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    Marvel Ultimate Alliance 3: The Black Order | Game contará com mais de 24 personagens

    Marvel Ultimate Alliance 3: The Black Order é um dos jogos mais esperados do ano, e está rapidamente se aproximando de seu lançamento em Julho para Nintendo Switch. O game é capa de junho da revista GameInformer Magazine.

    A publicação que já está disponível no site, e deve chegar em breve em sua forma física, nos mostra com mais profundidade pela primeira vez o game Marvel Ultimate Alliance 3 – incluindo gameplays, level e progressão, atividades, modo Desafio Infinito.

     

    Como o game é o assunto principal de Junho, Marvel Ultimate Alliance 3 também recebeu uma bela capa de arte. Na esquerda (que é a parte de trás), vemos Thanos com seus generais, a Ordem Negra, que procuram obter as Joias do Infinito. Na direita (frente), podemos ver melhor o que presumivelmente serão alguns dos heróis jogáveis. Incluindo a lista de personagens, que a GameInformer diz “mais de duas dúzias de nomes,” como Pantera Negra, Deadpool, Miles Morales, Senhor das Estrelas, Wolverine, Capitã Marvel, Venom, Spider-Gwen, Hulk, Gavião Arqueiro e mais.

    Outros personagens que não necessariamente estão na capa, mas foram vistos em screenshots são Capitão América, Nick Fury, Thor, Viúva Negra, Gamora e vários outros personagens queridos pelos fãs. Basicamente, o game oferecerá alguns personagens tirados dos Vingadores, X-Men, Guardiões da Galáxia, Spider-Verso, Defensores e Inumanos.

    Além disso, detalhes da revista GameInformer, exclusivamente revelou dois outros personagens jogáveis: Gavião Arqueiro e Ms. Marvel (Kamala Khan). Gavião Arqueiro conta com as flechas que são sua assinatura e “oferece uma versátil variedade de ataques, enquanto ele derrota inimigos através de uma variedade de flechas e explosões.” Ms. Marvel consegue se alongar e aumentar partes de seu corpo para “derrubar os vilões com seus punhos e mãos enormes.”

     

    “No novo game, heróis e vilões se unem em uma corrida através do Universo Marvel para encontrar as Joias do Infinito antes de Thanos e a Ordem Negra para usá-las e liberar caos cósmico. Da Torre Vingadores até a Mansão X e além, cada contratempo na missão de Thanos pode resultar em colisões inesperadas dos personagens favoritos dos fãs e locações icônicas.”

    CRÍTICA – Um Deus Em Algum Lugar (2010, Vertigo)

    “A visão mais humana das histórias de super-herói que eu já vi.”

    Quando uma HQ carrega na capa um comentário de alguém como Mike Mignola – criador de um dos personagens mais clássicos de história em quadrinho; Hellboy – é no mínimo de bom tom você parar para dar uma conferida.

    Lembro que descobri essa obra, por acaso, em meados de 2015; e uma das coisas que mais me chamou a atenção foi a capa e o título; Um Deus Em Algum Lugar.

    É um daqueles momentos raros onde você julga um livro pela capa e “dá bom”, entende?

    A graphic novel escrita por John Arcudi, responsável também por The Mask Omnibus Vol. 1, Sledgehammer 44 ao lado de Mignola – e B.P.R.B. de Peter Snejbjerg, trabalha de forma impecável dando vida e forma aos personagens; que juntamento com Bjarne Hansen que com maestria, trabalha colorindo essa obra.

    Um Deus Em Algum Lugar aborda um tema bastante usado: a famigerada “formula do super-herói”; porém com uma pequena e significativa diferença: humanização.

    Antes de mais nada, o que você faria se o seu melhor amigo se tornasse invulnerável, pudesse voar e caísse na graça do público? Mas a pergunta que a obra tenta nos passar é: “O que o seu amigo faria com esses poderes?

    É nesse ponto onde Arcudi constrói a narrativa da obra; eu poderia resumir brevemente o enredo da obra, mas não seria correto, até porque Um Deus Em Algum Lugar precisa ser analisado com bastante cautela, pois não é uma simples graphic novel.

