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    Titans: Poderes do Mutano devem crescer na 2ª temporada

    A estrela de Titans, Ryan Potter deu a dica de que seu personagem, Mutano, pode ganhar um “upgrade” na 2ª temporada. A interação do personagem na série é bem diferente da mostrada nos quadrinhos, e possui apenas o poder de se transformar em um tigre. Muitos fãs presumiam que isso era por causa dos custos dos efeitos especiais, e de fato sua transformação ficou incrível – mas o valor dos efeitos devem ser bem altos para uma série que tem o orçamento de produção bem baixo.

    Os últimos episódios da primeira temporada de Titans mostrou o Mutano envenenado e quase chegou a morrer; Ravena foi manipulada a fim de invocar seu pai, Trigon, para curar seu amigo. Dada a meta já estabelecida de Trigon, que é literalmente consumir um planeta inteiro, isso pode se provar um erro. Quando vimos o Mutano pela última vez, ele estava próximo de Ravena olhando ainda em choque ao perceber o quão perigoso Trigo pode ser.

    Foi confirmado que os planos originais de Titans mudaram, e que o último episódio da primeira temporada se tornou na verdade o primeiro da segunda. Em uma entrevista recente, Ryan Potter revelou que os poderes de Mutano podem ficar maiores por causa dos efeitos do ato de Trigon.

    “No season finale original, podíamos ver Garfield se transformar em um tipo de animal aquático. Eu não posso dizer qual animal era, ou vou entregar muito, mas ele vai se transformar em um tipo de criatura anfíbia.”

    A entrevista foi feita antes do último episódio da primeira temporada ir ao ar, e é até mesmo possível que Potter não tenha percebido que essa cena foi colocada na estreia da segunda temporada. Sendo assim, é interessante ver que Mutano será forçado a se transformar em outro animal. Isso pode ser resultado de uma armadilha colocada por Trigon; talvez o ser demoníaco tenha intenção de afogar Gar? Seja como for, Titans sugeriu que a personalidade de Gar pode mudar de acordo com a forma que ele toma. De fato, em sua forma felina, ele literalmente arrancou pedaços, de um cientista do mal, e esse acontecimento marcou o Jovem Titã.

    Tais cenas apresentam a possibilidade dos poderes de Mutano serem ainda mais experimentais enquanto a segunda temporada continua. Afinal, se a próxima temporada apresentar o personagem ganhando uma nova forma, porque ele não pode ganhar mais formas enquanto a série continua? É improvável que Titans vá apresentar o personagem de uma forma tão livre, ou multi-forma dos quadrinhos; o Mutano dos quadrinhos pode se transformar em incontáveis animais diferentes conforme cresce, e essas diversas transformações podem ser cara demais para o orçamento da série da DC Universe.

    Esperamos ver uma segunda temporada de Titans ainda melhor que a primeira – e talvez seja melhor que Trigon não subestime o Mutano.

    CRÍTICA – Bird Box (2018, Suzanne Bier)

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    Se prepare para duas mulheres te desafiarem a ficar de frente consigo e sobreviver. Estou falando da diretora dinamarquesa Suzanne Bier e da atriz Sandra Bullock. Se você espera um filme de apocalipse clichê, não dê play em Bird Box. O fim do mundo que o – classificado como Drama – Hollywoodiano propõe, está acontecendo dentro de muita gente, agora mesmo.

    Em pauta, senhores, o suicídio. Ele que sempre foi tabu em jornais e na grande mídia, por se acreditar que noticiar aumentaria a incidência de casos.

    No filme, quem se mata manteve antes contato visual com forças misteriosas que fazem com que o atingido de cabo da própria vida. A força é tão brutal que mesmo se a vítima estiver amarrada, vai dar um jeito de concluir. Pois é, na vida real, nem precisamos de um ataque sobrenatural. A depressão é a principal causa para por fim a própria vida. Isso não acontece só com gente distante, sem rosto. Pode acontecer com quem divide a vida com você e comigo. Infelizmente, não é ficção, fora da tela, a depressão é uma epidemia que atinge pelo menos 5% dos brasileiros, de acordo com a OMS. Tem cura, sobretudo, se tratada com empatia e desde o começo.

    Se você, como eu, se apega aos personagens e sofre a cada morte, faça um exercício enquanto assiste ao filme: pense em todos os seus amigos e familiares que podem precisar de ajuda.

