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    Amor, Sublime Amor: Conheça o elenco do musical de Steven Spielberg

    Amor, Sublime Amor (West Side Story) é um musical de sucesso da Broadway que em 1961 ganhou sua primeira adaptação para os cinemas com direção de Robert Wise e Jerome Robbins. Na época, o longa ganhou 10 Oscars, entre eles, de Melhor Filme, Direção e Atriz Coadjuvante. 

    A nova versão de Amor, Sublime Amor é dirigida por Steven Spielberg (Jogador Nº1) e roteirizada por Tony Kushner (Lincoln).

    No elenco estão Ansel Elgort, Rachel Zegler, Ariana DeBose, David Alvarez e Mike Faist.

    SINOPSE

    Na Nova Iorque de 1957, as gangues Jets, estadunidenses brancos, e os Sharks, porto-riquenhos, são rivais que tentam controlar o bairro de Upper West Side. Maria (Rachel Zegler) acaba de chegar à cidade para seu casamento arranjado com Chino (Josh Andrés Rivera), algo ao qual ela não está muito animada. Quando em uma festa a jovem se apaixona por Tony (Ansel Elgort), ela precisará enfrentar um grande problema, pois ambos fazem parte de gangues rivais; Maria dos Sharks e Tony dos Jets.

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    TONY (Ansel Elgort)

    Amor, Sublime Amor: Conheça o elenco do musical de Steven Spielberg

    Ansel Elgort estrelou filmes como Em Ritmo de Fuga (2017), pelo qual recebeu um Globo de Ouro e indicação ao Oscar para Melhor Ator, A Culpa é das Estrelas (2014) e O Pintassilgo (2019).

    Spielberg comentou sobre o personagem Tony e a escolha de Elgort para o papel:

    Tony é um personagem complicado. Ele precisa ser um rato de sarjeta durão, mas então olhe para o que ele canta: Ele tem que ser alguém realmente capaz de amar e sem vergonha de usar seu coração. Procuramos Tony por um ano, então Ansel apareceu. Às vezes, na câmera, ele parece ainda mais jovem do que ele é, então no próximo segundo ele se parece com Marlon Brando. Ele tem grande poder, e também vulnerabilidade. Ele é menino e homem e tão fácil em quantas vezes essas qualidades são intercambiáveis. Ansel encontrou uma maneira de criar um Tony que está emergindo das sombras, lutando arduamente para encontrar a luz, o que é o seu elemento natural – o que torna o que acontece com ele ainda mais devastador.”

    MARIA (Rachel Zegler)

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    Rachel Zegler, uma latina de descendência colombiana, estava entre o primeiro grupo de potenciais Marias
    analisadas por Cindy Tolan.

    Para Tolan, ela era a pessoa certa para o papel:

    Eu sabia que Steven iria amá-la. Ficou claro que ela estava certa para o papel, mas levou um ano para ter certeza de que ela era a pessoa certa.”

    Para Zegler, que estava no último ano do ensino médio em Nova Jersey, foi um período muito longo.

    Um amigo da Califórnia me enviou o aviso de elenco que Cindy enviou. Lembro-me da noite, 25 de janeiro de 2018. Fiz uma fita cantando ‘I Feel Pretty’ em espanhol e enviei. Dois semanas depois, eles me pediram para enviar outra fita cantando ‘Somewhere’ e lendo algumas linhas do incrível roteiro de Tony Kushner. Então Cindy me pediu para ir até seu escritório e março que minha mãe recebeu uma ligação do escritório de Cindy dizendo que Steven queria me conhecer.”

    Foi apenas o começo de um processo muito longo que incluiu ser chamado de volta para um teste de tela.

    Não demorou muito para eu conhecer Ansel Elgort e fazemos uma cena juntos. Era óbvio para mim que quando Ansel veio para seu teste de tela, ele sabia quem estava interpretando. Foi incrível para mim assistir alguém que se conhece tão bem interpretar outra pessoa. Gosto de pensar que conheço Maria, e gosto de pensar que ela e Tony se apaixonaram.”

    Mais seis meses, no entanto, se passaram antes que Zegler fosse escalado

    ANITA (Ariana DeBose)

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    De acordo com Ariana DeBose, a jovem atriz estava insegura em se candidatar ao papel:

    Lembro-me de pensar que este definitivamente não era um papel para mim, mas Cindy Tolan teve uma conversa com meu agente, e eles me persuadiram, embora tenha demorado um pouco. Eles continuaram me chamando de volta. Eu pensei: ‘Por quê? Definitivamente, não vou conseguir esse papel. Meu pai é porto-riquenho; minha mãe é branca. Fui criada pela minha mãe na Carolina do Norte e passei muito tempo crescendo em um estúdio de dança com muitos porto-riquenhos. Mas eu não falava espanhol fluentemente e não me sentia parte da comunidade. Senti que era um pouco de tudo.”