    A história nos apresenta Eric Foster, um ser humano comum como qualquer outra pessoa, que numa noite qualquer teve sua vida mudada para sempre

    Logo no início, misteriosamente, Eric sobrevive a uma explosão que atinge o prédio onde vive. A explosão acontece de maneira aleatória, pois não nos deixa claro a origem dela.

    Antes de me aprofundar na história de Eric Foster, preciso ressaltar que John Arcudi desenvolve a narrativa da obra pelo ponto de vista de Sam Knowle, melhor amigo de Eric, e em minha opinião ele faz isso muito bem, deixando transpassar uma boa carga emocional do amigo do personagem principal.

    Arcudi não pinta Sam como um ajudante, e a medida em que o enredo se desenvolve percebemos que Sam Knowle carrega consigo uma grande responsabilidade do que dar apenas simples conselhos; ele é o narrador e a pessoa mais próxima de Eric Foster.

    “Não importa quem você é, não importa o que você faz, não importa o que aconteça a você… você é só mais um personagem na história de outra pessoa.”

    É dessa forma que Sam nos apresenta o ponto de vista dele, logo na primeira página, e como a história de Eric será contada aos seus olhos.

    John Arcudi procura apresentar uma obra inédita, mesmo que alguns pontos já tenham sidos utilizados em uma HQ e outra. Aqui ele estabelece uma riqueza em detalhes, tanto na narrativa, quanto na qualidade da arte.

    Voltando para Eric Foster. De maneira misteriosa ele sobrevive ao incidente que resulta em dezenas de mortes. E ainda consegue ajudar algumas pessoas dessa tragédia e, consequentemente, cai nas graças da opinião pública e da mídia – o que já seria mais do que suficiente para ter a sua vida mudada e deixada de pernas para o ar.

    Porém o enredo começa a se desenrolar, a partir de alguns diálogos e narrativa de Sam Knowle, e logo conseguimos notar que aquele incidente mudou Eric para algo mais.

    Existe uma dinâmica racial na obra de Arcudi; Eric e Hugh – irmão de Eric – são brancos, e Sam e Alma – esposa de Hugh – são negros. Essa dinâmica vai desde o momento onde Eric e Sam se conheceram na faculdade, onde os dois irmãos impediram uma briga onde Sam estava levando a pior. A partir daí a relação de Sam e Eric é formada, e onde existia um laço entre Eric e Hugh agora existe também entre Sam e Eric – algo que John Arcudi nos apresenta em alguns momentos como flashbacks ou até mesmo em alguns balões de diálogo.

    A história possui quatro capítulos, aproximadamente duzentas páginas, 48 páginas cada capitulo, e logo no segundo capitulo começamos a acompanhar as mudanças que Eric Foster começa a demonstrar. Ainda nas primeiras páginas tomamos conhecimento que Eric é cristão, algo que faz parte de seu caráter e que tem a ver com a história, mesmo que questões religiosas sejam abordadas de uma maneira levemente polida e coerente; mas é a partir dessa linha que Arcudi tenta explorar Eric. Um bom exemplo disso é Eric acreditar piamente que suas habilidades vieram a partir da mão de Deus, opinião que Sam não compartilha.

    Com o avançar da história nosso protagonista vai se desligando aos poucos das pessoas ao seu redor, preferindo em alguns momentos o isolamento – tema que já foi apresentado em Watchmen, através do personagem Dr. Manhatthan, que após seu acidente passa a ter uma compreensão diferente da vida humana.

    Se no primeiro capítulo John Arcudi nos apresenta Eric tornando-se algo mais, no segundo capitulo o tempo parece fluir de forma mais corrida, um exemplo disso sãos as mudanças no personagem; desde aspectos físicos que vão de uma barba cumprida e cabelo bagunçado até um temperamento incompreensivo e controverso.

    Já nessa altura podemos notar o distanciamento que ele passa a enfrentar em relação as outras pessoas, e esse distanciamento vai desde sua postura até seu código moral, e é nesse ponto onde Arcudi consegue elevar a obra a outro nível. [selecione o texto caso queira ler o spoiler]: Um exemplo disso é logo no inicio do segundo capitulo quando Eric acaba dando assistência a policiais que enfrentam bandidos com armamento pesado; e de maneira fria, o personagem acaba matando algum dos bandidos e deixando o local sem demonstrar nenhum remorso.

