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    CRÍTICA – The Umbrella Academy (2ª temporada, 2020, Netflix)

    The Umbrella Academy está de volta! A série dos desajustados super-heróis estreia no dia 31/07, mas nós do Feededigno já assistimos! Confira o que achamos!

    Atenção! O texto abaixo contém spoilers da primeira temporada, ou seja, leia por sua conta em risco!

    Sinopse da 2ª temporada de The Umbrella Academy

    The Umbrella Academy

    Depois dos acontecimentos da primeira temporada, Cinco (Aidan Gallagher) envia o grupo para os anos 60. Contudo, não foi apenas o grupo The Umbrella Academy que foi ao passado e, também, o iminente apocalipse. Agora, eles devem tentar solucionar este indigesto problema.

    ANÁLISE

    The Umbrella Academy

    Quando o primeiro trailer do segundo ano do seriado saiu, confesso que fiquei um pouco receoso quanto a utilização da problemática do apocalipse novamente.

    Contudo, a segunda temporada de The Umbrella Academy conseguiu ir além de sua premissa, apresentando novas problemáticas em suas histórias secundárias que encorpam ainda mais a trama, deixando os personagens mais complexos.

    Ao apresentar questões que tem uma gigantesca relevância em tempos contemporâneos como racismo, homofobia e abandono paterno, a série consegue ir além do que já foi proposto em 2019.

    Luther (Tom Hopper), Diego (David Castañeda), Alisson (Emmy Raver-Lampman) e Ben (Justin H. Min) foram ainda mais aprofundados, ganhando camadas interessantes as suas personas.

    Os demais funcionam muito bem e continuam dando bastante dinâmica ao grupo desajustado.

    Todavia, Cinco continua sendo um personagem sem evolução, pois seu arco continua praticamente igual ao do ano anterior.

    A missão de ser o mensageiro do apocalipse o persegue e mesmo que tenha um aprofundamento nos aspectos de culpa por parte do herói, não vemos uma mudança significativa.

    As adições de novos personagens foram de suma importância para que tudo funcione. Todos eles são excelentes e não estão à toa.

    Sissy (Marin Ireland), Raymond (Yusuf Gatewood) e Lila (Ritu Arya) estão lá para dar dinâmica à história, tornando os personagens de seus arcos ainda mais relevantes dentro das suas propostas. Os trigêmeos trazem aquela referência bacana de Dark, pois são muito semelhantes ao personagem misterioso da série alemã. A Comissão também é relevante no papel de antagonista e aqui é menos repetitiva como na primeira temporada com Hazel e Cha Cha, interpretados por Cameron Britton e Mary J. Blidge.

    Questões técnicas

    The Umbrella Academy: Conheça os personagens da nova série da Netflix

    Ao inserir a trama nos anos 60 no sul estadunidense, The Umbrella Academy coloca junto artifícios interessantes no roteiro, pois ao colocar um elenco diverso, consegue dar mais ênfase em questões sociais relevantes.

    Na época existia a segregação, movimento que separava negros e brancos, algo que fez com que Alisson ganhasse ainda mais importância dentro do seu arco.

    Além disso, tivemos também a questão da homossexualidade sendo abordada de forma suave, algo que também era e, infelizmente ainda é, considerado uma doença por uma parcela da sociedade, algo que é ainda mais reforçado no Texas por sua cultura extremamente religiosa.

    A ambientação está excelente, com figurinos coloridos, tons mais foscos de fotografia que deixam as cenas com um aspecto de vanguarda, destaque principalmente para o figurino hippie de Klaus (Robert Sheehan) e sua seita.

    A trilha sonora continua sendo um dos pontos fortes da série, pois mistura músicas mais antigas com as atuais, pautando a fusão entre o momento em que os heróis vivem e seu deslocamento temporal.

    A direção continua excelente, principalmente quando se trata das cenas de ação, visto que temos elementos de outras séries da Netflix como Demolidor e suas cenas de plano sequência em corredores, marca forte do canal de streaming.

    VEREDITO

    The Umbrella Academy

    The Umbrella Academy melhorou muito em sua segunda temporada.

    Com temas mais complexos e um roteiro muito bem amarrado, entrega uma excelente experiência para os fãs da série e se consolida como uma das melhores do catálogo da Netflix.

