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    CRÍTICA – Wild Hearts (2023, Electronic Arts) 

    Wild Hearts é um RPG de ação desenvolvido pela Omega Force e Koei Tecmo; e publicado pela Eletronic Arts sob o selo de EA Originals. O game foi lançado no dia 16 de fevereiro para PlayStation 5, Xbox Series X/S e PC.

    SINOPSE

    Wild Hearts inova o gênero de caça com tecnologias ancestrais que possibilitam o combate contra feras temíveis transformadas pelo feroz poder da natureza. Enfrente essas criaturas por conta própria ou cace com suas amizades no modo cooperativo. Ninguém se lembra por que os Kemono começaram sua fúria na outrora próspera Azuma. Alimentados pelo desespero, eles utilizam o poder da natureza primitiva em suas formas mais destrutivas. Por algum tempo, parecia que ninguém poderia aguentar o seu poder avassalador. Mas uma pessoa que domina a caça chega e traz a esperança, armada com armas mortais e tecnologias antigas chamadas karakuri, que podem mudar o rumo da batalha.

    ANÁLISE

    Wild Hearts

    Sem sombra de dúvidas, Wild Hearts é um sucesso espiritual do aclamado Monster Hunter da Capcom; e de fato o game é uma sombra da franquia concorrente, mas que apesar da clara influência tem sua própria identidade.

    Aqui, temos um jogo com sistema de caça frenético e divertido que deixará os fãs de Monter Hunter World familiarizados. Além disso, temos uma grande variação de criaturas com design incríveis que fazem uma mescla de criaturas reais com criaturas fantásticas.

    Desse modo, o jogo apresenta um vasto arsenal de armas que vão se encaixar conforme o gosto do jogador na hora da caçada. Diferente de MHW as armas aqui apresentam uma melhor fluidez na hora do combate. Por exemplo, em MHW espadas gigantes são um problema, seja no peso ou quando você parte para luta com as criaturas. Em Wild Hearts esse tipo de armamento é bem melhor de ser utilizado e deixa o personagem com equilíbrio ideal no equipamento.

    Esse foi um dos pontos positivos da jogabilidade. No entanto, nem tudo são maravilhas no “Monster Hunter da Omega Force e Koei Tecmo”, o mesmo tem uma queda muito grande de frame rate. Com os bugs que atrapalham muito a diversão. Até o momento que escrevo a crítica ainda não saiu uma patch de correção para o mesmo, mas creio que com essas correções o jogo ficará muito mais fluido e divertido.

    Além disso, é possível coletar diversos recursos no mundo, seja para melhoria do desempenho do seu personagem ou para criar itens de cura e equipamentos.

    Em relação, a parte de aprendizagem o jogo tem uma curva de aprendizagem muito boa e acaba sendo perfeito para quem ainda não tem familiaridade com esse tipo de jogo. Apesar das comparações com sua maior fonte de inspiração. Wild Hearts é um jogo divertido, e que vai exigir muitas horas do jogador para ter um desempenho legal na hora da caçada.

    VEREDITO

    Wild Hearts não chega a inovar em um jogo de caçada, mas que ainda assim tem sua própria caraterística em um jogo frenético e divertido, mas que apesar dos pequenos problemas ainda assim vale ser conferido por novos caçadores.

    3,0 / 5,0

    Confira o trailer do game:

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    CRÍTICA – Company of Heroes 3 (2023, Relic Entertainment)

    Para a alegria de muitos fãs do trabalho da Relic Entertainment, no dia 23 de fevereiro de 2023 foi lançado o tão aguardado Company of Heroes 3. A sequência da franquia de RTS em parceria com a SEGA já era aguardada há um tempo, tendo seu último título sendo lançado nos idos 2013.

    O ano já começa quente para a grande SEGA que, não só já tinha lançado Sonic Frontiers em novembro de 2022, como também entregou o grandioso Like a Dragon: Ishin! no dia 21 de fevereiro de 2023.-

    Company of Heroes 3 é um game atualmente exclusivo de PC via Steam, com lançamento previsto para Playstation 5 e Xbox Series X e S ainda sem data revelada.

