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    The Boys: Conheça as principais equipes do Conglomerado

    The Boys é uma série que conquistou muito os fãs de super-heróis, trazendo uma abordagem mais sarcástica que zoa muito os personagens das principais editoras. Na terceira temporada seremos apresentados a alguns membros da Liga da Revanche e, por conta disso, vamos apresentar as principais equipes do Conglomerado/Vought. Confira!

    OS SETE

    The Boys

    Abrindo a lista temos a principal equipe da Vought: Os Sete, membros mais populares e poderosos dos supers criados pela empresa.

    A formação é uma paródia da Liga da Justiça e foi modificada na série com a inclusão do Translúcido no lugar de Jack de Júpiter, uma espécie de Ajax piorado. Há um easter egg na segunda temporada que mostra um filme pornô dos Sete que tem uma rápida aparição do Jack como um ator pornô.

    Os membros dos Sete nas hqs são o líder Capitão Pátria, Luz-Estrela, Jack de Júpiter, Trem-Bala, Profundo, Rainha Maeve e Sombra Negra. Fizeram parte do time o Faroleiro, morto pelo Tenente Mallory e o Senhor Maratona, que morreu em uma missão malsucedida do supergrupo sendo decapitado pela asa de um avião.

    Artigo relacionado: Omni-Man e muito mais: Veja os 6 personagens mais brutais das HQs

    G-MEN

    The Boys

    A segunda equipe mais lucrativa do Conglomerado nos quadrinhos e que deve pintar em breve em The Boys são os G-Men, uma cópia dos X-Men, liderados pelo telepata John Godolkin, um pedófilo que se aproveita de seus jovens heróis.

    Eles rivalizam com Os Sete em questão de lucros, tendo um grupo muito maior de “heróis” e muito poder. Entretanto, eles são massacrados pelo Conglomerado após uma queda de braço entre Godolkin e Stiwell, um homem frio que lidera a empresa.

    Os G-Men contam com diversos membros e subequipes, dentre eles a G-Force e G-Style.

    LIGA DA REVANCHE

    The Boys

    Um dos supergrupos desprezados pela Vought/Conglomerado e que tem o intuito de fazer o serviço sujo sendo meros mercenários da corporação são a Liga da Revanche, uma espécie de Vingadores.

    Formados por Technoman, Condessa Escarlate, Jovem Soldado, Metaldroide, Trovoada e Insetus, eles são uma mistura de personagens da DC e da Marvel.

    O Trovoada já fora adaptado como Tempesta, uma “super-heroína” nazista que se envolve com o Capitão Pátria, interpretada brilhantemente por Aya Cash na série. A Condessa Escarlate e Jovem Soldado irão aparecer no terceiro ano de The Boys, sendo vividos por Laurie Holden e Jensen Ackles, respectivamente.

    TROPA TERROR

    A primeira equipe a enfrentar os Rapazes nos quadrinhos, a Tropa Terror é uma trolada em pessoas da Geração Y ou Millenials.

    Liderados pelo Galo Galante, eles são um grupo de jovens mimados e que tem um comportamento bem duvidoso. A Tropa Terror acaba levando uma surra na rua dos nossos anti-heróis, com o Galo Galante sendo empalado por Hughie em combate.

    Uma das grandes reviravoltas dos quadrinhos é a revelação dos planos de ressurreição de heróis com o corpo do jovem, além de descobrirmos que ele é um dos filhos do Lenda, aliado de Billy e companhia.

    JOVENS AMERICANOS

    Ex-supergrupo de Luz-Estrela, os Jovens Americanos são supers que são conhecidos por serem patriotas e “cidadãos de bem” perante o público, mas que na verdade são tão perturbados quanto todos os outros.

    O líder Baterista já foi namorado de Annie, a Luz-Estrela e a traiu com outra membro do time. Dentre as equipes apresentadas, os Jovens Americanos são os menos importantes, contudo, devem ser apresentados com maior aprofundamento na nova temporada de The Boys.

    E vocês? Conhecem as equipes? Qual é o personagem é o seu personagem preferido? Comentem!

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    Batman: Confira o ranking de filmes do pior ao melhor

    Batman teve mais um longa em 2022 que vem fazendo muito sucesso de crítica, público e arrecadação. Ao longo dos anos tivemos muitas versões do herói e de filmes, com o Homem-Morcego sendo um dos maiores ícones pop dos últimos tempos.

