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    Tripping with Nils Frahm: Produção estreia com exclusividade no MUBI

    A produção Tripping with Nils Frahm estreia com exclusividade na plataforma de curadoria e streaming MUBI no dia 3 de dezembro, em mais de 190 países. O álbum ao vivo de mesmo nome será lançado na mesma data, pela Erased Tapes Records.

    Nils Frahm, pianista, compositor e produtor, preenche a lacuna entre a música clássica e a eletrônica. A abordagem não convencional de Frahm para um instrumento antigo, junto com suas composições ecléticas que variam de peças intimistas de piano a paisagens sonoras opulentas, conquistou muitos fãs e aclamação da crítica em todo o mundo.

    O trabalho cinematográfico de Nils Frahm inclui Victoria, escrita para o longa-metragem One-take de Sebastian Schipper (vencedor do Prêmio de Cinema Alemão de Melhor Trilha Sonora). Ele também colaborou nas trilhas sonoras de Ellis, curta-metragem do artista francês JR, com Robert de Niro, bem como AD Astra, de James Gray, e Manifesto, de Julian Rosefeldt.

    Tripping with Nils Frahm é produzido pela Leiter em associação com PLAN B Entertainment. Com 87 minutos de duração, o filme estreia mundialmente no dia 3 de dezembro, exclusivamente pela plataforma global de streaming MUBI. O álbum ao vivo de mesmo nome será lançado pela Erased Tapes Records, na mesma data.

    Assista ao trailer:

    CRÍTICA – Cloudpunk (2020, Ion Lands)

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    Imagine a combinação de Minecraft com Blade Runner é com essa surpreendente fusão que temos o estiloso indie alemão Cloudpunk.

    Desenvolvido pela Ion Lands e publicado pela Maple Whispering Limited, o game foi lançado para Nintendo Switch, Playstation 4, Xbox One e PC.

    SINOPSE

    Uma história neon-noir em uma metrópole cyberpunk banhada pela chuva. Seu nome é Rania. Esta é sua primeira noite de trabalho para Cloudpunk, a empresa de entrega semi-legal com sede na cidade de Nivalis. Duas regras: não perca uma entrega e não pergunte o que está na embalagem.

    Você vai a todos os lugares, desde a Medula abaixo da cidade até as torres que perfuram as nuvens cinzentas bem no alto antes de raspar a borda da troposfera. Nenhum trabalho de entrega é muito perigoso e ninguém é mais rápido que um motorista Cloudpunk.

    ANALÍSE

    Em Cloudpunk assumimos o comando de Rania em seu primeiro emprego sendo taxista em um HOVA, um carro voador na megametrópole cyberpunk, realizando entregas no qual ela não pode saber o que se encontra dentro desses pacotes e não pode fazer perguntas a seus clientes sobre as entregas.

    A cidade de Nivalis é dominada por megacorporações e existe um imenso nível de desigualdade social entre os cidadãos. Uma temática que é normalmente abordada no gênero cyberpunk.

    CRÍTICA - Cloudpunk (2020, Ion Lands)

    Apesar de Cloudpunk ser um jogo indie, o mesmo apresenta um visual em pixel art extremamente atraente junto a uma cidade que está sempre em movimento. Na ambientação, diversos kanji e logos de megacorporações repletos de neon tomam conta da cidade.

    Essa estética neon-noir realmente me fascina, ainda mais junto a sua trilha sonora hipnotizante retro electrosynthwave, o que deixa o jogo ainda mais imersivo e atraente.

    Além das diversas entregas que você fará no decorrer do game é bom sempre ficar atento ao seu combustível, pois dependendo da distância ele pode acabar no meio do caminho. Por isso, sempre que possível, deixe o seu tanque cheio.

    Outro detalhe bastante importante é que você seja bom no volante, pois do contrário a lataria de seu HOVA pode acabar 100% danificada. Mesmo assim, não se preocupe, em toda cidade existe estações de reparos caso você danifique o seu veículo.

    JOGABILIDADE E NARRATIVA

    Cloudpunk apresenta uma boa jogabilidade em terceira pessoa dentro do veículo. Essa jogabilidade realmente me agradou e me deixou animado com o game.