    SINOPSE

    Assuma o comando no calor da batalha em tempo real e, em seguida, comande como um general guiando a campanha geral, onde cada decisão é importante. Subjugue seus oponentes com quatro facções únicas e novos grupos de batalha internacionais. Comande forças terrestres, aéreas e navais e construa linhas de abastecimento para esmagar os avanços inimigos no novo Mapa de Campanha Dinâmica – não há duas jogadas iguais! 

    Jogue no seu próprio ritmo nos modos de campanha e escaramuça antes de mergulhar na ação multijogador empolgante. Descubra as histórias não contadas de um impressionante teatro mediterrâneo com ambientes destrutíveis de última geração, todos movidos pelo Essence Engine proprietário da Relic.

    ANÁLISE DE COMPANY OF HEROES 3

    Quando tratamos de uma franquia tão adorada, é necessário cuidado para separar o carinho pelo título da análise mais técnica e focada em entregar informações válidas aos leitores. Company of Heroes 3 é uma sequência muito aguardada de uma das melhores RTS já produzidas. O game oferece tradução para PT-BR em todos os menus e legendas.

    O game oferece basicamente 2 modos: Campanha (dividida atualmente em duas modalidades) e Escaramuça (que pode ser experimentado tanto para um jogador quanto para multijogador). Ao longo desta análise, buscarei destacar relações entre os títulos anteriores da franquia e alguns detalhes específicos com opiniões pessoais sobre o game recém lançado.

    Company of Heroes 3

    TEMÁTICA

    Um ponto muito alto a se destacar, e que diferencia Company of Heroes 3 de seus antecessores é a precisão histórica e as narrativas construídas dentro de um cenário de Segunda Guerra Mundial. A inclusão de eventos reais e de histórias humanizadas ajudam a criar uma experiência mais envolvente e realista, ao contrário do feito nas edições anteriores do game.

    A proposta de trazer histórias de pessoas do front de batalha para o modo Campanha torna a perspectiva mais humanizada. A escolha de não contar histórias de epopéias bélicas, enaltecendo sim o esforço e o sofrimento de quem viveu a guerra sem as grandes glórias, foi um grande acerto da Relic.

    ARTE

    Graficamente, em comparação aos jogos anteriores, não identifiquei grandes evoluções. É evidente que isso se deve muito mais à alta qualidade dos anteriores do que a um demérito do novo. Company of Heroes 3 apresenta belos cenários e cinemáticas, com sprites (principalmente de veículos) muito detalhados e polidos. Talvez a grande qualidade gráfica seja um dos responsáveis por exigir tanto do PC, o que me gerou algumas longas esperas nas telas de loading.

    Company of Heroes 3

    A trilha sonora do jogo é incrível, dando o peso necessário às batalhas e agregando à narrativa com sua carga emocional. O design de som do jogo é cuidadosamente mixado, garantindo que os sons importantes não sejam perdidos. Apesar de não possuir dublagem em português, ela é muito bem executada e dá força à história dos personagens, permitindo uma melhor imersão.

    MECÂNICAS

    Nesta seção trarei alguns aspectos mais direcionados aos modos para apenas um jogador, destacando o modo Campanha, que é o que mais destoa dos anteriores. Vale ressaltar desde já que o modo multijogador, por compartilhar a maioria das mecânicas dos outros modos, oferece experiência similar, variando apenas em termos de dificuldade e tática.

    O game oferece duas Campanhas: uma sob a perspectiva do Eixo, com tropas nazistas no norte da África (mais semelhante aos títulos prévios), e a outra jogando a favor dos Aliados, com americanos e britânicos na invasão à Itália. Ambas têm seus méritos e divergem não só no lado em que o jogador assume.

    Campanha

    A primeira brilha por trazer não só a perspectiva das tropas do Eixo, mas as histórias dos habitantes da Líbia e o drama de todos os civis que estavam entre as trincheiras por uma escolha que nunca passou por eles. A segunda traz uma nova mecânica e uma modalidade mais estratégica e tática de jogar Company of Heroes.

    Além de termos a experiência usual de comandar os batalhões, direcionando tropas e veículos no campo de batalha, podemos também comandar o direcionamento da guerra, tomando uma visão mais macro. Aqui, o RTS dá lugar à uma estratégia por turnos, trazendo uma gameplay mais próxima de títulos como Iron Hearts e Humankind.

