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    CRÍTICA – Casamento às Cegas (2ª temporada, 2022, Netflix)

    O reality show Casamento às Cegas chega à sua 2ª temporada na Netflix. Criado por Chris Coelen, o programa alcançou enorme sucesso nas redes sociais, ganhando também uma versão brasileira. A 2ª temporada norte-americana se passa em Chicago.

    SINOPSE DA 2ª TEMPORADA DE CASAMENTO ÀS CEGAS

    Será que o amor é mesmo cego? Para responder essa pergunta, Casamento às Cegas reuniu 15 homens e 15 mulheres em um experimento. Eles têm dez dias para conversar e, consequentemente, se apaixonar. Só que todo o processo acontece dentro de cabines individuais, onde se comunicam sem se verem.

    ANÁLISE

    Os reality shows sempre fizeram parte do entretenimento das pessoas, porém, com as redes sociais, os programas ganharam mais fãs atentos a tudo que acontece com os participantes e dispostos a comentar cada detalhe. Não é por acaso que realities como Casamento às Cegas fazem um enorme sucesso. A produção promete e entrega uma trama digna de cinema, cheia de romances e reviravoltas, mas com aquela pitada de “realidade”. 

    A primeira temporada do programa, que foi ao ar em 2020, já havia estabelecido sua essência. 15 homens e 15 mulheres participam de um experimento sem se conhecer. Através de cabines eles conversam por voz, mas para continuar no programa precisam firmar um noivado. Em média, cinco casais saem das escuras para passar uma lua de mel em uma ilha paradisíaca, depois passam mais uma semana morando juntos e conhecendo a rotina e familiares do outro para, ao final de um mês, decidirem se dirão sim ou não no altar. 

    É uma experiência caótica, pois casar com alguém em tão pouco tempo pode parecer maluquice. Mas, para essas pessoas, é a chance de conhecer o verdadeiro amor, que a primeira temporada provou ser possível. Nesse segundo ano de programa, apesar da dinâmica ser a mesma, algumas mudanças são visíveis, por exemplo, dar mais tempo de tela para cada participante para que o público possa conhecer melhor cada um.

    Além disso, a relação com os familiares é um ponto crucial, levando até mesmo à desistência de casamentos. Outro fator que surpreendeu nessa segunda temporada foram os triângulos amorosos entre quatro casais. Ao contrário da primeira edição, os participantes estavam mais confusos sobre com quem deveriam ficar e se queriam realmente casar ao final do show. 

    Logo, é um bom experimento para mostrar que amor vai além da aparência e do status quo da pessoa (ainda que a maioria dos participantes sejam “padrões”). O reality show também explora as relações interpessoais entre os participantes e como cada um precisa ser verdadeiro consigo mesmo para que a experiência funcione. 

    Por isso, foi interessante notar que as pessoas estão muito mais seguras de si e escolhendo a si mesmas antes de firmarem um relacionamento. Casamento às Cegas até prova que amor é cego, mas isso não passa por cima de amor próprio. 

    VEREDITO

    Mesmo com um maior desenvolvimento dos participantes e conclusões mais sérias, a segunda temporada de Casamento às Cegas não supera sua antecessora. Em parte, pelos poucos casais que realmente se casaram e por deixar de lado alguns conflitos que poderiam ser melhor explorados, como os triângulos amorosos e a volta de ex-namoradas. Afinal, reality shows são ótimos, pois extrapolam situações reais e normais do cotidiano. 

    3,5 / 5,0

    Assista ao trailer da segunda temporada de Casamento às Cegas:

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    Robert Pattinson: Conheça o ator e seus melhores trabalhos

    Dizer o nome Robert Pattinson a altura desse campeonato, soa pesado como a responsabilidade de dar vida a um Batman diferente do habitual e de conquistar os fãs ao redor mundo. Reconhecido como Edward Cullen na saga Crepúsculo, o ator construiu uma carreira promissora e madura ao longo dos anos, tendo em sua filmografia para além da saga que o deu mais fama, obras como Harry Potter, Água para Elefantes, Tenet dentre outros. Conheça sua história, curiosidades da carreira e seus melhores trabalhos.

