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    Game of Thrones: Por que Jon é o Regente por direito de Westeros?

    A oitava temporada de Game of Thrones finalmente estreou e mostrou Jon Snow descobrindo a verdade sobre seus pais, explicando ao público em geral a razão dele – e não Daenerys – ser o verdadeiro herdeiro do Trono de Ferro.

    Bran Stark
    Bran Stark ‘warging’

    A verdade a respeito dos pais de Jon têm rondado Game of Thrones por toda a série. Inicialmente, as questões rondavam quem era a honrável mulher que poderia ter feito Ned Stark trair seus votos e gerar um bastardo, mas como a série da HBO continuou, os mistérios acerca dos pais de Jon Snow se tornaram ainda mais complicados.

    Na sexta temporada, Bran descobriu via visões do Corvo de Três Olhos que Jon não era um filho bastardo de Ned, mas de fato seu sobrinho; filho da irmã mais nova de Ned, Lyanna e Rhaegar Targaryen.

    Oficialmente descoberto que Jon Snow, o filho de Rhaegar e Lyanna confirmou uma das mais famosas teoria dos fãs (R+L=J), mas Game of Thrones avançou ainda mais com sua revelação. Enquanto Gilly lia uma passagem de um diário de um dos Septões, que menciona que o casamento de Elia Martell e Rhaegar fora anulado antes do mesmo do casamento com Lyanna e depois disso, Jon nasceu.

    Sam revela isso a Jon na estreia da oitava temporada, explicando como ele é o filho legítimo de Rhaegar e o regente por direito de Westeros, e que seu nome verdadeiro é Aegon VI Targaryen.

    Rhaegar Targaryen e Lyanna Stark
    Rhaegar Targaryen e Lyanna Stark

    O público sabe a verdade a respeito dos pais de Jon desde o fim da sétima temporada, quando o último episódio da temporada foi ao ar, quando Sam vai até Bran e conta a ele o que Gilly descobriu em um dos diários dos Septões.

    Bran, sendo o Corvo de Três Olhos, então, usa seus poderes para olhar o passado e testemunhar o casamento de Rhaegar e Lyanna, confirmando que o nascimento de Jon não foi fora do casamento, como pensado originalmente.

    Isso significa que Jon Snow é o filho legítimo de Rhaegar e herdeiro, vindo antes mesmo de Daenerys (irmã mais nova de Rhaegar) na linha de sucessão. E desde então, os fãs se perguntam a respeito de quando a verdade será revelada por Jon e como isso afetaria sua fidelidade para com sua rainha (sem mencionar o envolvimento amoroso dos dois).

    Julgando por quando Sam contou a verdade, a notícia de que Jon é na verdade Aegon VI e com certeza apenas para aumentar as tensões já se formando entre as diferentes facções acampadas em Winterfel. Sam acabara de descobrir que Daenerys executou seu pai e seu irmão, e é aparentemente o que o estimula a contar a verdade para Jon.

    Sansa e Arya já consideraram Daenerys, uma invasora estrangeira, e até mesmo Tyrion já expressou sua preocupação a respeito da Mãe dos Dragões sendo incapaz de perder sua natureza vingativa.

    O apoio que Daenerys reuniu em Westeros é tênue, e não seria difícil para alguém como Jon suplantá-la como a regente escolhida – supondo, é claro, que isso seja o que Jon quer.

    Diferente de muitos personagens de Game of Thrones, ele não busca poder (apesar de sempre ser imposto a ele.). É um traço do que o faz ser a escolha ideal para governar os Sete Reinos – ainda mais do que sua reivindicação legítima ao trono – mas isso pode ser o que o impede de perseguir seu destino.

    Jon pode escolher abdicar pelo juramento que ele fez à Daenerys por honra, ou pode escolher manter a verdade em segredo a fim de continuar tendo a seu lado o exército e os dragões para a luta contra o Rei da Noite.

    De qualquer forma, haverá consequências, caso Daenerys descubra a verdade, e como Jon reagirá à ser o rei legítimo terá grande implicações a respeito de para onde a oitava e última temporada de Game of Thrones rumará.

    CRÍTICA | Dumbo (2019, Tim Burton)

    Há quase uma década, a gigante Disney vem investindo pesado na refilmagem em live action dos seus clássicos. A magia do cinema em CGI (Computer-Generated Imagery, do inglês, imagens geradas por computador) pode até encher os olhos do espectador, porém, não é o suficiente para tornar Dumbo mais inesquecível que a animação original de 1941.