    As curvas de aprendizado e de dificuldade que o modo campanha oferece, em ambas as modalidades, denotam um equilíbrio que desafia ao mesmo tempo que permite entender melhores formas de progredir. Aqui podemos aprender melhor sobre cada tropa, veículo e habilidade oferecida pelo jogo, entendendo com qual melhor nos adaptamos para após nos aventurarmos no modo escaramuça (contra a IA ou no multijogador).

    VEREDITO

    Company of Heroes 3 segue o costume da franquia e entrega um marco na história dos RTS. Seu principal ganho em relação aos predecessores é o seu aspecto mais tático que não prejudica a dinâmica – pelo contrário, à melhora – combinado à otimização do que já era muito bem aplicado.

    Os principais contras do game são a alta exigência de hardware e o preço. A alta qualidade gráfica pode acabar se tornando um empecilho para PCs com configurações não tão avançadas. Ainda que eu não tenha presenciado grandes stutters ou crashes, os peso impactou mais nas telas de loading que acabaram sendo mais demoradas do que o esperado. Além disto, os altos preços, principalmente aqui no Brasil (R$ 299,99), podem acabar afastando muitos players, principalmente não conhecedores da série.

    Ainda assim, a jogabilidade fluída e com uma ótima dinâmica, as variedades táticas e estratégicas permitidas e a excelente narrativa do modo campanha tornam este game uma grata aquisição para este início de 2023, além do alto valor de rejogabilidade proporcionado.

    Nossa nota

    4,0 / 5,0

    Confira o trailer de Company of Heroes 3:

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    Cammy: Saiba tudo sobre a musa de Street Fighter

    Sendo a última personagem a ser confirmada no aguardadíssimo Street Fighter 6, a lutadora Cammy White provocou um rebuliço no fandom da franquia da Capcom no último trailer de anúncio de elenco de seu futuro lançamento. O vídeo trazia o veterano Zangief, a novata Lily e a assassina; agora com um visual totalmente reformulado.

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA | Street Fighter 6: Tudo sobre o novo título da franquia

    Cammy, também conhecida pelo codinome Killer Bee, foi criara pelo ilustrador japones Akira Yasuda, conhecido pelo nome Akiman. A personagem do game de luta Street Fighter, apareceu pela primeira vez em Super Street Fighter II: The New Challengers, em 1993.

    Sendo a segunda lutadora da série, ela já foi uma assassina mortal que trabalhava para a Shadaloo antes de se libertar e se tornar uma agente do MI6 para o governo britânico.

    ORIGEM

    Cammy é uma agente da força-tarefa do comando Delta Red, operando no Serviço de Inteligência Secreta da Grã-Bretanha (MI6). Como uma clone aprimorada do líder da Shadaloo, M. Bison (para atuar como seu sucessor caso ele morra), ela já trabalhou como assassina para a organização criminosa sob o codinome de “Killer Bee” (como visto em X-Men vs. Street Fighter e Street Fighter Alpha 3). No final de SF Alpha 3, ela se rebelou contra Bison, perdeu suas memórias e foi levada para a Grã-Bretanha; foi lá que ela se juntou à unidade de forças especiais Delta Red.

    Cammy participou do torneio Super Street Fighter II para aprender sobre seu passado; ela aprendeu a chocante verdade com o próprio M. Bison, mas conseguiu lidar com a revelação graças ao apoio de seus camaradas Delta Red.

    Em Street Fighter IV, ela é enviada para investigar a conexão do SIN com a Shadaloo e para adquirir dados sobre o Projeto BLECE. Cammy também está lá por um motivo pessoal: Juri Han, um membro do SIN, deu uma surra brutal nas Shadaloo Dolls, que ela considera suas irmãs mais novas.

    Cammy retorna em Street Fighter V ainda em sua encarnação Delta Red, mas com um visual atualizado. Durante o ínterim entre SF IV e SF V, ela continuou investigando a Shadaloo enquanto cuidava de sua companheira Doll, Juni, que agora está amnésica e se acostumando mais uma vez a uma vida normal.

