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    Ex Machina: Quadrinho de Brian K. Vaughan está sendo adaptado para o cinema

    De acordo com o The Hollywood Reporter, a Legendary adaptará o quadrinho de Vaughan e Harris, e será intitulado The Great Machine, acreditamos que seja para evitar qualquer tipo de confusão com o filme de Alex Garland de 2014, Ex Machina. Anna Waterhouse e Joe Shrapnel, roteirizará a adaptação com a produção executiva de Vaughan.

    Publicado originalmente pela Wildstorm, Ex Machina contou com 50 edições e quatro especiais de 2004 até 2010. A série que chegou a receber um prêmio Eisner em 2005, conta a história de Mitchell Hundred/A Grande Máquina, um super-herói que se torna o prefeito de Nova Iorque após o 11 de Setembro. Entre 2005 e 2012, A New Line Cinema tentou adaptar o quadrinho para as telonas, apesar do projeto nunca ter seguido em frente.

    O mote do filme, de acordo com o THR contará a história da carreira política ser colocada em check após ser considerada  que “a fonte de seus poderes retorna para cobrar uma dívida.

    O projeto é o último baseado no trabalho de Brian K. Vaughan. O canal FX está atualmente trabalhando em uma adaptação de Y: O Último Homem, de Vaughan e da artista Pia Guerra. A série deve ser lançada ainda em 2020.

    Ainda não temos data de lançamento confirmada para a adaptação da Legendary Entertainment, The Great Machine.



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    Os Novos Mutantes: Disney confirma que filme faz parte do UCM

    Os Novos Mutantes de Josh Boone agora é parte do Universo Cinematográfico Marvel.

    De acordo com um e-mail da D23 que foi liberado junto do segundo trailer, confira a imagem do e-mail abaixo, junto da tradução:

    Os Novos Mutantes

    “Há uma incrível nova adição ao Universo Cinematográfico Marvel, e vem na forma do filme da Twentieth Century Fox e da Marvel Entertainment… Os Novos Mutantes é um filme de terror ambientado em um hospital isolado, onde um grupo de jovens mutantes estão sendo mantidos em supervisão na ala psiquiátrica. Quando estranhos eventos acontecem, suas habilidades mutantes e suas amizades serão testadas enquanto eles lutam para sair dessa vivo.”

    Os Novos Mutantes tiveram um longo problema em seu processo de produção, que em grande parte veio da aquisição da 21st Century Fox pela Disney no ano passado. O negócio resultou no retorno do direito da Marvel sobre vários mutantes, tornando possível o uso desses personagens pela Marvel Studios. O filme estava originalmente planejado para 13 de Abril de 2018.

    Dirigido e co-roteirizado por Josh Boone, Os Novos Mutantes é estrelado por Maisie Williams (Game of Thrones) como Rahne Sinclair/Lupina, Anya Taylor-Joy (Fragmentado e Vidro) como Illyana Rasputin/Magia, Charlie Heaton (Stranger Things) como Sam Guthrie/Bola de Canhão, Henry Zaga como Roberto da Costa/Mancha Solar, Blu Hunt como Danielle Moonstar/Miragem e a brasileira Alice Braga como a Dr. Cecilia Reyes. O filme tem estreia prevista para o dia 2 de Abril.



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    RPG de mesa baseado em The Witcher será lançado no Brasil pela Devir

    A editora Devir anunciou em um comunicado a imprensa que lançará um RPG de mesa focado no mundo de The Witcher, e que será lançado oficialmente no no Brasil  ainda final de Janeiro.

    O jogo que foi desenvolvido pela R. Talsorian Games, foi criado por Lisa e Cody Pondsmith – esposa e filho de Mike Pondsmith, que é o criador do aclamado RPG Cyberpunk 2020.

    As imagens do livro de regras, que conta com mais de 300 páginas foram divulgadas e mostram informações sobre os sistemas de combate, magia, monstros e cenários. As imagens podem ser conferidas ao final desta publicação.

