Início Site Página 869

    Cloud Gaming: Tudo o que você precisa saber sobre o futuro dos games

    0

    As possibilidades inovadoras do Cloud Gaming (jogos na nuvem) têm sido especuladas há anos, mas só recentemente as editoras de video-games e fabricantes de hardware começaram a dar os primeiros passos para aproveitar as possibilidades. 

    Por enquanto, os aplicativos em nuvem nos jogos são relativamente modestos, mas várias empresas sinalizaram planos para torná-lo muito mais focado; como é o caso do Google que anúnciou hoje o Stadia

    Dentro de alguns anos, a nuvem pode ser uma força importante na condução de como e onde jogamos nossos games favoritos.

    Entenda sobre o futuro dos games.

    O QUE É “A NUVEM”?

    Na aplicação mais ampla possível, “a nuvem” é um termo genérico para processos de computadores remotos. 

    Em vez de lidar com uma tarefa de processamento pesado em seu próprio computador, por exemplo, você pode pagar uma taxa para ter acesso à capacidade de computação em outro lugar. Um rack de processadores com muito mais poder do que um computador para uso doméstico pode lidar com esses processos muito mais rapidamente e depois alimentar o resultado final em seu próprio computador em casa.

    Essas tarefas geralmente são aquelas limitadas pelas velocidades padrão do processador, ou apenas aquelas que são onerosas. Por exemplo, você pode hospedar sua coleção de fotos da família em um servidor de nuvem hospedado por uma empresa como o Google ou a Apple por uma taxa nominal. 

    Esta é uma das razões pelas quais os notebooks de consumo têm reduzido constantemente sua quantidade de armazenamento onboard: para a maioria dos usuários, ter centenas de gigabytes de espaço para armazenar todas as suas imagens e músicas não é mais necessário.

    Várias empresas já estabeleceram negócios baseados em nuvem. Alguns, como o Amazon Web Services e o Microsoft Azure, concentram-se principalmente em serviços B2B – funções executadas no back-end de outros sites, alguns dos quais você pode usar todos os dias. 

    Outros, como o Google ou o Backblaze, oferecem backups baseados em nuvem das suas fotos ou até mesmo uma imagem do disco rígido inteiro do seu computador para emergências. 

    Por fim, empresas como SpotifyNetflix fizeram seu nome adotando a mídia de entretenimento físico tradicional e transmitindo-a diretamente aos consumidores, reduzindo a desordem.

    JOGOS NA NUVEM – O INÍCIO

    Já vimos a nuvem aplicada a video-games de várias maneiras, mas seus primeiros passos foram desajeitados e transitórios. 

    Os dois primeiros grandes concorrentes foram Gaikai e OnLive, formados em 2008 e 2009. Ambos tinham como objetivo transmitir games high-end e permitir que os usuários finais pagassem uma taxa de assinatura por conveniência. 

    A OnLive até vendeu um microconsole, que era pouco mais que uma caixa de transmissão de passagem. Por fim, a infraestrutura de streaming não foi desenvolvida o suficiente para sustentar seus modelos de negócios. Além disso, a OnLive não aguentou a luta contra os concorrente de grandes consoles como Xbox e PlayStation.

    Ainda assim, havia valor na própria tecnologia. A Sony Interactive Entertainment adquiriu os direitos do Gaikai em 2012, o que levou a alguns dos desenvolvimentos atuais da empresa. Também adquiriu patentes para o OnLive em 2015.

    A Sony passou a usar essa tecnologia para lançar o PlayStation Now, que oferece streaming de jogos entre uma lista selecionada.

    Atualmente, no entanto, o aplicativo mais comum é o backup de salvamento na nuvem, como no caso do serviço PlayStation Network ou Switch Online. Se alguma coisa acontecer com o seu PS4 ou Nintendo Switch, você ainda poderá retomar seus jogos salvos quando substituir o hardware. 