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    HABILIDADES

    A personagem é um clone geneticamente modificado de M. Bison e, como tal, tem altos níveis de agilidade, força, destreza e resistência. Ela é capaz de realizar feitos acrobáticos sobre-humanos, conforme exibido em seus ataques especiais característicos; o Cannon Spike, Spiral Arrow e a Combinação Hooligan, para citar alguns.

    Ela também recebeu treinamento das Forças Especiais e treinamento em técnicas de assassinato pela Shadaloo. Seu corpo também contém vestígios de Psycho Power que ela herdou de Bison.

    ALIADOS E INIMIGOS

    Após se libertar do controle mental da Shadaloo, Cammy acaba desenvolvendo relacionamentos com figuras importantes da franquia, como: Chun-Li, Ryu, Guile, Dhalsim; bem como algumas de duas ex-companheiras Shadaloo Dolls: Decapre, Juni e Juli.

    Consequentemente, direcionando todo sua raiva e busca por vingança contra: M. Bison, Juri, C. Viper e Vega.

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    CURIOSIDADES

    Cammy é uma personagem que foi projetada com o que parece ser o propósito de mostrar sua figura. Ela é conhecida por usar um collant verde militar que é justo e bastante revelador. Por ser uma dos personagens mais populares de Street Fighter, Cammy White conseguiu uma participação especial no filme Detona Ralph (2012) da Disney e no sempre popular videogame Fortnite como uma skin de personagem.

    Devido a ambas as coisas serem comercializadas principalmente para crianças, ela usa leggings ao em vez do collant mencionado anteriormente, deixando-a bem menos sexualizada.

    OUTRAS MÍDIAS

    A personagem aparece em diversas mídias, principalmente da Capcom, como:

    GAMES

    • Final Fight: Streetwise;
    • Marvel vs. Capcom;
    • Capcom vs. SNK;
    • Cannon Spike;
    • Namco x Capcom;
    • Street Fighter × Tekken;
    • Blood Brothers 2;
    • Shadowverse;
    • Power Rangers Legacy Wars;
    • Fortnite.

    FILMES

    Além do cameo em Detona Ralph, Cammy apareceu em:

    No live action Street Fighter (1994), interpretada pela cantora australiana Kylie Minogue; e também no filme animado Street Fighter II: The Animated Movie, lançado no mesmo ano.

    TV

    A personagem também apareceu em algumas produções televisivas da franquia, como: Street Fighter, do canal USA Network’s Cartoon Express, que foi ao ar entre 1995 e 1997, com um total de 26 episódios. E na excelente animação Street Fighter II V, série que foi exibida pela primeira vez no Japão em 1995, de 10 de abril à 27 de novembro, na YTV.

    No Brasil, Street Fighter II V foi exibida pelo canal SBT durante a década de 1990 e no começo dos anos 2000 pela Cartoon Network. Em 2001, o anime foi transmitido em pelo canal SIC Radical, de Portugal. Já em 2017, o anime foi adquirido pela Netflix e em 2022, a animação foi adicionada ao catálogo do SBT Vídeos.

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    Noites Sombrias  #106 | 5 filmes sobre Battle Royale para todos os gostos

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    O subgênero de Battle Royale se popularizou nos jogos de vídeo game, logo, consiste em um grupo de jogadores que estão no mesmo local e precisam lutar até a morte para ser os últimos sobreviventes.

    Recentemente, produções como Round 6 e Alice in the Bordeland chamam a atenção por abordar esse subgênero tão ameaçador e hipnotizante. Mas, o que poucas pessoas sabem é que o termo surgiu através de um livro japonês de 1999, que foi adaptado no ano seguinte para as telonas. E de lá para cá, o cinema também embarcou nos famosos jogos de sobrevivência.

    Por isso, separamos uma lista de cinco filmes sobre Battle Royale, que muito antes das super produções da Netflix já trazia a luta pela própria vida como tema:  

    Batalha Real (2000)

    Battle Royale

    Um dos longas que consagrou o subgênero, Batalha Real é um filme japoneses dirigido por Kinji Fukasaku. Um filme que explora bem os temas ligados a sobrevivência, tratando também sobre a que ponto uma sociedade precisa chegar para criar um jogo até a morte com seus cidadãos.  

