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    Fortnite: Como coletar barras de ouro rápido e completar o Desafio Lendário

    Um novo Desafio Lendário agora está disponível em Fortnite, e os jogadores que querem completar todos os estágios, precisarão coletar um total de 5.000 barras de ouro. Apesar disso parecer uma quantidade astronômica a princípio, é possível ganhar centenas de barras de ouro a cada partida sem muito esforço.

    Esse guia detalhará exatamente como é feito, e quem o seguir não deve ter problemas para ter êxito na 5ª semana da temporada 6 de Fortnite antes que ela passe.

    Para começar, os jogadores que procuram acumular rapidamente as Barras de Ouro em Fortnite, devem visitar Kyle, localizado entre o Pântano Glup e o Lago da Preguiça. Após encontrar esse NPC, os fãs devem aceitar a missão “Coletar Madeira”, e então quebrar madeira para coletar 120 barras de ouro rapidamente. Os jogadores devem então retornar para Kyle e completar a missão “Coletar Materiais de Construção” para ganhar 80 barras de ouro adicionais.

    Nesse momento, os jogadores devem ter aceitado a missão “Destruir Árvores” de Kyle, mas eles não devem completar ainda. Ao invés disso, os jogadores devem ir até o Sargento da Faixa, outro NPC do Fortnite que está localizado no Bosque Choroso, enquanto ele também oferece uma missão que é basicamente destruir árvores. Após aceitar ambas missões, os fãs precisam trabalhar nelas, e receberão um total de 240 Barras de Ouro, quando árvores o suficiente tiverem sido destruídas.

    Os jogadores então devem retornar até o Sargento Faixa a fim de começar sua missão de “Pilhagem de Cogumelos”, e os fungos podem ser encontrados mais a oeste do Bosque Choroso. Os jogadores ganharão cerca de 120 barras de ouro ao completar a tarefa, e isso dará aos jogadores um total de 560 barras de ouro. Isso indubitavelmente te dará uma boa vantagem, e os jogadores poderão sempre repetir esse processo no começo das partidas, avançando rapidamente assim no Desafio Semanal Lendário da 5ª semana da 6ª Temporada.

    Vale lembrar, é possível ganhar muito mais que 560 barras de ouro por partida ao navegar na tempestade após terminar as missões de Kyle e do Sargento Faixa ao procurar por outros NPCs na área. De fato, há personagens espalhados por todo o mapa de Fortnite e muitos deles oferecem missões que são rápidas e fáceis, e estão detalhadas acima.

    Enquanto os fãs podem acumular barras de ouro o suficiente para o desafio sem perseguir qualquer dessas oportunidades adicionais, os jogadores que querem acelerar o processo podem considerar realizar essas missões de novo e de novo.

    Fortnite está disponível para PC, PS4, PS5, Switch, Xbox One e Xbox Series X|S.

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    Noites Sombrias #10 | Conheça a história de Junji Ito

    Como um protético dentário se torna mangaká? Provavelmente, apenas, Junji Ito consiga explicar, já que os mangás do ex-protético são feitos com inegável maestria. 

    Se você tem o costume de passar bastante tempo na internet, provavelmente, já ouviu falar desse nome. Apesar, de Ito não ser considerado ainda um artista mainstream, o japonês possui fãs que são completamente obcecados por suas obras.

    Seria isso um ótimo enredo para mais um conto de terror? Talvez, porém a certeza que temos hoje é que você saberá muito mais sobre esse homem, que ultimamente está causando tanto burburinho mesmo não sendo do BTS.

    BIOGRAFIA

    Nosso artista em questão nasceu no dia 31 de julho de 1963, em Gifu, no Japão. Desde criança foi influenciado pelas suas irmãs desenhistas, como também por Kazuo Umezu, Shinichi Koga e H. P. Lovecraft, porém, sempre considerou seus desenhos como um passatempo.

    Por volta, de 1987, Junji Ito que até então trabalhava como protético dentário, resolveu mostrar sua obra mais famosa, Tomie, em um concurso onde Kazuo Umezu era um dos jurados.

    Assim, passou a ganhar bastante notoriedade no Japão, sendo considerado o escritor e desenhista especialista no gênero terror.