    Por outro lado, o papel lhe trouxe grandes conquistas pessoais:

    Um dos presentes que este filme me trouxe é a aceitação de quem eu sou, bem como uma sensação de sendo aceito pela comunidade latina, a comunidade hispânica e até mesmo pela comunidade porto-riquenha. É algo que eu nunca pensei que fosse encontrar.”

    Steven Spielberg se entusiasma com Ariana e sua visão sobre sua personagem:

    Ariana teve a difícil tarefa de encontrar sua própria versão de Anita, que havia sido interpretada tão magnificamente por Rita Moreno na primeira adaptação cinematográfica. Foi alucinante observá-la.”

    Rita Moreno abraçou a performance de Ariana DeBose e Ariana deixou claro como ela estava inspirada por Rita.

    DeBose lembra:

    Quando Rita veio pela primeira vez para os ensaios, ela olhou ao redor do estúdio e perguntou: ‘Quem é a garota que está interpretando Anita?’ Eu me levantei e acenei sem jeito, e ela disse: ‘Você e eu temos alguns assuntos para conversar.’; eu me senti muito estranha e envergonhada. Mais tarde eu disse a ela que estava apavorada, e ela disse: ‘Sim, querida, eu entendo.’; e então tivemos um almoço adorável juntos e conversamos de mulher para mulher.”

    BERNARDO (David Alvarez)

    A escalação de Bernardo foi igualmente importante. Cindy Tolan comentou:

    Anita e Bernardo foram os papéis que procuramos continuamente – um longo processo. Estávamos lutando para encontrar o Bernardo certo para cumprir o papel que Steven imaginou, com pessoas que pudessem cantar, dançar e atuar.”

    Neste filme Bernardo é um lutador premiado, à beira de uma promissora carreira no boxe. Ele também está tremendamente inteligente, mas rígido em suas crenças.

    De acordo com Cindy Tolan:

    Acabei de ter um daqueles momentos em que pensei nos jovens que interpretaram Billy Elliot [referindo-se ao musical da Broadway]. Nós vimos alguns deles e me lembrei que havia três Billys originais. Um deles foi David Alvarez. David estava completamente fora da grade como artista. Ele havia deixado Nova Iorque para buscar outros interesses, tinha estado no Exército e frequentado a faculdade. Eu pensei: ‘Vamos localizá-lo’. Enviei inbox através do Facebook, Instagram, Twitter, etc. Ele levou duas semanas para responder com um fita de auto-audição.

    “Você nunca quer fazer isso no elenco, mas depois que eu olhei para a fita eu disse para Steven e Kristie: ‘Eu acho que encontrei Bernardo.’ Eles assistiram a fita e ficaram ansiosos, tipo, ‘Sim, este é Bernardo.'”

    David Alvarez diz:

    Enviei a fita sem esperar nada, mas no dia seguinte recebi uma ligação de Cindy Tolan dizendo que Steven Spielberg adorou. E que ele queria me ver. Entrei naquela sala para conhecê-lo muito nervoso dizendo a mim mesmo: ‘Seja você mesmo’. E ele me disse no final da reunião que gostou do que eu fiz, mas ele queria que eu voltasse, mas que raspasse minha barba. Quando ele finalmente me ligou, eu o chamei de ‘Sr. Spielberg’ ao telefone, querendo ser respeitoso e educado, o que ele respondeu: ‘Me chame de Steven porque vou ligar mais vezes para você Bernardo’.”

    RIFF (Mike Faist)

    Mike Faist que interpreta Riff, o líder dos Jets, é outro ator incrivelmente talentoso e completa o elenco principal.

    De acordo com Tolan:

    Ele era indicado ao Tony Award pelo musical Dear Evan Hansen e nós o trouxemos para os Jets. Devo dizer que ele subiu ao topo muito, muito rapidamente. Todo mundo da produção estava com o mesmo pensamento e todos nós dissemos: ‘Vamos experimentá-lo para Riff.’ E Faist pegou o papel.”

    Para Steven Spielberg:

    Mike Faist é único. Ele pode fazer absolutamente qualquer coisa.”