    5,0 / 5,0

    Confira o trailer:

    Lembre-se de voltar aqui após assistir a nova temporada para deixar seus comentários e sua avaliação!

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    CRÍTICA – O Chalé (2020, Veronika Franz e Severin Fiala)

    O Chalé (The Lodge, título original) é o novo longa dos diretores Veronika Franz e Severin Fiala, responsáveis por Boa Noite Mamãe (2014) e está disponível on demand.

    SINOPSE

    The Lodge

    Richard (Richard Armitage) é pai de Aidan (Jaeden Martell) e Mia (Lia McHugh) e após um acontecimento trágico, decide levar seus filhos para um chalé com a sua nova namorada, Grace (Riley Keough).

    Entretanto, as coisas começam a ficar estranhas quando Richard tem que voltar à cidade para negócios, deixando-os sozinhos.

    ANÁLISE

    The Lodge

    Veronika Franz e Severin Fiala tem uma forma bem peculiar de contar histórias, visto que em sua assinatura costumam levar o tempo que for preciso para desenvolvê-las.

    Dito isto, O Chalé não é um filme para qualquer pessoa, pois tem um ritmo bastante lento.

    A proposta é ir a fundo da psiquê de seus personagens, algo que já foi visto em seu antecessor Boa Noite Mamãe.

    Assim como o longa de 2014, os personagens possuem uma complexidade ímpar, possuindo motivações ambíguas, sendo muito mais intensos do que os filmes usuais de terror.

    Dessa forma o filme nos mostra que cada passo não é tão óbvio assim, mesmo que a obra seja muito próxima de outras icônicas no gênero como O Iluminado (1980), Os Outros (2001) e Hereditário (2018).

    Ao beber destas fontes, O Chalé consegue misturar algumas premissas, pois une o sobrenatural ao crível por meio da fantasia.

    DIREÇÃO E ATUAÇÕES

    O longa possui aspectos técnicos que o deixam inquietante, visto que a utilização de uma lente grande angular, com cenários apertados e escuros nos deixa desconfortáveis, ainda mais que isso é amplificado com a trilha sonora que nos deixa ainda mais tensos.

    As atuações são excelentes, pois os protagonistas mudam suas características o tempo todo por conta de uma situação quase que impossível de solidão e nenhum auxílio.

    A elaboração é magnífica, mesmo que sua trama comece de forma completamente furada com uma ideia incoerente do personagem de Richard Armitage.

    Aliás, se o filme tem problemas, esse de fato seria o único mais gritante, pois um pai de família que deixa os filhos com uma completa estranha, mesmo sabendo que eles a odeiam é uma péssima ideia e que é de difícil compreensão por parte do público.

    Todavia, se isso passar para você, como passou para mim, O Chalé acaba sendo um excelente thriller psicológico com um auto grau de complexidade.

    VEREDITO

    The Lodge

    Com um elenco afiado, boas cenas e técnicas de direção, o filme tem uma excelente atmosfera, pois mostra tudo o que há de melhor no gênero de terror psicológico. Porém, com ritmo lento e premissa no mínimo rasa, O Chalé não é um filme para todas as pessoas.

    4,5 / 5,0

    Confira o trailer:

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    CRÍTICA – Neversong (2020, Atmos Games)

    Neversong é um jogo desenvolvido pela Atmos Games e publicado pela Serenity Forge para iOS, Linux, Microsoft Windows, Nintendo Switch, PlayStation 4 e Xbox One. Neste jogo de aventura, assumimos o controle de Peet que acabar de acordar de um coma e descobre que sua namorada não está em lugar algum, além de descobrir que os adultos são zumbis aprisionados.

    Com isso, você vai sair em uma estranha jornada para descobrir o que aconteceu com sua namorada e a verdade sobre o passado de Peet – que vai contar com a ajuda de seus amigos peculiares junto ao seu fiel pássaro de estimação – nessa assustadora fábula onírica.

    ANÁLISE – Parece ser uma animação do Tim Burton, mas sem carisma

    A jogabilidade é bem simples típica de jogos de ação e aventura, sem nenhuma inovação, mas que não diminui as horas de diversão durante toda a jogatina.