    História

    Nascido em 13 de maio de 1986, em Londres, ele cresceu em uma pequena casa em Barnes com duas irmãs mais velhas, Elizabeth (Lizzy), cantora e compositora, e Victoria. Seu pai, Richard, costumava importar carros antigos da América, enquanto sua mãe, Clare, trabalhava para uma agência de modelos. Pattinson descobriu seu amor pela música muito antes de atuar e começou a aprender violão e piano aos quatro anos de idade, sendo encorajado pela irmã mais velha Lizzy.

    Aos 12 anos, foi incentivado por sua mãe a modelar, mas sua carreira acabou quatro anos depois.

    Quando comecei eu era bem alto e parecia uma menina, então consegui muitos trabalhos, porque foi nessa época que o visual andrógino era legal.”

    No entanto, sua carreira como modelo foi curta e infrutífera inicialmente pois suas características começaram a mudar. Embora ele fosse tímido desde a infância, ele tinha um grande desejo de ser um artista.

    Início de carreira

    Robert Pattinson pensou em se tornar músico ou ir para a universidade para estudar redação, mas nunca pensou em seguir uma carreira de ator. No entanto, enquanto frequentava as aulas na Harrodian School, em 2001, aos 13 anos, ingressou no clube de teatro amador local chamado Barnes Theatre Company depois que seu pai o convenceu a participar porque ele era muito tímido. Na primeira peça que Robert fez, ele na verdade trabalhou nos bastidores, e de imediato pensou em tentar atuar.

    Dois anos depois de ficar no backstage, ele fez um teste para a peça Guys and Dolls e conseguiu seu primeiro papel como dançarino cubano sem falas, aos 15 anos. Em seguida atuou como papel principal de George Gibbs na peça seguinte, Our Town; apareceu também nas peças Macbeth e Anything Goes, até que um agente o viu em uma produção de Tess of the D’Urbervillese e começou a procurar papéis profissionais para o jovem e inexperiente ator.

    Do teatro para o cinema

    Pattinson estreou como ator no filme alemão A Maldição do Anel (2004), filme baseado na mitologia nórdica, que conta a história de Siegfried, o mítico guerreiro e sua paixão por Brunnhild.

    Curiosidade: No mesmo ano, Robert Pattinson foi definido para ser o filho de Reese Witherspoon em Vanity Fair no qual ele interpretou o jovem Rawdy Crawly, com Romola Garai e James Purefoy no elenco, mas infelizmente Pattinson soube na estreia que sua cena havia sido cortada e ele não foi mostrado no filme. A cena foi adicionada na versão em DVD.

    No entanto, acabou dando tudo certo para o ator. Pattinson contou à imprensa a história fortuita de ser cortado:

    Fui à exibição e ninguém me informou que fui cortado. A diretora de elenco se sentiu tão culpada que ela me deu a primeira chance para o papel de Harry Potter, então fiquei muito feliz por ter sido cortado.”

    Curiosidade: No final da adolescência e no início dos vinte anos, ele costumava tocar em pequenos shows nos pubs de Londres, onde cantava músicas de sua composição.

    Um ano depois, ele interpretou o jovem estudante de magia Cedric Diggory em Harry Potter e o Cálice de Fogo (2005), a quarta parte da saga do famoso bruxo. No mundo de fantasia de bruxos e trouxas, não é surpresa que um ator possa ter que aprender uma nova habilidade para fazer a magia ganhar vida para os filmes. Robert se dedicou e treinou como mergulhador para um dos papéis mais importantes do início de sua carreira. Por sua ótima atuação como Cedric, Robert Pattinson foi citado como a Estrela Britânica do Amanhã pelo Times Online, e mais tarde começou a ser comparado com Jude Law, não só por sua beleza, mas pela forma de atuar.

    A partir disso, Robert fez diversos filmes de pequeno e grande porte como o The Haunted Airman produzido pela BBC em 2006 e em um drama baseado no romance best-seller de Kate Long, The Bad Mother’s Handbook.

    Ascensão com a saga Crepúsculo

    Robert Pattinson não sabia o que estava por vir. Em 2008, o ator foi escalado para interpretar Edward Cullen em Crepúsculo, primeiro filme de uma saga de mais 4 sequências baseado no romance best-seller de Stephenie Meyer. Pattinson ficou inicialmente apreensivo com a audição para o papel, com medo de não conseguir viver de acordo com a “perfeição” esperada do personagem.

