O Melhor Está por Vir tem uma premissa muito simples e que já foi contada algumas vezes, todavia, possui muitos méritos por conta dos seus principais personagens que são cativantes e muito interessantes.
HISTÓRIA
Arthur (Fabrice Luchini) e César (Patrick Bruel) são melhores amigos completamente opostos em personalidade. Quando Arthur descobre que César tem uma doença terminal e apenas seis meses de vida, tenta contar para César a derradeira notícia, entretanto, ao ficar nervoso dá a entender que ele é quem está morrendo, criando uma série de confusões divertidas.
ANÁLISE
O Melhor Está por Vir não está aqui para inventar a roda, muito pelo contrário, sua trama é simples e objetiva, sem muitos rodeios no seu texto, apesar de todas as confusões e reviravoltas que seus personagens criam ao longo dos quase 120 minutos.
O Pior Está por Vir
Comecemos pelos problemas do filme. A história não consegue se sustentar por muito tempo, tornando-se cansativa no meio do filme. Se não fosse por seus personagens extremamente ricos, O Melhor Está por Vir seria um filme pouco palatável para os críticos mais fervorosos de cinema, uma vez que a sua simplicidade em certo momento incomoda muito.
O fato da trama não se sustentar faz com que o espectador fique um pouco impaciente esperando que o personagem de Fabrice Luchini desembuche de uma vez por todas a verdade, pois uma hora ficamos até irritados com o isso. Contudo, fora a trama cansativa, o filme tem diversos méritos. Vamos a eles…
O Melhor Está por Vir
Se por um lado a história nos leva ao cansaço, por outro, seus protagonistas carregam o filme de forma magistral.
Arthur é um homem sério, honesto e certinho. César é imaturo, desimpedido e virtuoso, características opostas, uma amizade difícil de se imaginar.
Os atores conseguiram empregar muito bem as características de cada um em suas performances, colocando nuances interessantes em suas personas. Enquanto Arthur é controlador, disciplinador e rígido, César é covarde, insistente e dependente das pessoas ao seu redor para ser feliz. Cada um deles possuem características muito humanas, mesmo que levadas ao extremo, de uma forma até estereotipada, algo que não soa de forma ruim no longa. Mérito total por parte dos executores que conseguem ser extremamente carismáticos, fazendo com que você torça e sofra com eles.
O Final da Crítica Está por Vir
O Melhor Está por Vir é instigante e um deleite. Sua forma leve e feito para seus protagonistas nos passa boas mensagens de esperança e amor. Assim como outras obras do gênero, nos dá uma sensação de bem-estar ao final, nos deixando numa paz de espírito e com o coração mais aquecido.
Assista ao trailer legendado:
O Melhor Está Por Vir chega hoje aos cinemas. Após assisti-lo, volte aqui para deixar seus comentários e sua avaliação.
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ALERTA DE SPOILER: Esta publicação contém spoilers de A Distant Echo, o último episódio da 7ª temporada de Star Wars: The Clone Wars.
O retorno triunfante de Star Wars: The Clone Wars trouxe uma nova perspectiva sobre a ação e o design da série. Embora a diferença de tempo no universo não seja muito grande, no mundo real a temporada final levou anos para finalmente ser lançada no Disney+. Isso leva muito tempo para atualizações, e isso significa que o exército separatista que luta contra os heróis da série tem alguns “novos brinquedos”.
O primeiro olhar que os fãs receberam do que o exército separatista tem reservado são os droides de apoio aéreo da ala D que guardam a base da União Techno que Anakin Skywalker, Capitão Rex e Bad Batch se infiltram.
Eles parecem ser um projeto experimental diferenciado dos droides de batalha B1 típicos que os exércitos Jedi e clones enfrentam, embora sua programação vocal e IA pareçam bastante semelhantes.
Então, o que há de diferente nesses novos droides? O mais notável de todos é a anatomia deles. Em vez de seguir a estrutura humanóide mais convencional da série B1, esses novos droides têm articulações e ângulos desumanos para seus membros. Uma vantagem de design que eles desfrutam em relação aos seus antecessores é que seus blasters são conectados a eles em vez de transportados como rifles, e parece que cada droide vem equipado com dois blasters em vez do rifle solitário do B1.