    Dirigido por Tim Burton, o longa gira em torno da família de Holt Farrier (Colin Farrell) que, ao voltar da guerra, encontra seus filhos órfãos de mãe e o circo no qual trabalhava com mais dívidas do que espectadores.

    Sem ter o que fazer (antes ele se apresentava para o público a cavalo com sua falecida esposa), o homem fica encarregado de cuidar do filhote de elefante que nasce com orelhas disformes. Logo, as crianças descobrem a incrível habilidade do animal: voar. 

    Dumbo acaba tornando-se atração principal do circo de Max Medice (Danny DeVito) – em excelente e descontraída atuação no personagem que grita e gesticula na mesma intensidade, rendendo alguns dos poucos momentos de alívio cômico do filme.

    O melhor momento é aquele que consegue captar a sensibilidade da fábula: durante os primeiros minutos de filme, vemos a mamãe Jumbo contemplando o voo dos pássaros através das grades da sua jaula pouco antes de dar à luz.

    As “asas” do pequeno elefantinho, que o prenderam por muito tempo como a maior piada do circo, também foram aquilo que o levou para o altotudo o que a mãe não conseguiu para ela, mas sonhou para o filho.

    O longa divide-se em dois arcos, o que torna seus 112 minutos mais tediosos do que emocionantes. A artista circense Colette Marchant (Eva Green) surge no segundo ato junto ao empresário VA Vandevere (Michael Keaton), proprietário da Dreamland, parque temático que produz entretenimento em escala industrial – perspectiva que fica evidente sob a direção característica de Burton.

    Pôster com os atores: Danny DeVito, Michael Keaton, Colin Farrell e Eva Green.

    A abertura apresenta um letreiro num colorido inconfundível, dissolvendo-se através da fumaça cinza e densa da locomotiva que hospeda a trupe circense aqui, o filme já demonstra o seu teor dramático em meio a um enredo infantil. Nesse sentido, a adaptação peca ao colocar o personagem principal, Dumbo, como coadjuvante na nova história.

    Logo após o nascimento do elefante com orelhas gigantes, é apresentado um show de exibicionismo de “aberrações” ao público. O primeiro ato trabalha justamente com o preconceito que vimos na animação original. 

    Em uma cena expressiva, Medice esbraveja seu descontentamento ao “encontrar uma aberração de verdade” no filhote recém-nascido. A ambiguidade presente nessa cena ressalta a ignorância das atitudes intolerantes, visto que o personagem de DeVito é o dono do circo onde o ser excepcional é exaltado.

    Dumbo é, antes de tudo, uma fábula sobre liberdadede uma vida em cativeiro, daquilo que te impede de seguir adiante, ou de ser quem você realmente é. Os efeitos especiais encantam, mas também deixam a desejar em alguns momentos.

    Enquanto o pequeno elefante orelhudo cativa o espectador do início ao fim, outras animações notavelmente deixam a desejar, como o desaforado macaquinho que insiste em irritar o personagem vivido por Danny DeVito.

    A adaptação traz novos personagens humanos, que dão ao longa uma outra perspectiva, mas também menos marcante. Na versão original de 1941, a mãe de Dumbo e o filhote são os protagonistas. É inegável que na adaptação, as melhores cenas sejam com ambos personagens.

    No filme de 2019, a amizade do ratinho Timothy com Dumbo no desenho é substituída pelos menos carismáticos irmãos Joe (Finley Hobbins) e Milly Ferrier (Nico Parker)ela, em uma interpretação engessada de criança prodígio. Já o roedor não tem papel de destaque no novo longa: aparece apenas em alguns poucos momentos, como uma homenagem ao original.

    Os pequenos Joe (Finley Hobbins) e Milly Ferrier (Nico Parker) incentivam Dumbo a voar. Enquanto a menina tem momentos importantes sobre protagonismo feminino no âmbito da ciência, o pequeno perde-se em meio ao enredo do filme, atuando como um mero coadjuvante.

    O desfile dos enigmáticos e assustadores elefantes cor-de-rosa não acontece sob as mesmas circunstâncias do clássico: talvez não fosse mesmo uma boa mostrar os devaneios de uma criança bêbada, como acontece com Dumbo e Timothy, após beber uma água batizada com champanhe.