    O recurso é valioso o suficiente para que a Sony tenha expandido recentemente seu espaço de armazenamento em nuvem.

    JOGOS NA NUVEM – O FUTURO

    Os maiores passos para os jogos na nuvem parecem ainda estar por vir, mas eles já estão tomando forma. 

    Fora do PlayStation Now, as grandes ideias lançadas pelo OnLive e Gaikai agora parecem prontas para o lançamento por grandes corporações com mais know-how de desenvolvimento de tecnologia e infraestrutura de hardware.

    No ano passado, o Google estreou o Project Stream, um teste para a tecnologia emergente. Em parceria com a Ubisoft, a empresa permitiu que os participantes jogassem Assassin’s Creed Odyssey através de seu navegador Google Chrome. 

    Todo o poder de renderização e processamento foi tratado remotamente, de modo que os jogadores ficaram essencialmente com um vídeo de streaming de sua própria sessão de jogo. 

    Era necessária uma conexão de internet de alta velocidade, mas os resultados foram considerados impressionantes.

    Agora, o Google pode estar dando o próximo passo lógico. A empresa anunciou um painel durante a Game Developers Conference, prometendo que “tudo seria revelado”. 

    Circularam rumores de que o Google estaria preparando seu próprio console, com o codinome Yeti. Além disso, os rumores afirmavam que o Yeti usaria a tecnologia Project Stream como sua espinha dorsal, essencialmente tornando o console uma caixa de streaming. Mas como anunciado hoje, tudo fazia parte do Stadia.

    Leia também:

    Stadia: Google anuncia plataforma de jogos com Cloud Streaming

    Programas como o Game Pass da Microsoft e Access da EA oferecem uma seleção rotativa de jogos para download, então seria fácil transferir este modelo para um serviço de assinatura como “uma Netflix para video-games”.

    Mas ambas as empresas também oferecem jogos para compra, então é possível que, ao lado de um modelo de assinatura, você possa comprar jogos à la carte

    Isso funcionaria de maneira semelhante às atuais lojas digitais. A única diferença seria que, em vez de esperar por um download, você poderia começar a jogar instantaneamente depois de concluir sua compra. 

    Atualmente o PlayStation Now já fornece isso, embora com foco em lançamentos de jogos mais antigos.

    TEMPESTADE NA NUVEM

    Cada gamer terá obstáculos para superar. A computação em nuvem geralmente enfrenta problemas de privacidade e compartilhamento de dados. 

    Como toda a atividade do usuário é registrada na nuvem, e muitas vezes as empresas de computação em nuvem obtêm receita extra vendendo dados de atividade do usuário aos pesquisadores de mercado, os usuários devem ser especialmente cautelosos ao entregar suas informações pessoais.

    Outro ponto crítico é a questão das interrupções do servidor. Atualmente, alguns jogos somente online são inacessíveis se você não puder fazer o login, mas geralmente a maioria dos jogos single-player permite que você jogue sem qualquer conexão com a internet. 

    Se o Cloud Gaming é o futuro, qualquer tempo de inatividade do servidor, mesmo que seja apenas para manutenção, interromperá totalmente o jogo.

    Outra grande ponto chave é a latência. Os video-games são um meio que às vezes dependem de precisão. Qualquer atraso no jogo pode significar a diferença entre a vida e a morte, vencer o chefe ou ter que carregar um salvamento. 

    Com um jogo instalado em seu console ou PC, o hardware em si faz a computação necessária para processar um pressionamento de botão e exibir o feedback apropriado. 

    Em um modelo de streaming, o sinal do controlador deve ser enviado para o servidor em nuvem, que então deve renderizar o vídeo e transmiti-lo de volta para você. 

    Cada uma dessas operações aconteceria em frações minúsculas de segundo, mas os jogadores perceberão se os controles não se sentirem responsivos. 