    Faist lembra:

    Eu fiz o primeiro teste para Amor, Sublime Amor em fevereiro de 2018; na verdade eu fiz o teste originalmente para Tony, mas não tive nenhuma resposta. Eles então perguntaram se eu voltaria para interpretar Riff. Eu sou principalmente um ator, mas eu cresci tendo aulas de dança e aulas de voz. Este é meu primeiro grande filme, e quando me sentei pela primeira vez com Steven, contei a ele os filmes que cresci assistindo como Cantando na Chuva, Amor, Sublime Amor e Indiana Jones. Eu cresci me preparando para fazer isso com ele.”


    Amor, Sublime Amor concorre as seguintes categorias: Melhor Filme, Melhor Direção, Melhor Atriz Coadjuvante (Ariana DeBose), Melhor Figurino, Melhor Som, Melhor Fotografia e Melhor Design de Produção.

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    Cinema Mudo: 10 filmes essenciais para conhecer o gênero

    A indústria cinematográfica teve um começo humilde. No final do século XIX, diversos inventores como Thomas Edison, os Irmãos Skladanowsky e os Irmãos Lumière trabalharam em máquinas que captavam e projetavam imagens. Com a invenção de tais máquinas, nasceu o Cinema e a primeira fase foi a Era do Cinema Mudo, que ocorreu entre 1894 a 1929.

    CONTEXTO HISTÓRICO

    Das cenas realistas do cotidiano para pequenas produções, em torno de 5 a 10 minutos, de documentários à obras de ficção. O preço do cinema na época era bem popular o que o ajudou a se tornar a grande distração do público, principalmente as comédias.

    Isso ocorreu porque em 1905 surge a figura do empresário distribuidor de filmes e com ele, o cinema ganhava salas exclusivas para a exibição, assim, nasce a Era da Indústria Cinematográfica. Logo o cinema mudo ganhou o embalo da sonorização, unindo pequenas trilhas musicais com a projeção. Conforme mudava o estilo da cena, a música rapidamente também mudava.

    Para se aprofundar nesse universo tão envolvente e único, selecionamos 10 obras imprescindíveis para você conhecer as principais características do gênero. Confira:

    INTOLERÂNCIA (1916)

    Quatro lugares diferentes, quatro períodos históricos distintos e quatro histórias narradas sob diferentes perspectivas. Na Babilônia, uma garota se vê entre a rivalidade religiosa que leva uma cidade às ruínas. Em Judeia, os hipócritas condenam Jesus Cristo. Em 1571, em Paris, não sabendo do Massacre da Noite de São Bartolomeu, dois huguenotes se preparam para um casamento. Por último, na América moderna, reformistas sociais destroem a vida de uma mulher e do seu amado.

    O GABINETE DO DR. CALIGARI (1920)

    Em um pequeno vilarejo da fronteira holandesa, um misterioso hipnotizador, Dr. Caligari (Werner Krauss), chega acompanhado do sonâmbulo Cesare (Conrad Veidit) que, supostamente, estaria adormecido por 23 anos. À noite, Cesare perambula pela cidade, concretizando as previsões funestas do seu mestre, o Dr. Caligari.

    O ÚLTIMO DOS MOICANOS (1920)

    Recém-chegadas à América, as jovens inglesas Cora (Barbara Bedford) e Alice (Lillian Hall) desejam visitar o pai, o coronel Munro (James Gordon), que é comandante do forte William Henry. Para chegar ao seu destino, terão de percorrer um longo e perigoso caminho através da floresta. Nessa difícil jornada, encontram Nataniel (Harry Lorraine), órfão inglês criado entre os indígenas moicanos. Ele fará de tudo para protegê-las nesse ambiente hostil, em plena disputa entre ingleses e franceses pela colonização do Novo Mundo.

    O GAROTO (1921)

    Uma mãe solteira (Edna Purviance) deixa um hospital de caridade com seu filho recém-nascido. A mãe percebe que ela não pode dar para seu filho todo o cuidado que ele precisa, assim ela prende um bilhete junto a criança, pedindo que quem o achar cuide e ame o seu bebê, e o deixa no banco de trás de um luxuoso carro. Entretanto, o veículo é roubado por dois ladrões, que quando descobrem o bebê e o abandonam no fundo de uma ruela. Sem saber de nada, um vagabundo (Charles Chaplin) faz o seu passeio matinal e encontra o bebê.

    NOSFERATU (1922)

    Nosferatu é um filme clássico do expressionismo alemão. Produzido em 1922, suas imagens de horror ainda conseguem nos surpreender, a adaptação do famoso romance Drácula, de Bram Stoker, teve nomes de personagens e lugares alterados, pois os herdeiros do escritor não autorizaram F. W. Murnau a adaptar a obra. Ao invés de Conde Drácula, aqui temos Conde Graffi Orlok (Max Schreck), uma das mais fiéis representações cinematográficas do vampiro. Alto, esguio, esquálido, com orelhas, nariz e dentes pontiagudos.