Embora os novos droides sejam rapidamente vencidos pelas mãos dos heróis, eles representam uma ameaça maior. Em um ponto durante o episódio A Distant Echo, dois dos droides emboscam Anakin em uma passagem estreita, com um de cada lado.
Lutando para desviar o fogo do blaster de ambas as direções, cabe ao aliado de Anakin salvá-lo. Certamente, isso é mais perigoso do que dois B1s contra o Cavaleiro Jedi.
E ainda há mais problemas pelo caminho. Se os novos droides são parecidos com suas encarnações nos episódios inacabados da temporada final de Star Wars: The Clone Wars, então pode haver uma habilidade única esperando para ser revelada no próximo episódio. Ou seja, eles ganharam o nome de droides de “suporte aéreo” por sua capacidade de voar. Como o episódio A Distant Echo terminou pouco antes da fuga de Anakin e companhia das instalações, é provável que haja uma cena de perseguição que vá para o céu em um futuro próximo.
A animação é transmitida pelo serviço de streamingDisney+, a temporada final de Star Wars: The Clone Wars e no elenco de dublagem temos Matt Lanter como Anakin Skywalker, Ashley Eckstein como Ahsoka Tano, Dee Bradley Baker como Capitão Rex, James Arnold Taylor como Obi-Wan Kenobi, Katee Sackhoff como Bo-Katan e Sam Witwer como Maul.
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O jogo Castlevania: Symphony of the Night foi lançado de surpresa e completamente sem aviso prévio para Android e iOS.
A versão original do jogo foi lançada em 1997 para PlayStation, e no ano seguinte saiu também para o Sega Saturn. Desde então, o game foi adaptado para outras plataformas, como o PSP, Xbox 360, PlayStation 4 e agora na versão mobile para Android e iOS.
A versão mobile de Symphony of the Night tem tamanho de 338,2 MB e está disponível em seis idiomas: inglês, japonês, alemão, francês, italiano e espanhol.
O jogo está disponível tanto no Google Play quanto na App Store e custa R$ 10,90. Os assinantes da Games with Gold também poderão baixar outro jogo da franquia, Castlevania: Lords of Shadow 2.
Veja o que diz a descrição, na AppStore:
“Este port direto do clássico RPG de ação permite que você pule, use o dash e o slash para chegar até o vasto castelo de Dracula como Alucard enquanto encontra uma variedade única de inimigos e personagens ao longo do caminho.”
A versão mobile chega poucos dias antes da terceira temporada da animação da Netflix, que estreia amanhã, 5 de Março. As duas primeiras temporadas de Castlevania estão disponíveis no catálogo da gigante do streaming.
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A Netflix e a ONU Mulheres lançaram hoje “Porque ela assistiu” – uma coleção especial de séries, documentários e filmes na Netflix para celebrar o Dia Internacional da Mulher.
A coleção, que estará disponível o ano todo, tem a curadoria de estrelas femininas que atuam à frente e atrás das câmeras. Entre elas estão Sophia Loren, Janet Mock, Salma Hayek, Yalitza Aparicio, Millie Bobby Brown, Laurie Nunn, Lana Condor, Ava DuVernay e as brasileiras Petra Costa, Giovanna Ewbank, Pathy Dejesus, Bruna Mascarenhas, Juliana Vicente e Andrea Barata Ribeiro.
Anita Bhatia, diretora-executiva adjunta da ONU Mulheres, disse:
“Essa colaboração tem por objetivo responder ao desafio de contar histórias sobre o universo feminino e apresentar as mulheres em toda sua diversidade. É sobre tornar o invisível visível e provar que apenas por meio da representação e da inclusão totais das mulheres nas telas, atrás das câmeras e em nossas narrativas, a sociedade vai de fato florescer.”
Assista ao trailer legendado da coleção da Netflix:
Criada para o Dia Internacional da Mulher, cujo tema oficial deste ano é “Eu sou a Geração Igualdade: Pelos direitos das mulheres“, a coleção celebra as histórias que inspiraram as mulheres que nos inspiram. Esses filmes, séries e documentários – que vão de Inacreditável, Democracia em Vertigem e Coisa Mais Linda, a Orange is the New Black, Lionheart e Sex Education – iniciaram debates importantes, muitas vezes difíceis, que desafiam o modo como encaramos o mundo.