    Um possível fator positivo para o Cloud Gaming é o 5G. As empresas de celular têm desenvolvido o 5G especificamente para enfrentar alguns dos desafios tecnológicos mais amplos que vêm com demandas de dados mais altas, incluindo a redução de latência e custo, e visando uma alta taxa de dados. 

    Se o streaming de jogos se estabelecer ao lado do 5G, as preocupações sobre banda larga e a latência podem ser resolvidas de uma só vez.

    Isso também pode explicar o interesse da Verizon em streaming de jogos, como uma oportunidade para alavancar sua nova tecnologia celular com um produto final para o consumidor.

    O CEO da Ubisoft, Yves Guillemot, referenciou a necessidade do 5G em entrevista para o GameSpot sobre a promessa de streaming de jogos. Na época, ele também se referiu a possíveis parcerias com editores individuais, além de usar os serviços em nuvem da Amazon:

    “Nós ainda temos que ter 5G, ainda temos que ter algumas coisas para garantir que esta experiência seja boa, mas quando ela estiver lá e funcionar perfeitamente, existe o potencial de ter uma máquina que é 10.000 vezes mais poderosa do que a que temos hoje e dá-lhe algo cheio de possibilidades.”

    Esse dia pode estar chegando quando o hardware necessário para executar os jogos mais recentes e de maior fidelidade não estará na sua sala de estar, mas em um rack de servidor. Nesse ponto, questões como fidelidade à marca do console e especificações mínimas recomendadas podem se tornar muito menos relevantes do que são atualmente.

    E você, o que espera do futuro dos games com o Cloud Gaming? Deixe seu comentário e lembre-se de compartilhar essa publicação com seus amigos.

    CRÍTICA – ToeJam & Earl: Back in the Groove (2019, HumaNature Studios)

    Numa época em que revivals de games e consoles têm estado cada vez mais em voga, ToeJam & Earl: Back in the Groove tem seu retorno triunfal, após ganhar o status de cult.

    Depois de quase 30 anos de seu primeiro lançamento em 1991 para o saudoso Mega Drive, o game que foi trazido as plataformas da atual geração por meio de um financiamento coletivo em 2015, e produzido pela HumaNature Studios, e parece nos levar para o início dos anos 90, em que games roguelike como Ancient Domains of Mystery, Diablo e Fatal Labyrinth nos faziam passar horas e horas encantados com suas historias, suas paletas de cores vibrantes, porém limitadas — época mais simples, em que a direção de arte não nos importava muito.

    ToeJam & Earl são o fruto de uma geração em que o Hip-Hop dominava o cenário musical dos Estados Unidos, e eram a epítome do que era ser “descolado” para a época.

    ToeJam & Earl: Back in The Groove

    ToeJam & Earl: Back in the Groove tem como ponto de partida, as características animações presentes nos antigos games, mas refeitas para os moldes atuais, sem perder suas características mais marcantes.

    A exploração de um planeta Terra recém-transformado por um cataclismo causado por nossos heróis, pode ser feita de modo solo ou cooperativo – local ou online -, e nos permite selecionar todos os personagens já presentes na franquia, sendo 4 deles, variações de ToeJam e Earl.

    ToeJam & Earl: Back in The Groove

    A campanha pode ser jogada de forma linear, nos permitindo explorar uma camada da Terra por vez e inova ao nos apresentar o modo aleatório, em que fases são geradas proceduralmente, nos apresentando um desafio moderado e divertido, com uma relativa variedade de cenários.

    Os power-ups oferecidos no game, podem ser usados por meio de caixas de presentes espalhadas por todo o mapa. Cada caixa, nos confere um poder diferente, como nadar por tempo ilimitado, atirar tomates, mas também pode nos causar um efeito negativo, como a perda de uma das vidas.

    ToeJam & Earl: Back in The Groove

    Tentando se manter próximo dos games originais, ToeJam & Earl: Back in the Groove peca nas suas escolhas visuais e em seu gameplay.