    O que me agradou na história foi o cuidado na desconstrução do indivíduo como “super-herói”. Estamos acostumados a ver histórias em quadrinho onde o super-herói possui uniforme, cuidado com os outros seres e autocuidado consigo, mas em Um Deus Em Algum Lugar as coisas funcionam de maneira oposta.

    Outro ponto interessante foi ver que por mais que Eric tentasse fazer as coisas certas sempre existia um certo limite, e esse ponto é mostrado quando sua própria família tenta se aproximar dele, após o incidente, ou ir até seu encontro – essa é uma das situações onde Hugh parece se incomodar mais, pois não consegue entender como Sam consegue ter mais acesso/intimidade e contato a Eric do que seu próprio, e único, irmão.

    A obra tem seus momentos mais leves e descontraídos, mas na maior parte é repleta de violência – indo de socos e chutes até desmembramentos e tripas sendo expostas, mas John Arcudi consegue fazer um bom trabalho de maneira que nos deixa deslumbrados a cada página.

    Se em um momento Eric Foster era visto como uma espécie de Messias do Novo Mundo em outro ele é pintado como o mais puro vilão e é nesse ponto que achei a obra excepcional, pois Arcudi explora um possível cenário do que aconteceria se existisse algum ser humano com as capacidades de Eric e é onde eu retomo a conduta moral do personagem principal. Aos olhos de Eric ele achava realmente que fosse algo mais que um mero ser humano, pois suas habilidades falavam por si só, sem mencionar a força que a mídia e o governo tiveram em cima disso.

    Arcudi nos faz questionar as atitudes de Eric no decorrer da história, pois até a metade do segundo capitulo nosso protagonista é o herói pintado pela sociedade, mas a questão não é essa, as questão são:

    “Ele queria ser o herói?”

    “De maneira inexplicável ele ganhou habilidades, mas ele precisava realmente fazer o bem com elas?”

    “Ele precisaria ser um super-herói?”

    Nessa obra a interpretação é bastante unilateral, até porque não existe ali algo como “Com grandes poderes vem grandes responsabilidades“, ao invés disso, ele vai de herói a vilão em pouquíssimo tempo. De um humano com superpoderes que salvou algumas pessoas de escombros a um indivíduo que o governo dos EUA declarou guerra.

    Se você espera entender Eric quando ler Um Deus Em Algum Lugar pode esquecer, existem momentos na história onde a compreensão simplesmente fica fora da curva. Selecione o texpo a seguir para ler o spoiler: Um exemplo disso é Eric deixar Hugh tetraplégico e abusar de Alma – e essas duas cenas são de longe as mais pesadas da obra. A outra parte é até mesmo questionada por Sam, onde Eric está preso e após fugir, facilmente, mata praticamente todos os guardas da penitenciária, sem antes arremessar um tanque de guerra contra um edifício e destruir um helicóptero. No final de tudo isso Sam pergunta para si em meio a sangue e carnificina; se ele queria fugir porque simplesmente não saiu voando?.

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    Novamente o código moral é posto em xeque. A partir dali outras atitudes de Eric beiram ao absurdo, nos deixando frustrado, mas ao mesmo tempo querendo tirar algum nexo daquilo, como se em algum momento fosse nos mostrar um real significado para as suas ações.

    Eu mesmo, quando li pela primeira vez, fiquei sem entender, digo, como alguém que se acha “abençoado” consegue matar tantas pessoas a sangue frio? Não faz sentido pra mim e tão pouco para Sam.

    Aos olhos de Sam passamos a odiar Eric, mas nem mesmo Sam consegue odiá-lo por completo. Em diversos momentos ele apenas quer entender seu amigo, quer saber a razão pelo qual todas as atrocidades foram cometidas, mas quanto mais ele tenta entender mais percebe não conseguir.

    Há momentos bem interessantes, e levemente perturbadores, um deles é onde o próprio Eric relata ter tido um sonho onde ele mesmo era Deus só que de um universo menor.

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    É por desafiar qualquer senso comum ou lógica que a obra de John Arcudi funciona bem. Arcudi soube trabalhar de maneira  sensacional e consegue nos deixar com as pontas soltas de maneira temperada, e isso é bastante interessante da forma que a história é desenvolvida, pois normalmente temos as motivações sendo devidamente explicadas e aqui não funciona dessa forma, pois em momento algum entramos na cabeça de Eric Foster, tudo que temos apenas é o ponto de vista de Sam Knowle, nada mais.