    Nós do Feededigno fizemos uma lista de nove obras do Cavaleiro das Trevas, colocando do pior ao melhor. Não consideramos o filme de 1966, pois pensamos nas histórias mais recentes, substituindo-o por Batman vs Superman: A Origem da Justiça, que tem uma participação fundamental do herói.

    9º LUGAR – BATMAN & ROBIN (1997)

    batman

    Abrindo a lista temos Batman & Robin, segundo longa de Joel Schumacher e um dos maiores desastres cinematográficos da história do gênero de super-heróis.

    Na trama, o Senhor Frio (Arnold Schwarzenegger) é um cientista louco que une forças com a Hera Venenosa (Uma Thurman) para derrotar a Dupla Dinâmica, Batman (George Clooney) e Robin (Chris O’Donell) que está em crise.

    A obra conta com um elenco estelar, um bom orçamento, mas, ao mesmo tempo, péssimas atuações, roteiro, direção e muito mais, sendo uma bagunça! Escolhas erradas como o Batcartão e cenas lamentáveis de ação fizeram do filme de 1997 um meme ambulante e até hoje gera pedidos de desculpas de George Clooney aos fãs do Morcegão.

    8º LUGAR – BATMAN ETERNAMENTE (1995)

    batman val kilmer

    O primeiro filme de Joel Schumacher, que substituíra Tim Burton, também é um dos piores do herói. Mesmo que não tenha a mesma repercussão de sua continuação/reboot, Batman Eternamente traz uma mistura das inspirações carnavalescas dos anos 60 com um ar sombrio dos longas de Burton.

    Duas-Caras (Tommy Lee Jones) é o rei do crime de Gotham e tem o Cavaleiro das Trevas (Val Kilmer) como seu principal arquinimigo. Enquanto isso, Edward Nygma (Jim Carrey) entra para o submundo, unindo forças com o algoz do Batman para derrotá-lo.

    Em Batman Eternamente temos a substituição de Michael Keaton, que saiu por conta da troca na direção, por Val Kilmer, astro da época. O novo Bruce Wayne não agradou, pois trouxe uma atuação caricata em um longa fraco e cheio de problemas. O primeiro filme de Joel Schumacher é quase tão ruim quanto Batman & Robin, mas ainda traz um pouco da essência de Burton, o que salva um pouco o desastre que ele poderia ter sido.

    7º LUGAR – BATMAN VS SUPERMAN: A ORIGEM DA JUSTIÇA (2016)

    Talvez o mais polêmico da lista, Batman vs Superman: A Origem da Justiça, é o tipo de filme que as pessoas amam ou odeiam.

    Após os fatos ocorridos em O Homem de Aço, Bruce Wayne vê o Azulão como uma real ameaça por conta de seus poderes ilimitados e capacidade de destruição em massa. O Homem-Morcego se prepara para um grande embate com o Superman (Henry Cavill) e precisa lidar com outros inimigos influentes.

    O longa dividiu a opinião do público e da crítica, desmoronando com as intenções da Warner de fazer projetos duradouros para esse universo. O Batman de Ben Affleck mata e isso foi um ponto que fez os fãs mais raiz do Homem-Morcego torcerem o nariz.

    6º LUGAR – BATMAN: O RETORNO (1992)

    Em sexto lugar temos Batman: O Retorno, longa de 1992 que trouxe a dobradinha Tim Burton e Michael Keaton novamente para mais uma aventura.

    Na trama, o Batman deve lidar com os corruptos de Gotham, mas duas novas ameaças surgem das sombras: o Pinguim (Danny DeVito) e a Mulher-Gato (Michelle Pfeiffer).

    Batman: O Retorno é sombrio, mas traz elementos bem carnavalescos para sua história. Com duas atuações memoráveis, o filme tem no elenco sua principal virtude. Entretanto, há alguns problemas de narrativa e Keaton também não está muito inspirado na continuação do longa de 1989.

    5° LUGAR – BATMAN: O CAVALEIRO DAS TREVAS RESSURGE (2012)

    Em quinto lugar temos o terceiro filme da trilogia de Christopher Nolan: Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge.

    Bane (Tom Hardy) é um terrorista que está aterrorizando Gotham City. Seus planos são acabar com os corruptos da cidade de forma violenta, fazendo com que Bruce Wayne (Christian Bale) saia da aposentadoria após oito anos sem atuar como o Homem-Morcego.

