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    La Casa de Papel: 2ª temporada (ou parte 3) entra em produção

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    La Casa de Papel é certamente a série de idioma que não seja o inglês mais assistida da gigante do streaming. E agora a 2ª temporada (ou terceira parte) está entrando em produção e adicionou novos personagens ao elenco. E ontem a Netflix lançou um primeiro comemorando a ocasião.

    Produzido diretamente pela Netflix e pela Vancouver Media, a série criada por Alex Pina e Esther Martínez Lobato, teve sua terceira parte de anunciada originalmente em abril. Muito pouco era então conhecido sobre o seu enredo, além de que “o professor planejará novos assaltos, que serão revelados em 2019”, disse a companhia, e que grande parte do elenco original retornaria.

    A Netflix anunciou nesta quinta-feira:

    “O bando está de volta. Desta vez, será mais do que um assalto e, com novos membros, as apostas serão elevadas.”

    Ao som da música de Bella Ciao, o novo vídeo sugere mais personagens para a Parte 3, além de mostrar o reencontro do elenco principal. Liderados por Alvaro Morte (O Professor) e Úrsula Corberó (Tóquio) entram alegremente  no estúdio para uma leitura de roteiro conduzida por Pina e o diretor Jesús Colmenar.

    Os novos membros do elenco são Hovik Keuchkerian (Bogotá), Najwa Nimri (Alicia), Fernando Cayo (Tamayo) e o já anunciado Rodrigo de la Serna (O Engenheiro).

    O elenco principal visto no vídeo são Jaime Lorente (Denver), Miguel Herrán (Rio), Darko Peric (Helsinque), Alba Flores (Nairóbi), Esther Acebo (Estocolmo), Itziar Ituño (Raquel Murillo), Enrique Arce (Arturo) Kiti Mánver (Mariví) Juan Fernández (Coronel Prieto) e Mario de la Rosa (Suarez).

    Apesar de morrer no clímax da Parte 2, Berlin (Pedro Alonso) aparece no final do vídeo, o que irá estimular a especulação sobre o tipo de papel que ele pode ter na Parte 3, se vai ter flashbacks, por exemplo. Todos, sem dúvida, serão revelados, pouco a pouco, em outros vídeos.

    Confira o vídeo:

    A Atresmedia da Espanha e a Vancouver Media produziram La Casa de Papel para ser transmitida na Espanha, mas após lançada na Netflix, tornou-se fenômeno global.

    Leia também:

    CRÍTICA – La Casa de Papel (1ª temporada, 2017, Netflix)

    CRÍTICA – A Cabeça de Gumercindo Saraiva (2018, Tabajara Ruas)

    Estreia nacional, A Cabeça de Gumercindo Saraiva, vai além de um filme de época e levanta questões políticas e sociais atuais.

    Longa do diretor Tabajara Ruas narra a disputa entre o militar Ramiro de Oliveira e o Maragato Francisco Saraiva pela cabeça do líder revolucionário Gumercindo Saraiva.

    A que se deve a guerra e o discurso de ódio? Quanto vale a vida e os princípios do outro, especialmente se eles vão contra o que eu mesma tomo como verdade absoluta? Questões que fazem eco desde que assisti à pré-estreia de A Cabeça de Gumercindo Saraiva, na última segunda-feira (22/10).

    Ao se distanciar, em tempo e lugar, do calor apaixonado dessas eleições polarizadas, a produção oferece fôlego para auxiliar na reflexão sobre valores sócio-comportamentais e políticos que são atemporais. O longa é uma ficção baseada no livro Gumercindo, do diretor e roteirista Tabajara Ruas. Um verdadeiro brinde à chance de exercitar o senso crítico.

    A trama convida o expectador a revisitar seus conceitos de poder, honra, justiça e propósito. A fotografia e ambientação lembram a série A Casa das Sete Mulheres, exibida pela TV Globo (2003) e que também se passa no final do Séc XIX, no Sul do Brasil. As cenas aéreas com paisagens das serras gaúchas modernizam a estética da produção de época.

