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    Franquias que fazem 20 anos em 2020 e marcaram época

    Não há dúvidas que o final do século XX foi importante para o cinema que conhecemos hoje. Filmes como Matrix (1999), Star Wars – A Ameaça Fantasma (1999) e A Bruxa de Blair (1999) redefiniram o modo de fazer filmes em Hollywood se tornando franquias de sucesso.

    Nos anos seguintes, diversos estúdios foram na onda dos efeitos especiais, construíram franquias para seus filmes e apostaram em marketing através da internet.

    Graças a essas grandes produções que fecharam o século passado com chave de ouro, o novo milênio começou com grandes expectativas para o cinema.

    Em 2000, o mundo assistia o nascimento das novas tecnologias que mudariam a realidade que até então era conhecida. As redes sociais viriam nos próximos anos, assim como o 3D e a globalização levaria todas a cultura cinematográfica para a casa das pessoas.

    Durante os anos 2000, talvez você se lembre de ir à locadora para alugar alguns filmes ou esperar acordado até tarde para ver na TV aquele filme inédito. Nessa época não houve criança ou adolescente que não tenha assistido ao filme que deu origem aos super-heróis nas telonas, X-Men (2000); a comédia que satiriza todos os outros filmes, Todo Mundo em Pânico (2000) e o filme de suspense/terror que se tornou sensação entre os jovens, Premonição (2000), franquias de sucesso até hoje.

    Em 2020, eles completaram 20 anos e vivem nos corações nos nostálgicos. Além de ser relembrado pelos fãs, recentemente a atriz Anna Faris de Todo Mundo em Pânico, o ator Hugh Jackman de X-Men e o ator Devon Sawa de Premonição comemoram o aniversário de suas sagas nas redes sociais.

    Como relembrar é viver, entenda um a um, a importância desses primeiros filmes de franquias para o futuro do cinema e, porque continuam relevante.

    Todo Mundo em Pânico, das referências às sátiras

    É impossível falar de Todo Mundo em Pânico e não lembrar das maravilhosas cenas de referências a filmes que fizeram sucesso na época.

    O filme se tornou facilmente um ícone pop ao trazer um pouco de Pânico (1996), Eu sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado (1997), Matrix, A Bruxa de Blair, O Sexto Sentido (1999) e outras obras.

    Todo Mundo em Pânico aposta na globalização para que o público entenda suas piadas, presumindo que você já tenha assistido a todos os filmes que ele satiriza ou pelo menos já tenha visto aquela trama um milhão de vezes.

    Isso porque, o filme leva ao humor escrachado todos os clichês do gênero de terror. Essa jogada é simplesmente incrível para um filme que não se compromete em nada, mas que acaba por fazer uma crítica às fórmulas de Hollywood.

    A história é uma mistura de Pânico e Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado. Na trama, Cindy (Anna Faris) e seus amigos do colegial são perseguidos por um assassino que sabe que os jovens cometeram um crime no passado.

    Com toques de suspense, mas sem nenhum drama, Todo Mundo em Pânico vai fundo na comédia sem sentido. Tornando memorável, cenas como Ghostface “brisado” e a luta final estilo Matrix.

    Todo Mundo em Pânico estreou no dia 7 de Julho de 2000 nos cinemas norte-americanos, custando US $ 19 mi e arrecadando US $ 42,5 mi no seu primeiro final de semana.

    Apesar dos bons números, o filme dividiu a opinião dos críticos, mas convenceu o público de que nem todo filme deve ser levado a sério.

    A série teve ainda mais quatro filmes. Reassistir a Cindy e seus amigos em 2020 pode ser uma tarefa difícil. Por muitas vezes, o filme é preconceituoso e suas referências podem não funcionar para a geração atual. Mas, se de alguma forma você conseguir relevar isso, vai encontrar um filme que faz piada porque entende suas próprias limitações e absurdos. 

    X-Men e o renascimento dos super-heróis

    Quem vê as superproduções do Universo Cinematográfico Marvel hoje em dia, talvez não faça nem ideia que foi X-Men – O Filme o responsável por trazer aos cinemas a glória dos super-heróis.

    Em 2000, os mascarados tinham sumido das telas, seja pelo alto custo de produção ou pela falta de interesse do público. Mas, o que não era bem-visto pelos estúdios continuava a atrair os jovens que acompanhavam quadrinhos e série animadas de super-heróis.  

