 5 e o PC no dia 8 de fevereiro.

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    EU CURTO JOGO VÉIO #1 | ‘The Legend of Zelda: The Minish Cap’ mostra que Zelda é Zelda em qualquer lugar

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    The Legend of Zelda: The Minish Cap‘ ficou por fora do meu radar por muitos anos. Não apenas por não ter tido um Game Boy Advance, mas também por ter focado sempre em games dos consoles de mesa ao invés dos portáteis. Graças à indicação do amigo Daniel Malzhen mergulhei na história do game e me dei conta de que este seria o jogo perfeito para começar nosso mais novo quadro. O “Eu Curto Jogo Véio” veio como uma janela de oportunidade para abordar games que sempre amamos, mas não tivemos oportunidade, nem timing para fazê-lo.

    Agradeço à Nintendo pela oportunidade de jogar o game em seu serviço Nintendo Switch Online, disponível no mais recente console. Desenvolvido pela Capcom e pela Flagship, The Minish Cap diverte apresentado algumas das mais divertidas soluções. The Minish Cap é ambientado muitos anos antes dos acontecimentos de Four Swords, fazendo com que este seja o primeiro game da trilogia The Four Swords.

    Com gráficos adoráveis, uma incrível trilha sonora, reaproveitamento de assets como dublagem de Link (dos jogos do N64), mergulhamos em um mundo em que uma maldição foi lançada na Princesa Zelda e o jovem herói parece ser o único capaz de reverter sua condição.

    SINOPSE

    Um homem misterioso chamado Vaati, que venceu o concurso de espadachins do festival, quebra a espada dos Picori, e com seus poderes mágicos infesta Hyrule de monstros e petrifica Zelda. O rei de Hyrule pede a Link para entrar em contato com os Minish para ver se eles podem ajudar a quebrar a maldição da Zelda.

    ANÁLISE

    Minish Cap

    The Minish Cap surge para mim como uma grata surpresa mesmo quando muito acaba por parecer muito mais do mesmo. Com uma história até então desconhecida por mim, mergulhei no game como quem não esperava muito, mas me surpreendi muito positivamente. Ao longo do game avancei sem olhar pra trás, mas comparando quase sempre o game com outros da franquia nos quais já mergulhei.

    Ao encontrar encarnações diferentes de personagens já conhecidos, me maravilhei, quando conheci as minúcias deste mundo, Ezlo, os Minish e até mesmo Vaati nos fazem entender a razão deste ser um dos títulos mais adorados pelos fãs da franquia.

    Com uma gameplay concisa e um enorme mapa para explorar, The Minish Cap nos oferece uma exploração limitada a princípio, mas limitada apenas às habilidades que nos falta para prosseguir. Mesmo que os diálogos com os NPCs pareçam aleatórios, te indicam para onde seguir, além das marcações no mapa.

    Minish Cap

    E após receber nossa missão, a primeira coisa que temos que fazer é adentrar a Minish Forest, um lugar oculto dos humanos há muito séculos e só se revela para crianças. O game começa a clicar de fato logo em seus primeiros 20 minutos, quando encontramos Ezlo, um chapéu amaldiçoado que fala com nosso personagem.

    Este, conhece um idioma antigo capaz de conceder a Link a habilidade de ficar do tamanho de uma pulga e assim, adentramos em um mundo inteiramente novo. O mundo dos Minish.

    LEVEL DESIGN, HABILIDADES E O MUNDO DOS PEQUENINOS

    Minish Cap

    Ao adentrar na história, Link atua como aquele que pode salvar o mundo. Ou melhor, a princesa Zelda da maldição do mago Vaati. Os problemas causados por Vaati podem estar diretamente ligados à destruição que o mundo podem sofrer, pois agora, não há ninguém para se colocar entre ele e seu objetivo.

    Um ponto interessante do game, vem de podermos explorar um mundo inteiramente novo ao nos tornarmos diminuto. Explorando áreas novas e conhecendo mundos ocultos à olho nu. A coleta de Kinstones é outro elemento interessante, mas cansativo. Diria o único. A criação das Kinstones podem garantir itens únicos espalhados pelo mapa como os Heart Pieces, revelar segredos ocultos e mais.

    Minish Cap

    As habilidades de Link podem ser aprendidas ao longo das aventuras, mas tudo que precisamos para avançar, são armas e itens focados na exploração, como o Sapato Pégaso, a Jarra de Vento ou a Bengala de Pacci. Elementos de progressão como armas dos games anteriores também marcam presenças. Desde bombas, o bumerangue e o arco e flecha, tornam nossa progressão divertida e ligeiramente familiar.