A atriz Laverne Cox, de Orange Is The New Black comentou:
“Ter um mundo em que todos são de fato representados é o significado de uma democracia de verdade. E poder nos ver nos permite vislumbrar possibilidades infinitas, para nós e para os outros. Orange is the New Black foi o primeiro projeto em que me senti genuinamente empoderada como mulher, graças à mulher no comando da série, Jenji Kohan, e as muitas mulheres na direção, no roteiro, na produção e na equipe, bem como às histórias que giravam ao redor de mulheres diversas de uma forma jamais vista. A série criou um espaço e uma plataforma para mim como mulher negra abertamente trans que abriu espaço para outras mulheres abertamente trans de todas as raças serem realmente vistas em nossa profunda humanidade.”
A coleção está disponível no catálogo da Netflix. Cada título da coleção terá a indicação “Escolha de [XXXX] para o Dia da Mulher”, para que os assinantes possam saber rapidamente quem escolheu qual história. Além disso, os assinantes poderão escolher entre vários ícones de perfil de “Porque ela assistiu”, para celebrar suas personagens favoritas da coleção.
A dra. Stacy L. Smith, fundadora da Annenberg Inclusion Initiative, ligada à Universidade do Sul da Califórnia explicou:
“A TV e o cinema têm o poder de refletir e moldar a cultura popular, e é por isso que acreditamos que seja tão importante que mais pessoas vejam sua vida refletida nas narrativas. Nossas pesquisas mostram que inclusão atrás das câmeras leva a maior inclusão na tela. É causa para encorajamento que no ano passado 20% dos filmes originais da Netflix tenham sido dirigidos por mulheres e é empolgante celebrar essas criadoras no Dia Internacional da Mulher. Ainda há mais a fazer pela busca da igualdade, mas, ao reconhecermos talentos femininos no mundo todo, esperamos que mais mulheres se sintam encorajadas a contar suas histórias, elevando ainda mais este número.”
A parceria da ONU Mulheres e da Netflix em apoio à campanha da Geração Igualdade ocorre no vigésimo-quinto aniversário da Declaração e Plataforma de Ação de Pequim, reconhecida como uma agenda visionária para os direitos da mulher. Esperamos que ela espalhe a mensagem de que fazer valer os direitos da mulher significa colocar mulheres em destaque, na busca pela igualdade de gênero.
Confira abaixo quem são as mulheres que fizeram a curadoria da coleção “Porque ela assistiu“:
Alejandra Azcárate (Colômbia) – Vis a Vis
Alice Wu (Estados Unidos) – Frances Ha
Andrea Barata Ribeiro (Brasil) – Sex Education
Anna Winger (Alemanha) – Unbreakable Kimmy Schmidt
Ava DuVernay (Estados Unidos) – Uma Dobra no Tempo
Barbara Lopez (México) – Scandal
Beren Saat (Turquia) – Bird Box
Bruna Mascarenhas (Brasil) – Quien Te Cantará
Cecilia Suárez (México) – História de um Casamento
Chris Nee (Estados Unidos) – Orange is the New Black
Christian Serratos (Estados Unidos) – goop lab com Gwyneth Paltrow
Cindy Bishop (Tailândia) – Anne with an E
Elena Fortes (México) – Atlantique
Esther Acebo (Espanha) – Chef’s Table: Bo Songvisava
Fadily Camara (França) – Como Defender um Assassino
Fanny Herrero (França) – Je Parle Toute Seule
Fatima Abu Bakar (Malásia) – Bebês em Foco
Francesca Comencini (Itália) – What Happened, Miss Simone?