    LEIA TAMBÉM:

    TBT #170 | Nosferatu (1922, Friedrich Wilhelm)

    Nosferatu: Conheça a origem do vampiro e suas principais adaptações

    O ENCOURAÇADO POTEMKIN (1925)

    Baseado em eventos históricos, o filme conta a história de uma rebelião no Navio de Guerra Potemkin. O que começou como um protesto, gerou uma rebelião depois que foram servidas carnes estragadas aos marujos no jantar. Os marujos erguem a bandeira vermelha e tentam levar a revolução no navio até a sua terra natal, a cidade de Odessa.

    METRÓPOLIS (1927)

    O ano é 2026, a população mundial se divide em duas classes: a elite dominante e a classe operária; esta é condenada desde a infância a habitar os subsolos, escravos das monstruosas máquinas que controlam a Metrópolis. Quando o filho do criador de Metrópolis (Gustav Fröhlich) se apaixona por Maria (Brigitte Helm), a líder dos operários, tem início a mais simbólica luta de classe já registrada pelo cinema.

    A CAIXA DE PANDORA (1929)

    Lulu (Louise Brooks) é uma dançarina que se envolve com um homem rico, dias depois ele lhe informa que se casará em breve. Os dois acabam sendo flagrados pela noiva, que rompe o compromisso. E para que sua honra não seja definitivamente jogada na lama, o homem resolve casar-se com a dançarina. Após uma cena de ciúme, o marido tenta matá-la, mas Lulu escapa e acaba o matando em legítima defesa. Acusada de assassinato, ela foge com o filho da vítima.

    UM CÃO ANDALUZ (1929)

    Sonho? Realidade? Subconsciente? A produção que lançou a carreira de Luis Buñuel e Salvador Dalí para o mundo, um dos primeiros filmes surrealistas e um dos mais influentes da história no gênero. O longa-metragem também influenciou na publicidade, no modelo de clipes de música e em filmes de grandes diretores como David Lynch, Alfred Hitchcock e Roman Polanski.

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    LUZES DA CIDADE (1931)

    Um vagabundo (Charles Chaplin) impede um homem rico (Harry Myers), que está bêbado, de se matar. Grato, ele o convida até sua casa e se torna seu amigo. Só que ele esquece completamente o que aconteceu quando está sóbrio, o que faz com que o vagabundo seja tratado de forma bem diferente. Paralelamente, o vagabundo se interessa por uma florista cega (Virginia Cherrill), a quem tenta ajudar a pagar o aluguel atrasado e a restaurar a visão. Só que ela pensa que seu benfeitor é, na verdade, um milionário.


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    TBT #169 | Batman Begins (2005, Christopher Nolan)

    Batman Begins é o primeiro filme da trilogia de Christopher Nolan, cineasta que revolucionou o gênero de super-heróis com suas obras do Homem-Morcego.

    SINOPSE DE BATMAN BEGINS

    Bruce Wayne (Christian Bale) é um jovem que perdeu os pais em um assalto em um dos becos de Gotham City.

    Traumatizado pelo ocorrido, ele pensa na vingança, mas vê que há uma nova forma de combater o crime: se tornando o Batman, o terror dos bandidos.

    ANÁLISE

    O Batman é um herói que agrada a todos. Crítica e público sempre abraçaram o personagem, tornando-o o mais popular de todos os tempos.

    O Cavaleiro das Trevas teve diversas adaptações e antes de Nolan chegar, o Morcegão sofreu muito nas mãos de Joel Schumacher.

    Eis que em 2005 uma nova roupagem mais realista trouxe de volta o prestígio dele, sendo consolidado em 2008 com a sequência Batman: O Cavaleiro das Trevas.

    Batman Begins é o filme definitivo de origem do herói, uma vez que traz um Bruce imaturo e que tem um duro treinamento que é apresentado em detalhes, um feito inédito na história do nosso protagonista nos cinemas. Esse ponto é bastante positivo, pois vemos o quão difícil foi o sacrifício de Bruce. Seu primeiro ano como vigilante traz muitas dificuldades e a Gotham corrupta é muito bem representada pelas boas atuações de Cillian Murphy (Espantalho) e Tom Wilkinson (Carmine Falcone). O tom mais realista que dá identidade à sociedade de Gotham é fundamental para entendermos o quão rico é aquele lugar, assim como todas as agruras que existem em pessoas tão sofridas e complexas.