    A total ambivalência de Sam e sentida a medida que nos aproximamos do final da graphic novel, e a necessidade dele em tentar entrar na cabeça de seu amigo fica cada vez mais nítida, porém até o próprio Eric explica que jamais entenderia o que ele está passando ou suas reais motivações que o levou até aquele momento, mas que estava tudo bem. Não era preciso entender.

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    CRÍTICA - Um Deus Em Algum Lugar (2010, Vertigo)
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    E é dessa maneira que John Arcudi nos explica e ao mesmo tempo nos deixa curiosos em relação a Eric Foster.

    CRÍTICA - Um Deus Em Algum Lugar (2010, Vertigo)

    Título: Um Deus Em Algum Lugar
    Autores: John Arcudi e Peter Snejbjer
    Editora: Vertigo
    Ano de Publicação: 2010
    Páginas: 194


    Um Deus Em Algum Lugar
    é uma obra que vale muito a pena ser lida e relida, principalmente se você curte essa pegada de “humanização” e desconstrução do super-herói. Arcudi consegue nos mostrar um cenário onde o bem e o mal caminham em uma via de mão dupla, onde essa linha tênue tende ficar cada vez mais estreita.

    E você? O que faria se tivesse tais habilidades? Deixe seus comentários e se já leu essa incrível graphic novel deixe também sua avaliação.

    Nintendo e Rockstar Games para a glória dos videogames

    Ao longo do tempo alguns videogames se tornaram favoritos dos gamers, devido à sua jogabilidade fácil e aos recursos que eles usam para atrair mais público para eles. Atualmente, a Nintendo é a principal desenvolvedora em vendas, com vários títulos constantemente alcançando o topo dos melhores vendedores a cada ano, com a surpresa que a Rockstar Games está acompanhando de perto a gigante japonesa na atualidade.

    Fonte: Pixabay.com

    Nintendo é a rainha dos videogames na atualidade

    O site Eurogamer compartilhou a lista de jogos mais vendidos pela Amazon em 2018, que destaca o título Super Smash Bros. Ultimate na primeira posição. No entanto, como a Amazon categoriza jogos, consoles e acessórios na mesma seção, os consoles e controles da Nintendo também conseguiram se tornar alguns dos itens mais vendidos, à frente de outros games.

    Na segunda posição dos jogos, se encontra Red Dead Redemption 2, desenvolvido pela Rockstar Games, e que se tornou uma franquia de sucesso por transportar jogadores para o velho oeste dos Estados Unidos. Outro ponto a seu favor, é que este título inclui mini-jogos, incluindo jogos de cassino como o poker, permitindo aos jogadores fazer uma pausa entre as missões do jogo.

    A lista dos mais vendidos é composta por outros cinco outros títulos da Nintendo para o seu console Switch, incluindo Super Mario Party e Mario Kart 8 Deluxe. Note-se que, como mostrado pelo site Versus, Super Smash Bros. Ultimate já se tornou o jogo de luta mais vendido da história, superando a marca de 14 milhões de cópias vendidas desde o seu lançamento em dezembro de 2018. Com esta marca, a Nintendo deixa para trás franquias populares como Street Fighter, Mortal Kombat e Tekken.

    Nintendo ainda está longe da glória absoluta

    O desenvolvedor japonês já tem o jogo de luta mais vendido da história, mas ainda está longe de ter o videogame mais vendido de sempre. Isso porque, com mais de 170 milhões de cópias vendidas em todo o mundo, o Tetris é o jogo mais popular de todos os tempos, desde sua aparição em 1984.

    Em segundo lugar, aparece Minecraft, que com mais de 154 milhões de vendas, vem conquistando cada vez mais adeptos desde o seu lançamento em 2011.

    Agora é quando a Rockstar Games faz sua aparição à frente da Nintendo, já que seu videogame de 2013, GTA V, já ultrapassou mais de 100 milhões de vendas em todo o mundo e continua a oferecer conteúdo gratuito para seus jogadores constantemente.