    O RPG de mesa é ambientado entre os jogos eletrônicos The Witcher 2: Assassins of Kings e The Witcher 3: Wild Hunt, em meio à Terceira Guerra Nilfgaardiana, Geralt de Rívia, o Lobo Branco, percorre o Continente em busca do paradeiro de seu amor perdido! Mas esta não é a única história. Um milhão de outras aventuras acontecem neste vasto continente e você está bem no meio delas! Aventure-se pelo Continente, interaja com lendas vivas e influencie a política desta terra! Lute na brutal e horrenda Terceira Guerra Nilfgaardiana ou faça a sua própria aventura enquanto evita perder partes do seu corpo ou a sua própria morte!

    Confira as imagens abaixo:

    O game de mesa têm lançamento previsto para o final de Janeiro, e já está em pré-venda na Amazon, e no seu lançamento estará disponível também em lojas especializadas.

    Conta pra gente, você está animado pra criar um personagem seu no mundo em que o Bruxão vive?



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    The Lord of the Rings: Gollum | Game é confirmado para Xbox Series X e para o PS5

    A comunidade gamer ficou bem confusa quando a Daedalic Entertainment anunciou que eles levariam para os fãs da Terra-Média algo muito interessante na forma de The Lord of the Rings: Gollum.

    O game é exatamente o que parece ser – um game de ação-aventura que permite que os jogadores controlem o personagem central dessa história – Gollum (ou Smeagol, se você preferir) e a Daedalic Entertainment confirmou pela Edge Magazine que o novo título será lançado para o PlayStation 5 e para o Xbox Series X em 2021.

    O que é interessante, é que a companhia ainda não liberou como Gollum será no game, mas eles garantiram aos fãs que o personagem não será parecido com a versão vivida por Andy Serkis nos filmes de Peter Jackson. O diretor de arte Mathias Fischer deu uma razão perfeita para eles seguirem na direção que seguiram:

    “Tolkien não nos deu uma referência de tamanho do Gollum para começar, então na primeira ilustração, ele é gigantesco! Ele é como um monstro emergindo do pântano.”

    Pensando dessa forma, isso pode mudar a cabeça e a perspectiva de um jogador – ou de um leitor – do tamanho de Gollum, e será interessante ver como eles mostrarão o personagem no game no ano que vem.

    O game designer Martin Wilkes segue discutindo a dualidade do personagem e como será jogar como Smeagol ou Gollum ao mesmo tempo.

    “Não é apenas escolher ser Smeagol ou Gollum, pois para Gollum não é fácil. Cada personagem está sendo atacada pela outra; cada uma delas precisa se defender. Você terá dois, três ou quatro conflitos por capítulo que te levará a um ponto de decisão final. E nessa decisão final, será difícil escolher Smeagol, por exemplo, se você sempre lutou pela personalidade de Gollum.”

    O CEO da Daedalic também falou a respeito do novo game – confirmando que o estúdio tem um contrato de dois ou três jogos ambientados na Terra-Média. Quais serão eles? Aqui está o que Carsten Fichtelmann falou:

    “Talvez o próximo game seja – não Gollum 2, obviamente. Isso não faz sentido. Pode ser sobre algum outro personagem. Mas será comparado ao que estamos tentando fazer agora com Gollum.”

    The Lord of the Rings: Gollum ficará disponível em 2021 para PlayStation 5 e Xbox Series X. Animados?



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    Warner Bros. usará inteligência artificial para decidir qual filme lançar

    O futuro agora está na Warner Bros.

    O The Hollywood Reporter revelou que o estúdio começará a usar o Cinelytic, um “sistema de gerência de projetos baseado em uma Inteligência Artificial” para “aproveitar os dados abrangentes do sistema e a análise preditiva para orientar a tomada de decisões no estágio do sinal verde”. Quanto dessa decisão de fazer será deixada nas mãos de uma inteligência artificial vs mente humana, teremos que esperar para ver.

    O programa é considerado bem útil para fazer decisões de marketing, selecionando a melhor data para maximizar os lucros. O THR também revela que o programa pode mitigar algumas das bombas futuras como as recentes lançadas pela Warner Bros. como Rainhas do Crime, Shaft e Godzilla: Rei dos Monstros.

    No futuro, uma decisão se uma continuação do Homem de Aço acontecerá ou quem substituirá Robert Pattison como o próximo Batman pode ser alguns dos dados decididos pelo programa de análise ao invés de puro instinto. Entretanto, se o programa começar a escolher produções vencedoras para a WB, alguém vai reclamar? Se isso acontecer, é provável que mais estúdios passem a adotar o mesmo que a Warner está fazendo.