    Além disso, na versão para PC o jogo obteve uma atualização que permite jogar em primeira pessoa. Foi uma pena na versão do PS4 não ter saído essa atualização.

    É possível também sair do veículo e ver a incrível Rania em terceira pessoa e primeira pessoa. Comparando ambas as opções, a visão em terceira pessoa me pareceu bastante travada e estranha.

    Além de Cloudpunk apresentar um visual extremamente elegante e com uma boa jogabilidade, o jogo também tem personagens com diálogos inteligentes, misteriosos e às vezes engraçados. Principalmente o humor IA Camus que é um cachorro que serve de alívio cômico dentro do seu HOVA.

    Entretanto, Cloudpunk pode acabar sendo um tédio para jogadores que não estejam interessados em apenas realizar entregas e customizar veículos. Por mais que o jogo apresente uma história envolvente e interessante, ele acaba sendo maçante e tedioso para quem não curte esse tipo de dinâmica.

    VEREDITO

    Cloudpunk é um ótimo jogo e quem curte o gênero cyberpunk e pixel art certamente vai amar. Seja por sua ótima história, seus diálogos bem desenvolvidos ou sua fantástica trilha sonora, o jogo possui diversos elementos que irão cativar o público.

    Por fim, o game da Ion Lands é classificado como um jogo de entrega assim como foi com o surpreendente Death Stranding e provavelmente os fãs do game da Kojima productions irão gostar de realizar entregas em uma metrópole cyberpunk.

    Nossa nota

    3,5 / 5,0

    Assista ao trailer de lançamento:

    Cloudpunk foi lançado para Nintendo Switch, Playstation 4, Xbox One e PC.

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    PlayStation 5: Console é lançado oficialmente hoje!

    Hoje é um dia de celebração para os fãs de jogos, pois a Sony Interactive Entertainment (SIE) lança seu console de próxima geração, o PlayStation 5 (PS5), depois dele ter chegado no dia 12 de novembro para Estados Unidos, Japão, Canadá, México, Austrália, Nova Zelândia e Coreia do Sul. Hoje, 19 de novembro, Europa, Oriente Médio, América do Sul, Ásia e África do Sul finalizam o lançamento no resto do mundo, incluindo Europa, Oriente Médio, América do Sul, Ásia e África do Sul.

    Jim Ryan, Presidente e CEO da Sony Interactive Entertainment, declarou:

    “Hoje é um momento histórico para a marca PlayStation e todos nós da SIE temos o prazer de celebrar o lançamento do PlayStation 5 junto com a nossa comunidade de fãs, desenvolvedores e parceiros da indústria. O PS5 é um console de próxima geração que representa o início de uma nova era para os games. Estou entusiasmado com os novos mundos que os jogadores começarão a experimentar hoje e igualmente animado com a linha de jogos que ainda virão para o PS5, o que continuará a impulsionar a experiência. Temos a honra de trabalhar com uma comunidade talentosa de desenvolvedores de nível mundial. A criatividade deles trará possibilidades ilimitadas para o futuro dos jogos no PS5.”

    A SIE dá as boas-vindas a esta nova geração, iluminando edifícios icônicos e locais famoso em 25 territórios ao redor do mundo, exibindo imagens dos ícones do PlayStation, do console PS5, do controle sem fio DualSense e outras imagens da marca. No Brasil, o Shopping JK Iguatemi, em São Paulo, e a Cidade das Artes, no Rio de Janeiro, foram escolhidos para receber as exibições visuais.

    O PS5 Edição Digital está disponível por um preço de varejo recomendado (RRP) de R$ 4.199,00 e o PS5 com unidade de disco Blu-ray Ultra HD está disponível por um RRP de R$ 4.699,00 Com exceção da unidade de disco Blu-ray Ultra HD, ambos os modelos PS5 oferecem as mesmas especificações. Portanto, os jogadores desfrutarão das mesmas experiências de jogo transformadoras, independentemente do PS5 que escolherem.