    Falar com uma geração sempre foi importante para o cinema, porém, era preciso ir além dos jovens e cativar os adultos que não compravam histórias de super-heróis. O diretor Bryan Singer tinha a resposta, em 2000 ele levou para Hollywood uma das equipes mais famosas dos quadrinhos e fazendo relação com discussões atuais conseguiu criar uma nova legião de fãs dos X-Men. 

    Assim, o gênero de super-heróis ressuscitava. Mas, X-Men foi além de querer ser apenas um filme com mocinhos e bandidos, ao longo da trama, é construída uma história consistente e profunda.

    Se de um lado, os X-Men do Professor Xavier (Patrick Stewart) que buscam uma relação pacífica com os humanos normais, do outro, Magneto (Ian McKellen) e a Irmandade dos Mutantes que veem sua espécie como superior. 

    Com tantos personagens incríveis em tela, existe uma ideia central que se desenvolve sem precisar de grandes explicações.

    O tema preconceito permeia o filme inteiro de forma a fazer o público refletir, já que em 2000, assuntos como homofobia e racismo começavam a sair de baixo do tapete.

    O longa estreou em 14 de Julho nos Estados Unidos custando US $ 75 mi e arrecadando US $ 60 mi no primeiro final de semana. A crítica, assim como o público, amou o filme considerando-o fiel aos quadrinhos e cheio de ação. X-Men – O Filme abriu as portas para a Marvel nos cinemas e construiu um legado ainda maior na cultura pop com seus 12 filmes seguintes, consolidando os mutantes da Marvel como uma das maiores franquias de todos os tempos.

    Atualmente, assistir X-Men de 2000 é um nostalgia bem-vinda, os efeitos visuais e as lutas obviamente ficaram ultrapassadas. Contudo, é um filme que diverte e ainda encanta. 

    Premonição: um filme B com orçamento

    Filmes de terror continuam sendo a sensação entre os jovens. Em 2000 não foi diferente, porém, o mais do mesmo já não funcionava mais. Era preciso algo original para levar os adolescentes aos cinemas.

    O roteirista e diretor, James Wong tinha a proposta: recuperou um roteiro perdido de Arquivo X (sim, o moço também escrevia para a série) sobre a própria morte caçando pessoas, se tornando uma das franquias mais longevas dessa geração de filmes. Premonição foi visto como inovador e inteligente no meio de tantos filmes do gênero.

    Imagine, você tem uma pré-visão de algo que está prestes a acontecer e o pior de tudo, este acontecimento é a sua morte. Não demorou muito para o longa de tornar um sucesso, afinal a morte por si só não é um assassino com o qual você luta ou um fantasma que você expulsa. Quando a morte quer, meu amigo, ela te encontra.

    O filme parte desse pressuposto, na história, Alex (Devon Sawa) é um rapaz de 17 anos que vai viajar para a França com sua turma. Antes de embarcar no avião, ele percebe vários avisos da insegurança do transporte. Ao alcançar voo o avião sofre uma pane e cai com todos os passageiros. Para a sorte de Alex, ele acorda e percebe que teve uma premonição do acidente. A partir dali, alguns adolescentes e uma professora saem do avião com Alex.

    O filme de fato começa, com a morte caçando os personagens um a um das formas mais mirabolantes possíveis. Algumas cenas, como o avião caindo e a morte agindo ainda são bem feitas e interessantes, o que torna o filme totalmente B são as atuações que não convencem e alguns furos de roteiro. 

    Diálogos toscos e subtramas poderiam ter tornado o filme esquecível. Mas, o uso bem apropriado da tensão foi um sucesso para o orçamento de US $ 23 mi. Os críticos não gostaram do longa que caiu no gosto popular e garantiu mais cinco filmes. Assistir Premonição depois de 20 anos é ainda satisfatório, mas é preciso relevar algumas incongruências.

    De fato, os anos 2000 deixou sua marca no cinema e nos jovens adultos que lembram com carinho dessas obras. E para você, quais franquias mais marcaram suas vidas? Comentem!

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    CRÍTICA – O Chamado de Cthulhu (2020, Skript)

    O Chamado de Cthulhu veio a se tornar um dos contos mais famosos de Howard Phillips Lovecraft e vem permeando a mente de muitos dos fãs de terror fantástico a cada ano, colocando Cthulhu no pódio entre uma das criaturas mais temidas da cultura pop.