    Sinopse: Num futuro próximo, os alunos do colégio de Shiroiwa são levados para uma ilha deserta por um exército misterioso. Assustados, são informados pelo ex-professor Kitano de que irão participar de um jogo cuja a regra é matar para sobreviver. Apenas a última pessoa viva poderá retornar para sua casa. Cada aluno recebe uma garrafa de água, um pouco de comida e uma arma. O jogo tem a duração de três dias.

    Jogos Mortais (2004)

    Battle royale

    Um dos filmes de terror mais clássico dos anos 2000, Jogos Mortais foi dirigido por James Wan e ganhou mais seis filmes. Além de ser um vilão super icônico, o filme também é lembrado por suas mortes e charadas agoniantes.

    Sinopse: Jigsaw é um assassino que possui uma marca registrada: ele deixa em suas vítimas uma cicatriz em forma de quebra-cabeças, que faz com que elas cometam atos horríveis para se salvar. O detetive David Tapp (Danny Glover) é designado para investigar os assassinatos, bem como a capturar seu autor. Porém o caminho evasivo seguido por Jigsaw leva o detetive a desenvolver uma obsessão por capturá-lo.

    Os Condenados (2007)

    Dirigido por Scott Wiper, Os Condenados mostra como a indústria televisiva pode ser cruel quando o assunto é entretenimento. O filme mistura muito bem ação com suspense, e apesar de já estar bem datado, sua forma de abordar o subgênero de Battle Royale merece um lugar nessa lista.

    Sinopse: Jack Conrad (Steve Austin) está no corredor da morte de uma prisão corrupta da América Central. Ele foi “comprado” por um produtor de TV, que planeja um programa de reality show ilegal. Levado para uma ilha deserta, Conrad se encontra preso em uma luta mortal com outros 9 assassinos condenados à morte, vindos de diversos países. O combate entre eles é transmitido ao vivo, com o vencedor sendo aquele que sobreviver aos demais.

    Jogos Vorazes (2012)

    Battle Royale

    O subgênero de Battle Royale serve muito bem para mostrar sociedades disruptivas, no qual a sobrevivência vira cotidiano. É o caso de Jogos Vorazes, um das sensações dos anos 2010, tanto os filmes, como os livros. A trilogia aborda de forma coesa o tema, mas o primeiro filme certamente tem as cenas mais marcantes.

    Sinopse: Num futuro distante, boa parte da população é controlada por um regime totalitário, que relembra esse domínio realizando um evento anual – e mortal – entre os 12 distritos sob sua tutela. Para salvar sua irmã caçula, a jovem Katniss Everdeen (Jennifer Lawrence) se oferece como voluntária para representar seu distrito na competição e acaba contando com a companhia de Peeta Melark (Josh Hutcherson), desafiando não só o sistema dominante, mas também a força dos outros oponentes.

    Escape Room (2019)

    Battle Royale

    Na mesma pegada de Jogos Mortais, porém mais atualizado. Escape Room são salas ou eventos imersivos no qual você e seus amigos precisam descobrir os mistérios do ambiente para serem liberados, uma brincadeira totalmente controlada e bastante interessante. Mas, imagine transformar esse jogo em uma luta pela sobrevivência, é justamente o que propõe o filme de Adam Robitel.

    Sinopse: Passando por momentos complicados em suas respectivas vidas, seis estranhos acabam sendo misteriosamente convidados para um experimento inusitado: trancados em uma imersiva sala enigmática cheia de armadilhas, eles ganharão um milhão de dólares caso consigam sair. Mas quando percebem que os perigos são mais letais do que imaginavam, precisam agir rápido para desvendar as pistas que lhes são dadas.

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    CRÍTICA – Destiny 2: A Queda da Luz (2023, Bungie)

    Destiny 2 é um jogo da desenvolvedora Bungie e distribuído pela Activision lançado em agosto de 2017 para os consoles de antiga geração Playstation 4, Xbox One e PC; e agora chegando a nova geração de consoles Playstation 5, Xbox Series X/S.

