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    A Pequena Sereia: Halle Bailey será Ariel no live action da Disney

    De acordo com a revista Variety, Halle Bailey, membro da Chloe x Halle, será a estrela da nova adaptação em live action da Disney, A Pequena Sereia.

    Bailey se junta ao elenco com Jacob Tremblay (Extraordinário) que dará voz ao peixinho Linguado e Awkwafina (Podres de Ricos) que dará voz ao siri Sabidão. Enquanto Melissa McCarthy (As Bem-Armadas) está em negociações para viver a vilã Úrsula.

    Nessa nova adaptação, teremos a presença das canções originais da animação, enquanto também teremos novas canções feitas pelo compositor original, Alan Menken. O criador Lin-Manuel Miranda está produzindo o filme junto com Rob Marshall, Marc Platt e John DeLuca. David Magee e Jane Goldman estão responsáveis pelo roteiro. O diretor, Rob Marshall, também foi responsável por O Retorno de Mary Poppins em 2018, que recebeu 4 indicações ao Oscar.

    A Pequena Sereia será a estreia de Halle Bailey nos cinemas, a jovem é conhecida pela banda Chloe x Halle que tem com sua irmã, na qual já fizeram diversos covers da Beyoncé, sendo reconhecidas pela mesma e sendo convidadas a abrir sua tour do álbum Lemonade.

    Rob Marshall disse em um comunicado:

    “Depois de uma extensa pesquisa, ficou muito claro que Halle possui aquela combinação rara de espírito, coração, juventude, inocência e substância – além de uma voz gloriosa cantando – todas as qualidades intrínsecas necessárias para desempenhar esse papel icônico.”

    E aí, o que achou da escolha da atriz para viver Ariel em A Pequena Sereia?

    Big Little Lies: 4º episódio da 2ª temporada é o tapa que precisávamos

    Semana passada não tivemos um texto sobre o terceiro episódio, pois o foi o primeiro episódio “filler” da segunda temporada de Big Little Lies; Mas algo que deve ser levantado sobre o episódio foi o discurso da Madeline Martha Mackenzie (Reese Witherspoon) sobre os eventos acontecidos na escola naquela semana, foi, ao mesmo tempo, lindo e engraçado, dando um destaque maior para a atriz. E Amabella Klein (Ivy George) desmaiando por causa da preocupação com o Aquecimento Global? Icônico. Enquanto Ed Mackenzie (Adam Scott) mostrou-se “um porre”. Mas fora isso, foi um episódio bem ameno, para relaxarmos e estarmos prontos para o que viria na semana seguinte.

    Agora vamos falar do episódio dessa semana que nos trouxe diversas emoções. Primeiramente, obrigado por tudo Celeste Wright (Nicole Kidman) por fazer o que todos tínhamos vontade com a Mary Louise Wright (Meryl Streep), “selo de aprovação Choque de Cultura e Capitã Marvel.

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA |Martelada #5 | Capitã Marvel: Queima ou salva?

    Esse episódio veio para mostrar a importância de impor limites as pessoas, e é algo que Mary Louise também deveria entender. Você não pode ir morar no mesmo prédio que a pessoa que teve um filho do seu filho em um caso de estupro. É questão de bom senso. Como se não fosse o suficiente, Mary também trai a confiança de Celeste ao pedir a guarda de seus netos na justiça; assim como com Perry (Alexander Skarsgård), Celeste confiou em outro Wright e se sentiu traída. E cada vez mais, a personagem de Nicole Kidman vem se destruindo aos poucos, enquanto a atriz sustenta muito bem isso.

    O visual simplesmente impecável na festa da Amabella, assim como as músicas, foi uma nostalgia maravilhosa. Ed mais uma vez sendo “um porre”… e esse climinha que está rolando com Bonnie Carlson (Zoe Kravitz)? – Por favor mulher não faça isso! – E a própria incorporação de As Visões da Raven em Elizabeth Howard (Crystal Fox), só esperamos que aquilo não se concretize. – Bonnie, fuja das praias, entendeu? – E nesse episódio também vimos como a relação de Bonnie com qualquer membro da sua família é complicada, e nesse atual momento, tudo que ela menos precisa é de complicações na vida.

    E quem diríamos que nos solidarizaríamos, que um dia nos preocuparíamos com as questões financeiras de uma burguesa americana? Renata Klein (Laura Dern), esperamos que você volte a ser rica novamente, você merece.

    E você, o que tem achado da segunda temporada de Big Little Lies? Deixe seus comentários e lembre-se: BLL vai ao ar todo domingo, às 22h na HBO.

    The Flash: Teria o longa encontrado um novo diretor?

    Muitos mistérios rondam o futuro filme do Flash. Diversos diretores já entraram e saíram por divergências criativas, roteiros indo e vindo, contrato do Ezra Miller expirando e nenhuma novidade. Até agora.

