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    Sandra Bullock produzirá filme que adaptará quadrinho de Mark Millar

    Seguindo o sucesso de Birdbox, Sandra Bullock se juntará novamente à Netflix para adaptação de um quadrinho.

    De acordo com a EW, a atriz se juntará ao diretor Chris McKay para um novo filme baseado no quadrinho Reborn, de Mark Millar e Greg Capullo. Bullock está na cadeira de produtora ao lado de Millar, Roy Lee, e Miri Yoon, mas há possibilidade de que a atriz interprete a personagem central.

    Reborn conta a história de Bonnie Black, uma mulher de 80 anos que morre e se encontra renascida em Adystria, uma terra repleta de seres mágicos e dragões. Ela está novamente jovem, e encontra todas as pessoas que ama em Adystria, exceto seu marido falecido. A fim de encontrá-lo, ela precisa se tornar uma heroína.

    O filme será o primeiro de uma série de propriedades da Millarworld que será adaptada para o serviço de streaming, incluindo a série de TV baseada em O Legado de Júpiter e American Jesus, junto de filmes dos quadrinhos Imperatriz, Huck e Sharkey: O Caçador de Recompensas.

    Os Garotos Perdidos: CW dá sinal verde para episódio piloto da série

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    De acordo com a Variety, o roteirista original, Rob Thomas estava ocupado com o revival de Veronica Mars pela Hulu, mas uma nova escolha trouxe Heather Mitchell (Scandal e Grey’s Anatomy) para a emissora, e assumirá a cadeira de roteirista. Thomas continuará abordo do projeto como Produtor Executivo junto com Dan Etheridge da Spondoolie Productions, assim como Mike Karz Bill Bindley da Gulfstream Television. Rebecca Franko da Spondoolie irá produzir.

    A Spondoolie e a Gulfstream produzirão em associação com a Warner Bros. Television.

    No filme Os Garotos Perdidos (1988) – com uma das melhores trilhas sonoras do cinema -, os irmãos Michael (Jason Patric) e Sam (Corey Haim) se mudam com sua mãe (Dianne Wiest) para uma pequena cidade no norte da Califórnia. Enquanto o jovem Sam encontra novos amigos com os nerds Edward (Corey Feldman) e Alan (Jamison Newlander) conhecidos como “Os Irmãos Frog”, o angustiado Michael se apaixona por Star (Jami Gertz), mas ela parece já ter um envolvimento com o bad boy David (Kiefer Sutherland), líder de uma gangue local de vampiros. 

    Sam e seus novos amigos devem salvar Michael e Star dos mortos-vivos chupadores de sangue, e sua mãe de seu suposto pretendente, que pode ou não ser o pai da raça local de vampiros.

    TBT #4 | De Volta Ao Jogo (2014, Chad Stahelski, David Leitch)

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    Com o recente primeiro trailer de John Wick: Capítulo 3 – Parabellum lançado, nada mais justo que assistir mais uma vez aos filmes anteriores para chegar no cinema, dia 17 de Maio, com a história do “Baba Yaga” (“Bicho Papão”) fresquinha.

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA | John Wick: Capítulo 3 | Confira o primeiro trailer

    Você deve estar se perguntando: “Sério? Um filme sobre o Bicho papão?“. Não. John Wick (Keanu Reeves) é um assassino profissional, e tão letal que seria capaz de assustar o próprio Bicho Papão.

    O longa De Volta Ao Jogo (John Wick, título original) tem uma grande curiosidade. Ser um encontro de ex-colegas de set de filmagens. Os diretores Chad Stahelski e David Leitch – que foram responsáveis pelas coreografias de lutas na franquia Matrix; que consagrou Keanu Reeves –, o filme também traz no elenco Daniel Bernhardt (que atuou como Agente Johnson) e Randall Duk Kim (que interpretou o Chaveiro), ambos em Matrix Reloaded (2003).

    Parece que a ideia de trazer algo do sucesso de Matrix deu certo. De Volta Ao Jogo foi lançado de forma despretensiosa, com um orçamento de apenas US $ 20 milhões e arrecadou mais de US $ 88 milhões; garantindo assim a sequência John Wick: Um Novo Dia Para Matar (orçamento: US $ 40 mi – arrecadação: US $ 171 mi) e agora seu terceiro e aguardadíssimo John Wick: Capítulo 3 –  Parabellum.

