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    CRÍTICA – Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania (2023, Peyton Reed)

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    Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania é o terceiro filme do pequeno herói da Marvel. Enquanto conta com importantes repercussões para o futuro do Universo Cinematográfico Marvel, o longa prepara o terreno para uma ameaça que destruirá o que estiver em sua frente, sem dó.

    Enquanto Kang se estabelece definitivamente como uma ameaça capaz de destruir não apenas seus inimigos, como linhas temporais inteiras, o Homem-Formiga, a Vespa e a Estatura são tudo entre ele e seus objetivos.

    SINOPSE

    Em Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania, quando Cassie (Kathryn Newton), filha de Scott Lang (Paul Rudd), desenvolve um dispositivo que permitiria a comunicação com o reino quântico, o experimento termina em desastre: Cassie, Scott e sua companheira e heroína, Vespa, Hope van Dyne (Evangeline Lilly) involuntariamente se encontram no reino místico. Unindo forças com os pais de Hope, Hank Pym (Michael Douglas) e Janet van Dyne (Michelle Pfeiffer), o trio trabalha um caminho de volta enquanto os atrai para o misterioso mundo do Reino Quântico, onde encontram criaturas alienígenas e uma civilização oculta.

    ANÁLISE

    Quantumania

    Quando mergulhamos em Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania, vemos um Scott Lang completamente imerso na vida de super-herói, mas o que um herói faz quando não existem ameaças para destruir? Isso mesmo, escreve livros e faz leituras públicas. Quando ele percebe que sua vida ao lado de sua filha Cassie anda mais distante do que nunca, a vida do Homem-Formiga, de sua filha e da Vespa mudam ao serem puxados para o Reino Quântico.

    Em uma ambientação rápida, descobrimos que Janet Van Dyne não estava completamente sozinha no Reino Quântico e guardava mais segredos do que admitia – ou pelo menos omitia – sobre o tempo em que passou lá. Ao mergulharmos na história de Kang (Jonathan Majors), o vilão surge primeiro como alguém indefeso, que precisa de ajuda. Após um tempo, surge glorioso, como quem tem o poder para destruir o que quiser a qualquer momento.

    Enquanto assistia ao longa, não entendia todas as críticas feitas ao filme, e em momento algum me incomodei com a trama que o longa queria contar. Críticas sem qualquer tipo de embasamento, fizeram o longa se mostrar para esse que vos escreve com uma grata surpresa que só cresceram com o passar do tempo.

    Se distanciando bastante do que foi visto até aqui, Quantumania nos leva até um novo mundo em que a balança de poder sempre pende à oprimir os mais fracos. Tudo isso, enquanto Kang observa de cima, com punho de ferro aquele reino o qual ele não tem como fugir.

    O REINO QUÂNTICO E SUA ESTRUTURA DE PODER

    Quantumania

    O Reino Quântico foi citado algumas vezes e usado até mesmo como forma de viajar no tempo pelos Vingadores em Vingadores: Ultimato (2019). Mas o que nunca vimos, é como esse Reino dentre todos os outros é organizado. Quando Janet van Dyne ficou isolada lá, precisou fazer o possível e o impossível para sobreviver. Quando Kang caiu ali, ela já era uma habitante do Reino Quântico há muitos anos.

    A partir da relação entre os dois, Kang conseguiu desenvolver seu próprio império no Reino Quântico, tudo isso, a fim de se preparar para o dia que conseguisse escapar daquele mundo. Quando ele passa a oprimir e escravizar impiedosamente os outros habitantes daquele reino, os indivíduos que lutam pela liberdade passaram a surgir.

    A estrutura de poder se estabelece muito facilmente, com O Conquistador governando com punho de ferro, e aqueles abaixo dele o obedecendo, sem muita opção para sobreviver.

    O filme nos apresenta personagens interessantes e traz de volta o ator Corey Stoll, agora como M.O.D.O.K.; uma das mais interessantes e bizarras surpresas vem de sua participação. Pois seu rosto parece ter sido feito a partir de um dos filtros do Instagram.