Giovanna Ewbank (Brasil) – Coisa Mais Linda
Hanna Ardéhn (Suécia) – O Silêncio dos Inocentes
Hazar Erguclu (Turquia) – House of Cards
Hend Sabry (Egito) – Joan Didion: The Center Will Not Hold
Ida Elise Broch (Noruega) – RuPaul’s Drag Race
Janet Mock (Estados Unidos) – Paris Is Burning
Joyce Cheng (Hong Kong) – Queer Eye
Juliana Vicente (Brasil) – Olhos que Condenam
Kemi Adetiba (Nigéria) – King of Boys
Kiara Advani (Índia) – Quatro Histórias de Desejo
Lali Espósito (Argentina) – Um Lugar Chamado Notting Hill
Lana Condor (Estados Unidos) – Grace and Frankie
Lauren Morelli (Estados Unidos) – Julie e Julia
Laurie Nunn (Inglaterra) – The Keepers
Laverne Cox (Estados Unidos) – A Call to Courage
Liz Garbus (Estados Unidos) – Ela Quer Tudo
Logan Browning (Estados Unidos) – Alguém Especial
Lynn Fainchtein (México) – 2001: Uma Odisseia no Espaço
Marcela Benjumea (Colômbia) – Disque Amiga para Matar
Mercedes Morán (Argentina) – Aquarius
Mika Ninagawa (Japão) – O Império dos Sentidos
Millie Bobby Brown (Reino Unido) – Miss Americana
Mina El Hammani (Espanha) – ¿Qué coño está pasando?
Mindy Kaling (Estados Unidos) – Chewing Gum
Mira Lesmana (Indonésia) – ROMA
Mithila Palkar (Índia) – Hannah Gadsby’s Nanette
Nahnatchka Khan (Estados Unidos) – Jovens Adultos
Ngô Thanh Vân (Vietnã) – Mulher-Maravilha
Nosipho Dumisa (África do Sul) – Gravidade
Pathy Dejesus (Brasil) – Criando Dion
Paulina Garcia (Chile) – Dois Dias, Uma Noite
Petra Costa (Brasil) – Feministas: O Que Elas Estavam Pensando?
Salma Hayek (México) – Inacreditável
Sandi Tan (Singapura) – Boneca Russa
Shefali Shah (Índia) – Crimes em Déli
Sophia Loren (Itália) – The Crown
Yalitza Aparicio (México) – Virando a Mesa do Poder
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Nesta semana, a Marvel teve algumas surpresas para revelar durante o evento C2E2, e se você é fã da Capitã Marvel, vai adorar o que a Marvel Comics revelou em sua grande apresentação.
O próximo grande evento da Marvel se chama Empyre, e como lida muito com os Skrulls e os Kree, faz sentido que a Carol Danvers tenha um grande papel a desempenhar na história.
A Marvel revelou a linda capa de Jorge Molina, de Capitã Marvel #20, da nova saga Empyre mostra que a nova Acusadora Suprema, Carol reuniu sua própria equipe de Acusadores, que inclui Mulher-Aranha, Hazmat e Máquina de Combate, e eles parecem incríveis. Você pode conferir a nova capa abaixo:
Como você pode ver, cada membro tem seus trajes adaptados para a nova equipe, e todos parecem incríveis, para dizer o mínimo. Todos eles também recebem seus próprios martelos de energia, embora Carol esteja carregando o real.
Agora, quanto ao próprio enredo, não sabemos exatamente como Carol Danvers acaba sendo a Acusadora Suprema, mas sabemos que ela está trabalhando para o Imperador Hulkling e é enviada após um soldado Kree que bombardeia uma cidade sob seu controle, e depois de ver essa equipe, nos sentimos muito mal pelo pobre soldado que está prestes a ser caçado pela galáxia.
A Marvel também revelou algumas páginas internas de Capitã Marvel #18 do artista Cory Smith, e você pode conferir as abaixo. Não temos certeza do que está acontecendo exatamente, mas sabemos que a nave passou por dias melhores.
Veja a descrição oficial abaixo.
CAPITÃ MARVEL #18
Roteiro: Kelly Thompson Arte: Cory Smith Capa: Jorge Molina
“A CAPITÃ MARVEL É A SUPREMA ACUSADORA! No meio da guerra, Carol se vê com um novo papel ousado – e uma arma totalmente nova – a Arma Universal, de fato. Quando um soldado Kree bombardeia uma cidade unificada do Império, o imperador Hulkling envia seu novo acusador com o martelo da justiça. Mas o que a princípio parece ser uma diretiva relativamente simples acabará desafiando Carol em um nível pessoal que ela nunca imaginou.”
Capitã Marvel #18 chega às lojas de quadrinhos nos EUA em Maio deste ano.