    De Volta Ao Jogo é o típico filme de vingança “sangue nos olhos”. Onde temos um primeiro ato apresentando a motivação de John Wick e confirmação de sua fama para o espectador. Já o segundo e terceiro ato são retos e óbvios como um headshot de um sniper. Wick nos mostra toda sua habilidade em matar. Cabe a nós curtir o passeio nessa bala viajando até a cabeça de seu alvo no fim do filme.

    Os diretores Stahelski e Leitch administram bem as cenas de tiros e de luta corpo a corpo, mas pecam ao não desenvolverem personagens de grandes atores como Wiston vivido por Ian McShane, Marcus interpretado por Willem Dafoe e Aurelio do colombiano John Leguizamo, bem como o próprio Hotel Continental que por si só deve ser cheio de histórias de fundo.

    As cenas são bem construídas e algumas cenas aéreas nos dão uma visão singular de Nova York. Mas se de um lado temos boas cenas de ação, de outro temos uma excelente trilha sonora caminhando de mãos dadas, o que mantém a tensão e os olhos atentos para cada detalhe nas muitas mortes no rastro de sangue deixada por John Wick.

    Avaliação: Bom

    Confira abaixo o trailer legendado:

    De Volta Ao Jogo está disponível na Netflix.

    Curtiu nossa indicação? Não deixe de conferir as anteriores em nossa campanha TBT! E lembre-se de deixar seu comentário e compartilhar com seus amigos 😉

    Voyager e Ubisoft inauguram a 1ª escape room em realidade virtual do país

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    O Voyager, centro de entretenimento de realidade virtual (VR) do estúdio ARVORE, irá inaugurar em 30 de janeiro, no Morumbi Town Shopping, em São Paulo, o seu primeiro escape room em VR, o Voyager Escape. A experiência inédita que mistura enigmas em múltiplas dimensões, muita diversão e tecnologia de ponta, tem a parceria de um dos principais estúdios da indústria do entretenimento, a Ubisoft, que desenvolveu Escape The Lost Pyramid, um conteúdo interativo multiplayer ambientado no universo do jogo Assassin’s Creed: Origins.

    A nova atração é indicada para consumidores de todas as idades a partir de dez anos e amplia a tradicional dinâmica dos jogos de escape, em que os jogadores têm um tempo pré-definido para solucionar quebra-cabeças em equipe e escapar de um ambiente físico customizado de acordo com determinada história. Com os recursos de realidade virtual, os usuários viverão aventuras que seriam impossíveis de se reproduzir na vida real, visitarão cenários incríveis e terão muito mais liberdade para explorar.

    Ricardo Justos, CEO da ARVORE, disse:

    “O Voyager usa a realidade virtual para oferecer diversão real. É uma oportunidade única de imergir em dimensões variadas, interagir de uma nova forma com amigos e familiares, e viajar para qualquer lugar. É um orgulho abrir nosso primeiro escape room em VR na América Latina a contar com a parceria da Ubisoft. Haverá adições regulares ao portfólio do Voyager Escape e os usuários podem aguardar grandes novidades”.

    Escape The Lost Pyramid exige raciocínio lógico, pode ser jogado em equipes de dois ou quatro jogadores com mochilas-computador, óculos de VR e controles, e os participantes são livres para se movimentar pelo ambiente e interagir com o cenário de diversas formas. Antes de começar as sessões, os times recebem orientações sobre uso dos equipamentos e narrativa. Não é necessário ser gamer ou conhecer a série Assassin’s Creed para se divertir, mas os fãs do jogo da Ubisoft identificarão diversas referências.

    Bertrand Chaverot, diretor da Ubisoft na América Latina:

    “Escape The Lost Pyramid reflete o intenso trabalho da Ubisoft para oferecer experiências inovadoras que aliem diversão, tecnologia de ponta e novas plataformas de jogos. É uma oportunidade única de imergir no universo de Assassin’s Creed e viver experiências impossíveis na vida real”.

    A história de Escape The Lost Pyramids começa em fevereiro de 1928, quando uma equipe de exploradores desaparece na Península do Sinai enquanto tentava chegar à Pirâmide Perdida de Nebka. Já na atualidade, os jogadores são convidados a entrar no Animus, uma máquina que permite acessar a memória genética de antepassados, para reviver as aventuras do grupo desaparecido e encontrar algo de muito valor que os exploradores estavam procurando.