    VEREDITO

    Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania é para além de um filme de ação, e se estabelece como uma divertida história do UCM. Tudo isso enquanto humaniza o Homem-Formiga, como fez com o Gavião Arqueiro em sua série de TV (Hawkeye). Mostrando que mesmo diante de adversidades, eles são no fim humanos, e tem crises de ansiedade e até mesmo enfrentam a deficiência auditiva.

    Com uma história que nos faz entender como aquele mundo contará as próximas histórias a partir de suas duas cenas pós-créditos, Quantumania abre a porteira para a Fase 5 da Marvel chegue e deixa claro para seus espectadores que Kang voltará muitas e muitas vezes.

    4,5 / 5,0

    Confira o trailer do filme:

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    Like a Dragon: Ishin! é uma viagem ao século XIX, com aventuras poderosas

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    A SEGA e o Ryu Ga Gotoku Studio lançaram o aguardado épico de samurais Like a Dragon: Ishin!. O jogo chega ao Brasil em mídias físicas para Playstation 4 e Playstation 5 junto do lançamento global com o preço sugerido de R$299,90 para ambas as versões.

    Além disso, o game conta também com versões digitais para Xbox Series X/S, Xbox One, PS5, PS4, Windows e Steam, e todos os jogadores podem resgatar gratuitamente um conjunto de Trooper Cards especiais apresentando ilustres fãs da série Yakuza como Kenny Omega, Rahul Kohli, Cohh Carnage, Nyanners, Vampy Bit Me e Alex Moukala.

    Nesta aventura, o Japão de 1860 está dominado por uma enorme desigualdade e um homem com sua espada mudará o rumo da história no final da era dos samurais. Acompanhe Sakamoto Ryoma, um nome agora desonrado, em busca do assassino de seu mestre e lutando para limpar seu nome numa jornada onde suas ações poderão desencadear uma revolução.

    Like a Dragon

    Like a Dragon: Ishin! é um thriller histórico cheio de ação que se passa em Kyo, uma versão ficcional da Kyoto dos anos de 1860. O herói do jogo, Sakamoto Ryoma, é uma figura histórica real e é creditado como um dos maiores responsáveis pelo fim da era do xogunato e pela reforma radical sofrida pelo Japão no século XIX.

    Em Like a Dragon: Ishin!, o adorado protagonista Kazuma Kiryu, dos jogos anteriores da franquia, assume o papel de Sakamoto Ryoma e traz junto de si todo o espetacular elenco de personagens favoritos da série como Goro Majima, Ryuji Goda, Shun Akiyama e mais, como alguns dos personagens fundamentais dos acontecimentos do período. Essa nova dinâmica entre os personagens é inesperada e eletrizante, com surpresas e reviravoltas dignas do reconhecido e primoroso trabalho do RGG Studio.

    DETALHES DE LIKE A DRAGON

    Ação frenética, as melhores armas e muito estilo: participe de um combate visceral que combina armas de fogo e espadas da era feudal enquanto os jogadores alternam entre quatro estilos de combate diferentes: Espadachim, Pistoleiro, Dançarino Selvagem e Brigão. Uma vasta lista de armas e acessórios variados marca a transição histórica entre a clássica luta de espadas e a guerra armada moderna, à medida que os jogadores treinam e aprimoram habilidades para desbloquear poderes ainda maiores.

    Trooper Cards: Os jogadores podem colecionar e evoluir suas Trooper Cards – itens que garantem power-ups temporários ou habilidades especiais, como novos ataques ou melhorias em seus atributos. Muitas dessas cartas trazem participações especiais, como o ícone do Wrestling Kenny Omega, o ator Rahul Kohli e mais. Todas as Trooper Cards com convidados especiais estão disponíveis mundialmente em todas as plataformas como um conteúdo para download grátis.
    Um épico e histórico conto de samurais: Um glossário opcional no jogo complementa o contexto para a base histórica que envolve as pessoas, lugares e eventos reais apresentados e adaptados em Like a Dragon: Ishin!.

    O clássico encontra o moderno: Like a Dragon: Ishin! expande o game original exclusivamente lançado no Japão em 2014 para PS3 e PS4 com conteúdo totalmente novo, gráficos primorosamente remasterizados e recursos aprimorados para plataformas modernas na poderosa Unreal Engine 4. Experimente o mundo de Like a Dragon como nunca antes!