    Um dos elementos que fazem de The Minish Cap uma aventura divertida, é a noção que o game causa dos jogadores de estarmos em um mundo ligeiramente conhecido pelos fãs da franquia, mas com uma exploração completamente diferente.

    Diferente de Link ser o herói da Lenda, ele é a única esperança de Hyrule em impedir que o mundo seja destruído por Vaati, o responsável por roubar a Força da Luz.

    VEREDITO

    Com divertidas boss battles e um incrível boss final, cheguei ao fim de uma das mais divertidas aventuras ambientadas no mundo de Zelda. Estrelando o meu top 6 de games de Zelda, me vi emocionado e me questionando “Por que zerei o jogo tão rápido? Deveria ter aproveitado mais.”

    Ao passo em que cheguei ao fim da história deste game querendo mais, entendo que a alternativa mais inteligente seja talvez deva retornar à trilogia jogando Four Swords, também disponível no serviço Nintendo Switch Online. Com uma gameplay honesta, divertida e simples, o game parece tirar o máximo do controle do Game Boy Advance em sua época e continua encantando nos dias de hoje. Sem mistérios, dificuldade justa e um mundo com áreas abertas, ao chegar ao fim, sua alternativa mais inteligente, talvez seja buscar todas as kinstones.

    Com um visual cativante, história honesta e um mundo inteiramente novo a explorar, talvez você ainda não conheça esta Hyrule como deveria conhecer.

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    REVIEW: ‘Funlab Luminous’ se destaca por seu visual e mostra a que veio

    Nos últimos meses, a Funlab nos enviou um novo controle, o Luminous. O joy-pad da Funlab além de bonito se comporta bem ao longo de testes de estresse e longas horas de uso. Seja por seu botão turbo, os botões macro programáveis ou sua versatilidade, o Funlab Luminous possui uma bateria de 950mAh que pode durar até 12 horas de gameplay se carregada em sua totalidade – o que leva em média 3 horas. Já fizemos o review de outro controle da Funlab no passado, o Firefly. E assim como o testado anteriormente, este não deixa a desejar em nada. Ou melhor, em quase nada.

    Ao longo do tempo de teste, pude analisar o uso não apenas em minhas mãos – já acostumadas a usá-lo – como nas mãos de outra pessoa, como quem o utilizava pela primeira vez. E estas, tiveram as mesmas impressões que eu.

    O joy-pad Funlab Luminous é compatível com Nintendo Switch, PC, Android e Steam OS.

    ANÁLISE

    Luminous

    Caracterizado quase sempre por sua longa e potente bateria, os controles da Funlab se destacam também por sua beleza. O Firefly possui uma beleza única, cujos “segredos” se mantém ocultos até serem ligados. Algo que a Funlab intitula de “Hidden-Til-Lit Display” – ou em tradução livre “escondido até o display ser ligado. Como um controle que segue a temática Zelda, ela se destaca por seu grip confortável, sua versatilidade e a forma como ele se comporta nos mais diferentes tipos de gameplay.

    A versão do Joy-pad que recebemos é a Zonaite Black, uma versão com entalhes em sua estrutura que mostram seus segredos quando acesos, tal como o braço de Rauru utilizado por Link em Tears of the Kingdom. Ainda falando da beleza do controle, é possível utilizar 4 diferentes tipos de iluminação com 7 cores diferentes. Entre os modos de iluminação estão: Respiro, Flash, Firme e Escuro. Estes, só garantem mais charme para suas gameplays.

    Nas mãos, o joy-pad Luminous da Funlab se comporta bem e seu encaixe possui algo que o joy-con do Nintendo Switch não possui, uma pegada mais consistente, um grip melhor. Os dois joy-pads podem ser utilizados independentemente, como um joy-cons.

    Luminous

    Com tecnologias de rápida conexão, o Funlab Joy-pad nos garante um maior retorno quando o assunto é duração de bateria, maior tempo de resposta e funcionalidades importantes para diferentes games, ou modos de game. O botão turbo garante aos jogadores uma maior tranquilidade na gameplay, permitindo que apertemos o botão – para realizar uma determinada ação repetitiva – apenas uma vez ao invés de apertá-lo repetidamente, o que seria normal.

    Os botões Macro te permitem configurar ações, podendo desempenhá-las com apenas um toque. Estes botões traseiros possuem uma qualidade absurda, e a própria Funlab os caracteriza como “Pro-level”.

    No começo deste texto apontei que notei alguns problemas ligados à um detalhe pertinente – notado não apenas por mim, como por outras pessoas que testaram o controle -, para ser mais específico, os gatilhos do controle. Sendo ligeiramente desconfortáveis, os gatilhos possuem uma diferenciação em relação aos gatilhos do joy-con e de outros controles Pro.