    Adaptando o arco A Queda do Morcego, o longa tem muitos momentos incríveis, todavia, a história vai perdendo muita força quando chega ao final. O desfecho agridoce tirou muitos pontos do fim da era Nolan, contudo, ainda teve fôlego para ser mais uma boa adaptação do anti-herói nos cinemas.

    4º LUGAR – BATMAN (1989)

    batman

    O primeiro grande longa do Cavaleiro das Trevas está em quarto lugar na nossa lista. Tim Burton mudou completamente o tom do personagem, uma vez que ele era cartunesco com a adaptação de Adam West nos anos 60.

    Vemos em Batman a ascensão de Bruce Wayne (Michael Keaton) como o Homem-Morcego, assim como a criação de um inimigo à altura: o Coringa (Jack Nicholson).

    Com uma performance impecável de Jack Nicholson, Batman é um dos filmes preferidos dos fãs do personagem. O estilo mais sombrio e um Cavaleiro das Trevas mais letal trouxeram uma nova roupagem para as telonas, o que agradou muita gente. O longa só não entrou no top três por conta de virtudes maiores do pódio Feededigno.

    3º LUGAR – BATMAN BEGINS (2005)

    O primeiro filme da trilogia de Christopher Nolan, Batman Begins é a obra definitiva de origem do Cavaleiro de Gotham, visto que mostra de forma bem detalhada todo o processo de treinamento até Bruce vestir o manto.

    Após vivenciar o trauma de ver seus pais sendo mortos, Bruce Wayne se rebela contra a criminalidade e inicia sua jornada como o Batman. Agora ele deve enfrentar o Espantalho (Cillian Murphy) e os perigosos mafiosos de Gotham.

    Com uma longa introdução e uma visão mais realista, o longa foi ganhando fãs aos poucos e até hoje faz bastante barulho no universo da DC. Com bons vilões e uma trama bem fechada, Batman Begins é um dos grandes projetos do Morcegão.

    2º LUGAR – BATMAN (2022)

    Batman ou The Batman veio com tudo em 2022 e é considerado por muitos a melhor adaptação do personagem.

    Artigo relacionado – CRÍTICA – Batman (2022, Matt Reeves)

    Um homem chamado Charada (Paul Dano) vem atacando figuras públicas bastante importantes, instaurando uma onda de crimes com muitos puzzles para serem resolvidos. Agora, uma versão mais iniciante do Homem-Morcego deve derrotar esse mal, assim como outros tantos vilões que surgem em Gotham.

    Com um início de muita desconfiança por conta de Robert Pattinson no papel principal, Batman superou o receio do fandom e trouxe uma versão mais brutal. O filme apresenta uma discussão sobre o papel do vigilante e as consequências na sociedade. Matt Reeves apresentou um Morcegão mais violento e que ainda não sabe medir sua força perante os criminosos, além de consolidar um a nova Mulher-Gato incrível no DCEU.

    1° LUGAR – BATMAN: O CAVALEIRO DAS TREVAS (2008)

    Mesmo com um trabalho excelente de Matt Reeves, tudo que que foi feito em Batman: O Cavaleiro das Trevas ainda é o nível mais alto de uma produção em relação ao gênero de super-heróis.

    Batman se consolidou como herói e está inspirando a população da cidade a ser melhor e mais justa, fazendo surgir nomes como Harvey Dent (Aaron Eckhart) e tantos outros justiceiros que querem acabar com a podridão de Gotham.

    Todavia, um vilão chamado Coringa (Heath Ledger) quer mostrar que todos os homens são corruptíveis. Sem nada a perder, o Palhaço do Crime é u inimigo mortal e que vai tentar destruir toda a esperança dos nossos protagonistas.

    Com personagens impecáveis, atuações monstruosas, principalmente de Heath Ledger e Aaron Eckhart, Batman: O Cavaleiro das Trevas é um dos melhores filmes de todos os tempos. Seu roteiro vai além das discussões sobre bem e o mal, pois fala sobre corrupção, o papel do herói e como ser bom é difícil em uma sociedade que tende a destruir seus ídolos.