    Os jogadores podem escolher entre duas edições digitais de Like a Dragon: Ishin!, a Digital Standard e a Digital Deluxe. Aqueles que optarem pela Digital Deluxe Edition receberão como bônus os seguintes itens:

    • Shinsengumi Captain’s Set
    • Ryoma Growth Support Kit
    • Sword Upgrade Materials Kit
    • Gun Upgrade Materials Kit
    • Third Division Armament Expansion Kit
    • The Dragon of Dojima Skin

    Like a Dragon: Ishin! está disponível para Xbox Series X/S, Xbox One, PlayStation 4 e 5 e PC.

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    CRÍTICA – Metroid Prime Remastered (2023, Nintendo)

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    Metroid Prime foi lançado originalmente para o Nintendo GameCube em 2002. E em 2023, a Nintendo lançou seu remaster sem nenhum alarde ou anúncio prévio. O game foi apareceu na Nintendo Eshop no dia da primeira Nintendo Direct de 2023, em 8 de fevereiro.

    O game nos apresenta a história da clássica caçadora de recompensas Samus Aran que chega ao planeta Tallon IV após receber um pedido de ajuda de uma nave próxima. Com um visual 3D, o game se apresenta como uma versão definitiva do que foi visto no passado, nos surpreendendo por seus gráficos e suas horrendas belezas.

    SINOPSE

    Samus recebeu um pedido de ajuda, apenas para se mostrar como uma armadilha. Viaje pelos diversos biomas do planeta Tallon IV enquanto descobre os experimentos sinistros dos Space Pirates e colete informações sobre a substância tóxica que deixou o planeta em ruínas. Avance para o seu próximo objetivo ou reserve um tempo para parar e observar os arredores e aprender mais sobre as criaturas e a cultura de Tallon IV. Desde a calma e quietude da região montanhosa e nevada de Phendrana Drifts até os gêiseres de magma de Magmoor Caverns, este planeta alienígena apresenta paisagens e labirintos maravilhosamente difíceis.

    ANÁLISE

    Metroid Prime

    Uma das mais belas surpresas de Metroid Prime Remastered vem do que não havia sido visto anteriormente por uma nova geração, que não teve a oportunidade de jogar o game original no GameCube. As surpresas da história e por onde a trama engendra nossa personagem, causa diversos incômodos, mas mostra que mesmo fugindo de uma gameplay 2D, o game mergulha de cabeça em elementos pelo qual a franquia ficou famosa: o metroidvania – jogos de ação que geralmente apresentam um grande mapa interconectado que o jogador irá explorar, embora o acesso a partes sejam limitados por obstáculos, que somente podem ser ultrapassados quando o jogador adquirir, ferramentas, armas, ou habilidades dentro do jogo.

    As belezas do mundo no qual seremos inseridos, se apresenta desde os primeiros minutos do game, na tela de loading e até mesmo nos extras, com modelagem 3D dos personagens, esboços a lápis e muito mais.

    Logo nos primeiros minutos do game, descobrimos que o pedido de ajuda que Samus havia captado, era na verdade uma armadilha dos Piratas Espaciais, que com suas experiências, criaram quimeras capazes de destruir naves sem grandes problemas e potencial de destruir civilizações.

    Como as criaturas que ficaram conhecidas no game original, e que dão nome aos games da franquia, os metroids quase não são vistos neste game. Aparecendo por vezes como desafiantes dignos de um combate. Ao longo do game, cruzamos por um planeta destruído, mas que ainda é capaz de conter vida, uma vida hostil que tentará te destruir na primeira chance que tiver, mas não apenas isso.

    Conforme progredimos, encontramos laboratórios com experiências deturpadas dos Piratas Espaciais e até mesmo forças primais de Tallon IV. Como uma espécie de corrupção das criaturas que habitam aquele planeta, os Piratas Espaciais parecem agir sem qualquer escrúpulo, criando monstros capazes de derrotar os que chegarem ao planeta sem maiores problemas.

    HABILIDADES, GRÁFICOS E REMASTER

    Metroid Prime

    Ao adentrarmos ao game, Samus parece ter em seu arsenal as habilidades capazes de destruir mundos, mas quando por um mal funcionamento cai em Tallon IV, perde todas as suas habilidades e somos forçados à reaprendê-las.