    A nova sequência politicamente correta acontece no circo Dreamland como ato antes da primeira apresentação de Dumbo. Novamente, os efeitos maravilham e espantam, mas o seu contexto é tão desinteressante que decepciona.

    A Dreamland fictícia é uma mistura dos parques temáticos da Disney com a Fantástica Fábrica de Chocolate (que também ganhou seu remake do mesmo diretor, em 2005). A dobradinha entre a produtora e o diretor é antiga e rentável.

    Em 2010, Tim Burton inaugurou a série de regravações das animações clássicas do estúdio com o filme Alice no País das Maravilhas: mesmo sendo um dos longas de maior sucesso comercial em bilheteria, as críticas ao filme não são satisfatórias.

    Ainda este ano, ocorrerão as estreias de outros dois remakes da bilionária Disney: Aladdin e O Rei LeãoNesta perspectiva, Dumbo atuou mais como parte de um projeto ambicioso do que um filme de qualidade. Enquanto a readaptação da história deixa a desejar, os efeitos entregam um novo visual sobre a história do personagem — mas, cinematograficamente, não traz nada de inédito ou que acrescente.

    Assista ao trailer legendado:

    Dumbo chegou aos cinemas no dia 28 de março. O filme rendeu uma das piores estreias das recentes adaptações em live-action da Disney, fazendo US$ 45 milhões no seu primeiro final de semana. A expectativa do estúdio era de US$ 50 milhões.

    E aí, já assistiu? Deixe seu comentário e lembre-se de deixar também sua avaliação 😉

    Texto publicado originalmente em Beta Redação.

    Star Wars | Episódio IX ganha trailer e tem título revelado

    Episódio IX de Star Wars ganhou seu primeiro trailer e teve o título revelado: The Rise of Skywalker (A ascensão de Skywalker, em tradução livre). As novidades foram divulgadas durante a Star Wars Celebration, convenção de fãs para celebrar a franquia que reuniu todo o elenco nesta sexta-feira, em Chicago, Estados Unidos. Entre eles estava Naomi Ackie, nova integrante que viverá a Jannah, uma personagem ainda misteriosa.

    Durante o evento, o diretor J.J. Abrams explicou que o filme está em fase final de edição.

    Confira o trailer abaixo:

    Além disso, o cineasta revelou que o Episódio IX não começa imediatamente depois de Os Últimos Jedi. Durante o painel foi mostrada uma imagem do início do filme onde aparece Rey, Finn, Poe Dameron e Chewbacca juntos, ou seja, diferente de como o longa de Rian Johnson terminou. 

    Abrams ainda falou sobre o legado da Carrie Fisher e como foi mantê-la na nova película.

    […] É impossível escalar outra pessoa ou então fazê-la desaparecer. Por sorte, foi um estranho milagre ver que havia algumas cenas não utilizadas de O Despertar da Força e perceber que talvez houvesse uma forma de continuar a sua história com ela. A ideia de tê-la como CG nunca foi cogitada, mas pensamos em escrever cenas ao seu redor […].”

    Muitas teorias em torno do título já estão surgindo, mas tudo indica que o mais provável é que esteja diretamente relacionado com o futuro de Rey, porém ainda não podemos afirmar nada.

    O novo filme terá a direção de J.J. Abrams, que também assina o roteiro ao lado de Chris Terrio. Mark Hamill, Daisy Ridley, John Boyega, Oscar Isaac e outros reprisarão seus papeis.

    Star Wars: The Rise of Skywalker chega aos cinemas no dia 20 de dezembro de 2019.

    Horizon: Zero Dawn | Uma “incrível” sequência em desenvolvimento segundo atriz

    Considerando que o game exclusivo do PlayStation 4, Horizon: Zero Dawn conseguiu vender mais de 10 milhões de cópias ao redor do mundo, desde seu lançamento em fevereiro de 2017, uma sequência para o aclamado jogo têm sido esperada há algum tempo, e parece que acabamos de receber uma confirmação oficial da existência dele.

    Durante uma conversa com um fã na Star Wars Celebration desse ano em Chicago, Janina Gavankar, a atriz que dublou as personagem Tatai na expansão Frozen Wilds de Zero Dawn, e a protagonista de Star Wars Battlefront II, Iden Versio, acidentalmente revelou que a Guerilla Games está trabalhando em um segundo capítulo da aventura de Aloy no mundo pós-apocalíptico governado por perigosas criaturas de metal.