    Embora o filme tenha recebido críticas mistas, elogiaram sua química com a estrela Kristen Stewart no filme. O The New York Times chamou Pattinson de “ator capaz e exoticamente bonito” e o crítico americano Roger Ebert disse que foi “bem escolhido” para o papel. Com sua ascensão no longa Crepúsculo, o astro construiu verdadeiramente uma legião de fãs bem como seus colegas em seus papéis principais.

    Após o sucesso de Crepúsculo, Robert Pattinson deu vida a Salvador Dali no filme Poucas Cinzas (2008), seguido de Lua Nova (2009); logo depois mais um papel no drama romântico Lembranças (2010); e no terceiro filme da franquia Crepúsculo, Eclipse (2010) que acumulou uma bilheteria de US$ 698.491.347 em todo o mundo.

    Ao lado de Reese Witherspoon, ele deu vida a Jacob Jankowski em uma adaptação cinematográfica do romance de Sara Gruen, Água para Elefantes (2011). Com sua carreira consolidada em Hollywood, Pattinson reprisa seu papel de Edward Cullen mais uma vez em Amanhecer – Parte 1 neste mesmo ano.

    Ele também interpretou Georges Duroy em uma adaptação do romance de 1885, Bel Ami, e o filme estreou mundialmente no 62º Festival Internacional de Cinema de Berlim em fevereiro de 2012.

    Fechando o ano de 2012, o astro culminou sua participação na Saga Crepúsculo com Amanhecer – Parte 2, produção que se tornou o filme de maior bilheteria de toda a saga. No ano seguinte, tornou-se a imagem da nova campanha publicitária da Dior para o perfume Dior Homme Perfume, atuando no curta promocional com Camille Rowe.

    A partir de 2014, Robert Pattinson passa a atuar em filmes independentes e elogiados pela crítica, como A Caçada e Mapa Para as Estrelas. Em 2015, dois de seus filmes estrearam no 65º Festival Internacional de Cinema de Berlim, em fevereiro; Rainha do Deserto, ao lado de Nicole Kidman e James Franco e o filme biográfico Life: Um Retrato de James Dean, interpretando Dennis Stock.

    Nos últimos anos atuou em vários filmes como Z: A ​​Cidade Perdida (2017), Bom Comportamento (2017), a comédia ocidental Damsel (2018), que foi sua primeira comédia desde o filme Uma Vida Sem Regras (2008), tendo sua performance considerada como excêntrica e hilariante; no mesmo ano ele atuou em Uma Nova Vida.

    Curiosidade: Em 2017 apresentou seu primeiro curta-metragem intitulado Fear and Shame, que escreveu, dirigiu e estrelou.

    Em O Farol (2019) a crítica disse que Pattinson “se superou” e seu desempenho foi “tão transformador que chega a ser chocante”. O filme foi dirigido por Robert Eggers que entrega uma das obras mais complexas já vistas no cinema de terror contemporâneo.

    Robert Pattinson é um ator incrivelmente talentoso e nos mostra o quão isso pode ser desenvolvido a cada projeto que participa. Nos últimos 2 anos, o astro se dedicou e atuou em O Diabo de Cada Dia, que tem como elenco Bill Skarsgard, Mia Wasikowska, Jason Clarke e Tom Holland como protagonista; e no esperado e adiado centenas de vezes Tenet, de Christopher Nolan.

    Robert Pattinson se desafia em 2022 e adiciona mais um sucesso com Batman, de Matt Reeves em sua filmografia. Esperamos vê-lo em atuações cada vez mais aclamadas mas por enquanto vamos focar nesse Batman porque é o que todos nós estávamos esperando!

    Veja abaixo os melhores trabalhos de Robert Pattinson

    A Maldição do Anel (2004)

    Sinopse: Siegfried (Benno Fürmann), um jovem e corajoso ferreiro, que não sabe que é o herdeiro de um reino conquistado, torna-se um herói após derrotar o dragão Fafnir, uma grande ameaça para o povo de Burgunds. Sua recompensa é um poderoso anel, mas que carrega uma grande maldição. Além disso, um conflito de interesses atrapalha a sua paixão por Brunnhild (Kristanna Loken), a bela rainha das guerreiras Norse.

    Harry Potter e o Cálice de Fogo (2005)

    Sinopse: Em seu 4º ano na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, Harry Potter (Daniel Radcliffe) é misteriosamente selecionado para participar do Torneio Tribruxo, uma competição internacional em que precisará enfrentar alunos mais velhos e experientes de Hogwarts e também de outras escolas de magia. Além disso a aparição da marca negra de Voldemort (Ralph Fiennes) ao término da Copa do Mundo de Quadribol põe a comunidade de bruxos em pânico, já que sinaliza que o temido bruxo está prestes a retornar.