    Entretanto, os destaques estão no quarteto formado por Michael Caine (Alfred), Liam Neeson (Ra’s Al Ghul), Christian Bale (Bruce Wayne/Batman) e Gary Oldman (Jim Gordon). Eles todos entregam momentos icônicos e possuem muito controle sobre seus personagens, apresentando o que podemos ter de melhor na história.

    As cenas de ação são o ponto fraco, visto que Nolan não consegue criar boas coreografias. Além disso, Kate Holmes (Rachel) é a única que puxa um pouco para baixo um elenco tão talentoso e carismático, sendo uma personagem irritante.

    VEREDITO

    Com uma nova proposta, Batman Begins é o longa que mostra a jornada de sacrifício de Bruce Wayne e a ascensão do Homem-Morcego nas ruas de Gotham. As atuações convincentes e uma direção precisa fizeram um dos melhores filmes de origem de todos os tempos, sendo mais que memorável no imaginários dos fãs do gênero.

    4,5/5,0

    Confira o trailer de Batman Begins:

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    CRÍTICA – Bridgerton (2ª temporada, 2022, Netflix)

    Um dos enormes sucessos da Netflix está de volta. A segunda temporada de Bridgerton chega ao streaming nesta sexta-feira (25/03). A série é uma produção da produtora ShondaLand de Shonda Rhimes (Grey’s Anatomy, Scandal), criada por Chris Van Dusen

    A produção é uma adaptação da saga de romances de época da escritora Julia Quinn sobre os oitos filhos da família Bridgerton. Nesta segunda temporada, a série adapta o livro O Visconde que Me Amava

    SINOPSE

    Anthony Bridgerton (Jonathan Bailey), o mais velho Bridgerton e visconde está à procura de uma esposa nessa temporada de casamento. Movido pelo dever de manter o nome de sua família, a busca de Anthony por uma possível esposa que esteja de acordo com seus padrões parece fadada ao fracasso, até que Kate (Simone Ashley) e sua irmã mais nova Edwina Sharma (Charithra Chandran) chegam da Índia.

    LEIA TAMBÉM: Bridgerton: Conheça os personagens da segunda temporada

    ANÁLISE

    Uma temporada mais madura, mais lenta e mais efervescente que sua antecessora. Assim a segunda temporada de Bridgerton abre mão de certas artimanhas fáceis demais para tratar de questões profundas. O tom romântico e sensual ainda fazem parte da narrativa, mas são as preocupações com dever e honra que levam Bridgerton para além da fama que ganhou em seu primeiro ano

    Não que a primeira visita aos Bridgerton não seja esplêndida, a história de Daphne Bridgerton (Phoebe Dynevor) e o duque Simon Basset (Regé-Jean Page) foi a porta para que essa série se tornasse um sucesso da Netflix. Contudo, o drama do irmão mais velho e visconde, Anthony Bridgerton (Jonathan Bailey) consegue ser mais emocionante por justamente ser mais paciente. 

    Nessa segunda temporada, Anthony está pronto para se casar e Edwina Sharma (Charithra Chandran) parece ser a candidata perfeita, se não fosse por Kate (Simone Ashley), irmã da moça, que tem aversão a Anthony. Porém, do desprezo nasce um amor improvável entre Anthony e Kate, no estilo Orgulho e Preconceito, e o casal atravessa os oito episódios a discussões ácidas e doces demonstrações de afeto.  

    CRÍTICA - Bridgerton (2ª temporada, 2022, Netflix)

    Logo, as cenas de sexo da primeira temporada dão lugar a uma tensão sexual possível de ser cortada com uma faca, o que combina muito bem com nossos protagonistas. São em trocas de olhares e ligeiros toques nos intermináveis bailes da alta sociedade de Londres que Kate e Anthony demonstram ter uma dinâmica perfeita. 

    Os atores parecem ter mergulhado de cabeça nos personagens. Jonathan Bailey traz um Anthony muito mais centrado nessa temporada, longe do “libertino” que conhecemos anteriormente. O visconde não está somente a frente dos negócios de família, mas assume obrigações com seus irmãos e mãe, colocando seu dever e honra até mesmo acima da própria felicidade.

    Já Kate, vivida por Simone Ashley, não precisa de muito para ganhar a empatia do público. A moça carrega um espírito desafiante e aventureiro, batendo de frente com Anthony sempre que necessário, mas assim como o visconde prezando pela família acima de tudo. 