    Obras como Gyo, Mimi no Kaidan, Black Paradox e Voices in The Dark, por exemplo, foram criados pelo grande autor.

    O NOVO MESTRE DO MEDO

    Particularmente, tenho preferência por obras japonesas ou coreanas quando o assunto é causar medo. Mas, a habilidade do Junji Ito vai além, já que o autor consegue trabalhar perfeitamente com o terror e o horror. 

    Oh! Feededigno, qual é a diferença? Não é tudo a mesma coisa?” Ah, não! Terror é quando a obra cria um medo imaginário utilizando de gatilhos nas narrativas ou pequenas tensões visuais, portanto, o medo é criado através da ansiedade que o autor plantou em você.

    Quando falamos em horror, trata-se de algo totalmente grotesco e nojento, lida com a repulsa, causando um desconforto tão grande que quem lê ou assiste não aguenta mais olhar.

    Um exemplo disso é no conto The Enigma of Amigara Fault, em que conta sobre buracos que surgem na montanha Amigara. O que é bastante comum, porém, essas deformações possuem o formato de corpos humanos, então causam tanto estranhamento, que pessoas viajam milhas e milhas para irem até o local.

    E aqueles que encontram a forma dos seus próprios corpos na montanha,  ficam totalmente obcecadas. 

    Pronto, o terror já está instalado. Como assim em um lugar qualquer tem uma cratera com as exatas proporções do seu corpo? A partir desse ponto, a história evolui para cenas grotescas dignas do horror.

    O NOME DELA É TOMIE

    Todo artista possui sua musa, certo? Assim, como Leonardo da Vinci criou Monalisa, Ito fez Tomie, sua musa, a personagem que aparece em diversas histórias. 

    Sua origem começa quando um professor reconforta seus alunos, após a morte brutal de uma jovem que foi morta e esquartejada, no mesmo momento, é interrompido pela garota em questão. 

    Seu nome é Tomie Kawakami, e está vivíssima na porta da sala pedindo desculpas pelo atraso, como se nada tivesse acontecido.

    Além, da trama de sua origem ela aparece em outras obras do autor; a mais conhecida conta sobre um pintor que conhece uma garota e fica totalmente obcecado, que sente a necessidade incontrolável de pintá-la.

    Portanto, Tomie é a figura enigmática que sempre aparece para os homens. Com assuntos e sensações cada vez mais comuns do dia-a-dia como obsessão, inveja, luxúria, ciúmes, etc.

    ESTÁ TUDO NA SUA CABEÇA

    A maior ferramenta do Junji Ito é saber pegar um trauma, sentimento ou alguma tensão psicológica para trazer o medo a superfície e torná-lo palpável.

    Todas as suas obras são com base em sensações comuns que estão na mente de qualquer um, como obsessão, o que é o caso de Uzumaki, ciúmes quando novamente Tomie aparece, depressão que está presente em Black Paradox entre muitos outros.

    Então, quem lê só consegue pensar o quanto aquilo poderia acontecer, quando o leitor está com essa ideia fixa na mente, Ito com uma enorme habilidade desenhista coloca cenas totalmente nojentas e repulsivas.

    Portanto, se você ama obras tanto de terror quanto de horror, precisa ler os contos de Junji Ito, mas aconselho fazê-lo de dia e com companhia. Depois não diga que não avisei.

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    Love, Death & Robots: Unreal Engine da Epic está sendo usada para episódio!

    A série de Tim Miller e David Fincher, Love, Death & Robots, foi uma antologia sci-fi extremamente intrigante, que levou os limites da criatividade e a simples função de contar histórias e técnicas de animação a um novo limite, agora com a Unreal Engine da Epic.

    A Netflix renovou a série para uma segunda temporada ainda em 2019, mas infelizmente, desde então, não se sabe muito sobre os episódios.

    Entretanto, a indústria recebeu uma incrível notícia a respeito de um dos episódios da segunda temporada. Ela vem da Animation World Network, que publicou uma entrevista do Supervisor de VFX Sênior, Jerome Chan da Sony Pictures Imageworks. A entrevista é focada principalmente nas formas revolucionárias que a Unreal Engine está sendo usada também em filmes e séries de TV.