    Conforme você for avançando o jogador terá que solucionar diversos quebra-cabeças para avançar para a próxima fase, mas fique tranquilo pois são bem simples e fáceis de serem resolvidos.

    Ao finalizar uma fase, o jogador será recompensando com notas de piano, que servem para você tocar o piano e desbloquear equipamentos como taco de baseball e skate, por exemplo, que serão de grande importância para avançar no game e zerá-lo.

    Neversong tem uma direção de arte excelente com cores maravilhosas e com um mundo que parece ter tido uma forte influência das animações do diretor Tim Burton. Apesar da influência, infelizmente, os personagens não tem o mesmo carisma de Jack Skellington (O Estranho Mundo de Jack), por exemplo.

    Embora a trama seja bem simples e ter um quê de Tim Burton, fiquei confuso em relação ao final. O que certamente merece uma nova investida para prestar mais atenção em alguma ponta solta que possa ter deixado passado despercebido.

    Trilha Sonora – Uma trilha sonora relaxante e agradável

    A trilha sonora composta por Thomas Brush, criador do jogo, é extremamente agradável, pura, relaxante e melancólica. Esse estilo relaxante muda apenas quando você enfrentar um chefe de fase mudando para uma trilha mais frenética o que deixa o game mais empolgante. O mais legal é a mistura de sons de instrumentos com os da natureza.

    PONTO NEGATIVO – Uma tela de loading que é quase um coma de tanta espera

    O game brilha em tudo desde o enredo, jogabilidade, trilha sonora e puzzles. Contudo, sua tela de loading é quase um coma de tanta demora e de fato esse foi único ponto negativo em que o game deixou a desejar.

    Essa tela de carregamento dura em torno de um minuto, isso só para você avançar para outro ambiente do game. Em certo momento, achei que o jogo havia travado.

    Achei estranho um game independente nesse porte de qualidade falhar em um detalhe tão pequeno que é imprescindível para que o jogador tenha uma ótima experiência durante a jogatina.

    VEREDITO

    Neversong é um ótimo jogo de aventura que soube tirar proveito de um bom enredo, mas que não deixa resposta clara ao seu final. Mesmo que o jogo tenha uma curta durabilidade – cerca de três horas – vai agradar quem procura um jogo curto para ser finalizado.

    O game está localizado com legendas em Português-BR. O que é ótimo para quem não tem o inglês afiado.

    Apesar de oferecer uma curta experiência, não deixa de ser um ótimo entretenimento que com certeza vai agradar quem aprecia jogos repletos de mistério, bizarrice e com um toque de fábula sombria.

    Assista ao trailer:

    E você, já jogou Neversong? Deixem sua nota e opinião! O game está disponível para iOS, Linux, Microsoft Windows, Nintendo Switch, PlayStation 4 e Xbox One.

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    Cyberpunk 2077: Jogadores poderão fechar o jogo sem completar missão principal

    Cyberpunk 2077 da CD Projekt Red se tornou um dos games mais esperados da atual geração de consoles, e tudo que os desenvolvedores mostraram sobre o título se mostrou a razão; ele é tão ambicioso quanto o game que insanamente ambicioso The Witcher 3: Wild Hunt.

    Os desenvolvedores se dedicaram corpo e alma para fazer de Cyberpunk 2077 um dos melhores games até o momento, e essa é uma das muitas razões do game estar levando um tempo para chegar as lojas. Além disso, a CD Projekt Red continua adicionando novas funcionalidades que farão a espera valer a pena.

    Uma das novas funções que serão apresentadas em Cyberpunk 2077, provavelmente vai contar com uma mecânica que mudará tudo, e permitirá que os jogadores finalizem o game sem ter que completar a missão principal. Isso mesmo, você não leu errado.

    Em uma entrevista recente ao site polonês Spider’s Web, o Designer de Missões de Cyberpunk 2077, Pawel Sasko explicou que essa nova funcionalidade vem com a experiência de The Witcher 3: Wild Hunt, e é o que por fim, os fizeram repensar sua aproximação aos sub plots:

    “Nós construímos a estrutura de Cyberpunk baseado nas conclusões que tiramos de The Witcher 3. The Witcher tem uma história principal e missões secundárias que surgem a partir da principal, e isso foi nossa estrutura principal. Então, na estrutura de Cyberpunk nós temos essa linha principal, que serve como o início, nossa história principal com diferentes subplots que a rodeiam, que podem ser iniciadas de várias formas. Esses subplots nos permitem fazer algo que nós nunca fizemos antes – eles mudam o plot principal do game e eles estão fazendo isso de uma forma que você pode nem terminar o plot principal, mas finalizar o game e ter um epílogo completamente diferente do que um jogador que fez escolhas diferentes, conheceu personagens diferentes e formou relações com eles.”