    Conforme progredimos graças às habilidades características de Samus, vemos como o game inova e implementa habilidades inteiramente novas em relação aos games 2D. Como a “Spider Ball” de Samus, que nos permite escalar os trilhos vistos logo no começo do game, e até mesmo o Beam Cannon.

    Como se alimenta e se aproveita fortemente do que foi visto no passado, no movimento estabelecido pelos “metroidvanias”, o game se faz divertido e desafiador, nos forçando por vezes, a encontrar habilidades específicas para que possamos progredir e acessar novas áreas.

    Os gráficos do remaster são dignos de um relançamento para a atual plataforma da Nintendo, e no game, vemos que esta é a versão definitiva do game lançado para o GameCube.

    VEREDITO

    Metroid Prime Remastered se apresenta como algo novo para uma vasta fatia dos jogadores que não tiveram acesso ao GameCube no passado. Se fazendo desafiador, divertido e curioso – mesmo quando nos força a ler tudo que escaneamos a fim de entender melhor aquela história – o game se faz irreverente, e coloca em Samus um papel definitivo, da mais famosa caçadora de recompensa. Enquanto o game nos permite comparar a história de sua protagonista à de Ripley em Alien, o 8º Passageiro, vemos que o game dá à Samus muito mais habilidades e chances de se defender. Tudo isso, alheio às seus aparatos.

    Quando vemos o game em um primeiro momento, achamos que os desafios de uma aventura 3D são menores do que os de uma aventura 2D: ledo engano. Metroid Prime te prende na mesma proporção em que te desafia.

    5,0 / 5,0

    O game está disponível para Nintendo Switch.

    Confira o trailer:

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    CRÍTICA – Wanted: Dead (2023, 110 Industries)

    Uma equipe de prisioneiros fazendo missões para o governo e descobrindo uma trama muito maior parece o Esquadrão Suicida, não é? Mas esta é a premissa do game Wanted: Dead; desenvolvido pelo estúdio Solei, responsável por jogos como Valkyrie Elisium, Ninjala e Naruto to Boruto: Shinobi Striker.

    O game foi sendo lançado no dia 14 de fevereiro para PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One, Xbox Series X | S e PC, sendo distribuído pela 110 Industries.

    O jogo é dirigido por Hiroaki Matsui, cujo o trabalho é conhecido nos títulos Dead Or Alive e Ninja Gaiden, ambos criados pela Team Ninja. Wanted: Dead é um hack n’ slash com ação de tiro em terceira pessoa.

    SINOPSE

    Em um futuro próximo, seguimos a tenente casca-grossa Hannah Stone, membro da Unidade Zumbi, um esquadrão de elite cuja missão é desmascarar uma grande conspiração empresarial.

    ANÁLISE

    Em tempos de jogabilidades mais elaboradas e inovadoras, ser retrô pode ser um grande obstáculo para aqueles que jogam Wanted: Dead se tratando de suas mecânicas. Aqui temos duas opções de ataques, sendo a primeira uma espada e uma pistola para o ataque curto e o rifle de assalto padrão da Stone, além de outras armas que podem ser adquiridas nas fases para combates à longas distâncias.

    Para os jogadores que se acostumaram com as mecânicas da nova geração ou aqueles que não tiveram contato com a geração pré-Playstation 3 sentirão uma grande diferença, pois nestes aspectos é um tanto caótico controlar a protagonista.

    Seja estratégico

    Não existe um sistema de mirar em determinado inimigo para realizar um ataque individual, o que pode dificultar os ataques solo; ou, em múltiplos adversários parecer algo “mais livre” e necessário usar o movimento de câmera para orientar os ataques.

    Usar o rifle ou as armas de longa distância como única estratégia de ataque não é aconselhável, dada a quantidade munição que Stone carrega e dos tiros não causarem grandes danos aos inimigos. Neste aspecto existem dois tipos:

    • Soldados que usam armas de fogo e
    • Soldados que usam espadas.

    Sendo este ultimo os mais reforçados, mas em ambos os casos a melhor estratégia é sempre usar os golpes de curta distâncias das combinações de espada e arma de fogo.