    O Hollywood Reporter divulgou que a Warner Bros. Pictures estaria conversando com Andy Muschetti (IT: A Coisa) para dirigir o primeiro filme solo do velocista escarlate, enquanto Christina Hudson (Bumblebee) ficaria encarregada de reescrever o roteiro. Barbara Muschetti (também de IT: A Coisa) e Michael Disco (A Noite do Jogo) ficariam na produção.

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA | CRÍTICA – It: A Coisa (2017, Andrés Muschietti)

    Anteriormente o quadrinista Grant Morrison estaria escrevendo um novo roteiro juntamente com o Ezra Miller (Liga da Justiça) para o longa, e queriam uma abordagem mais sombria para o personagem, mas aparentemente a Warner não aprovou e o projeto foi engavetado. Os antigos diretores, John Francis Daley e Jonathan Goldstein (Homem-Aranha: De Volta ao Lar), saíram por escolha própria. Ambos estavam na direção desde 2018, mas saíram por divergências criativas, pois queriam uma abordagem mais leve do personagem.

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    CRÍTICA – Liga da Justiça (2017, Zack Snyder)

    CRÍTICA – Homem-Aranha: De Volta ao Lar (2017, Jon Watts)

    O contrato do Ezra Miller tinha acabado mês passado e nada tinha sido divulgado sobre isso, mas segundo o relatório do THR, ele volta para o longa, então podemos presumir que o mesmo foi renovado – esperamos que por um bom tempo.

    Depois do sucesso de critica, Bumblebee, parece que a Warner Bros. está bastante interessada na roteirista Christina Hudson, visto que ela está envolvida com Aves de Rapina, que sai em fevereiro do ano que vem, com Batgirl, que ainda está em desenvolvimento, e agora, com The Flash.

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    Aves de Rapina: Conheça os personagens mostrados no primeiro teaser

    DC Comics: 10 personagens femininas que merecem um filme solo

    Andy Muschetti é o quarto diretor vindo de um histórico de filmes de terror a entrar no Universo da DC. Já tivemos James Wan (Aquaman) que dirigiu Invocação do Mal e Annabelle; David Sandberg (Shazam!) que dirigiu a sequência de Annabelle e Quando as Luzes se Apagam; recentemente Jaume Collet-Serra entrou para dirigir Adão Negro, tendo já dirigido A Orfã. Andy dirigiu as duas partes de IT: A Coisa e Mama em 2013.

    Leia também:

    CRÍTICA – Aquaman (2018, James Wan)

    TBT #26 | Invocação do Mal 2 (2016, James Wan)

    CRÍTICA – Shazam (2019, David Sandberg)

    CRÍTICA – Homem-Aranha: Longe de Casa (2019, Jon Watts)

    A Marvel Studios está há 11 anos com seu universo consolidado nas telonas. Fomos apresentados a diversos personagens, com arcos incríveis e grandes sagas no cinema. Vingadores Ultimato foi o marco histórico d’Os Heróis Mais Poderosos da Terra e Homem-Aranha: Longe de Casa veio para finalizar e tentar abrilhantar esse último ato.

    A trama se passa um pouco após os acontecimentos de Ultimato, com um ar de luto e honraria aos heróis que foram mortos em batalha e gira em torno de uma premissa: quem será o novo Homem de Ferro? Esse ponto é o catalisador da obra e tenta nos dar uma resposta sobre como serão os próximos anos da Marvel Studios no cinema.

    Tecnicamente, o filme possui diversas qualidades. A fotografia é linda e os efeitos visuais são impressionantes. A escolha de cenários foi muito bem feita, e temos diversas cenas com muita luz e bem iluminadas também à noite, com contrastes perfeitos. Uma cena específica de batalha é totalmente imersiva e faz com o que o espectador perca o fôlego em cada segundo, sendo o ponto mais alto de todo o filme. O investimento feito na questão de efeitos visuais foi bem realizado.

    Em questões de atuação, o filme possui excelentes momentos, principalmente quando Jake Gyllenhaal (Mysterio/Quentin Beck) ou Jacob Batalon (Ned Leeds) estão em tela, o segundo com menos tempo do que no longa anterior, infelizmente. Temos que fazer um destaque aqui: Tom Holland (Homem-Aranha/Peter Parker) ainda não possui personalidade própria como o teioso, problema muito atribuído ao roteiro que coloca o herói como apenas um coadjuvante de Tony Stark, mesmo em suas próprias histórias. Robert Downey Jr. continua sendo o norteador da Marvel e de fato, a substituição do Vingador Escarlate será uma tremenda dor de cabeça aos executivos da empresa. Seu carisma e presença serão sentidos por muitos anos, uma vez que Tom ainda não achou o tom (piada boa) do personagem, muitas vezes como um menino ingênuo e, até certas vezes idiota por culpa desse bom mocismo.