    Harry Potter e a Ordem da Fênix (2007)

    Sinopse: Harry Potter (Daniel Radcliffe) retorna à Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, para cursar o 5º ano letivo. Logo ele descobre que boa parte da comunidade bruxa foi levada a acreditar que o retorno de Voldemort (Ralph Fiennes) foi uma mentira inventada por Harry, o que põe sua credibilidade em dúvida. Além disto, o Ministro da Magia Cornélio Fudge (Robert Hardy) impõe à escola a presença de Dolores Umbridge (Imelda Staunton), que se torna a nova professora de Defesa Contra as Artes das Trevas. Acontece que as aulas de Umbridge, apesar de aprovadas pelo ministério, abrangem apenas temas amenos, deixando os alunos despreparados para os perigos dos dias atuais. Incentivado por seus amigos Rony (Rupert Grint) e Hermione (Emma Watson), Harry decide encontrar-se em segredo com um grupo de estudantes, visando a prática de magia. O grupo se autodenomina como a “Armada de Dumbledore”, mas logo passa a ser vista como uma ameaça ao próprio Ministério da Magia.

    Nota: Neste longa, o personagem de Pattinson é visto apenas em flashbacks de Harry.

    Crepúsculo (2008)

    Sinopse: Isabella Swan (Kristen Stewart) e seu pai, Charlie (Billy Burke), mudaram-se recentemente. No novo colégio ela logo conhece Edward Cullen (Robert Pattinson), um jovem admirado por todas as garotas locais e que mantém uma aura de mistério em torno de si. Eles aos poucos se apaixonam, mas Edward sabe que isto põe a vida de Isabella em risco.

    Robert Pattinson e Kristen Stewart estrelaram a franquia cinematográfica baseada na obra literária de Stephenie Meyer. Os demais longas são Lua Nova (2009), Eclipse (2010), Amanhecer – Parte 1 (2011) e Amanhecer – Parte 2 (2012).

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    Lembranças (2010)

    Sinopse: Nova Iorque. Tyler Roth (Robert Pattinson) é um jovem rebelde que não tem uma boa relação com o pai, Charles (Pierce Brosnan), desde que uma tragédia abalou sua família. Ele divide um apartamento com Aidan (Tate Wellington) e com ele sai para uma boate. Ao deixar o local, Tyler se intromete em uma briga. Neil Craig (Chris Cooper), um policial traumatizado pelo assassinato de sua esposa dez anos antes, é chamado ao local. Ele libera Tyler e Aidan mas, após uma provocação de Tyler, lhe dá uma surra e manda prendê-lo. Dias depois, Aidan descobre que Ally (Emilie de Ravin), a filha de Neil, estuda com eles. Ele propõe a Tyler que tente conquistá-la, para se vingar. Inicialmente relutante, Tyler aceita a proposta. Só que, aos poucos, se apaixona por Ally.

    Água para Elefantes (2011)

    Sinopse: Jacob Jankowski (Hal Holbrook) já passou dos 90 anos e não consegue esquecer seus momentos da juventude nos anos 30, período difícil da economia americana, que o levou a trabalhar num circo. Foi lá, enquanto era jovem (Robert Pattinson) e um ex-estudante de Veterinária, que ele conheceu a brutalidade dos homens com seus pares e também com os animais, mas encontrou a mulher por quem se apaixonou. Marlena (Reese Whiterspoon) era a Encantora dos Cavalos, a principal atração e esposa do dono do circo: August (Christoph Waltz) um homem carismático, mas extremamente perigoso quando suas duas paixões estavam em jogo.

    O Farol (2019)

    Sinopse: No início do século XX, Thomas Wake (Willem Dafoe), responsável pelo farol de uma ilha isolada, contrata o jovem Ephraim Winslow (Robert Pattinson) para substituir o ajudante anterior e colaborar nas tarefas diárias. No entanto, o acesso ao farol é mantido fechado ao novato, que se torna cada vez mais curioso com este espaço privado. Enquanto os dois homens se conhecem e se provocam, Ephraim fica obcecado em descobrir o que acontece naquele espaço fechado, ao mesmo tempo em que fenômenos estranhos começam a acontecer ao seu redor.