    Nos golpes de curta distância a espada produz o dano enquanto a pistola serve como parada dos inimigos; portanto, a melhor forma de quebrar um avanço de qualquer natureza é usar primeiramente a pistola contra o oponente. Além do poder de parada da arma, usar os comandos de defesa é imprescindível para manter a sua energia; pois apesar de termos um reforço de vida, o dano sofrido é muito alto para usar uma estratégia ofensiva mais descuidada.

    É o Esquadrão Suicida?

    Em aspectos narrativos, Wanted: Dead não é nada muito elaborado como os títulos que abraçam uma perspectiva mais moderna, mas traz uma história que lembra em muitos momentos uma versão futurista do Esquadrão Suicida, o que rende seus bons momentos.

    Talvez o mais notável neste quesito seja a química entre os personagens, quem também traz algo que jogos com uma interface mais moderna pouco abordaram até então, como a deficiência auditiva e a linguagem de sinais.

    Sangue por todo lado, mas com censura

    Graficamente o jogo traz estes elementos mais retrô que são apresentados já no menu inicial, além das legendas e da trilha sonora; porém o visual dos personagens são modernos apesar de Stone estar sempre coberta de sangue devido as ações do jogador.

    Wanted: Dead é altamente sangrento; com desmembramentos e sequências finalizadoras graficamente muito bonitas, mas tem a peculiaridade de quando usamos uma serra elétrica surge uma tela de censurado, quando partimos um inimigo ao meio.

    Algo altamente elogiável são os mini games que podem ser jogados concomitantemente ao modo história, aumentando as horas de gameplay para quem se interessar por uma diversão extra e adquirir alguns colecionáveis.

    VEREDITO

    Retrô, desafiador e caótico em alguns aspectos, jogar Wanted: Dead é uma experiência diferente dos jogos atuais, sendo necessário se readaptar à mecânicas antigas; porém, é um jogo divertido e garantia de umas boas horas de gameplay nostálgica para aqueles que desejam algo diferente do que atualmente se tem disponível.

    3,7 / 5,0

    Assista ao trailer:

    Wanted: Dead está disponível para PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One, Xbox Series X | S e PC.

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    CRÍTICA – Chainsaw Man (1ª temporada, 2022, Crunchyroll)

    Demônios, o pior do ser humano e um adolescente cheio de hormônios que pode se tornar uma serra elétrica humana, assim é possível sintetizar em algumas palavras a primeira temporada da adaptação em anime de Chainsaw Man.

    O mangá Chainsaw Man (Chensō Man) de Tatsuki Fujimoto é publicado pela Shōnen Jump, anteriormente seu lançamento ocorria na Weekly Shōnen Jump e atualmente está no seu décimo terceiro volume.

    A adaptação em anime foi produzida pelo estúdio MAPPA, dirigido por Ryu Nakayama e roteirizada por Hiroshi Seko, sendo exibida pela emissora TXN (TV Tokyo) e distribuída mundialmente através do serviço de streaming Crunchyroll entre outubro e dezembro de 2022 totalizando 12 episódios.

    SINOPSE

    Chainsaw Man acompanha a história de Denji, um adolescente que passa por dificuldades financeiras em decorrência de uma divida de seu pai com a Yakuza, até que, certo dia, ele morre e renasce como o Homem-Motosserra após um pacto com Pochita, um demônio que conhece desde sua infância.

    ANÁLISE

    Apesar de toda loucura, violência, sangue por toda parte e uma quantidade grande de cenas ecchi que às vezes não há necessidade, Chainsaw Man é um anime interessante, apesar de seus pontos de atenção.

    Em aspectos de roteiro, a produção deixa bastante a desejar, pois apesar de ser altamente expositivo em relação as questões que critica e discute: como diferenças sociais, escravidão, degradação moral humana é ate mesmo a questão atual da cultura armamentista, ele não procura se aprofundar diante de não sair tanto de sua proposta; que é ser um anime para o publico adulto.

    Denji e Pochita são as figuras centrais desta história e conhecemos todo o sofrimento que passam para manter-se com condições mínimas de vida diante de tamanha pobreza, a ponto de o simples ser o que mais atrai ao protagonista.