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    CRÍTICA – Hulk: Cinza (2003, Marvel Comics)

    Hulk: Cinza chegou até a minha casa como uma surpresa. O exemplar de capa dura lançado pela Panini em Outubro de 2019, foi escrito por Jeph Loeb e ilustrado por Tim Sale e Matt Hollinsgworth entre 2003-2004. A arte de Sale e Hollinsgworth dão ao roteiro de Loeb uma roupagem única ao personagem já utilizado à exaustão nas mais diversas mídias.

    Hulk: Cinza fez parte de uma sequência de lançamentos na época que traziam histórias do início da carreira heroica de personagens conhecidos mais pé no chão, e eram chamadas de “A Série das Cores”, que contou com Demolidor: Amarelo, Homem-Aranha: Azul, Hulk: Cinza e mais tarde, Capitão América: Branco.

    Trazido ao Brasil pela Panini pela primeira vez em 2004, o quadrinho que originalmente foi lançado em 6 partes em 2003 nos Estados Unidos, foi publicado agora pela editora brasileira em um volume único de 168 páginas com capa dura.

    Dando ao personagem conhecido nos dias de hoje como Golias Esmeralda a cor entendida na época de seu lançamento — por um erro nas impressões na época, a editora nunca conseguia acertar o cinza; e o personagem passou a ser conhecido por um tom esverdeado —, a cor cinza ficou responsável por caracterizar até mesmo uma das fases mais conturbadas do personagem que mais tarde viria a se juntar a equipes de grande renome.

    De maneira rápida e pouco profunda, somos reapresentados ao acidente que deu poderes a Bruce Banner, em um ambiente de testes da Bomba Gama — qualquer semelhança com o Doutor Manhattan não é mera coincidência — Banner precisa entrar no ambiente de teste a fim de retirar o jovem Rick Jones de uma iminente exposição aos raios da bomba que está prestes a atingi-lo.

    Mostrando de forma rápida o passado do personagem e sua atitude altruísta de maneira mais esmiuçada, além da criação e o desenvolvimento de seu alter-ego.

    Bruce Banner nos é apresentado em uma consulta com seu terapeuta que parece o auxiliar desde o começo de sua transformação por meio da exposição por raios gama. Banner nos é mostrado em um tom fúnebre que nos faz pensar na sua condição de um verdadeiro golem ou uma imparável força da natureza.

    Por ser como uma criança recém-nascida ao se transformar pelas primeiras vezes, o Hulk não tem conhecimento de suas ações que por se tratar de um gigante de mais de uma tonelada não consegue mensurar suas atitudes, estando quase sempre em algo como um “Modo Berserker” que procura assegurar sempre sua sobrevivência nos faz questionar por vezes de qual lado o personagem está.

    Ao abraçar o passado de forma livre, somos apresentados na fixação tanto do Hulk por Betty Ross, como do General Ross por Hulk. A fim de garantir uma maior imersão, somos colocados na história como uma espécie de narrador-observador. Sendo colocados como um mero observador de fatos que antecedem o que parece ser qualquer tipo de interação sabida do Hulk cinza com outros heróis, ou confronto contra o próprio Exército dos Estados Unidos, somos surpreendidos ao sermos apresentados de forma íntima alguns dos pensamentos persistentes de Bruce Banner e questionamentos que trazem todo o peso de suas ações do que parecem ser memórias recém-recuperadas, ou apenas consciência pesada.

    A HQ Hulk: Cinza é rápida de ser lida, apesar de ser profunda, assim como seus antecessores Demolidor: Amarelo e Homem-Aranha: Azul, o quadrinho inova na sua forma de contar a história, nos colocando como narrador-observador, nos introduzindo mais profundamente à história a qual anteriormente éramos colocados apenas como meros narradores-testemunhas, que acompanhavam os fatos conforme eles iam se desenrolando. Os belos quadros de Tim Sale abusam da cor do título, cinza. Além do enorme golem cinza que se apresenta em toda sua brutalidade e falta de tato, o céu estrelado de Sale nos faz sentir imersos em ambientes quase que desolados e destruídos pelo Hulk.

    E você, já leu a HQ Hulk: Cinza? Se sim, deixe seus comentários e sua avaliação.



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