    Luminous

    O tempo de reação dos gatilhos do joy-pad são maiores, talvez pela distância do gatilho em relação aos switches, ou algum outro fator que o faça ser assim. Mas ouso dizer que todo o resto faz com que o uso do gatilho ou nos acostumar com seu uso acabam se tornam um fator interessante. Nas primeiras semanas, notei uma resistência no uso, mas com o passar do tempo os gatilhos acabaram por ficar mais “macios.”

    Ou seja, o tempo fez com que o uso do controle se tornasse mais fluído, mas ouso dizer que as diferenças de um controle para o outro pode ser sentida. Então se você usa o Firefly e logo em seguida o Luminous, você vai sentir uma diferença.

    VEREDITO

    Mesmo depois de alguns meses de uso, ouso dizer que o Funlab Luminous continua me surpreendendo, não apenas por seu visual, mas por como ele se comporta. Não apenas se encaixando perfeitamente nas mãos dos jogadores, mas podendo ser usado de maneiras diferentes, ele garante uma maior imersão na experiência de jogar.

    Com um número quase infinito de possibilidades, o Joy-pad Luminous te oferece a opção de alterar as cores de cada um dos joy-pads independentemente, tipo de iluminação, controlar o nível da vibração, além dos diferentes tipos de programação, seja no modo turbo, ou nos botões macro traseiros. Com uma maior variedade não apenas nas possibilidades da gameplay, o joy-pad te faz sentir imerso, independente da sua aventura. Seja pela dirigindo Rainbow Road, derrotando criaturas por Hyrule ou cuidando da sua ilha no Animal Crossing, o joy-pad Luminous da Funlab pode ser a solução perfeita para você.

    4,5 / 5,0

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    CRÍTICA: ‘Bandle Tale: A League of Legends Story’ é um cozy game repleto de surpresas e diversão

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    Bandle Tale: A League of Legends Story é o mais novo game ambientado no mundo criado pela Riot, detentora dos direitos da franquia League of Legends. Enquanto expande ainda mais seu universo, contando histórias ricas em detalhes, Bandle Tale chama atenção por suas mecânicas, gameplay única na franquia, personagens cativantes de um mundo que só continua crescendo. O game é o 5º título de games spin-off da franquia principal que fizemos cobertura aqui no Feededigno. Tendo passado pelas histórias de Miss Fortune, Illaoi, Braum, Ahri, Yasuo e Pyke em Ruined King, a história de Sylas em The Mageseeker, de Ekko em Conv/rgence, e a sensível história de Nunu Willump em Song of Nunu. Bandle Tale te leva por Bandle City, na tentativa de trazer paz ao lugar.

    Bandle Tale: A League of Legends Story chegou ao PC e ao Switch em 14/02/23. Desta vez, a Riot Forge trabalhou em conjunto com a Lazy Bear Games.

    SINOPSE

    Aqui você é um yordle tímido de Novelândia, uma ilha acolhedora e remota onde todos são apaixonados por tudo relacionado a tricô. Depois de concluir seu treinamento que durou 101 longos anos, tudo o que você mais quer é explorar o mundo além dos portais que conectam as outras áreas de Bandópolis, mas esses portais acabam ruindo e tudo vira um caos depois que algo de muito errado acontece em uma festa em que você estava!

    Agora, com sua magia tricoteira especial e determinação inabalável, você precisará se juntar a novos amigos, restaurar os portais e reunir Bandópolis mais uma vez!

    ANÁLISE

    Bandle Tale

    A Riot Games tem expandido o universo de League Of Legends, o MOBA que conquistou diversas pessoas e que está sempre na lista dos jogos mais jogados todos os anos. Apesar do foco em competitivo, a empresa viu oportunidade na lore de LoL e tivemos diversos jogos diferentes com alguns personagens e mundos. Agora é a vez dos Yordles, um dos meus cenários favoritos e com certeza de muitos de vocês.

    Temos legendas em português e também dublagem em algumas cenas, uma dublagem icônica, já que quem narra o jogo é a Tristana (Carol Kapfer), personagem jogável em LoL e em alguns outros títulos também.

    Bandópolis é mágica! Esse é o melhor jeito de resumir, mas de verdade, o design encanta, as músicas cativam, a jogabilidade é tranquila de aprender, você vai aprendendo coisas novas conforme progride e isso torna tudo mais legal, não temos páginas e páginas de tutoriais.