    O vilão apresentado aqui é mais letal possível, uma vez que não mede esforços para acabar com o que cada herói representa, mostrando a hipocrisia das pessoas, sem nenhum obstáculo em seu caminho. O Coringa é o mais aterrorizante e a atuação visceral de Ledger é a cereja do bolo para consolidar o primeiro lugar da lista como um dos maiores da história.

    E para vocês? Qual é o filme definitivo do Batman? Concordam ou discordam da lista? Comentem!

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    CRÍTICA – Upload (2ª temporada, 2022, Amazon Prime Video)

    A segunda temporada de Upload chegou completa à Amazon Prime Video no dia 11 de março de 2022. A comédia tecnológica sobre um futuro distópico – em que a consciência das pessoas é subida a um paraíso digital – é criada Greg Daniels, responsável por séries como The Office e Parks & Recreation.

    Estrelada por Robbie Amell (Nathan) e Andy Allo (Nora), o novo ano de Upload conta com sete episódios, cada um com aproximadamente 30 minutos de duração. Confira nosso review sem spoilers.

    SINOPSE DA 2ª TEMPORADA DE UPLOAD

    Nesta sátira futurista, as pessoas podem ter sua consciência carregada numa luxuosa vida digital após a morte. Na temporada, o “anjo” de atendimento ao cliente Nora sumiu do mapa imergindo em um grupo anti-tecnologia, deixando Nathan em Lakeview, onde ele estranhamente se ajusta com sua ex, Ingrid (Allegra Edwards), que inesperadamente fez o upload para ele.

    ANÁLISE

    Embora o tema central continue sendo tecnologia, a segunda temporada de Upload é muito diferente da primeira. Muito mesmo. Após terminar a leitura desta crítica, recomendo que leia a análise da primeira temporada aqui.

    Abro um parênteses antes de engrenar na análise: Upload teve sua execução prejudicada por conta da pandemia, assim como outras tantas produções. Isso pode explicar porque a segunda temporada destoa tanto da primeira, bem como a queda no número de episódios – foram 10 na primeira.

    Pois bem, a segunda temporada de Upload peca por tentar desenvolver muitos arcos em apenas sete capítulos com 30 minutos de duração, em média. O roteiro tem diversas fragilidades que chega a ser estranho de ver que, após o primeiro ano tão bem construído (mesmo sabendo que se trata de uma tecnologia inexistente e num futuro distópico), agora tantas tramas fugazes foram capazes de enfraquecer a narrativa que, antes, ia “do ponto A ao ponto B” de modo bem satisfatório.

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA | Upload: Resumo com os principais acontecimentos da primeira temporada

    Alguns personagens sofreram mais que outros em meio à miscelânea narrativa. Ingrid e Ivan (Josh Banday) se tornaram excessivamente caricatos. Ela ainda contribui para o andamento da trama, mas ele nada contribui e, ainda, proporciona cenas um tanto vergonha alheia fruto de um roteiro pouco inspirado. Tão pouco inspirado que há um furo absurdo na reta final, em um diálogo entre ele e Nora.

    O roteiro traz a realidade de Upload um pouco para a polarização política que o mundo e os Estados Unidos, em especial, têm vivido nos últimos anos. Esse poderia ser um ponto forte da temporada, pois havia um potencial para aproximar mais o público a uma realidade “palpável”. No entanto, por mostrar o desenvolver dos personagens principais (Nathan e Nora) e contar diversas histórias sem se aprofundar em nenhuma, essa possibilidade não é aproveitada.

    Além dos personagens que foram prejudicados pelo escracho e pelo pouco desenvolvimento, também há um homem que aparece em três episódios e nada acrescenta, embora pudesse fazer sentido a narrativa que parecia estar se desenvolvendo para ele. Não vou dizer qual seu papel para não dar spoilers, mas você irá saber quando vir ele falando que está usando a pia do banheiro do trabalho para lavar suas partes íntimas…

    A direção também está prejudicada nessa segunda temporada, e quero acreditar que uma parcela importante se deve às dificuldades impostas pela pandemia. No entanto, há também que se destacar a alternância na direção. São três diretores diferentes para apenas sete capítulos, o que implica em visões distintas para o desenvolvimento da história e para tirar o melhor de cada ator e atriz diante do que o roteiro propõe.