    E por esta simplicidade e as condições do acordo selado, o protagonista se torna altamente carismático; além do seu aprendizado em relação a um mundo mais complexo do que se conhecia ao experimentar diversas coisas novas: boas ou ruins.

    Falando em conhecimento e aprendizagem, a personagem mais importante neste aspecto durante a primeira temporada é Makima; responsável por recrutar Denji com a única intenção de utiliza-lo como uma arma ou um cachorro bem treinado para seus propósitos.

    A dinâmica entre os dois talvez seja o mais relevante a se destacar devido a clareza sobre como ambos encaram esta relação claramente abusiva e objetificadora diante dos seus propósitos maiores; sendo o principal: vencer o Demônios das Armas.

    Apesar de ser um anime com uma classificação indicativa para maiores, há ainda elementos clássicos do shonen presentes; como a formação de grupo que se inicia, mesmo que alguns deles acabem caindo no caminho. Dentre eles, a construção de vínculo entre Aki Haykawa e Power com o protagonista, que proporcionam momentos engraçados e alguns um pouco mais sérios; além da química com outros membros da equipe.

    Em aspectos de animação, Chainsaw Man é realmente um dos melhores animes do ano de seu lançamento, com uma movimentação fluida e expressiva dos personagens, lutas visualmente lindas, além da transformação de Deji ser um espetáculo visual em diversos momentos. Ainda em aspectos visuais, a abertura é um espetáculo recorrente ao longo de seus doze episódios: desde a sua música Kick Back de Kenshi Yonezu até as inúmeras referências desde Pulp Fiction e Cães de Aluguel até o Massacre da Serra Elétrica.

    A dublagem, que talvez seja erroneamente a maior reclamação em relação ao anime, é excelente; com as devidas adaptações e localizações para que não se perca a essência do que os personagens estão expressando, mostrando como sempre que a dublagem nacional se mantém excelente.

    O décimo segundo episódio apresenta alguns personagens que estarão compondo a equipe de Aika, Denji e Power no futuro, além de encerrar a adaptação de capítulos do primeiro arco do mangá, prometendo histórias muito maiores envolvendo estes personagens.

    VEREDITO

    Totalmente indicado para maiores, com uma história não tão profunda quanto se espera, um espetáculo gráfico e lutas emocionantes; a primeira temporada de Chainsaw Man abrange tudo o que se poderia esperar em questão de adaptação, sendo uma excelente pedida para aqueles fãs de um bom gore e violência.

    4,0 / 5,0

    Assista ao trailer:

    A primeira temporada de Chainsaw Man está disponível no serviço de streaming Chunchyroll.

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    Homem-Formiga e a Vespa: O que é o Reino Quântico?

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    Para bons fãs do Universo Cinematográfico Marvel, o Reino Quântico não é nenhuma novidade. Porém, há muito mais nesse universo microscópico do que apenas túneis temporais: é um lugar cheio de grandes maravilhas e possibilidades inimagináveis!

    Antes de aprendermos ainda mais sobre os segredos desse reino subatômico em Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania, a equipe do Feededigno preparou um super compilado com tudo o que você precisa saber sobre o Reino Quântico.

    PUBLICAÇÂO RELACIONADA – Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania | Conheça os personagens

    Importante! Este artigo NÃO CONTÉM spoilers de Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania, porém algumas explicações incluem cenas de filmes anteriores da Marvel.

    Origem do Reino Quântico

    Nos quadrinhos da Marvel, o equivalente do Reino Quântico é conhecido como Microverso. Devido à uma disputa de direitos com a Paramount, a Disney não pode usar esse termo em suas produções. Sendo assim, o UCM criou o nome “Reino Quântico”. Sendo assim, o Reino Quântico dos filmes caracteriza-se pela fusão de duas dimensões diferentes, ambas com origem nos quadrinhos: a Zona Quântica e o Microverso.

    A Zona Quântica é um reino de onde vem toda a energia do universo, enquanto o Microverso é um conjunto de diversas dimensões subatômicas distintas. Ambos podem ser acessados a partir da dimensão terrestre comprimindo a matéria com as Partículas Pym até um certo ponto, criando uma força que a “empurraria” por um portal artificial diretamente para outro universo.

