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    Diretor de God of War quer série na Netflix

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    Em 2018, o estúdio Santa Monica, sob a direção de Cory Barlog, não apenas reinicializou com sucesso God of War, mas criou um dos melhores jogos do PlayStation 4. E enquanto no momento não há uma palavra concreta de sua sequência, presume-se que já esteja em desenvolvimento e planeje chegar nos primeiros anos do PS5. Dito isto, parece que o diretor mencionado, Barlog, está pronto para expandir o universo de God of War muito além de apenas uma sequência.

    Respondendo a uma pergunta no Twitter sobre quais franquias de videogame dariam uma boa série no estilo Netflix, Cory Barlog deixou sua recomendação: God of War.

    Depois disso, Barlog rapidamente que essa recomendação não é de forma alguma uma dica de nada, é simplesmente o que ele pensa. Segundo o diretor, o mundo e os personagens de God of War se dariam muito bem em uma série de televisão.

    Certamente muitos fãs concordam com isso. E se há uma pessoa que conhece a franquia, é Cory Barlog. Em outras palavras, provavelmente daria uma ótima série de TV ou streaming.

    E você, o que acha de uma adaptação dos games de Kratos, o Fantasma de Esparta?



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    Transformers: Dois novos filmes e um deles adaptando Beast Wars

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    Essa semana surgiram notícias sugerindo que a Paramount tem dois filmes separados dos Transformers em desenvolvimento ativo – um que seria ambientado no novo universo criado pelo spin-off de Bumblebee e outro para servir como um reboot da franquia principal. De acordo com o Deadline, a reinicialização é baseada em Beast Wars, a série Transformers, animada que durou três temporadas no final dos anos 90 e mostrava Autobots e Decepticons em formas de animais.

    O roteirista James Vanderbilt (Independente Day: O Ressurgimento) está escrevendo o filme de Beast Wars desde Abril passado, enquanto o produtor executivo Joby Harold (John Wick – Capítulo 3 Parabellum), está ligado ao filme ao de Bumblebee. Como ainda é muito cedo no processo de desenvolvimento, nenhum dos projetos possui um diretor.

    Desde que Transformers: A Era da Extinção incluiu os Dinobots favoritos dos fãs, um potencial passo para o mundo de Beast Wars já era esperado. No ano passado, o produtor de Transformers: O Último Cavaleiro, Lorenzo di Bonaventura confirmou que dois projetos estavam em desenvolvimento e que Optimus Prime seria incluído em ambos. Segundo o produtor, eles seriam sequências diretas de Bumblebee e O Último Cavaleiro, que parece não ser o caso agora.

    “Já estamos trabalhando em dois projetos e ambos têm scripts em desenvolvimento; Um é o mais recente da série principal após os eventos de Transformers: O Último Cavaleiro e o outro é uma sequência de Bumblebee. Então, estamos pensando em filmes em que Optimus Prime e Bumblebee serão os protagonistas.”



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    Darkside Books: Confira a lista de lançamento do novo selo

    Para a alegria dos leitores, a editora DarkSide Books inaugurou recentemente o selo Macabra que trará à vida obras assustadoras de autoras e autores transgressores e macabros perdidos no tempo. E para começar com o pé direito, os três primeiros lançamentos entraram em pré-venda. Confira abaixo com maiores detalhes.

    Vitorianas Macabras

    Darkside

    Uma antologia inédita com vozes femininas da Era Vitoriana que foram cativadas pelo medo e por tudo aquilo que é sobrenatural. Treze autoras livres, transgressoras e audaciosas agora reunidas em uma obra repleta de histórias de gelar a espinha. Perfeito para fãs de Lady Killers, Frankenstein e O Morro dos Ventos Uivantes.

    A coletânea virá com acabamento em capa dura, formato 16 x 23 cm e 384 páginas.