    No começo, você poderá personalizar seu personagem, colocando nome, gênero, características físicas e uma animação de rastro ao correr, caso queira. Você pode mudar a personalização durante o jogo e também destaque para o gênero, já que você pode escolher feminino, masculino e neutro, sendo que ao escolher neutro, sim, os personagens te tratarão no gênero neutro no jogo todo.

    Bandle Tale

    Ao começar o jogo, nossa personagem não quer ir em uma aventura com sua amiga, pois como não tem uma perna, dessa forma, só iria atrapalhar. Duas representatividades bem importantes aqui! Mas um personagem nos ajudará com isso segundos depois e finalmente, temos uma perninha de lã. Agora podemos correr e aí a aventura começa!

    E falando nisso, a jogabilidade vai se atualizando para não deixar cansativo, então no começo você aprende a se movimentar, correr, ao fazer atividades ganha exp e ao dormir transforma em pontos de habilidade para gastar em uma árvore de habilidades, mas à medida que o jogo avança, você aprenderá novas coisas, como cozinhar, pescar e mais, acredito que cada nova descoberta traga um sentimento muito bom de conquista!

    No menu do jogo, teremos acesso ao mapa, recapitulação da história, inventário, equipamento, árvore de habilidades, missões e conquistas, aqui fica a dica, caso não saiba o que fazer, confira se falta alguma habilidade!

    Bom, mas falei sobre aventura, né? A trama do jogo se apresenta logo no começo e seu lar será a sua mochila, pois você vai viajar por diversos locais e poderá levar sua mochila com você, que pode receber upgrades e mudanças ao seu gosto, ela vai te ajudar em diversas situações, seja para criar um item ou abrir um quiosque para ganhar um dinheirinho.

    VEREDITO

    Apesar de ter o pézinho em LoL, não é focado nele, se você não jogou o MOBA da Riot, não tem problema, Bandle Tale foca no público da galera que gosta de jogos como esse: um tipo de aventura com fazendinha. É um pouco difícil colocá-lo em uma categoria, muitos de vocês vão sentir que em algum momento lembra um pouquinho algum jogo que você ama muito, sabe?

    Bandle Tale cumpre a promessa de ser um jogo relaxante, divertido, lindo, bem feito e que você vai amar passar suas 40 ou 60 horas nele, com certeza deve estar na sua wishlist ou carrinho o quanto antes! Peguem suas mochilas e “bora” conhecer Bandópolis!

    5,0 / 5,0

    Confira o trailer do game:

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    TBT #265 | ‘Kill Bill’ é um clássico atemporal de vingança

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    Kill Bill‘ é um dos maiores clássicos modernos. Dirigido por Quentin Tarantino, vemos Uma Thurman dar vida à Noiva em busca de vingança após tudo ser tirado dela. Bebendo muito do cinema japonês como o clássico Lady Snowblood‘ de 1973, Quentin Tarantino parece ter visto em Kill Bill Vol. 1 e Vol. 2 a oportunidade de retratar a sanguinolência característica de seus filmes. Com uma montagem curiosa, cenas de ação muito bem coreografadas e sequências que fazem de tudo para não estragar vindouros acontecimentos, o longa brilha quando o assunto é ação desenfreada e ótimas atuações.

    O longa de 2003, começa com a tentativa de assassinato da Noiva, e ao longo do filme descobrimos a razão disso. Após acordar do que muitos pensaram ser um como profundo e irreversível, a Noiva decide se vingar daqueles que tentaram matá-la: o esquadrão de assassinos “Víboras Mortais.”

    SINOPSE

    A Noiva é uma perigosa assassina que trabalhava em um grupo, liderado por Bill, composto principalmente por mulheres. Grávida, ela decide escapar dessa vida de violência e decide se casar, mas no dia da cerimônia seus companheiros de trabalho se voltam contra ela, quase a matando. Após cinco anos em coma, ela desperta sem um bebê e com um único desejo: vingança. A Noiva decide procurar, e matar, as cinco pessoas que destruiram o seu futuro, começando pelas perigosas assassinas Vernita Green e O-Ren Ishii.

    ANÁLISE

    Kill Bill

    Dividido em capítulos, Kill Bill Vol. 1 garante uma viagem inesperada aos espectadores, acima de tudo, uma viagem dolorosa e sem retorno. Com uma cronologia deveras distinta, a montagem de Tarantino causa os espectadores uma estranheza à princípio, que rapidamente se dissipa. Não distante dos temas de seus outros filmes, o que distancia os dois longas dos filmes do diretor, é sua montagem, a maneira como é filmado e as atuações. Distante de ser um longa de western, ou um filme sobre a máfia, Kill Bill é o que há de melhor no cinema ocidental quando o assunto é homenagear o cinema oriental.