    Atualmente o game base pode ser adquirido gratuitamente, com suas expansões sendo um conteúdo pago. Destiny é um FPS, multiplayer massivo com elementos de RPG e aventura em um universo futurista. A mais nova aventura da franquia chegou em 28 de fevereiro para todas as plataformas que está disponibilizado, inaugurando a Temporada da Resistência com a expansão Queda da Luz.

    SINOPSE

    Em Destiny 2: Queda da Luz, os Guardiões vão até Netuno explorar Neomuna, uma cidade perdida onde humanos dissidentes prosperaram após o Colapso. Enquanto o resto do sistema solar enfrentava anos de conflitos árduos, Neomuna permanecia tranquila e escondida.

    A Testemunha e seu novo discípulo chegaram. Embarque numa jornada que revelará os fios ocultos que nos unem, a capacidade de desatá-los e o domínio necessário para tecê-los em novas formas. Com esse novo poder nas mãos, encontre forças nos seus companheiros Guardiões e triunfe diante da ameaça de extermínio.

    ANÁLISE

    Mesmas mecânicas porém novos poderes, mundos mais incríveis e um arco de história que parece nos levar a mais uma batalha épica pode ser a síntese do que encontramos em A Queda da Luz em Destiny 2. Importante ressaltar como Destiny se mantém com uma qualidade gráfica apesar de cinco anos após seu lançamento, os visuais dos locais conhecidos como o Cosmodromo, a Lua e a ZME se mantém muito agradáveis de se visualizar, mas Netuno o mais novo belo cenário do jogo.

    Neonuna tem essa estética psicodélica e repleta de neon segue os padrões de outras regiões do jogo, porém tem elementos da Torre aonde se realiza a segurança do viajante e a reunião dos guardiões.

    Nesta nova cidade os guardiões fazem novos aliados, os Andantes Nebulares, que protegem a cidade da invasão da Legião das Sombras liderada por Calus, o novo vilão, a serviço da Testemunha, que representa as trevas neste novo capitulo da história.

    Se tratando de recursos, temos a chegada do fuzil automático Torrente Mercurial como o novo item exótico, que pode ser muito útil por lançar foguetes a cada acerto realizado e uma boa dica é melhorar este equipamento o máximo possível.

    Os MODs de equipamento também estão melhorados, podendo inserir os novos MODs em uma única tela, uma melhoria em aspecto de personalização que se torna muito interessante a medida que você vai aumentando a sua luz e deseja ressaltar determinado aspecto do seu personagem.

    O novo poder é chamado de Filamento aonde os guardiões se tornam capazes de controlar as teias cósmicas do universo acrescentando mais uma variação de ataques para cada uma das classes que terão em comum o arpéu que funciona tanto para combate como fora.

    O poder do Filamento torna os ataques mais dinâmicos, particularmente para o Arcano, o dano em área se torna mais intenso e aumenta a sua mobilidade em combate utilizando os fios para se aproximar com mais rapidez ou se afastar de um inimigo.

    A respeito de modos de jogo, a campanha Lendária retorna para Destiny 2 como um modo muito mais desafiador mesmo para jogadores com um alto nível de poder no jogo. Indicado para missões de campanha neste modo formar equipes para sobreviver as desvantagens proporcionadas por este modo.

    Além deste novo modo, a partir do dia 10 de março será liberada uma nova incursão, modo de jogo que é necessária uma equipe de seis jogadores, denominada A Raiz dos Pesadelos sendo mais um desafio para o jogador de Destiny aproveitar ainda mais nesta nova expansão.

    VEREDITO

    Destiny 2 continua sendo um jogo que sabe utilizar e aprimorar de forma muito eficiente as suas mecânicas de habilidades, mantendo a sua história de jogo impecável desde o seu primeiro título e expansões criando expectativa para novas surpresas, desafios e novidades que agregarão ainda mais tanto em jogabilidade quanto em entretenimento.

    4,0 / 5,0

    Assista ao trailer de lançamento de Destiny: A Queda da Luz no player abaixo:

    A expansão está disponível para Playstation 5, Xbox Series X e S.

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    The Mandalorian: Beskar e as armaduras mandalorianas

    Finalmente já está entre nós a terceira temporada de The Mandalorian! E para celebrar, a equipe do Feededigno preparou um artigo super detalhado para você conhecer um dos metais mais valiosos do universo de Star Wars: o Beskar.