    Apesar da Unreal Engine ser usada principalmente para o desenvolvimento de games, o sistema de produção em tempo-real está sendo integrado à filmes e TV. E o site aponta:

    Para Jerome Chen, o supervisor sênior de VFX da Sony Pictures Imageworks, a Unreal Engine se tornou uma ferramenta inestimável, permitindo produção de animação em tempo real, e as análises mudaram fundamentalmente o nosso processo criativo.

    Um lugar onde você verá a Unreal Engine ser usada é na segunda temporada de Love, Death & Robots. Chen revelou que ele tem usado a Unreal Engine em um novo episódio da vindoura temporada. Ele não revelou nenhum detalhe específico sobre o episódio, mas revelou que é:

    “Detalhamento de computação gráfica que nos lembra cinemáticas de games de ponta com personagens humanos e criaturas. Nosso trabalho conta também com Maya, ZBrush e Houdini, mas o compromisso é tentar nos manter na Unreal Engine o quanto for possível, e sair onde fizer sentido. Essa é nossa primeira incursão no Unreal e estamos muito animados com as possibilidades.”

    Grande parte da entrevista, conta com Chen elogiando a Unreal Engine que abriu as portas para ele animar de um modo diferente. Se você ainda não assistiu, dê uma chance à Love, Death & Robots.

    CRÍTICA – Love, Death and Robots (1ª temporada, 2019, Netflix)

    Assista ao trailer da segunda temporada, que chega dia 14 de maio; e a terceira em 2022:

     

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    CRÍTICA – Radioactive (2019, Marjane Satrapi)

    Radioactive é o novo filme estrelado por Rosamund Pike e que está disponível na Netflix. Lançado originalmente em 2019 nos Estados Unidos, o longa dirigido por Marjane Satrapi é uma cinebiografia sobre a polonesa Marie Curie, cientista que ganhou o Prêmio Nobel duas vezes por suas descobertas nos campos da física e da química.

    SINOPSE

    Movida por uma mente brilhante e uma grande paixão, Marie Curie (Rosamund Pike) embarca em uma jornada científica com o marido, Pierre (Sam Riley). Suas descobertas vão mudar o mundo.

    ANÁLISE

    Radioactive acompanha a história de Marie Curie desde a sua infância até a sua morte. Com uma montagem que mescla acontecimentos de sua vida com as consequências de suas descobertas no futuro, o longa busca apresentar a história de uma das maiores cientistas que o mundo já viu.

    Além de sua carreira, o roteiro de Jack Thorne traz também o lado pessoal da vida de Marie. Perseguida e massacrada pela mídia e opinião pública, a cientista duas vezes vencedora do Prêmio Nobel sofreu diversos preconceitos ao longo de sua jornada. Mesmo sendo excluída, minimizada e agredida, Marie doou sua vida em prol da ciência, construindo um legado que perdura até os dias atuais.

    A cinebiografia é interessante e busca caminhos pouco óbvios na condução de sua trama. Apesar de ter um ritmo acelerado e não se aprofundar em quase nenhuma fase da vida de Marie, a produção consegue contemplar todas as descobertas de sua carreira e também suas crises.

    Por se tratar de uma adaptação de uma pessoa histórica, há também espaço para dramatização em alguns momentos, humanizando a figura aos olhos do público. Sua relação com as filhas e o amor por seu marido Pierre são os pontos que mais trazem momentos dramáticos.

    CRÍTICA – Radioactive (2019, Marjane Satrapi)

    São nessas cenas que a atuação de Rosamund Pike cresce. A atriz, que já foi indicada ao Oscar por seu papel em Garota Exemplar, raramente peca em suas atuações, entregando ótimas cenas e se adequando a cada personagem que interpreta. Sua Marie Curie é tímida, mas ao mesmo tempo destemida, sempre mantendo um balanço entre a raiva e a satisfação a cada desafio ultrapassado.