    Alguns fatos não são críveis e isso pode acabar deixando alguns fãs um pouco frustrados com certas escolhas dos roteiristas em momentos específicos, algo negativo com um dos super-heróis mais amados e inteligentes da editora.

    Homem-Aranha: Longe de Casa é um filme que trabalha muito a questão da emoção e legado. Visualmente é incrível, mas sua história simples e previsível nos entrega uma experiência incompleta como apenas mais um filme pipoca no formato de arrasa-quarteirões, algo muito aquém de uma franquia que tinha tudo para ser umas das mais espetaculares dos últimos anos.


    Assista ao trailer legendado:

    Homem-Aranha: Longe de Casa é o mais novo filme da Marvel Studios, mas é distribuído pela Sony Pictures e chega amanhã (04) aos cinemas. Lembre-se de voltar nesta crítica após assisti-lo para deixar seus comentários e sua avaliação!

    Veja também nossa crítica em vídeo! Já aproveite e deixe aquele like e se inscreva no canal:

    Rainbow Six Siege: Evento temporário com mapa exclusivo 3v3

    A Ubisoft acaba de lançar Showdown, um evento in-game de Tom Clancy’s Rainbow Six Siege que acontece de hoje, 2, a 16 de julho, para PlayStation 4, Xbox One e PC.

    Showdown tem conteúdos exclusivos e um novo modo de jogo para os gatilhos mais rápidos do Oeste mostrarem suas habilidades sob o sol escaldante de Fort Truth, mapa disponível por tempo limitado.

    A viagem ao faroeste em Tom Clancy’s Rainbow Six Siege introduz um modo de jogo 3×3 cheio de tensão e que coloca frente a frente trios de defesa e de ataque munidos apenas com uma espingarda BOSG 12.2 e uma pistola Magnum LFP586. Além disso, Showdown conta com tela de informações limitada em que não aparecem status de vida, munição e mira, e não permite fase de preparação.

    O evento contará com 31 itens exclusivos e temáticos de faroeste, inclusive trajes completos, e equipamentos de cabeça que podem ser adquiridos para até 10 operadores.

    Todos que entrarem no jogo durante o Showdown receberão sem custos um pacote exclusivo do evento e poderão completar desafios do Ubisoft Club Event para ganhar um kit de armas e uma skin exclusiva da BOSG 12.2. Os kits de Showdown também poderão ser comprados por 300 créditos R6.

    Para mais informações sobre Showndown, acesse rainbow6.com/showdown.

    Cyberpunk 2077: Refused será a voz da banda SAMURAI no game

    A CD PROJEKT RED anuncia parceria com a banda Refused para trazer o icônico grupo de música chrome-rock SAMURAI à vida em Cyberpunk 2077!

    A cooperação com a aclamada formação punk rock sueca envolve escrever, gravar e produzir um EP com os maiores sucessos da banda SAMURAI, com direção criativa fornecida pela equipe de compositores da CD PROJEKT RED, liderada por Marcin Przybyłowicz. As faixas criadas pela parceria incluem tanto músicas baseadas no material original quanto trilhas criadas pela banda exclusivamente para Cyberpunk 2077.

    Przybyłowicz, diretor musical da CD PROJEKT RED, disse:

    “Estou incrivelmente empolgado por ter o Refused em Cyberpunk 2077. Eu sei que existem muitos fãs da banda no estúdio, incluindo Piotr Adamczyk, um dos compositores que trabalha no jogo, que veio até mim com a ideia para essa colaboração. Estou satisfeito com a sugestão, pois os riffs massivos, a bateria poderosa e os vocais contundentes que os integrantes do Refused fizeram como SAMURAI nos surpreendeu. Posso dizer sem sombra de dúvidas que o gênero punk de música em Cyberpunk 2077 está em seu ápice!”

    Dennis Lyxzén, vocalista da banda Refused comentou:

    “Como nós, SAMURAI é um grupo de rebeldes, embora em um tempo e lugar diferentes. Trabalhar em conjunto com a CD PROJEKT RED, escrever músicas e letras para o ícone chrome-rock do mundo Cyberpunk foi muito divertido, mas também muito diferente no sentido criativo. Foi um desafio inusitado. As músicas ficaram ótimas e o jogo parece insano!”

    Os jogadores de todo o mundo já tiveram uma amostra do trabalho do Refused no próximo mundo aberto da CD PROJEKT RED, uma história de aventura de ação, com o Trailer Cinematográfico da E3 2019 com a trilha SAMURAI – “Chippin ‘In“. Hoje, para comemorar o anúncio, a faixa icônica do grupo SAMURAI está disponível em lojas digitais e serviços de streaming.

    Ouça “Chippin ‘In” no YouTube

    Cyberpunk 2077 está atualmente disponível para pré-venda. O jogo chegará para PC, Xbox One e PlayStation 4 no dia 16 de abril de 2020. Para mais informações, visite o site oficial – cyberpunk.net.