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    Tenet (2020)

    Sinopse: Um agente da CIA conhecido como O Protagonista (John David Washington) é recrutado por uma organização misteriosa, chamada Tenet, para participar de uma missão de escala global. Eles precisam impedir que Andrei Sator (Kenneth Branagh), um renegado oligarca russo com meios de se comunicar com o futuro, inicie a Terceira Guerra Mundial.

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    O Diabo de Cada Dia (2020)

    Sinopse: No interior dos Estados Unidos, a corrupção moral faz até dos homens considerados justos perecerem por conta de péssimas escolhas e traumas do passado, uma vez que cicatrizes foram feitas em muitas almas daquele lugar.

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    Batman (2022)

    Sinopse: No segundo ano de Bruce Wayne (Robert Pattinson) como Batman, o herói conta apenas alguns aliados de confiança – Alfred Pennyworth (Andy Serkis) e o tenente James Gordon (Jeffrey Wright) – entre a rede corrupta de funcionários e figuras importantes da cidade, o vigilante solitário se estabeleceu como a personificação da vingança.

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    CRÍTICA – De Volta aos 15 (1ª temporada, 2022, Netflix)

    De Volta aos 15 é adaptação do livro homônimo de Bruna Vieira lançado em 2013. A série brasileira criada por Janaina Tokitaka já está disponível no catálogo da Netflix e tem no elenco principal Maisa e Camila Queiroz

    SINOPSE

    Anita (Maisa/Camila Queiroz) está extremamente infeliz com o caminho que sua vida tomou. Cansada, ela encontra o primeiro blog que criou, aos 15 anos de idade. Desejando voltar para uma época em que tudo era mais fácil, a jovem adulta fecha os olhos e, ao abri-los, tem seu desejo realizado, voltando no tempo para o período que tanto queria, porém, com sua mentalidade atual.

    ANÁLISE

    Produções nostálgicas sempre fazem bastante sucesso com o público, seja em qualquer idade, Stranger Things, por exemplo, é a prova viva. Por isso, a nova série brasileira da gigante do streaming, De Volta aos 15, pode facilmente agradar a todos. Com um texto leve a série é divertida e dramática na medida certa, mas é sua estética focada nos anos 2000 que mais se destaca. 

    Anita, vivida por Camila Queiroz no presente, tem 30 anos e está insatisfeita com sua vida. Ao acessar seu blog da adolescência, a protagonista é transportada para a sua versão mais jovem de 15 anos, vivida por Maisa. Agora, ela tem a chance de mudar seu futuro, não só para ela, mas como para seus amigos e familiares.

    Com o poder de voltar para o passado e presente, Anita cria diferentes futuros que mostram o quanto sua missão pode ser difícil. Ainda que, ela mesma não tenha um rumo definido, visto que, não basta apenas mudar a vida de seus amigos, a adolescente precisa descobrir o que quer para a própria vida. 

    Nesse sentido, a série foca mais tempo na Anita jovem com Maisa tendo que interpretar como se fosse uma adulta de 30 anos. A atriz se sai bem e garante ótimos momentos em cena. Já Camila Queiroz segue o mesmo ritmo e cria uma personagem condizente em ambas as épocas. 

    É o roteiro e algumas atuações secundárias que destoam a série, seja pelo texto forçado em algumas cenas ou as atuações caricatas. Em seis episódios de meia hora, a série também custa para acertar o rumo, já que, alguns momentos são bem clichês até para uma série adolescente sobre viagem no tempo. 

    Ainda assim, a nostalgia dos anos 2000 é o que mais chama atenção. De Volta aos 15 conseguiu reviver o sentimento da época e trazer inúmeras referências, como estilo de roupas, o advento da tecnologia e os sucessos da cultura pop da época. O contato da personagem do futuro com o que estava em alta em 2007 gera cenas cheias de humor e comentários ácidos. 

    VEREDITO

    De Volta ao 15 trata sobre amizades e relações familiares, o que estamos dispostos a fazer por aqueles que amamos. Porém, mais do que isso, põe em xeque a própria personagem principal. Anita precisa aprender sobre quem ela é no passado para mudar seu futuro. Uma série simples e leve, mas com ótimas mensagens. 

    A nova série da Netflix carrega diversão com drama pontual, sendo uma trama para relaxar no final de semana. Maisa e Camila Queiroz trazem o melhor da série, mas o roteiro expositivo deixa a desejar e evidência as dificuldades narrativas da produção.