    Influência do Reino Quântico em Vingadores: Ultimato

    Nos anos 80, Hank Pym e Janet van Dyne (o Homem-Formiga e a Vespa originais) foram enviados a uma missão para desarmar um míssil nuclear soviético. Eles não conseguem entrar no interior do projétil e Janet decide se sacrificar para desarmá-lo, encolhendo a nível subatômico e desaparecendo do plano terrestre. Durante o processo, ela acaba parando no Reino Quântico e fica vários anos presa por lá. Desde então, Hank Pym passa o resto de sua vida estudando e pesquisando o Reino Quântico, porém não consegue nenhum resultado concreto.

    No Universo Cinematográfico Marvel, o Reino Quântico nos é apresentado pela primeira vez em Homem-Formiga (2015). Enquanto lutava contra o Jaqueta Amarela, Scott Lang notou que só o derrotaria se quebrasse a regra de Hank Pym em não diminuir de tamanho após um certo limite. Scott consegue derrotar o vilão, porém fica preso nesta “nova dimensão”. No entanto, ele usa um dos discos desenvolvidos por Hank Pym para aumentar de tamanho e consegue escapar do Reino Quântico, deixando Pym surpreso e imaginando se Janet ainda não estaria viva.

    Em Homem-Formiga e a Vespa (2018), descobrimos que desde o ocorrido Pym tentou encontrar uma forma de ir ao Reino Quântico resgatar sua esposa e teve sucesso ao, enfim, desenvolver uma tecnologia para essa viagem. Apesar dos diversos obstáculos, como a intervenção dos vilões Fantasma e Sonny Burch, além dos transtornos mentais vividos pelo cientista, ele consegue finalmente resgatá-la.

    Em uma cena pós-créditos do filme, Scott é enviado até o local para pegar partículas que seriam capazes estabilizar a condição da Fantasma. No entanto, no momento em que Scott se preparava para voltar, ocorreu o estalo de Thanos em Vingadores: Guerra Infinita (2018) e Hank, Janet e Hope van Dyne foram mortos pelo vilão, deixando o herói preso no local, já que seu traje estava com problemas.

    Em Vingadores: Ultimato (2019), Scott finalmente consegue escapar do Reino Quântico (graças à um rato!) e apresenta a ideia de utilizar tal dimensão para adquirir versões das Joias do Infinito em diferentes épocas, sendo de importância crucial na derrota de Thanos.

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    Princípios Fundamentais e Estrutura

    As definições de espaço e tempo dentro do Reino Quãntico são bastante diferentes da dimensão terrestre, conforme vimos em Vingadores: Ultimato. Scott Lang passa cinco anos preso neste universo, porém comenta que para ele haviam sido “apenas 5 horas”. Sabemos também que os humanos podem envelhecer durante sua permanência, como foi o caso de Janet van Dyne, que ficou vários anos presa lá.

    As pessoas que passam certo tempo no Reino Quântico parecem adquirir alguns poderes. Os longos anos que Janet permaneceu neste universo fizeram com que ela ganhasse a habilidade de passar energia quântica de seu corpo para outras pessoas utilizando somente suas mãos.

    A natureza do Reino Quântico é tal que você pode entrar em um ponto no tempo e sair em outro completamente diferente! Isso também pode ser estendido para pular de uma linha do tempo alternativa para outra, como feito por Steve Rogers quando ele viajou para uma realidade alternativa que os Vingadores criaram durante a viagem no tempo para devolver as Joias do Infinito à suas respectivas linhas temporais.

    Só é possível entrar nessa dimensão paralela com energia mágica, transporte místico por meio dos sling rings (vistos nos filmes do Doutor Estranho) ou utilizando as Partículas Pym.

    Bônus: O Vírus Quântico

    Em um universo alternativo, Janet van Dyne contrai um vírus quântico durante sua permanência por trinta anos no Reino Quântico, o que acaba por transforma-la em um zumbi. Em 2018, seu marido Hank Pym entra no Reino Quântico para resgatá-la, sendo atacado por ela e posteriormente infectado.

    A dupla é então extraída do Reino Quântico por Hope van Dyne, infectando os cidadãos da Terra e começando o Apocalipse Zumbi que detruiu o planeta e transformou diversos heróis conhecidos em zumbis.

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