    “Quando você ignora algo, a omissão não tem o poder mágico de fazer com que desapareça.”

    É uma das primeiras lições que a trama apresenta, ainda antes de engrenar. Durante um exame de pré-natal, a protagonista Malory (Sandra Bullock), que se recusa a aceitar a gravidez, recebe o conselho de sua médica. O bloqueio da personagem deve ser tema da terapia de muita gente – o medo de não ser capaz de amar, por não ter recebido amor.

    Em Bird Box, tanto Malory quanto sua irmã, Jéssica (Sarah Paulson), prefeririam ter sido éguas. Explico, é que esse animal desenvolve instinto maternal logo após a fecundação. Sua mãe não teve a mesma sorte.

    Um sentimento e muitas reações: o medo. Ele perpassa todos na trama. Estranhos que se conheceram no caos representam diferentes perfis de resistência e passam a dividir uma casa que se torna uma fortaleza, no objetivo comum de se manterem vivos. Cenário clássico para esse tipo de produção.

    Tudo gira em torno do medo que paira em cada segundo do longa. Às vezes, vem vestido de desconfiança, outras de arrogância, frieza ou disciplina. No fundo, sempre ele, o medo, que vaza pela tela e nos faz confrontar os nossos próprios.

    Não é terror, considero que fica melhor na prateleira do suspense. Mas, pelo menos para mim, nenhuma alma penada da ficção apavora mais do que os assombros pessoais da alma de cada um. O medo de abrir os olhos e ver o nunca antes visto, porém letal. Ouso perguntar, não é assim na vida? Quem pra se preservar não preferiu, ao menos uma vez, manter os olhos cerrados?

    Os piores medos, as perdas mais dolorosas vivem no interior de cada um de nós. No enredo, essas alavancas emocionais são materializadas como demônios que pairam no ar e levam toda uma sociedade ao colapso, suscitando uma horda de suicídios. Isso mesmo, não é necessário um apocalipse zumbi, uma bomba nuclear, um grande terremoto, uma crise política ou ataque de alienígenas. Cada um cuida de se auto-destruir.

    As nossas trevas mais profundas, provenientes da natureza e construção social, de cada um de nós, fazem com que nos mutilemos até a morte. Quando olhamos, sem vendas, à luz do dia, somos destruídos mortalmente. Por quê? Por quê reagimos assim? É, você pode precisar de suporte do seu terapeuta ou bater um papo cabeça com aquele amigo logo depois de assistir o filme. Só uma recomendação de amiga, tire suas vendas em lugar seguro, se cerque de amor e compreensão, mas jamais se deixe morrer.

    Avaliação: Bom

    Confira o trailer do filme:

    Bird Box está disponível na Netflix. Já assistiu o filme? Conte-nos o que achou do filme nos comentários e suas expectativas.

    #52filmsbywomen 40 – A 13ª Emenda (2016, Ava Duvernay)

    Existem documentários que conseguem causar um impacto gigantesco em nossas vidas, abrindo nossos olhos e modificando nosso pensamento. Acredito que a arte do cinema está em, além de contar boas histórias, nos mostrar por diferentes perspectivas fatos que, até então, desconhecemos – ou não compreendemos por não ser a nossa realidade. Esse é exatamente o caso de A 13ª Emenda, documentário da diretora Ava Duvernay.

    Ava Duvernay coleciona indicações e prêmios a cada nova produção. A diretora traz em suas produções narrativas que retratam suas origens e a história do povo negro ao longo das décadas. Parceira de ninguém menos que Oprah Winfrey, Ava tem ganhado cada vez mais notoriedade. Seus próximos projetos incluem a adaptação para o cinema de Novos Deuses, da DC Comics, e a produção de mais temporadas da série Queen Sugar. A ascensão de Ava em Hollywood retrata o fortalecimento da diversidade na indústria, um desafio diário que demanda tempo e esforço, mas que finalmente está colhendo frutos.

    A 13ª Emenda faz uma construção narrativa desde a escravidão até os dias atuais. Contando com depoimentos de ativistas, historiadores e pensadores, o documentário é extremamente didático, escancarando as mazelas e o genocídio do povo negro durante décadas. A produção nos dá a oportunidade de acompanharmos relatos de pessoas que fizeram não só parte da história, como também mudaram o curso dos acontecimentos. Angela Davis, uma das poucas ativistas que sobreviveram a tempos extremamente sombrios para a comunidade negra, entrega um relato de luta, dor e resistência – acima de tudo.