    O conto de H.P. Lovecraft foi lançado em originalmente em Fevereiro de 1928. Tenha em mente que muitos dos contos de Lovecraft foram publicados originalmente em revistas pulps, na primeira parte do século XX, e tendo o autor se tornado um sucesso de vendas apenas postumamente.

    O Chamado de Cthulhu

    O Chamado de Cthulhu foi lançado em uma incrível versão em capa dura pela editora Skript em 2020, com artes de Salvador Sanz.

    Um prefácio brilhantemente escrito por Nathalia Sorgon, apresenta um termo familiar aos leitores de Lovecraft, mas que pode soar estranho aos recém-chegados às suas obras.

    O “terror cósmico” presente apenas nas obras de Howard Phillips, vem de um sentimento quase primordial, algo primitivo, que está presente nas linhas dos contos e a cada curva que a história toma.

    Não diferente de Dagon, ou A Cor que Caiu do Espaço, Nas Montanhas da Loucura, O Chamado de Cthulhu nos apresenta personagens emocionalmente e mentalmente fragilizados pelo que testemunham. Afinal, você nunca mais será o mesmo após um encontro com um dos seres de R’lyeh.

    O Chamado de Cthulhu tem como ponto de partida a morte do professor de Línguas Semíticas, George Gammell e toda a narrativa funciona como a recapitulação de uma investigação que girava em torno de estranhas esculturas, sonhos lúcidos e cultos à criaturas de tempos imemoriáveis.

    VEREDITO

    O Chamado de Cthulhu

    O Chamado de Cthulhu pela Skript é uma incrível versão do conto que tem ganhado cada vez mais destaque na cultura pop, estando presente nas mais diversas mídias. A editora Skript fez um incrível trabalho ao dar essa roupagem quase palpável ao conto de 1928, com as artes do argentino Salvador Sanz.

    A forma irretocável que Lovecraft tinha de envolver os leitores, nos deixando cada vez mais aterrorizados e curiosos, de alguma forma está presente nas ilustrações. A forma como a história foi trabalhada, seja na diagramação, ou na introdução das artes em momentos pontuais, tornam a leitura fluida, tranquila e envolvente.

    “Ph’nglui mglw’nafh Cthulhu R’lyeh wgah’nagl fhtagn.”

    “Em sua casa em R’lyeh, Cthulhu espera sonhando.”

    Editora: Skript

    Autor: H.P. Lovecraft

    Página: 96

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    CRÍTICA – Warrior Nun (1ª temporada, 2020, Netflix)

    Warrior Nun é uma série criada por Simon Barry, baseada em uma revista em quadrinhos homônima. O seriado já está disponível na Netflix.

    SINOPSE

    Warrior Nun

    Ava (Alba Baptista) é uma adolescente que ficou tetraplégica depois de um acidente de carro. Anos depois ela acaba morrendo e sendo levada à uma igreja para ser exumada, todavia, acaba recebendo um poderoso acessório que a traz de volta à vida. Agora Ava tem uma segunda chance e um propósito.

    ANÁLISE

    Warrior Nun

    Warrior Nun é uma série que chegou despretensiosa e que, aos poucos, foi ganhando espaço, se tornando há algum tempo uma das mais assistidas da Netflix no Brasil.

    Entretanto, qual é o motivo para que isso aconteça? Abaixo listaremos o por quê de Warrior Nun ser acerto da gigante do streaming. 

    Começamos pela seus personagens, a série traz pessoas que tem motivações reais e problemáticas bastante interessantes. 

    PERSONAGENS

    Warrior Nun

    Ava é uma protagonista desbocada, forte, decidida e durona, mesmo sem precisar saber lutar num primeiro momento, se vira como ninguém. 

    Sua personalidade forte e insegurança são marcantes, uma vez que Ava tem diversas camadas por ser problemática e extremamente crível, pois ao receber o Halo, acessório místico que dá super poderes ao seu receptáculo, mostra que se sente poderosa, porém, o fardo de ser a “escolhida” é algo que ela realmente não quer e não está nem um pouco interessada, uma vez que isso é abrir mão de sua nova vida.

    Os personagens da Ordem também são muito ricos, pois suas histórias são uma mescla de sofrimento e um novo propósito ao entrar para o grupo.