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Como a terceira temporada chega agora no próximo dia 13, na Netflix, nada melhor que um resumão para deixar você por dentro de tudo o que aconteceu na última temporada de Elite.
Vamos começar com uma rápida recapitulação da primeira temporada: Após um colapso estrutural na antiga escola, Samuel (Itzan Escamilla), Nadia (Mina El Hammani) e Christian (Miguel Herrán) têm os seus estudos patrocinados pelo proprietário da construtora responsável, no colégio Las Encinas.
Considerado uma das melhores escolas do país, Las Encinas é o playground dos filhos dos mais importantes, influentes e ricos do cidade. Aqui a vida de nossos protagonistas se cruzam com Guzmán (Miguel Bernardeau), Lucrecia (Danna Paola), Carla (Ester Expósito), Polo (Álvaro Rico), Ander (Arón Piper) e Marina (María Pedraza).
Guzmán e Marina são filhos do dono da construtora. Marina se envolve com os irmãos Samuel e Nano (Jaime Lorente), mas é assassina na escola. Todos são suspeitos, mas Nano é declarado culpado.
Para um resumo mais completo, veja a publicação abaixo:
A premissa desta temporada envolve um misterioso desaparecimento de um dos alunos de Las Encinas enquanto Samuel tenta provar a inocência de seu irmão, Nano.
SAMUEL
Itzan Escamilla.
Enquanto Samuel persegue Polo e se envolve com Carla ao tentar provar para Guzmán que não foi seu irmão quem assassinou Marina, os dois caminham para uma diminuição de atrito entre eles. Chegando a cooperarem um com o outro para um objetivo em comum.
Isso incluí esconder Samu na antiga casa dos avós de Guzmán.
NADIA
Mina El Hammani.
Nadia e Lucrecia continuam suas disputas eternas, mas diferente da primeira temporada, a jovem muçulmana deixa de ser uma simples garota com uma educação conservadora que é vista pelos pais como a criança de ouro para uma jovem que precisa lidar com a rebeldia do irmão mais velho com suas descobertas pessoais, além de explorar e cometer erros próprios, como estar com Guzmán.
Por falar em Guzmán, os momentos em que vemos Nadia ser livre, mesmo que imprudentemente, com seu romance é algo belo, mas pelo qual ela paga o preço. Mas é difícil dizer que ela se arrepende do ato.
CHISTIAN
Miguel Herrán e Ester Expósito.
Após ser atropelado no primeiro episódio, o personagem de Miguel Herrán é praticamente cortado de Elite.
GUZMÁN
Miguel Bernardeau.
Após a trágica morte de sua irmã, Marina, toda a família Osuna está desestruturada e abalada, principalmente Guzmán. Os irmãos apesar de diferentes, possuíam uma forte ligação e realmente se amavam.
Nesta temporada Guzmán parece decidido a abraçar seu luto por tempo indefinido, tendo cabeça apenas para pôr as mãos no assassino de Marina. Seja ele quem for.
Além disso, ele e Ander participando de atividades esportivas são drasticamente reduzidos a quase nada.
LUCRÉCIA
Danna Paola.
A rivalidade acadêmica de Nadia e Lu é menos do que a primeira temporada de Elite, principalmente pelo fato de seu meio-irmão Valério parecer tomar todo seu tempo e preocupação.
Lu está tão envolvida na vida de Guzmán que ela vê Nadia apenas como um desvio para que eles encontrem “um final feliz”, ou seja lá o que ela veja como feliz em sua mente.
Nesta temporada Lucrécia parece ter apenas dois objetivos: Cuidar de Guzmán e ferrar casualmente seu meio-irmão.
CARLA E POLO
Álvaro Rico e Ester Expósito.
Carla e Samuel estão se apaixonando, ou apenas se usando para sexo, informação ou controle? Qualquer uma das opções que seja, a segunda temporada parece ter dado uma diminuída no apetite sexual da “Marquesa”.
Aqui temos um jogo interno de gato e rato entre Carla e Samuel, sobrando para Polo apenas a dor e pressão causadas pela atitude impulsiva que resultou na morte trágica de Marina, na primeira temporada.
OMAR
Omar Ayuso e Arón Piper.