    As virtudes da nova temporada de Upload acontecem graças às atuações de Robbie Amell e Andy Allo. Apesar do roteiro, os dois novamente se saem muito bem. Entre os personagens escrachados que ganham mais espaço nesse ano, destaque para Luke (Kevin Bigley) e A.I. Guy (Owen Daniels). Aqui o roteiro acerta em deixá-los bem patetas, mantendo coerência com o desenvolvimento de ambos e entregando cenas divertidas.

    Vale mencionar também o trabalho da atriz Zainab Johnson como Aleesha, que aproveita os espaços e contracena bem, especialmente com Luke.

    VEREDITO

    Após uma temporada de estreia coesa e divertida, Upload desanda em seu segundo ano e desenvolve uma narrativa confusa e pouco inspirada. Há momentos de divertimento, mas os méritos de ser uma produção que mesclava elementos de Black Mirror, The Good Place e uma pitada imersiva de Jogador Número 1 não tiveram sequência aqui. E não parece que o terreno ficou bem preparado para que retornem numa possível terceira temporada.

    2,0 / 5,0

    Assista ao trailer da segunda temporada de Upload:

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    Condessa Escarlate: Conheça a Feiticeira Escarlate de The Boys

    Condessa Escarlate ou Condessa Carmesim é uma das supers mais poderosas do Conglomerado e será apresentada na terceira temporada de The Boys. Confira tudo sobre a personagem:

    ORIGEM

    A vilã de The Boys foi apresentada no volume seis, intitulado A Sociedade da Autopreservação, sendo uma paródia descarada da Feiticeira Escarlate dentro do universo sádico de Garth Ennis e Darick Robertson.

    Ela foi uma das supers recrutadas para dar cabo de Billy Butcher e seus colegas, mas acabou tendo um final bastante trágico, uma vez que foi enforcada com o cinto do britânico líder dos Rapazes. Nos quadrinhos, o grupo de anti-heróis tem poderes por conta do uso do Composto V, o que os torna ainda mais sanguinários nas páginas das HQs.

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    Condessa Escarlate é um título que já fora usado no passado, uma vez que os primeiros Sete morreram em combate de forma covarde na Segunda Guerra Mundial.

    AFILIAÇÕES

    A Condessa Escarlate faz parte da Liga da Revanche, uma cópia fajuta dos Vingadores, formada pelo Trovoada, uma espécie de Thor nazista, Insetus, um Homem-Formiga piorado, Metaldroide, uma espécie de Visão com fajuto, Technoman, um Homem de Ferro depravado e o Jovem Soldado, um Capitão América deturpado e que estará na terceira temporada da série da Amazon Prime, com Jensen Ackles dando vida ao personagem.

    O Trovoada, inclusive, já apareceu em The Boys como Tempesta (Aya Cash), uma versão feminina do vilão. Ela foi o par romântico do Capitão Pátria (Antony Starr) no seriado.

    PODERES E HABILIDADES

    condessa escarlate

    A super tem como principais habilidades soltar rajadas de energia pelas mãos, superforça e voo. Por seus poderes serem oriundos do Composto V, a Condessa Escarlate não usa poderes mágicos, o que a difere bastante de sua contraparte da Casa das Ideias.

    OUTRAS MÍDIAS

    Condessa Escarlate será uma das personagens regulares da terceira temporada de The Boys, sendo interpretada por Laurie Holden, que foi a Andrea de The Walking Dead.

    A nova temporada de The Boys estreia no dia 03 de junho na Amazon Prime Video.

    Confira o trailer do terceiro ano da série:

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    CRÍTICA – Os Caras Malvados (2022, Pierre Perifel)

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    A animação Os Caras Malvados (The Bad Guys) ´é baseada nos quadrinhos infantis de Aaron Blabeybest-sellers do The New York Times – e é dirigido por Pierre Perifel e conta a história de cinco animais “fora da lei” que estão prestes a mudar de lado para se tornarem cidadãos exemplares.

    A animação é o primeiro filme original da DreamWorks, sem ser uma sequência, desde 2019.

    No elenco de vozes originais temos: Sam Rockwell, Marc Maron, Craig Robinson, Anthony Ramos e Awkwafina.

    Já no elenco de vozes nacionais: Romulo Estrela, Sergio Guizé, Babu Santana, Luis Lobianco e Nyvi Estephan.

    Os Caras Malvados chega aos cinemas nesta quinta-feira, 17 de março.  