    Mary (Toya Turner) é aquela personagem badass que é turrona com os demais, mas que tem um bom coração e espírito de justiça.

    Beatrice (Kristina Tonteri-Young) é o equilíbrio do time, pois sua presença é tranquila, mas em combate ela é extremamente letal e possui uma força de espírito muito grande.

    Já Lilith (Lorena Andrea) é uma arquirrival que precisa existir, visto que ela tem o intuito de demonstrar que tudo aquilo que elas acreditam é real e que Ava merece estar lá, sua presença é mais do que necessária para dar ainda mais importância para a protagonista.

    Por fim, mas não menos importante, Vincent (Tristán Ulloa) que é um homem com muitos segredos e uma presença misteriosa, mas que tem um coração enorme e luta por todas quando necessário.

    DEMAIS PONTOS POSITIVOS

    Outros grandes acertos estão nas coreografias de luta realistas e nas discussões filosóficas como o papel da religião e da igreja na sociedade, assim como a velha e histórica rixa entre ciência e religião, pois aos nossos olhos, elas são lados opostos da mesma moeda e a série mostra que os subterfúgios escusos das duas podem prejudicar ou ajudar a sociedade num todo.

    PONTOS NEGATIVOS DE WARRIOR NUN

    Todavia, nem tudo são acertos. O seriado possui três núcleos: o da Ordem, o da empresa da personagem Jillian Salvius (Thekla Reuten) e o liderado por JC (Emilio Osorio). 

    O de JC é problemático e serve quase de anticlímax, uma vez que o arco só serve para tentar humanizar ainda mais Ava, algo que é completamente inútil para uma personagem tão bem construída.

    Os personagens que compõem o grupo de trombadinhas é unidimensional e está lá apenas para nos tirar dos momentos de tensão.

    Um defeito que já é patológico na Netflix é a quantidade de episódios. Os 10 de 40 minutos de Warrior Nun tornam-a cansativa em alguns momentos, criando barrigas que não precisavam existir.

    Três episódios são praticamente fillers que travam a trama principal, tirando o foco da série, algo que pode prejudicar um pouco a experiência, contudo, não deixa os méritos menores.

    VEREDITO

    Warrior Nun

    Warrior Nun é uma surpresa positiva que a Netflix adaptou de forma interessante. Com bons personagens e uma história cativante, tem tudo para ser um dos bons hits do canal de streaming. Que venha a segunda temporada!

    Confira o trailer de Warrior Nun:

    E vocês, gostaram da série? Comentem e deixem sua nota!

     

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    Helstrom: Primeiras imagens apresentam os irmãos sobrenaturais da Marvel

    O Hulu lançou o primeiro lote de fotos da série de terror sobrenatural, Marvel’s Helstrom. As imagens apresentam os heróis e vilões da série da Marvel, incluindo os irmãos Daimon (Tom Austen) e Ana Helstrom (Sydney Lemmon).

    A série segue a história dos dois irmãos, que são o filhos de um misterioso serial killer. Eles secretamente caçam quem coloca em risco a vida de inocentes enquanto Daimon e Ana conseguem manter seus disfarces, como um professor de ética e uma supervisora de uma casa de leilões, respectivamente.

    Enquanto os dois lutam contra o mal, eles descobrem organizações secretas que vêm travando uma guerra secreta entre a luz e a escuridão por muitos anos.

     

    Helstrom

    Helstrom Helstrom

    A sinopse oficial da série pode ser vista abaixo:

    Como o filho e a filha de um misterioso e poderoso serial killer, a série original do Hulu conta a história de Damon (Tom Austen) e Ana Helstrom (Sydney Lemmon), e sua dinâmica complicada, enquanto eles tentam rastrear o pior da humanidade – cada um com sua própria atitude e habilidades.

    Helstrom é criado para televisão e conta com Paul Zbyszewski como produtor executivo, junto de Karim Zreik e Jeph Loeb. Helstrom é co-produzida pela Marvel Television e a ABC Signature Studios, parte da Disney Television Studios.

    A série do Hulu também estará presente no evento Comic-Con@Home, a substituta desse ano para a San Diego Comic-Con. Um painel virtual acontecerá com o elenco e os criadores por trás de Helstrom.