    Dado ao final aberto, uma segunda temporada pode aprender com os erros cometidos nessa primeira parte.

    3,5 / 5,0

    Assista ao trailer:

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    CRÍTICA | Euphoria – S2E8 All My Life, My Heart Has Yearned for a Thing I Cannot Name

    O oitavo e último episódio da segunda temporada de Euphoria na HBO, chamado de All My Life, My Heart Has Yearned for a Thing I Cannot Name é dirigido e escrito pelo criador da série Sam Levinson.

    SINOPSE

    Conforme o espetáculo continua, fragmentos de memórias colidem com o presente e o futuro.

    ANÁLISE DE EUPHORIA S2E8

    Sam Levinson realmente levou Euphoria para um caminho mais sombrio e profundo. Diferente da primeira temporada, onde os arranjos finais mostram uma série orquestrada, a segunda temporada termina em total caos. Ainda que alguns personagens tenham tido um rumo menos agoniante, o resultado final é uma temporada que andou em desacordo na maior parte do tempo. O que necessariamente não é ruim. 

    Mas, vamos ao episodio All My Life, My Heart Has Yearned for a Thing I Cannot Name.  Os acontecimentos na casa de Fezco (Angus Cloud) eram esperados, mas nada havia nos preparado para a sequência assustadora que se desenrola quando Ash (Javon Walson) mata Mouse (Meeko) e a SWAT invade a residência. É verdade que poucas vezes nos atentamos à figura de Fezco, mas conhecemos um pouco mais de sua história no início da temporada, confiamos nele e sabemos de seu amor pela família. Por isso, Fezco não hesita em se acusar pelo irmão adotivo, tentando de todas as maneiras salvá-lo. 

    Mas, não existe muito a ser feito por Fezco, visto que Ash já havia decidido o seu próprio fim. A sequência é extremamente caótica e agoniante, sendo o que exatamente dá o tom desse episódio. Na peça de Lexi (Maude Apatow), temos Cassie (Sydney Sweeney) invadindo o palco e ameaçando a irmã. Cassie chama Lexi de espectadora, alguém que nunca fez nada e apenas julgou os outros. Ela não está errada, mas assistir Lexi dizendo o óbvio para essas personagens tão aquém da própria realidade é realizador. 

    Algumas entendem o aviso, outras não. Maddy (Alexa Demie) entra em cena para confrontar Cassie. A violência de Maddy a Cassie é contida, mas está ali seja no sangue que escorre do nariz da ex-melhor amiga ou nas palavras. Cassie diz que Nate (Jacob Elordi) terminou com ela, ao passo que Maddy profetiza: “não se preocupe, é apenas o começo“. São palavras perturbadoras que mostram que a relação de Cassie e Nate está longe de acabar. 

    Por falar em Nate, após sair da peça no penúltimo episódio, o rapaz procura o pai. Cal (Eric Dane) que agora busca viver a sua própria verdade tem uma conversa franca com o filho; para Nate ele estava protegendo o pai desde dos 11 anos de idade, já Cal assume que errou com o filho. Porém, não tem mais volta, em uma espécie de redenção, Nate entrega o pai para a polícia, provavelmente por pornografia.

    Sendo um dos personagens mais complexos da série, o rumo de Nate é totalmente incerto. 

    O último episódio de Euphoria evidencia o drama dos personagens e mostra o quanto todos estão de certa forma magoados e abalados. Enquanto a temporada inteira correu em diferentes direções, percebemos como esses personagens mesmo juntos estavam afastados uns dos outros. Foi um caminho solitário e trilhado a custos, logo, o arco de Rue (Zendaya) se mostra o mais proveitoso. Depois da longa corrida no quinto episódio, a sua reabilitação parece vir por vontade própria. Em sua visita a Elliot (Dominic Fike), ela fala sobre ter muitos perdões a pedir, mas pouco a dar. Sua sobriedade reflete no vício do amigo, os dois se compreendem, mas entendem que precisam seguir caminhos diferentes. 

    O mesmo acontece entre Rue e Jules (Hunter Schafer). Após a peça, Jules diz que ainda ama Rue, porém, Rue escolhe a si mesma dessa vez. Sua sobriedade não será por Jules, nem sua mãe ou irmã, partirá dela para com ela. É um ato de amor próprio que traz à tona a discussão que tivemos ao longo da série, afinal, até uma pessoa com os problemas de Rue é digna de empatia. No off, quando vai embora, Rue fala sobre ter ficado sóbria aquele ano e como Jules foi seu primeiro amor. A narração de Rue deixa nítido que a personagem está contando do futuro, por isso, várias teorias são possíveis. 