    Sam Riley e Anya Taylor-Joy também se saem bem dentro do que é proposto pelo roteiro. Apesar de Anya ter menos tempo de tela que Riley, conseguimos entender um pouco sobre a vida de Irene (uma das filhas de Marie Curie) e como aquela família carregou o legado de estudar e aperfeiçoar o entendimento sobre a radioatividade.

    Outro ponto interessante é como a montagem traz elementos do futuro para o mesmo contexto em que a obra se situa. É o caso da catástrofe na usina de Chernobyl e a bomba atômica que devastou Hiroshima. Ao mesmo tempo em que vamos aprendendo sobre os elementos descobertos por Marie e Pierre, e como a humanidade testou essas substâncias até entender realmente suas consequências; as cenas das catástrofes são apresentadas, bem como as conquistas da ciência em tratamentos contra diversas doenças.

    Mesmo que esse seja um trunfo interessante do longa, ele também acaba causando uma sensação de confusão. Como há um vai e vem de períodos históricos, em alguns momentos é difícil entender quanto tempo se passou entre um acontecimento e outro na vida de Marie Curie.

    A ambientação de cenários, roupas e objetos de época é bem produzida, apesar de não ser um grande destaque do filme. A iluminação verde, combinando com o elemento químico Rádio, está presente em vários momentos da trama. A iluminação, na verdade, é quase um elemento vivo de Radioactive, sendo usada como forma de destacar tanto os momentos de genialidade de Marie, como também suas quedas e lutos.

    VEREDITO

    Radioactive é uma boa cinebiografia sobre esse grande ícone da história mundial. Apesar de ter um roteiro corrido e com pouco aprofundamento da personagem, a atuação de Rosamund Pike e o legado de Marie Curie valem o seu stream.

    3,5/5,0

    Assista ao trailer:

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    TBT #120 | Reino do Superman (2019, Sam Liu)

    Sendo a sequência da aclamada animação A Morte do Superman, a animação de Sam Liu lançada em 2019, Reino do Superman (ou, The Reign of the Supermen, no original) tinha duas difíceis missões. A primeira, manter o mesmo nível de qualidade de seu predecessor.

    A segunda, montar o palco para Liga da Justiça Sombria: Guerra de Apokolips, animação que encerra o grande warverso, querido por provavelmente todos os fãs da DC.

    SINOPSE

    Com a morte de Clark Kent, uma leva de novos heróis surge alegando ser o Superman. A situação acaba causando um caos geral, colocando humanos contra heróis. Piorando as coisas, a Terra se torna alvo, já que em todas as galáxias a notícia que corre é que o planeta está vulnerável sem a proteção do Homem de Aço.

    ANÁLISE

    Com a morte de Kal-el após a batalha contra Apocalypse, seguido pelo desaparecimento do corpo do herói de seu túmulo, Reino do Superman conta uma história instigante e, assim como nos quadrinhos, surpreende. Trazendo Lois Lane durante boa parte do longa como protagonista, investigando não só o sumiço do corpo como também o surgimento de quatro novas figuras, conseguimos perceber principalmente uma evolução desta personagem.

    Os quatro novos heróis são, nada menos que novos candidatos a herdar o manto do filho de Krypton. Vindos diretamente dos gibis para o longa, o quarteto é composto por Superboy, Aço, Erradicador e Superman Ciborgue. Logo no início conhecemos um pouco do teor da disputa, com uma cena incrível de combate entre os quatro, entregando uma amostra dos poderes, capacidades e formas de agir de cada um.

    Se seguisse com este tom, apostando no desenvolvimento da trama e destes personagens, o longa ganharia muito. No entanto, como já citei, a protagonista (não intencional) acaba sendo Lois, que assume todas as frentes, até mesmo em cenas de perigo. A animação teria ganho muito com um melhor aproveitamento dos Supermen e explorando mais do sentimento gerado pela ausência do original. Porém, infelizmente, não é o que acontece.

    Falando em aproveitamento, o papel da Liga da Justiça neste filme é praticamente nulo. Eu compreendo que o luto após perderem um de seus principais membros possa ter afetado os ânimos, mas o que vemos na verdade é uma descaracterização dos grandes heróis. O argumento de que o foco seria nos “Supers”, e por isso ela precisaria sair de cena é válido. Mas a solução para isto poderia ter sido melhor elaborada.