    Marvel’s Helstrom é estrelada por Tom Austen como Daimon Helstrom, Sydney Lemmon como Ana Helstrom, Elizabeth Marvel como Victoria Helstrom, Ariana Guerra como Gabriella Rossetti, Robert Wisdom como o Cuidador, June Carryl como Louise Hastings e Alain Uy como Chris Yen.

    A série estreará em Outubro no Hulu. 


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    CRÍTICA | Imperdoável: O Lugar Mais Seguro da Terra – Vol. 2 (2018, Devir)

    Em Imperdoável: O Lugar Mais Seguro da Terra – Vol. 2, a superequipe Paradigma – antigos parceiros de Plutoniano – continua em uma corrida contra o tempo para tentar descobrir um ponto fraco do antigo maior herói do mundo. Esse segundo volume, publicado pela Editora Devir reúne as edições #09 à #15 e o especial #01.

    LEIA TAMBÉM

    CRÍTICA | Imperdoável: O Poder do Medo – Vol. 1 (2018, Devir)

    ANÁLISE

    O segundo volume de Imperdoável apresenta o passado de Plutoniano, e o leitor passa a entender um pouco mais os motivos que o levaram a se torna o maior vilão do mundo. Além da trama se aprofundar no seu passado e personalidade, a obra explora mais ainda outros personagens da superequipe Paradigma; formada por Bette Noir, Qubit, Charybdis, Scylla, Metalman, Vespa e Kaidan.

    O ponto mais alto, e que deixará o leitor com uma pulga atrás da orelha, é em relação as reais intenções de um determinado personagem da superequipe, junto ao desespero da Paradigma em ter que se aliar a um antigo inimigo para combater os atos terríveis que Plutoniano vem causando à humanidade.

    Nesta edição, Mark Waid continua com um roteiro frenético, cheio de ação e plot twists, além de trabalhar de forma primorosa a personalidade de cada personagem, dando o devido tempo para cada um apresentar seu background.

    Neste volume, além da arte espetacular de Peter Krause, temos a adição de outros artistas como Diego Barreto, Howard Chaykin, Emma Rios e Paul Azaceeta. Cada artista tem o seu charme e nenhuma página perde a qualidade refinada devido ao número de colaboradores envolvidos.

    VEREDITO

    Em O Lugar Mais Seguro da Terra – Vol. 2 a trama continua a envolver o leitor do início ao fim, mantendo um excelente desenrolar de roteiro. A adição de novos artistas foi muito bem-vinda, não deixando a obra perder a qualidade e tornando a experiência cada vez mais interessante e prazerosa.

    O mais legal de Imperdoável é vermos o quanto Waid consegue nos manter vidrados e totalmente sem  esperanças de que a superquipe Paradigma consiga realmente derrotar um ser que é considerado indestrutível. Essa falta de esperança causa muita aflição e ansiedade, tirando o fôlego até mesmo daquele fã que já está cansado de histórias de super-heróis.

    Editora: Devir

    Autor: Mark Waid

    Página: 216

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    CRÍTICA – Rocket Arena (2020, Electronic Arts)

    Explosões, tiros e foguetes. É assim que o novo jogo de ação e tiro da Electronic Arts (EA), Rocket Arena chega hoje aos consoles mundiais. Com gráficos cartunescos e muita ação, o game chega para PlayStation 4, Xbox One e PC, via Steam e Origin. Este é o primeiro título da produtora com o recurso de crossplay entre todas as plataformas.

    Anunciado durante a EA Play Live, Rocket Arena é um jogo multiplayer de tiro entre equipes de três jogadores, onde cada um entra na partida controlando um personagem que possui características próprias. O gameplay é baseado no combate com armas explosivas que empurram o adversário para fora da arena – estilo Smash Bros.

    Ao acertar o inimigo, o mesmo começa a preencher uma barra que, ao ser completada, explode o jogador para fora da arena para retornar após alguns segundos. A classificação indicativa é de 10 anos, exatamente para buscar o público de arcades e battle royales da nova geração. Portanto, não há mortes, nem eliminações ou quaisquer tipos de violência explícita no game.

    MODOS DE JOGO

    Rocket Arena

    Há 5 modos de jogo: Nocaute; Foguetebol; Megafoguete e Caça ao tesouro; além do co-op, Ataque dos Foguetobôs. O primeiro modo é o mais utilizado nos games concorrentes. Exploda os adversários para fora da Arena utilizando dos foguetes, habilidades e itens de cada personagem. A equipe que atingir a meta de pontuação primeiro, vence.