    Como mostra a lista dos 10 jogos mais vendidos da história que o site The Enemy publicou, o Wii Sports, da Nintendo, mal chega à quarta posição de vendas, ultrapassando 82 milhões de cópias, em grande parte ao seu lançamento juntamente com o console Wii.

     

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    A batalha entre a Nintendo e a Rockstar Games pela supremacia no mercado de videogames ainda parece distante do impressionante recorde de vendas estabelecido pelo Tetris. No entanto, nada ainda está definido, e ambos os desenvolvedores ainda têm muito a oferecer nesta batalha pela preferência dos gamers.

    EA Access: EA estende seu serviço de assinatura para o PlayStation 4

    Hoje, a Electronic Arts Inc anunciou que está trazendo o EA Access para o sistema PlayStation 4 (PS4). Começando em julho, os jogadores poderão assinar por US $ 4,99 por mês, ou comprar a assinatura anual por US$ 29,99 pela PlayStation Store.

    Com a adição do console PlayStation 4 ao já existente serviço de assinatura no Xbox One e PC via Origin, a EA agora oferece seus serviços de assinatura em mais plataformas que outras publishers.

    Matt Bilbey, Executive VP of Strategic Growth disse:

    “Com o constante investimento em serviços e assinaturas digitais, levar nossos jogos a mais pessoas entre ambos consoles é uma oportunidade empolgante para todos. Nossa meta é dar aos jogadores mais opções para experimentarem e jogarem nossos jogos, onde quer que eles escolher, e estamos felizes em levar o serviço ao PlayStation 4.”

    A assinatura do EA Access permite os jogadores experimentar o Play First Trials, onde eles podem jogar por até 10 horas de novos jogos da EA. Os assinantes também conseguem 10% de desconto em jogos completos, expansões, itens in-game e mais. Além disso, os jogadores contam com uma crescente biblioteca de jogos EA, incluindo as melhores franquias EA como Battlefield, EA SPORTS FIFAStar Wars Battlefront e mais.

    Para ficar atualizado sobre as novidades EA Access e mais informações, visite: https://www.ea.com/ea-access/ps4.

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    Star Wars Battlefront 2: Obi-Wan Kenobi chega como DLC

    CCXP: Confirmado John Romita Jr. e mais 3 artistas para o Artists’ Alley

    Frank Quitely, Eduardo Risso e Lee Bermejo são outros nomes que marcarão presença em todos os dias do Artists’ Alley e fazem parte das homenagens de 80 anos do Batman.

    A CCXP acaba de confirmar mais quatro nomes de peso para Artists’ Alley. John Romita Jr., ou “Romitinha“, como os fãs brasileiros costumam chamá-lo, retorna ao festival após esbanjar simpatia e conquistar o público em sua participação no ano passado. Frank Quitely e Eduardo Risso, destaques da CCXP de 2016, são outras duas presenças confirmadas no evento, que receberá pela primeira vez o quadrinista Lee Bermejo.

    CCXP 2019: O ilustrador Lee Bermejo é confirmado nos quatro dias do evento

    No currículo, os artistas têm em comum trabalhos feitos para revistas do Batman – icônico personagem da DC Comics que teve a sua primeira aparição na Detective Comics #27, lançada em 1939. O Cavaleiro das Trevas completa 80 anos e será homenageado no festival, que acontece entre 5 e 8 de dezembro, no São Paulo Expo.

    Outros nomes já confirmados para a o Artists’ Alley são Alex Maleev, Keith Giffen e Charlie Adlard.

    John Romita Jr. é considerado um dos melhores contadores de histórias da indústria de quadrinhos. O artista fez sua estreia na CCXP em 2018, e voltará ao evento para promover seu novo trabalho com Frank Miller, o aguardado Superman: Ano Um.

    Filho de John Romita Sr., um dos quadrinistas mais famosos dos quadrinhos do Homem-Aranha, John Romita Jr. começou sua carreira cedo, aos 13 anos, quando propôs a criação de um personagem a Stan Lee.

    O artista trabalhou em diversos títulos do Homem-Aranha, Homem de Ferro, Superman e Batman, além de ser o criador de personagens como KickAss, Hit Girl, Duende Macabro, Gatuno, Madame Teia, Cristal e a grande favorita do autor: Mary Tyfoid.