    A amplitude da biblioteca de jogos do PlayStation 5 representa a melhor linha na história dos consoles PlayStation, liderada pelos títulos do dia de lançamento da SIE Worldwide Studios, incluindo Marvel’s Spider-Man: Miles Morales, Demon’s Souls, Sackboy: A Big Adventure e Astro’s Playroom.

    Os donos do PS5 podem desfrutar de mais de três dezenas de novos jogos neste final de ano, incluindo títulos extremamente aguardados de parceiros de publicação da SIE, como Call of Duty: Black Ops Cold War (Activision), Fortnite (Epic Games), FIFA 21 (EA), NBA 2K21 (2K), Godfall (Gearbox Publishing), Watch Dogs: Legion (Ubisoft), Assassin’s Creed® Valhalla (Ubisoft) e muitos mais. Enquanto isso, novos títulos de desenvolvedores independentes, como Bugsnax (Young Horses) e The Pathless (Giant Squid/Annapurna Interactive) demonstram a grande diversidade de conteúdo que está chegando ao novo console da Sony.

    Depois das festas de final de ano, os proprietários do PlayStation 5 podem esperar por jogos ainda mais incríveis. Os próximos exclusivos do Worldwide Studios incluem Ratchet and Clank: Rift Apart, Returnal, Destruction AllStars, Horizon Forbidden West, Gran Turismo 7 e um novo God of War.

    Os jogos adicionais lançados primeiro no PS5 incluem DEATHLOOP (Arkane Studios/Bethesda Softworks), Ghostwire: Tokyo (Tango Gameworks/Bethesda Softworks), Project Athia (Luminous Productions/Square Enix) e Final Fantasy XVI (Square Enix).

    Resident Evil Village (Capcom) e Hogwarts Legacy (Warner Bros. Games), completam a tão aguardada linha de títulos do PS5.

    Os membros da PlayStation Plus poderão desfrutar já no lançamento de uma linha selecionada de 20 jogos do PlayStation 4 que marcaram a geração com a PlayStation Plus Collection, disponível para download no PlayStation 5.

    A PlayStation Plus Collection apresenta jogos aclamados pela crítica, incluindo Batman: Arkham Knight, Bloodborne, Call of Duty: Black Ops III – Zombies Chronicle Edition, Fallout 4, God of War, Monster Hunter: World, Final Fantasy XV, Resident Evil 7 Biohazard, Persona 5, The Last of Us Remastered, Uncharted 4: A Thief’s End e muito mais.

    Inspirado por uma comunidade global de criadores, o PS5 levará os jogadores ao mundo dos games com velocidade, fidelidade visual e imersão sensorial sem precedentes.

    Os jogadores desfrutarão de tempos de carregamento quase instantâneos graças à unidade de estado sólido (SSD) de velocidade ultrarrápida do PS5, bem como gráficos 4K de tirar o fôlego e jogabilidade com suavidade inigualável de até 120 quadros por segundo.

    Com o feedback háptico aprimorado e os gatilhos adaptáveis​ do controle sem fio DualSense e as paisagens sonoras imersivas possibilitadas pela Tempest 3D AudioTech, o PlayStation 5 aumenta os sentidos dos jogadores, fazendo com que eles se sintam transportados para o mundo do jogo.

    Além de experiências de jogo transformadoras, o PlayStation 5 oferece muitas experiências de entretenimento, com uma linha selecionada de alguns dos serviços de streaming mais populares disponíveis no lançamento, incluindo Amazon Prime Video, Apple TV+, Disney+, Netflix, Spotify, Twitch, YouTube e muito mais.

    Haverá um espaço dedicado exclusivamente para entretenimento de mídia no PlayStation 5, tornando mais rápido e fácil alternar entre jogos e filmes/TV.



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    CRÍTICA | The Umbrella Academy: Hotel Oblivion (2019, Devir)

    The Umbrella Academy: Hotel Oblivion é o terceiro volume da HQ criada por Gerard Way e Gabriel Bá e é distribuída pela Devir no Brasil.