    Antologia Macabra

    Darkside

    Para homenagear os grandes mestres da literatura dark, a antologia organizada por Hans-Åke Lilja reúne o medo e o horror de Stephen King, Clive Barker, Jack Ketchum e outras almas macabras selecionadas a dedo para exaltar o que há de mais sombrio na literatura. Puro terror, 100% macabra.

    O primeiro volume desta antologia virá com acabamento em capa dura, formato 16 x 23 cm e 240 páginas.

    Medicina Macabra

    Darkside

    Os casos mais arrepiantes, constrangedores e engraçados da história da medicina. Remédios irremediáveis, curas extraordinárias, cirurgias que tinham tudo para dar errado, casos insólitos e lamentáveis embaraços: está tudo aqui. Feito sob medida para os darksiders de estômago forte, narrado com aquela injeção de humor que não poderia faltar.

    Com 432 páginas, Medicina Macabra terá o formato em 16 x 23 cm e acabamento em capa dura.

    Preparados para o Selo Macabra?



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    Ghost in the Shell: Série animada da Netflix ganha trailer

    Ghost in the Shell, a obra máxima do autor de mangás Masamune Shirow, está prestes a ganhar um novo anime, desta vez pela gigante do streaming, a Netflix.

    A nova série mostrará a major Motoko Kusanagi e seus companheiros da Unidade de Elite 9 tendo que encarar um novo inimigo conhecido apenas como “Pós-Humano”, um ser de tremenda inteligência e habilidades físicas sem igual.

    Hoje, a Netflix liberou um novo trailer da animação, com direito a muitas explosões e combates e prometendo muito mistério.

    Confira o trailer:

    O mangá foi adaptado em um longa animado de grande sucesso em 1995. Entre 2002 e 2003, o diretor Kenji Kamiyama – que está trabalhando na animação da Netflix – desenvolveu a série Ghost in the Shell: Stand Alone Complex, com 52 episódios.

    Sinopse: O mundo, em 2029, se tornou um local altamente informatizado, a ponto dos seres humanos poderem acessar extensas redes de informações com seu cyber-cérebros. A agente cibernética Major Motoko Kusanagi é a líder da unidade de serviço secreto Esquadrão Shell, responsável por combater o crime. Motoko foi tão modificada que quase todo seu corpo já é robótico. De humano só teria sobrado um fantasma de si mesma.



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    As séries Howard, o Pato e Tigresa & Cristal têm produções canceladas

    As produções de Howard o Pato e Tigresa & Cristal, dois dos quatro projetos animados anunciados pela parceria da Marvel com a Hulu, tiveram suas produções canceladas. Segundo as informações do Variety, as duas séries não estão mais em andamento, mas a produção dos outros, M.O.D.O.K e Hit Monkey não foram afetadas.

    O projeto inicial era cruzar as quatro produções em uma série de eventos chamada The Offenders, que também foi descartado já que metade da equipe não será apresentada no Hulu como planejado.

    A decisão de interromper o trabalho nos projetos Marvel-Hulu ocorreu depois que foi anunciado que a Marvel estava fechando a divisão de Televisão. O único programa remanescente da Marvel Television é Agents of S.H.I.E.L.D., que terminará após sete temporadas.

    Foi relatado em Dezembro que a apresentadora do programa Tigra & Dazzler, Erica Rivinoja e a equipe de roteiristas do programa haviam saído por causa de diferenças criativas com a Marvel, o que levou o programa a ser suspenso.

    Antes do anúncio de que a Marvel Television estava fechando suas portas, o arquiteto do Universo Cinematográfico da Marvel, Kevin Feige, foi promovido a diretor de criação da Marvel e assumiu a narrativa da empresa de propriedade da Disney em mídias, incluindo publicações, filmes, TV e animação. Atualmente, ele está produzindo diversas grandes séries para o Disney+, com personagens do UCM, incluindo Falcão e o Soldado Invernal, WandaVision e Loki, entre vários outros.