    SINOPSE

    Um infame grupo de amigos é formado pelo batedor de carteiras Sr. Lobo (Sam Rockwell/Rômulo Estrela), o arrombador de cofres Sr. Cobra (Marc Maron/Sergio Guizé), o mestre do disfarce Sr. Tubarão (Craig Robinson/Babu Santana), o sorrateiro Sr. Piranha (Anthony Ramos/Luis Lobianco) e a hacker especialista Srta. Tarântula (Awkwafina/Nyvi Estephan). 

    Depois de anos integrando a lista dos criminosos mais procurados do mundo, essa gangue finalmente é capturada. Agora resta ao Sr. Lobo negociar um acordo de liberdade; e para escaparem da prisão eles precisarão se tornar pessoas honestas e legais.

    ANÁLISE

    O mais recente longa animado de Pierre Perifel não tenta inventar a roda, mas traz diversão para toda a família ao utilizar animais estigmatizados como violentos tanto na vida real como nos cinemas como o “Lobo Mau” visto em tantas adaptações de Chapeuzinho Vermelho; uma cobra, animal protagonista da franquia Anaconda; um tubarão, que se tornou um cult pelas mãos de Steven Spielberg; uma piranha, que tornou-se uma franquia trash e uma aranha, que está presente até mesmo em filmes de super-heróis.

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA | TBT #42 | Tubarão (1975, Steven Spielberg)

    A produção da Dreamworks tem em sua premissa mostrar que todos merecem uma segunda chance e por mais difícil que seja acreditar que uma mudança real possa acontecer, todos possuem dentro de si algo bom que só precisa da motivação certa para vir a tona.

    O estilo da animação é colorido, porém suave, utilizando tons claros e visual inédito. Com cenas de perseguições de carro e roubos mirabolantes, vemos muitas referências de franquias de sucesso como Velozes e Furiosos e Missão Impossível.

    VEREDITO

    Mesmo não trazendo algo completamente inédito, a animação consegue apresentar um plot twist inesperado; e por mais que não seja um filme inesquecível, vale a ida ao cinema pela diversão das crianças.

    Os Caras Malvados conta com boas piadas, muitas cenas engraçadas e se você que é adulto não der algumas boas risadas, certamente dará alguns sorrisos ao ver seus pequenos se divertindo com as aventuras desse grupo de ladrões fora do comum.

    3,0 / 5,0

    Assista ao trailer:

    Os Caras Malvados chega aos cinemas nesta quinta-feira, 17 de março.  

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    CRÍTICA – Grand Mountain Adventure: Wonderlands (2022, Microids e Toppluva)

    Grand Mountain Adventure: Wonderlands é o novo jogo do selo indie da Microids em parceria com a Toppluva. Voltado para uma temática de esportes e exploração, o game garante horas de diversão em um mundo aberto cheio de possibilidades.

    Grand Mountain Adventure: Wonderlands já está disponível para PC via Steam e para Nintendo Switch – apenas na Nintendo eShop da Europa, por enquanto. O jogo deve chegar a eShop dos Estados Unidos em 22 de março, e ainda não tem uma data específica para a loja digital brasileira.

    Leia nosso review de Grand Mountain Adventure: Wonderlands para Nintendo Switch.

    SINOPSE

    Grand Mountain Adventure: Wonderlands permite explorar livremente, e no seu ritmo, resorts de esqui inteiros e as montanhas próximas a eles. Desbloqueie teleféricos e alcance novas áreas competindo em desafios, ou aprecie a paisagem enquanto você encontra seu próprio caminho pelas montanhas. Quer se divertir com seus amigos? Vá em frente e jogue no multiplayer local com até 4 jogadores. A escolha é sua!

    Principais diferenciais

    Uma ode à exploração: Coloque seus esquis, ou snowboard, e explore 12 enormes resorts de esqui de mundo aberto. Descubra áreas de sertão empoeirado, florestas profundas com vida selvagem, encostas movimentadas, penhascos íngremes, picos altos e aconchegantes vilarejos nas encostas das montanhas.

    Inúmeros desafios esperam por você nas montanhas: Você pode competir em Super G, Slopestyle, Big Air e muitas outras disciplinas. Procure desafios ocultos e provas secretas fora das pistas. Colete passes de esqui para desbloquear novos teleféricos e montanhas!