    A montagem deste documentário é impecável. Ava possui um poder narrativo sem igual, que lhe confere o poder de mesclar uma análise de dados profunda com imagens e gravações de cada período histórico. Com uma timeline bem delimitada, criando ganchos para os acontecimentos das décadas seguintes, o documentário nos conduz por inúmeros governos dos Estados Unidos, mostrando que cada decisão política não foi tomada por acaso – e que algumas delas, como no caso do Governo Clinton e sua “Three-strikes Law”, criou destruições irreparáveis no sistema, levando ao encarceramento em massa que vemos hoje.

    Aqui vale uma ressalva importante: É curioso vermos que Clinton se arrepende, hoje em dia, da forma como a lei foi aplicada e admite que houve mais erros do que acertos. No Brasil, muitos políticos tentaram ser eleitos esse ano (e alguns conseguiram), prometendo replicar tal ideia no nosso País. A importância e força de produções como A 13ª Emenda está em dar luz para erros do passado e alertar para não os cometermos novamente no futuro. Conhecermos a nossa história é o principal legado para construirmos uma sociedade melhor – e mais justa.

    Além de ser tecnicamente impecável, A 13ª Emenda propõe reflexões para o futuro. Em seu último ato, a produção coloca em debate a prisão domiciliar, o uso das tornozeleiras eletrônicas e os dados que podem ser coletados, as empresas envolvidas com governos e que visam nada além do lucro e, claro, a possibilidade de nos tornarmos presos (em massa) dentro de nossas próprias casas.

    A 13ª Emenda é o tipo de produção que deveria chegar ao maior número de pessoas possíveis. A educação é a principal arma para não perdermos a nossa liberdade.

    Assista ao trailer:

    E aí, o que achou da indicação de hoje? Deixe seu comentário, compartilhe com seus amigos e lembre-se de conferir as indicações anteriores da nossa campanha 52 Films By Women.

    Doomsday Clock: 10ª edição trará conexão do Dr. Manhattan com Universo DC

    Desde que o evento Renascimento da DC trouxe o mundo de Watchmen ao Universo DC, os fãs da DC ficaram tentando descobrir o que aconteceu entre Dr. Manhattan e o Universo DC… Até Doomsday Clock.

    Enquanto ele obviamente usou suas habilidades onipotentes para limpar quase uma década de história, está incerto o que aconteceu nesse período de tempo ou para onde figuras históricas foram.

    Os heróis da DC e os vilões já encontraram os personagens de Watchmen, no Doomsday Clock de Geoff Johns e Gary Frank, mas a série dá uma luz a respeito das grandes revelações a respeito da razão do Dr. Manhattan ter feito o que fez à linha do tempo da DC.

    Entretanto, parece que isso vai mudar em Doomsday Clock #10. Nas solicitações da DC para as próximas edições, a publicação anunciou que “os segredos por trás do Dr. Manhattan e sua conexão com o Universo DC” serão revelados.



    Se a capa variante da edição é um indício, esses segredos serão a respeito da Sociedade da Justiça da América. A capa mostra uma criança lendo a edição #3 da All-Star Comics de 1940, do quadrinho que reuniu alguns dos maiores heróis pela primeira vez como a Sociedade da Justiça. Enquanto a última edição da série mostrou o tão esperado retorno da equipe, está incerto como, ou se eles voltarão ao Universo DC.

    Também vale notar que o nome escrito na caixa de correio próximo a criança é “Colman”. O nome pode ser uma referência à Carver Colman, um ator que dá vida ao detetive Nathaniel Dusk em diversos filmes antigos que são mostrados na série. A capa principal da edição aparentemente mostra uma das cenas dos filmes de Colman, onde Dusk pode ser visto ao chão, preso debaixo da bota de um assaltante.

    Confira as capas abaixo:

    Nós: Primeiras imagens e detalhes do enredo são revelados

    As incríveis primeiras imagens e detalhes do enredo de Nós (Us, título original), o novo filme de terror de Jordan Peele chegou, e eles vão te fazer sentir vontade de assistir o filme agora! O filme será o segundo dirigido por Peele, após o aclamado Corra!, esse filme é descrito como outro “thriller social” – um filme de terror que vai te deixar com muita coisa a pensar.