    Com incríveis sequências, uma montagem cuidadosa, entendemos a forma como Tarantino quer contar esta trama desde o final de seu primeiro ato (a metade do segundo capítulo do longa).

    Sendo um dos meus filmes favoritos do diretor – depois de Django Livre – é possível ver que fazer justiça com as próprias mãos é um tema que parece permear a mente e os roteiros do diretor. Sendo assim, um dos tópicos mais relevantes e sempre presentes em Kill Bill, é a vingança e como a busca por ela pode por vezes pode não ter fim, tampouco curar o mal que fora causado e agora habita dentro de si.

    Com um elenco incrível, Kill Bill Vol. 1 e Vol. 2 nos apresenta além de Thurman, Lucy Liu, David Carradine, Vivica A. Fox, Daryl Hannah e o incrível Michael Madsen.

    VEREDITO

    A direção única de Quentin Tarantino permite que Kill Bill Vol. 1 vá além de uma simples história de vingança. Arrebatando todos que o assistem, seus diferentes tons, núcleos e dramaticidades colocam a Noiva como a principal vingadora. Vestindo com maestria um macacão amarelo como apenas Bruce Lee foi capaz no passado, derrotando seus inimigos com grande habilidade e o auxílio do lendário Hattori Hanzō.

    Com personagens icônicos, divertidos e curiosos, nada será capaz de se colocar entre Beatrix Kiddo, a Noiva e sua vingança.

    5,0 / 5,0

    Confira o trailer do filme:

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    Outer Banks: Tudo para saber sobre a 4ª temporada

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    Os Pogues estão retornando para mais ação e aventura com uma quarta temporada de Outer Banks em 2024. Embora um capítulo da história dos Pogues tenha sido encerrado, a próxima fase de #P4L apenas começou, e a busca pelo ouro do Barba Negra está em andamento. horizonte. Aqui está tudo o que sabemos até agora sobre a próxima quarta temporada.

    Como o elenco de Outer Banks anunciou a 4ª temporada?

    Em ninguém menos que na Poguelandia, claro! Em fevereiro de 2023, Poguelandia assumiu Huntington Beach, Califórnia, com um evento envolvente para fãs, recriando a ilha paradisíaca dos Pogues. Todos os Pogues – Chase Stokes, Madelyn Cline, Rudy Pankow, Madison Bailey, Jonathan Daviss e Carlacia Grant – subiram ao palco com alguns dos Kooks mais excêntricos – Drew Starkey e Austin North – para divulgar a notícia da 4ª temporada… tudo antes mesmo da terceira temporada chegar.

    Sentado na beira do palco, Stokes disse ao público que eles foram os primeiros a saber:

    Outer Banks foi renovado para uma quarta temporada!. Este é um momento incrível para todos nós; ao nosso elenco e equipe, muito obrigado por todo o seu trabalho duro.

    Sobre o que é a 4ª temporada de Outer Banks?

    A última vez que vimos os Pogues no final da 3ª temporada, 18 meses se passaram desde que eles encontraram o ouro em El Dorado. Eles ainda estavam lutando com as mortes de Ward (Charles Esten) e Big John (Charles Halford), mas na verdade estavam reservando um momento para processar sua vitória tão duramente conquistada.

    O co-criador Josh Pate acrescentou:

    Sabíamos que precisávamos dar-lhes uma vitória, mas acabou sendo complicado. Queríamos que o público sentisse que havia conseguido algo e que não foi tudo em vão.

    Com as apostas mais altas do que nunca na 3ª temporada, as mentes criativas por trás de Outer Banks, os produtores executivos e criadores Jonas Pate, Josh Pate e Shannon Burke, comentaram que esperavam que os fãs realmente sentissem a força da amizade dos Pogues na 3ª temporada. Há toda essa ação e aventura, mas na verdade o que importa é o vínculo entre os amigos, mas o mais importante é que Josh Pate queria que todos os aspirantes a Pogues que assistiam em casa tivessem “a sensação de que há mais por vir”.

    Quando é a data de lançamento da 4ª temporada de Outer Banks?

    Os Pogues retornarão à costa em 2024. Enquanto isso, reviva as últimas três temporadas de Outer Banks agora na Netflix.

    E lembre-se… P4L.

    LEIA TAMBÉM:

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    Outer Banks: Resumo da segunda temporada

    CRÍTICA – Outer Banks (2ª temporada, 2021, Netflix)

    Outer Banks: Resumo da primeira temporada

    CRÍTICA – Outer Banks (1ª temporada, 2020, Netflix)

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