    Ainda que com estes pontos delicados contra a produção, o Reino do Superman consegue se reerguer, com o ressurgimento de Kal-el, a união inesperada com seus pares e o crescimento do enredo. Aqui, repito, o protagonismo de Lois reascende, onde ela se mostra crucial na última luta do longa, onde o Superman (o original) ainda não está forte o suficiente para encarar sua versão ciborgue.

    VEREDITO

    Da esquerda para direita: Superboy, Aço, Erradicador e Superman Ciborgue.

    Apesar dos pesares, não é justo só criticar, ainda mais quando se trata de uma boa animação da DC. Ainda que com limitações, o longa consegue trazer boas cenas de combate, uma virada de expectativas em relação a algumas posturas de Lex Luthor e uma conclusão bastante satisfatória.

    É, sinceramente, um bom filme, que consegue manter a qualidade das animações da DC, apesar de não aproveitar todas as forças que tinha à disposição. Como disse um admirador da DC, é muito boa, mas não consegue ser uma das melhores do warverso. Talvez o problema não sejam nem as falhas, mas a sina de habitar entre duas das melhores obras deste arco de animações da DC.

    O filme está disponível via Telecine Play. Já conhece? Aproveita que tem 30 dias grátis e confere toda a gama de excelentes filmes que tem por lá.

    3,5 / 5,0

    E você, o curtiu o Reino do Superman? Já assistiu a esta nossa indicação? Deixe sua avaliação e comentários e lembre-se de conferir nossas indicações anteriores do TBT do Feededigno. Tem bastante coisa bacana por lá.

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    Mortal Kombat e muito mais: 7 filmes baseados em games de luta

    Mortal Kombat terá sua terceira adaptação para os cinemas agora em maio de 2021 no Brasil. Enquanto aguardamos esta nova tentativa de reviver a franquia, nós aqui do Feededigno vamos refrescar sua memória te passando uma lista de todas as adaptações dos games de luta até hoje.

    Confere a quantidade de tranqueiras que foram feitas:

    Street Fighter: A Batalha Final (1994)

    O ano era 1994 e Jean-Claude Van Damme estava em uma grande fase. O ator era tão famoso que um jogo chamado Mortal Kombat foi inspirado nele e em seu filme O Grande Dragão Branco, com Johnny Cage sendo criado para ser uma homenagem a ele.

    Eis que Steven E. de Souza o convida para estrelar Street Fighter: A Batalha Final, um longa que é um dos maiores desastres de todos os tempos quando se fala de filmes sobre games.

    Com atuações mequetrefes, figurinos aos estilo “cospobre” e uma descaracterização completa de personagens amados como Ryu, Ken, Chun-Li e tantos outros, o longa é considerado um dos piores trabalhos da história do astro, visto que boa parte do tempo ele estava drogado e foi bem difícil no set.

    O maior pesar é o fim melancólico de Raul Julia, um dos excelentes atores que tenta fazer um trabalho decente, mas que acaba sofrendo com a péssima direção e elenco.

    Por insistência dos filhos, ele acaba participando do seu último projeto, pois estava com câncer e veio a falecer logo em seguida. A ideia era ter uma continuação, contudo, com o desempenho pífio, Street Fighter ficou para trás.

    Mortal Kombat: O Filme (1995)

    Mortal Kombat

    Com a recusa de Van Damme para o papel de Johnny Cage, Mortal Kombat: O Filme veio com expectativa, mas também no sapatinho. Até o momento, o filme de 1995 é considerado um sucesso dentre todos da lista aqui, mas isso não é um mérito…

    Contando com o astro Christopher Lambert, a obra foi um sucesso na época, pois deu lucro ao estúdio, gerando uma continuação. O filme tem até hoje um carinho por parte dos fãs e dos criadores do jogo que até fizeram uma homenagem com skins e tendo o ator Cary-Hiroyuki Tagawa de volta em seu elenco como o feiticeiro Shang Tsung em Mortal Kombat 11.