    Confira as imagens na galeria:

    O Voyager Escape é a segunda unidade do Voyager, que já tem uma loja no Shopping JK Iguatemi, em São Paulo, com mais de vinte experiências entre games, cinemáticos e outras narrativas interativas de realidade virtual.

    Serviço – Voyager Escape

    Quando: A partir de 30 de janeiro de 2019, de segunda a domingo
    Horário: Das 10h às 22h (de segunda a sábado) e das 11h às 22h (domingo)
    Onde: Morumbi Town Shopping (Av. Giovanni Gronchi, 5930 – Vila Andrade, São Paulo/SP – 05724-002)
    Preço: R$ 84,99 por sessão de 1 hora
    Número de participantes por sessão: 2 ou 4
    Idade: acima de 10 anos

    E lá vamos nós, rumo ao OASIS de Jogador Nº1! 🙂

    Ator Caio Junqueira morre aos 42 anos após acidente de carro no RJ

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    O ator Caio Junqueira, mais conhecido por atuar em Tropa de Elite, morreu na manhã de hoje (quarta-feira, 23), no Hospital Municipal Miguel Colto, no Rio de Janeiro. Junqueira já estava internado há uma semana devido a um grave acidente de carro no Aterro do Flamengo.

    No último dia 16 de fevereiro, Caio Junqueira perdeu o controle do carro, subiu o meio fio, atravessou o canteiro da via e depois colidiu com uma árvore. o ator ficou desacordado e preso dentro das ferragens do carro totalmente amassado, fazendo com que o resgate demorasse até conseguisse remover seu corpo de dentro do veículo, agravando assim a situação. Os motivos do acidente não divulgados.

    Caio Junqueira é carioca e trabalha como ator desde os nove anos e 46 produções no seu currículo, ele se dividiu entre TV, cinema e teatro durante toda a sua carreira, com 20 produções televisivas e mais 25 filmes entre curtas e longas.

    Ele ainda esteve em Central do Brasil ao lado de Fernanda Montenegro e fez a novela Malhação na temporada de 1998. Mas em 2007, quando interpretou um oficial recém-formato da Polícia Militar no filme Tropa de Elite foi quando o ator realmente ficou em evidência.

    Mais recentemente, Caio Junqueira estava repetiu a parceria com o diretor José Padilha (Tropa de Elite) na série O Mecanismo, da Netflix.

    Diga sim a literatura brasileira. Entenda a situação do mercado literário no Brasil

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    É uma verdade universalmente conhecida que existe um preconceito com tudo o quem vem do Brasil, da arte ou até mesmo a política. Essa pré concepção que os brasileiro têm dos bens culturais do seu próprio país faz com que a cultura morra lentamente. E o segmento que mais vem sendo prejudicado atualmente é o da literatura.

    A crise das livrarias assombra o Brasil. Em 2018 a Livraria Cultura entrou com um pedido de recuperação judicial. O presidente da companhia, Sérgio Herz, afirmou que o setor encolheu 40% na crise econômica, o que levou ao fechamento de lojas e atrasos nos pagamentos. A rede de livrarias, Saraiva também passou por problemas semelhantes. Em 2018, a Saraiva reportou um prejuízo de 37,6 milhões de reais e também entrou com um pedido de recuperação judicial. A Livraria Cultura e a Saraiva respondem por cerca de 35% das vendas do setor.

    Uma parte dessa crise se dá pela popularização dos e-books e pelo “efeito Amazon”, a rede de varejo online apresenta preços mais acessíveis, o que faz que os consumidores prefiram comprar por ela. Outra parte se dá pelo fato que o público brasileiro ainda não é um dos mais ativos no ramo da literatura. Segundo uma pesquisa desenvolvida em março de 2016 pelo Instituto Pró-Livro, o brasileiro lê em média 2,43 livros por ano. Ainda de acordo com este estudo, 20% da população nunca comprou um livro. Entretanto, segundo a Associação Nacional de Livros (ANL), em 2018 a procura por livros cresceu 4,2% em relação a 2017. Os gêneros mais procurados são HQs, Turismo, Lazer, Culinária e Auto-ajuda.

    São lançados mais de 3.000 livros novos por mês no Brasil, sendo impossível todos serem colocados dentro das livrarias, juntamente com os livros antigos. Isso torna extremamente difícil para novos autores se tornarem conhecidos. As editoras se preocupam com a história do livro, mas acima de tudo com o número de vendas, isso faz com que os novos autores para lançarem seus livros já tenham uma base de fãs. Isso daria a segurança de que vale a pena a editora investir na sua história, pois terá pessoas para comprar o livro.