    Já para a peça de Lexi sobram algumas considerações. É fato que Sam Levinson recicla um pouco do seu próprio roteiro da primeira temporada, são cenas que já vimos antes, mas o esforço é válido, pois alguns personagens conseguem realmente se enxergarem, especialmente Rue que percebe que não é uma pessoa ruim. Como dito na análise anterior, a relação de Rue e Lexi é muito importante para ambas e temos um momento genuíno onde elas realmente se apoiam pela perda dos pais  (ainda que possa ser imaginação de Lexi, visto que a cena muda para o fim da peça). 

    Contudo, ainda é incômodo como Euphoria por vezes destoa da realidade, ao manter a estética e o estilo de produção a qualquer custo, algumas coisas apenas não fazem sentido. Como uma peça digna de Broadway em um colégio do ensino médio. Além disso, Levinson é por vezes presunçoso em seu texto, quando Lexi pergunta sobre sua peça a uma assistente, a mesma diz que pelo menos não era chata. Querendo ou não, o diretor e roteirista fez um recap de sua série na própria série e todos aplaudem.

    VEREDITO

    Nesta temporada, alguns personagens ficam pelo caminho, é o caso de Kat (Barbie Ferreira) e Jules, que nessa temporada tiveram menos aprofundamento do que mereciam. Assim como, algumas tramas foram deixadas de lado, a dívida de Rue com Laurie (Martha Kelly) não foi paga e é impossível a traficante não ir atrás de Rue. Pelo visto, serão assuntos para o futuro da série.  

    Mas o saldo total de Euphoria é positivo, visualmente é digna de cinema com uma estética única. Em termos de narrativa, digamos que alguns conflitos são melhores que outros. Ao menos temos uma nova fase para Rue, que pode não durar para sempre, mas é uma esperança para a personagem e uma chama para a terceira temporada da série da HBO.

    5,0 / 5,0

    LEIA TAMBÉM:

    Euphoria: 5 curiosidades sobre a série

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    Pokémon GO: Confira a programação da Hora do Holofote em março

    Assim como aconteceu em fevereiro, março também já começa com uma Hora do Holofote (Spotlight Hour) no primeiro dia do mês! Também conhecido como Hora do Pokémon em Destaque, esse evento do Pokémon GO acontece todas as terças-feiras, das 18h às 19h no horário local. Durante o período, um Pokémon aparece mais na natureza e um bônus especial é oferecido.

    A Hora do Holofote é sempre uma boa oportunidade para quem está juntando doces do Pokémon em destaque, poeira estelar ou em busca de um monstrinho com IV ideal para criar boas equipes para a Liga de Batalha GO. Os dias com XP em dobro também são ótimos para subir de nível rapidamente enquanto farma!

    E veja que legal: agora em março, todos os Pokémon da Spotlight Hour poderão ser encontrados em suas formas brilhantes (shinies)!

    Agora que você já sabe o básico, veja a seguir os Pokémon em destaque e os bônus durante cada Hora do Holofote em março.

    Calendário da Hora do Holofote em março

    01/03: Cubone (terrestre) com o dobro de doces ao transferir qualquer Pokémon.

    Selecionamos os 10 melhores Pokémon e seus ataques ideais para você se dar bem na Copinha (Little Cup) da Liga de Batalha GO no Pokémon GO

    Dica: Foque em capturar o Cubone, pois o Marowak (Forma de Alola) é bastante útil em competições com limite de 1.500 CP, como a Grande Liga e a Copa de Dia das Bruxas.

    08/03: Exeggcute (planta / venenoso) com o dobro de Pontos de Experiência (XP) ao evoluir qualquer Pokémon.

    15/03: Growlithe (fogo) com o dobro de poeira estelar ao capturar qualquer Pokémon.

    Clique aqui e leia mais artigos sobre Pokémon produzidos pelo Feededigno

    22/03: Sudowoodo (pedra) com o dobro de Pontos de Experiência (XP) ao capturar qualquer Pokémon.