    É dessa forma, que esses protagonistas tão diferentes um do outro, mas tão similares, criam um clima ideal para uma série que tem como premissa o drama e o romance. Além disso, é interessante perceber como Anthony e Kate são dois jovens com enormes deveres com a família, o que torna tudo mais complicado, mas também mais penetrante e crível. 

    Lady Whistledown

    É revigorante ver que a fofoca ainda tem enorme influência no universo de Bridgerton. Sendo assim, Lady Whistledown está de volta mais afiada que nunca, mas desta vez suas histórias acabam prejudicando alguns personagens. 

    Como já se sabe, a grande fofoqueira de Londres é Penelope Featherington (Nicola Coughlan), ainda apaixonada por Colin Bridgerton (Luke Newton) e melhor amiga de Eloise (Claudia Jessie). Nesse segundo ano de série compreende-se melhor as motivações de Penelope e como ela atua para ser Lady Whistledown. Do mesmo modo, Julie Andrews está de volta em sua narração reverente tornando os acontecimentos em Bridgerton verdadeiros eventos a serem testemunhados. 

    Já para os outros Bridgerton, a série se propõe a prestar mais atenção em apenas alguns irmãos. Eloise ganha destaque em sua primeira vez na temporada de casamentos, mas longe de querer um compromisso. A Lady Bridgerton segue empenhada em desvendar quem é Lady Whistledown. Há também Benedict Bridgerton (Luke Thompson), o segundo mais velho, que mira em seu sonho de ser um grande pintor. 

    Ainda assim, a sensação de assistir Daphne (nos curtos momentos em que aparece) sem o Duque é estranha, visto que o personagem faz parte da história, sendo uma ou duas vezes citado, mas sem explicar ao certo o motivo de seu sumiço.

    Apesar disso, os protagonistas anteriores fazem pouca falta, já que a trama consegue se sustentar muito bem a partir do resto do elenco. Lady Danbury (Adjoa Andoh), Violet Bridgerton (Ruth Gemmell) e Rainha Charlotte (Golda Rosheuvel), por exemplo, são um trio formidável para segurar as bases da série. 

    CRÍTICA - Bridgerton (2ª temporada, 2022, Netflix)

    De fato, a segunda temporada de Bridgerton erra muito pouco. Alguns, certamente, irão revirar os olhos com as constantes reviravoltas entre os protagonistas ou pela demora do apelo sexual. Mas, é no mínimo enfadonho resumir a série a isso. A segunda temporada de Bridgerton se atenta em ser um verdadeiro romance de época, daqueles que até Lady Whistledown ficaria comovida. 

    VEREDITO

    Com um novo rumo, a segunda temporada de Bridgerton se adequa a seus personagens para contar uma história sobre dever e amor. A produção continua incrível, com um ótimo trabalho de figurino e cabelo, e a trilha sonora ainda aposta nos grandes hits da música pop em formato orquestral, o que dá a Bridgerton uma estética contemporânea e histórica ao mesmo tempo. 

    4,0 /5,0   

    Assista ao trailer:

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    O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder | Conheça Gil-galad

    Gil-galad era um Elfo noldorin filho do Elfo Orodreth e detinha a mais alta autoridade entre os Elfos que governava, sendo o último Alto Rei dos Noldor na Terra-Média e era respeitado tanto pelos Noldor quanto pelos Sindar.

    O Senhor dos Altos Elfos formou a Última Aliança de Elfos e Homens ao lado do Rei Elendil; liderando os Elfos à guerra contra o maia Sauron durante este tempo.

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    NOMES E TÍTULOS

    Os Elfos são famosos por sua longevidade e seres com tantos anos de vida, acabam possuindo muitos nomes e títulos; e com Gil-galad não era diferente; entre seus títulos os mais conhecidos eram:

    • Alto Rei dos Elfos do Oeste;
    • Alto Rei dos Noldor;
    • Artanáro;
    • Ereinion;
    • Finellach;
    • Senhor de Eriador;
    • Senhor dos Altos Elfos;
    • Rei de Lindon;
    • Rei dos Altos Elfos;
    • Rei dos Eldar;
    • Rodnor.

    ORIGEM

    Gil-galad nasceu em Eldamar como filho de Orodreth e neto de Angrod Eldalótë, ligando-o assim à Casa de Finarfin. Ele ainda era jovem durante os tempos do Exílio dos Noldor e batalhas como Dagor Bragollach e Nírnaeth Arnoediad. Seu pai governou Minas Tirith, mas pouco antes de sua queda pelas forças de Sauron, Orodreth enviou sua esposa e filho para os Portos das Falas aos cuidados Círdan, o Armador

    A PRIMEIRA ERA

    Com Círdan, Gil-galad viveu até que Morgoth destruiu os portos após a Batalha das Lágrimas Incontáveis, e Gil-galad e Círdan escaparam para a Ilha de Balar com o resto dos Falathrim.