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA | CRÍTICA – Corra! (2017, Jordan Peele)

    Os detalhes do enredo de Nós estão sendo mantidos em sigilo há bastante tempo, mas o elenco do filme – que tem Lupita Nyong’o como protagonista, Winston Duke e Elisabeth Moss – nos deixou intrigados. Enquanto conversava com a EW, Jordan Peele revelou alguns detalhes a respeito do filme que terá seu trailer lançado no dia do Natal.

    “Para o meu segundo filme, eu quis criar uma mitologia de monstro. Eu quis fazer algo que era mais do gênero terror mas também tentei manter meu amor por filmes que são loucos mas divertidos.”

    Ele deu outra dica, uma lista de filmes que Peele pediu que Lupita assistisse para que ela pudesse compartilhar das ideias da produção: Voltar a morrer, O Iluminado, O Babadook, Corrente do Mal, Medo, Os Pássaros, Violência Gratuita, Mártires, Deixe Ela Entrar, e O Sexto Sentido.

    Quanto a história:

    “A história se passa nos dias de hoje e mostra Adelaide e Gabe Wilson (Lupita Nyong’o e Winston Duke) enquanto eles levam seus filhos à casa de infância de Adelaide na Califórnia durante o verão. Após um dia na praia com a família de Tyler (que inclui Elisabeth Moss e Tim Heidecker), Adelaide – que é assombrada por um doloroso trauma de seu passado – se torna cada vez mais paranóica de que algo ruim acontecerá à sua família. Quando a noite cai, os Wilsons vêem quatro figuras segurando mãos em silêncio na entrada de sua garagem…”

    Jordan Peele diz que os monstros no filme são chamados de “The Tethered” ou em tradução livre “Os Amarrados,” e estamos extremamente curiosos para ver para onde a história nos levará. Corra! era sobre o que significa ser negro na América e o mito do país pós-racismo seguindo a presidência de Obama. Suspeitamos que nesse novo longa, Peele vá abordar questões referentes a misoginia, mas teremos que esperar para ver.

    Confira as novas imagens abaixo:

     

    Nós ganhará seu primeiro trailer no dia 25 de Dezembro e tem estreia prevista para 14 de Março de 2019.

    Brooklyn Nine-Nine: Teaser da 6ª temporada aborda mudança para NBC

    A NBC liberou o teaser da sexta temporada de Brooklyn Nine-Nine, e a montanha russa que foi a renovação da série, parece não ter acanhado a equipe da série. Se você lembra, a FOX decidiu cancelar a amada série após cinco temporadas no começo desse ano. Após os fãs ficarem loucos, o estúdio e os produtores correram para encontrar uma nova emissora para a série. As 24 horas seguintes foram uma bagunça, especulações surgiram a respeito da possibilidade da Netflix pegar a série para continuar sua produção, mas a NBC acabou por acolher os membros da delegacia mais famosa do Brooklyn, a Nine-Nine.

    Agora, a sexta temporada de Brooklyn Nine-Nine está prestes a estrear, levando a série a mesma emissora que manteve The Office, Parks and Recreation, e 30 Rock vivas por tanto tempo. Vale lembrar que Brookly Nine-Nine foi criada pelos produtores executivos de Parks and Recreation Michael Schur e Dan Goor, e Schur já havia trabalhado em The Office, antes de se tornar o showrunner de Parks and Rec. Vale a pena traçar um paralelo entre ambas as séries – Brooklyn Nine-Nine mostra consistentemente a compaixão por seus personagens e seu senso de humor bobo, que tem sido o coração da série por todos esses anos.

    Nesse novo teaser, o elenco reflete acerca da mudança para a NBC e fala a respeito dos eventos do fim da 5ª Temporada. O novo teaser parece ser direcionado as pessoas que nunca assistiram um episódio da série. Se você gosta qualquer um desses previamente citados, eu te garanto que você vai adorar Brooklyn Nine-Nine.

    Se você depois do teaser ficou com vontade de assistir a série, pode assistir as suas quatro primeiras temporadas na Netflix.

    A série é estrelada por Andy Samberg, Andre Braugher, Melissa Fumero, Stephanie Beatriz, Terry Crews, Joe Lo Truglio, Dirk Blocker, Joel McKinnon Miller, e Chelsea Peretti.

    A 6ª Temporada de Brooklyn Nine-Nine estreará no dia 10 de Janeiro de 2019 na NBC.