    Ter um final baseado nas decisões causa uma sensação incrível ao jogador, e parece que os desenvolvedores da CD Projekt RED pensaram nisso.

    Cyberpunk 2077 será lançado em Novembro, então nós temos que esperar um pouco mais para ver se essa ideia inovativa realmente se desenrolará como esperado.

    Na megacidade mais perigosa do futuro, você de verdade, não é o suficiente. Se torne V, um mercenário cyber-melhorado após um implante único – a chave para a imortalidade. Customize seu ambiente cibernético e suas habilidades e explore a vasta cidade do futuro obcecada com poder, glamour e modificações corporais. As escolhas que você faz determinarão a história e como o mundo ao redor de você se desenrolará.

    Cyberpunk 2077 será lançado para PlayStation 4, Xbox One e PC no dia 19 de Novembro.

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    Star Wars: Taika Waititi confirma que já está trabalhando no roteiro do novo filme

    Em Maio deste ano, foi confirmado que Taika Waititi estaria à frente de um novo projeto Star Wars. O cineasta, vencedor do Oscar de Melhor Roteiro por Jojo Rabbit, e que já havia se envolvido com a Lucasfilm na série The Mandalorian, irá dirigir e co-roteirizar ao lado de Krysty Wilson-Cairns (1917) um novo filme em uma galáxia muito muito distante. Embora nenhum detalhe sobre a produção tenha sido divulgado, Waititi confirmou, em entrevista recente à BBC, que já está escrevendo o roteiro da obra.

    Ainda sem previsão de estreia, o longa está sendo planejado para lançamento nos cinemas.

    Este é o primeiro filme oficialmente anunciado depois do fim da Saga Skywalker. A Lucasfilm está majoritariamente focada em produções para o Disney+. A primeira série live-action de Star Wars, The Mandalorian, já garantiu uma segunda e terceira temporadas. Uma série de Cassian Andor, personagem de Diego Luna em Rogue One: Uma História Star Wars, e outra focada em Obi-Wan Kenobi já estão em produção, previstas para 2021 e 2022, respectivamente.

    Já Taika Waititi, trabalha atualmente em Thor: Amor e Trovão, sequência de Thor: Ragnarok, para a Marvel Studios. Com o filme programado para estrear em 2022, o cineasta está em processo de revisão do roteiro, enquanto a produção ainda não pode ser iniciada devido à pandemia.



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    Antlers: Novo filme de Guilhermo del Toro tem novas cenas divulgadas

    Um novo featurette de Antlers foi divulgado durante o painel do filme na Comic-Con @ Home. No vídeo, temos a presença da equipe de produção, além de novas cenas do filme de terror, produzido por Guillermo Del Toro (A Forma da Água).

    Confira o encontro virtual da equipe:

    Em Antlers, uma professora e o seu irmão que é delegado acabam ficando obcecados com um de seus alunos. O garoto é extremamente misterioso, e esconde segredos muito obscuros. Ao ir fundo para investigar o que há de errado com o jovem, os protagonistas acabam encontrando uma criatura ancestral, cujo único objetivo é matar a todos.

    A direção fica por conta de Scott Cooper (Coração Louco), e o elenco ainda tem Jeremy T. Thomas, Keri Russel e Jesse Plemons. A estreia está prevista para fevereiro.

    Antlers é o segundo filme dirigido por Guillermo Del Toro após o lançamento de A Forma da Água em 2017, que rendeu um Oscar ao diretor em 2018. O diretor dirigiu em 2019, Histórias Assustadoras para Contar no Escuro. O filme está disponível na Amazon Prime Video.

    Antlers seria lançado no dia 17 de Abril de 2020. Mas até o momento, o filme não recebeu outra data de lançamento.



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