    Após a morte de Turgon durante a Queda de Gondolin, Gil-galad recebeu a Realeza dos Noldor e quando os Filhos de Fëanor cometeram o Terceiro Fratricídio, o Senhor de Eriador recebeu a notícia do saque dos Portos do Sirion, mas ele chegou tarde demais para impedir os fëanorianos, que fugiram depois que a batalha acabou. No entanto, os sobreviventes se juntaram a Gil-galad e foram com ele para Balar, onde lhe contaram sobre o cativeiro de Elrond e Elros

    Após a Guerra da Ira, os Filhos de Fëanor restantes desapareceram da história. Maedhros cometeu suicídio, enquanto Maglor desapareceu sem deixar rastro, deixando Elrond e Elros sozinhos. Portanto, em algum momento Gil-galad recebeu Elrond em suas fileiras como seu arauto, depois que este escolheu ser um dos Elfos.

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    A SEGUNDA ERA

    No ano 1 da Segunda Era, Gil-galad permaneceu na Terra-Média e estabeleceu um reino em Lindon, que era geograficamente forte e seguro contra inimigos. No auge, seu reino se estendia para o leste até as Montanhas Nebulosas e as partes ocidentais de Greenwood, embora a maioria dos Eldar permanecesse em Lindon e no refúgio de Elrond em Valfenda.

    O Rei de Lindon tinha uma aliança com os Homens do Oeste, especialmente com Tar-AldarionOs Fiéis e Elendil. Gil-galad reinou como Alto Rei dos Noldor durante a Segunda Era e durante este tempo recebeu as sementes de mellyrn, árvores de Tar-Aldarion, Rei de Númenor. Mas as sementes não cresceriam em sua terra, então ele as deu a Galadriel antes que ela deixasse Lindon. Ela carregou essas sementes por um longo tempo, finalmente plantando-as em Lindórinand. Quando eles cresceram lá, foi renomeado para Laurelindórenan. 

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    Em algum momento, Gil-galad e Elrond foram abordados por um estranho chamado Annatar, que se chamava o Senhor dos Presentes. Com bela aparência, conversa envolvente e oferendas cativantes, Gil-galad percebeu que Annatar não era o que parecia. Portanto, se recusou a fazer negócios com o estranho e enviou uma mensagem a todos os Elfos para que o evitassem.

    No entanto, Annatar foi recebido em Eregion, onde ensinou aos Elfos como fazer os Anéis do Poder. Mas a desconfiança de Gil-galad foi comprovada, pois Annatar era Sauron disfarçado, e os anéis eram ferramentas para seus planos de dominar a Terra-Média. 

    Juntando-se ao exército de Gondor liderado por Anárion, o Exército da Última Aliança confrontou as forças de Sauron na Batalha de Dagorlad, uma longa e sangrenta batalha que acabou resultando na vitória da Aliança. Os Elfos e os homens então passaram para Mordor e sitiaram Barad-dûr por sete anos.

    Eventualmente Sauron emergiu e Gil-galad e Elendil duelaram com o Lorde das Trevas. Durante sua luta, Gil-galad e Elendil infligiram feridas mortais suficientes no Lorde das Trevas para destruir seu corpo, mas ao custo de terem recebido feridas terríveis em troca. Este sacrifício permitiu que Isildur cortasse o Anel do dedo de Sauron; mas Gil-galad recebeu ferimentos graves e pereceu. 

    Gil-galad era conhecido por ter esposa, nem filhos, então o reinado dos Noldor terminou na Terra-Média e Círdan foi a partir de então o Senhor dos Portos Cinzentos e Lindon.

    Mais tarde, o Reino dos Altos Elfos foi confiado por Celebrimbor com dois dos três Anéis Élficos: Vilya (Anel do Ar) e Narya (Anel de Fogo); que Gil-galad passou para seu arauto Elrond e seu tenente Círdan antes de sua morte.

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    A TERCEIRA ERA

    Gil-galad não chegou até a Terceira Era.

    PODERES

    Seus poderes são desconhecidos.

    CURIOSIDADES

    A famosa arma de Gil-galad era uma lança chamada Aeglos que ninguém podia resistir. 

    OUTRAS MÍDIAS

    Gil-galad é um personagem importante na mitologia tolkiana e esteve presente em algumas mídias.

    LIVROS

    • O Silmarillion;
    • Contos Inacabados;
    • História da Terra-Média;
    • A sociedade do Anel.