    Sudowoodo é o Pokémon em destaque na Hora do Holofote do dia 22 de março

    29/03: Paras (inseto / venenoso) com o dobro de doces ao capturar qualquer Pokémon.

    Paras é o Pokémon em destaque na Hora do Holofote (Spotlight Hour) do dia 29 de março de 2022

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    The Batman: Conheça o elenco do longa da DC Comics

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    The Batman é um dos filmes mais aguardados de 2022 e conta com um grande elenco. Conheça nesse artigo todos os principais atores e personagens do longa:

    BATMAN: ROBERT PATTINSON

    the batman

    Dando vida ao Homem-Morcego temos Robert Pattinson, o eterno Edward Cullen de Crepúsculo. O sétimo Batman do cinema foi uma escolha bastante polêmica para uma ala dos fãs, pois o passado de papéis de Robert Pattinson não agradava o público.

    Entretanto, o ator evoluiu muito e teve atuações memoráveis em O Farol, O Diabo de Cada Dia e tantos outros, deixando os DCnautas esperançosos por mais uma grande aparição do Cavaleiro das Trevas no cinema.

    Bruce Wayne teve anteriormente Adam West, Michael Keaton, Val Kilmer, George Clooney, Christian Bale e Ben Affleck como intérpretes. A era Battinson se inicia no dia 03/03.

    MULHER-GATO: ZOË KRAVITZ

    the batman

    A icônica vilã e par amoroso do Homem-Morcego, a Mulher-Gato terá Zoë Kravitz como sua representante em tela. Essa será a sexta vez que teremos a personagem nas telonas, sendo uma delas em um filme solo que ganhou vários Framboesas de Ouro com Halle Berry no papel.

    Zöe já fez filmes como Mad Max: Estrada da Fúria, X-Men: Primeira Classe e, mais recentemente, Kimi: Alguém Está Escutando, longa de 2022 disponível no HBO Max. Zoë é filha do astro de rock Lenny Kravitz.

    CHARADA: PAUL DANO

    charada

    Paul Dano será o Charada, principal vilão de The Batman. Esta será a segunda vez do personagem em live actions, com Jim Carrey interpretando o antagonista em Batman Eternamente sendo o pioneiro.

    Esta versão de Edward Nygma será mais sombria, sendo bastante semelhante ao Silêncio, quando ele entrou no Poço de Lázaro após contrair um câncer.

    Paul Dano já participou de longas como Pequena Miss Sunshine, Os Suspeitos e Sangue Negro, onde teve um papel muito elogiado.

    PINGUIM: COLIN FARRELL

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    Um dos atores camaleão do elenco e que fez uma transformação incrível foi Colin Farrell, que dará vida a Oswald Cobleppot, o Pinguim.

    Esta é a segunda aparição do personagem nas telonas, com Danny DeVito sendo o ator escalado em Batman: O Retorno, em 1992. Danny apoiou a escalação de Farrell no papel.

    Colin tem uma carreira extensa de filmes, aparecendo em Animais Fantásticos, Ava, Por Um Fio, e SWAT.

    ALFRED: ANDY SERKIS

    O mestre da captura de movimento, Andy Serkis, será o fiel escudeiro de Bruce Wayne em The Batman, dando vida ao Alfred, mordomo da família há várias gerações.

    O ator e diretor tem diversos papéis de destaque na indústria, trabalhando, inclusive, na Marvel recentemente nos filmes Vingadores: Guerra de Ultron e Pantera Negra como o vilão Garra Sônica.

    JIM GORDON: JEFFREY WRIGHT

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    Jeffrey Wright é outro que vai sair da Marvel para trabalhar na DC. O Vigia de What If será o policial mais honesto de Gotham City, Jim Gordon, que tem o ingrato papel de tentar salvar a cidade das mãos dos vilões mais sádicos e geniais, sendo um grande aliado do Homem-Morcego na jornada do herói.

    Jeffrey também teve papéis de destaque em Westworld e em O Pintassilgo.

    CARMINE FALCONE: JOHN TURTURRO

    Por fim, mas não menos importante, John Turturro será Carmine Falcone, um dos mafiosos mais poderosos e sem escrúpulos da cidade de Gotham. O personagem tem um papel chave para que a cidade caia na corrupção e sua família rivaliza diretamente com a dos Maroni, destruindo tudo que tiver no caminho.

    Turturro já participou de Transformers, Tratamento de Choque e Zohan.

    Confira o trailer de The Batman:

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