    SINOPSE

    The Umbrella Academy

    Reginald Hargreeves construiu no passado uma prisão intergaláctica que abrigava todos os vilões da The Umbrella Academy chamada de Hotel Oblivion. Um destes criminosos é Perseus IX, um homem que foi derrotado pelo grupo e que agora terá sua vingança por meio de seu filho: Perseus X.

    ANÁLISE

    The Umbrella Academy: Hotel Oblivion aprofunda ainda mais a trama, pois fala sobre legados. De um lado temos um multimilionário estilo Bruce Wayne que teve sua vida afetada pelo grupo de super-heróis e por seu pai. Do outro, temos a The Umbrella Academy sofrendo as consequências dos feitos de seu pai e mentor, Sr. Monóculo, além de todas as feridas deixadas.

    Sobre os personagens, Hotel Oblivion é o que apresenta maior equilíbrio de tempo entre todos. Os membros do grupo são muito bem desenvolvidos, com diálogos interessantes sobre religião, vingança e, principalmente, remorso.

    Os destaques vão para Vanya, Alisson e Klaus. O trio é o mais carismático de The Umbrella Academy, com personalidade forte e problemas graves em sua jornada.

    Outro grande destaque é o próprio Hotel Oblivion, visto que o local é uma mistura de Asilo Arkham com Zona Fantasma. Os vilões são torturados psicologicamente de formas bastante cruéis, sendo levados à loucura por anos de penitência, mostrando a crueldade que há em Sr. Reginald Hargreeves por exemplo.

    Entretanto, o vilão da trama é apenas um jovem megalomaníaco em busca de provação, algo que tira o peso dramático dele. A construção é interessante, uma vez que seu pai tinha um pensamento palpável, pois via o excesso de poder da The Umbrella Academy como uma ameaça. Já seu sucessor apenas quer mostrar seu poder, uma vez que tenta ser o novo herói da cidade num campo de batalha.

    VEREDITO

    The Umbrella Academy

    The Umbrella Academy: Hotel Oblivion é uma trama mais madura e que apresenta bons conceitos dentro do universo da HQ. Todavia, seu vilão genérico tira um pouco do peso da ameaça, mesmo que o ato final seja incrível e deixe muitas perguntas para as próximas edições.

    Nossa nota

    4,5 / 5,0

    Editora: Devir

    Autores: Gerard Way e Gabriel Bá.

    Páginas: 202

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    CRÍTICA – A Princesa e a Plebeia: Nova Aventura (2020, Mike Rohl)

    A Princesa e a Plebeia: Nova Aventura é a continuação direta do filme de 2018 estrelado por Vanessa Hudgens. Na nova produção, as sósias Stacy e Margaret devem lidar com novas responsabilidades envolvendo a futura coroação de Margaret como rainha.

    SINOPSE

    A coroação de Margaret está atrapalhando a vida amorosa da futura rainha. Sua sósia Stacy tem um plano para ajudar – se outra garota idêntica a elas não estragar tudo.

    ANÁLISE

    Como uma continuação direta do longa de 2018 – que foi bem recebido pela crítica, mas não tão amado pelo público -, a nova produção propõe uma reviravolta na vida de Margaret, colocando a personagem a caminho do trono de Montenaro. A ascensão meteórica não é bem aceita por seu namorado Kevin (Nick Sagar), e os dois acabam tomando caminhos distintos.

    Sem aceitar o término dos dois adultos, Stacy resolve se intrometer na relação e criar um plano com Olivia (Mia Lloyd) para unir o casal apaixonado novamente, replicando em partes a trama do filme anterior. Com isso, Stacy consegue levar Kevin até o local do baile e coroação de Margaret e fazer com que eles se reaproximem.

    Em meio a todo o plano natalino de reconciliação, Fiona (também interpretada por Hudgens), prima de Margaret, resolve aparecer para as festividades – mas com um grande plano maquiavélico. Todos os envolvidos percebem a indiscutível semelhança entre as três meninas, pois elas são exatamente iguais. As poucas diferenças são apenas o tom de voz e o sotaque.

    Vanessa Hudgens precisa interpretar não duas, mas três personagens idênticas. Alterando sotaques, roupas e personalidade, a produção megalomaníaca cria uma trama difícil de acreditar, considerando a probabilidade lógica de três pessoas serem exatamente iguais e habitarem a mesma região do mundo.