    Mortal Kombat: A Aniquilação (1997)

    Mortal Kombat

    Mortal Kombat: A Aniquilação é sem sombra de dúvidas um dos piores da lista, pois destrói o pouco que seu antecessor fez e traz coisas piores.

    O longa de 1997 é terrível, pois tem péssimas atuações, trajes horrorosos e defeitos especiais gritantes em sua concepção. Para se ter uma noção, em alguns momentos o chroma key falha, deixando lacunas nos braços dos atores, por exemplo, além de termos dublês homens em personagens mulheres e por aí vai. Mortal Kombat: A Aniquilação foi extremamente mal recebido por público e crítica, visto que não agrada ninguém até hoje.

    DOA: Vivo ou Morto (2006)

    Esse aqui é pavoroso também! Com personagens hiperssexualizadas e atuações, coreografias de luta, história e trajes péssimos, DOA foi um dos piores longas de sua geração.

    A tentativa de reviver o game de sucesso Dead or Alive não deu nada certo, visto que foi massacrado pela crítica e até hoje é lembrado apenas com constrangimento por todos.

    O longa traz a história de um grupo de lutadores que vai para uma ilha se enfrentar por um prêmio polpudo em dinheiro. O longa traz apenas risadas e constrangimento infinito para quem assiste.

    Street Fighter: A Lenda da Chun-Li (2009)

    Se o primeiro Street Fighter conseguiu descaracterizar muito seus personagens, Street Fighter: A Lenda da Chun-Li fez muito pior, sendo talvez o mais fraco da lista.

    Aproveitando a fama de Kristin Kreuk, a Lana Lang de Smallville, o filme vai de mal a pior em sua trama. Chun-Li é uma pianista que deve lutar pela sua casa contra o terrível Bison. Ela se une a Nash e Gen para derrotar o vilão.

    Com uma péssima história, coreografias de luta idem e atuações abaixo do esperado, o longa é um duro golpe nos fãs da franquia.

    Tekken: O Rei do Punho de Ferro (2009)

    Imagine o seguinte cenário: o homem responsável pela criação do jogo está no projeto, pois acreditava no mesmo. A equipe de Tekken decide afastá-lo e fazer por conta. O resultado? uma bagunça completa.

    Fora os figurinos que são bem fiéis aos personagens, principalmente os de Raven e Eddye, por exemplo, Tekken é bizarro.

    Jin é um jovem que faz parte da Forja, uma periferia da cidade. Heihachi e Kazuya querem destruir o local, mas um torneio realizado por eles pode fazer de Jin rico e capaz de salvar o lugar. Agora ele deve lutar por sua vida e a de todos os moradores.

    Trazendo mais uma vez problemas com agentes imobiliários, pois assim como em A Lenda da Chun-Li citado acima há uma problemática parecida, Tekken é uma vergonha completa. Com personagens de diversas edições, o longa é uma salada de frutas com elas todas podres. Todos os personagens tema profundidade de um pires e o roteiro é mais furado que um queijo suíço. Em certo momento o torneio é até a morte, em outro não, mas no final é novamente…

    Tekken é bizarramente bizarro.

    The King of Fighters (2009)

    Por fim, mas não menos importante dentre as tranqueiras citadas acima, temos The King of Fighters.

    Em um mundo paralelo, no qual os combates são feitos de uma forma sobre humana, Mai, Kyo e Iori devem enfrentar o poderoso Rugal. Agora o grupo tem que usar a espada Kusanagi para derrotar o vilão.

    The King of Fighters mancha e muito a honra da famosa série de games. O filme a todo o momento tira sarro de seus personagens, com piadas completamente sem graça, erros de continuidade como, por exemplo, uma criança asiática se tornar um adulto branco ou o próprio Sean Farris escorregar ridiculamente no fundo de uma cena.

    O longa não consegue nem escolher seu protagonista, pois Mai e Kyo ficam a todo o momento se digladiando pelos holofotes. Entretanto, o próprio Rugal tira sarro do fato de Kyo ser um fracote, mostrando o quão galhofa KOF é.


    O novo filme de Mortal Kombat tem estreia marcada para 13 de maio nos cinemas brasileiros. Confira aqui tudo que já foi feito até o momento sobre MK além dos games.

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