    Na CCXP, o artista estará presente no Artists’ Alley em todos os dias do festival, além de participar de outras atividades que serão divulgadas em breve.

    Lee Bermejo, em sua primeira visita ao Brasil, fará sua estreia no festival. O ilustrador foi responsável por diversos quadrinhos do universo do Batman e trabalhou em várias graphic novels ao lado do roteirista Brian Azzarello, entre elas a recentemente lançada Batman: Damned.

    Como artista solo, Bermejo roteirizou e ilustrou Batman: Noel e Suiciders, além de desenhar várias capas para DC, Marvel e Dark Horse.

    Já Eduardo Risso retorna ao país, após o sucesso de sua passagem pela CCXP em 2016. O quadrinista trabalhou nas renomadas publicações Caín, 100 Balas, Homem do Espaço, 100 Balas – Irmão Lono, Logan e Batman: Preto & Branco, entre outras.

    Risso também tem projetos com Brian Azzarello, como a obra Moonshine, e com Enrique Sanchez Abulí, como Torpedo 1972.

    O artista já recebeu os principais prêmios do mercado: foi vencedor do Eisner (2001, 2002 e 2004) e do Harvey (2002, 2003 e 2008), entre outros.

    Frank Quitely é grande conhecido no mundo dos quadrinhos, tendo escrito e ilustrado suas primeiras histórias no final dos anos 1980. Após a autoral Electric Soup, lançada no cenário underground, passou a integrar a revista Juiz Dredd, vendida em todo o Reino Unido.

    O reconhecimento de seu trabalho o levou a editoras importantes, entre elas DC, Marvel e Image Comics. Em seu currículo, estão publicações de destaque, como Os Novos X-Men, Sandman: Noites Sem Fim, We3 – Instinto de Sobrevivência, Superman – Grandes Astros, Batman & Robin e O Legado de Júpiter.

    Junto com Mark Millar, o artista foi responsável pela obra O Legado de Júpiter, que ganhará uma série pela Netflix.

    SERVIÇO CCXP

    2º lote – de 1º de maio até 31 de julho

    Quinta-feira: R$ 200,00 (inteira), R$ 100,00 (meia) e R$ 120,00 (ingresso social).

    Sexta-feira: R$ 260,00 (inteira), R$ 130,00 (meia) e R$ 150,00 (ingresso social).

    Domingo: R$ 400,00 (inteira), R$ 200,00 (meia) e R$ 220,00 (ingresso social).

    Epic: R$ 1.400,00

    Unlock (evento voltado para profissionais do mercado de entretenimento): R$ 1.900,00

    3º lote – de 1º de agosto até 4 de dezembro

    Quinta-feira: R$ 240,00 (inteira), R$ 120,00 (meia) e R$ 140,00 (ingresso social).

    Sexta-feira: R$ 300,00 (inteira), R$ 150,00 (meia) e R$ 170,00 (ingresso social).

    Domingo: R$ 440,00 (inteira), R$ 220,00 (meia) e R$ 240,00 (ingresso social).

    Epic: R$ 1.500,00

    Unlock (evento voltado para profissionais do mercado de entretenimento): R$ 2.000,00

    CCXP19

    Datas: de 5 a 8 de dezembro de 2019

    Local: São Paulo Expo (Rodovia dos Imigrantes, km 1,5, Água Funda, São Paulo – SP)

    Game of Thrones ou As Crônicas de Gelo e Fogo: Existe um melhor que o outro?

    A série Game of Thrones está se despedindo em alto estilo. Após quase oito anos no ar, a produção baseada nos livros de George R.R. Martin chegará ao fim em 2019.

    Em todos estes anos na TV, a adaptação recebeu elogios e críticas pelas diferenças nas duas produções. Os fãs vão ficar órfãos do seriado, porém não faltam conteúdos sobre o universo de Westeros. Além de dois livros para serem lançados, a HBO já prepara também alguns spin-offs para o futuro.

    O último ano de Game of Thrones tem sido um sucesso, principalmente se o assunto é audiência. Segundo reportagem do portal de notícias Terra, a HBO confirmou que cerca de 17 milhões de pessoas assistiram ao primeiro episódio da oitava temporada. Um recorde que coloca a produção como o seriado mais assistido. Porém, alguns fãs já torcem o nariz sobre o final, que foi escrito exclusivamente para a TV.