    O visual 2D que víamos no Mega Drive resultam na falta de profundidade, e o modo como interagimos com o mundo que nos cerca, nos remete aos jogos em Flash – feitos para navegador do início dos anos 2000 – feitos sem muito cuidado.

    O game pode encantar os fãs mais saudosistas, mas pode decepcionar os possíveis novos jogadores da franquia. A trilha sonora marcante nos remete aos anos em que o game foi idealizado e nos transporta para os anos 90, apresentando um Funk/Hip-Hop poderoso.

    Confira o trailer de lançamento do game:

    ToeJam & Earl: Back in the Groove foi lançado no dia 1º de Março e está disponível para PlayStation 4, Xbox One, Nintendo Switch e PC.

    Já jogou o game? Deixe sua avaliação:

    Stadia: Google anuncia plataforma de jogos com Cloud Streaming

    0

    O Google costuma dar palestras na Game Developers Conference, mas este ano ele enviou convites para deixar claro que tinha planos maiores em mente: o Stadia

    Hoje, em sua apresentação especial, a empresa delineou seus planos para um serviço de streaming de video-game chamado Stadia, oferecendo jogos sob demanda.

    A plataforma pretende reunir gamers, espectadores e jogos em uma única plataforma. Como exemplo, você pode assistir Assassin’s Creed Odyssey no YouTube e começar a reproduzi-lo por streaming em “apenas cinco segundos”. 

    O vice-presidente do Google, Phil Harrison, prometeu que a tecnologia funcionará em desktops, laptops, TVs, tablets e telefones.

    O Google sugeriu pela primeira vez um interesse no streaming de jogos no ano passado, quando se associou à Ubisoft para o Project Stream. O serviço permitiu que os testadores jogassem o Assassin’s Creed Odyssey até o final em seu navegador Chrome. Desde então, os rumores do “Project Yeti” apenas se intensificaram, e então a empresa conspicuamente contratou a ex-Ubisoft e chefe de estúdio da EA, Jade Raymond.

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA | CRÍTICA – Assassin’s Creed Odyssey (2018, Ubisoft)

    E aí, animados para jogar seus jogos favoritos na nuvem? Fique ligados aqui no Feededigno, pois iremos atualizá-los com quaisquer novidades sobre o Stadia.

    Star Trek: Discovery | Série perde membros do elenco

    Faltam apenas dois episódios para o fim da segunda temporada, e Star Trek: Discovery está prestes a perder dois membros do elenco enquanto se prepara para a 3ª temporada.

    Em uma notícia da Deadline, Anson Mount e Rebecca Romijn não devem reprisar seus papéis como o Capitão Christopher Pike e Número Um, respectivamente. Ambos assinaram contratos de um ano para a série da CBS All Access, e deve finalizar nesta temporada.

    Além disso, Mount revelou que em agosto esteve envolvido em uma discussão acalorada com um diretor, fazendo contato físico com o diretor enquanto discutiam uma cena.

    Apesar da CBS conduzir sua investigação de rotina, nenhuma ação disciplinar foi tomada, e o incidente aparentemente não teve nada a ver com a saída de Anson Mount da série. A produção está aparentemente procurando forma de trazer o ator de volta.

    A notícia sugere que a razão principal desses personagens estarem em Star Trek: Discovery, é dar ligações mais sólidas aos personagens presentes na história de Star Trek. A notícia não revelou se Ethan Peck retornaria ou não para a terceira temporada como a versão mais jovem de Spock.

    Star Trek: Discovery foi oficialmente renovada para a terceira temporada pela CBS All Access mês passado, e a roteirista da série Michelle Paradise foi promovida ao cargo de co-showrunner, junto do produtor executivo e showrunner Alex Kurtzman.