Omar (Omar Ayuso) e Ander continuam sua relação cheio de altos e baixos devido ao jeito introspectivo de Omar. Então, de muitas maneiras, o que vimos na primeira temporada se repete na segunda.
Omar está lutando para se abrir, e Ander está cansado de não conseguir ajudá-lo, ou ir à casa de Omar e ser como qualquer outro casal. Então, à medida que a temporada avança, Omar explora como expressar seu gênero e isso mexe com a dinâmica de ambos por serem homens jovens e bastante masculinos.
Após sair da casa dos pais, Omar abraça de vez sua opção sexual e até se aproveita de uma festa à fantasia para usar meias calças arrastão, mini-short, saltos e até usar palavras como “querida”; e fica claro que Ander precisa ser paciente com o namorado, pois para ele é como romper grilhões de uma educação conservadora.
CAYETANA
Georgina Amorós.
Filha de uma funcionária da equipe de limpeza da escola de Las Encinas, Cayetana (Georgina Amorós) vive uma vida fake em seu Instagram ao se aproveitar das clientes ricas para quem sua mãe trabalha prestando serviço de faxina.
Ela e sua mãe parecem que foram roubadas de uma típica novela mexicana que se tornou tão importante na televisão que os escritores param de se importar em se repetir.
No fim, Cayetana só queria ser parte de um grupo e ser popular como Lucrecia. Entretanto, após tentar um golpe organizado por Polo, Lu desmascara a colega de classe de forma a humilhá-la na frente de todos.
VALÉRIO
Jorge López.
O personagem do ator Jorge López substitui Christian como o alívio cômico da série e praticamente uma “bomba atômica” ambulante.
Nesta temporada não vemos Christian após o primeiro episódio, e Nano mal está nesta temporada. Isso criou um vácuo que Valério tenta preencher. O problema é, no entanto, como Cayetena e Rebeka (Claudia Salas) ele não recebe o tempo necessário para ser grande.
Na segunda temporada de Elite, ele é apenas um viciado em drogas excêntrico, visto como fracasso aos olhos de alguns (principalmente da família) e que deseja – sexualmente – sua meia-irmã Lucrecia (que o condicionou a desejá-la).
Fora suas palhaçadas, a princípio, cômicas, percebemos que o personagem não irá ter a virada no estilo “jornada do herói” ou mergulhar até o fundo do poço (bom, pelo menos nesta temporada); consequentemente fazendo de Valério, apenas mais um garoto rico e solitário. Uma pena.
REBEKA
Claudia Salas (centro).
Aqui em casa apelidamos a personagem de “Filhote de Nairóbi” (referência à personagem de Alba Flores em La Casa de Papel), Rebeka, com gênio forte e decidida, pode agitar as coisas para Nadia, Samuel e Omar, mas, quando não estão em movimento, ela se torna “uma reflexão tardia”.
Apesar das roupas extravagantes e linguajar descolado, temos uma garota doce e que espera ter um sentimento correspondido por Samuel, mas que parece não percebê-la.
No que se trata de Rebeka e sua mãe, Sandra, parece que suas histórias estão ligadas à primeira temporada, mas fora isso, igual a Valério ainda falta alcançar todo o potencial da personagem.
Apesar de não serem próximos nessa temporada Valério e Rebeka poderiam agitar e muito a vida de todos os alunos de Las Encinas. Eles poderiam ser como os Super Gêmeos, da DC Comics.
Podemos dizer que a segunda temporada de Elite oferece melhores dramas de relacionamento do que uma sensação de mistério.
Basicamente esta temporada, como a primeira, empurra os mesmos casais que trouxeram notoriedade para a série. E são Ander e Omar, ao lado de Nadia e Guzmán que, reconhecidamente, mesmo “aos trancos e barrancos” continuam sendo os principais casais do programa.
A segunda temporada diminui ou descarta a ambição pessoal de relacionamentos de curto prazo. Os típicos namoros do Ensino Médio que podem ir longe são transformados para quase todos os personagens, a um relacionamento do tipo tóxico, disfuncional e de modo algum capaz de durar.
Quanto aos novos personagens, duas palavras definem: Valério e Rebeka.
Elite chega à Netflix na sexta-feira, 13 de Março. Aproveite e deixe sua avaliação para a segunda temporada.
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