    Esquie sozinho ou com amigos: Jogue no multiplayer local com até 4 jogadores. Corra até a linha de chegada, derrube uns aos outros com bolas de neve ou desça as montanhas juntos. Sinta-se à vontade para explorar!

    Faça uma pausa com o Modo Zen: O Modo Zen tem tudo a ver com ter um tempo tranquilo e regenerador para si mesmo. Todos os desafios, testes, colecionáveis ​​e até mesmo NPCs são removidos, deixando você com montanhas inteiras intocadas para explorar sozinho. Pegue um chocolate quente e aproveite as montanhas nevadas no seu próprio ritmo!

    ANÁLISE DE GRAND MOUNTAIN ADVENTURE: WONDERLANDS

    Grand Mountain Adventure: Wonderlands é uma adorável experiência. Confesso que não sou fã de jogos de esportes, tampouco é um dos estilos que escolho comprar. Entretanto, esse jogo desenvolvido pela Microids entrou no meu hall de exceções e garanto que você terá inúmeras horas de diversão ao longo de sua gameplay.

    O game começa no primeiro resort e, de largada, você é apresentado a um tutorial básico sobre como se movimentar com seu esqui (ou snowboard). Após entender os comandos, você passa a explorar o espaço. Sem amarras e sem obrigações.

    Você pode descobrir pistas escondidas (que aparecem como brilhinhos no mapa), ou vasculhar até encontrar passes de ski para abrir novos teleféricos. Em meio à aventura, ursos, alces, lobos e outros animais podem te atacar, o que torna tudo mais divertido!

    Depois de algumas horas de jogatina, o game se torna mais fácil, principalmente em relação à jogabilidade. Se movimentar com os esquis é difícil, então você precisa tentar repetidas vezes até superar algum desafio em uma pista.

    CRÍTICA - Grand Mountain Adventure: Wonderlands (2022, Microids e Toppluva)

    É difícil também se locomover com os esquis por espaços normais, sair andando entre um mapa e outro. Entretanto, após algum tempo de prática, tudo se torna mais fluido, e o Grand Mountain Adventure: Wonderlands fica viciante. É sério.

    Seja pela dificuldade progressiva das pistas, que chegam a envolver flips e esquiar de costas, ou os locais inusitados onde você encontra recompensas: tudo é muito bem pensado e faz o jogador querer permanecer no game por muito tempo.

    Apesar dos pontos positivos, a total liberdade de Grand Mountain Adventure: Wonderlands acaba tornando algumas situações um pouco complicadas. No caso do co-op, demora um tempo até você entender como faz pra jogar com os seus amigos. Entretanto, não fica claro porque você só pode competir em algumas pistas e qual a diferença entre os modos disponíveis (battle e race). No fim das contas, eles parecem iguais.

    Essa falta de explicação se estende, também, em outros pontos do jogo. Algumas pistas de pulo, por exemplo, não são bem claras sobre as manobras que você precisa executar. Então demandará algumas tentativas até, de fato, você conseguir entender o que o jogo está pedindo.

    O fato de haver um aprendizado progressivo de movimentos e técnicas de esqui acaba elevando a dificuldade do game após determinado ponto. É o caso da técnica rodeo, que você habilita no terceiro resort. Ao liberar a função, você poderá esquiar de costas, o que acaba garantindo que qualquer movimento brusco com o joy-con habilite essa manobra. A partir daqui, ficar com ódio e querer desistir de tudo pode se tornar um sentimento comum.

    Entretanto, é também essa dificuldade progressiva que torna o game viciante. Afinal, você possui 12 resorts, inúmeras pistas e prêmios escondidos, além dos rankings de velocidade e performance em cada desafio.

    O fato de ter um mundo aberto, e realmente amplo, é um dos principais pontos positivos. Não existe certo ou errado, sendo possível até habilitar mesmo um modo zen e ficar esquiando durante horas, sem pensar no amanhã. Grand Mountain Adventure: Wonderlands possui até um humor peculiar, permitindo que você distribua socos nos NPCs e os coloque para dormir.

    VEREDITO

    Com uma boa proposta e grande diversidade de pistas, Grand Mountain Adventure: Wonderlands é um jogo simples, mas muito divertido. Garantindo horas de gameplay, o game da Microids e Toppluva é uma ótima opção para quem curte aventura e exploração.

    4,0 / 5,0

    Assista ao trailer

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