    A série está disponível na Netflix

    Star Trek: Discovery é estrelada por Sonequa Martin-Green como a Comandante Michael Burnham, Doug Jones como o Comandante Saru, Anthony Rapp como o Tenente Paul Stamets, Mary Wiseman como a Alferes Silvia Tilly, Shazad Latif como Ash Tyler, Wilson Crz como o Doutor Hugh Culber, Anson Mount como o Capitão Christopher Pike, Mary Chieffo como L’Rell, Tig Notaro como a Chefe de Engenharia Reno, Ethan Peck como Spock e Rebecca Romijn como a Número Um e Michelle Yeoh como Phillipa Georgiou.

    Marvel Studios: As primeiras fases do UCM tem um novo nome

    Para sua década inicial, o Universo Cinematográfico Marvel foi dividido entre 3 fases, porém com um novo esforço de branding da Marvel Studios, todos os filmes da franquia que culminam em Vingadores: Ultimato agora possuem um novo nome.

    De acordo com o Presidente da Marvel Studios, Kevin Feige, os primeiros 22 filmes de Homem de Ferro de 2008, até Vingadores: Ultimato, agora serão colocados juntos sob o título A Saga do Infinito.

    Feige contou em uma entrevista à revista Empire:

    “Queremos fazer uma conclusão da série de filmes de uma forma nunca feita antes. Harry Potter teve um fim, porque tinha um número limitado de livros. Senhor dos Anéis também. Mas nós pensamos, 22 filmes, não seria divertido dar uma fim à história?”

    Enquanto o termo Saga Infinita foi usado coloquialmente por alguns fãs, os comentários de Kevin Feige sugerem que esse pode ser o novo nome da primeira década de filmes da Marvel Studios.

    Anteriormente, a Marvel Studios ligou filmes em três fases diferentes, com boxes correspondentes para lançamento de home vídeo.

    • A Fase 1 consistiu em Homem de Ferro até Vingadores (2012);
    • A Fase 2 consistia em Homem de Ferro 3 até Homem-Formiga;
    • E a Fase 3 foi de Capitão América: Guerra Civil até Vingadores: Ultimato.

    A pergunta que fica agora é: O que a Marvel Studios pretende fazer com filmes lançados após Ultimato, incluindo a sequência de Homem-Aranha: De Volta ao Lar e o já em desenvolvimento Viúva Negra?

    Dirigido por Anthony e Joe Russo, Vingadores: Ultimato é estrelado por Robert Downey Jr., Chris Evans, Mark Ruffalo, Chris Hemsworth, Scarlett Johansson, Jeremy Renner, Don Cheadle, Paul Rudd, Brie Larson, Karen Gillan, Danai Gurira, Benedict Wong, Jon FavreauBradley Cooper, Gwyneth Paltrow e Josh Brolin

    Vingadores: Ultimato estreia no Brasil no dia 25 de Abril. E aí, você está animado para essa tão aguardada estreia?

    Marvel: Veja Mary Jane como a Rainha Carnificina

    A HQ de edição limitada traz para Symbiote Spider-Man #1 de Peter David e Greg Land. Com capa por Jay Anacleto, trás a namorada de Peter Parker, Mary Jane Watson, como hospedeira do simbionte Carnificina – apelidada de a Rainha Carnificina.

    A personagem apareceu pela primeira vez na 4ª temporada do desenho animado Ultimate Spider-Man, mas esta é sua primeira aparicão nas páginas dos quadrinhos da Marvel Comics.

    https://www.youtube.com/watch?v=E36XPQNavuA

    Duas versões da capa estão disponíveis. Uma versão Trade Dress, vendida a £ 9,95 e uma Virgin Cover (imagem abaixo) por £ 14,95 – disponível em todo o mundo a partir da Limited Edition, limitada a 3000 e 1000 cópias, respectivamente.

    Capa por Jay Anacleto.

    E aí, o que achou da Rainha Carnificina? Deixe seu comentário e lembre-se de compartilhar essa publicação com seus amigos.