    Além de Hudgens e Sagar, outros personagens também retomam seus papéis na continuação. Edward (Sam Palladio) e Mrs. Donatelli (Suanne Braun) também fazem parte da trama, apesar de seus personagens apenas existirem no desenrolar confuso e apressado da produção. 

    Alguns pontos que devem ser destacados são: a química do elenco principal, que facilita no desenrolar das situações em que os personagens são inseridos e a ambientação do longa. Todos os cenários são lindíssimos, com grandes mansões e todo o charme das festividades natalinas.

    Hudgens também merece seu crédito, pois ela é o destaque de toda a produção. Por ser extremamente simpática, a atriz consegue cativar o espectador. Entretanto, toda a história falha em criatividade e humor, o que deveria ser algo realmente importante em um romance desse gênero.

    VEREDITO

    Repetindo sua trama, elevando toda a situação a um nível absurdo e não entregando nada novo, A Princesa e a Plebeia: Nova Aventura falha em sua missão de ser uma boa continuação para o filme de 2018, deixando a desejar em diversos aspectos de sua produção.

    Nossa nota

    2,0 / 5,0

    Confira o trailer:

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    TBT #99 | Disney Vintage (2020, Disney+) | Feededigno

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    Com a chegada do serviço de streaming da Disney ao Brasil, nada melhor que rever algumas das animações clássicas que assistimos quando crianças.

    Disney+ teve sua estreia na última terça-feira (17) e apesar de estar dividindo os fãs por não apresentar um vasto catálogo, ainda conta com problemas de produções sem dublagem ou legendas em português, notado principalmente em produções aguardadas como o musical Hamilton, estrelado por Lin-Manuel Miranda.

    SINOPSE

    A coleção Disney Vintage conta com algumas animações clássicas que vão desde a década de 40 até 60 e conta com algumas que marcaram minha infância, como:

    O Velho Moinho (1937, 8min);
    Pluto – Cães de Salvamento (1947, 6min);
    Pluto – Ladrão de Osso (1948, 6min);
    Pluto – Brigando por Comida (1950, 6min);

    Sem dublagem em português:

    Pateta – Como Nadar (1942, 7min);
    Donald – Piquenique na Praia (1939, 8min);
    A Fonte da Juventude de Donald (1953, 6min);
    Donald – O Urso Abelhudo (1955, 7min);
    Donald – Dormindo Feito Urso (1955, 7min).

    ANÁLISE

    Apesar de alguns curtas não terem a clássica dublagem que crescemos ouvindo durante as manhãs nos saudosos programas infantis da Globo, não atrapalham tanto a experiência de revê-los, já que em sua grande maioria não há diálogos e as falas de personagens como Donald e Pateta são quase incompreensíveis.

    Atualmente, com softwares e profissionais capazes de criarem animações que beiram a realidade com texturas, cores e fluidez é divertido notar como as animações evoluíram.

    Ao assistir aos curtas do Disney Vintage um sentimento de alegria saudosista me preencheu ao relembrar a simples felicidade em momentos da infância como se sentar na frente para TV e tomar meu café da manhã preparado pelos meus – já finados – avós e rir das confusões de Mickey e cia.

    VEREDITO

    Particularmente, sensação inicial é que a Disney fez um trabalho “nas coxas” ao disponibilizar um serviço para o nosso país com conteúdos sem versões para o português. Deixando clara que a maior preocupação era o marketshare que o público brasileiro representa para a companhia e não a qualidade na qual esse produto seria entregue a nós.

    Por outro lado, especificamente os curtas do Disney Vintage como dito anteriormente, não têm a experiência de todo ruim por esse motivo e segue sendo um grande mergulho no oceano das boas memórias dos assinantes do serviço.

    Nossa nota

    4,0 / 5,0

    E você, já assinou o Disney+? Se sim, quais filmes e animações clássicas já assistiu? Está curtindo a plataforma de streaming da “Casa do Mickey“? Deixe seus comentários e lembre-se de conferir as indicações anteriores do TBT do Feededigno.



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