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    CRÍTICA – Call of Cthulhu (2018, Focus Home Interactive)

    Call of Cthulhu  é um game para PlayStation 4, Xbox One e PC, desenvolvido pela Cyanide e publicado pela Focus Home Interactive, lançado em 30 de Outubro de 2018. O game adapta um sistema de RPG de mesa, lançado em 1981 baseado no material produzido por H.P. Lovecraft no início do século XX, e aborda os cultos das criaturas mais conhecidas criadas pelo autor. O material produzido por Lovecraft criou o que passamos a conhecer como Cthulhu Mythos.

    Sendo um game de mundo semi-aberto em primeira pessoa, Call of Cthulhu conta, em 1924, a história de Edward Pierce, um veterano da Primeira Guerra Mundial que se tornou um investigador particular. Com problemas com bebida e barbitúricos por causa de seus pesadelos vívidos e cada vez mais intensos, Edward que está prestes a perder sua licença de investigador, precisa de uma nova conta a fim de garantir sua licença por, pelo menos, mais um ano.

    Fazendo jus a Lovecraft

    Call of Cthulhu

    A investigação de Edward começa quando um rico empresário entra em seu escritório, implorando para que o investigador descubra o que aconteceu com sua filha – com um histórico de doenças mentais -, seu neto e seu genro, que simplesmente desapareceram após sua casa misteriosamente pegar fogo.

    Com um visual sujo, perturbador e bagunçado, somos apresentados ao mundo de forma sucinta, estabelecendo fortemente os personagens no seu próprio tempo. Se destacando com estética, enredo e uma enorme diversidade de personagens secundários, somos apresentados aos descendentes dos gloriosos tempos de fartura, em que até mesmo pescas milagrosas salvaram a ilha de Darkwater de um longo período de dificuldade.

    Edward Pierce se vê envolvido nos conflitos dos habitantes daquele lugar, que entre policiais, contrabandistas e até mesmo os mais abastados membros da reclusa sociedade insular, se recusam a responder o que sabiam sobre os Hawkins, e a brilhante pintora que é o centro de toda essa intrínseca rede de tramas, rodeada por muito suspense e terror.



    Beirando o impossível

    Com a progressão, somos testemunhas de eventos misteriosos. Eventos esses que conforme a árvore de habilidades temos a chance de nos preparar para eles ou não. Com habilidades que variam desde Eloquência, Psicologia, Força e até mesmo Ocultismo, nos permitem estar preparados para as mais diversas aproximações possíveis.

    Call of Cthulhu nos apresenta os Cthulhu Mythos de forma lenta e em seus 14 Capítulos somos apresentados às mais diversas criaturas. Criaturas essas que recebem nomes diferentes dos quais os conhecemos no material fonte de H.P. Lovecraft, tal como Yog-Sothoth, Nyarlathotep e também Shub-Niggurath. Os seres que são apresentados na obra de Lovecraft como Deidades, mas em Call of Cthulhu, são esses seres que colocam a prova o quão longe a humanidade é capaz de ir por meio da ambição, ou de uma deturpação da mente causada por seres com poderes que ultrapassam a compreensão humana.



    Veredito

    Call of Cthulhu

    Por se tratar de um game que tem como base os Cthulhu Mythos, Call of Cthulhu deixa a desejar. Mesmo com uma ótima trilha sonora, sua captura de movimento é o ponto que parece mais deixar a desejar; o game produzido pela Cyanide é um game divertido por aqueles que desejam saber um pouco mais sobre o material de H.P. Lovecraft, mas se você tem a intenção de ver a maior deidade do escritor americano, que dá nome ao game, procure outra mídia, ou irá se arrepender piamente.

    O game Call of Cthulhu foi lançado no dia 30 de Outubro de 2018 para PlayStation 4, Xbox One e PC. No ano seguinte, o game recebeu um port para o Nintendo Switch.

    Nossa nota

    Confira o trailer de lançamento do game:



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