    “É incrível, espera até ver a continuação. Você vai morrer – eu sei de alguns segredos! – você vai morrer”,

    Gavankar disse após um cosplay dizer a ela que por ela ter escolhido estar em Horizon, a fã deu uma chance ao game. De acordo com a recente atualização da lista de empregos, o estúdio desenvolvedor baseado em Amsterdam estava procurando por um roteirista para ajudar na equipe principal “Ultrapassar limites de como contar história nos games de mundo aberto.” Deixando claro que Horizon: Zero Dawn 2 era uma possibilidade real.

    Até o momento dessa postagem, a Sony não revelou planos oficiais de fazer uma continuação de Horizon: Zero Dawn.

    God of War: Um novo jogo está em desenvolvimento!

    Em abril do ano passado, poucos dias depois do lançamento mundial de God of War, o diretor Cory Barlog revelou que ele tinha pelo menos 5 ideias diferentes para o futuro da série, e que tentaria torná-las realidade o mais rápido possível. Enquanto nada foi confirmado, parece que Barlog e sua equipe no Santa Monica Studio estão trabalhando duro em um novo jogo estrelando Kratos e Atreus.

    Durante a discussão do ano passado no Reddit a respeito de Horizon: Zero Dawn 2 (que em breve faremos um post), Jason Schreier da Kotaku revelou que um novo God of War está em desenvolvimento. Schreier disse:

    “Eu não quero te deixar tão chocado de uma vez, mas vai ter outro God of War.”

    Considerando que ele tem se mostrado um dos jornalistas sério (ele é responsável por incontáveis vazamentos da série Assassin’s Creed e têm revelado as condições de trabalho da BioWare, e o desenvolvimento conturbado de Anthem), então você pode ter certeza que um novo God of War está sendo feito.

    Vale lembrar que, o diretor de Moon (filme de 2009), Duncan Jones disse em Novembro que:

    “Se você acha que God of War é seu Magnum Opus – Grande obra em latim -, espere para ver!”

    Não foi a primeira vez que ouvimos falar do próximo game da Santa Monica, um jogo listado em Outubro do ano passado, sugere que o estúdio procurava por um Designer de Controle Sênior e um Animador Técnico Sênior para tornar real “um estratégico […] plano do estúdio para aumentar dois futuros projetos.”

    Até o momento, a Sony não revelou nada sobre planos oficiais de uma sequência de God of War.

    Disney+: Série “E se” imagina Peggy Carter como Capitã América

    O primeiro episódio da série da Marvel E Se para o Disney+ reimaginará o mundo onde Peggy Carter se torna a Capitã América e Steve Rogers se torna o Homem de Ferro original.

    Graças a popularidade dos filmes do Universo Cinematográfico Marvel, a Marvel Studios deu a vida à personagens agora icônicos nas telonas. Eles conseguiram ligar a continuidade desse universo e ajudou a construir um universo incrível, um universo que muitos fãs amam.

    Mas o cânone do UCM pode também evitar que algumas histórias aconteçam. Enquanto a Marvel Comics tem universos alternativos para brincar, o Universo Cinematográfico Marvel ainda não foi capaz de explorar o conceito completamente.

    Com a ajuda do serviço de streaming da Disney, foi revelado que a Marvel Studios agora poderá seguir um caminho mais criativo, através da série animada E Se. Baseada na ideia do quadrinho de mesmo nome, a série mudará um momento no UCM, e mostrará o que teria acontecido no lugar.

    Capitã América

    Kevin Feige revelou que o episódio de estreia da série mostrará o mundo em que Peggy Carter (Hayley Atwell) se torna uma super soldado ao invés de Steve Rogers (Chris Evans), que permite que Steve se torne o primeiro Homem de Ferro com um traje criado por Howard Stark (Dominic Cooper). Os atores originais devem retornar aos papéis.

    Esses detalhes são apenas do primeiro episódio, mas o conceito da série é realmente interessante. A Peggy Carter de Atwell se tornou uma das personagens mais queridas pelos fãs assim que estreou em Capitão América: O Primeiro Vingador.

    Ela reprisou o papel em muitos filmes, mas também retornou para o papel da personagem na série Agente Carter. Essa talvez seja a última oportunidade da atriz dar vida à personagem novamente, mas será de uma forma completamente nova.

    Peggy e Steve tem o pensamento bem parecido, então será interessante mostrar como ela pode ser uma Capitã América ainda melhor, caso tivesse a chance.