    Foguetebol será o handebol dos foguetes. A cada rodada, as duas equipes devem correr até o meio do cenário, pegar a bola e levá-la até o gol adversário. Quem fizer mais pontos, vence.

    No Megafoguete, um enorme foguete voa até a arena, lançando todos os jogadores para longe ao aterrissar. Após o impacto, uma área de captura aparece. O objetivo é defender e capturar a área para marcar.

    E a Caça ao Tesouro as equipes devem recolher o máximo de moedas que surgirem no cenário, ao mesmo tempo que devem defender o baú do tesouro. O baú possui uma contagem regressiva para, ao final, lançar uma moeda bônus. Quem fizer mais pontos, ganha.

    O Ataque dos Foguetobôs é o modo Nocaute em formato cooperativo em que os amigos se unem para enfrentar o esquadrão de foguetobôs controlados pela IA.



    PERSONAGENS

    Rocket Arena

    A versão de lançamento do game contará com 10 personagens. Mas a EA já anunciou que na abertura da primeira temporada, uma nova personagem jogável estará disponível. No game, a cada partida jogada, você ganha experiência que poderá ser usada para desbloquear peças de foguetes e de totens, além de trajes e customizações.

    Cada um dos personagens possui uma característica própria. Seja magia ou um canhão. Qualquer artefato pode ser equipado e usado por qualquer herói. Os seus foguetes não causam dano a você ou aos seus companheiros. Esquivas, velocidades e habilidades especiais são os grandes diferenciais dos personagens.



    JOGABILIDADE E GRÁFICOS

    O tom dos gráficos é cartunesco, semelhante ao Plants vs Zombies, da própria EA. Porém, com uma jogabilidade bem fluida. As explosões são brilhantes e empolgam o player nas primeiras partidas. Testado no PC, o game não demonstrou instabilidade nas partidas online e apresentou uma boa inteligência artificial para os bots. Está bem refinado nos movimentos, detalhes de luzes, sombras e reflexos.



    PRIMEIRA TEMPORADA

    Comprometida e trazer uma grande dose de conteúdo após o lançamento para os jogadores, a Temporada 1 começa em 28 de Julho e trará uma lista de novidades:

    • Vários eventos no jogo;
    • Três mapas adicionados à organização de partidas;
    • Herói adicional com 100 níveis de progressão em potencial;
    • Novas listas de partidas com diversas variações dos modos de jogo;
    • Passe de impacto para compra com dezenas de itens desbloqueáveis exclusivos.

    CROSSPLAY

    Este será o primeiro game da EA com crossplay, que permite aos jogadores de todas as plataformas jogarem partidas juntos. O game, que foi lançado para PS4, Xbox One e PC, irá integrar todos os jogadores num mesmo game, igual ao que acontece com Fortnite e PUBG. Para acessar o recurso, o jogador deverá habilitá-lo manualmente nas configurações do jogo. Ainda não há informações sobre o lançamento do game para Nintendo Switch.

    Rocket Arena está disponível nas lojas de games e aplicativos por: R$ 149,00 em sua versão standart; R$ 199,00 na versão Mytic e; R$ 135,00 para assinantes EA Access.

    AVALIAÇÃO

    Rocket Arena

    Com gráficos bonitos e uma jogabilidade entusiasmante, Rocket Arena é uma boa alternativa para os diversão com amigos online. Os modos de jogos diversificados garantem uma variação entre as partidas e as explosões empolgam a cada jogador enviado para fora da Arena. Talvez o preço seja um pequeno empecilho para o sucesso, já que os concorrentes são disponibilizados gratuitamente.

    Fica a esperança da implementação do crossplay nos demais jogos da produtora, ainda mais com o lançamento da nova geração de consoles da Sony e Microsoft se aproximando cada vez mais.

    Crítica escrita pelo nosso amigo Guilherme Testa.

    Confira o trailer do game: 

    Você já teve a oportunidade de jogar Rocket Arena? Se sim, deixe seus comentários e sua avaliação abaixo. Se não teve oportunidade de jogar, o game foi lançado hoje para PlayStation 4, Xbox One e PC, via Steam e Origin.



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