    Em meio da Revolução Legalista, de um lado, rebeldes conhecidos como Maragatos e do outro, os militares Legalistas. Em comum, a certeza de que a justiça lhes era devida. O objetivo inicial da batalha se desfigura quando o líder revolucionário Gumercindo Saraiva, após morto, tem sua cabeça roubada pelos legalistas. A partir deste ponto, se inicia a saga do Major Ramiro (Murilo Rosa) e seus dois ajudantes para entregar o troféu em decomposição ao então governador do Rio Grande do Sul. No caminho até Porto Alegre, os principais rivais do trio são a família do morto, liderada por seu filho Francisco Saraiva (Leonardo Machado), que quer reaver o membro para enterrar junto ao corpo.

    Mais do que um filme sobre uma guerra, a trama desperta questões morais e comportamentais presentes nos mais diversos cenários cotidianos. A produção se distancia do glamour ao retratar as cenas de luta e execução, a ausência de efeitos especiais digitais acaba aproximando muito mais quem assiste dos horrores do confronto homem a homem. O retrato é de uma luta cega em que os próprios envolvidos, há muito já se esqueceram o porque brigam. Uma excelente metáfora para relações humanas que não dependem de um campo de batalha no sentido literal da palavra.

    Tanto faz se o lado é dos rebeldes ou dos militares, uns lutam cegamente, como peões em um tabuleiro de xadrez, com movimentos pré-formatados e objetivos sem envolvimento emocional algum. Matar ou morrer é apenas mais uma tarefa. Enquanto outros fazem da honra e da reputação os maiores combustíveis para seguir na batalha. Seja por viés pessoal, ou cumprindo ordens, matando ou morrendo, duas certezas prevalecem: o seu exército é sempre o certo, portanto, Deus também está deste lado.

    Questões como o valor de uma vida humana e o limite a partir de onde passa a ser válido torturar, agredir e matar são postos diante do espectador. O filme segue embalado por diálogos que combinam português com sotaque gaúcho e espanhol para marcar as fronteiras culturais da região. Os textos profundos trazem questionamentos filosóficos sobre fé, família, patriotismo e lealdade.

    Avaliação: Ótimo

    Confira o trailer:

    A nova trama do cinema nacional, que chega ao público nas telonas nesta quinta-feira (25/10), se torna ainda mais oportuna diante do atual cenário político-social do país. E você, o que achou da crítica? Deixe seu comentário e lembre-se de nos acompanhar nas principais redes sociais!

    A Mula: Filme com Clint Eastwood ganha seu primeiro trailer

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    A Mula é dirigido e estrelado por Eastwood e está previsto para chegar nos cinemas em 14 de fevereiro de 2019.

    O longa da Warner Bros. ainda traz Bradley Cooper, Laurence Fishburne, Michael Peña, Dianne Wiest, Alison Eastwood, Taissa Farmiga e Ignacio Serricchio em um drama sobre um homem de 80 anos que se torna uma “mula” responsável pelo transporte de drogas para um cartel mexicano.

    Eastwood estrela como Earl Stone, um homem de 80 anos que está falido, sozinho e enfrentando o fim de seus negócios quando lhe é oferecido um emprego cuja única responsabilidade é dirigir. Sem perceber, e pensando ser um trabalho fácil, Earl acaba se tornando uma “mula” responsável pelo transporte de drogas para um cartel mexicano. E ele se sai bem – tão bem que sua carga aumenta exponencialmente, e designam um receptador para Earl. Mas ele não é o único de olho em Earl; a misteriosa nova “mula” também entrou no radar do agente da DEA Colin Bates. E mesmo que seus problemas financeiros tenham ficado para trás, os erros passados de Earl começam a pesar sobre ele, e é incerto se ele terá tempo para corrigir esses erros antes que os policiais, ou os executores do cartel, o alcancem.

    Assista o trailer abaixo:

    A Mula marca a primeira vez que Clint Eastwood, vencedor do Oscar, assume papéis dos dois lados da câmera desde que estrelou o aclamado Gran Torino, de 2009.

    Festival do Rio: Novo filme de Spike Lee, Infiltrado na Klan, é confirmado na programação

    Com John David Washington e Adam Driverlonga será exibido entre 1 e 11 de novembro.

    Dirigido por Spike Lee e produzido por Jordan Peele, ganhador do Oscar por Corra!Infiltrado na Klan (Blackkklansman) será parte da programação do Festival do Rio, com sessões entre os dias 1 e 11 de novembro. A história real de Ron Stallworth, detetive afro-americano que se infiltrou na Ku Kux Klan nos anos 1970, também é um dos destaques da 42ª edição da Mostra Internacional de Cinema, em São Paulo, que acontece até dia 31 de outubro.