    George R.R. Martin ainda não finalizou a série de As Crônicas de Gelo e Fogo. O escritor já afirmou que ainda precisa de dois outros livros para terminar a história. O seriado de quase R$ 500 milhões da HBO ganhou uma certa independência para a reta final. Com isso, as diferenças entre as duas produções só aumentaram e dividiram os fãs que acompanham desde o início. Alguns aprovam e outros reprovam as mudanças.

    Livros x Série

    As duas produções possuem grandes diferenças, e que mudam até mesmo a história de personagens principais. No entanto, são as exclusões de figuras populares nos livros que chamam maior atenção e são alvos de polêmicas com os fãs de Game of Thrones. Isso acontece, principalmente, com a família Greyjoy. Além de Asha e Theon, os tios Euron, Victarion e Aeron também continuam vivos e lutando pela Ilha de Ferro.

    Porém, é o personagem Mãos Frias (Coldhands, no original) que faz falta no seriado, para alguns fãs. O personagem acompanha, e defende, Bran Stark durante a busca pelo Corvo dos Três Olhos. No entanto, no seriado, ele foi excluído quase que totalmente.

    Outros vários personagens também foram retirados, como a Senhora Coração de Pedra (Lady Stoneheart), que tem destino diferente no livro do que no seriado. Por isso, a diferença dos personagens é o que mais cria polêmica, porém que também dá uma nova alternativa. Os finais nas produções serão diferentes, já que os caminhos levam para isso.

    Outras mudanças envolvem histórias com a noiva de Robb Stark, as torturas de Tyrion Lannister e Theon Greyjoy, alguns acontecimentos com Jaime Lannister e Brienne de Tarth e, principalmente, o sacrifício de Shireen Baratheon. Nas últimas temporadas, a HBO ganhou uma independência ainda maior, já que parou de seguir os livros e ganhou vida própria. Por isso, as duas produções são conteúdos diferentes, e que podem ser acompanhados independentemente.

    Novas produções

    Tanto Game of Thrones quanto As Crônicas de Gelo e Fogo se expandiram buscando suprir toda a necessidade dos fãs.

    A série dos livros de George R.R. Martin já venderam mais de 60 milhões de exemplares, no entanto também são alvos de insatisfação dos fãs. Desde 2014, o lançamento de Os Ventos do Inverno (The Winds of Winter) é adiado e com data até hoje incerta.

    O autor também precisa escrever e lançar Um Sonho de Primavera (A Dream of Spring), que seria o capítulo final de Westeros. Enquanto isso, os fãs não precisam ficar totalmente órfãos do seriado. O tema já ganhou espaço com fanfics, brinquedos e até mesmo HQs exclusivas, que foram produzidas pela editora Dynamite Entertainment.

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    Além de todas essas produções, Game of Thrones também ganhou espaço com o mundo virtual. Neste ano, um jogo exclusivo para smartphone foi lançado pela produtora Yoozoo Games e entrou para lista deste tipo de lançamento, que já conta com outros quatro ou cinco.

    O seriado, e os livros, também ganharam espaço em jogos de apostas virtuais, como no cassino online da Betway, que possui uma máquina caça níquel temática com personagens e localizações de Westeros. Ou seja, entretenimento para quase todo tipo de fã.

    Porém, são os spin-offs que mais chamam atenção. Tanto a HBO, como George R.R. Martin, já confirmaram que novos seriados devem ser lançados. O enredo e maiores detalhes ainda não foram contados, porém já ganham a curiosidade de todos.

    A atriz Naomi Watts será a estrela da primeira produção inédita. Os fãs só devem agradecer, já que o universo de Game of Thrones não deve morrer tão cedo, mesmo com o fim da série que ganhou o mundo.

    E aí, quais suas expectativas para a conclusão da série e dos livros? Deixe seu comentário e lembre-se de compartilhar essa publicação com seus amigos!

    Aproveite e ouça nosso Martelada, onde falamos sobre a tão aguardada temporada final de Game of Thrones:

    https://feededigno.com.br/podcasts/martelada-6-game-of-thrones-expectativas-teorias-e-bolao-da-ultima-temporada/