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    Também conhecido como “ferro mandaloriano”, o Beskar é basicamente um minério de ferro superpoderoso do qual as armaduras mandalorianas são feitas, incluindo os trajes de Jango e Boba Fett. Em sua forma mais pura, ele pode parar tiros de blaster, resistir a ataques de sabre de luz, além de possuir diversas outras propriedades.

    O metal pode ainda ser reforjado de diversas formas, de acordo com as preferências do guerreiro que o obtiver. As únicas fontes conhecidas deste minério são o planeta Mandalore e sua lua, Concordia.

    A história da mineiração de Beskar

    Acredita-se que a descoberta do Beskar ocorreu algum pouco depois da conquista do planeta Mandalore. A aquisição e uso de ferro mandaloriano foi um fator importante para a sua expansão econômica. Os ferreiros mandalorianos desenvolveram técnicas e métodos diferentes para trabalhar o metal, que foram passados de geração em geração. No entanto, sua incrível força atraiu a atenção de muitos forasteiros, e o Beskar rapidamente ganhou a reputação de um dos metais mais fortes conhecidos pela ciência e um dos elementos mais desejáveis ​​da galáxia.

    Período da República

    Na época da Guerra Fria entre a República Galáctica e o Império Sith, os mandalorianos passaram a ver o Beskar como o material ideal para a fabricação de armaduras e reconheceram seus benefícios contra Jedis armados com sabres de luz. Com o passar do tempo, o ferro mandaloriano tornou-se uma importante matéria-prima, preenchendo um nicho econômico para os mandalorianos no mercado galáctico. Durante o mesmo período também ocorreu a descoberta de novos depósitos em Concordia, a lua que orbitava o planeta Mandalore. A operação de mineração foi tão extensa que as florestas da lua quase foram completamente destruídas nessa empreitada.

    No início das Guerras Clônicas, os efeitos da operação de mineração de Beskar em larga escala em Concordia começaram a desaparecer e as florestas da lua começaram a florescer novamente. Novas técnicas para aumentar a eficiência do metal foram descobertas. Descobriu-se que a adição de carbono na composição do metal tornava-o mais leve, tendo como resultado uma redução significativa no peso das armaduras.

    Período do Império Galáctico

    Durante o regime do Império Galáctico, os Imperiais começaram a intermediar negociações com os chefes dos clãs de Mandalore para estabelecer uma base de guarnição no planeta e adquirir os direitos de mineração de ferro mandaloriano. No entanto, com o passar do tempo, as relações entre o Império e Mandalore tornaram-se hostis. Mandalore foi tomada pelos Imperiais, seu povo foi escravizado e morto em um evento que ficou conhecido como O Grande Expurgo. Após obter total controle sobre o planeta, o Império extraiu uma quantidade significativa de minério de Beskar de Mandalore, enviando-o para fora do planeta.

    Período Pós-Império

    Após a queda do Império, o Beskar tornou-se extremamente difícil de se encontrar. Um dos poucos registros de transações utilizando o metal é visto logo no início de The Mandalorian, onde o caçador de recompensas Din Djarin recebe lingotes de ferro mandaloriano como pagamento por serviços prestados à um Imperial, os quais ele utiliza na criação de uma nova armadura.

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA: TBT #125 | Star Wars: Guerras Clônicas (2008, Dave Filoni)

    Armaduras mandalorianas

    As armaduras mandalorianas, também chamadas de Beskar’gam, são conhecidas como o principal símbolo da cultura de Mandalore. As armaduras eram utilizadas por diversas classes de guerreiros e soldados, tendo papel fundamental no modo de vida do povo mandaloriano. O design das armaduras evoluiu bastante ao longo do tempo, ganhando recursos mais sofisticados ao longo dos anos, incluindo a incorporação de visores avançados e sistemas de armas teleguiadas. Porém, três características principais permaneceram constantes no design da armadura mandaloriana:

    • O usuário estaria sempre protegido da maioria dos tiros de blaster e a uma quantidades limitada de golpes de sabre de luz;
    • Os capacetes quase sempre possuíam uma viseira em forma de T e um sofisticado visor digital;
    • As armaduras eram decoradas para refletir realizações pessoais, afiliação de clã ou preferência pessoal do guerreiro.