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA: CRÍTICA – Corra! (2017, Jordan Peele)

    Assista ao trailer:

    Com distribuição da Universal Pictures, a história acompanha a vida de Stallworth (John David Washington) em um tempo de grande agitação social e luta por direitos civis. Detetive da Policia de Colorado Springs, Stallworth destaca-se por, corajosamente, se incluir em uma missão perigosa: infiltrar-se na Ku Kux Klan.

    Ao se passar por um extremo racista em prol de uma América Branca, Ron Stallworth contata a organização e logo se vê convidado a entrar para o círculo de encontros da Klan. Com a investigação correndo em sigilo, seu colega Flip Zimmerman (Adam Driver) se posiciona como Ron nas reuniões presenciais do grupo de ódio. Juntos, os oficiais decidem derrubar a organização ao terem acesso a informações privilegiadas de uma trama mortal.           

    No elenco, a produção traz além de John David WashingtonAdam Driver, os atores Topher Grace, Corey Hawkins, Laura Harrier, Ryan Eggold, Jaspar Pääkkönen (Vikings) e Ashlie Atkinson. A estreia em circuito comercial acontece em 22 de novembro.

    My Hero Academia: Live-action em desenvolvimento pela Legendary

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    De acordo com a Deadline, uma adaptação em live-action do anime My Hero Academia está em desenvolvimento sob os cuidados da Legendary.

    Até agora, os detalhes sobre o filme são escassos, mas a Deadline diz que o anúncio foi feito hoje cedo pela própria Legendary. O estúdio confirmou que o projeto já está em desenvolvimento, e inclusive já tem uma equipe de produção inicial. Que incluem Alex Garcia e Jay Ashenfelter supervisionando os deveres executivos. Ryosuke Yoritomi coordenará o filme em nome da Shueisha, a editora por trás do My Hero Academia. Até o momento, não há nenhuma informação do elenco ou diretor da adaptação.

    Este não é o primeiro título centrado em anime que Legendary pegou. Atualmente, a produtora tem trabalhado em Detetive Pikachu, o primeiro live-action de Pokemón. O estúdio também está familiarizado com as franquias kaijus, já que Legendary é o estúdio por trás do mais recente retorno de Godzilla à Hollywood. Além da franquia Círculo de Fogo.

    My Hero Academia foi criado por Kohei Horikishi acompanha um garoto comum em meio a um mundo de herói e pessoas com habilidades sobre-humanas. O mangá é publicado no Brasil pela JBC, enquanto o anime conta com mais de 40 episódios desde sua criação em 2016 e é exibido no serviço de streaming Crunchyroll.

    E aí, o que você achou desse anúncio? Deixe-nos seus comentários e lembre-se de compartilhar essa notícia com seus amigos.

    Boy Erased – Uma Verdade Anulada: Filme ganha data de estreia no Brasil

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    Com Lucas Hedges como protagonista, longa apresenta o drama de um garoto submetido pelos pais à um tratamento de conversão gay.

    Destaque no Festival de Toronto deste ano, o drama Boy Erased – Uma Verdade Anulada (Boy Erased) tem lançamento confirmado para 2019 com distribuição da Universal Pictures. O longa, dirigido por Joel Edgerton, traz Nicole Kidman, Russell Crowe e Lucas Hedges no elenco principal.

    Conferir o primeiro trailer legendado:

    https://www.youtube.com/watch?v=plZZvGC_HHM&feature=youtu.be

    Baseado no livro de Garrard Conley, o filme retrata a luta de um jovem que se vê forçado a questionar todos os aspectos de sua identidade ao assumir sua homossexualidade aos 19 anos. Filho de pastor Batista nascido no Arkansas, Jared (Lucas Hedges) é colocado em confronto pelos pais (Kidman e Crowe): ou se submete a participar de uma terapia de conversão gay ou será exilado e rejeitado pela família, amigos e religião.          

    A produção fica a cargo do próprio diretor e de Kerry Kohansky-Roberts e Steve Golin, de O Regresso e Spotlight – Segredos Revelados.

    Boy Erased – Uma Verdade Anulada tem estreia está marcada para 2019.