    A raiz do preconceito com a literatura brasileira começa pela falta de incentivo em ler, partindo de casa, até chegar nas editoras, que investem mais na literatura estrangeira, fazendo tiragens de livros maiores do que fazem com autores nacionais, divulgando mais o trabalho de um autor internacional do que do próprio brasileiro.

    Outra questão que faz parte da crise é o preço dos livros. Muitas pessoas que têm o gosto pela leitura muitas vezes não possuem dinheiro para poder comprar todos os livros que desejam ler. O preço do livro no brasil é divido entre os direitos autorais, a distribuição e os impostos. Os gastos com edição, revisão, divulgação, transporte e exposição são cobertos pela editora.

    O grande problema do preço do livro no Brasil é a tiragem. Como o mercado no país é pequeno, vende-se pouco. Em outros países a média das tiragens fica em torno de 10.000 exemplares por edição, já no Brasil são apenas 2.000 exemplares. O preço unitário do livro então é calculado pela divisão do custo fixo para a produção do número de exemplares. O raciocínio é simples: tiragem baixa, preço alto.

    Se o brasileiro já não lê em geral, ele lê muito menos livros de autores brasileiros. Quando nos indicam algum autor brasileiro para ler a resposta normalmente é “mas eu não gosto de autor brasileiro” e muitas vezes nunca nem chegamos a ler um livro de um autor brasileiro.

    Grande parte desse preconceito com a literatura brasileira começa no Ensino Médio, com a obrigatoriedade da leitura dos clássicos, que para muitos é considerada uma leitura chata, cansativa, difícil e sem graça. De fato, muito dos livros clássicos brasileiros são difíceis de ler por causa da sua escrita antiga e complicada que era típica da época em que foram escritos. Porém, quando se trata de clássicos internacionais eles são aclamados pelos leitores. Orgulho e Preconceito, O Morro dos Ventos Uivantes, Os Miseráveis e diversos outros livros antigos estão na lista dos favoritos de muitos brasileiros que leem, tais livros são clássicos e também tem uma escrita rebuscada.

    Tendo em vista a crise da literatura brasileira aqui vão algumas indicações de livros nacionais.

    LIVROS DIGNOS DE SEREM LIDOS

    Perdida, Carina Rissi

    Escrito por Carina Rissi, o livro Perdida conta a história de Sofia que vive em uma metrópole e está acostumada com a modernidade e as facilidades que ela traz. Ela é independente e tem pavor à mera menção da palavra casamento. Os únicos romances em sua vida são aqueles que os livros proporcionam. Após comprar um celular novo, algo misterioso acontece e Sofia descobre que está perdida no século dezenove, sem ter ideia de como voltar para casa – ou se isso sequer é possível. Enquanto tenta desesperadamente encontrar um meio de retornar ao tempo presente, ela é acolhida pela família Clarke. Com a ajuda do prestativo – e lindo – Ian Clarke, Sofia embarca numa busca frenética e acaba encontrando pistas que talvez possam ajudá-la a resolver esse mistério e voltar para sua tão amada vida moderna. O que ela não sabia era que seu coração tinha outros planos.

    Perdida trás a vibe de romance de época, porém sem palavras rebuscadas. Com uma escrita leve e que prende o leitor até a última página, o livro de Carina Rissi é uma história apaixonante com um ritmo intenso, que vai fazer você devorar até a última página.

    A história de Sofia não para por aí, Perdida é uma série de 5 livros e está prevista para ir para as telas dos cinemas brasileiros em breve.

    13 Segundos, Bel Rodrigues

    Escrito pela booktuber, Bel Rodrigues, 13 Segundos conta a história de Lola, que acabou de terminar com o seu namorado e está prestes a começar o último ano do ensino médio. Lola sabe que a decisão foi o melhor para os dois, mas aquela saudade de alguém que estava sempre presente é inevitável. Agora, tudo que ela quer é deixar isso para trás e focar em pôr a vida em ordem novamente, se redescobrindo após um relacionamento que exigiu tanto dela e reavaliando suas prioridades: estudo, amigos, família e o canto, sua maior paixão. Com o corte do coral das atividades extras, a garota finalmente decide ouvir seus amigos e resolve criar um canal no YouTube para postar alguns covers, nada mais do que um hobby para substituir seu tão amado coral.