    FILMES

    O Alto Rei dos Elfos do Oeste apareceu no longa O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel, sendo interpretado por Mark Ferguson. Infelizmente, a cena da morte de Gil-galad foi deletada, porém ele faz uma breve aparição quando luta contra vários orcs com sua lança Aeglos. E também aparece brevemente como um dos três portadores de anéis élficos originais (junto com Galadriel e Círdan) usando o Anel Vilya.

    GAMES

    Gil-galad ainda não teve uma aparição nos games da franquia O Senhor dos Anéis.

    TV

    O personagem estará presente na primeira série de TV da franquia e será vivido pelo ator Benjamin Walker (Abraham Lincoln: Caçador de Vampiros) em O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder, que chegará ao serviço de streaming Prime Video no dia 1 de setembro de 2022.

    Em 2017, a Amazon fechou contrato para adaptar a história de J.R.R. Tolkien para a TV; o acordo diz que a empresa pode contar histórias da Segunda Era da Terra-Média, incluindo momentos como a ascensão de Sauron e a forja dos Anéis de Poder.

    Assista ao primeiro trailer:


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    CRÍTICA – Juvenile Justice (1ª temporada, 2022, Netflix)

    Juvenile Justice é uma série sul-coreana original da Netflix, com direção de Jong-Chan Hong e escrita por Kim Min Sook, o drama policial tem como enfoque crianças e adolescentes acusados de diferentes tipos de crime e seus desdobramentos.

    SINOPSE DE JUSTICE JUVENIL

    Uma juíza linha dura que acredita na justiça e punição vive o dia a dia de um tribunal de menores infratores.

    ANÁLISE

    Justice Juvenil tem como foco na juíza Shim Eun Seok (Kim Hye-soo) que foi recentemente transferida de vara, conhecida por ser muito perspicaz, na mesma medida que é extremamente exigente e linha dura nas decisões ao julgar os menores infratores.

    Quando questionada sobre as suas atitudes, a mesma afirma que age dessa forma, pois possui um ódio pelas crianças e adolescentes criminosas.

    A tensão começa quando a juíza casca dura precisa trabalhar em conjunto com o juiz Chae Tae Jo (Mu-Yeol Kim), diferentemente de sua colega de trabalho, possui uma visão mais empática e tenta ajudar os jovens.

    A diferença de personalidades torna-se um problema antes de precisarem trabalhar juntos em um caso, devido às atitudes mais incisivas da juíza, porém, ao longo da produção vemos brigas entre os membros desse tribunal por discordarem enquanto também é perceptível os motivos porque cada um trabalha de sua maneira.

    Justice Juvenil aborda casos mais simples e também como aqueles bem violentos nos quais nos questionamos os motivos pelos quais pessoas tão novas podem ser tão cruéis, utilizando desses gatilhos dos quais temos, que a série trabalha de forma excelente sobre as opiniões que a sociedade tem sobre esse assunto.

    Contextualizando, a série mostra menores infratores que ainda não possuem 14 anos costumam ser encaminhados para centro socioeducativos, porém, aqueles que já ultrapassaram dessa idade podem ser condenados da mesma forma que um adulto.

    Logo, Justice Juvenil, mostra que o senso comum da Coréia do Sul não é diferente do que estamos acostumados a presenciar aqui no Brasil, do mesmo jeito que tem a desigualdade social, questoes psicológicas, abuso de drogas, de poder e sexual, falta de segurança pode parte do governo, entre outros pontos que são ignoradas devido ao sentimento de manada que o senso comum pode causar.

    VEREDITO

    Justice Juvenil possui o primeiro acerto que foi a escolha de elenco, é impressionante como os atores de dedicaram tanto e consegue demonstrar o fruto desse trabalho, a atuação é impactante e comovente, ficamos tão entregues aos sentimentos mesmo que ficcionais que sequer percebemos que a produção conta com 10 episódios de cerca de uma hora cada.

    Continua com uma sequência boa de roteiro bem estruturado, onde os diálogos são tão intensos que se tornam socos na boca do estômago ao confrontas com os nossos próprios preconceitos que por vezes não tínhamos ideia.

    Também possui bastantes reviravoltas, sendo uma série nada previsível. Você termina um episódio tão chocado que o sentimento é de necessidade de saber o que acontece no próximo.

    Mas, o melhor ponto é a beleza com qual foi executado as inúmeras críticas sociais, provando, que assim como o filme Parasita fez, as séries coreanas conseguem ser impactantes e incríveis.

    5,0/5,0

    Confira o trailer de Juvenile Justice

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