    O elmo constitui a peça mais importante da armadura mandaloriana. Ele serve como centro de controle para a maioria das habilidades do traje. Um telêmetro acoplado ao capacete blindado era uma atualização comum e podia rastrear até trinta alvos, enquanto um computador de batalha dentro do capacete permitia ao usuário controlar as armas, sensores e jet pack do traje por meio de comandos verbais. A placa de visão macrobinocular escura oferecia uma variedade de modos de visão, incluindo infravermelho. Um sensor de olho pineal no capacete combinado com uma tela de sobreposição interna para fornecer informações de rastreamento em um raio de 360 ​​graus.

    Sensores de movimento, um comunicador interno criptografado e uma antena de banda larga completavam os dispositivos do capacete, todos os quais podiam ser conectados às armas do usuário ou à sua nave estelar pessoal. O capacete também poderia atuar como um sistema de filtro ambiental, com um tanque reserva de duas horas fornecendo ar respirável ao guerreiro mandaloriano.

    Outras aplicações do Beskar

    Dependendo da composição da liga, o ferro mandaloriano pode ser transformado em placas sólidas, laminado, arame, malha, partículas micronizadas, espuma ou até mesmo em filme transparente. Embora materiais como duraplast e alume fossem comumente usados ​​na criação de armaduras mandalorianas, o Beskar era considerado a escolha mais desejável para um soldado por causa de suas propriedades.

    Armas

    O ferro mandaloriano também era um recurso comum na produção de armas: os sabres mandalorianos tradicionais conhecidos como Beskade eram forjados com o metal dobrado e golpeado repetidas vezes durante o processo para criar as lâminas resistentes. As facas Kal mandalorianas também eram fundidas em ferro Beskar. Vale mencionar que Beskar micronizado foi usado na criação de poderosos martelos, capazes de quebrar ossos com facilidade, e flautas de Bes’bev com lâminas também eram feitas do mesmo material.

    Itens defensivos

    Beskar poderia ser empregado na criação de punhos de sabres de luz para torná-los capazes de resistir a golpes de uma lâmina adversária, e o ferro mandaloriano trabalhado em escudos de mão poderia ser usado tanto para defesa quanto para ataque, permitindo ao usuário atacar seu oponente utilizando suas bordas afiadas como uma navalha.

    Utensílios e construções

    Antigas algemas mandalorianas eram feitas de Beskar, e o resistente ferro mandaloriano permitia que elas competissem com o advento de novas tecnologias de imobilização, como algemas de força e algemas a laser. Muitos edifícios na capital mandaloriana, Sundari, utilizaram Beskar em sua construção, e o ferro mandaloriano foi usado na criação das celas da prisão da cidade.

    Naves

    Beskar também era frequentemente usado na construção de naves mandalorianas, incluindo caças estelares da classe Bes’uliik, que apresentavam uma casca externa blindada de ferro mandaloriano micronizado.

    Curiosidades

    • Devido à extração extrema do minério de mandalore por parte do Império, por bastante tempo foi praticamente impossível encontrar o metal. Sendo assim, alguns mandalorianos, como Jango e Boba Fett, foram obrigados a optar por materiais menos duráveis, como o duraplast por exemplo;
    • O nome “beskar” se originou no artigo Star Wars Legends The Mandalorians: People and Culture, publicado no Star Wars Insider em 2006 e escrito por Karen Traviss. Antes disso, o metal era conhecido apenas como ferro mandaloriano;
    • O clássico jogo de computador Crusader, embora não relacionado a Star Wars, apresentava um personagem principal que usava uma armadura vermelha do tipo mandaloriano;
    • Na série Kingdom Come da DC Comics Elseworlds, o artista Alex Ross inseriu muitos easter eggs de diversas franquias conhecidas na arte dos quadrinhos. Uma delas era a armadura no estilo mandaloriano que o herói chamado Pacificador usava, cujo design era uma referência a Boba Fett, incluindo a postura e o jet pack do personagem;
    • Na série Mega Man X do Super Nintendo, um vilão chamado Vile carrega um capacete semelhante ao dos mandalorianos.

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