    Focada em não se relacionar seriamente e aproveitar as festas do último ano, tudo parece se alinhar quando Lola conhece John, um intercambista que busca exatamente o mesmo que ela: se divertir e criar memórias inesquecíveis. Quanto mais as coisas mudam, mais a garota percebe como perdera seu tempo tentando salvar um relacionamento que já estava acabado, e como agora ela se sentia genuinamente feliz com as pessoas incríveis à volta e seu grande hobby se tornando cada vez mais influente.

    Entre conselhos sinceros, noites quentes e provas do Ensino Médio, a única coisa que Lola não poderia prever era o quão rápido tudo poderia desmoronar. Em treze segundos, especificamente.

    O livro tem uma escrita muito simples e passa mensagens extremamente importantes que a sociedade de hoje em dia precisa aprender.

    Boa Noite, Pam Gonçalves

    Escrito pela booktuber, Pam Gonçalves, Boa Noite conta a história de Alina, uma garota quer deixar seu passado para trás. Começando o seu primeiro ano, na universidade, ela quer finalmente ser legal, pertencer, começar de novo. Cursando Engenharia da Computação – em uma turma repleta de garotos que não acreditam que mulheres podem entender de números -, a vida em uma república e novos amigos parecem oferecer tudo que Alina quer. Ela só não contava que os desafios estariam muito além da sua vida social.

    Quando Alina decide deixar de vez o rótulo de nerd esquisitona para trás, tudo se complica. Além de festas e bebidas, uma página de fofocas é criada na internet, e mensagens sobre abusos e drogas começam a rolar entre os alunos da universidade.

    Assim como 13 Segundos, Boa Noite tem uma escrita simples e é repleto de ensinamentos para a sociedade de hoje em dia.

    O Vilarejo, Raphael Montes

    Escrito por Raphael Montes, O Vilarejo apresenta sete contos situados em um vilarejo isolado, apresentando a lenta degradação dos moradores do lugar, e pouco a pouco o próprio vilarejo vai sendo dizimado, maculado pela neve e pela fome. As histórias partem da ligação que o padre e demonologista, Peter Binsfeld, fez de que cada um dos pecados capitais estaria ligado a um demônio, supostamente responsável por invocar o mal nas pessoas.

    Com uma escrita cativante, as histórias podem ser lidas em qualquer ordem, sem prejuízo de sua compreensão, mas se relacionam de maneira complexa, de modo que ao término da leitura as narrativas convergem para uma única e surpreendente conclusão.

    Só a Gente Sabe o Que Sente e Um Sorriso ou Dois, Frederico Elboni

    Escritos pelo youtuber e dono do blog Entenda os Homens, Frederico Elboni, os livros Um Sorriso ou Dois e Só a Gente Sabe o Que Sente, são apenas dois de vários outros livros publicados pelo autor. Nesses dois livros, Elboni apresenta contos e crônicas que exploram os sentimentos mais profundos, tratando de amores perdidos, dilemas da vida adulta e diversos outros temas.

    Os livros têm uma escrita simples e leve, com textos curtos é perfeito para ser lido em um dia de chuva ou dentro do ônibus.

    Dom Casmurro, Machado de Assis

    E para fechar a lista de indicações não poderia faltar um clássico da literatura brasileira. Escrito por Machado de Assis, Dom Casmurro é um dos livros brasileiros mais famosos e dono de um mistério até hoje indecifrado.

    Escrito em 1899, o livro apresenta a história de Bento Santiago também conhecido como Dom Casmurro ou Bentinho. O livro conta a história de sua vida desde a infância, quando seu futuro seria ir para um seminário e se tornar um padre, devido a uma promessa feita por Glória, sua mãe. Porém, há alguém que faz o coração do garoto bater mais forte, e consequentemente, ele passa a se perguntar o porquê de ter que ir ao seminário: Capitu, sua vizinha e amiga de longa data.

    Por sem um clássico da literatura, o livro apresenta uma linguagem rebuscada mas não ao ponto de ficar chata ou difícil de se compreender e prende o leitor até o fim na tentativa de descobrir a verdade por trás do grande mistério do livro.

    E você o que acha da situação da literatura no Brasil? Tem algum livro de autor brasileiro que você leu e amou? Nos conte aqui nos comentários! Se achou legal, compartilhe com os seus amigos nas redes sociais:

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